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quinta-feira, junho 28, 2018

CONFIRMANDO AS PROFECIAS, JUDEUS DAS "TRIBOS PERDIDAS" ESTÃO REGRESSANDO A ISRAEL

Desde há 2.500 anos que vem sendo anunciado pelos profetas que nos "últimos dias", os judeus das tribos dispersas de Israel fariam o seu retorno à Terra dos seus ancestrais, a única que lhes foi concedida pelo Senhor Deus de Israel.
"Assim diz o Senhor Deus: Eis que Eu tomarei a vara de José que esteve na mãos de Efraim, e a das tribos de Israel, suas companheiras, e as ajuntarei à vara de Judá, e farei delas uma só vara, e elas se farão uma só na Minha mão" - Profeta Ezequiel 37:16
"Dize-lhes pois: Assim diz o Senhor Deus: Eis que Eu tomarei os filhos de Israel dentre os gentios, para onde eles foram, e os congregarei de todas as partes, e os levarei à sua terra" - Profeta Ezequiel 37:21. (Ênfase minha).

225 JUDEUS DA TRIBO BNEI MANASSÉS FAZEM ALIYAH
Há exactamente 2 semanas atrás, o rabi Michael Freund, líder da organização "Shavei Israel", trouxe para Israel mais 225 membros da tribo Bnei Manassés, em cumprimento às profecias de há milénios atrás que agora se estão cumprindo na nossa geração.
Freund fundou a organização "Shavei Israel" com o intuito de procurar pessoas com raízes judaicas mas que se desconectaram do povo judeu. Desde a fundação da organização, ele já ajudou judeus subbotnik que se converteram sob os czares russos, há cerca de 200 anos atrás, polacos entregues à adopção pelos seus pais judeus durante o Holocausto, descendentes de judeus que chegaram a Kaifeng, na China, há mais de mil anos atrás, e Bnei Anussim, descendentes de judeus que foram forçados à conversão católica durante a Inquisição espanhola e portuguesa dos séculos 14 e 15, e muitos outros.

"UMA DECISÃO PROFUNDAMENTE PESSOAL..."
Tal como menciona o site da organização: "Para o povo judeu, o retorno não pode envolver coacção ou compulsão. É uma decisão profundamente pessoal e não pode ser imposta a partir do exterior. Pode resultar de um desejo de recuperar uma herança perdida, ou de uma intensa necessidade de compreender vários costumes herdados e tradições familiares."

AUSENTES DA TERRA HÁ 2.700 ANOS...
Os Bnei Manassés partiram de Israel há mais de 27 séculos. Sendo parte das 10 tribos, foram separados do resto de Israel pelos assírios nos dias finais do 1º Templo de Jerusalém, 140 anos antes do exílio na Babilónia. Os seus ancestrais vaguearam durante séculos pelas regiões da Ásia central e do Extremo Oriente antes de assentarem na região nordeste da Índia, ao longo da fronteira com Burma e o Bangladesh.
Em todas as jornadas do seu exílio, os Bnei Manassés continuaram a praticar o judaísmo tal como faziam os seus ancestrais, incluindo a observância do Sábado, a alimentação kosher, a celebração das festas judaicas e a obediência às leis relacionadas com a pureza da família. Sempre foram também alimentando o sonho de um dia retornarem à terra dos seus ancestrais, a Terra de Israel.
A "Shavei Israel" já trouxe para Israel mais de 3.500 membros da tribo da Bnei Manassés, ajudando-os no difícil processo de se adaptarem e assentarem num novo país. Restam na Índia cerca de 7.000 membros desta tribo "perdida."

Shalom, Israel!

terça-feira, maio 17, 2016

CUMPRINDO AS PROFECIAS BÍBLICAS, JUDEUS PORTUGUESES E ESPANHÓIS INICIAM RETORNO A ISRAEL

A profecia de Obadias é bem clara: nos "últimos dias", os "Bnei Anussim" (judeus no exílio na Espanha e Portugal) regressariam à Terra de Israel para habitarem o Negueve, no sul do país:
"...os cativos de Jerusalém, que estão em Sefarade (Espanha), possuirão as cidades do sul" (Obadias 20).
Os "cripto-judeus", ou "Bnei-Anussim" (no hebraico) são descendentes de judeus que foram forçados à conversão católica em Espanha e Portugal durante as famigeradas perseguições da Inquisição Católica Romana dos séculos 14 e 15.
Naquela época, os judeus constituíam cerca de 20% da população total de Portugal e Espanha, mas só meio milhão fugiu com as perseguições e expulsões resultantes da intolerância católica romana.
Todos os que ficaram foram forçados a se converterem ao catolicismo romano. No entanto, e apesar de uma conversão "de fachada", muitos judeus preservaram as suas raízes judaicas através de práticas familiares crípticas. Só agora se começam a investigar as raízes familiares ancestrais desses "cripto-judeus", muitos deles tentando restaurar as suas identidades espirituais e genealógicas.

