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terça-feira, outubro 29, 2024

COM 80% DO ARSENAL DO HEZBOLLAH DESTRUÍDO, ABRE-SE A PORTA PARA UMA SOLUÇÃO POLÍTICA PARA O LÍBANO


O primeiro-ministro israelita convocou uma "consulta de segurança" para as 8 horas desta noite, com o assunto das conversações visando um acordo político para o Líbano em cima da mesa. Segundo declarações de autoridades norte-americanas, "Israel procura certezas diplomáticas de longa duração."

O acordo diplomático prevê um cessar-fogo de 60 dias em que as forças israelitas saiam do Sul do Líbano, dando lugar a uma força internacional e ao exército regular do Líbano, ao mesmo tempo que os terroristas do Hezbollah terão de abandonar essa parte do território libanês e não ultrapassar a região a Sul do rio Litani, tal como constava na resolução 1701 da ONU, de 2006, e que o Hezbollah nunca respeitou. Trata-se no fundo de pôr a funcionar o acordo que deveria ter vigorado desde 2006, que o grupo terrorista desrespeitou e ao qual a UNIFIL fechou os olhos, permitindo que as forças terroristas avançassem e se instalassem com todo o seu arsenal perto da fronteira de Israel, preparando uma invasão semelhante à dos Hamas no 7 de Outubro, mas com uma extensão e capacidade superior. 

O HEZBOLLAH COM APENAS 20% DO SEU ARSENAL MILITAR

Segundo o ministro da Defesa de Israel Yoav Gallant, o Hezbollah mantém apenas 20% das capacidades de rockets e mísseis em comparação com o que tinha antes do início da guerra. 

"Calculo em 20% a restante capacidade dos mísseis e rockets e, para além disso, (o Hezbollah) já não está organizado como antes estava, capaz de disparar rondas de disparos" - declarou durante a sua visita às tropas situadas em Safed, na Alta Galiléia. 

"Há uma conexão profunda entre o nosso ataque ao Irão e o que se está a passar com o Hezbollah. O Irão percebe que o Hezbollah não tem capacidade de resposta, e o Hezbollah percebeu que não pode depender do Irão."

NOVA RONDA DE CONVERSAÇÕES NO EGIPTO 

Uma nova ronda de negociações visando a libertação dos reféns vai decorrer ainda durante esta semana no Cairo, com a delegação israelita sendo representada pelo chefe da Mossad.

UNRWA BANIDA EM ISRAEL

Uma lei ontem aprovada pelo Knesset (parlamento israelita) passou a proibir qualquer representação ou actividade do UNRWA no território do país, devido à sua ligação ao Hamas, ficando assim limitado à Faixa de Gaza. 


600 MEMBROS DO HAMAS RENDEM-SE A ISRAEL

Com o desmantelamento do Hamas e do Hezbollah, é cada vez maior o número de terroristas que se rendem às forças israelitas. Só na Faixa de Gaza, mais especificamente em Jabaliyah, mais de 600 membros do Hamas renderam-se às IDF, alguns dos quais tendo participado nos massacres do 7 de Outubro. 120 destes terroristas foram encontrados num hospital da cidade onde se tinham refugiado, e que as IDF cercou, obrigando os militantes do grupo terrorista a abandonarem o seu refúgio civil. O hospital tinha sido usado como central de comando do Hamas. 

Há também notícias de membros do Hezbollah a renderem-se no Sul do Líbano, e outros que se colocam em fuga, refugiando-se na vizinha Síria, ou no Norte do Líbano. Quando as forças israelitas conquistam uma povoação antes ocupada pelos terroristas do Hezbollah, já não encontram lá ninguém, pois todos se puseram em fuga deixando todo o equipamento para trás!

ISRAELITAS PREFEREM DONALD TRUMP

Uma sondagem realizada em Israel confirma a preferência dos israelitas pelo ex-presidente, com uma percentagem de 66%, contra apenas 16% que escolheriam Kamala Harris, se pudessem votar nos EUA. Os israelitas não esquecem a amizade de Donald Trump para com Israel, superando a de qualquer outro presidente norte-americano, ao ter deslocado a embaixada do seu país para Jerusalém, como capital do estado de Israel, reconhecer os Montes Golan como parte integrante do território israelita e ainda o início dos famosos "acordos de Abraão", permitindo a aproximação de Israel com vários países árabes anteriormente inimigos de Israel. 

Shalom, Israel!

sábado, outubro 24, 2020

SUDÃO NORMALIZA RELAÇÕES COM ISRAEL. OUTROS PAÍSES ÁRABES SE SEGUIRÃO, INCLUINDO A ARÁBIA SAUDITA

 


Hoje foi mais um dia de euforia na sala oval, em Washington: o presidente norte-americano conseguiu mais um trunfo, desta vez o estabelecimento ou a normalização das relações diplomáticas entre o Sudão e Israel. Netanyahu saudou este novo acordo com as palavras: "É um novo mundo!"

