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sexta-feira, dezembro 16, 2022

DESCOBERTA EM JERUSALÉM RARÍSSIMA MOEDA DE MEIO SHEKEL, COMPROVANDO A HISTÓRIA DE ISRAEL


A História de Israel e da ligação dos judeus à mesma é incontornável, a cada dia mais assertivamente comprovada pelas descobertas arqueológicas. Só as mentes doentias e pérfidas dos inimigos de Israel é que insistem na manipulação das mentes retrógradas e atingidas pela irracionalidade, como é o caso da liderança palestiniana.

Desta feita, foi mais uma importantíssima moeda de prata, de meio-shekel, datando do período da Grande Revolta Judaica (66 - 70 d.C), que levou à destruição do Segundo Templo. Esta moeda foi achada durante as escavações em curso no parque arqueológico Ophel, na parte Sul do Monte do Templo. 

Com a destruição da Cidade de Jerusalém no ano 70 d.C., muitas moedas ficaram soterradas sob uma camada de entulho, tendo-se até agora encontrado muitas da época da Grande Revolta, feitas de bronze. Esta moeda de prata é no entanto muito rara, e data dos anos 69/70, portanto logo antes da destruição de Jerusalém e da dispersão dos judeus. 

Esta escavação está sendo feita pela Universidade Hebraica em parceria com um colégio de Oklahoma, nos EUA. A moeda agora encontrada já foi limpa e identificada por peritos do Museu Eretz Israel, em Tel Aviv. Segundo os entendidos, estas moedas de prata antigas eram as únicas a ter cunhada a palavra "shekel." Só em 1980, já no moderno estado de Israel, é que novas moedas começaram a ser cunhadas com o mesmo nome "shekel."

Segundo os pesquisadores, esta é a terceira destas moedas de prata encontradas em escavações em Jerusalém. Estas moedas pesavam 7 gramas e eram também utilizadas para o pagamento do imposto "meio-shekel" para o Templo, uma contribuição exigida anualmente a cada adulto judeu para cobrir os gastos com o culto no Templo.

Shalom, Israel!

quarta-feira, junho 14, 2017

CONVERGÊNCIA DE SINAIS INDICIA O CAMINHO PARA O TERCEIRO TEMPLO DE JERUSALÉM

Muitos séculos passaram sem que se pudesse imaginar a cena vivida há exactamente 50 anos atrás: soldados de Israel, sob a bandeira com a estrela de David, clamando exultantes e vitoriosos: "O Monte do Templo está nas nossas mãos!"
A conquista de Jerusalém oriental e do Monte do Templo custou muitas vidas aos heróis soldados do estado judaico. A batalha de Jerusalém foi intensa. Volvido um Jubileu (50 anos), Jerusalém continua e continuará nas mãos dos judeus.
A situação política do Monte do Templo é no entanto quase explosiva. Até o simples acto de orar pode gerar um grande conflito. Há no entanto a certeza que o domínio do lugar tão sagrado para os judeus e cristãos e em inferior importância para os muçulmanos estará sempre no centro das conversações a realizar entre judeus e árabes. E elas parecem vir a caminho.

ACRÉSCIMO DE SINAIS RELACIONADOS COM O TEMPLO DE JERUSALÉM  
Há um aumento progressivo de sinais indicadores de que os judeus estão a fazer progressos reais visando a construção de um Templo (o terceiro) na sua eterna capital, Jerusalém, onde há cerca de 3 mil anos foi erigido o primeiro Templo judaico. As implicações e ramificações de tal empreendimento estão longe da nossa imaginação e até compreensão. Mas, uma coisa é certa: qualquer acção no sentido da construção de um Terceiro Templo terá inimagináveis e profundíssimas consequências geopolíticas e espirituais. 
E, como em muitas profecias bíblicas, o cumprimento das mesmas é realizado por estágios ou etapas, assim também o projecto para a construção do Templo será necessariamente precedido por sinais, alguns dos quais já estão patentes diante dos nossos olhos. São eles:

- já estão a ser realizados sacrifícios da Páscoa junto ao Monte do Templo;
- já estão sendo trazidas e até criadas em Israel raças específicas de animais necessárias para os sacrifícios no Templo, conforme os ensinos da Torah (a Lei de Moisés);
- as modernas ciências e tecnologias do ADN já permitem identificar aqueles que serão geneticamente capacitados para servir como sacerdotes no Templo, assim que o mesmo seja construído;
- já foram preparados o altar, as vestimentas sacerdotais e outros materiais indispensáveis para a condução dos cultos no Templo.

Israel é de facto o ponto convergente das profecias. E o tema da construção do Terceiro Templo é actualmente um tema recorrente em muitas conversas, não só em Israel, como no meio de muitas comunidades judaicas e cristãs espalhadas pelo mundo. Este é certamente um tempo anunciado pelos profetas de outrora.

