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quarta-feira, junho 12, 2024

O HAMAS NÃO QUER A PAZ. PREFERE VER O SEU PRÓPRIO POVO A SOFRER...E A MORRER!


Esperava-se uma resposta positiva do grupo terrorista à proposta norte-americana para um cessar fogo, aceite por Israel e votada a favor pelo Conselho de Segurança da ONU, com 14 votos a favor e apenas uma abstenção, a da Rússia. Mas o Hamas prefere a guerra, não se importando nada com o sofrimento do povo que diz querer defender e proteger. São verdadeiros criminosos e genocidas, ainda que para a opinião pública mundial Israel seja o verdadeiro genocida...

No final do seu 8º périplo pelo Médio Oriente desde o início do conflito em Gaza, o secretário de estado norte-americano Antony Blinken criticou a resposta do Hamas à proposta da troca de reféns israelitas por prisioneiros palestinianos, alegando que a mesma inclui condições que não são "trabalháveis".

"O Hamas propôs numerosas alterações à proposta que estava em cima da mesa...Algumas das mudanças podem ser trabalhadas, outras não" - afirmou Blinken durante a conferência de imprensa com o primeiro-ministro do Catar Mohammed bin Abdulrahman Al Thani, em Doha. 

"Estava em cima da mesa um acordo que era virtualmente idêntico à proposta feita pelo Hamas no dia 6 de Maio - um acordo que tinha o respaldo do mundo inteiro e que Israel tinha aceite."

"O Hamas podia ter respondido com uma simples palavra: 'sim'. Em vez disso, o Hamas esperou quase duas semanas e então veio propor mais mudanças num número que vai para além das posições que tinha previamente aceite" - afirmou Blinken.

"Como resultado disso, a guerra - que o Hamas iniciou em 7 de Outubro com o ataque bárbaro contra Israel e os cidadãos israelitas - irá continuar. Mais pessoas irão sofrer, mais palestinianos irão sofrer, mais israelitas irão sofrer."

"Mas nos próximos dias tentaremos avançar com os nossos parceiros a passos urgentes, com o Catar e com o Egipto, tentar fechar esse acordo. Porque sabemos que é do interesse dos israelitas, dos palestinianos, da região, na verdade, do mundo inteiro."

"Em alguma altura numa negociação - e isto anda para trás e para a frente desde há muito tempo - chegamos a um ponto em que se uma das partes continuar a alterar as suas exigências, incluindo fazer exigências e insistir em mudanças em coisas que já tinham antes aprovado, temos de questionar se eles estão ou não a proceder em boa fé."

"Estamos determinados em tentar tapar os buracos, e acredito que tal será possível. Mas isso não garante que vá acontecer."

"É tempo de parar de pechinchar e de dar início a um cessar fogo" - insistiu Blinken, acrescentando: "Pode ser que o Hamas continue a dizer 'não'. Ficará então claro para toda a gente no mundo inteiro que é culpa deles e que terão decidido continuar a guerra que eles próprios iniciaram."

É importante que as pessoas de bem entendam onde está o problema e a culpa de toda esta situação. A crueldade destes terroristas palestinianos é tão grande, que para eles de facto a perda de vidas inocentes é até um valor acrescentado, uma vez que estão apercebidos da forma em como as imagens de sofrimento transmitidas pelos media causa um impacto negativo contra Israel, pelo que é uma arma ignóbil e condenável que serve perfeitamente os interesses daqueles para quem a vida nada vale...

Shalom, Israel!

terça-feira, abril 09, 2024

"A BOLA ESTÁ DO LADO DO HAMAS" - AFIRMOU ANTONY BLINKEN, REFERINDO AO ACORDO DE CESSAR FOGO


É mais que sabido que o entrave ao acordo que permita a libertação dos reféns e o cessar fogo temporário é da inteira responsabilidade do Hamas. Pare esse grupo terrorista, é conveniente que morram mais civis palestinianos para que o mundo se volte cada vez mais contra Israel, tal como tem acontecido. Pare esses monstros as vidas humanas não têm valor, mesmo tratando-se do seu próprio povo. De facto para eles os fins justificam os meios. Sempre que Israel vai cedendo mais um pouco nestas tentativas de acordos, o Hamas sempre bloqueia, e estas presentes conversações, apesar de alguns pequenos sinais de esperança, não deverão mais uma vez conseguir algum sucesso. 

