sábado, setembro 13, 2014

"NÃO EXISTE NENHUMA 'PALESTINA OCUPADA'" - ESCREVE O WASHINGTON POST

Uma das principais falácias da narrativa palestiniana sobre o "direito à terra" prontamente subscrita pelos "cristãos" ignorantes da Bíblia é a de que Israel está actualmente a "ocupar" um país chamado "Palestina", tal como a Alemanha ocupou a Polónia ou a China o Tibete.
Muitos de nós, que desde há anos temos sempre tentado repôr a verdade dos factos, combatendo uma mentira que, por ser tantas vezes repetida acaba por convencer como sendo verdade, vimos com satisfação a correcção que o prestigiado diário norte-americano "The Washington Post" fez, ao afirmar que não existe nenhuma "Palestina ocupada."
Num artigo editado há cerca de uma semana, o jornal referiu-se à ideia habitualmente transmitida de uma "contínua ocupação israelita de terra palestiniana na Margem Ocidental."
O "Comité a favor da precisão nas reportagens sobre o Médio Oriente na América" ("CAMERA") decidiu apresentar uma queixa contra o jornal, destacando que as áreas oficialmente conhecidas como "Margem Ocidental" não são terras soberanas ocupadas, mas antes territórios disputados cujo estatuto deve ser resolvido através de negociações. 
O "Washington Post" concordou, e exactamente no dia seguinte escreveu uma correcção:
"Um artigo na secção A da edição de 5 de Setembro acerca do acordo da Jordânia em comprar gás natural de Israel referiu-se incorrectamente à ocupação israelita de 'terras palestinianas' na Margem Ocidental. Os territórios ocupados por Israel são terras disputadas que os palestinianos querem para um futuro estado palestiniano."
A mesma correcção foi visivelmente destacada no site do jornal.
A realidade é que a maioria dos israelitas estão preparados para negociar uma grossa fatia da terra bíblica em troca de "paz", insistindo no entanto que tais negociações devem ser baseadas na precisão histórica, e não em fantasias convenientes que pintam os judeus como se fossem invasores estrangeiros. 

Apesar de ainda se referir erroneamente à Judeia e Samaria como "territórios ocupados por Israel", o jornal teve pelo menos a decência e mérito de corrigir a idéia - obviamente falsa - da existência de um estado palestiniano naquelas terras. É que nunca em Israel existiu um estado palestiniano! O único estado que ali foi fundado e existiu foi o estado de Israel, com a sua capital em Jerusalém, e que, ainda que vendo a maior parte da sua população arrancada à força. nunca deixou de ser a Terra prometida por Deus ao povo de Israel.

Shalom, Israel!


sexta-feira, setembro 12, 2014

FAMÍLIA JUDIA ESCAPA POR MILAGRE A LINCHAMENTO DOS ÁRABES

Ontem à noite, nos arredores de Jerusalém, uma família de judeus que se dirigia de carro para orar junto ao Muro entrou por um caminho errado, na povoação de Wadi Joz, escapando "por milagre" ao apedrejamento e bloqueio da estrada pelos "pacíficos" palestinianos.
Após ter entrado pela estrada errada nos arredores da capital Jerusalém, o carro foi recebido com uma verdadeira chuva de pedras e tijolos massiços que entraram pelo vidro pára-brisas, naquilo que a mãe da família Etti Cohen descreveu como "um quase linchamento popular". A família conseguiu felizmente escapar com apenas alguns ferimentos ligeiros.
"Sinto que escapámos por milagre" - confessa Cohen no meio de lágrimas. "Quando acordei esta manhã, a primeira coisa que fiz foi chorar histericamente porque não conseguia acreditar que estávamos sãos e salvos em casa."
Apesar de tudo, a família conseguiu mesmo assim chegar junto ao Muro pelas 6 da tarde locais.
"Nós não somos de Jerusalém e por isso usámos um programa de navegação que nos mandou virar à direita - e foi o que fizemos" - recorda Cohen, prosseguindo: "Nos primeiros segundos tudo correu bem."
A família notou então que todas as placas estavam escritas em árabe e que as pessoas que se encontravam naquela estrada estreita olhavam para eles com um olhar tipo: "Por que é que vieram aqui? O que é que estão aqui a fazer?"
Cohen disse então aos restantes familiares que não deviam estar ali, ao que, a filha que estava ao volante acedeu, tentando sair calmamente daquela zona. 

VÍTIMAS DE UMA EMBOSCADA
O que se passou é que a família acabou por ser vítima de uma emboscada.
"Um rapaz com uns 12 anos veio de repente bater à janela do meu marido que vinha do lado esquerdo, mesmo enquanto o nosso carro andava...depois ouviram-se gritos e 3 carros barrando a estrada à nossa frente."
"Foi então que os tijolos começaram a voar contra nós, quebrando inicialmente o vidro traseiro do carro. Simplesmente não acreditei que aquilo nos estivesse a acontecer. Logo outras pedras quebraram mais vidros do carro e atingiram alguns de nós. Foi então que a minha filha acelerou e conseguiu fugir dos carros da frente conduzindo o nosso carro por cima do passeio, ao mesmo tempo que eu ligava para a polícia e pus-me simplesmente a gritar. Todos nós gritávamos. O medo era grande."
"O operador da polícia que estava ao telefone disse para abandonarmos imediatamente aquela estrada  porque "era perigosa" e para conduzirmos em direcção ao vale. Pouco depois vimos uma patrulha da polícia israelita."
"Tudo terminou num verdadeiro milagre. O carro ficou completamente danificado, mas tudo bem, desde que estejamos salvos."

Se entrar na zona errada nos arredores de Jerusalém pode acarretar a perda de vida para os judeus, imagine-se o que aconteceria se o governo de Jerusalém cedesse parte da Cidade àquela gente impregnada de tanto ódio e desrespeito pela vida...
Shalom, Israel! 

quarta-feira, setembro 10, 2014

JUDEUS ASQUENAZES DESCENDEM DE UM TOTAL DE 350 PESSOAS

JUDEUS ASQUENAZES
Um novo estudo agora editado revela que os judeus asquenazes têm a sua origem num "funil" de apenas 350 pessoas judias de há 600 a 800 anos atrás.
Este estudo foi publicado ontem pela revista "Nature Communications"  e é da autoria de Shai Carmi, professor de ciência informática na Universidade Columbia, EUA, e de mais de 20 pesquisadores médicos das universidades Yale, Columbia, Yeshiva University's Albert Einstein College of Medicine, Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, Universidade Hebraica de Jerusalém e outras instituições.
Os pesquisadores analisaram os genomas de 128 judeus asquenazes e compararam-nos com os de europeus não judeus, de forma a determinarem quais as marcas genéticas exclusivas dos judeus asquenazes. Acabaram por descobrir que as semelhanças genéticas dentre os judeus asquenazes são tão precisas que um dos pesquisadores chegou a afirmar que "todos são primos em 30º grau".
Estes achados permitirão que os pesquisadores possam catalogar praticamente todas as variações genéticas da população original. Essa catalogação exaustiva poderá ajudar os clínicos a interpretarem as mutações genéticas individuais, melhorar o mapeamento das doenças e fornecer mais informações sobre as histórias das populações do Médio Oriente e da Europa. 
Os judeus asquenazes (ashkenazim no hebraico) são os judeus que se instalaram e cresceram na Europa central e oriental. 
Crê-se que a sua origem tem a ver com Asquenaz, um dos bisnetos de Noé, neto de Jafé e filho mais velho de Gomer. Este filho de Noé foi viver e criar família na zona asiática próxima do Monte Ararate, tendo daí desenvolvido as gerações seguintes pelas regiões da Europa central.

