sábado, abril 14, 2012

A VERDADE SOBRE OS "PALESTINIANOS CRISTÃOS"...

A comunidade messiânica em Israel acabou de experimentar e observar um preocupante evento em Belém realizado pelos "cristãos palestinianos", que nada mais serviu senão para exercitar um já conhecido e habitual ataque contra a existência de Israel.
As suas línguas eram suaves como azeite quando expressavam o seu "grande amor" pelo povo judeu, mas ao mesmo tempo descrevendo a "injustiça, o mal e a ocupação imoral da Palestina e os crimes contra a humanidade pelo estado criminoso de Israel. "
Os palestrantes na Conferência "Christ at the checkpoint" (Cristo no posto de controle) exigiram que a barreira de segurança e postos de controle fossem derrubados e retirados (o que levaria obviamente a que os terroristas bombistas voltassem a entrar em Israel), exigiram ainda que os árabes pudessem ser autorizados a regressar à sua "antiga pátria", o que significaria dar a Terra Santa aos muçulmanos. É importante lembrar-se que quando lemos "palestiniano"  devemos entender "muçulmano", uma vez que 99% dos palestinianos são muçulmanos...
Na conferência foi explicado que o Israel de hoje nada tem a ver com o Israel da Bíblia. Em outras palavras: as Escrituras do Velho Testamento respeitantes a Israel não são mais válidas. Segundo eles, a semente de Abraão de que a Bíblia fala é só acerca de Jesus, não se tratando dos judeus.
Os "iluminados" palestrantes afirmaram ainda que qualquer promessa respeitante a Israel tem apenas aplicação espiritual, sendo que para eles qualquer interpretação literal é falsa.
ALLAH QUER A TODO O CUSTO REINAR EM ISRAEL
Consequentemente, segundo se concluiu na conferência, o estado moderno de Israel não é nenhum cumprimento das Escrituras.
Activistas pró-palestinianos presentes na conferência e oriundos de países como o Reino Unido, e os Estados Unidos nada mencionaram sobre o terrorismo islâmico contra Israel, antes partilharam como têm confrontado os soldados israelitas, acusando-os de crimes contra a humanidade, etc. Foram também feitos apelos ao boicote aos produtos israelitas afim de levar a economia de Israel ao colapso.
O foco central de toda a conferência teve a ver com "o sofrimento dos palestinianos como consequência da ocupação ilegal de terra árabe por parte do ilegítimo estado de Israel."
Não houve no entanto percepção de que as nações árabes vizinhas que querem exterminar Israel como sendo a causa principal do sofrimento dos palestinianos.

ÓDIO "CRISTÃO CONTRA ISRAEL?
Qual a razão deste ódio contra Israel da parte dos cristãos árabes na Samaria e Judéia? Por que é que eles defendem a pérfida teologia da substituição?  Talvez a resposta seja mais simples do que se pensa: eles têm medo do Islão.
Segundo as estatísticas, apenas 1% da população árabe em Gaza e em Samaria é cristã tradicional. Desses 1%, só 10% são considerados protestantes.
Segundo os dados conhecidos, a "Palestina" (Samaria e Gaza) concentra a sociedade mais homogénea do Médio Oriente no que respeita a religião, sendo todos eles praticamente muçulmanos sunitas.
ISLÃO: A RELIGIÃO DO MEDO
O pequeníssimo grupo de evangélicos árabes nessa região vive mergulhado numa maioria abafadora de 4 milhões de muçulmanos. Não é pois de admirar que na referida conferência realizada em Belém a palavra "Islão" ou "muçulmano" fosse raramente mencionada, e que o assunto das ameaças existenciais e do terrorismo contra os judeus não fosse uma única vez mencionado...
Os cristãos palestinianos anti-Israel são inconsciente ou conscientemente forçados a acusar Israel pelo imenso decréscimo de cristãos árabes em Gaza e na Samaria nestas últimas décadas, mas uma interessante estatística desmonta rapidamente essa ideia: por que é que não existem mais de 1% de cristãos nessas zonas da "Palestina" islâmica, enquanto que em Israel 10% dos árabes são cristãos?

