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sábado, agosto 09, 2025

A MALDIÇÃO DE MACRON


O presidente francês Emanuel Macron, a braços com graves crises internas às quais se juntou agora o maior incêndio que a França tem experimentado desde os últimos 70 anos, está a cair nas sondagens de dia para dia, pelo que, num acto de desespero cometeu um verdadeiro crime que lhe vai custar bastante caro, sendo como é o líder actualmente mais influente de toda a Europa: ao prometer reconhecer um estado palestiniano - algo que nem sequer existe - ele acabou por fornecer combustível aos terroristas do Hamas, que dessa forma se vêem recompensados pelos massacres do 7 de Outubro, e estimulados a fechar-se a qualquer tipo de acordo de cessar-fogo com Israel.

A decisão de Macron causou uma verdadeira onda de contágio entre outros líderes que se apressaram a prometer aos palestinianos o reconhecimento durante a próxima Assembleia Geral da ONU a realizar no final de Setembro próximo. Entre eles, o primeiro-ministro britânico, o português e o canadiano. 

O secretário de estado norte-americano Marco Rubio clarificou a ignóbil e condenável atitude de Macron, afirmando que "as conversações com o Hamas caíram por terra no dia em que Macron tomou a decisão unilateral de reconhecer um estado palestiniano...Assim, tais mensagens, conquanto vagamente simbólicas nas suas mentes, acabam de facto por endurecer a possibilidade de se conseguir a paz e de se conseguir um acordo com o Hamas."

CRESCE O ANTISSEMITISMO

Como resultado da recente decisão do governo de Jerusalém de intervir na cidade de Gaza, não para ocupar, mas para controlar e extirpar dali o Hamas, e quiçá conseguir resgatar os reféns ainda vivos, os líderes mundiais têm-se voltado contra Israel de forma agressiva, incluindo a própria Alemanha, que já anunciou proibir a venda de armas a Israel se tal operação militar vier a acontecer. A Holanda está também a tentar suspender o acordo comercial entre a União Europeia e Israel. Oslo já anunciou que irá reavaliar os laços dos fundos de investimento com empresas de defesa de Israel. 

Israel está cada vez mais isolado e incompreendido pelo mundo. É tempo de nós, que amamos Israel e o povo judeu, erguermos a voz em defesa da verdade e da justiça a favor do povo eleito!

Shalom, Israel!

quarta-feira, julho 30, 2025

"TENHA VERGONHA!" - A EX-REFÉM EMILY DAMARI CONDENA STARMER POR QUERER RECONHECER UM ESTADO PALESTINIANO


A ex-refém Emily Damari declarou estar profundamente triste com o anúncio segundo o qual o Reino Unido irá reconhecer um estado da Palestina.

"Como cidadã de dupla nacionalidade israelita e britânica que sobreviveu 471 no cativeiro do Hamas, sinto-me profundamente triste pela sua decisão (Keir Starmer) de reconhecer um estado palestiniano" - escreveu Damari na rede social X.

"Esta medida não faz avançar a paz - ela arrisca recompensar o terror. Ela transmite uma mensagem perigosa: que a violência ganha legitimidade."

"Ao legitimizar uma entidade de estado enquanto o Hamas controla Gaza e continua a sua campanha de terrorismo, você não está a promover uma solução, mas a prolongar o conflito. O reconhecimento nestas condições dá força aos extremistas e mina qualquer esperança de paz genuína" - escreveu a ex-refém, concluindo: "Tenha vergonha!"


O primeiro-ministro britânico Starmer ameaçou ontem reconhecer um estado palestiniano durante a Assembleia Geral da ONU em Setembro, a menos que Israel "dê passos substanciais para mudar a situação em Gaza."

Starmer junta-se assim à quadrilha dos antissemitas comandada pelo presidente francês Emanuel Macron, e que tem ainda outros líderes a pressionar a União Europeia para o reconhecimento de um estado terrorista "paredes meias" com Israel, que Jerusalém obviamente não pode aceitar. Israel já condenou obviamente esta decisão do governo britânico. 

