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segunda-feira, abril 23, 2018

A FIGUEIRA JÁ BROTOU > A RESSURREIÇÃO FÍSICA DE ISRAEL - A EXTRAORDINÁRIA VISÃO DOS OSSOS SECOS (3ª Parte)

As duas ressurreições mais maravilhosas, poderosas e produtivas anunciadas e comprovadas pelas Sagradas Escrituras são sem dúvida, em primeiro lugar, a ressurreição do Filho de Deus dentre os mortos, o Messias de Israel, e que provocou uma inigualável revolução no mundo espiritual, e, em segundo lugar, o renascimento físico da nação de Israel, simbolizada pelo Messias Jesus no desabrochar das flores e dos ramos da figueira, e pelo profeta Ezequiel, na sua extraordinária visão dos ossos secos. 

A VISÃO PROFÉTICA DOS OSSOS SECOS

A descrição desta extraordinária visão encontra-se narrada em Ezequiel 37, um texto escrito uns 500 a 600 anos antes de Cristo. 
O profeta é levado pelo Espírito a um vale cheio de ossos secos "mui numerosos e sequíssimos." Deus manda Ezequiel falar a Palavra do Senhor aos ossos secos, e eles acabam por se erguer, ajuntar-se osso com osso, aparecendo depois a carne, os tendões e a pele. O profeta assinala que nessa fase ainda não havia espírito dentre deles. Mas com a profecia declarada sobre eles, entra-lhes então o espírito e eles revivificam, tornando-se num "exército sobremodo poderoso."


Deus então explica ao profeta quem são e o que representam aqueles ossos secos agora revivificados: "Estes ossos são toda a casa de Israel. Eis que dizem: Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; estamos de todo exterminados. Portanto profetiza e dize-lhes: Assim diz o Senhor Deus: Eis que abrirei as vossas sepulturas, e vos farei sair delas, ó povo Meu, e vos trarei à Terra de Israel...Porei em vós o Meu Espírito, e vivereis, e vos estabelecerei na vossa própria Terra. Então sabereis que Eu, o Senhor, disse isto, e o fiz, diz o Senhor." (Ezequiel 37:11-14).

UMA RESSURREIÇÃO SINGULAR
Não há na Bíblia menção de qualquer outra nação a quem o Senhor Deus tenha prometido "ressuscitar" nos últimos dias e fazer regressar à Sua Terra - a única terra concedida por Deus a um só povo - a não ser a nação e terra de Israel.
Esta "ressurreição" da nação de Israel não é instantânea, como foi a de Jesus, e das pessoas a quem Ele ressuscitou. O profeta descreve o demorado processo da restauração, que começa com o ajuntar dos ossos a meio de "um ruído", e que finaliza com a entrada do Espírito de Deus dentro desses corpos, ou seja: a conversão nacional de Israel.

UM LONGO PROCESSO

Mas todo esse processo é longo, foi iniciado há já várias décadas com os primeiros retornos de judeus à então chamada "Palestina", em finais do século 19, e especialmente a partir da Declaração de Balfour, em 1917. Foi contudo a partir da decisão das Nações Unidas em Novembro de 1947, dividindo a Palestina em 2 partes, para o povo judeu e para o árabe, e especificamente após a declaração da independência de Israel em 14 de Maio de 1948 que se notou um maior "ruído" de movimento de ossos e da "ressurreição" em massa da nação de Israel, agora já com uma terra definida, uma bandeira, um hino nacional e uma constituição. 
O plano de Deus estava finalmente em execução, ao fim de quase 2 mil anos de dispersão do povo judeu pelos 4 cantos da terra!
Tal como a profecia indica, a ressurreição de Israel iria ter lugar a meio de um ambiente de desolação e destruição. Tudo isso resultado da dispersão dos judeus pelas nações, das muitas atrocidades, pogroms, inquisições e perseguições contra eles perpetrados, culminando no maior genocídio da História humana: o Shoah (Holocausto), que só em 6 anos exterminou 6 milhões de judeus. Os anos de 1939 a 1945 podem ser facilmente vistos como um vale de morte e destruição para o povo judeu.