Shalom, Israel!

terça-feira, setembro 09, 2014

ISRAEL TESTA O NOVO SISTEMA DE DEFESA ANTI-MÍSSIL "ARROW 2"

Foram esta manhã realizados testes conjuntos entre Israel e a norte-americana "Agência para a Defesa de Mísseis" (MDA) numa região central de Israel ao novo e actualizado sistema de defesa antí-míssil "Arrow 2".
O Ministério de Defesa de Israel comunicou que o exercício de intercepção realizado pelo sistema de defesa tinha sido lançado e todas as fases do mesmo foram realizadas conforme o plano. Todas as informações recolhidas durante os testes serão agora analisadas pelos engenheiros.
O "Arrow 2" é produzido pelas "Indústrias Aeroespaciais Israelitas" (IAI) e tem estado a ser utilizado pela Força Aérea desde 2000. O teste realizado hoje teve como objectivo a melhoria do sistema. O sistema foi usado para interceptar rockets durante a operação "Margem de Protecção" e estes recentes melhoramentos possibilitarão um aumento da capacidade de interceptar tanto mísseis, como rockets mais pesados.
O "Arrow" é um dos vários sistemas de defesa aérea à disposição de Israel. O sistema "Cúpula de Ferro" foi o mais eficaz durante os recentes ataques dos terroristas de Gaza. O sistema "Patriot" também conseguiu interceptar pelo menos um drone oriundo de Gaza.

ARROW 3
No início deste ano foi realizado numa base aérea israelita mais um teste ao novo sistema "Arrow 3", tendo este novo sistema a capacidade de mudar de rota durante o voo, de forma a atingir mísseis de longo alcance.
Este novo sistema pode atingir alturas ainda maiores que as do "Arrow 2", pelo que poderá atingir mísseis balísticos de longo alcance. Um dos alvos inimigos visados são os mísseis iranianos da classe Shahab.

Shalom, Israel!

segunda-feira, setembro 08, 2014

TERRORISTA DO "ESTADO ISLÂMICO" PLANEAVA GRANDE ATENTADO EM PARIS

A Europa está alarmada.
O operacional terrorista ligado ao movimento "estado islâmico" - ex-"Isis", de nome Mehdi Nemmouche, acusado de ser o autor do atentado contra o Museu Judaico de Bruxelas realizado em Maio passado e que causou a morte de 4 pessoas, estaria planeando um grande atentado no coração de Paris, nos Campos Elíseos, exactamente no dia do feriado nacional francês, o "Dia da Bastilha."
Fundamentado no testemunho de quatro repórteres franceses que foram raptados pelo "Estado Islâmico" e mantidos presos pelo próprio Nemmouche na Síria, o jornal diário francês "Liberation" reportou na sua edição de hoje que o operacional do "EI" regressado a França planeava "pelo menos um ataque em França, no coração de Paris, o qual seria pelo menos 5 vezes maior do que aquele cometido em Toulouse."
O ataque teria lugar no dia 14 de Julho, nos simbólicos Campos Elíseos, durante a comemoração do início da Revolução Francesa.
Os ataques cometidos em Março de 2012 contra judeus e militares na cidade de Toulouse deixaram 7 mortos e 5 feridos, tendo o suspeito pelos mesmos, o muçulmano Mohammed Merah, acabado com a sua vida após um cerco de 30 horas.
Nemmouche, que foi extraditado para a Bélgica após o atentado de 24 de maio deste ano em Bruxelas e cujos disparos mataram 4 pessoas, foi identificado durante este fim de semana por um jornalista francês como sendo um dos raptores extremistas islâmicos na Síria que o tinham detido.
Segundo o jornalista francês, este terrorista islâmico funcionou como captor e torturador às ordens do "EI" na Síria, revelando-se desta maneira a vulnerabilidade em que a Europa se encontra face ao terrorismo islâmico.
Escrevendo no site do jornal francês "Le Point" para o qual escrevia textos jornalísticos, o repórter Nicolas Henin afirmou que o terrorista islâmico ao serviço do "EI" tinha sido o seu temível e violento captor na Síria entre Julho e Dezembro de 2013.

CENTENAS DE OPERACIONAIS DO ESTADO ISLÂMICO ENCONTRAM-SE EM TERRITÓRIO EUROPEU
Esta alegação fez soar as campaínhas de alarme por toda a Europa, uma vez que, à semelhança do francês de origem argelina Nemmouche, há centenas de outros operacionais do "EI" que retornaram à Europa e que têm capacidade para semear o terror e cometer actos terroristas.

Este é sem dúvida um novo fenómeno, cuja tendência será aumentar de intensidade por toda a Europa e não só.
O primeiro-ministro britânico David Cameron informou que pelo menos 500 indivíduos da Inglaterra foram para a Síria e para o Iraque para fazerem jihad (guerra santa) e que pelo menos uns 250 terão regressado à pátria inglesa.
Estima-se que só da França terão partido 950 indivíduos para lutar na Síria, tendo muitos deles já retornado a solo francês.
Serão cerca de 3.200 os europeus que já estiveram ou estão ainda envolvidos nas guerras no Iraque e na Síria.
Segundo o perito em terrorismo Jean-Charles Brisard, "a Europa está prontinha para novos ataques terroristas." E acrescentou: "Os serviços secretos sabem que é apenas uma questão de tempo."
O jornalista francês Henin, que é parte de um grupo de 4 jornalistas libertados em Abril, disse que Nemmouche era uma figura temível: "Quando não estava a cantar, Nemmouche estava a torturar" - relatou o jornalista num artigo publicado ontem. E prosseguiu: "Ele era parte de um pequeno grupo de franceses cujas visitas aterrorizavam os cerca de 50 sírios cativos nas celas próximas. Todas as noites os espancamentos tinham lugar na sala onde eu estava sendo interrogado. A tortura durava a noite inteira até ao início das orações da alvorada."
O terrorista islâmico Nemmouche vai comparecer diante de um juíz belga no próximo dia 12, decidindo-se então se irá permanecer detido preventivamente.
Além do assassinato de 4 pessoas diante do Museu Judaico de Bruxelas em 24 de Maio deste ano, este bandido já tinha estado preso durante 7 anos em França, acusado de roubo de armas, sabendo-se que aproveitou esse tempo na cadeia para fazer proselitismo a favor do Islão.