Estas decisões, para além de iníquas, são inúteis, uma vez que nada vão resolver, antes pelo contrário, têm um efeito contrário ao desejado, uma vez que dão força aos terroristas, que se vêem assim apoiados na sua "luta", que na realidade nada tem a ver com a criação de um estado palestiniano, mas sim com a simples aniquilação do estado judaico. Os líderes políticos que embarcam nesta ignóbil decisão pensam que reconhecer um estado palestiniano vai resolver o problema de Gaza e da chamada Cisjordânia, quando pelo contrário só o vai agravar. E, não menos preocupante, ao tomarem tais decisões estão a alinhar-se contra os propósitos divinos e a atrair maldições sobre os seus próprios países, já demasiado confrontados com a presença do islamismo dentro das suas portas. 

Shalom, Israel!

sábado, outubro 12, 2024

HEZBOLLAH DISPAROU MAIS DE 320 ROCKETS CONTRA ISRAEL NO DIA SOLENE DO YOM KIPPUR. MACRON CONDENOU OS ATAQUES


O presidente francês Emanuel Macron apelou ao Hezbollah para que cesse imediatamente os ataques contra Israel, após as IDF terem denunciado uma enorme vaga de disparos de rockets contra o Norte de Israel durante o Dia de Yom Kippur, o Dia da Expiação, considerado o mais sagrado no calendário religioso judaico. 


"Tem de ser imediatamente implementado um cessar-fogo no Líbano"
- apelou o presidente francês durante uma conversa com o presidente do parlamento do Líbano, acrescentando que os ataques do Hezbollah têm de "parar imediatamente."

MAIS DE 320 DISPAROS DE ROCKETS NUM SÓ DIA

Só durante este dia o Hezbollah disparou contra o Norte de Israel cerca de 320 rockets. 

ISRAEL AVANÇA NO LÍBANO

Passado que foi o feriado sagrado do Yom Kippur, as IDF revelaram que durante estes 2 dias abateram dezenas de membros do Hezbollah no Líbano e do Hamas na Faixa de Gaza. 

As IDF realizaram cerca de 280 ataques contra alvos terroristas, incluindo 200 no Líbano, onde os soldados israelitas liquidaram 50 combatentes do Hezbollah em confrontos "corpo a corpo" nestas últimas horas. Como parte das operações militares no Líbano, que também incluíram investidas em numerosas posições do Hezbollah, as IDF informaram que atacaram "infraestruturas subterrâneas" onde a organização terrorista apoiada pelo Irão armazenava armamento ao longo da fronteira com a Síria. 

Na Faixa de Gaza, as tropas israelitas têm continuado a combater os terroristas do Hamas em Jabaliya, onde as IDF lançaram recentemente uma renovada ofensiva terrestre de forma a prevenir a possibilidade de o grupo terrorista se reorganizar e reforçar na Faixa de Gaza. Segundo as IDF, cerca de 20 terroristas foram liquidados em Jabaliya, bem como ainda outros na parte central do enclave. 

Shalom, Israel!


quinta-feira, janeiro 23, 2020

"HÁ 75 ANOS ÉRAMOS PÓ, HOJE SOMOS UMA POTÊNCIA GLOBAL!" - Benjamin Netanyahu - בנימין נתניהו, primeiro-Ministro de Israel

Estas palavras hoje proferidas por Netanyahu, fazem sem dúvida lembrar as do profeta Ezequiel, há mais de 2.500 anos. 
O povo judeu conheceu as cinzas do Holocausto nazi. Cerca de 6 milhões foram mortos e muitos incinerados nos fornos crematórios. Há precisamente 75 anos, veio a libertação e, perante os moribundos sobreviventes do maior genocídio da História humana, só havia uma solução: partir para a Terra Prometida, aquela que 3 anos depois se tornaria Israel, o lar de acolhimento para todos os judeus dispersos ao longo de 2 mil anos de Diáspora.