UM PROCESSO DIVINAMENTE ORGANIZADO
Este é então o processo da ressurreição do Israel moderno, tal como apresentado pelo profeta Ezequiel:
1 - Os ossos ajuntam-se e encaixam-se uns nos outros. Estes ossos representam as pessoas, como que saindo dos campos de extermínio onde ressequiram, ajuntando-se e unindo-se para regressarem à sua Terra e formarem um estado moderno.
Quando da declaração da independência do estado de Israel, a população somava uns 800 mil habitantes. Em 70 anos, a população aumentou 10 vezes, para mais de 8 milhões, uma realidade nunca vista em nenhuma outra nação do mundo!
Só na década de 90, com a queda da União Soviética, cerca de 1 milhão de judeus russos fizeram "aliyah", o retorno à Terra de Israel. 

2 - Os tendões. Os ossos precisam de força, daí a necessidade de tendões. Eles simbolizam a força e a resiliência do povo judeu comprovada ao longo de séculos de perseguição, e agora afirmadas na formação do seu próprio estado, na Terra de Israel, apesar da tenaz oposição de uma grande parte do mundo, e das constantes provocações beligerantes dos países árabes à sua volta.
Esta força vem do próprio Deus: "Dos que coxeiam farei a parte restante, e dos que foram arrojados para longe, uma poderosa nação..." (profeta Miquéias 4:7). "A tua mão (Israel) se exaltará sobre os teus adversários; e todos os teus inimigos serão eliminados" (profeta Miquéias 5:9). "...que não passe mais sobre eles o opressor." (profeta Zacarias 9:8).
Israel possui hoje um dos mais poderosos exércitos e uma das mais temíveis forças aéreas do mundo. 
3 - A carne. Representando o crescimento e o desenvolvimento. Com o fluxo de centenas de milhares de imigrantes judeus retornando à Terra, tornou-se necessário um programa massivo de construção de casas para acomodar todos esses novos habitantes de Sião. Para uma nação tão desprovida de recursos como era Israel, conseguir alojar, alimentar transportar e empregar uma tão grande quantidade de pessoas num tão curto espaço de tempo representaria um verdadeiro milagre, mas, tal como certa vez afirmou o primeiro primeiro-ministro de Israel, David Ben-Gurion, "em Israel, para se ser realista, tem de se acreditar em milagres."

Em poucos anos Israel transformou aquilo que era uma terra quase completamente árida e deserta num oásis provido de uma gigantesca infraestrutura eléctrica, energética, hidráulica, para não falar das vastas redes de esgotos e vias de comunicação rasgadas por todo o país. Cidades bíblicas antigas foram reconstruídas, e o rácio de casas construídas nos primeiros 25 anos de estado moderno de Israel é o maior do mundo: 680.000 novas casas, constituindo 70 por cento do total do país!
Escusado será ainda falar dos mais que conhecidos mega projectos bem sucedidos relacionados com a reflorestação, agricultura e irrigação, confirmando as antigas profecias: "...velarei sobre eles para edificar e para plantar" (profeta Jeremias 31:28).
"Restaurarei a sorte de Judá e de Israel, e os edificarei como no princípio" (profeta Jeremias 33:7).

4. A pele. Simbolizando o reconhecimento. A pele identifica o ser humano, revelando a sua singularidade e aspecto. Israel não passa despercebido aos olhos do mundo. A quantidade de tecnologia e de ciência produzida por aquele minúsculo país quase invisível no mapa é sem igual no mundo, fazendo de Israel uma das nações mais desenvolvidas, produtivas e avançadas do planeta. 
Mas mais importante do que Israel mostra ser aos olhos do mundo, é aquilo que representa aos olhos de Deus: "Assim diz o Senhor dos Exércitos: aquele que tocar em vós (povo de Israel) toca na menina do Meu olho" (profeta Zacarias 2:8).
5. O espírito. O sopro de Deus. Todas as evidências anteriores apontam para a maior e mais importante de todas, aquela que em breve advirá sobre uma parte do povo de Israel: o grande derramamento do Espírito de Deus sobre os israelitas, algo que o mundo até hoje nunca viu. A nação de Israel presente na Terra após os tempos de tribulação e de Ira divina será abençoada com a visitação sobrenatural do Messias, que fará derramar sobre eles o Seu sopro, o Espírito de vida, ressuscitando de vez os seus corações mortos, indiferentes e até rebeldes perante as realidades espirituais oferecidas pelo Messias na Sua primeira vinda e agora para sempre firmadas no Seu retorno a Jerusalém. 
"E acontecerá depois que derramarei o Meu Espírito sobre toda a carne, vossos filhos e filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões; até sobre os servos e sobre as servas derramarei o Meu Espírito naqueles dias" (profeta Joel 2:28-29).
"E sobre a casa de David, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas; olharão para Mim, a Quem trespassaram...naquele dia haverá uma fonte aberta para a casa de David, e para os habitantes de Jerusalém, para remover o pecado e a impureza" (profetas Zacarias 12:10 e 13:1).
Esta última fase do processo completará a restauração, a total ressurreição da nação de Israel, tal como o profeta Ezequiel viu há 2.600 anos atrás.
Apesar de ser um evento sobrenatural ainda por vir, a realidade actual já é a de um número crescente de judeus que se vão dia a dia convertendo à fé no Messias Jesus, abrindo os seus olhos para a grande oferta de amor e de salvação espiritual por Ele oferecidos ao Seu povo. O crescente número de assembleias de judeus messiânicos espalhadas um pouco por todo o Israel e por muitos países do mundo é disso uma claro sinal, talvez os "primeiros frutos" da grande colheita a que em breve poderemos todos assistir.
E assim, nas palavras do apóstolo Paulo, "todo o Israel será salvo" (epístola aos Romanos, 11:26).

