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segunda-feira, julho 17, 2017

ESCAVAÇÕES ARQUEOLÓGICAS EM CURSO NA BÍBLICA SILÓ PODERÃO REVELAR LUGAR DO ANTIGO TABERNÁCULO

As actuais escavações na antiga bíblica Siló puseram à luz do dia dez jarras antigas que levam os arqueólogos a supôr que poderão estar perto de descobrir o lugar exacto onde foi erigido o primeiro Tabernáculo judaico, antes da construção do Primeiro Templo de Jerusalém pelo rei Salomão.
Com a Bíblia numa mão e uma pá na outra, uma equipa de evangélicos norte-americanos está a levar a cabo uma intensa pesquisa arqueológica que visa provar que a Bíblia é um livro de História credível. Algumas das técnicas usadas por esta equipa são inovadoras e ainda não utilizadas em Israel. 

Estas jarras, das quais apenas algumas se encontram quebradas, datam da época em que os israelitas entraram pela primeira vez na Terra Prometida. As jarras foram desenterradas a cerca de meio metro de profundidade numa grande sala que está a ser objecto de escavações arqueológicas.
A Bíblia situa o primeiro Tabernáculo em Siló, Samaria, na época do sumo sacerdote Eli e do profeta Samuel.
Estas jarras agora descobertas indicam que, em tempos antigos, a localidade foi abruptamente abandonada, com os seus residentes sem tempo suficiente para recolherem todos os seus pertences. No meio das jarras foi também descoberto um cálice conhecido como "kobaat", um tipo de cálice outrora utilizado para rituais. A descoberta do "kobaat" está ligada à pedra de altar ali escavada há alguns anos atrás, podendo indicar que os pesquisadores estão-se aproximando do lugar exacto onde assentou o Tabernáculo.
O TOQUE DO SHOFAR ANUNCIA O FIM DE
MAIS UM DIA DE INTENSO TRABALHO
A oficial coordenadora da arqueologia da administração civil, Hanini Hizami, afirmou: "Este é um achado que nos entusiasma. A destruição da localidade poderia ter sido causada pela invasão dos filisteus e pelo fogo que incinerou a cidade."

Shalom, Israel!

quinta-feira, julho 29, 2010

ESCAVANDO SILÓ, CAPITAL DE ISRAEL POR 400 ANOS

À medida que os inimigos de Israel tentam desesperadamente negar a ligação da nação à terra mãe, os arqueólogos continuam a trazer os factos à luz.
As escavações prosseguem nas ruínas de Siló, a norte de Betel, sob os auspícios do Oficial do pessoal da Arqueologia para a Judeia e Samaria, debaixo da administração civil para as antiguidades das Forças de Defesa de Israel.
Siló foi o local onde o santuário sagrado - precursor do Templo - permaneceu por cerca de 400 anos durante a época dos Juízes. Foi pela primeira vez mencionado no Livro de Josué, que também indica que o santuário sagrado foi ali construído. Siló é mencionado no Livro de Samuel como um centro religioso onde Elcana e sua família iam oferecer os seus sacrifícios a Deus. Foi durante essa peregrinação que Ana, mulher de Elcana, pediu a Deus que lhe desse um filho - e Deus fez o milagre, tendo Ana concebido e dado à luz o grande profeta Samuel.
Os pesquisadores acreditam que Siló caíu em ruínas após a mal sucedida guerra dos israelitas contra os filisteus, na qual os inimigos se apoderaram da Arca da Aliança. A Arca foi pouco depois trazida de volta a Israel, mas nunca mais voltou a Siló. Foi levada para Quiriate Jearim até que o rei David a levou até Jerusalém.
Os achados arqueológicos indicam que a presença judaica continuou em Siló até ao ano 722 a.C., quando o reino de Israel foi derrotado pela Síria. Segundo o Livro dos Juízes e a Mishna judaica mulheres de Israel iam às vinhas de Siló para dançar durante a festa do Tu B'Av.
Shalom, Israel!