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sexta-feira, março 11, 2022

TURQUIA VAI DEVOLVER A JERUSALÉM IMPORTANTÍSSIMA PEÇA ARQUEOLÓGICA LIGADA À BÍBLIA

A Turquia concordou em devolver a Israel uma antiquíssima peça com um registo retirado de Jerusalém e que até agora tem estado patente no Museu Arqueológico de Istambul. Este é um dos mais importantes registos escritos hebraicos antigos até agora conhecidos.

Este gesto muito simpático é fruto do recente estreitamento das relações entre a Turquia e Israel e o assunto foi debatido durante a visita do presidente israelita Isaac Herzog à capital turca ocorrida esta semana.

INSCRIÇÃO DE SILOÉ

Desde há muito que Israel tem lutado para conseguir a devolução desta tão importante peça arqueológica conhecida como "Inscrição de Siloé", e que constitui uma peça com um texto hebraico de há 2.700 anos e que dá um grande e concreto suporte histórico ao relato bíblico da construção de um túnel que trazia a água desde o tanque de Siloé até à Cidade de David, abaixo da parte Sul do Monte do Templo e que é da época do rei judeu Ezequias. 

Sabe-se que em troca Israel prometeu oferecer à Turquia uma peça de grande valor histórico e significado religioso actualmente depositada num museu israelita, julgando tratar-se de um antigo candelabro dos dias do império otomano. 

Esta inscrição com seis linhas em paleo-hebraico encontrada afixada numa das paredes do túnel descreve como os escavadores que, trabalhando a partir de pontos opostos do túnel chamavam uns pelos outros ao chegarem ao quase término da obra que ainda hoje se pode visitar dentro do parque arqueológico da Cidade de David. A construção do túnel encontra-se registada nos livros bíblicos dos Reis e das Crónicas dos Reis de Israel. 

A inscrição contém as seguintes frases: "...esta é a história do túnel, enquanto (os escavadores lavantaram) as suas ferramentas na direcção dos seus colegas, e quando restavam (escavar) três cúbicos, ouviu-se a voz de um homem chamando o seu companheiro (por) haver uma (rachadela?) na parede, à direita e à esquerda. E, no dia do rompimento (final), os cortadores de pedra encostaram-se cada um ao seu colega, picareta contra picareta e a água correu da fonte por 1.200 cúbicos e 100 cúbicos era a altura da rocha, por cima da cabeça dos escavadores..."

VÁRIAS TENTATIVAS DEPOIS...

Israel tentou por diversas vezes reaver esta tão importante peça arqueológica, mas sempre encontrou resistência por parte da Turquia, que sempre alegava que ela pertencia ao império turco otomano, pelo que pertencia a Ancara. O império turco otomano regeu sobre Jerusalém e uma grande parte do Médio Oriente entre 1516 e 1917, ano em que foi derrotado pelas forças britânicas durante a 1 Guerra Mundial.

Esta atitude positiva do governo de Ancara é um claro sinal de que os dois países se encaminham para um estreitamento das relações.

Shalom, Israel!

terça-feira, dezembro 05, 2017

DITADOR TURCO ERDOGAN AMEAÇA ROMPER RELAÇÕES COM ISRAEL CASO TRUMP RECONHEÇA JERUSALÉM COMO SUA CAPITAL

Os ditadores gostam de desviar a atenção das brutalidades que cometem nos seus países, apontando a mira para outros alvos, normalmente transformando-os em "bodes expiatórios" dos seus próprios crimes.
E o presidente turco não podia ficar atrás: mais uma vez vem fazer do estado soberano de Israel o alvo do seu ódio. Como se já não bastasse o seu lamentável e condenável comportamento quando da "flotilha" que tentou entrar abusivamente em águas territoriais de Israel, Erdogan vem agora ameaçar Israel com retaliações, que podem passar até pelo corte de relações políticas, caso Jerusalém seja reconhecida como capital do estado soberano judaico. 
Um porta-voz do presidente palestiniano Mahmoud Abbas também ameaçou que a liderança palestiniana poderia interromper as relações com os seus pares norte-americanos, caso o reconhecimento fosse feito pelo presidente Trump. Até seria bom que tal acontecesse, para que os EUA deixasse de injectar dinheiro e outras ajudas na economia palestiniana...

ISRAEL REAGE...
Diplomatas israelitas reagiram de imediato à ameaça do ditador turco através de uma simples e clara declaração: "Jerusalém tem sido a capital do povo judeu há mais de 3.000 anos e a capital do estado de Israel há 70 anos, quer Erdogan o reconheça ou não."

A PRESSÃO AUMENTA SOBRE TRUMP
Desde a União Europeia à Arábia Saudita, há uma cada vez maior oposição mundial à decisão de Trump em reconhecer Jerusalém como capital do estado de Israel. É interessante que Israel é o único país do mundo cujas decisões têm de ser determinadas pelos outros países...
Deus queira que Trump tenha a coragem de apressar o desenrolar da História, tomando a mais que justa e tardia decisão de reconhecer de uma vez por todas o direito de Israel a decidir qual e onde é a sua capital.