Shalom, Israel!

quarta-feira, dezembro 06, 2017

O MUNDO DE OLHOS POSTOS EM JERUSALÉM

A provável decisão de reconhecer Jerusalém como capital do estado de Israel e a consequente deslocação da embaixada norte-americana para Jerusalém por parte do actual governo dos EUA será determinante para o início do cumprimento profético de Zacarias 12:2 e 3, que diz: "Fala o Senhor: Eis que Eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor...Naquele dia farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente; e, contra ela, se ajuntarão todas as nações da terra."
E de facto assim é: desde o líder da Igreja Católica Romana, à Europa, da Liga Árabe à Turquia, da Arábia Saudita às igrejas tradicionais "cristãs" situadas em Jerusalém, todos estão contra a esperada decisão de Donald Trump que reconhecerá a soberania israelita sobre a Cidade santa de Jerusalém.
Nunca o mundo esteve tão "unido" a uma só voz contra os desígnios de Deus relativos à Sua Cidade e ao Seu povo. De facto, esta "rebeldia" é contra o próprio Deus, uma vez que quem se opõe aos Seus planos e promessas coloca-se numa mortal rota de colisão contra o Criador e Sustentador de Israel!
"Por que se enfurecem os gentios, e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam, e os príncipes conspiram contra o Senhor e contra o Seu Ungido, dizendo: Rompamos os Seus laços, e sacudamos de nós as Suas algemas. 
Ri-se Aquele que habita nos céus; o Senhor zomba deles. Na Sua ira, a Seu tempo, lhes há de falar, e no Seu furor os confundirá.
Eu, porém, constituí o Meu Rei sobre o Meu santo Monte Sião (Jerusalém)." - Salmo 2:1-6.

BANDEIRAS QUEIMADAS, MURALHAS ILUMINADAS COM AS CORES DOS EUA
A ira dos árabes habitantes de Gaza tem-se feito sentir durante todo o dia, tendo muitos palestinianos vindo para as ruas queimar bandeiras norte-americanas e israelitas.
Por outro lado, e em perfeito contraste, o município de Jerusalém irá iluminar as seculares muralhas de Jerusalém com as cores da bandeira dos EUA logo após o esperado discurso de Donald Trump.

"UMA MEDIDA HÁ MUITO DEVIDA"
Segundo Donald Trump, esta medida de deslocar a embaixada é "há muito devida." E de facto assim tem sido. Presidente após presidente, todos têm protelado uma decisão já tomada pelo governo norte-americano em 1995, mas a falta de coragem tem impedido a prossecução de tal medida. 
Ao anunciar esta tarde essa mudança, Donald Trump estará não só a cumprir uma promessa eleitoral, mas a dar um passo corajoso na execução da justiça e na confirmação do direito do povo judeu a escolher a sua própria capital.
Bem haja Trump! 

Shalom, Israel!

quarta-feira, julho 19, 2017

TAL COMO ANUNCIADO HÁ 2.500 ANOS, JERUSALÉM ESTÁ-SE A TORNAR NUMA "PEDRA PESADA"

As tensões à volta do Monte do Templo estão aumentando de dia para dia, em grande parte por culpa dos muçulmanos que não querem aceitar o controle das entradas através da passagem por detectores de metais, algo que já acontece para quem entra pelo lado do Muro Ocidental, conforme tem sido a minha experiência nestes últimos anos.
O velho ditado "quem não deve não teme" aplica-se exactamente a esta gente muçulmana que alega subir ao Monte apenas para rezar, o que não tem sido sempre a realidade. É que se assim fosse, esses indivíduos não teriam qualquer problema em fazer-se passar pelo detector que avisa a presença de metais, logo de armas.

