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sexta-feira, janeiro 16, 2026

NETANYAHU TERÁ PEDIDO AO PRESIDENTE TRUMP PARA ADIAR O ATAQUE AO IRÃO


Vive-se num perigoso impasse no Médio Oriente. O presidente Trump mandou suspender o ataque ao Irão na madrugada de ontem quase ao último minuto. Sabe-se no entanto que o ataque aos interesses militares do regime satânico dos aiatolás do Irão não foi cancelado, apenas adiado, aguardando-se uma melhor altura. Segundo várias fontes, vários países terão pedido a Trump para suspender o ataque, tendo Israel em particular pedido mais tempo para se poder equipar melhor e a tempo para a defesa face a uma possível retaliação por parte do Irão. Outros países árabes e muçulmanos alegaram que o ataque iria despoletar um grande conflito regional.

Israel continua em prevenção máxima, com todos os sistemas de defesa anti-aérea "Iron Dome" estacionados em várias partes do país. Hoje mesmo o comandante supremo das IDF visitou os vários sistemas de defesa espalhados pelo país para constatar a sua prontidão. Israel já avisou que não está interessado num ataque ao Irão, mas que apoiará no entanto os EUA se tal decisão for tomada. Jerusalém e Washingtom estão a manter consultas diárias sobre a questão do Irão. Ao que parece, a administração norte-americana ainda prefere a via diplomática para resolver a questão do Irão.

Por outro lado, há movimentações de porta-aviões norte-americanos e de aviões de guerra na direcção do Médio Oriente...

Aparentemente, os protestos diários terão diminuído de intensidade, mas sem comunicações para o exterior pouco se sabe da realidade actual. Segundo os activistas, foram assassinadas 2.637 pessoas, mas há quem fale em 12 mil e até 20 mil. A verdade dos factos, só o tempo o dirá. 

A diplomacia joga agora um papel crucial. Esta manhã Netanyahu conversou ao telefone com o presidente russo Putin, o qual ligou de seguida para o presidente iraniano. Por mais irónico que pareça, Putin ofereceu-se para mediar o conflito entre o Irão e Israel...

Uma das razões para o adiamento do ataque terá também a ver com a informação que o presidente Trump recebeu da parte do Irão de que as execuções previstas de manifestantes iriam ser canceladas. Não se sabe ao certo se o Irão está a cumprir esta promessa, uma vez que as execuções podem estar a ser realizadas em privado, em espaços não públicos. Há muito pouca informação do que realmente se passa agora no Irão, uma vez que continua o "apagão" da internet e dos telefones móveis. 

Shalom, Israel!

quarta-feira, outubro 09, 2024

NETANYAHU CONVERSOU COM BIDEN E HARRIS SOBRE ATAQUE AO IRÃO


Terminou neste momento em que escrevo este blogue a conversa telefónica de 50 minutos entre o primeiro-ministro Netanyahu e o presidente norte-americano Joe Biden, após semanas de silêncio entre os dois líderes. Um livro agora publicado revela que Joe Biden insultou há meses Netanyahu "do piorio", acrescentando mais à já elevada barreira que separava os dois. A conversa telefónica abrande também a vice-presidente Kamala Harris e vários conselheiros civis e militares do governo de Jerusalém.

Dada a urgência e tensão do momento actual, e a necessidade de Israel coordenar com os EUA o provável ataque de retaliação ao Irão pelo hediondo ataque do dia 1 com cerca de 181 mísseis de cruzeiro, os dois líderes terão de chegar a um entendimento, uma vez que há várias hipóteses sobre a mesa, desde o bombardeamento do programa nuclear iraniano, ao ataque às refinarias do petróleo - tão essenciais à economia do Irão - ou a um ataque direccionado às instalações militares iranianas. 