EUROPA IRÁ PAGAR PELO SEU ANTI-SEMITISMO
A Europa, tão rápida e cruel nas suas condenações a Israel quando este país se tenta legitimamente defender dos ataques terroristas contra os seus cidadãos, tem "fechado os olhos" à crescente e perigosa presença e influência islâmica na sua sociedade. Talvez tenha de acordar para a realidade, ainda que tarde demais. As ameaças terroristas islâmicas à Europa são para levar a sério. Talvez só assim os líderes europeus, cegos pela hipocrisia e dualidade de critérios, reconheçam o quanto Israel precisa do seu apoio e compreensão numa luta que é afinal de todos nós, aqueles que se consideram membros de sociedades livres, democráticas e respeitadoras dos direitos humanos. ..
Shalom, Israel!


sábado, setembro 06, 2014

JUDEUS FRANCESES JÁ SÃO OS QUE MAIS IMIGRAM PARA ISRAEL

A França já é o país de onde mais judeus partem para fazer "alyah" - regresso a Israel.
O anti-semitismo já deixou de ser um "tabu" na sociedade francesa, pelo que a insegurança vivida pelos judeus franceses devido às ameaças da extrema-direita e da forte presença islâmica no país tem "obrigado" os judeus que há gerações vivem em França a considerarem seriamente abandonarem o país e fazerem retorno à Terra dos seus ancestrais - a nação judaica, Israel.
Segundo estatísticas fornecidas pelo "Ministério Israelita para a Absorção e Imigração", até ao dia 31 de Agosto e desde o início deste ano, um total de 4.566 judeus deixaram a França com destino a Israel.
Este número já supera o dos judeus oriundos da Ucrânia (um país em guerra), de onde saíram 3.252 judeus durante este ano. Muita da violência actual na Ucrânia afecta a comunidade judaica local.
A Rússia surge em terceiro lugar, com 2.632 imigrantes e os Estados Unidos em quarto, com 2.213.
Segundo fontes francesas, o número de judeus a sair este ano de França deve atingir os 6 mil, cerca de 1% da população total de judeus que residem naquele país europeu.
Para além das já anteriormente mencionadas, as razões alegadas têm também a ver com a elevada taxa de desemprego entre os jovens e a taxa de crescimento de 0% que a França tem vindo a experimentar com o actual governo socialista de François Hollande.
Além dos actos de violência já habituais em França contra os judeus, ainda na semana passada foi abortada uma tentativa de explosão com uma bomba contra a sinagoga na cidade de Lyon.
Durante a operação "Margem de Protecção" contra os terroristas da Faixa de Gaza, várias manifestações anti-semitas foram organizadas em Paris, terminando algumas delas em violência contra as próprias sinagogas da cidade.
Um estudo realizado pela Organização Sionista Mundial em Agosto demonstra que o número de incidentes anti-semitas a nível mundial aumentou 383% em Julho comparativamente com o mesmo mês do ano anterior, com um aumento de 436% na Europa.
Sinais...
Shalom, Israel!

sexta-feira, setembro 05, 2014

BANDEIRA DO "ESTADO ISLÂMICO" JÁ FOI EXIBIDA NO MONTE DO TEMPLO

O canal israelita de TV "Canal 10" exibiu na passada Quarta-Feira à noite imagens daquilo que alega ter sido uma "reunião do estado islâmico" recentemente realizada no Monte do Templo, em Jerusalém.
Esta reportagem televisiva que será apresentada na totalidade durante a próxima semana tenta demonstrar que a intenção do "estado islâmico" é chegar a Jerusalém e Israel num próximo futuro.
A reunião, na qual estiveram presentes milhares de participantes, foi formalmente organizada pelo partido Tahrir, considerado como o "braço palestiniano" do "estado islâmico".
Vários oradores muçulmanos foram filmados antecipando a "libertação" de Jerusalém e lamentando a "conspurcação judaica" da cidade santa. Várias bandeiras negras da "ISIS" foram vistas a flutuar durante o encontro.
Segundo a reportagem, esta reunião teve lugar numa recente Sexta-Feira.
O repórter Zvi Yehezkeli disse que uma fotografia de um adolescente palestiniano segurando uma bandeira do "ISIS" que proliferou nas redes sociais durante a semana passada foi tirada perto de onde ele se encontrava.
Yehezkeli relatou ter esperado que a polícia o parasse quando ele tentou subir ao Monte do Templo, numa altura designada para as orações dos muçulmanos (Sexta-Feira), e que foi assustador estar na esplanada durante a realização do encontro do "estado islâmico."
Segundo este repórter, "o estado islâmico, que agora está batendo à porta da Jordânia, marcou a 'Palestina' como o próximo alvo da sua lista."
Este grupo terrorista ligado ao extremismo islâmico já conseguiu grandes ganhos na Síria e no Iraque, tendo sido alvo dos ataques aéreos norte-americanos. 
Este movimento terrorista já decapitou 2 jornalistas norte-americanos capturados na Síria, fazendo questão de exibir as imagens nas redes sociais. A última vítima deste ódio islâmico foi o jornalista Steven Sotloff, com dupla nacionalidade americana e israelita, um judeu neto de sobreviventes do Holocausto que veio viver para Israel em 2008.
Estes são sinais daquilo que se aproxima cada vez mais de Jerusalém, nada que nos espante, mas que nos assusta imenso...
Shalom, Israel!

quinta-feira, setembro 04, 2014

ISRAEL ASSINA ACORDO HISTÓRICO DE 15 BILIÕES DE DÓLARES PARA O FORNECIMENTO DE GÁS NATURAL À JORDÂNIA

Israel assinou ontem um acordo de 15 anos para o fornecimento de gás natural ao reino hashemita da Jordânia, tornando-se dessa forma o maior fornecedor de gás à Jordânia.
O gás natural que Israel irá fornecer ao vizinho jordano será extraído do campo energético marítimo "Leviathan" ao largo da costa israelita.
Este é o maior contrato alguma vez realizado entre os 2 países, tornando a partir de agora a Jordânia o maior importador do gás natural israelita. O valor total ascende a 15 biliões de dólares.
Os Estados Unidos estiveram também por trás deste acordo, bem como as duas principais companhias de gás envolvidas na exploração do mesmo em águas israelitas (o Delek Group Ltd e a Nobel Energy Inc).
Israel está a tornar-se actualmente numa super-potência energética, podendo assim suprir as necessidades energéticas dos seus vizinhos árabes.
No ano passado Israel decidiu exportar até 40% de todo o seu gás natural, tendo desde então assinado um contrato de 1,2 biliões de dólares com uma empresa palestiniana, com a duração de 20 anos, tendo em Junho passado assinado também uma carta de intenções com outra empresa egípcia.