Segundo Trump, o Sudão demonstrou um compromisso em combater o terrorismo. "Este é um dos grandes dias na História do Sudão" - afirmou Trump, acrescentando que o Sudão e Israel têm mantido um estado de guerra durante décadas.

"É um novo mundo!" - afirmou Netanyahu ao telefone com o presidente Trump. E acrescentou: "Estamos a cooperar com todos. Construindo um melhor futuro para todos nós."

"Estamos expandindo o círculo da paz tão rapidamente com a sua liderança" - ouviu-se Netanyahu dizer ao presidente Trump, que, por sua vez respondeu: "Há muitos, muitos mais a vir."

O comunicado foi também feito através da TV estatal sudanesa: "O Sudão e Israel concordaram em normalizar as suas relações, terminar o estado de agressão entre eles."

AS VOLTAS QUE O MUNDO DÁ...

Foi exactamente em Cartum, a capital sudanesa que em 1967 o mundo árabe declarou que não haveria nenhum reconhecimento, nenhuma negociação, e nenhuma paz com Israel. Hoje, o Sudão junta-se aos Emirados Árabes Unidos e ao Barein como o terceiro país árabe a fazer a paz com Israel em 2020.

MAIS A CAMINHO...

Segundo Trump, há pelo menos outros 5 países que querem normalizar as relações com Israel, entre os quais a própria Arábia Saudita. E acrescentou que muitos mais se seguiriam.

Questionado sobre a reacção a este novo acordo, Netanyahu expressou-se: "Ultrapassa a nossa imaginação!" E acrescentou: "Isto muda a vida das pessoas. Não nos envolveremos no derramamento de sangue; não nos envolveremos em antagonismos. Iremos comprometer-nos com a cooperação para o presente e para o futuro...Estamos mesmo agora vendo os frutos da paz...dias depois de assinarmos os acordos." E, entusiasmado, acrescentou: "Nunca vimos algo assim."

Segundo Trump, será realizada em Washington uma nova cerimónia para a assinatura de acordos de paz entre Israel e o Sudão e "mais alguns outros estados árabes."

"Todos virão juntos. Iremos ver uma grande e maravilhosa festa no final."

Assim seja. Shalom, Israel!

terça-feira, outubro 13, 2020

"DEUS NOS LIVRE DO TRUMP!" - VOCIFERA O PRIMEIRO-MINISTRO PALESTINIANO À EUROPA

 

Preocupado com a idéia de Donald Trump ganhar as próximas eleições presidenciais norte-americanas, o primeiro-ministro da Autoridade Palestiniana Mohammad Shtayyeh testemunhou ontem perante a Comissão dos Negócios Estrangeiros da União Europeia, dizendo que os palestinianos esperam que o actual presidente perca as eleições.

"A eleição é muito importante. Deus nos ajude, a União Europeia e o mundo todo se houverem mais quatro anos de Trump" - vociferou o palestiniano através de um video emitido desde Ramalá.

Shatyyeh disse que até Janeiro de 2021 dois importantes eventos terão lugar: um possível eleição em Israel que poderá ser convocada em Dezembro e a tomada de posse do novo presidente dos EUA.

"Esses dois importantes eventos trarão sérias consequências a nós, para o processo de paz e no futuro papel da Europa quando se trata do Médio Oriente" - acrescentou o líder palestiniano.

Segundo Shatayyeh, os Estados Unidos "são demasiado tendenciosos." Pudera, como é que os palestinianos poderiam reagir de outra forma ao corte norte-americano de centenas de milhões de dólares em fundos para subsidiar terroristas, que os palestinianos apelidam de "mártires"?

O primeiro-ministro palestiniano teimou ainda na sua perspectiva de "terra por paz, não paz pela paz.."

Shalom, Israel!

quarta-feira, julho 01, 2020

EXTENSÃO DA SOBERANIA ISRAELITA À JUDEIA E SAMARIA EM STAND BY

Seria hoje, 1 de Julho, que a erradamente denominada "anexação" deveria começar a tomar forma na Judéia e Samaria. 
A pressão internacional tem no entanto sido extrema, com ameaças de guerra dos movimentos terroristas Hamas e Hezbollah, de uma nova "intifada" por parte dos árabes palestinianos residentes em Israel, e um impasse da administração norte-americana, a grande promotora da idéia.
Netanyahu vai entretanto continuar as conversações com Washington, e hoje mesmo reuniu com autoridades da segurança israelita para abordar a questão da extensão da soberania de Israel aos territórios bíblicos da Judeia e da Samaria.
Alguns dos países aliados mais próximos de Israel têm condenado a decisão israelita, incluindo o próprio primeiro-ministro inglês Boris Johnson.
Apesar de nessas regiões já viverem cerca de 500.000 israelitas, nunca tinha havido a ideia de estender a soberania do país a essas zonas consideradas "disputadas" e até agora sujeitas a negociações entre israelitas e palestinianos.
Com as eleições presidenciais norte-americanas a caminho, e com outras preocupações na agenda, é provável que Donald Trump vá protelando a decisão para depois de uma ambicionada reeleição. Por outro lado, e antecipando a hipótese de Trump perder as eleições para os Democratas, Netanyahu irá lutar para conseguir o apoio do "amigo americano" antes que esta janela de oportunidade se feche de vez.
A ver vamos. Os tempos que se aproximam não serão fáceis para Israel. De facto, será que alguma vez foram?

