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sexta-feira, setembro 28, 2018

NENHUMA OUTRA CIDADE FOI TÃO MENCIONADA NA ONU COMO JERUSALÉM

DONALD TRUMP - EUA
Logo no primeiro dia da 73ª Assembleia Geral da ONU, o presidente norte-americano Donald Trump mencionou a sua decisão de deslocar a embaixada do seu país para Jerusalém:
"Demos também neste ano um outro passo significativo no Médio Oriente. Reconhecendo a cada estado soberano o direito de determinar a sua própria capital, mudei a embaixada dos EUA em Israel para Jerusalém."

ROUHANI - IRÃO
No seu discurso na 73ª Assembleia Geral da ONU, o presidente do Irão Rouhani acusou Israel de ser "a maior ameaça à paz mundial"
"Os inumeráveis crimes de Israel contra os palestinianos não teriam sido possíveis sem a assistência política e militar dos Estados Unidos."
Rouhani acusou Israel de "descaradamente ameaçar outros com a aniquilação nuclear", afirmando ainda que o estado judaico constitui "a maior ameaça pendente para a paz regional e global."
Em relação a Jerusalém, e à mudança da embaixada norte-americana para a capital de Israel, Rouhani apelidou essa decisão de Trump como "abominável", afirmando ainda que a recente legislação do Knesset definindo Israel como estado-nação do povo judeu era "racista" e uma "manifestação de apartheid."

FRANÇA - MACRON
Nesse mesmo dia, o presidente francês Immanuel Macron também subiu ao palco da ONU para criticar iniciativas unilaterais relacionadas com os problemas do mundo, visando obviamente no seu discurso criticar a postura da administração Trump em relação ao Médio Oriente (Irão e conflito israelo-árabe).
"O que é que pode resolver a crise entre Israel e a Palestina?" - questionou o decadente líder europeu, acrescentando: "Não são as iniciativas unilaterais, não é esmagando os direitos legítimos do povo palestiniano para legitimar a paz, nem subestimar o justo direito de Israel à sua segurança."
E, não conseguindo escapar ao tema "Jerusalém". Macron acrescentou: "Não há alternativa credível à solução de dois estados convivendo lado a lado em paz e segurança com Jerusalém como capital."

REI ABDULLAH - JORDÂNIA
No seu discurso proferido neste mesmo dia, o rei Abdullah da Jordânia enfatizou o drama dos refugiados palestinianos, aproveitando ainda para rejeitar a ideia de uma solução de um só  estado no qual os palestinianos seriam absorvidos no estado judaico. Para Abdullah, tal proposta tem "uma realidade feia e anti-democrática."
Para o rei jordano, "a longa negação de um estado palestiniano" é a "questão chave da crise" na região.
"Só uma solução de dois estados baseada na lei internacional e nas relevantes resoluções da ONU é que podem satisfazer as necessidades de ambos os lados: um fim para o conflito, um estado palestiniano viável, independente e soberano dentro das fronteiras de 1967 com Jerusalém oriental como sua capital, e um Israel seguro, parte integrante da sua região, reconhecido pelos estados árabes e muçulmanos de todo o mundo."

SISI - EGIPTO
O dia 25 não terminaria sem o discurso do presidente do Egipto, Abdel Sisi, que subiu ao pódio para afirmar que os árabes estão preparados para a paz. Segundo ele, "Não há tempo a perder com discussões" sobre o conflito israelo-palestiniano, afirmando que já são conhecidas as condições para um acordo final para a paz.
"Reitero o que tenho anteriormente dito muitas vezes, incluindo neste pódio: os árabes estão disponíveis para estender a sua mão em paz." E acrescentou: "Não podemos falar de acordos de paz como princípio básico da ONU e como sinal de credibilidade, sem que se mencione a questão palestiniana."
Para Sisi, o facto de este ser um conflito ainda a resolver, era "um perfeito exemplo do fracasso da comunidade internacional em encontrar uma solução justa baseada na legitimidade internacional das resoluções da ONU que apoiam o estabelecimento de um estado palestiniano com Jerusalém oriental como sua capital."