Vários eventos têm recentemente sido organizados neste sentido pela "Ezra L'Anousin" (Ajudem os Anoussim), uma organização fundada por Batya Yaffa da Costa, uma judia que já retornou a Israel para ajudar os "cripto-judeus" a se religarem às suas raízes judaicas. A organização oferece uma plataforma para que os "cripto-judeus" comuniquem uns com os outros na sua jornada conjunta de regresso às suas raízes espirituais.
O reconhecimento da identidade nacional teve um significado especial para os grupos de "cripto-judeus" que se reuniram em mais de 40 cidades espalhadas pelo mundo no Dia da Independência de Israel celebrado na semana passada para apoiar o estado judaico.

A HISTÓRIA É FEITA DE PEQUENOS INÍCIOS
O resultado destes encontros foi ainda modesto, mas a participação nos mesmos foi entusiástica. Estes pequenos grupos representam a vanguarda de um muito mais amplo movimento que só pode vir a aumentar e crescer. A causa é importante, e o número de pessoas afectadas conta-se aos milhões.
Esta identidade religiosa ganhou uma dimensão nacionalística com a criação do moderno estado de Israel, a qual, de várias formas capacitou os "Bnei Anussim" a finalmente se religarem ao judaísmo. Yaffa da Costa explicou que Israel proporciona um ponto focal para que os judeus se reúnam, um aspecto necessário para o retorno dos judeus descendentes das famílias hebraicas que viviam em Portugal e Espanha e que hoje se encontram um pouco por toda a parte, especialmente no Brasil, EUA, Argentina, Turquia, Holanda, etc. 
"A razão destes encontros é para que estas pessoas que tiveram que viver uma vida secreta durante tanto tempo possam saber que não estão sós. Este é um tremendo despertamento que está a acontecer, mas ainda há pessoas que têm muito medo de se manifestarem publicamente por causa do trauma de tudo quanto aconteceu" - elucidou Costa, comparando com o que se passou com o Holocausto, em que irmãos entregavam outros irmãos. "A diferença é que isto já se passou há 500 anos" - acrescentou Costa.

CUMPRINDO OBADIAS
Segundo Costa, muitos dos "Bnei Anussim" querem ir viver para Israel, expressando uma preferência de viver no Negueve, tal qual a profecia de Obadias revela.
Várias organizações têm sido criadas recentemente para ajudar os "Bnei Anussim" a se ligarem ao povo judeu. "Shavei Israel", a maior de todas, tem estado há mais de uma década a trabalhar com os "Bnei Anussim." Foi publicado um livro de orientações básicas em espanhol, distribuído gratuitamente às dezenas de milhar entre os cripto-judeus, prevendo-se para breve edições em português, italiano e inglês. "Reconectar" é um site para ajudar as pessoas a se orientarem, seja na sua ligação ao judaísmo ou para um maior conhecimento da sua herança judaica.

UM FENÓMENO PROFÉTICO RECENTE
O retorno dos "Bnei Anussim" é um fenómeno global recente. Tanto o governo espanhol como o português estão oferecendo cidadania a descendentes de judeus expulsos dos seus países há séculos atrás. O Ministério das Relações Exteriores de Israel realizou em Outubro passado a primeira convenção oficial no Knesset para a "Reconexão com os Descendentes das Comunidades Espanhola e Portuguesa." 
Costa planeia organizar um encontro global anual no Dia da Independência de Israel. Ela compara este evento ao início do movimento que abriu as portas para que milhões de judeus "encravados" na antiga União Soviética pudessem sair para Israel, ainda que o retorno dos "Bnei Anussim" tenha um potencial muito maior para o povo judeu. Recentes estudos genéticos têm demonstrado que o retorno dos "Bnei Anussim" poderá aumentar em quatro vezes mais o número dos judeus espalhados por todo o mundo.
Costa insiste que estes primeiros passos para o despertar da conscientização são essenciais. Ela tem grandes expectativas de que mais pessoas pelo mundo fora venham a descobrir as suas raízes judaicas e juntar-se aos próximos eventos. 
"Existe realmente um grande despertamento "anussim" a acontecer, e isto é apenas o início" - afirmou Costa.

Shalom, Israel!