Shalom, Israel!

sexta-feira, setembro 28, 2018

NENHUMA OUTRA CIDADE FOI TÃO MENCIONADA NA ONU COMO JERUSALÉM

DONALD TRUMP - EUA
Logo no primeiro dia da 73ª Assembleia Geral da ONU, o presidente norte-americano Donald Trump mencionou a sua decisão de deslocar a embaixada do seu país para Jerusalém:
"Demos também neste ano um outro passo significativo no Médio Oriente. Reconhecendo a cada estado soberano o direito de determinar a sua própria capital, mudei a embaixada dos EUA em Israel para Jerusalém."

ROUHANI - IRÃO
No seu discurso na 73ª Assembleia Geral da ONU, o presidente do Irão Rouhani acusou Israel de ser "a maior ameaça à paz mundial"
"Os inumeráveis crimes de Israel contra os palestinianos não teriam sido possíveis sem a assistência política e militar dos Estados Unidos."
Rouhani acusou Israel de "descaradamente ameaçar outros com a aniquilação nuclear", afirmando ainda que o estado judaico constitui "a maior ameaça pendente para a paz regional e global."
Em relação a Jerusalém, e à mudança da embaixada norte-americana para a capital de Israel, Rouhani apelidou essa decisão de Trump como "abominável", afirmando ainda que a recente legislação do Knesset definindo Israel como estado-nação do povo judeu era "racista" e uma "manifestação de apartheid."

FRANÇA - MACRON
Nesse mesmo dia, o presidente francês Immanuel Macron também subiu ao palco da ONU para criticar iniciativas unilaterais relacionadas com os problemas do mundo, visando obviamente no seu discurso criticar a postura da administração Trump em relação ao Médio Oriente (Irão e conflito israelo-árabe).
"O que é que pode resolver a crise entre Israel e a Palestina?" - questionou o decadente líder europeu, acrescentando: "Não são as iniciativas unilaterais, não é esmagando os direitos legítimos do povo palestiniano para legitimar a paz, nem subestimar o justo direito de Israel à sua segurança."
E, não conseguindo escapar ao tema "Jerusalém". Macron acrescentou: "Não há alternativa credível à solução de dois estados convivendo lado a lado em paz e segurança com Jerusalém como capital."

REI ABDULLAH - JORDÂNIA
No seu discurso proferido neste mesmo dia, o rei Abdullah da Jordânia enfatizou o drama dos refugiados palestinianos, aproveitando ainda para rejeitar a ideia de uma solução de um só  estado no qual os palestinianos seriam absorvidos no estado judaico. Para Abdullah, tal proposta tem "uma realidade feia e anti-democrática."
Para o rei jordano, "a longa negação de um estado palestiniano" é a "questão chave da crise" na região.
"Só uma solução de dois estados baseada na lei internacional e nas relevantes resoluções da ONU é que podem satisfazer as necessidades de ambos os lados: um fim para o conflito, um estado palestiniano viável, independente e soberano dentro das fronteiras de 1967 com Jerusalém oriental como sua capital, e um Israel seguro, parte integrante da sua região, reconhecido pelos estados árabes e muçulmanos de todo o mundo."

SISI - EGIPTO
O dia 25 não terminaria sem o discurso do presidente do Egipto, Abdel Sisi, que subiu ao pódio para afirmar que os árabes estão preparados para a paz. Segundo ele, "Não há tempo a perder com discussões" sobre o conflito israelo-palestiniano, afirmando que já são conhecidas as condições para um acordo final para a paz.
"Reitero o que tenho anteriormente dito muitas vezes, incluindo neste pódio: os árabes estão disponíveis para estender a sua mão em paz." E acrescentou: "Não podemos falar de acordos de paz como princípio básico da ONU e como sinal de credibilidade, sem que se mencione a questão palestiniana."
Para Sisi, o facto de este ser um conflito ainda a resolver, era "um perfeito exemplo do fracasso da comunidade internacional em encontrar uma solução justa baseada na legitimidade internacional das resoluções da ONU que apoiam o estabelecimento de um estado palestiniano com Jerusalém oriental como sua capital."


PORTUGAL - MARCELO
Até o presidente português Marcelo Rebelo de Sousa não conseguiu contornar a questão do conflito israelo-palestiniano e Jerusalém no seu discurso de Quarta-Feira:
"A estabilização e a paz sustentadas no Médio Oriente exigem a resolução do conflito israelo-palestiniano." 
E acrescentou: "O bom senso obriga a uma retoma do processo negocial credível, encarando todas as questões do estatuto final, incluindo a questão de Jerusalém, e conduzindo a uma solução viável de dois Estados, assente na coexistência em paz e em segurança de Israel e da Palestina."