ISRAEL É UM MILAGRE VIVO
Israel é de facto um milagre vivo diante dos nossos olhos. É a única nação do mundo que ressuscitou ao fim de 2 mil anos! É a única nação do mundo cuja língua original foi restaurada ao fim de imensos séculos! É a única nação do mundo "criada" com um povo oriundo dos quatro cantos da terra! Israel é a única nação da qual tudo isto foi profetizado há mais de 2 mil anos, provando que a sua existência actual é sem qualquer dúvida o resultado da intervenção directa e sobrenatural de Deus!

OUTROS SINAIS CONVERGENTES
O renascimento de Israel no ano de 1948 poderá ter sido o início do despoletar de uma série de sinais globais anteriormente anunciados e que convergirão para o plano pré-estabelecido por Deus para a nação e povo de Israel. 

Apocalipse 13 dá-nos uma clara indicação da actual globalização mundial. Vêm-se também as nações em crescente "angústia e perplexidade", tal como profetizado em Lucas 21:25. Assiste-se hoje a um preocupante aumento da perseguição aos cristãos e ao crescimento do anti-semitismo global. Vê-se o mundo a voltar-se cada vez mais contra Israel, conforme profetizado em Zacarias 12. 

ISRAEL É O RELÓGIO PROFÉTICO
Israel é o relógio profético que Deus usa para mostrar ao mundo que é hora de juízo sobre toda a humanidade. O regresso do Seu Filho para resgatar o Seu povo e julgar as nações teria de ser precedido pela restauração de Israel, o regresso do povo judeu à sua Terra, a renovação da mesma, e a reconquista de Jerusalém, tornando-a novamente a capital eterna e indivisível do estado judaico. E se Israel é o relógio, Jerusalém será o ponteiro dos minutos, e o Monte do Templo o ponteiro indicador dos segundos.


Assim sendo, a hora profética avançou significativamente em Junho de 1967, e agora, volvidos 50 anos - o primeiro Jubileu bíblico - é tempo de estarmos preparados para um crescente acelerar do tempo profético, uma vez que o relógio está nas mãos de Deus, e nada nem ninguém se poderá aos Seus propósitos.

"Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o Verão..." - palavras do Mestre Jesus, referindo-se aos dias que estamos a viver. 

Shalom, Israel!




quinta-feira, novembro 10, 2016

SINÉDRIO PEDE A PUTIN E A TRUMP QUE CONSTRUAM O TERCEIRO TEMPLO EM JERUSALÉM!

Confesso que quando há uma hora atrás li esta notícia (de fonte segura), não acreditei. Pensei tratar-se de uma brincadeira relacionada com a recente eleição de Donald Trump. Só que a coisa é mais séria do que eu pensava, o que não quer dizer que se venha a concretizar já. Mas que é um sinal dos tempos que se aproximam, sem dúvida que é...

O "Sinédrio Nascente" lançou um apelo ao presidente russo Vladmir Putin e ao agora eleito presidente norte-americano Donald Trump para que juntem forças e cumpram os seus mandatos bíblicos de reconstruir o Templo de Jerusalém.


O porta-voz do Sinédrio, o rabi Hillel Weiss, contactou o site "Breaking Israel News" para anunciar que a eleição de Trump - que prometeu reconhecer Jerusalém como capital de Israel, a par do desejo expresso de Putin para a construção do Templo - levou a corte judaica a enviar uma carta aos dois líderes, oferecendo-lhes a oportunidade de se tornarem nos modernos "Ciros":  Ciro foi o rei não judeu que reconheceu a importância de Jerusalém e do Templo.
Ciro o Grande, rei da Pérsia no 6º século a.C., anunciou no primeiro ano do seu reinado ter sido escolhido por Deus para fazer um decreto através do qual o Templo de Jerusalém teria de ser reconstruído: 
"Assim diz Ciro, rei da Pérsia: o Senhor Deus dos céus me deu todos os reinos da terra, e me encarregou de Lhe edificar uma casa em Jerusalém, que está em Judá" - Esdras 1:2.

Ciro enviou de volta para Jerusalém os judeus que estavam sob o seu domínio, com uma considerável soma de dinheiro, com o qual deveriam reconstruir o Templo. O actual Sinédrio planeia agora apelar aos dois líderes mundiais para que tomem posse deste antigo decreto bíblico e apoiem o povo judeu na sua sagrada missão.
O rabi Weiss explicou que as eleições nos EUA tornaram o eterno sonho judaico numa possibilidade muito real. 

RABI WEISS
"Estamos preparados para construir o Templo. As condições políticas actuais, nas quais os dois mais importantes líderes mundiais apoiam o direito dos judeus a Jerusalém como sua herança espiritual, não tem precedentes históricos" - afirmou Weiss.

RAZÕES PARA A VITÓRIA INESPERADA DE TRUMP
A carta do Sinédrio assinala que a inesperada vitória de Trump deveu-se ao seu apoio a Jerusalém, e lembra Trump da sua promessa eleitoral de deslocar a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém, reconhecendo assim efectivamente a cidade como a capital de Israel. 
O "Acto da Embaixada de Jerusalém", votado pelo congresso norte-americano em 1995, iniciou o processo de deslocação da embaixada, mas tem desde então sido vetado por todos os presidentes norte-americanos em exercício. O Sinédrio apela agora a Trump para que anule o veto assim que tomar posse como presidente.