LIBERDADE ÁRABE? SÓ EM ISRAEL...
A COEXISTÊNCIA IMPOSSÍVEL
Os factos são óbvios: não existe nenhum lugar no mundo onde os árabes tenham mais liberdade de culto conforme a sua escolha do que no estado de Israel! Mas os árabes cristãos em Samaria dirão que a maioria dos muçulmanos os deixam viver em paz. Sim, até certo ponto! Desde que eles não tentem começar a evangelizar muçulmanos. Aí a coisa muda de figura...
O número minúsculo de cristãos em Gaza torna-os vulneráveis ao fanatismo islâmico e suas vidas estão constantemente em risco por causa da ameaça do Hamas. E se o grupo terrorista do Hamas for bem sucedido nas "eleições" através das quais podem tomar conta da Samaria, então os árabes cristãos e os judeus israelitas passarão a estar sob constantes ataques.
Nas palavras de Joseph Shulam, líder judeu messiânico: "Os cristãos na Samaria e em Gaza não reconhecem que o seu
melhor amigo é Israel e que a sua melhor esperança está em Israel. O dia vai chegar quando estes árabes cristãos desejarão que Israel estivesse lá para eles, e clamarão a Israel para que venha ajudá-los, tal como agora acontece com a oposição síria".

ANTI-SEMITISMO "CRISTÃO"

Mas qual é o perigo de uma conferência como esta, participada por cerca de 600 pessoas vindas de todo o mundo, na maioria de igrejas cristãs evangélicas?
O problema está exactamente nesse anti-semitismo disfarçado de "amor cristão pelos inimigos (neste caso Israel)" que leva muitos cristãos ocidentais ao engano e à crença diabólica de que a Igreja tomou o lugar de Israel (teologia da substituição), e que Israel tem causado grande sofrimento e injustiças aos "irmãos" palestinianos e árabes.
Ao vestirem peles de cordeiro, os cristãos palestinianos podem provocar danos muito maiores ao povo de Israel do que os próprios muçulmanos . Pois a terminologia cristã soa-lhes bem aos ouvidos, o "calão" espiritual parece "espiritual", mas a consequência final é a destruição de Israel. É esse o resultado da "teologia da substituição"...
Essa teologia diabólica é a principal responsável pelo Holocausto e pelos diversos progoms ao longo da História. Já para não falar da famigerada Inquisição católica...
Obviamente que, tal como não há regra sem excepção, há também árabes cristãos que amam Israel, e que à semelhança de Rute se identificam com os propósitos do povo eleito. São infelizmente poucos, e são continuamente provocados e perseguidos pelos mentores da "teologia da substituição". Eles concentram-se mais em Israel, e são uma "espécie rara" em Gaza e em Samaria.
SATANÁS É O MAIOR ANTI-SEMITA!
O que é trágico é quando esses professores e teólogos liberais - na sua maioria europeus e americanos - dizendo-se cristãos, vêm juntar-se aos árabes "cristãos" para cuspir todo o seu ódio contra Israel, numa mistura venenosa e letal, tornando-se assim uma poderosa ferramenta nas mãos de Satanás para tentar destruir a nação que Deus trouxe de volta à Sua Terra nestes "últimos dias".

Mas é necessário que conheçamos também
ALGUNS FACTOS IMPORTANTES SOBRE O "CRISTIANISMO PALESTINIANO"...

Para se compreender o Médio Oriente é importante que conheçamos a terminologia usada. Aquilo que uma coisa significa no nosso mundo ocidental, muitas vezes significa uma coisa completamente diferente no Médio Oriente. Os cristãos palestinianos estão apelando à Igreja no Ocidente, alegando que a Igreja tem uma maior responsabilidade para com eles do que para com Israel.
Aquilo que devemos saber é que tal como acontece com o Islão, a religião da família na qual se nasce é a religião em que se permanece toda a vida. Assim, a maioria dos árabes cristãos não são aquilo a que chamamos "nascidos de novo". Eles apenas nasceram dentro da cultura cristã árabe, que é largamente de expressão católica mas vazia do relacionamento com Deus, "requerido" para tornar-se parte do "Corpo do Messias".
A teologia cristã palestiniana é muito semelhante à "Black Liberation Thoelogy" (Teologia de Libertação dos Negros) à qual aderiram personalidades como o rev. Jesse Jackson e o ex-pastor do presidente Obama, rev. Jeremiah Wright, a qual propaga que os brancos são por inerência opressores dos negros e por isso deve-se resistir aos mesmos. Insiste também que os brancos devem reembolsar os negros pelos erros cometidos em gerações passadas mesmo que uma pessoa de raça negra não tenha sido afectada pelos erros ou mesmo que a pessoa branca não tenha ligação ao "malfeitor" de gerações anteriores. Se trocarmos os termos e colocarmos "palestinianos" no papel dos "negros" sofredores, e "judeus" no lugar dos brancos opressores, logo teremos diante de nós uma demonstração do que é o clássico "cristianismo palestiniano".
Os cristãos palestinianos vão buscar ao sentimento islâmico muita da sua animosidade contra Israel. Quando defendem a sua causa, os palestinianos cristãos ignoram por completo o terrorismo perpretado pelos seus pares muçulmanos, chegando até a participar nele.
Os palestinianos sentem-se mal com Israel porque têm sido ensinados pela maioria islâmica que os rodeia que Israel é que é o problema. A verdade é que existem mais árabes que morrem por causa da opressão islâmica do que qualquer outro grupo étnico no mundo. Parece ser até auto-destrutivo por natureza, porque os cristãos árabes têm mais liberdade nas áreas controladas por Israel do que em qualquer país muçulmano, e destruir Israel como estado é expandir o governo do Islão naquela região.

