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sábado, maio 11, 2019

180.000 MUÇULMANOS REZAM PACIFICAMENTE NO MONTE DO TEMPLO NA PRIMEIRA SEXTA-FEIRA DO RAMADÃO

Com as restrições habituais aliviadas pelas autoridades israelitas para que os árabes muçulmanos que vivem na Judeia e na Samaria se possam deslocar a Jerusalém, mas mesmo assim com um grande dispositivo policial por parte de Israel, dezenas de milhares de palestinianos muçulmanos puderam deslocar-se ao terceiro lugar mais sagrado para o islamismo afim de rezarem na primeira Sexta-Feira da celebração anual do Ramadão. 
Segundo as autoridades, tudo decorreu em paz e sem quaisquer conflitos.

180.000 FIÉIS
Segundo a organização "Jerusalem Islamic Waqf", que administra o espaço do Monte do Templo, estiveram ontem na esplanada cerca de 180.000 fiéis muçulmanos - um aumento substancial de 50% face ao ano anterior, em que se calcula terem estado 120 mil.
Segundo Azzam al-Khatib, director geral da Waqf, as multidões chegaram ao local "apesar dos postos de controle e da enorme presença da segurança."
A polícia israelita informou que deslocou centenas de militares e polícias de fronteira, "de forma a assegurar que dezenas de milhares de fiéis pudessem chegar ao local e ao mesmo tempo prevenir quaisquer incidentes durante o dia."

COORDENAÇÃO ENTRE ISRAEL E A AUTORIDADE PALESTINIANA
Segundo informações prestadas ontem, terá melhorado este ano a coordenação entre as autoridades palestinianas e israelitas, dessa forma facilitando o acesso a Jerusalém. 
Muito ter-se-à devido à abertura por parte de Israel em Fevereiro passado de uma nova travessia que dá acesso à entrada no local.
Segundo as autoridades israelitas, cerca de 75.000 fiéis terão vindo ao Monte oriundos das regiões da Judéia e Samaria. Neste mês do Ramadão, o mais sagrado para os muçulmanos de todo o mundo, Israel costuma aliviar as restrições ao acesso ao Monte do Templo, comprovando dessa forma que proporciona plena liberdade de culto a todas as religiões na Cidade santa de Jerusalém, a sua eterna capital.
Todos os homens com mais de 40 anos e crianças com menos de 12 têm livre acesso à Cidade durante todas as Sextas-Feiras em que durar o Ramadão, não havendo quaisquer restrições para as mulheres.

Shalom, Israel!

quarta-feira, julho 19, 2017

TAL COMO ANUNCIADO HÁ 2.500 ANOS, JERUSALÉM ESTÁ-SE A TORNAR NUMA "PEDRA PESADA"

As tensões à volta do Monte do Templo estão aumentando de dia para dia, em grande parte por culpa dos muçulmanos que não querem aceitar o controle das entradas através da passagem por detectores de metais, algo que já acontece para quem entra pelo lado do Muro Ocidental, conforme tem sido a minha experiência nestes últimos anos.
O velho ditado "quem não deve não teme" aplica-se exactamente a esta gente muçulmana que alega subir ao Monte apenas para rezar, o que não tem sido sempre a realidade. É que se assim fosse, esses indivíduos não teriam qualquer problema em fazer-se passar pelo detector que avisa a presença de metais, logo de armas.

"WAQF ISLÂMICA DE JERUSALÉM" PROVOCA O RASTILHO QUE PODE PROVOCAR UMA TRAGÉDIA
Para incendiar ainda mais a questão, um dos grandes bandidos muçulmanos responsáveis por esta violência que levou à morte de 2 polícias israelitas druzos há poucos dias atrás, é o próprio mufti de Jerusalém, o líder espiritual islâmico que controla as rezas naquele enorme recinto conspurcado por duas mesquitas. 
A "Waqf Islâmica de Jerusalém" veio hoje anunciar que todas as mesquitas estarão encerradas em Jerusalém para as rezas nesta próxima Sexta-Feira, um claro e preocupante esforço para convocar todos os muçulmanos a virem rezar às portas do Monte do Templo, algo que poderá causar mais violência, com contornos inimagináveis.

MONTE FECHADO AOS JUDEUS
Esta manhã a polícia israelita decidiu fechar o acesso do Monte aos visitantes judeus devido ao "desrespeito pelas normas ali vigentes" por parte de um grupo de visitantes judeus.
Apesar dos esforços de mediação norte-americanos, sauditas e de outros, mantém-se a situação imposta por Israel face aos permanentes distúrbios entre manifestantes muçulmanos e as autoridades israelitas.
E, como não poderia deixar de ser, o Egipto veio agora também exigir a Israel que "acabe com a violência" nos acessos ao Monte, uma ridícula visão completamente desfasada da realidade dos factos, uma vez que são os muçulmanos que estão constantemente a provocar a polícia que protege os acessos ao recinto sagrado. O Egipto exigiu também a Israel que assegure os direitos dos palestinianos para poderem expressar a sua fé em liberdade. 
E Mahmoud Abbas, o grande e nojento hipócrita líder da Autoridade Palestiniana, usando da sua habitual manha para conquistar votos entre a população palestiniana de Gaza, da Judeia e da Samaria, convocou os palestinianos para "um dia de ira" em Jerusalém Oriental, na Judeia e em Samaria.
Tanto a Fatah como o Hamas estão atiçando estes fogos, convocando os muçulmanos para grandes manifestação de "ira." Ontem à noite várias pedras e cocktails Molotov foram atirados contra elementos da polícia, deixando dois oficiais com ferimentos ligeiros.

Estas lamentáveis situações, embora que preocupantes - tanto mais que contamos ali estar já na próxima semana - não nos apanham de surpresa, pois o profeta Zacarias revelou pelo Espírito de Deus o que seria Jerusalém "nos últimos dias": um cálice de tontear e uma pedra pesada para todos os povos ao derredor. 
Parece que estamos chegando a esses dias, agora que o conflito se centra cada vez mais em Jerusalém e no seu lugar mais sagrado: o Monte do Templo.

Shalom, Israel!