ISRAEL: A NOVA POTÊNCIA ENERGÉTICA MUNDIAL
Israel começou em 2013 a bombear gás natural a partir das reservas "Tamar"  - descobertas em 2009 e localizadas a cerca de 90 kms a oeste de Haifa - e que contêm aproximadamente 8,5 triliões de pés cúbicos de gás natural.
Para além das reservas do campo energético "Tamar", foi descoberto em 2010 um depósito ainda maior, contendo entre 16 a 18 triliões de pés cúbicos de gás natural, o campo "Leviathan", a cerca de 130 kms a ocidente de Haifa, esperando-se que se torne operacional em 2016.
Estas descobertas levarão Israel a passar da condição de importador para um dos maiores produtores de gás natural à escala mundial. 

CUMPRIMENTO DE ANTIGA PROFECIA
Estas descobertas vêm confirmar a veracidade das profecias bíblicas e o cumprimento exacto das mesmas, ainda que a um prazo muito dilatado no tempo!
Cerca de 3.500 anos depois da profecia feita pelo patriarca Jacob ao seu filho José, através da qual as suas terras conheceriam fabulosas riquezas materiais "...o Deus Todo Poderoso te abençoará com bênçãos dos altos céus, com bênçãos do abismo que está embaixo..." (Génesis 49:25). O texto de Deuteronómio 33:13 ainda é mais claro, quando especifica que as bênçãos do abismo estão debaixo das águas: "..com as águas do abismo que jaz abaixo."
Sabe-se que a tribo de José foi durante o Êxodo dividida entre outras duas - Efraim e Manassés - e, olhando para o mapa da distribuição das 12 tribos de Israel, comprovar-se-à facilmente que as águas marítimas ao largo do território destas 2 tribos são exactamente as mesmas onde estão situados estes 2 grandes campos energéticos de gás natural israelita: Tamar e Leviathan!
Os propósitos e promessas de Deus estão-se cumprindo diante dos nossos olhos!
Shalom, Israel!

quarta-feira, setembro 03, 2014

JORNALISTA JUDEU DECAPITADO PELO GRUPO TERRORISTA "ESTADO ISLÂMICO"


Steven Sotloff é o segundo jornalista a ser decapitado pelos terroristas muçulmanos do grupo "Isis" ("Estado Islâmico")
Este jornalista tinha a dupla nacionalidade norte-americana e israelita, tendo feito os seus estudos em Israel e tendo conseguido ocultar a sua identidade judaica mesmo quando já sequestrado pelos terroristas. Steven jejuou secretamente durante a última festa judaica do Yom Kippur, sem que os seus raptores se dessem conta da sua identidade judaica. 
A Casa Branca já confirmou a autenticidade do video partilhado ontem pelos terroristas na comunicação social e nas redes sociais, mostrando a decapitação de mais esta vítima do terrorismo islâmico.
Sotloff tinha feito allyah (retorno) para Israel. Apesar de ter estudado em Israel, pouco se sabe sobre a sua estadia neste país. Após ter sido capturado na Síria, toda a informação acerca da sua presença em Israel foi apagada dos registos informáticos.
Colegas e pessoas chegadas ao jornalista testemunharam do seu fascínio pelo jornalismo e pelas mudanças em curso no Médio Oriente. Testemunharam também da sua generosidade como homem.
O seu prazer era relatar histórias a partir do homem comum, e não da perspectiva dos exércitos ou dos campos de batalha.
Um amigo próximo de Steven Sotloff que esteve com ele durante o cativeiro revelou que ele tinha conseguido praticar o jejum durante a festa judaica do Yom Kippur, alegando aos seus captores muçulmanos que se encontrava doente e que por isso não queria comer: "Ele disse-lhes que estava doente e que não queria comer, apesar de naquele dia nos serem servidos ovos" - testemunhou o colega, acrescentando: "Ele costumava orar secretamente voltado para Jerusalém. Ele costumava verificar em que direcção os seus captores oravam (Meca) e então ajustava o seu ângulo para Jerusalém."
Outros colegas recordam o seu profissionalismo: "Ele tocou-me profundamente por ser uma pessoa muito...muito decente... ele não andava atrás do sensacionalismo, não andava atrás de um "furo jornalístico" - testemunhou James Denton, redactor e editor do jornal "World Affairs", sediado em Washington, um dos vários órgãos de comunicação social que compravam os seus trabalhos jornalísticos como freelancer. Outros órgãos incluíam a revista TIME e o "Foreign Affairs."

"UM HOMEM HONRADO"
Sotloff, era um judeu de 31 anos nascido em Miami, na Florida, jornalista de profissão, freelancer, e que desapareceu na Síria em Agosto de 2013, não tendo sido mais visto até ao mês passado, quando surgiu no video partilhado pelos terroristas do "Estado Islâmico" e que mostra a decapitação do outro jornalista americano, James Foley.
Nesse video Sotloff aparece vestido com um pijama cor de laranja e recebe ameaças de decapitação, "a menos que os Estados Unidos cessassem com as suas intervenções aéreas no estado islâmico."
Em Agosto passado a mãe do jornalista partilhou um video apelando aos captores para que tivessem misericórdia e poupassem o seu filho, alegando ser ele "um homem inocente", um "homem honrado" e sempre disposto a "ajudar os mais fracos."
No video a mãe do jornalista faz uso dos princípios "humanos" do islamismo para que os raptores poupem a vida do seu filho.
Numa breve declaração, a publicação norte-americana "Foreign Policy" classificou Sotloff como "um jornalista corajoso e talentoso", cujos trabalhos jornalísticos "demonstravam uma profunda preocupação pelos civis apanhados no meio de uma guerra brutal."

