Mostrar mensagens com a etiqueta A Europa e Israel. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta A Europa e Israel. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, maio 15, 2024

EUROPA VOLTA-SE CONTRA ISRAEL


Joseph Borrel, o esquerdista antissemita espanhol que ocupa o lugar de chefe das Relações Externas da União Europeia, não pára de vociferar o seu ódio contra o estado de Israel, desta vez assumido em tom de ameaça. 

Pronunciando-se sobre o actual conflito na Faixa de Gaza onde as forças israelitas tentam libertar os mais de 120 reféns sequestrados pelo Hamas e desmantelar o núcleo principal deste grupo de assassinos palestinianos, o porta voz das Relações Externas da UE veio agora urgir Israel a terminar "imediatamente" com a sua operação militar em Gaza, ameaçando que se não o fizer irá minar os laços com o bloco europeu.

"Caso Israel prossiga com a sua operação militar em Gaza, isso irá inevitavelmente colocar uma pesada tensão nas relações da UE com Israel" - ameaçou o antissemita numa declaração hoje feita em nome da União Europeia.


VÁRIOS PAÍSES EUROPEUS PROMETERAM RECONHECER UM "ESTADO PALESTINIANO"

A Irlanda veio entretanto confirmar que reconhecerá um "estado palestiniano" já no final deste mês: "Estaremos reconhecendo o estado da Palestina antes do final do mês" - declarou Micheal Martin, ministro dos Negócios Estrangeiros da República da Irlanda. 

Para além da Irlanda, já no passado mês de Março outros países, como a Espanha, Eslováquia e Malta declararam estarem prontos para reconhecer um estado palestiniano. 

Segundo as últimas informações prestadas na semana passada por Borrell, seria já no dia 21 de Maio que a Irlanda, a Espanha e a Eslovénia planeariam reconhecer oficialmente um estado palestiniano, mas o líder irlandês não garantiu ainda a data para esta aberração condenável aos olhos de Deus: "A data específica ainda é fluída, uma vez que estamos ainda em discussões com vários países com respeito a um reconhecimento conjunto de um estado palestiniano" - afirmou Martin, acrescentando: "Será tornado claro nos próximos dias qual a data específica, mas será certamente antes do final deste mês. Estou no processo de consultas ainda hoje com alguns dos ministros dos Negócios Estrangeiros em relação aos detalhes específicos sobre esta questão."

A Europa "progressista", sabendo ou não, acabará por empurrar o velho continente para a maldição e condenação divinas, esperando-se que os países de bom senso impeçam uma resolução conjunta dos 27, conforme é desejo desses antissemitas, pois de outra forma a maldição cairá sobre todos nós, europeus, mesmo aqueles que à minha semelhança amam Israel e estão contra qualquer tipo de divisão da Terra que é património divino e prometido a um único povo, o povo judeu.

Shalom, Israel!