As últimas informações é que Israel estaria a optar por esta última hipótese, "menos agressiva", dessa forma evitando um grande escalar da situação. Espera-se que a haver um tal ataque, o Irão irá certamente responder com muito mais força, sendo então esse "o convite" para Israel lançar o grande ataque contra as instalações do programa nuclear iraniano, à beira de conseguir a bomba atómica, algo que não interessa a nenhum dos vizinhos da região, tampouco aos EUA.


ATAQUES NO LÍBANO

Segundo informações hoje prestadas pelas IDF, a força aérea de Israel realizou nestes últimos 10 dias cerca de 1.100 ataques coordenados com as forças terrestres contra posições do Hezbollah no Sul do Líbano. Estes ataques aéreos foram realizados com aviões caça a jacto, helicópteros de ataque e drones, coordenados com as forças terrestres a operar junto à fronteira. Os alvos incluem células de operacionais do Hezbollah, depósitos de armamento, túneis e postos de observação. Segundo as IDF o tempo mais curto entre o contacto de terra com a parte aérea levando ao subsequente ataque foi de 7 minutos, sendo o alvo mais próximo cerca de 50 metros. 

Shalom, Israel!



quarta-feira, maio 24, 2023

RUMORES DE EMINÊNCIA DO ATAQUE AO IRÃO LEVA SHEKEL A DESVALORIZAR


O comandante das Forças de Defesa de Israel, general Herzi Halevi, avisou ontem que "há um avanço no enriquecimento do urânio nunca visto (no Irão)", acrescentando no entanto que o exército israelita tem capacidades para agir se necessário. Halevi declarou ainda que o grande crescimento militar do Hezbollah no Líbano é um dos maiores desafios actuais de Israel. 


O general avisou que "há desenvolvimentos negativos que poderão levar à acção." O líder militar notou entretanto que Israel tem capacidades para lidar com a situação, com "capacidades significativas e importantes."

Shalom, Israel!

segunda-feira, janeiro 30, 2023

ATAQUE ISRAELITA COM DRONES A FÁBRICA DE ARMAMENTO NO IRÃO CONSIDERADO "UM SUCESSO FENOMENAL"


Apesar dos argumentos iranianos de que o ataque danificou apenas o telhado das instalações fabris, a verdade é que o ataque israelita com drones em Isfahan, na República do Irão, foi um grande sucesso - e a informação veio de diversas fontes ocidentais de espionagem estrangeiras. 

Algumas horas após o ataque, foi o próprio diário norte-americano The Wall Street Journal a confirmar o ataque, atribuindo a sua autoria à Mossad e a Israel.

Registaram-se de facto 4 fortes explosões na fábrica de armamento militar, documentadas nos meios de comunicação sociais. Os estragos vão muito mais além dos "pequenos estragos no telhado" mencionados pelos iranianos.

A autoria do ataque não foi assumida por ninguém, sabendo-se apenas que o Irão aumentou de imediato as suas ameaças a Israel, mesmo apesar de alegar que os estragos foram mínimos...

Apesar do silêncio israelita, e tendo em conta outros ataques do género realizados em anos passados, a maior parte das organizações de espionagem ocidentais e iranianas atribuíram o ataque à Mossad, tanto mais que há poucas organizações capazes de realizar uma acção com tanto sucesso como esta obteve, para além da Mossad. 

Foram utilizados diversos drones de tamanho grande carregando significativas quantidades de explosivos, tendo conseguir os alvos com uma precisão exacta. 

Shalom, Israel!

Até ao momento desconhece-se o tipo de armamento presente na fábrica atingida, não tendo sido posta de lado a hipótese de se tratar também de armamento para uso nuclear. 

segunda-feira, outubro 25, 2021

FORÇA AÉREA DE ISRAEL VAI COMEÇAR TREINOS PARA O ATAQUE AO IRÃO

Desde há muito que quando se trata de atacar o programa nuclear iraniano, a pergunta não é "se", mas "quando."