Shalom!

segunda-feira, setembro 01, 2014

QATAR APONTADO COMO PRINCIPAL FINANCIADOR DO TERRORISMO NO MÉDIO ORIENTE

O Qatar é indiciado como o maior promotor do terrorismo islâmico em todo o Médio Oriente.
Essa realidade foi bem patente durante a recente operação militar em Gaza, tendo sido identificado como um dos principais financiadores dos terroristas do Hamas e da Jihad Islâmica. Uma grande parte dos explosivos, rockets e mísseis usados pelos terroristas palestinianos para atingir as populações civis de Israel eram de proveniência iraniana, mas pagos com dinheiro vindo do Qatar.
O próprio líder supremo do Hamas, o terrorista Khaled Mashaal, encontra-se actualmente escondido no Qatar e foi alegadamente ameaçado com deportação pelos seus anfitriões caso o Hamas aceitasse um acordo de cessar fogo mediado pelo Egipto, o qual seria interpretado como uma rendição por parte dos terroristas islâmicos.
A MODERNA DOHA, CAPITAL DO QATAR
Sabe-se que o Qatar e o Egipto andam de relações praticamente cortadas depois que o Egipto decidiu acabar com o governo da Irmandade Muçulmana, um grupo radical islâmico próximo do Hamas e obviamente abençoado pelo Qatar. O novo governo egípcio pediu ao Qatar uma prestação de contas sobre o seu financiamento à Irmandade Muçulmana.
Mas o financiamento ao terrorismo feito pelo Qatar não se confina apenas ao Hamas. Segundo um ministro alemão, o apoio financeiro deste regime estende-se ao próprio "Estado Islâmico" ("Isis"), o novo movimento terrorista islâmico actualmente em actividade no Iraque e na Síria.
Ironicamente, o Qatar é o mesmo estado que iria ser consultado pelos próprios Estados Unidos da América sobre a confiança que o Hamas mereceria, e que, para irritação dos israelitas, o secretário norte-americano John Kerry consultou sobre o processo de cessar fogo entre o Hamas e Israel...

O MAIS RICO DO MUNDO
O Qatar é actualmente o país mais rico do mundo per capita, tendo o maior índice de desenvolvimento humano de todo o mundo árabe. O país é detentor das terceiras maiores reservas de gás natural de todo o mundo e tem reservas de petróleo para além dos 25 biliões de barris. 
O Qatar apoiou financeiramente vários grupos rebeldes durante a chamada "primavera árabe" e tem exercido uma vasta influência mundial através da sua conhecida cadeia de TV Al-Jazeera.
Prevê-se que o Qatar organize a Copa do Mundo de Futebol em 2022, ignorando-se neste momento que critérios estarão por detrás desta escolha, uma vez que este estado é o maior financiador do terrorismo islâmico internacional...

Shalom, Israel!

sábado, agosto 30, 2014

SOLDADOS DA ONU FOGEM DA SÍRIA E REFUGIAM-SE EM ISRAEL

Segundo informações da TV árabe "Al Jazeera", soldados das forças de paz das Nações Unidas estacionados na Síria estão esta manhã a fugir da região fronteiriça e a abandonar os seus postos, após terem sido atacados pelas forças rebeldes que combatem o regime sírio de Assad, refugiando-se no lado israelita dos Montes Golan.
Segundo as informações actuais, os grupos rebeldes que combatem o regime sírio capturaram 44 militares das forças de paz das Nações Unidas e atacaram tropas filipinas nos Montes Golan.
Segundo o general filipino responsável pelas forças militares filipinas da ONU estacionadas nesta região fronteiriça entre a Síria e Israel, "há combates na região, mas os militares filipinos estão seguros."
Não se sabe ainda se os outros 44 militares das ilhas Fiji que foram sequestrados já foram eventualmente libertos como resultados das negociações entretanto havidas. Sabe-se no entanto que todos "se encontram bem."
Desde 1974 que esta fronteira entre a Síria e Israel é patrulhada por forças militares internacionais da ONU, estando presentemente ali 1.223 soldados provenientes das ilhas Fiji, Índia, Irlanda, Nepal, Holanda e Filipinas. 
Esta zona tem estado ultimamente debaixo de tiroteios entre as forças leais ao regime do presidente sírio Assad e as forças rebeldes, com a própria presença de grupos ligados à Al Qaeda. 
Shalom, Israel!



sexta-feira, agosto 29, 2014

MEMBROS DO HAMAS CAPTURADOS POR ISRAEL CONFESSAM CRIMES DE GUERRA

Durante a operação "Margem de Protecção" na Faixa de Gaza, centenas de palestinianos combatentes terroristas do Hamas renderam-se às forças israelitas ou acabaram por ser capturadas pelas mesmas.
Durante os interrogatórios, muitas conclusões extraídas pelo serviços secretos israelitas - Shin Bet - comprovaram que os terroristas islâmicos fizeram "proeminente uso de mesquitas e de hospitais em Gaza como lugares de reunião e refúgio para os terroristas."
Pior ainda foi a "construção de túneis e rampas de lançamento de rockets e ainda a colocação de arsenais junto a infantários e jardins escola."
Soube-se ainda que arsenais foram depositados em escolas e hospitais. Descobriu-se também que líderes do Hamas, vestidos com uniformes da polícia palestiniana, refugiaram-se em hospitais da Faixa de Gaza.
Todas estas e muitas outras confissões feitas pelos prisioneiros palestinianos só vêm confirmar aquilo que há muito tempo Israel tem vindo a dizer ao mundo, ainda que para os meios de comunicação social estas informações mais que comprovadas não despertem qualquer tipo de interesse, de tão viciados na mentira esses meios estão.
Mas, pior ainda, é o facto de o Conselho de Segurança das Nações Unidas continuar a ignorar estas evidências, agindo de forma colaboracionista com o terrorismo islâmico internacional.
Nada de novo, muito menos que nos espante...
Shalom, Israel!

quinta-feira, agosto 21, 2014

APÓS LIQUIDAR 3 LÍDERES DO HAMAS, ISRAEL CONVOCA MAIS 10 MIL RESERVISTAS

Após ter violado o acordo de cessar fogo mais uma vez - a 11ª - o Hamas viu esta manhã 2 dos seus mais importantes líderes operacionais serem mortos pelas forças especiais israelitas, através dos bem sucedidos esforços dos serviços secretos de Israel: a temível organização Shin Bet. 
A operação para localizar estes 2 terroristas demorou cerca de 2 meses, e foi repleta de tensão, dúvidas e nervos à flor da pele. Finalmente, e com todos os dados confirmados, várias bombas de 1 tonelada cada foram despejadas esta manhã desde os aviões F-16 para cima de uma estrutura pertencente a um dos líderes do Hamas, nas imediações da cidade de Rafah, na Faixa de Gaza.  

Dois dos mais perigosos chefes dos terroristas do Hamas encontravam-se abrigados dentro das instalações - nada menos que o número 3 do Hamas, Raed al-Attar, o comandante da divisão terrorista em Rafah, e Mohammed Abu Shmallah, comandante da divisão sul do Hamas.