E, tal como o primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu afirmou hoje na cerimónia comemorativa dos 75 anos da libertação de Auschwitz, perante cerca de 50 líderes mundiais e outras centenas de convidados, as cinzas do Holocausto transformaram-se em vida, tornando em apenas 75 anos Israel numa das maiores e florescentes potências mundiais.
É o cumprimento exacto da famosa profecia dos "ossos secos", exarada pelo profeta Ezequiel (37)
"Assim diz o Senhor Jeová: Eis que Eu abrirei as vossas sepulturas, e vos farei sair das vossas sepulturas, ó povo Meu...e vos porei na vossa terra."

FORUM MUNDIAL SOBRE O HOLOCAUSTO
Cerca de 50 líderes mundiais depositaram esta tarde coroas de flores no memorial ao Holocausto, encerrando as comoventes cerimónias realizadas hoje na capital de Israel, Jerusalém. Vários discursos foram proferidos, peças de música foram executadas, filmes, orações e testemunhos de sobreviventes emocionaram muitos dos que assistiam a este Fórum, denominado "Lambrando o Holocausto, combatendo o antissemitismo."
No final, e com todos os líderes de pé no palco do recinto, e após alguns momentos de silêncio, foi entoado o hino nacional de Israel. 
Algumas das frases mais marcantes dos vários discursos dos líderes mundiais ali presentes:

"O antissemitismo não pára com os judeus. É uma doença maligna. Nenhuma democracia está imune" - Reuven Rivlin, presidente de Israel.


"Preocupa-me que tenhamos ainda de ver uma resolução unida e decidida contra o regime mais antissemita do nosso planeta. Um regime que busca abertamente desenvolver armas nucleares e aniquilar o único existente estado judaico" - Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel.

"Os crimes de guerra cometidos pelos nazis foram uma das páginas mais horrorosas na História humana. O Exército Vermelho trouxe a libertação dos nazis, e pagámos um preço que nunca imaginámos pagar" - Vladimir Putin, presidente da Rússia.

"O mundo tem-se de mostrar forte contra o Irão. Temos de estar preparados para confrontar e expôr a vil maré de antissemitismo que está alimentando o ódio e a violência pelo mundo fora" - Mike Pence, vice-presidente norte-americano.

"O antissemitismo está a erguer a cabeça - é violento, agressivo. Ele está aqui presente com a intolerância, racismo e a xenofobia. Na nossa História, o antissemitismo sempre precedeu o enfraquecimento da democracia. O antissemitismo não é um problema só dos judeus. É primeiramente e principalmente o problema de todos" - Emmanuel Macron, presidente francês.

"A magnitude do genocídio que caiu sobre o povo judeu desafia a compreensão, e pode fazer com que nós, os que vivemos na sombra desses acontecimentos indescritíveis, nos sintamos inadequadamente incapazes. Não há qualquer sentido se não fizermos a ligação entre as memórias das atrocidades passadas e o tempo presente. O ódio e a intolerância ainda existem no coração humano" - Príncipe Carlos, da Grã-Bretanha.

"O assassinato industrializado e massivo de 6 milhões de judeus, o mais hediondo crime contra a humanidade na História moderna foi cometido pelo meu povo. Estou aqui curvando a minha cabeça com profunda tristeza. A pesada jornada histórica de culpa está sobre mim, e estou grato pelo espírito de reconciliação. Estamos combatendo o antissemitismo, e estamos tentando confrontar o veneno do nacionalismo. Estamos ao lado de Israel" - Frank Walter Steinmeier, presidente da Alemanha.

A HISTÓRIA REPETE-SE...
Segundo Moshe Kantor, presidente do Congresso Judaico Europeu, um grupo que representa as comunidades judaicas em toda a Europa, cerca de 80% dos judeus sentem-se inseguros na Europa. 

Que as palavras hoje proferidas na capital do mundo não se fiquem apenas pelas boas intenções e pelo exercício da retórica. Que as potências e os países hoje presentes em Jerusalém possam encarar o antissemitismo como um tumor maligno que tem de ser urgente e cabalmente extirpado da nossa civilização tão desenvolvida tecnologicamente, mas tão escrava do seu passado ainda tão recente...