"JERUSALÉM NÃO ESTÁ À VENDA!" 
Esta foi quiçá a mais inédita declaração ouvida na 73ª Assembleia Geral da ONU, ainda mais vindo da boca de um líder palestiniano que, ao contrário do que tencionava fazer crer, acabou por dar razão aos judeus, fincados na sua determinação de nunca dividir Jerusalém, a capital única e indivisível do estado de Israel.
No seu discurso de ontem, Quinta-Feira, no pódio da ONU, o líder da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas tentou por todas as formas provocar a solidariedade internacional com as suas pretensões, apelando inclusivamente ao presidente Donald Trump para que revogasse as suas decisões relativas a Jerusalém e ao corte de fundos para as organizações palestinianas.
O líder árabe aproveitou o pódio da ONU para mais uma vez apelar ao mundo para que reconheça o "estado palestiniano."


NETANYAHU DESMASCARA O IRÃO E A HIPOCRISIA EUROPEIA
Num discurso repleto de comprovações visuais relativas ao programa nuclear iraniano, o primeiro-ministro de Israel informou "de primeira mão" que o Irão continua a desenvolver o seu programa nuclear, escondendo e espalhando todo esse equipamento por zonas próximas dos locais onde alegadamente teriam sido desmanteladas as instalações do programa nuclear iraniano.
Netanyahu demonstrou o seu espanto e desilusão face à posição europeia de não impôr sanções ao regime iraniano, criticando essa postura e acrescentando provas adicionais da presença iraniana no Líbano, através do grupo terrorista Hezbollah.


Num recado directo aos líderes do Irão, o líder israelita afirmou: "Irão: nós estamos de olhos em vocês", e ainda, e para que não restassem dúvidas, Netanyahu avisou: "Aquilo que o Irão esconde, Israel irá descobrir."
"Israel sabe o que vocês andam a fazer, e onde é que o andam a fazer" - acrescentou o primeiro-ministro no seu recado aos ditadores anti-sionistas iranianos.
Naquele que foi considerado o mais "poderoso" discurso de Netanyahu nas Nações Unidas, o líder do estado judaico agradeceu efusivamente a Trump e à embaixadora Halley todo o apoio dado a Israel.
Neste histórico discurso, Abbas foi acusado por Netanyahu de pagar aos terroristas que assassinam judeus, revelando assim a hipocrisia de alguém que acusa Israel de "racismo" e "apartheid", quando na verdade não passa de um verdadeiro terrorista.
E, tal como já nos habituou, Netanyahu encerrou o seu tempo no pódio das Nações Unidas com as referências à história do povo hebreu: "Cada vez que venho aqui, sinto-me como agora me sinto; privilegiado por estar aqui como primeiro-ministro do estado judaico e democrático de Israel.
Alguns acreditam que Israel não pode ser ao mesmo tempo judaico e democrático. Isso é falso. Israel é ambas as coisas, e sempre será assim.
Desde que Abraão e Sara realizaram a sua viagem até à Terra Prometida há cerca de 4 mil anos, a terra de Israel tem sido a nossa pátria. É o lugar onde Isaque e Rebeca, Jacó, Leah e Raquel realizaram a sua aliança eterna com Deus."

Nenhuma outra cidade foi tantas vezes mencionada como "um problema a resolver" como a cidade de Jerusalém, a capital de Israel. Nem de perto, nem de longe. 
Limitei-me a ouvir o que considero terem sido os discursos mais significativos, mas acredito terem havido outras menções à Cidade santa.
Por que será Jerusalém tão importante e preocupante para o mundo?
Para quem conhece as profecias bíblicas, a resposta é óbvia...

Shalom, Israel!









quarta-feira, dezembro 06, 2017

O MUNDO DE OLHOS POSTOS EM JERUSALÉM

A provável decisão de reconhecer Jerusalém como capital do estado de Israel e a consequente deslocação da embaixada norte-americana para Jerusalém por parte do actual governo dos EUA será determinante para o início do cumprimento profético de Zacarias 12:2 e 3, que diz: "Fala o Senhor: Eis que Eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor...Naquele dia farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente; e, contra ela, se ajuntarão todas as nações da terra."
E de facto assim é: desde o líder da Igreja Católica Romana, à Europa, da Liga Árabe à Turquia, da Arábia Saudita às igrejas tradicionais "cristãs" situadas em Jerusalém, todos estão contra a esperada decisão de Donald Trump que reconhecerá a soberania israelita sobre a Cidade santa de Jerusalém.
Nunca o mundo esteve tão "unido" a uma só voz contra os desígnios de Deus relativos à Sua Cidade e ao Seu povo. De facto, esta "rebeldia" é contra o próprio Deus, uma vez que quem se opõe aos Seus planos e promessas coloca-se numa mortal rota de colisão contra o Criador e Sustentador de Israel!
"Por que se enfurecem os gentios, e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam, e os príncipes conspiram contra o Senhor e contra o Seu Ungido, dizendo: Rompamos os Seus laços, e sacudamos de nós as Suas algemas. 
Ri-se Aquele que habita nos céus; o Senhor zomba deles. Na Sua ira, a Seu tempo, lhes há de falar, e no Seu furor os confundirá.
Eu, porém, constituí o Meu Rei sobre o Meu santo Monte Sião (Jerusalém)." - Salmo 2:1-6.