O PAPEL CRUCIAL DE PUTIN
O Sinédrio recordou também na carta a ligação de Putin ao Templo. Durante a sua terceira visita a Jerusalém em 2012, Putin fez uma visita nocturna ao Kotel (Muro Ocidental). Quando chegou ao lugar sagrado para os judeus, o líder russo ficou em silêncio durante vários minutos, fazendo uma oração pessoal, tendo depois feito uma leitura dos Salmos a partir de um livro de orações em russo e hebraico.

Um transeunte israelita que ali se encontrava clamou em voz alta: "Bem vindo, presidente Putin!" O presidente russo aproximou-se então do homem, que lhe explicou a importância do Monte do Templo e do Templo judaico. O site de notícias judeu ortodoxo "Chadrei Charedim" relatou que Putin teria respondido: "É exactamente a razão por que vim aqui: orar para que o Templo volte a ser construído."
Ainda que Putin não tenha respondido na altura ao apelo feito pelos judeus, o Sinédrio acredita que chegou a altura do presidente russo tomar um papel activo na reconstrução do Templo.

TRATADO DE SAN REMO
Para além dos pedidos relacionados com o Templo, o Sinédrio está também apelando a Putin e a Trump para que renovem a resolução da "Liga das Nações" feita em 1920, conhecida como "Tratado de San Remo", que, na sua essência, possibilitou a criação de um estado judaico através da divisão do império otomano. O tratado incorporou a "Declaração de Balfour", emitida pela Grã-Bretanha em 1917, e que deu o reconhecimento oficial e apoio para o estabelecimento do estado de Israel. 
O presidente norte-americano Calvin Coolidge ratificou em 1925 o "Tratado de San Remo", legalizando assim o reconhecimento de um estado judaico pelas leis americanas. O Sinédrio enfatizou que é agora imperativo fortalecer o compromisso histórico norte-americano com o estado de Israel, adoptando o documento, numa altura em que a "Autoridade Palestiniana" tenta reescrever a História mundial através de uma ridícula campanha contra a "Declaração de Balfour."
O rabi Weiss enfatizou que o apoio à reivindicação judaica de Jerusalém traria benefícios à Rússia, aos EUA e até mesmo ao resto do mundo.
"Os líderes da Rússia e da América podem conduzir as nações do mundo à paz global através da construção do Templo, a fonte da paz" - explicou o rabi, acrescentando: "Isto anulará as pérfidas resoluções da UNESCO, que são a causa de raiz do aumento do terrorismo e da violência."

Tudo se encaminha a passos largos para o cumprimento do GRANDE SINAL, que dará início aos últimos 7 anos antes da Vinda do Messias Jesus: o acordo do Anti-Cristo com a nação de Israel e "com muitos", um falso acordo de paz, que será rompido pelo Anti-Cristo a meio dessa "semana profética", e que incluirá a construção de um Templo para os judeus...
Pode estar mais próximo do que imaginamos...!

Shalom, Israel!

quarta-feira, março 11, 2015

COMPLETADO O ALTAR DOS SACRIFÍCIOS PARA O NOVO TEMPLO DE JERUSALÉM

Mais uma aceleração no cumprimento profético: o Instituto de Templo em Jerusalém anunciou ter terminado a construção de um altar apropriado para os sacrifícios do Templo. Tendo demorado vários anos a ser construído, o altar pode agora ficar operacional de um momento para o outro - reportou a revista israelita Matzav Haruach.
O Instituto do Templo está engajado na preparação de todas as roupas e utensílios necessários para o Templo a ser reconstruído em Jerusalém. Para além disso, o Instituto dirige um centro operacional para visitantes e um programa de treinamento preparatório para membros da família sacerdotal que desejem servir assim que o Templo fique reconstruído.

O altar é um componente central para os serviços sacrificiais bíblicos. No Tabernáculo e no Templo existiam até diferentes altares, para o incenso e para os diversos sacrifícios.
O altar maior ficava situado no pátio exterior do Tabernáculo, e posteriormente no Templo. Tinha uma altura aproximada de 5 metros, e 16 de largura, com quatro "chifres" nas pontas e uma rampa de acesso.
De acordo com a descrição bíblica, o altar era feito de pedras que não podiam ser trabalhadas com ferramentas. Este altar preparado pelo Instituto do Templo, construído sob a direcção do arquitecto rabino Shmuel Balsam segue as mesmas regras.
O altar foi construído com tijolos cozidos a uns 1.000 graus de temperatura, de forma a aguentar o intenso calor da chama eterna do Templo e o peso dos animais sacrificados. As medidas correspondem à interpretação dos maimonidas.
Aquilo que distingue este altar é que ele pode ser facilmente montado e desmontado, permitindo que seja fácil e eficazmente transportado do seu local actual onde está sendo exibido - o Instituto - para o Monte do Templo quando a hora chegar.
O altar foi inaugurado em Dezembro passado e está agora pronto para ser utilizado. Quando? Ninguém sabe. Mas talvez mais próximo do que se imagina!

Shalom, Israel!