Shalom, Israel!

sexta-feira, setembro 28, 2018

NENHUMA OUTRA CIDADE FOI TÃO MENCIONADA NA ONU COMO JERUSALÉM

DONALD TRUMP - EUA
Logo no primeiro dia da 73ª Assembleia Geral da ONU, o presidente norte-americano Donald Trump mencionou a sua decisão de deslocar a embaixada do seu país para Jerusalém:
"Demos também neste ano um outro passo significativo no Médio Oriente. Reconhecendo a cada estado soberano o direito de determinar a sua própria capital, mudei a embaixada dos EUA em Israel para Jerusalém."

ROUHANI - IRÃO
No seu discurso na 73ª Assembleia Geral da ONU, o presidente do Irão Rouhani acusou Israel de ser "a maior ameaça à paz mundial": 
"Os inumeráveis crimes de Israel contra os palestinianos não teriam sido possíveis sem a assistência política e militar dos Estados Unidos."
Rouhani acusou Israel de "descaradamente ameaçar outros com a aniquilação nuclear", afirmando ainda que o estado judaico constitui "a maior ameaça pendente para a paz regional e global."
Em relação a Jerusalém, e à mudança da embaixada norte-americana para a capital de Israel, Rouhani apelidou essa decisão de Trump como "abominável", afirmando ainda que a recente legislação do Knesset definindo Israel como estado-nação do povo judeu era "racista" e uma "manifestação de apartheid."

FRANÇA - MACRON
Nesse mesmo dia, o presidente francês Immanuel Macron também subiu ao palco da ONU para criticar iniciativas unilaterais relacionadas com os problemas do mundo, visando obviamente no seu discurso criticar a postura da administração Trump em relação ao Médio Oriente (Irão e conflito israelo-árabe).
"O que é que pode resolver a crise entre Israel e a Palestina?" - questionou o decadente líder europeu, acrescentando: "Não são as iniciativas unilaterais, não é esmagando os direitos legítimos do povo palestiniano para legitimar a paz, nem subestimar o justo direito de Israel à sua segurança."
E, não conseguindo escapar ao tema "Jerusalém". Macron acrescentou: "Não há alternativa credível à solução de dois estados convivendo lado a lado em paz e segurança com Jerusalém como capital."

REI ABDULLAH - JORDÂNIA
No seu discurso proferido neste mesmo dia, o rei Abdullah da Jordânia enfatizou o drama dos refugiados palestinianos, aproveitando ainda para rejeitar a ideia de uma solução de um só  estado no qual os palestinianos seriam absorvidos no estado judaico. Para Abdullah, tal proposta tem "uma realidade feia e anti-democrática."
Para o rei jordano, "a longa negação de um estado palestiniano" é a "questão chave da crise" na região.
"Só uma solução de dois estados baseada na lei internacional e nas relevantes resoluções da ONU é que podem satisfazer as necessidades de ambos os lados: um fim para o conflito, um estado palestiniano viável, independente e soberano dentro das fronteiras de 1967 com Jerusalém oriental como sua capital, e um Israel seguro, parte integrante da sua região, reconhecido pelos estados árabes e muçulmanos de todo o mundo."

SISI - EGIPTO
O dia 25 não terminaria sem o discurso do presidente do Egipto, Abdel Sisi, que subiu ao pódio para afirmar que os árabes estão preparados para a paz. Segundo ele, "Não há tempo a perder com discussões" sobre o conflito israelo-palestiniano, afirmando que já são conhecidas as condições para um acordo final para a paz.
"Reitero o que tenho anteriormente dito muitas vezes, incluindo neste pódio: os árabes estão disponíveis para estender a sua mão em paz." E acrescentou: "Não podemos falar de acordos de paz como princípio básico da ONU e como sinal de credibilidade, sem que se mencione a questão palestiniana."
Para Sisi, o facto de este ser um conflito ainda a resolver, era "um perfeito exemplo do fracasso da comunidade internacional em encontrar uma solução justa baseada na legitimidade internacional das resoluções da ONU que apoiam o estabelecimento de um estado palestiniano com Jerusalém oriental como sua capital."


