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segunda-feira, março 05, 2018

TRUMP PODERÁ VISITAR JERUSALÉM PARA A ABERTURA DA EMBAIXADA EM MAIO

Uma das pretensões do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu na sua visita a Washington hoje iniciada, era convidar o presidente norte-americano Donald Trump a estar na capital de Israel - Jerusalém - para a inauguração da nova embaixada norte-americana, anunciada para abrir em 14 de Maio próximo para a comemoração dos 70 anos de Israel.

Hoje mesmo, durante o encontro entre os dois líderes e esposas na Casa Branca, Trump referiu-se a essa possibilidade, informando ainda que o novo edifício para a embaixada em Jerusalém será construído "muito rapidamente."
E acrescentando ainda sobre o seu desejo de visitar Israel, Donald Trump afirmou: "Israel é muito especial para mim. País especial. Povo especial."

COMO O REI CIRO
Netanyahu aproveitou a visita para agradecer ao presidente Trump o seu anúncio da mudança da embaixada para Jerusalém em Maio próximo: "Esta é a primeira vez que nos encontramos em Washington, a capital americana, desde que o sr. declarou Jerusalém como capital de Israel. Essa é uma declaração histórica."
Netanyahu compara Trump a Ciro, o rei persa que permitiu que os judeus retornassem a Jerusalém e reconstruíssem o Templo. Ao Lorde Balfour, cuja declaração deu o suporte do Reino Unido a um estado judaico na Terra de Israel. E a Harry Truman, o presidente norte-americano que reconheceu o estado de Israel."
"Nós o lembraremos, Donald J. Trump, por ter reconhecido Jerusalém como capital de Israel."

Shalom, Israel!

terça-feira, dezembro 05, 2017

DITADOR TURCO ERDOGAN AMEAÇA ROMPER RELAÇÕES COM ISRAEL CASO TRUMP RECONHEÇA JERUSALÉM COMO SUA CAPITAL

Os ditadores gostam de desviar a atenção das brutalidades que cometem nos seus países, apontando a mira para outros alvos, normalmente transformando-os em "bodes expiatórios" dos seus próprios crimes.
E o presidente turco não podia ficar atrás: mais uma vez vem fazer do estado soberano de Israel o alvo do seu ódio. Como se já não bastasse o seu lamentável e condenável comportamento quando da "flotilha" que tentou entrar abusivamente em águas territoriais de Israel, Erdogan vem agora ameaçar Israel com retaliações, que podem passar até pelo corte de relações políticas, caso Jerusalém seja reconhecida como capital do estado soberano judaico. 
Um porta-voz do presidente palestiniano Mahmoud Abbas também ameaçou que a liderança palestiniana poderia interromper as relações com os seus pares norte-americanos, caso o reconhecimento fosse feito pelo presidente Trump. Até seria bom que tal acontecesse, para que os EUA deixasse de injectar dinheiro e outras ajudas na economia palestiniana...

ISRAEL REAGE...
Diplomatas israelitas reagiram de imediato à ameaça do ditador turco através de uma simples e clara declaração: "Jerusalém tem sido a capital do povo judeu há mais de 3.000 anos e a capital do estado de Israel há 70 anos, quer Erdogan o reconheça ou não."

A PRESSÃO AUMENTA SOBRE TRUMP
Desde a União Europeia à Arábia Saudita, há uma cada vez maior oposição mundial à decisão de Trump em reconhecer Jerusalém como capital do estado de Israel. É interessante que Israel é o único país do mundo cujas decisões têm de ser determinadas pelos outros países...
Deus queira que Trump tenha a coragem de apressar o desenrolar da História, tomando a mais que justa e tardia decisão de reconhecer de uma vez por todas o direito de Israel a decidir qual e onde é a sua capital.

Shalom, Israel!


segunda-feira, dezembro 04, 2017

57 NAÇÕES ISLÂMICAS CONVOCAM CIMEIRA DE EMERGÊNCIA PREVENDO O RECONHECIMENTO DE JERUSALÉM COMO CAPITAL DE ISRAEL POR DONALD TRUMP

Jerusalém torna-se cada vez mais uma "pedra pesada". Já assim foi profetizado há 2.500 anos.
O polémico anúncio de que Trump irá nesta próxima Quarta-Feira confirmar o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel está a gerar enormes ondas de contestação e até de ameaças de uma nova Intifada.
A "Organização da Cooperação Islâmica" acabou de convocar as 57 nações muçulmanas que fazem parte da organização para uma cimeira, caso o presidente norte-americano acabe por anunciar o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.
Nesta próxima Quarta-Feira o presidente norte-americano tem diante de si este dilema, e, apesar de o ter anunciado na sua campanha eleitoral, a oposição interna e externa a tal decisão cresce de minuto a minuto, prevendo-se um aumento da violência em Israel caso o reconhecimento se confirme.
Os 57 países membros da organização muçulmana irão esta noite reunir-se de emergência em Jeddah, na Arábia Saudita: "Se os Estados Unidos derem o passo de reconhecerem Jerusalém como a assim-chamada capital de Israel, recomendamos unanimemente a convocação de uma reunião ao nível de conselho de ministros dos Negócios Estrangeiros, seguida de uma cimeira islâmica o mais rapidamente possível."
A "OCI" alertaram também que o reconhecimento de Jerusalém ou o estabelecimento de qualquer missão diplomática na cidade em disputa será visto como "um claro ataque contra as nações árabes e islâmicas."

ABBAS APELA À MOBILIZAÇÃO GERAL
O movimento Fatah associado ao líder palestiniano Mahmoud Abbas apelou entretanto a uma mobilização geral dos palestinianos no caso de Trump reconhecer Jerusalém como capital de Israel.
O governo turco alertou entretanto o presidente norte-americano para não dar o anunciado passo, prevendo que a acontecer, tal decisão iria gerar "um desastre."

Passo a passo, o anunciado está tomando o lugar no plano profético...

Shalom, Israel!