Os 2 perigosos terroristas achavam-se seguros e protegidos nas instalações do amigo palestiniano, mas enganaram-se: a Shin Bet já andava no seu encalço, e depois do bombardeamento, nada deles sobrou. Estes bandidos tinham dirigido dezenas de ataques mortíferos contra Israel desde os anos 90.
O comandante sénior da divisão de Rafah, Mohammed Barhoum, foi também liquidado neste ataque.
Apesar de ainda não encontrado o corpo, Israel acredita que o chefe militar do Hamas, Muhammad Deif, terá sido morto no bombardeamento de ontem, uma vez que a sua casa de 3 andares foi totalmente destruída, tendo morrido a mulher e o filho do líder terrorista, e sabendo-se que o bandido se encontrava em casa naquela hora.
Segundo Benjamin Netanyahu, a liquidação destes terroristas deve-se à "excepcional inteligência" da Shin Bet e à actividade operacional das Forças de Defesa de Israel. Segundo o primeiro-ministro, estes líderes do Hamas "planeavam ataques devastadores contra os cidadãos de Israel."

300 ROCKETS DISPARADOS CONTRA ISRAEL

Desde que o Hamas rompeu o cessar fogo na passada Terça-Feira, mais de 300 rockets já foram disparados contra o sul de Israel, tendo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu avisado ontem que cada ataque dos terroristas palestinianos terá uma resposta "7 vezes mais dura."

Várias dezenas de rockets foram destruídos pelo sistema de defesa "Cúpula de Ferro."

10 MIL RESERVISTAS CONVOCADOS
O governo israelita aprovou a convocação de mais 10 mil reservistas, prevendo-se um alargamento da operação "Margem de Protecção" na Faixa de Gaza, uma vez que os terroristas palestinianos não respeitam um só cessar fogo e comprovaram constantemente desejar a guerra com Israel.
Shalom, Israel!


quarta-feira, agosto 20, 2014

VISITA A ISRAEL

Chegámos esta madrugada de mais uma excursão a Israel, desta vez um grupo de 37 pessoas, na sua maioria portugueses, mas também alguns participantes do Brasil.
Quando se trata de Israel, relatar tudo o que vimos, sentimos e experimentámos é tarefa quase impossível! As emoções misturam-se com o desejo de conhecimento e o cansaço é plenamente superado pela expectativa daquilo que se verá no momento seguinte, num intenso programa com uma semana preenchida com a satisfação do finalmente concretizado desejo por tantos sonhado...
O grupo foi bastante diversificado, sendo oriundo de várias partes do país e do Brasil e ainda por alguns participantes que residem em outros países da Europa mas que vieram passar férias a Portugal.

Apesar do extenuante voo nocturno, todos se sentiram revigorados com um bom pequeno almoço perto de Tel Aviv e desafiados com as palavras de testemunho do irmão Jacob Damkani, um judeu messiânico que dirige uma das mais conceituadas organizações evangelísticas em Israel.
Mesmo apesar da noite passada no avião e do intenso calor que já se fazia sentir, o grupo conseguiu mesmo assim reunir forças para visitar Tel Aviv, a cidade bíblica de Jope e a Cesaréia Marítima, lugar da conversão de Cornélio e onde o apóstolo Paulo esteve preso antes de ser levado para Roma. Subindo ao cimo dos Montes Carmelo, o grupo ficou visivelmente fascinado com a imensidão da vista do vale de Jezreel, apresentado-se depois um breve esboço bíblico relacionado com as profecias daquele lugar, o vale de Armagedon. 
Visitar a "Nazareth Village" é sempre uma obrigação dos nossos grupos, pois ali recuamos 2 mil anos até aos dias da infância de Jesus. Visitam-se representações vivas de irmãos árabes sobre a forma de vida nos dias do Senhor, uma verdadeira lição de Bíblia "ao vivo e a cores".

GALILÉIA
Visitar a Galiléia é um dos "momentos altos" das excursões que desde há 25 anos temos vindo a realizar. Começando pelo local onde o Messias Jesus proclamou o novo programa para os Seus discípulos - o famoso "Sermão da Montanha" - os jardins da Igreja das Bem Aventuranças foram o local mais que propício para uma breve meditação sobre a aplicação das Bem Aventuranças à vida do cristão no século 21. Dali até à Igreja Tabgha, assinalando o local da multiplicação dos pães e dos peixes foram poucos minutos, concluindo-se este ciclo geográfico do ministério do Messias Jesus na Galiléia com a descida ao Mar da Galiléia e a visita às ruínas da cidade bíblica de Cafarnaum, centro estratégico do ministério do Senhor durante quase 3 anos.
Mas não há visita à Galiléia que se "preze" desse nome sem que se inclua a travessia do lago num barco de madeira - semelhante aos dos pescadores dos dias de Jesus - um momento de grande emoção e alegria colectiva!
A subida aos Montes Golan e a vista dos Montes Hermon, na fronteira Norte de Israel acrescentam um momento importante para todos, muito em especial a visita à cidade bíblica de Cesaréia de Filipos, lugar onde outrora se cultuavam vários deuses e entidades pagãs, e que Jesus escolheu para Se tornar confessado como Senhor e Messias - "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo!"

BAPTISMOS NO RIO JORDÃO
5 novas irmãs e irmãos participantes da nossa excursão desceram às águas do rio Jordão na bela manhã de 15 de Agosto, testemunhando publicamente da sua fé num local tão simbólico e procurado anualmente por muitos milhares de fiéis.
Não sendo a nossa missão baptizar novos convertidos no rio Jordão, é no entanto uma verdadeira alegria podermos partilhar da alegria daqueles que dão tão importante passo na fé cristã, permitindo dessa forma o acesso à comunhão da Igreja de Cristo!

VALE DO JORDÃO, JERICÓ, MASSADA, EIN GEDI, QUMRAN, MAR MORTO
Apesar do muito calor que se fez sentir logo pela manhã, o grupo dos 37 peregrinos calcorreou determinadamente as milenares ruas de pedra da cidade bíblica de Beit Shean, uma das famosas cidades da "Decápolis" dos dias do Novo Testamento.
Obviamente o grupo não me perdoaria se não fossemos conhecer o local genuíno onde o Senhor Jesus foi baptizado por João Baptista, bem próximo de Jericó, numa zona em que o rio Jordão faz fronteira natural entre Israel e a Jordânia.
Subir de teleférico ao cimo do Monte da Tentação em Jericó foi uma experiência inesquecível, ainda mais quando pudemos visitar o mosteiro ortodoxo grego no cimo da mesma e relaxar com um delicioso e saudável sumo de romã, tão em voga nesta época do ano por todo o Israel...!
Descer ao ponto mais baixo da terra não é para qualquer um, mas o nosso grupo não se ficou por menos! Após subir à montanha fortaleza de Massada, percorrer as suas ruínas e ouvir a sua trágica história, penetrar pelo densa vegetação do oásis de Ein Gedi até à famosa cascata onde David tantas vezes se refrescou quando fugia do ódio do rei Saul, visitar as ruínas da mítica comunidade dos essénios em Qumran, os participantes refizeram as suas forças banhando-se nas águas quentes e saudáveis do Mar Morto, o ponto mais baixo do planeta, e onde ninguém consegue afundar, tal a força da impulsão causada pela enorme quantidade de sal nestas águas mundialmente conhecidas pelos seus efeitos terapêuticos.