terça-feira, junho 23, 2020

EUROPA DIVIDIDA QUANTO A ISRAEL

A Europa está fragmentada quanto à pretensa condenação de alguns países encabeçados pelo Luxemburgo, por causa da decisão da extensão da soberania de Israel aos territórios da Judéia e Samaria, à qual muitos mal intencionados chamam de "anexação".
Vários países europeus ameaçam não votar a favor da proposta de condenação, em especial a Hungria, que se tem mostrado extremamente favorável a Israel. 
Apesar de representar uma minúscula nação de 626 mil habitantes, o Luxemburgo posiciona-se contra a decisão israelita, tentando incentivar o bloco europeu a "falar com uma voz forte e unificada" e a defender um mundo onde "prevaleça a força da lei, não a do mais forte."
Representantes da União Europeia receiam que uma medida unilateral tomada por Israel acabe por minar anos de esforços para a paz.
Sabe-se no entanto que não existe consenso nem unanimidade na Europa quanto aos planos de Israel a efectivar já a partir do primeiro dia de Julho próximo.
Um diplomata europeu, falando sob anonimato, informou que "a Europa chegar a uma posição comum sobre isto é um autêntico inferno."
Ao lado da posição anti-Israel liderada pelo Luxemburgo, posicionam-se a Bélgica, a Irlanda, Portugal, a Eslovénia, a Suécia, Malta e a Finlândia.
Apesar de alguns destes países serem pequenos, têm no entanto a mesma força de voto que os maiores no que toca a decisões tomadas em conselhos europeus. 
Posicionados contra o Luxemburgo e seus aliados, estão a Hungria, a República Checa, a Eslováquia, a Áustria, a Grécia, a Letónia, Chipre e Polónia, sendo que todos eles, até certo ponto já se mostraram interessados em defenderem os interesses de Israel.
A Hungria chegou inclusivamente a bloquear uma tentativa para se assumir uma posição conjunta europeia contra a decisão de Israel.
Entre os estados maiores, a França, que tem a maior comunidade de judeus e de árabes na Europa, juntamente com a Espanha, alinharam-se com o Luxemburgo, mas sem grande alarido.
A Dinamarca e a Holanda situam-se a meio com a Alemanha e a Itália, criticando Israel por vezes, mas não sendo abertamente pró-palestinianos.
Berlim está contra o plano, alertando que Israel terá de "pagar o preço".
Apesar disso, a Alemanha não irá incentivar sanções económicas contra Israel.
A União Europeia é o maior parceiro económico de Israel, com cerca de um terço das exportações de Israel.
A Suécia já deu um passo maior contra Israel, ao ter reconhecido oficialmente a existência de um estado palestiniano. Isso apesar de não haver nenhuma decisão da UE sobre o assunto.

Estamos rapidamente a aproximar-nos do cumprimento da grande profecia de Zacarias: "Palavra do Senhor sobre Israel: Eis que Eu farei de Jerusalém um cálice de tremor para todos os povos em redor, e também para Judá, durante o cerco contra Jerusalém. E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a carregarem certamente serão despedaçados; e ajuntar-se-à contra ela todo o povo da terra."

Shalom, Israel.

quarta-feira, junho 10, 2020

ALEMANHA ENCABEÇA EUROPA CONTRA A SOBERANIA ISRAELITA DA JUDEIA E SAMARIA

Os anti-sionistas chamam-lhe anexação. Eu chamo-lhe extensão da soberania israelita nos territórios de Israel. 
Mais uma vez o mundo, desde a União Europeia a outros países, passando até por certas denominações "evangélicas" norte-americanas, em rota de colisão com a nação escolhida por Deus, e isto por causa do seu legítimo direito de legalizar a soberania sobre regiões bíblicas onde têm estado a ser construídos assentamentos judaico - erradamente apelidados de "colonatos."
De visita a Jerusalém, Heiko Maas, ministro dos Negócios Estrangeiros da Alemanha, decidiu "meter o nariz" onde não é chamado, deslocando-se à capital israelita para tentar dissuadir Israel a não alargar as suas leis aos territórios da "Margem Ocidental" (outro termo errado aplicado por aqueles que recusam aceitar a soberania de Israel sobre as suas próprias terras.)
Netanyahu já informou que tenciona alargar a soberania de Israel já nas próximas semanas, de acordo com o "plano de paz" do presidente Donald Trump que permite a Israel aplicar a sua soberania sobre 30% desses territórios.

AMEAÇAS EUROPEIAS
Maas alertou Netanyahu para a existência de pressões dentro da União Europeia - o maior parceiro comercial de Israel - para que sejam adoptadas medidas punitivas contra Israel, caso o país decida avançar com a "anexação." Existem também passos que poderão ser dados por países a nível individual visando o arrefecimento das relações, da cooperação e do comércio com Israel, e que poderão até incluir o reconhecimento de um estado palestiniano.
Durante a conferência de imprensa desta manhã, o intruso alemão alegou que a "anexação" é incompatível com a lei internacional, inviabilizando ainda a existência de 2 estados soberanos.
"Como amigo especial de Israel" - ameaçou o ministro alemão - "vou continuar a reiterar a posição alemã e explicar as nossas sérias e honestas preocupações sobre as possíveis consequências de tal medida."
A Alemanha irá presidir ao Conselho Europeu nos próximos 6 meses, e liderará o Conselho de Segurança da ONU por um mês, já a partir do próximo dia 1 de Julho. 