Para além de Israel, os EUA também encaram com muita seriedade esta questão, e alguns dos seus representantes têm-se esforçado para que se consiga um acordo, andando de um lado para o outro, como tem sido o caso particular do secretário de estado norte-americano Antony Blinken.

Blinken afirmou agora que foi (mais uma vez) apresentada ao Hamas "uma oferta muito séria" de tréguas e de libertação de reféns que "deveria ser aceite."

"O Hamas poderia acabar com tudo isto imediatamente e obter um cessar fogo que beneficiaria o povo de Gaza e levaria os reféns para casa. O facto de continuar a não dizer 'sim' é um reflexo daquilo que realmente pensa sobre o povo de Gaza, que de facto não é muito" - declarou Blinken numa conferência de imprensa em Washington ao lado do ministro inglês David Cameron. 

"O Hamas tem agora uma oportunidade para concordar com uma proposta de cessar fogo e libertação de reféns. A bola está no campo do Hamas. O mundo está a observar para ver o que eles irão fazer" - acrescentou Blinkem.

"Tanta da revolta e da ira estão direccionados para Israel por causa do sofrimento da população civil de Gaza, mas alguma dessa revolta e ira também precisa de ser dirigida ao Hamas. É para mim espantoso ver o mundo com um silêncio ensurdecedor quando se trata do Hamas."

"Não estaríamos onde estamos hoje se o Hamas não decidisse envolver-se num dos mais horrorosos actos de terrorismo em 7 de Outubro e tendo-o feito, recusarem-se durante meses a deixarem de se esconder atrás de civis, baixar as suas armas. libertar os reféns e renderem-se. Onde é que está a revolta por isso?"

Shalom, Israel!

segunda-feira, outubro 16, 2023

ISRAEL IDENTIFICOU 199 REFÉNS DO HAMAS NA FAIXA DE GAZA


Israel tem sistematicamente estado a prolongar o prazo para que os habitantes do Norte de Gaza possam sair para a região do Sul, tendo inclusivamente já restabelecido o fornecimento de água ao enclave. 

REUNIÃO DE EMERGÊNCIA DOS LÍDERES EUROPEUS

Preocupados pelo desenrolar dos acontecimentos e possíveis consequências a nível de refugiados, os líderes europeus vão reunir-se virtualmente para abordar a corrente situação. 

ANTONY BLINKEN REGRESSA A ISRAEL

O secretário de estado norte-americano, de volta do seu périplo por 6 países árabes do Médio Oriente, está novamente em Israel para conversações com o primeiro-ministro Netanyahu na capital Jerusalém. 

ATAQUES DO HEZBOLLAH E RESPOSTA ISRAELITA

O movimento terrorista Hezbollah continua com ataques contra o Norte de Israel, levando o estado judaico a ordenar a evacuação de 28 povoações fronteiriças, tendo no entanto avisado o grupo para as consequências da continuidade destas provocações: "O Hezzbollah levou ontem a cabo uma série de ataques, tentando dessa forma desviar a atenção dos nossos esforços operacionais em Gaza. Tudo isso sob a alçada do Irão, ao mesmo tempo que pondo em risco o estado do Líbano e seus habitantes" - afirmou um porta-voz das FDI, acrescentando: "Aumentámos as nossas forças na fronteira Norte e responderemos agressivamente a qualquer actividade contra nós. Se o Hezbollah nos puser à prova, a reacção será mortal. Os Estados Unidos estão-nos a dar apoio total."

CESSAR FOGO DESMENTIDO

Tanto Israel como os terroristas do Hamas negam qualquer situação de cessar-fogo. O Hamas continua a lançar rockets contra as povoações israelitas a Norte da Faixa de Gaza. 

As FDI continuam a acusar o Hamas de impedir os residentes da zona Norte de Gaza de evacuarem a região, "comprovando mais uma vez a crueldade do movimento."

360 PALESTINIANOS DETIDOS EM ISRAEL



As FDI informaram entretanto ter detido na Judeia e Samaria desde o início da guerra 360 palestinianos, dos quais 210 são membros do Hamas. Para além dos indivíduos detidos, as FDI também arrestou diverso armamento na posse dos mesmos. 