JERUSALÉM
E, finalmente, ao som da bela canção "Jerusalém de Ouro", o grupo emocionou-se ao entrar na Cidade santa de Jerusalém, a capital do moderno estado de Israel e futura capital do Reino Milenar do Messias Jesus!
Jerusalém é única, nada se lhe pode comparar, pelo que sempre deixamos para os últimos dias a experiência de conhecer alguns dos lugares mais relacionados à história bíblica desta grandiosa cidade: desde o Monte das Oliveiras, ao Jardim do Getsemane, locais tão frequentados pelo Senhor, até ao Monte Sião, onde Ele celebrou a Sua aliança com os Seus discípulos e onde fez nascer a Igreja cristã, até à caminhada pela "Via Dolorosa" e a celebração da Ceia do Senhor junto ao lugar do Gólgota e do Túmulo vazio, tudo em Jerusalém é impregnado de vida, de História, de espiritualidade, de conflito, de disputa, de expectativa e de sonhos.

Subir pelos degraus originais do Templo, fazer uma oração junto ao Muro, percorrer o túnel que ladeia a impressionante muralha que sustentava a esplanada do Templo, conhecer a História física e virtual desta Cidade, conhecer as suas 8 portas, avistar a única que ainda se encontra fechada aguardando a entrada triunfal do Messias, caminhar por entre oliveiras com 2 mil anos de idade, orar no Jardim privado do Getsemane, tudo isto e muito mais fizeram desta excursão um evento inesquecível e superador de expectativas sonhadas e ansiadas. 

Mas Jerusalém também é modernidade, agitação, desenvolvimento, recordação. Num mesmo espaço geográfico podemos recuar 2 mil anos ao ver uma maqueta grandiosa da Cidade como era nos dias do Senhor, observar as cópias de manuscritos com textos do Velho Testamento de há 2200 anos lado a lado com a modernidade do Parlamento e edifícios governamentais, da "cidade do cinema" e de outras atracções numa Cidade que nunca pára, pois é de facto um conjunto de várias cidades numa só, com toda a espécie de culturas, tradições e práticas religiosas.

Visitar Israel é assim uma "necessidade obrigatória" para todo o cristão que quer conhecer a sua origem, as suas raízes, ver ao vivo a realidade incontestável do cumprimento das profecias milenares e visitar o seu futuro glorioso no Reino Milenar que o Messias construirá com todos aqueles que O amam, naquela que voltará a ser a principal de todas as terras!

Quem sabe, se para o ano não será também a sua vez?

Shalom, Israel!



segunda-feira, agosto 18, 2014

AINDA EM ISRAEL

A todos os nossos amigos leitores informamos que ainda estamos em Jerusalem, liderando a excursao luso-brasileira com 37 pessoas.
Estaremos de volta amanha a noite se o Eterno permitir, pelo que na quarta feira estaremos retomando as nossas noticias.
Shalom desde Jerusalem!

terça-feira, agosto 12, 2014

GOVERNO DO HAMAS EM GAZA A CAMINHO DO FIM?

Tudo leva a crer que se chegará a um acordo praticamente definitivo para um cessar fogo na Faixa de Gaza.
Uma das razões para esta acalmia será o mais que provável término da ditadura do Hamas em Gaza. Segundo Azzam Al-Ahmad, chefe da delegação palestiniana nas conversações do Cairo, o governo do Hamas na Faixa de Gaza está a chegar ao seu fim: "Israel precisa de entender que o governo do Hamas em Gaza chegou ao fim, e que terá por isso de agir em plena cooperação com a Autoridade Palestiniana e o governo de Rami Hamdallah (da Autoridade Palestiniana), o qual será a autoridade soberana nos territórios, incluindo Gaza."
O que este negociador palestiniano da reconciliação entre o Hamas e a Fatah da Autoridade Palestiniana não revelou é se a Autoridade Palestiniana irá readquirir o governo que o Hamas tomou pela força na Faixa de Gaza e se o grupo terrorista irá ser desarmado.
A ver vamos. Pelo menos, parece ser um bom princípio para uma leve e desejada mudança em toda a região...
Shalom, Israel!

segunda-feira, agosto 11, 2014

"PALESTINA"? "PALESTINIANOS"? O QUE É ISSO?

Não há nada pior para a razão humana do que a ostensiva recusa do reconhecimento dos factos. E rejeitar os factos da História é recusar ver a realidade com razoabilidade e justiça.
Tal como diz o antigo ditado judaico: "Aqueles que ignoram a História estão condenados a repetir os seus erros."

FACTOS HISTÓRICOS SOBRE A "PALESTINA"
A primeira vez que o termo "Palestina" foi alguma vez utilizado remonta ao tempo dos romanos, no 2º século d.C., quando Jerusalém já havia sido destruída, o Templo arrasado, a população de Jerusalém massacrada pelos romanos e o restante do povo judeu expulso da sua terra. Os romanos declararam nessa altura que Israel não existiria mais, afirmando ao mesmo tempo que a partir desse momento a terra passaria a ser conhecida como "Palestina", um nome cuja origem remonta aos filisteus, um povo conquistado pelos judeus séculos antes. Na época romana, o povo filisteu tinha simplesmente deixado de existir em todos os seus intentos e propósitos...
Mudando o nome da terra de Israel para "Palestina", os romanos acrescentaram ao insulto, a injúria contra os judeus. Dar o nome de uma terra segundo um povo que não existia mais, e que sempre tinha sido inimigo de Israel, foi a forma mais cruel de humilhar o povo judeu. 
Para além desse sacrilégio, os romanos também mudaram o nome de Jerusalém para "Aelia Capitolina", ainda que esse intento nunca conseguiu vingar.

NUNCA EXISTIU NENHUM ESTADO CHAMADO "PALESTINA"
"Palestina" é algo que nunca existiu em forma de estado, nem antes nem depois dos romanos. Após a expulsão dos judeus, a terra de Israel foi governada alternadamente pelos romanos, pelos muçulmanos e pelos cruzados "cristãos". Mais tarde vieram os turcos otomanos e o Império Britânico pós 1ª Guerra Mundial, embora que por um curto espaço de tempo. Os britânicos concordaram em restaurar pelo menos parte da terra para os judeus como pátria nacional judaica - em grande parte porque os árabes não tinham qualquer interesse na mesma. Naquela época aquela terra era um vasto deserto, e nada mais. Mesmo assim, para o povo judeu aquela terra nunca foi esquecida, devido à sua ligação histórica e ao significado bíblico que a mesma constitui para os judeus.