NETANYAHU REAGE
Em resposta às "ameaças" europeias transmitidas pelo ministro alemão, o primeiro-ministro israelita reagiu, afirmando que os planos de paz têm de ter em conta os assentamentos judaicos: "Qualquer plano realista tem de reconhecer a realidade dos assentamentos israelitas no território e não alimentar a ilusão de desenraizar as pessoas das suas casas."

Shalom, Israel!


terça-feira, maio 12, 2020

EUROPA AMEAÇA ISRAEL, EM OPOSIÇÃO AOS PLANOS DE DEUS

EFRATA
Segundo informações prestadas pelo primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu, o gabinete ministerial que ele preside irá iniciar em Julho o debate sobre a extensão da soberania de Israel nos assentamentos judaicos no vale do Jordão, na Judeia e na Samaria. 

FRANÇA NA LINHA DA FRENTE DAS AMEAÇAS 
Em resposta aos planos israelitas já aprovados pelo governo norte-americano, a França está pressionando os estados membros da União Europeia a prepararem uma resposta dura a Israel, em forma de ameaça, no caso de o estado judaico avançar de facto com a "anexação" de partes do território bíblico da Judeia e Samaria, mas que aos olhos europeus, cegos pela subserviência à cartilha palestiniana, são "território ocupado."
A Bélgica, a Irlanda e o Luxemburgo querem também discutir num encontro de ministros dos Negócios Estrangeiros a realizar na próxima Sexta-Feira a possibilidade de imporem medidas punitivas económicas contra Israel, embora qualquer acção colectiva tenha de ter a concordância de todos os estados membros.
Os diplomatas europeus não especificaram quais as medidas punitivas com que querem "castigar" Israel de forma a tentar dissuadir o governo de tomar tais medidas.
Visto que as medidas punitivas terão de ter a aprovação de todos os 27 estados membros da União Europeia, espera-se que os mais próximos aliados de Israel - Hungria e República Checa - possam vir a bloquear mesmo até os trabalhos preparatórios.

O QUE ESTÁ EM RISCO?
Israel é desde há muito parte do programa europeu de pesquisa e inovação "Horizonte 2020", com o valor de cerca de 80 biliões de euros entre 2014 e 2020.
A União Europeia é também o principal parceiro comercial de Israel, beneficiando o país de preferências comerciais com o maior bloco comercial do mundo.
A diplomacia externa europeia está contra os planos de Trump que incluem a "anexação" de territórios "disputados" na Judeia e na Samaria, especialmente no vale do Jordão, estando a França, a Bélgica, o Luxemburgo e a Irlanda à cabeça desta oposição.
Segundo os palestinianos e um grande número de países habituados à dualidade de critérios quando se trata de Israel, os assentamentos judaicos naqueles territórios bíblicos são ilegais segundo a Convenção de Genebra que alegadamente proíbe a anexação de terras capturadas em guerras.
Israel contradiz essas opiniões, fazendo valer os seus direitos, citando necessidades de segurança, direitos bíblicos, e as ligações históricas e políticas à terra.

Todos quantos se opuserem aos planos divinos para o estabelecimento do povo judeu na Terra de Israel sofrerão as devidas consequências. Não compete a mim determinar quais, mas a realidade actual parece querer dizer alguma coisa. 

"Os sábios entenderão"...

Shalom, Israel!

segunda-feira, dezembro 11, 2017

"O RECONHECIMENTO DA REALIDADE É A SUBSTÂNCIA DA PAZ, A BASE DA PAZ" - AFIRMOU ESTA MANHÃ NETANYAHU AO LÍDERES EUROPEUS

Num pequeno-almoço informal realizado esta manhã com os ministros dos negócios estrangeiros da União Europeia, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu elogiou o reconhecimento de Jerusalém como capital do estado de Israel pelo presidente norte-americano Donald Trump, acrescentando esperar ver os europeus a seguirem o exemplo.
Mesmo antes do pequeno-almoço, Netanyahu afirmou que esta decisão de Trump, 
condenada pelos palestinianos e pelos governos europeus, irá contribuir para a paz no Médio Oriente.
"Ela torna possível a paz, uma vez que o reconhecimento da realidade é a substância da paz, a base da paz" - afirmou aos repórteres, quando cumprimentava a chefe da diplomacia europeia, a romana Federica Mogherini.
E, conforme lhe é habitual, Netanyahu não fala com meias palavras, nem esconde segundas intenções: "É tempo de os palestinianos reconhecerem o estado judaico e também o facto de que ele tem uma capital. Ela chama-se Jerusalém."