"WAQF ISLÂMICA DE JERUSALÉM" PROVOCA O RASTILHO QUE PODE PROVOCAR UMA TRAGÉDIA
Para incendiar ainda mais a questão, um dos grandes bandidos muçulmanos responsáveis por esta violência que levou à morte de 2 polícias israelitas druzos há poucos dias atrás, é o próprio mufti de Jerusalém, o líder espiritual islâmico que controla as rezas naquele enorme recinto conspurcado por duas mesquitas. 
A "Waqf Islâmica de Jerusalém" veio hoje anunciar que todas as mesquitas estarão encerradas em Jerusalém para as rezas nesta próxima Sexta-Feira, um claro e preocupante esforço para convocar todos os muçulmanos a virem rezar às portas do Monte do Templo, algo que poderá causar mais violência, com contornos inimagináveis.

MONTE FECHADO AOS JUDEUS
Esta manhã a polícia israelita decidiu fechar o acesso do Monte aos visitantes judeus devido ao "desrespeito pelas normas ali vigentes" por parte de um grupo de visitantes judeus.
Apesar dos esforços de mediação norte-americanos, sauditas e de outros, mantém-se a situação imposta por Israel face aos permanentes distúrbios entre manifestantes muçulmanos e as autoridades israelitas.
E, como não poderia deixar de ser, o Egipto veio agora também exigir a Israel que "acabe com a violência" nos acessos ao Monte, uma ridícula visão completamente desfasada da realidade dos factos, uma vez que são os muçulmanos que estão constantemente a provocar a polícia que protege os acessos ao recinto sagrado. O Egipto exigiu também a Israel que assegure os direitos dos palestinianos para poderem expressar a sua fé em liberdade. 
E Mahmoud Abbas, o grande e nojento hipócrita líder da Autoridade Palestiniana, usando da sua habitual manha para conquistar votos entre a população palestiniana de Gaza, da Judeia e da Samaria, convocou os palestinianos para "um dia de ira" em Jerusalém Oriental, na Judeia e em Samaria.
Tanto a Fatah como o Hamas estão atiçando estes fogos, convocando os muçulmanos para grandes manifestação de "ira." Ontem à noite várias pedras e cocktails Molotov foram atirados contra elementos da polícia, deixando dois oficiais com ferimentos ligeiros.

Estas lamentáveis situações, embora que preocupantes - tanto mais que contamos ali estar já na próxima semana - não nos apanham de surpresa, pois o profeta Zacarias revelou pelo Espírito de Deus o que seria Jerusalém "nos últimos dias": um cálice de tontear e uma pedra pesada para todos os povos ao derredor. 
Parece que estamos chegando a esses dias, agora que o conflito se centra cada vez mais em Jerusalém e no seu lugar mais sagrado: o Monte do Templo.

Shalom, Israel!

terça-feira, outubro 28, 2014

JERUSALÉM JÁ É UM "CÁLICE DE TONTEAR" PARA O MUNDO

Tinha razão (obviamente...) o profeta Zacarias, quando há mais de 2.500 anos profetizou que nos últimos dias Jerusalém seria "um cálice de tontear para todos os povos em redor" - Zacarias 12:2.
E assim é. Estamos no momento da História em que estas palavras sábias inspiradas pelo Espírito de Deus se aplicam como nunca. Esta "pedra pesada" em que se tornou Jerusalém está já no centro das atenções e preocupações mundiais. Desde há várias semanas que crescem os conflitos na Cidade milenar, a capital do estado de Israel, e que a comunidade internacional teima em não querer reconhecer com esse estatuto. Os próprios EUA - tradicionais aliados de Israel - estão sob a actual administração de Obama a mostrar sinais de irritação e até de condenação aos novos projectos do governo de Israel para construir casas à volta da Grande Jerusalém.
Veja os desenvolvimentos nestas últimas horas:

CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU VAI REUNIR-SE PARA...CONDENAR ISRAEL
A pedido da Jordânia, irá reunir-se o conselho de segurança da ONU para debater a actual situação em Jerusalém, especificamente a construção de 1.000 novas habitações aprovadas pelo governo de Netanyahu. Obviamente que, tal como esse órgão sempre faz, virá uma veemente condenação a Israel - o único país nomundo que não pode construir no seu próprio território...!