PORTUGAL - MARCELO
Até o presidente português Marcelo Rebelo de Sousa não conseguiu contornar a questão do conflito israelo-palestiniano e Jerusalém no seu discurso de Quarta-Feira:
"A estabilização e a paz sustentadas no Médio Oriente exigem a resolução do conflito israelo-palestiniano." 
E acrescentou: "O bom senso obriga a uma retoma do processo negocial credível, encarando todas as questões do estatuto final, incluindo a questão de Jerusalém, e conduzindo a uma solução viável de dois Estados, assente na coexistência em paz e em segurança de Israel e da Palestina."

"JERUSALÉM NÃO ESTÁ À VENDA!" 
Esta foi quiçá a mais inédita declaração ouvida na 73ª Assembleia Geral da ONU, ainda mais vindo da boca de um líder palestiniano que, ao contrário do que tencionava fazer crer, acabou por dar razão aos judeus, fincados na sua determinação de nunca dividir Jerusalém, a capital única e indivisível do estado de Israel.
No seu discurso de ontem, Quinta-Feira, no pódio da ONU, o líder da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas tentou por todas as formas provocar a solidariedade internacional com as suas pretensões, apelando inclusivamente ao presidente Donald Trump para que revogasse as suas decisões relativas a Jerusalém e ao corte de fundos para as organizações palestinianas.
O líder árabe aproveitou o pódio da ONU para mais uma vez apelar ao mundo para que reconheça o "estado palestiniano."


NETANYAHU DESMASCARA O IRÃO E A HIPOCRISIA EUROPEIA
Num discurso repleto de comprovações visuais relativas ao programa nuclear iraniano, o primeiro-ministro de Israel informou "de primeira mão" que o Irão continua a desenvolver o seu programa nuclear, escondendo e espalhando todo esse equipamento por zonas próximas dos locais onde alegadamente teriam sido desmanteladas as instalações do programa nuclear iraniano.
Netanyahu demonstrou o seu espanto e desilusão face à posição europeia de não impôr sanções ao regime iraniano, criticando essa postura e acrescentando provas adicionais da presença iraniana no Líbano, através do grupo terrorista Hezbollah.


Num recado directo aos líderes do Irão, o líder israelita afirmou: "Irão: nós estamos de olhos em vocês", e ainda, e para que não restassem dúvidas, Netanyahu avisou: "Aquilo que o Irão esconde, Israel irá descobrir."
"Israel sabe o que vocês andam a fazer, e onde é que o andam a fazer" - acrescentou o primeiro-ministro no seu recado aos ditadores anti-sionistas iranianos.
Naquele que foi considerado o mais "poderoso" discurso de Netanyahu nas Nações Unidas, o líder do estado judaico agradeceu efusivamente a Trump e à embaixadora Halley todo o apoio dado a Israel.
Neste histórico discurso, Abbas foi acusado por Netanyahu de pagar aos terroristas que assassinam judeus, revelando assim a hipocrisia de alguém que acusa Israel de "racismo" e "apartheid", quando na verdade não passa de um verdadeiro terrorista.
E, tal como já nos habituou, Netanyahu encerrou o seu tempo no pódio das Nações Unidas com as referências à história do povo hebreu: "Cada vez que venho aqui, sinto-me como agora me sinto; privilegiado por estar aqui como primeiro-ministro do estado judaico e democrático de Israel.
Alguns acreditam que Israel não pode ser ao mesmo tempo judaico e democrático. Isso é falso. Israel é ambas as coisas, e sempre será assim.
Desde que Abraão e Sara realizaram a sua viagem até à Terra Prometida há cerca de 4 mil anos, a terra de Israel tem sido a nossa pátria. É o lugar onde Isaque e Rebeca, Jacó, Leah e Raquel realizaram a sua aliança eterna com Deus."

Nenhuma outra cidade foi tantas vezes mencionada como "um problema a resolver" como a cidade de Jerusalém, a capital de Israel. Nem de perto, nem de longe. 
Limitei-me a ouvir o que considero terem sido os discursos mais significativos, mas acredito terem havido outras menções à Cidade santa.
Por que será Jerusalém tão importante e preocupante para o mundo?
Para quem conhece as profecias bíblicas, a resposta é óbvia...

Shalom, Israel!