PORTUGAL - MARCELO
Até o presidente português Marcelo Rebelo de Sousa não conseguiu contornar a questão do conflito israelo-palestiniano e Jerusalém no seu discurso de Quarta-Feira:
"A estabilização e a paz sustentadas no Médio Oriente exigem a resolução do conflito israelo-palestiniano." 
E acrescentou: "O bom senso obriga a uma retoma do processo negocial credível, encarando todas as questões do estatuto final, incluindo a questão de Jerusalém, e conduzindo a uma solução viável de dois Estados, assente na coexistência em paz e em segurança de Israel e da Palestina."

"JERUSALÉM NÃO ESTÁ À VENDA!" 
Esta foi quiçá a mais inédita declaração ouvida na 73ª Assembleia Geral da ONU, ainda mais vindo da boca de um líder palestiniano que, ao contrário do que tencionava fazer crer, acabou por dar razão aos judeus, fincados na sua determinação de nunca dividir Jerusalém, a capital única e indivisível do estado de Israel.
No seu discurso de ontem, Quinta-Feira, no pódio da ONU, o líder da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas tentou por todas as formas provocar a solidariedade internacional com as suas pretensões, apelando inclusivamente ao presidente Donald Trump para que revogasse as suas decisões relativas a Jerusalém e ao corte de fundos para as organizações palestinianas.
O líder árabe aproveitou o pódio da ONU para mais uma vez apelar ao mundo para que reconheça o "estado palestiniano."


NETANYAHU DESMASCARA O IRÃO E A HIPOCRISIA EUROPEIA
Num discurso repleto de comprovações visuais relativas ao programa nuclear iraniano, o primeiro-ministro de Israel informou "de primeira mão" que o Irão continua a desenvolver o seu programa nuclear, escondendo e espalhando todo esse equipamento por zonas próximas dos locais onde alegadamente teriam sido desmanteladas as instalações do programa nuclear iraniano.
Netanyahu demonstrou o seu espanto e desilusão face à posição europeia de não impôr sanções ao regime iraniano, criticando essa postura e acrescentando provas adicionais da presença iraniana no Líbano, através do grupo terrorista Hezbollah.


Num recado directo aos líderes do Irão, o líder israelita afirmou: "Irão: nós estamos de olhos em vocês", e ainda, e para que não restassem dúvidas, Netanyahu avisou: "Aquilo que o Irão esconde, Israel irá descobrir."
"Israel sabe o que vocês andam a fazer, e onde é que o andam a fazer" - acrescentou o primeiro-ministro no seu recado aos ditadores anti-sionistas iranianos.
Naquele que foi considerado o mais "poderoso" discurso de Netanyahu nas Nações Unidas, o líder do estado judaico agradeceu efusivamente a Trump e à embaixadora Halley todo o apoio dado a Israel.
Neste histórico discurso, Abbas foi acusado por Netanyahu de pagar aos terroristas que assassinam judeus, revelando assim a hipocrisia de alguém que acusa Israel de "racismo" e "apartheid", quando na verdade não passa de um verdadeiro terrorista.
E, tal como já nos habituou, Netanyahu encerrou o seu tempo no pódio das Nações Unidas com as referências à história do povo hebreu: "Cada vez que venho aqui, sinto-me como agora me sinto; privilegiado por estar aqui como primeiro-ministro do estado judaico e democrático de Israel.
Alguns acreditam que Israel não pode ser ao mesmo tempo judaico e democrático. Isso é falso. Israel é ambas as coisas, e sempre será assim.
Desde que Abraão e Sara realizaram a sua viagem até à Terra Prometida há cerca de 4 mil anos, a terra de Israel tem sido a nossa pátria. É o lugar onde Isaque e Rebeca, Jacó, Leah e Raquel realizaram a sua aliança eterna com Deus."

Nenhuma outra cidade foi tantas vezes mencionada como "um problema a resolver" como a cidade de Jerusalém, a capital de Israel. Nem de perto, nem de longe. 
Limitei-me a ouvir o que considero terem sido os discursos mais significativos, mas acredito terem havido outras menções à Cidade santa.
Por que será Jerusalém tão importante e preocupante para o mundo?
Para quem conhece as profecias bíblicas, a resposta é óbvia...