NÃO EXISTE NAÇÃO "PALESTINIANA"
Uma nação é definida pela sua cultura e língua próprias. Nunca existiu uma língua "palestiniana". Não existe uma cultura árabe-palestiniana distinta. Nunca existiu um terra chamada "Palestina" administrada por um governo "palestiniano"
Aquilo que hoje se pode definir como "palestinianos" são nada mais do que árabes que não se podem desassociar dos jordanos, dos sírios, dos libaneses, dos iraquianos, dos sauditas, etc.
Antes de 1948, quando alguém mencionava o termo "palestiniano", estava a referir-se aos judeus que viviam já naquela terra. Os árabes não gostavam de ser chamados de "palestinianos" por causa da associação do nome com os judeus que na altura já constituíam a maioria da população existente na terra à qual se dava o nome político de "Palestina." 

A INVENÇÃO MODERNA DO POVO "PALESTINIANO"
Foi só depois da Guerra dos Seis Dias em 1967, quando Israel conquistou a Judeia e a Samaria - que alguns preferem chamar "Margem ocidental", ou "Cisjordânia" - que os árabes, sob a liderança de Yasser Arafat, começaram a reinventar-se como uma "minoria oprimida de refugiados deslocados" auto-denominados como "palestinianos"
Essa "jogada" da esperteza propagandística do egípcio Yasser Arafat, treinado pela Rússia comunista, deu origem a uma luta assimétrica dos "palestinianos" até aos dias de hoje, numa luta para reivindicar uma terra que alegadamente lhes pertencia.
É interessante lembrar que os árabes controlam 99,9% de todas as terras do Médio Oriente. Israel representa apenas um décimo de 1% de todas aquelas terras!

"PALESTINIANOS" DE OUTRA TERRA...
Tal como a maioria dos "lutadores pela liberdade da Palestina" daquela época, Yasser Arafat era um egípcio. Eles não eram pessoas oriundas da "Palestina", deslocadas ilegalmente ou pela força das suas terras... Pelo contrário, mesmo até uma parte significativa da actual assim chamada "população palestiniana" é oriunda de outros estados árabes e de estados islâmicos não árabes...

TERRITÓRIOS CONQUISTADOS À JORDÂNIA, NÃO À "PALESTINA"
Quando Israel obteve uma estrondosa vitória contra as nações árabes que se juntaram para destruir o estado judaico em Junho de 1967, várias terras bíblicas foram reconquistadas por Israel à Jordânia, não a uma "Palestina" inexistente: a Judeia, a Samaria e Jerusalém oriental. 
Naquela altura ninguém chamou àqueles territórios "Palestina", afim de os reivindicar como parte de uma terra chamada "Palestina". Por quê? Porque simplesmente a "Palestina" como estado-nação nunca existiu!

GOLDA MEIR E YASSER ARAFAT
A mítica primeira-ministra israelita Golda Meir afirmou em certa ocasião que "nunca existiu um povo palestiniano." Desde essa altura que esta declaração tem sido motivo de troça e contestação por parte dos propagandistas árabes. Eles gostam de referir-se ao "racismo" de Golda Meir. Eles tentam alegar que ela produziu um negacionismo histórico, uma mentira intencional.
O que eles não gostam no entanto de falar é das afirmações em tudo semelhantes feitas por Yasser Arafat e pelo seu círculo interno de líderes políticos, anos depois de Golda Meir ter dito a verdade. 

"O POVO PALESTINIANO NÃO EXISTE" - AFIRMOU LÍDER DA OLP
Eis algumas das desconfortáveis e inconvenientes afirmações feitas por Arafat e seus párias:
- Em 31 de Março de 1977 o jornal holandês "Trouw" publicou uma entrevista com Zahir Muhsein - membro do comité executivo da OLP (Organização para a Libertação da Palestina, criada por Arafat). Eis o que ele disse na altura: "O povo palestiniano não existe. A criação de um estado palestiniano é apenas um meio de continuarmos a nossa luta armada contra o estado de Israel e pela nossa unidade árabe. Na realidade, não existem actualmente diferenças entre jordanos, palestinianos, sírios e libaneses. É só por razões políticas e tácticas que nós hoje falamos acerca da existência de um povo palestiniano, uma vez que os interesses nacionalistas árabes exigem que nós proponhamos a existência de um "povo palestiniano" distinto, como oposição ao sionismo. É por razões tácticas que a Jordânia - que é um estado soberano com fronteiras definidas - não pode reivindicar direitos sobre Haifa e Jaffa, enquanto que, como palestiniano, eu posso indubitavelmente exigir Haifa, Jaffa, Bersena e Jerusalém. 
No entanto, no momento em que reivindicarmos o nosso direito a toda a Palestina, não esperaremos nem um minuto para unificar a Palestina e a Jordânia."
Esta afirmação é ainda mais clara do que a de Golda Meir! O próprio Arafat confessou em 1993 que o argumento a favor do "estado palestiniano" foi criado para promover a destruição de Israel.
Isso aconteceu no exacto dia de 1993 em que Arafat assinou a Declaração de Princípios nos jardins da Casa Branca. Explicando as suas acções a uma estação de TV da Jordânia, o terrorista Arafat pronunciou as seguintes palavras: "Uma vez que não podemos derrotar Israel através da guerra, fá-lo-emos por etapas. Pegamos em todo e qualquer território que pudermos da Palestina, e estabelecemos ali um estado soberano, usando-o depois com trampolim para tomarmos mais terra. Quando chegar a altura, podemos conseguir que as nações árabes se juntem a nós afim de darmos o golpe final a Israel."

O GRANDE ENGANO
Não obstante o número de pessoas convencidas de que as aspirações por um estado palestiniano são genuínas e que são a chave para a paz no Médio Oriente, elas estão apenas a enganar-se a si próprias. 
Por que é que isso parece agora ser uma tão grande prioridade? Vejamos o que está a acontecer actualmente: uma gigantesca campanha de desinformação acoplada a um interminável terrorismo que têm durado desde os últimos quase 50 anos. É tempo demais, e muitos esqueceram-se da verdade, não a querem anunciada, ou nunca até a souberam.

A SOLUÇÃO ESTÁ NAS MÃOS DOS ÁRABES
Qual será então a solução para se conseguir a paz entre israelitas e "palestinianos"? O reconhecimento fundamental do facto de os assim chamados "palestinianos" não estarem de forma alguma desassociados dos outros árabes no Médio Oriente. Árabes esses que controlam 99,9 % das terras de toda aquela região, constituindo 22 nações árabes.
Será que os árabes precisam de mais um país? Será que necessitam mesmo de mais terra? 
Será que alguém com o juízo no seu devido lugar alguma vez acredita que ao aniquilar o único estado judaico do mundo e a única verdadeira nação livre do Médio Oriente se irá conseguir a paz?

Shalom, Israel!