A provável decisão de reconhecer Jerusalém como capital do estado de Israel e a consequente deslocação da embaixada norte-americana para Jerusalém por parte do actual governo dos EUA será determinante para o início do cumprimento profético de Zacarias 12:2 e 3, que diz: "Fala o Senhor: Eis que Eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor...Naquele dia farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente; e, contra ela, se ajuntarão todas as nações da terra."
E de facto assim é: desde o líder da Igreja Católica Romana, à Europa, da Liga Árabe à Turquia, da Arábia Saudita às igrejas tradicionais "cristãs" situadas em Jerusalém, todos estão contra a esperada decisão de Donald Trump que reconhecerá a soberania israelita sobre a Cidade santa de Jerusalém.
Nunca o mundo esteve tão "unido" a uma só voz contra os desígnios de Deus relativos à Sua Cidade e ao Seu povo. De facto, esta "rebeldia" é contra o próprio Deus, uma vez que quem se opõe aos Seus planos e promessas coloca-se numa mortal rota de colisão contra o Criador e Sustentador de Israel!
"Por que se enfurecem os gentios, e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam, e os príncipes conspiram contra o Senhor e contra o Seu Ungido, dizendo: Rompamos os Seus laços, e sacudamos de nós as Suas algemas.
Ri-se Aquele que habita nos céus; o Senhor zomba deles. Na Sua ira, a Seu tempo, lhes há de falar, e no Seu furor os confundirá.
Eu, porém, constituí o Meu Rei sobre o Meu santo Monte Sião (Jerusalém)." - Salmo 2:1-6.
A ira dos árabes habitantes de Gaza tem-se feito sentir durante todo o dia, tendo muitos palestinianos vindo para as ruas queimar bandeiras norte-americanas e israelitas.
Por outro lado, e em perfeito contraste, o município de Jerusalém irá iluminar as seculares muralhas de Jerusalém com as cores da bandeira dos EUA logo após o esperado discurso de Donald Trump.
"UMA MEDIDA HÁ MUITO DEVIDA"
Segundo Donald Trump, esta medida de deslocar a embaixada é "há muito devida." E de facto assim tem sido. Presidente após presidente, todos têm protelado uma decisão já tomada pelo governo norte-americano em 1995, mas a falta de coragem tem impedido a prossecução de tal medida.
Ao anunciar esta tarde essa mudança, Donald Trump estará não só a cumprir uma promessa eleitoral, mas a dar um passo corajoso na execução da justiça e na confirmação do direito do povo judeu a escolher a sua própria capital.
Bem haja Trump!
Shalom, Israel!

