quarta-feira, novembro 02, 2011

"TEMOS O DIREITO A CONSTRUIR NA NOSSA CAPITAL ETERNA"



Numa cerimónia evocativa do 10º aniversário da morte do antigo ministro do Turismo, Rehavam "Gandi" Ze'evi realizada esta manhã, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu enfatizou o direito de Israel a construir e expandir uma Jerusalém indivisível.
Falando ao plenário do Knesset (parlamento), o primeiro-ministro explicou que "a vida de Ze'evi começou em Jerusalém e terminou em Jerusalém. Assim era Gandi - um homem de Jerusalém".
"Todos quantos amam Jerusalém deviam aprender de Gandi." - afirmou Netanyahu - "Temos de proteger a sua unidade, parar aqueles que querem reescrever a sua história e lembrar ao mundo vez após vez que Jerusalém nunca foi a capital de nenhuma outra nação".


"Durante milhares de anos em exílio, o povo judeu orava para voltar a Jerusalém." - relembrou o primeiro-ministro, citando ainda o Salmo: "Se Eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, que se me seque a Minha mão direita".
Netanyahu apelou a Israel para que "sempre se lembre que a obra de fortalecer e desenvolver Jerusalém nunca terminará. Esta é a nossa responsabilidade histórica e nacional".
"Nós temos o direito a construir na nossa eterna capital."
- asseverou Netanyahu - "É o nosso direito e responsabilidade para esta geração e para a próxima".
Netanyahu reafirmou esta posição após o encontro de ontem com 8 dos mais importantes ministros do governo de Jerusalém em que foram debatidas as respostas a dar à aceitação da "palestina" como estado de pleno direito na UNESCO.
Após esta importante reunião de ontem, Netanyahu instruiu o governo para apressar a construção de cerca de 2.000 novas habitações em Jerusalém, Gush Etzion e Ma'ale Adumin - tudo áreas que ele afirmou continuarem permanecendo dentro de território de Israel como parte de algum futuro acordo com os palestinianos.  

São estas medidas, juntamente com o adiamento da transferência de fundos para a Autoridade Palestiniana que os inimigos de Israel precisam de entender como aviso de que Israel não está disposto a negociar o seu direito à existência numa Terra que nunca pertenceu a nenhum outro estado a não ser o de Israel, desde há 3 mil anos, e do qual o seu povo se ausentou, não por vontade própria, mas pela força e violência dos seus opressores (babilónios e romanos) a quem Deus condenou, ao mesmo tempo que prometeu que traria de volta o Seu povo à Sua Terra, a Terra da Promessa.
Shalom, Israel!

1 comentário:

David Levy disse...

É precisamente por entender que Jerusalém é a capital de Israel e que Israel pode construir onde quiser, que não percebo por que motivo é que o Governo israelita anuncia construções. Não percebo o motivo de se anunciar uma coisa que é natural. Vê mais algum governo fazer isso? Construam e deixem-se anúncios.