OBAMA CONTRA ISRAEL POR CAUSA DE JERUSALÉM
E o todo-poderoso Hussein Obama, mais uma vez em rota de colisão com Netanyahu, já veio a público condenar esta decisão israelita, alegando que a mesma iria afastar ainda mais o processo de paz para a região. 


"CONTINUAREMOS A CONSTRUIR EM JERUSALÉM!" - AFIRMOU NETANYAHU
Numa admirável postura de firmeza, Netanyahu respondeu aos norte-americanos que, ao contrário do que eles alegam, são as críticas e não as construções que afastam mais para longe a paz na região. 
"Tal como os franceses constroem em Paris, e como os ingleses constroem em Londres - os israelitas constroem em Jerusalém" - afirmou Netanyahu, prosseguindo:
"Iremos continuar a construir em Jerusalém, a nossa capital eterna. Temos construído em Jerusalém, estamos construindo em Jerusalém, e continuaremos construindo em Jerusalém."
E, "apontando a mira" às críticas norte-americanas, Benjamin Netanyahu não poupou palavras: "Quando Abbas incita ao assassínio de judeus em Jerusalém oriental, a comunidade (internacional) fica calada. mas quando construímos em Jerusalém, ficam furiosos. Não aceito essa duplicidade de critérios."

PREFEITO DE JERUSALÉM VISITA O MONTE DO TEMPLO ESTA MANHÃ
Numa afirmação clara de soberania, o presidente da câmara de Jerusalém Nir Barkat fez esta manhã uma visita ao Monte do Templo, também conhecido como esplanada das mesquitas. 
E é claro: o Waqf islâmica, a entidade que gere a actividade na esplanada, já veio a público condenar esta visita, alegando que a mesma "não dá qualquer legitimidade a considerar a al-Aqsa como parte da jurisdição do município de Jerusalém, nem apaga o carácter islâmico eternal da mesquita." Em outras palavras: os muçulmanos querem que o presidente do município de Jerusalém, onde se situa a esplanada, tenha de lhes pedir autorização para a visitar...! 
Numa breve declaração, Barkat afirmou que fez a visita para "verificar a situação actual e ganhar uma mais profunda compreensão das questões e desafios do local."

PRIMEIRO-MINISTRO PALESTINIANO VISITOU O MONTE DO TEMPLO ONTEM, AFIRMANDO A SOBERANIA PALESTINIANA...
Rami Hamdallah, primeiro-ministro da Autoridade Palestiniana, subiu ontem ao Monte do Templo, entrando na mesquita al-Aqsa, e afirmou clara e inequivocamente: "Não haverá um estado palestiniano sem Jerusalém oriental como sua capital."

O Monte do Templo tem assistido ultimamente a confrontos entre manifestantes palestinianos e a polícia israelita, levando ao fecho do mesmo durante alguns dias. Apesar de ter dado permissão a Hamdallah para visitar o local, Netanyahu não deixou mesmo assim de acusar a Autoridade Palestiniana, o seu presidente Abbas e o Hamas, para além de elementos das organizações islâmicas de serem os responsáveis pelos conflitos na esplanada.

Estamos num ano difícil, um ano de grandes mudanças, um ano que aproxima mais o cumprimento das milenares profecias bíblicas. O mundo corre vertiginosamente para o abismo. Julgando conseguir solucionar o problema de Jerusalém, será essa "pedra pesada" que Deus usará para esmagar todos esses inimigos de Sião e dos propósitos de Deus para o Seu povo, Sua Terra, e Sua santa Cidade: "Naquele dia farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente..."

Shalom, Jerusalém!