Indiferente aos avisos de Israel e dos EUA, o Irão continua a desrespeitar todos os acordos internacionais, continuando na sua saga do desenvolvimento do seu programa nuclear e com as constantes ameaças a Israel, prometendo destruir o estado sionista.

Durante os próximos meses a Força Aérea de Israel irá iniciar exercícios de preparação para o eventual ataque às instalações onde o programa nuclear vem sendo desenvolvido e acelerado nos últimos meses. Alguns dos planos serão revelados para breve, outros poderão levar até um ano. O estado israelita já disponibilizou uma verba específica para este projecto militar. Os recentes desenvolvimentos, em especial a vontade da administração norte-americana de regressar às conversações com o regime iraniano, têm causado uma grande preocupação em Israel que vê o programa nuclear iraniano como uma séria ameaça existencial. 

A preparação para este ataque passou a ser a prioridade da Força Aérea de Israel. Várias adaptações têm sido feitas aos roteiros diários dos militares de forma a adequar os treinos ao objectivo agora delineado. Muitos dos sítios onde o Irão está a desenvolver o seu programa nuclear estão "sepultados" muitos metros abaixo da superfície, o que requer munições e táticas especiais. Por outro lado, a FAI terá de de lidar com sistemas de defesa anti-aérea iranianos cada vez mais sofisticados. A FAI terá também de se preparar para uma possível retaliação do Irão e seus aliados na região contra Israel. 

ATAQUES NA SÍRIA

Israel tem entretanto estado a efectuar centenas de intervenções aéreas contra posições iranianas na vizinha Síria, naquilo que é denominado como "campanha entre campanhas." Hoje mesmo, pela manhã, Israel fez três incursões aéreas nos Golan sírios, atacando posições do Hezbollah naquele território. Os ataques aéreos de Israel estão no entanto encontrando cada vez maiores dificuldades devido ao facto de a Síria ter estado a melhorar as suas capacidades defensivas, em parte graças à ajuda iraniana para novos equipamentos. O Irão tem estado recentemente a instalar os seus sistemas avançados de defesa anti-aérea no território da Síria, Iraque, Iémen e Líbano, de forma a proteger as suas tropas e as dos seus aliados.

Face a estes novos desafios, a FAI tem estado a actualizar recentemente os seus métodos, fazendo uso de formações maiores com um maior número de aviões, de forma a poder fazer mais ataques a mais alvos de uma só vez, em vez de como agora tem acontecido realizar mais ataques com formações menores. 

Shalom, Israel!

domingo, março 04, 2012

NETANYAHU VAI ENCOSTAR OBAMA À PAREDE NUMA SEMANA DECISIVA

Este será o 9º, mas talvez o mais decisivo encontro entre os 2 líderes
Segundo relata hoje o jornal britânico "London Telegraph", o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu, de visita a partir de hoje aos EUA, irá entregar um ultimato ao presidente Barack Obama em que avisa que se os EUA não atacarem em breve o Irão, Israel irá então fazê-lo.
O secretário da Defesa dos EUA Leon Panetta disse no mês passado haver uma "forte probabilidade" de um ataque de Israel em Junho. Se o primeiro-ministro de Israel entregar um ultimato a Obama, isso dará aos Estados Unidos 2-3 meses para agirem ou encararem a realidade de um ataque da parte de Israel que iria quase seguramente requerer que os Estados Unidos viessem em socorro de Israel, caso tal fosse necessário.
Os líderes israelitas têm dito que dentro de alguns meses o Irão já terá "sepultado" muitas das suas estruturas nucleares debaixo de bunkers de cimento armado, em montanhas, tornando ineficaz qualquer ataque.
"Reassumindo confiança, o sr. Netanyahu traz efectivamente com ele um ultimato, exigindo que a menos que o presidente americano faça uma promessa firme de utilizar a força militar dos EUA para impedir que o Irão adquira uma bomba nuclear, Israel pode muito bem tomar o assunto em mãos dentro de meses" - afirma o correspondente Blomfield, do diário britânico.

