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sábado, julho 20, 2019

"OS EUROPEUS SÓ VÃO ACORDAR QUANDO UMA BOMBA NUCLEAR IRANIANA LHES CAIR EM CIMA" - LAMENTOU NETANYAHU SOBRE O ACTUAL IMPASSE EUROPEU EM RELAÇÃO AO ACORDO NUCLEAR COM O IRÃO

Cansado de tanta demagogia dos líderes europeus - obviamente mais interessados no petróleo iraniano do que na protecção dos israelitas - o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu criticou os responsáveis europeus que tentam tudo por tudo para salvar o acordo nuclear assinado em 2015 com o Irão.
Netanyahu comparou a actual política europeia para com o Irão com a política de apaziguamento adoptada pela Europa para com a Alemanha nazi dos anos 30, acrescentando que a Europa só iria acordar quando uma bomba nuclear iraniana lhes cair em cima. 
"A reacção europeia às violações iranianas" do acordo nuclear - afirmou Netanyahu - "são reminiscentes da política europeia de apaziguamento dos anos 1930. Naquela altura, também, havia aqueles que escondiam a cabeça na areia e que não viam o crescente perigo."
"Parece que na Europa há pessoas que não irão acordar até que uma bomba nuclear iraniana caia em solo europeu" - gracejou Netanyahu, acrescentando: "Mas então será demasiado tarde."
"De qualquer forma" - adiantou o primeiro-ministro - "faremos tudo para impedir que o Irão consiga uma arma nuclear."
O co-líder do partido "Azul e Branco" Benny Gantz - adversário centrista de Netanyahu nas próximas eleições - também se pronunciou sobre o assunto, afirmando: "Nesta noite é importante lembrarmos aos nossos amigos na Europa que o Irão é um problema global que ameaça a paz mundial."
E acrescentou: "Nesta questão, não há políticas. Israel não pode permitir que o Irão tenha capacidade nuclear. E vocês também não."
Os ministros das relações exteriores dos países europeus reuniram-se em Bruxelas na passada Segunda-Feira num último esforço para salvar o acordo, após o Irão ter deliberadamente violado os limites do enriquecimento do urânio.
O secretário de estado britânico para os assuntos externos afirmou entretanto que "o Irão ainda está a um ano de conseguir uma bomba nuclear. Apesar de se ir fechando aos poucos, há ainda uma pequena janela para se manter o acordo vivo."
A ministra das relações externas da União Europeia Federica Mogherini expressou a sua dedicação ao acordo, com as seguintes palavras: "O acordo evitou que o Irão desenvolvesse uma arma nuclear, e hoje toda a gente reconhece que não há outra alternativa."

Como reza o ditado: "Não pior cego que aquele que não quer ver"...

Shalom, Israel!

quarta-feira, abril 17, 2019

EUROPA REJEITA SOBERANIA DE ISRAEL SOBRE O SEU PRÓPRIO TERRITÓRIO

A Europa dos 27 nunca se consegue desprender dos seus velhos preconceitos em relação a Israel e seu mais que justo direito de exercer soberania sobre o seu próprio território. 
Em rota de colisão com as decisões corajosas da administração norte-americana em reconhecer a soberania do estado de Israel sobre os bíblicos Montes Golan e o previsível reconhecimento do mesmo em relação à Judeia e Samaria, a União Europeia, sempre perseguindo os grandes interesses petrolíferos e não querendo perder as amizades com os parceiros árabes, decide mais uma vez pela falta de bom senso e pelo desrespeito às decisões soberanas de um estado de direito, como é o caso de Israel, a única verdadeira democracia no Médio Oriente.
A líder das Relações Exteriores da Europa, a italiana Federica Mogherini, veio novamente ontem, no parlamento europeu, pregar mais um prego no caixão em que a Europa se vai enfiando cada vez mais, numa permanente cegueira e ostentação face à realidade do que é conviver lado a lado com povos muçulmanos imbuídos de uma só motivação: a completa erradicação do estado judeu. 
Indiferente ao que se passa no seu próprio território com a violência contra pessoas e bens perpetrada por bandos de cariz islâmico que se esforçam por combater a cultura ocidental fundamentada nos valores judaico-cristãos, a liderança europeia massacra Israel com as suas manifestações de anti-sionismo primário e incurável hipocrisia, mostrando uma falsa preocupação com a alegada violência que aos olhos europeus a "anexação" de territórios "disputados" poderá  despoletar, ao mesmo tempo que assina pactos de cooperação com o país que se tornou no ninho do terrorismo islâmico e seu apoio - refiro-me à República Islâmica do Irão - essa sim, uma preocupação que deveria ocupar a mente e as precauções dessa mesma liderança. Mas sobre o Irão e suas constantes ameaças à paz regional e mundial a Europa fica de bico calado...
Pudera, não vá a torneira do petróleo fechar-se...