BANDEIRAS QUEIMADAS, MURALHAS ILUMINADAS COM AS CORES DOS EUA
A ira dos árabes habitantes de Gaza tem-se feito sentir durante todo o dia, tendo muitos palestinianos vindo para as ruas queimar bandeiras norte-americanas e israelitas.
Por outro lado, e em perfeito contraste, o município de Jerusalém irá iluminar as seculares muralhas de Jerusalém com as cores da bandeira dos EUA logo após o esperado discurso de Donald Trump.

"UMA MEDIDA HÁ MUITO DEVIDA"
Segundo Donald Trump, esta medida de deslocar a embaixada é "há muito devida." E de facto assim tem sido. Presidente após presidente, todos têm protelado uma decisão já tomada pelo governo norte-americano em 1995, mas a falta de coragem tem impedido a prossecução de tal medida. 
Ao anunciar esta tarde essa mudança, Donald Trump estará não só a cumprir uma promessa eleitoral, mas a dar um passo corajoso na execução da justiça e na confirmação do direito do povo judeu a escolher a sua própria capital.
Bem haja Trump! 

Shalom, Israel!

quinta-feira, março 30, 2017

LIGA ÁRABE PROPÕE TRABALHAR COM TRUMP PARA UM ACORDO DE PAZ NO MÉDIO ORIENTE

Reunidos no dia de ontem nas margens jordanas do Mar Morto, 21 monarcas, presidentes e políticos árabes, representando a "Liga Árabe", relançaram um plano de paz que oferece a Israel relações totais em troca do estabelecimento de um estado palestiniano em terras de Israel, dando sinais a Donald Trump de que estão dispostos a se envolverem, caso ele decida avançar com um novo acordo de paz.
O rei jordano, anfitrião deste encontro realizado na fronteira com Israel, afirmou que esta cimeira enviou "uma mensagem de paz" - ainda que isso signifique pressionar Israel a recuar das terras que "ocupou" durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967.
Esta reunião árabe realizou-se semanas antes de alguns encontros que Trump terá na Casa Branca com 3 líderes árabes: o rei Abdullah II da Jordânia, o presidente egípcio Abdel Fattah el-Sissi, e o presidente da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas. Este trio reuniu-se às margens do encontro para consolidar posições antes dos encontros na Casa Branca.
Donald Trump ainda não estabeleceu uma política para o conflito israelo-palestiniano, mas já afirmou desejar promover um plano de paz para a região. A sua promessa de mover a embaixada dos EUA para a capital Jerusalém e a recente sugestão de que podem haver alternativas à "solução 2 estados" deixaram os árabes à beira de um ataque de nervos.
Parece no entanto que a promessa de Trump não se irá concretizar tão cedo...alguns membros do seu governo são até a favor da "solução 2 estados."

O enviado internacional de Trump, Jason Greenblatt, assistiu à cimeira e manteve conversações com Abbas e com os ministros dos Negócios Estrangeiros da Jordânia, do Egipto e do Qatar.
Greenblatt afirmou a crença de Trump de que um acordo entre israelitas e palestinianos "não só é possível, como iria reverberar de forma positiva em toda a região e no mundo."
Os palestinianos ambicionam formar um estado independente na Judeia, Samaria, Faixa de Gaza e Jerusalém oriental, territórios recuperados por Israel após a Guerra de 1967, e que são parte integral da Terra de Israel. Netanyahu tem insistido querer negociar um acordo directamente com os palestinianos para a formação de um estado árabe, rejeitando no entanto qualquer partilha ou divisão de Jerusalém. 
A declaração final da cimeira menciona que "a paz é uma opção estratégica" para os estados árabes.
A importância de Jerusalém para o mundo árabe foi também mencionada na declaração final, fazendo questão de apelar aos países de todo o mundo para não deslocalizarem as suas embaixadas para Jerusalém - um claro aviso a Donald Trump.

A "esperteza" árabe não deve colher frutos no governo de Netanyahu. Estabelecer as regras a um estado que está no seu direito de habitar e construir na Terra que é sua de direito é uma imposição que Israel não irá obviamente aceitar, já para não falar da pérfida idéia de dividir aquela que é a capital unificada, indivisível e eterna de Israel: Jerusalém!