Shalom, Israel!









terça-feira, agosto 07, 2018

GOVERNO ISRAELITA APLAUDE NOVAS SANÇÕES DOS EUA AO IRÃO

Numa já anunciada medida de força, o presidente norte-americano Donald Trump iniciou hoje uma nova medida de sanções ao Irão, classificando-as como "as mais duras alguma vez impostas", avisando ainda que quem fizer negócios com o Irão não poderá fazê-los com os Estados Unidos.
As sanções "castigarão" o principal recurso do Irão - o petróleo - e a própria moeda que tem sofrido constantes desvalorizações. 
Em resposta às sanções norte-americanas, o presidente iraniano Rouhani afirmou que o seu país pode mesmo assim continuar a depender da Rússia e da China para escoar o petróleo e manter o sistema bancário a funcionar.
Israel manifestou o seu apoio e agrado a esta nova vaga de sanções norte-americanas contra o regime iraniano. O governo israelita acusa o Irão de continuar com o seu programa nuclear com objectivos militares, e de fomentar e financiar grupos terroristas párias como o Hezbollah e o Hamas que lutam para acabar com o estado de Israel.

Esperemos que as sanções resultem e que o regime tirânico do Irão, cada vez mais contestado nas ruas, acabe por cair, dando lugar a um estado democrático e amigo da paz.

Shalom, Israel!

sábado, maio 20, 2017

ROUHANI REELEITO PRESIDENTE DO IRÃO

No mesmo dia em que o presidente norte-americano foi recebido com "pompa e circunstância" na Arábia Saudita, foram conhecidos os resultados da eleição presidencial no Irão deram uma clara vantagem ao actual presidente Rouhani, considerado um "moderado", ainda que eu não saiba exactamente qual o significado dessa palavra numa república islâmica...
De qualquer forma, esta clara vitória de Rouhani contra um adversário mais conservador demonstra o desejo do tiranizado povo iraniano de viver com mais liberdade e menos isolamento internacional, algo que o actual presidente se propõe fazer.
Rouhani venceu com 57 por cento dos votos, contra 38 por cento do seu adversário Raisi, um protegido do ayatollah Khamenei. 
O que esta vitória representa para Israel? Nada. Apenas a continuação do mesmo ódio e ameaças à integridade do estado judaico...
No entanto, entre Rouhani e Raisi, é preferível o primeiro.

Shalom, Israel!

sexta-feira, agosto 02, 2013

NOVO PRESIDENTE DO IRÃO RENOVA APELOS À DESTRUIÇÃO DE ISRAEL

Ainda não se assentou no poleiro, e já o novo presidente iraniano não deixa quaisquer dúvidas sobre os seus sentimentos e desejos macabros em relação a Israel. 
Dois dias antes da sua posse, Hasan Rouhani afirmou hoje a alguns repórteres que o entrevistaram, que Israel é "um velho tumor que tem de ser removido."
Os comentários deste novo presidente iraniano sobre Israel mostram o quanto ele está impregnado de ódio contra Israel, seguindo os passos do seu antecessor, Mahmoud Ahmadinejad. 
Estas declarações de ódio a Israel foram feitas depois que o novo presidente do Irão participou nas celebrações muçulmanas anuais do "dia de Al Quds" (o dia de Jerusalém), na capital Teerão.
ROUHANI MODERADO? SÓ PARA OS OTÁRIOS...
Rouhani foi citado pela imprensa como tendo dito: "O regime sionista tem sido uma ferida no corpo do mundo muçulmano desde há anos, e esta ferida tem de ser removida."
Este novo presidente que tomará posse no próximo Domingo é visto por muitos como "moderado", mas na opinião de Israel é um autêntico "lobo com pele de cordeiro."
O seu antecessor Ahmadinejad aproveitou o dia de hoje para expelir algum do seu veneno acumulado ao longo dos anos, ao ameaçar que há uma tempestade regional a caminho para "desenraizar" o estado judaico: "Quero informar-vos, com Alá como minha testemunha, que uma tempestade devastadora está a caminho e que arrancará as raízes do sionismo," - afirmou o ex-presidente perante a multidão reunida esta manhã, acrescentando: "Israel não tem lugar nesta região."
O primeiro-ministro de Israel, já reagiu, afirmando que o novo presidente do Irão "já revelou a sua verdadeira face."
Shalom, Israel!