quarta-feira, março 09, 2011

FORÇAS DE SEGURANÇA DE ISRAEL TÊM DE PERMANECER NO VALE DO JORDÃO

Durante uma visita feita ontem aos controles e bases militares das Forças de Defesa de Israel (IDF) no Vale do Jordão, na fronteira com a Jordânia, o primeiro ministro de Israel Benjamin Netanyahu informou que independentemente da existência de um estado palestiniano na região, as forças da IDF permanecerão na área para protegerem Israel.
O presidente da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas logo contestou a decisão, exigindo a soberania na região, além de toda a Judéia e Samaria. E o primeiro-ministro palestiniano Salam Fayyad, ainda foi mais longe: "Não haverá nenhum estado independente palestiniano sem o Vale do Jordão." E não parou com a sua verborreia: "O Vale do Jordão é parte tão integral da Palestina como é Jerusalém"...
Mas Netanyahu, prevendo a exigência palestiniana, informou já os repórteres presentes: "A nossa fronteira de segurança é aqui no Jordão e a nossa linha defensiva começa aqui. Se esta linha for rompida, eles poderão infiltrar terroristas, rockets e mísseis até Tel Aviv, Jerusalém, Haifa, Bersheva e todo o país.
Não há alternativa para a linha defensiva das IDF. Portanto, em qualquer situação futura, e incluo aqui também qualquer arranjo futuro, as IDF têm de ficar aqui ao longo do Rio Jordão. Esta é a política de segurança do estado de Israel. Se esta já era a realidade antes das convulsões agora sentidas no Médio Oriente e em toda esta região, a realidade é agora duplicada. As IDF têm de permanecer ao longo do Rio Jordão."
A parte israelita do Vale do Jordão é uma estreita e longa faixa de terra cuja fronteira oriental é o próprio Rio Jordão, ficando a Jordânia do outro lado do rio, e uma cadeia de colinas a Ocidente, descendo desde a fronteira com o Líbano a norte até aos montes da Samaria a leste e os montes da Judéia no sul.
A sua população dispersa, território relativamente plano e proximidade com a Jordânia faz deste um território estratégico. Antes da Guerra dos Seis Dias em 1967, terroristas oriundos da Jordânia perpetraram centenas de ataques, escondendo-se nos montes e cavernas adjacentes denominadas pelos reservistas israelitas como "A Terra da Caça (aos terroristas)". As IDF costumavam encher as estradas ao longo do Rio Jordão com areia de forma a poder traçar os trilhos dos terroristas, antes de Israel reaver a região durante a guerra.
O primeiro ministro referiu-se à presente grande instabilidade na região para defender a sua posição: "Mais do que nunca numa situação destas precisamos de nos assegurar de que temos sólidos fundamentos de segurança sobre os quais podemos defender o estado de Israel".
A nossa oração é que Deus dê forças a Netanyahu para ser firme nesta posição. Os palestinianos querem a pura e simples destruição de Israel, pelo que um possível controle de todo o Vale do Jordão dar-lhes-ia uma formidável porta de acesso para o início da destruição da Terra e do povo que Deus ali colocou: o povo judeu.
Nota-se a verdadeira face dos palestinianos, ao declararem Jerusalém como parte integrante da "Palestina". Não se ficam por menos, os indivíduos...
O problema é que eles não sabem que estão lutando contra os planos de Deus, e isso sair-lhes-á muito caro. Não só a eles como a todas as nações que vierem lutar contra Israel por causa da posse de Jerusalém: "E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a carregarem certamente serão despedaçados; e ajuntar-se-á contra ela todo o povo da terra. Naquele dia, diz o Senhor, ferirei de espanto a todos os cavalos, e de loucura os que montam neles; mas sobre a casa de Judá abrirei os meus olhos, e ferirei de cegueira a todos os cavalos dos povos...naquele dia os governadores de Judá consumirão a todos os povos em redor, e Jerusalém será habitada outra vez no seu lugar, em Jerusalém...Naquele dia o Senhor protegerá os habitantes de Jerusalém...E acontecerá naquele dia, que procurarei destruir todas as nações que vierem contra Jerusalém". - profeta Zacarias 12:3-9 (ênfase nosso).
Assim seja!
Shalom, Israel!

segunda-feira, dezembro 28, 2009

CADA VEZ MAIS PRÓXIMOS DA PROFECIA DE ZACARIAS 12:2-3

O mundo inteiro volta-se mais uma vez contra Jerusalém!
A recente decisão do governo soberano de Israel sediado na sua capital eterna de Jerusalém de construir mais 700 habitações em Jerusalém oriental está-se tornando num "copo de tremor" ou "cálice de tontear" para todos os povos do mundo!
Desde o governo de Washington aos governos europeus, a condenação é unânime, como se Israel precisasse da autorização desses "amigos" para construir onde muito bem entender no seu território...!
De Washington ouve-se: "O estatuto da capital tem de ser resolvido pelas partes através de negociações".
A actual presidência da União Europeia, por mais alguns dias nas mãos da Suécia, avisa: "Aldeamentos em terra ocupada são ilegais sob a lei internacional".
Os EUA "opõem-se a novas construções". Pois podem opôr-se à vontade: Israel continuará a construir naquela terra que Deus confiou a um povo, o povo eleito. E quanto mais oposição internacional existir, mais "pesada" será a pedra que cairá sobre essas nações que teimam em se opôr aos planos de Deus!
Shalom, Israel!