Shalom, Israel!

quarta-feira, fevereiro 15, 2017

TRUMP LAVA AS MÃOS DA SOLUÇÃO 2 ESTADOS

Durante a conferência desta manhã em Washington com a presença de Donald Trump e Netanyahu, o presidente norte-americano descartou qualquer escolha, entregando a decisão nas mãos dos israelitas e seus inimigos, os palestinianos: "Olho para dois estados e para um estado, e gosto do que ambas as partes gostarem."
Foi assim, à boa maneira de Pilatos, que Trump lavou as mãos de qualquer responsabilidade decisiva em matéria tão escaldante e até explosiva. Mostrou esperteza política, mas também hipocrisia em relação às expectativas criadas em grande parte da população israelita.
Respondendo à pergunta sobre a prometida mudança da embaixada norte-americana de Tel Aviv para Jerusalém, uma clara promessa repetida por diversas na campanha eleitoral, Trump esquivou-se mais uma vez a uma clara definição, ficando-se por um "gostaria muito de ver isso acontecer." E acrescentou: "Estamos a olhar para isso muito intensamente. E com muito cuidado. Acreditem em mim. Veremos o que acontece, ok?"
 
UMA ALIANÇA DURADOIRA E CONFIÁVEL?
Para alguém que mostrava tanta convicção nessa promessa, nota-se o início de uma doença que ataca os arraiais da política suja: a incurável hipocrisia.
 
Claro que Trump tenta compensar Israel com promessas de grandes e inquebrantáveis laços de amizade, oferta de segurança, e um plano de paz abrangente, afiançando ainda que a sua administração tudo fará para impedir que o Irão alguma vez consiga produzir uma arma nuclear. O presidente iniciou ainda a sua intervenção afirmando que Israel tem sido tratado "muito injustamente" pela ONU.
Mas essa cortina de fumo não o impediu de exigir a Israel (e aos palestinianos) que faça "compromissos" para alcançar a paz, suspendendo até a construção de novos aldeamentos.
 
Aparentemente bem disposto, Netanyahu foi mais incisivo, e insistiu na necessidade nunca alcançada de os palestinianos reconhecerem Israel como um estado judaico, de se desmilitarizarem, e de pararem com a glorificação do terrorismo.
Ainda que já tenhamos abordado essa questão neste blog, mas foi mesmo assim surpreendente ouvir Netanyahu apelar a uma aproximação "regional" que inclua estados árabes. Esta "novidade" animou o próprio Trump que logo respondeu: "Não sabia que iria mencionar isso, mas já que o fez, é uma coisa fantástica."
Trump acrescentou ainda que tal iniciativa regional "incluiria muitos, muitos países."
Esta última expressão de Trump causa-me arrepios. Quem conhece as profecias de Daniel, sabe ao que me estou referindo...
Toda esta "revelação" surgiu a meio de crescentes especulações de que vários países árabes sunitas estariam dispostos a cooperar com Israel à luz da oposição regional do Irão, de maioria xiita.
 
Resta-nos ver no que esta "grande amizade" vai dar em termos de vantagens para Israel...
 
Shalom, Israel!

sexta-feira, dezembro 23, 2016

ISRAEL ACUSA OBAMA DE "VERGONHOSA MEDIDA ANTI-ISRAEL" NA ONU

Israel acusou hoje o presidente norte-americano Hussein Obama de ser conivente com os palestinianos, nas costas de Israel, pela "vergonhosa medida contra Israel na ONU", após ter sido informado que a Casa Branca não teve intenção de vetar uma resolução do Conselho de Segurança condenando a construção de assentamentos na chamada "Margem Ocidental" - Judeia e Samaria - e em Jerusalém oriental.
"O presidente Obama e o secretário Kerry estão por trás desta vergonhosa medida contra Israel na ONU" - afirmou um representante do governo de Israel, acrescentando: "A administração dos EUA cozinhou secretamente com os palestinianos uma resolução extrema anti-Israel nas costas de Israel que arrastaria uma onda de terrorismo e de boicotes, fazendo do Muro Ocidental território palestiniano ocupado." O líder israelita classificou esta medida como "um abandono de Israel que rompe décadas de políticas norte-americanas de protecção a Israel na ONU."

DECISÃO ADIADA
O Egipto, que foi "testa de ferro" para os proponentes palestinianos, decidiu ontem adiar a votação sobre os "colonatos judaicos" no Conselho de Segurança da ONU, provocando a mais que esperada fúria palestiniana, ainda mais porque o Egipto nem informou previamente os palestinianos desta decisão. Crê-se que Israel terá exercido enorme pressão sobre o Egipto, levando a que este adiasse a decisão horas antes da realização da reunião do Conselho de Segurança. 

Segundo se sabe de fontes confirmadas, o primeiro-ministro Netanyhau terá apelado ao presidente eleito Donald Trump e sua equipa para tentar influenciar o veto norte-americano. Sabe-se que essa é a posição de Trump sobre a matéria, pelo que a haver uma reunião já com Trump na presidência dos EUA, Israel poderá contar com o tão necessário veto norte-americano.

TRUMP INFLUENCIOU A DECISÃO EGÍPCIA
Fontes oficias egípcias confirmaram hoje que o presidente egípcio recebeu um telefonema de Trump através do qual ambos concordaram conceder à próxima administração norte-americana uma chance para tentar resolver o conflito entre israelitas e palestinianos. O telefonema foi feito horas depois de o Egipto ter adiado indefinidamente a reunião decisória.