Shalom, Israel!


terça-feira, maio 09, 2017

"NÃO NOS VENHA PREGAR MORALIDADE!" - RECADO DE ISRAEL AO DITADOR TURCO ERDOGAN

Israel respondeu prontamente às provocações do ditador turco Erdogan, dizendo-lhe que não deveria estar a criticar a única democracia no Médio Oriente, quando ele próprio viola os direitos humanos no seu próprio país.
A resposta à provocação do presidente turco foi directa e incisiva: "Quem sistematicamente viola os direitos humanos no seu próprio país não deveria estar a pregar moralidade à única verdadeira democracia na região. Israel adere estritamente à total liberdade de culto para judeus, muçulmanos e cristãos - e continuará a fazê-lo, apesar desta calúnia infundada" - alegou o Ministério das Relações Exteriores de Israel.
O presidente turco tinha caluniado Israel por causa da proposta de lei "Muzzen" -  uma lei que tenta regulamentar o volume sonoro dos apelos muçulmanos à oração em horas de descanso - e convocou os muçulmanos do mundo inteiro para subirem ao Monte do Templo, demonstrando solidariedade para com os árabes palestinianos, e para protestarem contra aquilo que ele denominou de violações dos direitos humanos por parte de Israel. 
Para além desta intromissão nos assuntos internos de Israel, o ditador Erdogan apelou ainda aos EUA para cessar todas as discussões sobre a possibilidade da mudança da embaixada norte-americana para Jerusalém: "Os debates sobre a possibilidade de os Estados Unidos deslocarem a sua embaixada para Jerusalém estão completamente errados e deviam ser claramente retirados da agenda."

O presidente turco já ontem se tinha reunido com o primeiro-ministro palestiniano Rami Hamdallah, com o qual abordou formas de "se defenderem contra a judaização de Jerusalém." Os dois líderes muçulmanos atribuíram também a instabilidade na região às "violações de Israel" e fizeram planos para juntos cooperarem contra as alegadas violações.

Shalom, Israel!


sexta-feira, setembro 02, 2011

TURQUIA EXPULSA EMBAIXADOR DE ISRAEL

As relações entre a Turquia e Israel andam definitivamente azedas. A exigência e ultimado feito por Ancara para que Israel "peça desculpas" pelo incidente com o barco turco Marmara, em Maio do ano passado, e a consequente e óbvia recusa por parte de Israel levaram a que o governo turco expulsasse o embaixador de Israel em Ancara e baixasse o nível das relações comerciais entre a Turquia e Israel. Foram ainda suspensos os acordos comerciais e militares.
As tensões já andavam "quentes", mas a decisão de expulsar o representante de Israel na Turquia é grave, uma vez que a Turquia é um imenso país muçulmano, até certo ponto moderado, e com quem Israel mantinha até há bem pouco tempo excelentes relações comerciais, diplomáticas e até militares.
O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Davutoglu, informou que as relações diplomáticas com Israel seriam reduzidas ao nível secundário. Por isso, todo o pessoal israelita acima desse nível terá de abandonar a Turquia.
Esta decisão turca é fruto da revolta face à divulgação recente do relatório Palmer da ONU sobre o raid israelita ao barco turco, defendendo o direito de Israel a fazer um bloqueio naval a Gaza. Os turcos apelidam-no como "inaceitável", acrescentando que "era tempo de Israel pagar o preço":
"Israel não está acima da lei. O preço mais elevado que poderá pagar é a perda da nossa amizade" - acrescentou o ministro turco.
Logo após o raid marítimo a Turquia tinha retirado o seu embaixador de Israel.
Davutoglu afirmou que Ancara responsabiliza o governo israelita pela situação, e que a Turquia não irá rever a sua posição nesta matéria até que Israel reconsidere a sua responsabilidade no incidente da flotilha. E acrescentou que apesar das conclusões do relatório Palmer, a Turquia não reconhece a legalidade do bloqueio israelita a Gaza.
Israel mantém-se firme na sua decisão de não prestar à Turquia um pedido oficial de desculpas, apesar do ultimato turco. Apesar de Israel estar consciente das implicações da sua decisão de não emitir um pedido de desculpas, continua a afirmar claramente: "não podemos conduzir-nos na base de ultimatos".Uma fonte governamental israelita estima que conquanto o governo turco possa dar passos contra Israel e não devolver o seu embaixador a Jerusalém, Ancara não deverá romper os seus laços com Israel: "O rompimento de laços vai contra os interesses estratégicos da Turquia" - afirma-se numa declaração - "uma vez que eles (os turcos) querem envolver-se numa política de mediação entre todos".
Fontes em Jerusalém confirmam que o relatório da ONU demonstra que as acções de Israel não violaram a lei internacional, acrescentando que Israel espera que a Turquia e Israel possam agora "regressar à cooperação que já foi uma pedra angular da estabilidade regional".
Mas para nós, estudantes das profecias bíblicas, e como já anteriormente expressámos neste blog, este rompimento das relações entre a Turquia e Israel é "necessário" para o enquadramento final das nações que se voltarão militarmente contra Israel, conforme as profecias revelam em Ezequiel 38 e 39.
A Turquia actual é a antiga TOGARMA, mencionada em Ezequiel como um dos povos que invadirá Israel nos "últimos dias". Mas isto será para desgraça da Turquia, que Deus obviamente não deixará de punir, não só pela loucura que dela se apoderará nessa altura, mas também pelos males e terríveis sofrimentos causados à Terra de Israel e aos judeus durante a sua ocupação da Terra Santa durante o império otomano.
Shalom, Israel!