E acrescentou: "Acredito que apesar de ainda não estarmos de acordo, é isso que irá acontecer no futuro. Acredito que todos, ou a maioria dos países europeus deslocarão as suas embaixadas para Jerusalém, reconhecerão Jerusalém como capital de Israel e se envolverão robustamente connosco para a segurança, prosperidade e paz."

A EUROPA EM DÍVIDA PARA COM ISRAEL
O líder israelita sublinhou as parcerias entre o seu país e Israel, lembrando que a troca de informações secretas tem permitido a prevenção de ataques terroristas na Europa, ao mesmo tempo que o papel que Israel exerce na segurança do Médio Oriente tem impedido o avanço do Daesh na região.
Netanyahu salientou ainda o contributo de Israel nas novas tecnologias. 

O DOENTIO ANTAGONISMO EUROPEU
Tal como é habitual nos governos europeus, o antagonismo às resoluções soberanas do estado de Israel é latente, especialmente no não reconhecimento das fronteiras estabelecidas pelo estado judaico depois da sua vitória na Guerra dos Seis Dias. A Europa teima em não reconhecer Jerusalém oriental, a Judeia e Samaria e os Montes Golan como parte integral do território de Israel. 
E o ministro sueco - um dos países mais anti-Israel de toda a Europa - apressou-se a dizer que não está a ver nenhum país europeu a seguir o exemplo dos EUA. 
Para Mogherini, a decisão norte-americana sobre Jerusalém "tem o potencial de nos fazer recuar para tempos ainda mais tenebrosos do que aqueles que estamos a viver hoje."
E, fazendo eco das pretensões europeias, voltou a insistir na utopia de 2 estados lado a lado partilhando a mesma capital, Jerusalém. 
Mas nem todos os 28 estão unidos nesta questão. Há pelo menos já 4 países que defendem uma maior relação com Israel: Grécia, Hungria, Lituânia e República Checa.

Shalom, Israel!



sábado, março 04, 2017

EUROPA PONDERA CONVERSAÇÕES AO MAIS ALTO NÍVEL COM ISRAEL

Diplomatas da União Europeia afirmaram ontem ter de haver clareza nas questões relacionadas com Israel, tendo em vista especialmente as posições não claras da administração norte-americana sobre o conflito israelo-palestiniano. 
Um dos diplomatas acrescentou que quaisquer conversações oficiais futuras com Israel não podem ser "o negócio do costume." Pelo contrário, "as coisas têm de ser ditas muito claramente aos israelitas."
Os ministros dos Negócios Estrangeiros da Europa dos 27 irão em breve decidir se vão ou não avançar com conversações com o estado de Israel "ao mais alto nível". A razão tem a ver com "preocupações com a questão dos colonatos" e "o compromisso com a solução 2 estados."
Os palestinianos querem toda a Margem Ocidental - entenda-se: Judeia e Samaria - a Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental, tudo territórios que Israel recuperou na Guerra dos Seis Dias de 1967 e cujo direito internacional lhe permite anexar como parte do seu território conquistado após uma guerra defensiva contra os árabes.

Para esses inimigos de Israel e para a maioria dos países que se pautam por essa agenda, os assentamentos israelitas são "ilegais" e um "obstáculo para a paz."

Como sempre, a ambiguidade europeia continua a predominar nestas posturas manchadas por uma gritante hipocrisia, que favorece sempre os inimigos de Israel, aqueles outra coisa não almejam senão a pura e simples aniquilação do estado judaico.
E é esta mesma moribunda Europa pejada de sérios problemas com a "inundação" de centenas de milhares de imigrantes árabes e muçulmanos que vem agora se preocupar com a "casa" dos outros, Israel, o único estado democrático em todo o Médio Oriente...entenda-se: TODO o Médio Oriente...!

Quem dera que o presidente norte-americano se defina de uma vez por todas, colocando-se pragmaticamente ao lado de Israel, esquecendo de uma vez por todas a impossível e absurda "solução 2 estados", fechando os olhos às construções que os israelitas vão erigindo na sua Terra, e movendo definitivamente a embaixada do seu país para a capital única, eterna e indivisível de Israel: Jerusalém.
Aí, talvez, sim, a arrogante Europa seja posta no seu devido lugar...