Shalom, Israel!

segunda-feira, novembro 21, 2016

INCENTIVADO PELA VITÓRIA DE TRUMP, ISRAEL VAI CONSTRUIR 1.400 HABITAÇÕES NOS ARREDORES DA SUA CAPITAL, JERUSALÉM

A inesperada eleição de Donald Trump como novo presidente dos Estados Unidos tem levado o governo de Israel a acreditar que durante a sua administração haverão menos restrições e "imposições" a Israel, especificamente no que concerne à construção nas zonas consideradas pelos seus inimigos como "ocupadas", mas que nada mais são do que parte do território concedido por Deus ao povo judeu.
O governo de Jerusalém planeia avançar com a construção de 1.400 novas habitações no bairro de Ramat Shlomo, nos subúrbios da capital. A administração de Hussein Obama tinha imposto um "congelamento" às novas construções, mas, graças a Deus, uma nova administração muito mais próxima de Israel assumirá a liderança dos EUA. A questão das novas construções para além da "linha verde" foi, entre outras, uma das que levou ao arrefecimento das relações entre Obama e Netanyahu e à estagnação das necessárias construções na Judeia e em Samaria.
"Em Jerusalém, é como se o Trump já estivesse a governar" - afirmou ontem um responsável municipal de Jerusalém, acrescentando: "O problema é que ninguém sabe quais as políticas que ele irá adoptar."
O edil afirmou também que ainda que o governo norte-americano tentasse agora bloquear as novas construções, isso "de pouco iria adiantar nesta altura."
Para a administração de Hussein Obama, a construção de novas habitações nos "territórios disputados" de Jerusalém oriental põe em causa a efectivação da "solução dois estados."
Para as autoridades israelitas, contudo, estas novas construções não colocam em risco as conversações para a paz.
Para além destas construções, o governo de Jerusalém pretende construir outras 3.000 no bairro suburbano de Giló, e ainda 2.600 em Givat Hamatos, também nas cercanias da capital.
Segundo um porta-voz da campanha eleitoral de Donald Trump, " para o novo presidente, as construções não serão um obstáculo para a paz."

Shalom, Israel!

quinta-feira, novembro 10, 2016

SINÉDRIO PEDE A PUTIN E A TRUMP QUE CONSTRUAM O TERCEIRO TEMPLO EM JERUSALÉM!

Confesso que quando há uma hora atrás li esta notícia (de fonte segura), não acreditei. Pensei tratar-se de uma brincadeira relacionada com a recente eleição de Donald Trump. Só que a coisa é mais séria do que eu pensava, o que não quer dizer que se venha a concretizar já. Mas que é um sinal dos tempos que se aproximam, sem dúvida que é...

O "Sinédrio Nascente" lançou um apelo ao presidente russo Vladmir Putin e ao agora eleito presidente norte-americano Donald Trump para que juntem forças e cumpram os seus mandatos bíblicos de reconstruir o Templo de Jerusalém.


O porta-voz do Sinédrio, o rabi Hillel Weiss, contactou o site "Breaking Israel News" para anunciar que a eleição de Trump - que prometeu reconhecer Jerusalém como capital de Israel, a par do desejo expresso de Putin para a construção do Templo - levou a corte judaica a enviar uma carta aos dois líderes, oferecendo-lhes a oportunidade de se tornarem nos modernos "Ciros":  Ciro foi o rei não judeu que reconheceu a importância de Jerusalém e do Templo.
Ciro o Grande, rei da Pérsia no 6º século a.C., anunciou no primeiro ano do seu reinado ter sido escolhido por Deus para fazer um decreto através do qual o Templo de Jerusalém teria de ser reconstruído: 
"Assim diz Ciro, rei da Pérsia: o Senhor Deus dos céus me deu todos os reinos da terra, e me encarregou de Lhe edificar uma casa em Jerusalém, que está em Judá" - Esdras 1:2.

Ciro enviou de volta para Jerusalém os judeus que estavam sob o seu domínio, com uma considerável soma de dinheiro, com o qual deveriam reconstruir o Templo. O actual Sinédrio planeia agora apelar aos dois líderes mundiais para que tomem posse deste antigo decreto bíblico e apoiem o povo judeu na sua sagrada missão.
O rabi Weiss explicou que as eleições nos EUA tornaram o eterno sonho judaico numa possibilidade muito real. 

RABI WEISS
"Estamos preparados para construir o Templo. As condições políticas actuais, nas quais os dois mais importantes líderes mundiais apoiam o direito dos judeus a Jerusalém como sua herança espiritual, não tem precedentes históricos" - afirmou Weiss.

RAZÕES PARA A VITÓRIA INESPERADA DE TRUMP
A carta do Sinédrio assinala que a inesperada vitória de Trump deveu-se ao seu apoio a Jerusalém, e lembra Trump da sua promessa eleitoral de deslocar a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém, reconhecendo assim efectivamente a cidade como a capital de Israel. 
O "Acto da Embaixada de Jerusalém", votado pelo congresso norte-americano em 1995, iniciou o processo de deslocação da embaixada, mas tem desde então sido vetado por todos os presidentes norte-americanos em exercício. O Sinédrio apela agora a Trump para que anule o veto assim que tomar posse como presidente.