Ele citou ainda fontes e analistas que alegam que a revolta árabe que se iniciou há um ano na Síria, país de que o Irão depende para manter o "eixo do mal" com o Líbano, o Hezbollah e o Hamas, tem enfraquecido o Irão e também o regime de Damasco.
Um outro factor que ele não mencionou é que o actual presidente Obama está a candidatar-se para a reeleição. Um falhanço em apoiar Israel, caso se torne necessário, poderia torpedear a sua campanha. Por outro lado, os candidatos presidenciais republicanos Newt Gingrich e Mitt Romney irão esta semana discursar na convenção anual do Comité para as Relações Públicas Israelo-Americanas (AIPAC). O presidente Obama, o primeiro-ministro Netanyahu e o presidente Peres irão também discursar.
O presidente e o primeiro-ministro irão muito provavelmente mostrar ao público uma imagem de unidade quando se reunirem esta semana, mas o primeiro-ministro irá certamente dizer ao presidente Obama em privado que Israel não pode esperar muito mais por um ataque militar para parar ou pelo menos atrasar o programa nuclear não supervisionado do Irão.
 O presidente Obama arruinou a sua já moribunda imagem pró-Israel no ano passado, ao ter admoestado directamente o primeiro-ministro Netanyahu por causa da continuação da construção de casas naquilo que o presidente americano apelidou de aldeamentos "ilegais". Como resposta, o primeiro-ministro deu ao presidente Obama uma lição sobre os factos da vida real no conflito israelo-árabe.
O Ministro da Defesa de Israel Ehud Barak afirmou recentemente que se o governo de Netanyahu atacar o Irão, Israel conseguirá defender-se contra um contra-ataque iraniano.
"Não será fácil" - afirmou um ex-oficial do Ministério da Defesa ao jornal londrino. "Serão disparados rockets contra cidades israelitas, incluindo Tel Aviv, mas ao mesmo tempo o cenário apocalíptico de que alguns têm falado é improvável. Não penso que entraremos numa guerra total".
Esta será certamente uma  semana decisiva para a questão do provável ataque às instalações nucleares iranianas. É hora de Obama dar realmente a cara, deixando-se da habitual duplicidade, e agir, fazendo um favor a si mesmo e ao mundo inteiro, ajudando o planeta a ver-se livre de uma ameaça letal que pode pôr em causa a própria segurança dos EUA, já para não falar da sobrevivência de Israel...
Shalom, Israel!

terça-feira, dezembro 06, 2011

IRÃO PREPARA-SE PARA A GUERRA

Uma ordem transmitida pelo general iraniano Ali Jaafari - comandante dos guardas revolucionários - elevou o estado de prontidão operacional das forças armadas do Irão, iniciando assim os preparativos para potenciais ataques vindos do exterior.
Fontes oficiais ocidentais afirmaram que a República Islâmica tinha iniciado planos para dispersar mísseis de longo alcance, fortes explosivos e unidades de artilharia, e guardas para junto de posições defensivas.
A ordem foi dada em resposta à crescente pressão internacional sobre o programa nuclear iraniano. As preparações para a confrontação têm ganho forma após o relatório fornecido no passado mês pela Agência Internacional de Energia Atómica, em Viena, que produziu evidência de que o Irão estava activamente envolvido na produção de armas nucleares.
A liderança iraniana teme que o país esteja sendo sujeito a um ataque muito bem coordenado pelo Ocidente e por agências de segurança para destruirem elementos-chave da sua infraestrutura nuclear. 
Recentes explosões ocorridas no Irão têm aumentado o sentimento de paranóia dentro do país, temendo-se no país que ele venha a ser alvo de um ataque militar de surpresa pelos EUA e Israel.