Shalom, Israel!

terça-feira, novembro 04, 2014

EUROPA QUER INTERVIR MAIS NO CONFLITO ENTRE ISRAELITAS E ÁRABES

FEDERICA COM NETANYAHU EM JULHO PASSADO
A alta representante europeia para os Negócios Estrangeiros e questões de Segurança, recém empossada nas suas funções, e já a preparar as malas para a sua primeira visita oficial a Israel, adiantou ontem numa entrevista a vários jornais europeus que espera ver "um estado palestiniano nos próximos 5 anos."
Federica Mogherini, uma italiana nascida em Roma e que sucede à polémica Catherine Ashton, comentou: "ficaria feliz se durante o meu mandato o estado palestiniano existisse."
Nesta sua primeira visita oficial como alta representante europeia, Federica escolheu visitar Israel e os territórios sob administração palestiniana, num claro sinal de que a Europa comunitária quer intervir cada vez no processo negocial para se obter a paz entre israelitas e árabes.
Durante a sua visita a Israel, a italiana que aos 16 anos já estudava política irá encontrar-se com o primeiro-ministro Netanyahu, com o ministro das Relações Exteriores Avigdor Liberman, com o presidente Reuven Rivlin, com o líder da oposição Isaac Herzog e com a responsável para as negociações de paz, a ministra da Justiça Tzipi Livni. Irá também viajar até Ramalá e Faixa de Gaza para se encontrar com líderes palestinianos.
Na sua entrevista aos periódicos europeus, a representante europeia esboçou um ideal para a política da União Europeia em relação ao conflito entre israelitas e árabes: "Quero delinear uma estratégia, uma visão e uma política comum, mas conheço os limites deste exercício. A questão do reconhecimento de um estado é da competência de cada estado membro."
"Mas seguramente tenciono usar o potencial político da União nesta região. É por isso que a minha primeira visita será a Israel e à Palestina no final desta semana. A acção europeia pode ser decisiva durante este momento importante, talvez o mais difícil que esta região jamais experimentou" - acrescentou a alta representante europeia.
Segundo ela, a Europa não pode continuar a ser um jogador sem participação no papel político. A Europa dos 28 tenciona assim adoptar uma abordagem regional alargada no Médio Oriente, visionando uma solução possível para o conflito israelo-palestiniano, numa reconciliação alargada do mundo árabe com o estado judaico.

Tudo boas intenções...

"Será de facto difícil garantir a segurança para este país (Israel) sem um quadro alargado que envolva países árabes. E um acordo global deste género iria facilitar a resolução da questão israelo-palestiniana" - acrescentou a ex-ministra romana.
Segundo Federica, "é importante que todos os 28 estados membros falem a uma só voz em relação ao Médio Oriente, sendo que a primeira ordem de serviço será 'escutar.'"
Por outro lado, ela disse "sentir que os actores na região precisam que a União Europeia esteja presente de forma a darem passos em frente nesta altura da sua História."

A ver vamos que passos serão esses, mas nada de bom se consegue visionar no horizonte. Antes pelo contrário: aquilo que se prevê é que a Europa, tal como os Estados Unidos e outras potências pressionem cada vez mais Israel a ceder terra e mais terra, incluindo a partilha de Jerusalém, em nome de uma paz que nunca será conseguida, excepto pelo "grande artista político" que entretanto - e talvez em breve - surgirá no palco para apresentar um "golpe malabarista" que convencerá a muitos resolvendo por algum tempo este impasse, ao mesmo tempo que precipitando o final da História. 
E segundo as profecias de Daniel, parece que a Europa terá protagonismo nesta questão...

Shalom, Israel!

QUER CONTRIBUIR PARA ESTE MINISTÉRIO?
Se desejar contribuir com alguma oferta para encorajar o nosso ministério, ficaremos imensamente reconhecidos!


Para fazer qualquer contribuição, pode usar o sistema mundial de transferências "paypal", completamente seguro, bastando para tal clicar no pequeno rectângulo na coluna à direita onde diz "Doar". Obrigado!