O PAPEL CRUCIAL DE PUTIN
O Sinédrio recordou também na carta a ligação de Putin ao Templo. Durante a sua terceira visita a Jerusalém em 2012, Putin fez uma visita nocturna ao Kotel (Muro Ocidental). Quando chegou ao lugar sagrado para os judeus, o líder russo ficou em silêncio durante vários minutos, fazendo uma oração pessoal, tendo depois feito uma leitura dos Salmos a partir de um livro de orações em russo e hebraico.

Um transeunte israelita que ali se encontrava clamou em voz alta: "Bem vindo, presidente Putin!" O presidente russo aproximou-se então do homem, que lhe explicou a importância do Monte do Templo e do Templo judaico. O site de notícias judeu ortodoxo "Chadrei Charedim" relatou que Putin teria respondido: "É exactamente a razão por que vim aqui: orar para que o Templo volte a ser construído."
Ainda que Putin não tenha respondido na altura ao apelo feito pelos judeus, o Sinédrio acredita que chegou a altura do presidente russo tomar um papel activo na reconstrução do Templo.

TRATADO DE SAN REMO
Para além dos pedidos relacionados com o Templo, o Sinédrio está também apelando a Putin e a Trump para que renovem a resolução da "Liga das Nações" feita em 1920, conhecida como "Tratado de San Remo", que, na sua essência, possibilitou a criação de um estado judaico através da divisão do império otomano. O tratado incorporou a "Declaração de Balfour", emitida pela Grã-Bretanha em 1917, e que deu o reconhecimento oficial e apoio para o estabelecimento do estado de Israel. 
O presidente norte-americano Calvin Coolidge ratificou em 1925 o "Tratado de San Remo", legalizando assim o reconhecimento de um estado judaico pelas leis americanas. O Sinédrio enfatizou que é agora imperativo fortalecer o compromisso histórico norte-americano com o estado de Israel, adoptando o documento, numa altura em que a "Autoridade Palestiniana" tenta reescrever a História mundial através de uma ridícula campanha contra a "Declaração de Balfour."
O rabi Weiss enfatizou que o apoio à reivindicação judaica de Jerusalém traria benefícios à Rússia, aos EUA e até mesmo ao resto do mundo.
"Os líderes da Rússia e da América podem conduzir as nações do mundo à paz global através da construção do Templo, a fonte da paz" - explicou o rabi, acrescentando: "Isto anulará as pérfidas resoluções da UNESCO, que são a causa de raiz do aumento do terrorismo e da violência."

Tudo se encaminha a passos largos para o cumprimento do GRANDE SINAL, que dará início aos últimos 7 anos antes da Vinda do Messias Jesus: o acordo do Anti-Cristo com a nação de Israel e "com muitos", um falso acordo de paz, que será rompido pelo Anti-Cristo a meio dessa "semana profética", e que incluirá a construção de um Templo para os judeus...
Pode estar mais próximo do que imaginamos...!

Shalom, Israel!

sábado, março 05, 2016

DONALD TRUMP AFIRMA "A MINHA AMIZADE COM ISRAEL É MUITO FORTE"

A imprevisibilidade do multi-milionário candidato às eleições presidenciais norte-americanas Donald Trump é sobejamente conhecida. 
Até agora considerado como lunático, perigoso e agressivo, a verdade é que o provocador bilionário nova-iorquino tem vindo a acumular pontos, não se sabendo a que ponto ele acabará por ser o candidato eleito pelos republicanos. 
Tal como em outras questões, Trump é uma incógnita em relação a Israel. Há bem pouco tempo atrás afirmou ser "neutro" em relação aos israelitas e aos palestinianos.
Mas agora surge um "outro" Trump. Num recente debate, e em resposta à acusação feita pelo rival Marco Rubio, Donald Trump afirmou: "A minha amizade a Israel é maior do que a dos outros candidatos. Quero tornar uma coisa clara: quero lançar um acordo de paz entre Israel e os palestinianos. É isso que aspiro fazer. A paz é possível, mesmo que seja o acordo mais difícil de conseguir. Tal como entendo, Israel também está interessado num acordo de paz. Não estou a dizer que vou ter sucesso, ou até que um acordo entre Israel e os palestinianos seja alcançável, mas quero tentar. Mas, de forma a que um acordo venha a acontecer, os palestinianos têm de mostrar interesse. É um pouco difícil alcançar um acordo quando a outra parte não quer mesmo falar connosco."
E abordando os israelitas, Trump acrescentou: "Não fiquem confusos aí em Israel: sou actualmente o vosso maior amigo. A minha filha é casada com um judeu que é um entusiástico apoiante de Israel, e eu próprio tenho participado em muitas celebrações do Dia de Israel. A minha amizade com Israel é muito forte."
E concluiu: "Se eu ganhar (as eleições), serei o verdadeiro amigo de Israel na Casa Branca."

A ver vamos...

Shalom, Israel!