"Se não houver uma solução 2 estados, então não haverá solução" - vociferou Mogherini, ontem, diante dos líderes europeus.
E a ministra europeia continuou a manifestar o seu desagrado: "Abandonar a solução 2 estados irá trazer maior caos, não só para a Terra Santa, mas para todo o Médio Oriente" - afirmou Mogherini, acrescentando: "O próximo escalar de violência em Israel e na Palestina poderá facilmente sair de controle, com trágicas consequências numa região tão instável como é hoje o Médio Oriente."
Não satisfeita com tão alegadas preocupações, Mogherini ainda foi mais longe: "Qualquer plano (para uma solução 2 estados) tem que ser baseada nas fronteiras anteriores a 1967, com trocas de terra mutuamente acordadas e o estatuto de Jerusalém como futura capital de 2 estados."
"A União Europeia não reconhece a soberania israelita sobre qualquer dos territórios ocupados por Israel desde Junho de 1967, em linha com a lei internacional e com as resoluções 242 e 497 do Conselho de Segurança da ONU."
E, não contente com os estragos já proferidos, a líder europeia fez questão de afirmar que o mesmo se aplica aos Montes Golan, cuja soberania foi recentemente reconhecida pela administração de Donald Trump. 
Segundo Mogherini, cinco dos países europeus com assento no Conselho de Segurança da ONU denunciaram claramente a medida tomada pelos EUA. São eles o Reino Unido, a França, a Alemanha, a Bélgica e a Polónia.

No entanto, quanto ao Irão e suas constantes ameaças, nem uma só palavra. Está tudo dito.

Shalom, Israel!


segunda-feira, dezembro 11, 2017

"O RECONHECIMENTO DA REALIDADE É A SUBSTÂNCIA DA PAZ, A BASE DA PAZ" - AFIRMOU ESTA MANHÃ NETANYAHU AO LÍDERES EUROPEUS

Num pequeno-almoço informal realizado esta manhã com os ministros dos negócios estrangeiros da União Europeia, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu elogiou o reconhecimento de Jerusalém como capital do estado de Israel pelo presidente norte-americano Donald Trump, acrescentando esperar ver os europeus a seguirem o exemplo.
Mesmo antes do pequeno-almoço, Netanyahu afirmou que esta decisão de Trump, 
condenada pelos palestinianos e pelos governos europeus, irá contribuir para a paz no Médio Oriente.
"Ela torna possível a paz, uma vez que o reconhecimento da realidade é a substância da paz, a base da paz" - afirmou aos repórteres, quando cumprimentava a chefe da diplomacia europeia, a romana Federica Mogherini.
E, conforme lhe é habitual, Netanyahu não fala com meias palavras, nem esconde segundas intenções: "É tempo de os palestinianos reconhecerem o estado judaico e também o facto de que ele tem uma capital. Ela chama-se Jerusalém."

E acrescentou: "Acredito que apesar de ainda não estarmos de acordo, é isso que irá acontecer no futuro. Acredito que todos, ou a maioria dos países europeus deslocarão as suas embaixadas para Jerusalém, reconhecerão Jerusalém como capital de Israel e se envolverão robustamente connosco para a segurança, prosperidade e paz."

A EUROPA EM DÍVIDA PARA COM ISRAEL
O líder israelita sublinhou as parcerias entre o seu país e Israel, lembrando que a troca de informações secretas tem permitido a prevenção de ataques terroristas na Europa, ao mesmo tempo que o papel que Israel exerce na segurança do Médio Oriente tem impedido o avanço do Daesh na região.
Netanyahu salientou ainda o contributo de Israel nas novas tecnologias. 

O DOENTIO ANTAGONISMO EUROPEU
Tal como é habitual nos governos europeus, o antagonismo às resoluções soberanas do estado de Israel é latente, especialmente no não reconhecimento das fronteiras estabelecidas pelo estado judaico depois da sua vitória na Guerra dos Seis Dias. A Europa teima em não reconhecer Jerusalém oriental, a Judeia e Samaria e os Montes Golan como parte integral do território de Israel. 
E o ministro sueco - um dos países mais anti-Israel de toda a Europa - apressou-se a dizer que não está a ver nenhum país europeu a seguir o exemplo dos EUA. 
Para Mogherini, a decisão norte-americana sobre Jerusalém "tem o potencial de nos fazer recuar para tempos ainda mais tenebrosos do que aqueles que estamos a viver hoje."
E, fazendo eco das pretensões europeias, voltou a insistir na utopia de 2 estados lado a lado partilhando a mesma capital, Jerusalém. 
Mas nem todos os 28 estão unidos nesta questão. Há pelo menos já 4 países que defendem uma maior relação com Israel: Grécia, Hungria, Lituânia e República Checa.