REUNIÃO DO GABINETE DE SEGURANÇA ESTA NOITE, EM TEL AVIV

Está marcada para as 20 horas locais uma reunião do gabinete de segurança no quartel-general das FDI em Tel Aviv, com a presença do próprio primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Esta reunião terá lugar numa altura em que se espera para breve uma intervenção militar terrestre da FDI na Faixa de Gaza. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, setembro 17, 2021

EUA QUEREM FOMENTAR MAIS ACORDOS ENTRE PAÍSES ÁRABES E ISRAEL

Num encontro virtual realizado hoje com vários líderes árabes para assinalar o 1º aniversário da assinatura dos "Acordos de Abraão", na Casa Branca, em Washington, o secretário de estado da actual administração norte-americana Antony Blinken prometeu esforçar-se para encorajar mais países árabes a normalizarem as suas relações com Israel.

Este evento reuniu virtualmente Blinken com os seus pares de Israel, Emirados Árabes Unidos, Barhein e Marrocos, e foi a maior continuidade desta presente administração Biden aos "Acordos de Abraão" encetados pelo ex-presidente Donald Trump e que constituíram o maior sucesso da sua administração.

Nesta reunião de hoje, Blinken aplaudiu os benefícios diplomáticos e económicos dos acordos, afirmando: "Esta administração continuará a construir sobre os esforços bem sucedidos da última administração de forma a permitir que a normalização avance."

O secretário norte-americano afirmou que a sua administração irá aprofundar as relações com os países árabes já "amigos" de Israel, bem como com o Sudão, que também estabeleceu relações com Israel no ano passado, prometendo também fortalecer a relação entre Israel e os seus vizinhos Egipto e Jordânia. Para além desses países, Blinken disse que Washington irá encorajar mais países a seguirem esses exemplos: "Queremos alargar o círculo da diplomacia de paz."

Yair Lapid, ministro israelita para as Relações Exteriores, confirmou por seu lado as afirmações de Blinken, concordando com as mesmas: "Este clube dos Acordos de Abraão está também aberto a novos membros." Lapid anunciou ainda a sua intenção de visitar o Barhein no fim deste mês, naquela que será a primeira visita oficial de um líder israelita àquele país do Golfo Pérsico.

Shalom, Israel!

terça-feira, maio 25, 2021

SECRETÁRIO DE ESTADO NORTE-AMERICANO VISITA ISRAEL E PROMETE AJUDA A GAZA, MAS NÃO AO HAMAS

De visita a Israel, o diplomata norte-americano Antony Blinken, em representação da administração norte-americana, encontrou-se esta manhã na capital Jerusalém com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, afirmando-lhe o "compromisso pessoal" do presidente Joe Biden com a segurança de Israel e disse que os EUA terão um papel de liderança na "urgente reconstrução humanitária" de Gaza, de forma a assegurar um melhor futuro para todas as partes.

"Os líderes em ambas as partes precisam de dar passos para estabelecer um melhor rumo par ao seu futuro partilhado" - afirmou o diplomata, que iniciou em Jerusalém a sua ronda de visitas na região, passando esta tarde por Ramalá para visitar o presidente da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas, dirigindo-se depois para a Jordânia e o Egipto, num esforço para que seja mantido e reforçado o cessar fogo e o lançamento do esforço de reconstrução de Gaza.

"O presidente Biden pediu que eu viesse aqui hoje por quatro razões: Primeiro, para demonstrar o compromisso dos Estados Unidos com a segurança de Israel, para começar a trabalhar na direcção de uma maior estabilidade e redução de tensões na Margem Ocidental e Jerusalém, apoiar a urgente assistência humanitária na reconstrução em Gaza, e continuar a reconstruir a nossa relação com o povo palestiniano e com a Autoridade Palestiniana" - afirmou Blinken.

O diplomata norte-americano afirmou ainda que os EUA irão trabalhar com os seus parceiros "para assegurar que o Hamas não beneficie da assistência para a reconstrução."

A ver vamos. Confiar nos palestinianos é sempre um risco, e duvido sinceramente que de todos os muitos milhões que vão ser enviados para Gaza, alguns não vão parar às mãos do grupo terrorista...

Shalom, Israel!