A pergunta que muitos hoje fazem não é se vai haver um ataque às instalações nucleares do Irão, mas quando...
Shalom, Israel!

quinta-feira, novembro 03, 2011

ESTARÁ EMINENTE UM ATAQUE AO IRÃO?

PROGRAMA NUCLEAR DO IRÃO

UM DOS SÍTIOS ONDE O PROGRAMA NUCLEAR IRANIANO ESTÁ SENDO DESENVOLVIDO

UM POSSÍVEL ATAQUE PODERIA USAR AS FORÇAS DESTACADAS NO IRAQUE E NO AFEGANISTÃO
Tudo leva a crer que sim. Segundo informações que "escaparam" para a comunicação social, o primeiro-ministro de Israel terá reunido com os líderes israelitas numa série de encontros para abordarem a possibilidade de uma acção militar preventiva contra o Irão. Crê-se que ainda não terá sido tomada uma decisão final.
Uma sondagem à opinião pública israelita publicada hoje revela que o governo de Israel teria um significativo apoio da população para um ataque militar ao programa nuclear do Irão.

Esta possibilidade de um ataque ao Irão ganhou força quando se sabe que Israel lançou ontem com grande sucesso um míssil capaz de transportar uma ogiva nuclear e atacar o Irão.
Na sondagem feita à opinião pública, 41% dos inquiridos disseram apoiar um ataque israelita às instalações nucleares iranianas, que muitos israelitas acreditam terem sido construídas para produzir bombas.
Um número próximo - 39% - opõe-se a tal ataque, temendo que hajam dificuldades logísticas e se arrisque um contra-ataque iraniano mortífero e o caos regional. Vinte por cento estavam indecisos.
A sondagem foi publicada pelo diário Haaretz e foi feita a 495 pessoas, com uma margem de erro de 4,6%. Apesar de a mesma dar a impressão de uma nação dividida, o facto de 4 em cada dez israelitas apoiarem um ataque é impressionante, dadas as implicações para Israel. Ontem mesmo, o chefe militar do Irão ameaçou com uma terrível retaliação contra Israel no caso de este atacar as instalações nucleares iranianas.

Não se sabe ao certo se Netanyahu quer mesmo atacar ou se estará antes a instigar a comunidade internacional para tomar medidas mais duras contra o Irão. Esta não é uma decisão para a qual ele esteja autorizado a intervir sozinho. Netanyahu precisará do apoio dos ministros do seu gabinete ministerial.
Israel considera o Irão como a sua maior ameaça, devido ao seu programa nuclear, as constantes repetições dos apelos do presidente para a destruição de Israel e o apoio do Irão aos grupos militantes palestinianos e libaneses. Desde há vários anos que Israel vem apelando à comunidade internacional para que imponha duras sanções económicas de forma a pressionar os iranianos a desmantelarem as suas instalações nucleares.

Mas disseram também que Israel não pode tolerar um Irão nuclearmente armado e por isso não tem descartado a possibilidade de um ataque militar.
E há precedentes para um ataques destes. Em 1981 a aviação de Israel bombardeou um reactor nuclear no Iraque ainda em fase de acabamento, destruindo o programa nuclear daquele país. Os aviões israelitas também destruíram um sítio na Síria, em 2007, que os observadores da ONU confirmaram ser um reactor nuclear construído secretamente.  
Um ataque ao programa nuclear do Irão seria substancialmente mais difícil, uma vez que as instalações nucleares estão mais espalhadas, e algumas são móveis e construídas debaixo de terra. E por não estarem concentradas num único lugar, seria extremamente difícil para Israel destruir o programa com um simples ataque aéreo.
Ora é exactamente neste clima "carregado" que os militares israelitas informaram ontem que testaram com sucesso um míssil de longo alcance capaz de transportar uma ogiva nuclear até ao Irão. Oficiais do exército também confirmaram que a Força Aérea conduziu um exercício na semana passada com aviões de guerra italianos na Sardenha.
As potências internacionais duvidam das alegações iranianas de que o seu programa nuclear se destina unicamente à produção de energia e não armamento, mas as sanções impostas ao Irão têm até agora falhado em persuadir Teerão a permitir que o seu programa nuclear seja superviosionado pelos inspectores internacionais.
A agência nuclear das Nações Unidas estará focalizando a sua atenção no programa nuclear do Irão numa reunião a realizar no final deste mês. O Ocidente quer apresentar ao Irão um data limite para que este possa começar a cooperar com a agência, prova de que suspeita de que o Irão está a experimentar secretamente componentes do programa nuclear.