Shalom, Israel!



terça-feira, novembro 04, 2014

EUROPA QUER INTERVIR MAIS NO CONFLITO ENTRE ISRAELITAS E ÁRABES

FEDERICA COM NETANYAHU EM JULHO PASSADO
A alta representante europeia para os Negócios Estrangeiros e questões de Segurança, recém empossada nas suas funções, e já a preparar as malas para a sua primeira visita oficial a Israel, adiantou ontem numa entrevista a vários jornais europeus que espera ver "um estado palestiniano nos próximos 5 anos."
Federica Mogherini, uma italiana nascida em Roma e que sucede à polémica Catherine Ashton, comentou: "ficaria feliz se durante o meu mandato o estado palestiniano existisse."
Nesta sua primeira visita oficial como alta representante europeia, Federica escolheu visitar Israel e os territórios sob administração palestiniana, num claro sinal de que a Europa comunitária quer intervir cada vez no processo negocial para se obter a paz entre israelitas e árabes.
Durante a sua visita a Israel, a italiana que aos 16 anos já estudava política irá encontrar-se com o primeiro-ministro Netanyahu, com o ministro das Relações Exteriores Avigdor Liberman, com o presidente Reuven Rivlin, com o líder da oposição Isaac Herzog e com a responsável para as negociações de paz, a ministra da Justiça Tzipi Livni. Irá também viajar até Ramalá e Faixa de Gaza para se encontrar com líderes palestinianos.
Na sua entrevista aos periódicos europeus, a representante europeia esboçou um ideal para a política da União Europeia em relação ao conflito entre israelitas e árabes: "Quero delinear uma estratégia, uma visão e uma política comum, mas conheço os limites deste exercício. A questão do reconhecimento de um estado é da competência de cada estado membro."
"Mas seguramente tenciono usar o potencial político da União nesta região. É por isso que a minha primeira visita será a Israel e à Palestina no final desta semana. A acção europeia pode ser decisiva durante este momento importante, talvez o mais difícil que esta região jamais experimentou" - acrescentou a alta representante europeia.
Segundo ela, a Europa não pode continuar a ser um jogador sem participação no papel político. A Europa dos 28 tenciona assim adoptar uma abordagem regional alargada no Médio Oriente, visionando uma solução possível para o conflito israelo-palestiniano, numa reconciliação alargada do mundo árabe com o estado judaico.

Tudo boas intenções...

"Será de facto difícil garantir a segurança para este país (Israel) sem um quadro alargado que envolva países árabes. E um acordo global deste género iria facilitar a resolução da questão israelo-palestiniana" - acrescentou a ex-ministra romana.
Segundo Federica, "é importante que todos os 28 estados membros falem a uma só voz em relação ao Médio Oriente, sendo que a primeira ordem de serviço será 'escutar.'"
Por outro lado, ela disse "sentir que os actores na região precisam que a União Europeia esteja presente de forma a darem passos em frente nesta altura da sua História."

A ver vamos que passos serão esses, mas nada de bom se consegue visionar no horizonte. Antes pelo contrário: aquilo que se prevê é que a Europa, tal como os Estados Unidos e outras potências pressionem cada vez mais Israel a ceder terra e mais terra, incluindo a partilha de Jerusalém, em nome de uma paz que nunca será conseguida, excepto pelo "grande artista político" que entretanto - e talvez em breve - surgirá no palco para apresentar um "golpe malabarista" que convencerá a muitos resolvendo por algum tempo este impasse, ao mesmo tempo que precipitando o final da História. 
E segundo as profecias de Daniel, parece que a Europa terá protagonismo nesta questão...

Shalom, Israel!

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quarta-feira, outubro 29, 2014

PRIMEIRA VISITA DA NOVA "ALTA REPRESENTANTE DA COMISSÃO EUROPEIA PARA OS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS E A POLÍTICA DE SEGURANÇA " SERÁ A ISRAEL

No próximo dia 1 de Novembro a italiana Federica Mogherini passará a ser a nova "Alta Representante da Comissão Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança", um cargo até agora ocupado pela controversa inglesa Catherine Ashton.
Menos de uma semana depois - a 7 de Novembro - ela fará a sua primeira visita oficial como detentora deste importantíssimo cargo, e Israel será o primeiro destino desta mulher que tem provado ser melhor amiga do estado hebraico do que a sua antecessora.
Federica Mogherini é actualmente a Ministra italiana para os Negócios Estrangeiros e foi nessa qualidade que em Julho passado ela visitou Israel no auge da operação "Margem de Protecção", tendo na altura entre outras coisas visitado uma casa em Ashdod que foi destruída por um rocket disparado pelos terroristas de Gaza.
A nova representante europeia chegará a Israel no dia 7, onde permanecerá por dois dias. Durante a sua visita está também incluída uma deslocação a Ramalá para um encontro com a Autoridade Palestiniana.
Esta visita da italiana a Jerusalém pode ter um grande simbolismo político, mas também profético...quero recordar que esta nova representante máxima europeia nasceu em Roma...
Sendo a sua primeira visita oficial, pode significar uma prioridade estabelecida pela União Europeia e pelo estado membro de onde ela surge - a Itália - às questões ligadas ao estado judaico e ao processo de paz com os palestinianos. Federica Mogherini é membro do governo italiano de centro esquerda liderado pelo primeiro-ministro Matteo Renzi, conhecido pela sua amizade a Israel e dureza em relação ao programa nuclear iraniano.

Shalom, Israel!