INGLATERRA E EUA JUNTOS PARA ATACAR O IRÃO?
Entretanto, informações divulgadas ontem pela comunicação social dão conta de planos que estão sendo traçados conjuntamente pelo Reino Unido e os EUA para um ataque conjunto ao Irão, face às crescentes tensões no Médio Oriente.
Segundo essas informações, Barack Obama e David Cameron estarão a preparar-se para a guerra após relatos de que o Irão tem agora suficiente urânio enriquecido para quatro armas nucleares.

O regime duro do presidente Ahmadinejad em Teerão tem estado recentemente ligado a três tentativas de assassinatos em território estrangeiro.
O Irão tem estado no foco das atenções logo a seguir ao fim do conflito na Líbia.  
O presidente americano Barack Obama afirmou que o programa nuclear do Irão continua a ser uma ameaça e que o presidente francês Nicholas Sarkozy quer que a comunidade internacional mantenha a pressão no país para admitir as suas reais intenções.
Contrariamente ao desejo dos países ocidentais, a Rússia e a China continuam a lutar para que o "aliado" Irão não seja forçado a revelar o seu programa nuclear, sendo que a própria China continua a fornecer mísseis avançados e outro armamento convencional ao Irão, numa clara violação das sanções impostas pela ONU ao Irão...
O petróleo do Irão fala mais alto aos ouvidos da China, um país que como se sabe não tem qualquer respeito pelos direitos humanos, muito menos pela democracia, pelo que juntamente com a Rússia continua a ser o maior fornecedor de armas aos amigos iranianos...
Este ano de 2011 tem-nos surpreendido com acontecimentos marcantes que mudaram por completo o rumo da História, especialmente na região do Médio Oriente. E talvez o ano não termine sem uma guerra com consequências imprevisíveis. A guerra só se justifica em legítima defesa, e se Israel ou outro país atacar o Irão nada mais será do que um ataque preventivo contra um Mal que não só está presente mas que ameaça provocar mais um sério problema para a região.
Shalom, Israel!

sábado, março 06, 2010

ESTADOS ÁRABES APOIARÃO ATAQUE AO IRÃO

Segundo Ayoob Kara, ministro deputado para o desenvolvimento do Negueve e da Galiléia, membro do partido Likud, Israel tem andado a receber mensagens de estados muçulmanos radicais com quem não tem relações diplomáticas, dizendo que apoiarão qualquer acção contra o Irão por parte de Israel ou dos EUA.
"Estas são mensagens positivas e secretas informando que apoiarão qualquer iniciativa" - afirmou hoje o ministro, adiantando - "eles estão entregando mensagens claras de que estão preocupados com o problema iraniano."
Recusando-se a mencionar os países envolvidos, Kara afirmou que há uma "coligação próxima" de nações islâmicas contra a república islâmica do Irão.
Kara é ainda a favor de um entendimento comercial com a Síria, de forma a aumentar o interesse desse país nas conversações, incentivando a ida de uma delegação para negociar a compra de água à Síria.
Recorde-se que há dias Israel exportou 10.000 toneladas de maçãs dos Montes Golan para a Síria, levando este deputado a afirmar que "será possível iniciar um comércio entre os 2 países baseado na troca de água por maçãs."
Shalom, Israel!