UM YESHUA PALESTINIANO?
UM YESHUA PALESTINIANO???
Na tentativa de deslegitimizar ainda mais a herança judaica, os palestinianos cristãos reivindicam Yeshua (Jesus) como sendo filho de uma mulher palestiniana chamada Miriam (um nome judaico...). Não contentes com essa aberração, ainda vão mais longe: alegam que Yeshua é o "primeiro mártir palestiniano" morto pelos judeus e declaram: "Yeshua está sendo crucificado todos os dias em Israel". Na verdade, a presença árabe na Terra de Israel era praticamente inexistente até à invasão muçulmana do 7º século...
Apesar de alguns o negarem, a verdade é que a única forma em que o cristianismo palestiniano funciona é com a crença de que todas as bênçãos prometidas aos judeus foram rescindidas e transferidas para a Igreja. E é claro: todas as maldições prometidas ao povo judeu na Escritura, caso desobedecessem a Deus, continuam a aplicar-se exclusivamente aos judeus...

Não queremos desta forma alimentar qualquer tipo de ódio ou preconceito contra os árabes cristãos. Acreditamos sinceramente que há muitos (especialmente os que vivem fora da Terra de Israel) que amam Yeshua e se relacionam com Ele tal como nós, na base da Sua Graça e salvação. Isso contudo não significa que não haja também uma grande quantidade de "cristãos árabes" que odeiam Israel e que tudo fariam para ver os judeus serem varridos para o mar...
É importante que se saiba e se desmistifique a idéia de que eles são umas "vítimas" dos judeus, quando na verdade são é vítimas de si mesmos e das opressões tirânicas e diabólicas que os governam.
ERRAIS, NÃO CONHECENDO AS ESCRITURAS...
Mas, e talvez pior ainda, é vermos o crescente número daqueles que no nosso mundo ocidental se dizem cristãos (e até pastores) e que nutrem o mesmo sentimento perverso em relação a Israel. Só posso concluir que, ou não conhecem a revelação da Bíblia conforme ela é e se apresenta na sua totalidade (Velho e Novo Testamento), ou são imbuídos de um sentimento cuja origem é bem conhecida, e que gerou verdadeiras monstruosidades aos longo da História...
Shalom, Israel!


6 comentários:

Luciano de Paula Lourenço disse...

Coitados dos "cristãos"(cristãos?)de Gaza que odeiam a Israel! Essa atitude é terrivelmente desastrosa! Odiar a Israel é odiar o próprio Deus. Que o diga o próprio Cristo em seu sermão profético para o fim dos tempos - quando da sua vinda para julgar as nações -, dirigindo àqueles que odiarão ao povo de Israel: “Então, dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e estando enfermo e na prisão, não me visitastes. Então, eles também lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão e não te servimos? Então, lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim. E irão estes para o tormento eterno, mas os justos, para a vida eterna”(Mt 41:46). Este texto aponta para aqueles que perseguiram o povo de Deus,Israel.
Deus abençoe Israel!

Pastor Fernando Pereira disse...

Felizmente grande parte do povo evangélico do Brasil e de todo o mundo amam verdadeiramente Israel e entendem seu lugar nas profecias bíblicas, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento.

Porém muitos ainda não têm essa visão. Muitos ainda nutrem desconfiança em relação a Israel. Isso graças aos ensinos errados da igreja romana .

Hoje no Brasil, principalmente através do movimento chamado Visão Celular no Modelo dos Doze, a igreja evangélica está saindo de Roma e voltando para Jerusalém, a capital eterna de Israel.

Paz sobre Israel!

Pr. Fernando Pereira - Rio de Janeiro - Brasil

Anónimo disse...

As vezes penso que religião escraviza e mata somente. Seria bem melhor viver não precisando deste tipo de escravidão. Tudo isso parece ser muita loucura.

Rural Sul BPMA disse...

Povo de Israel

Tenham mais fé no Deus Todo Poderoso, creiam nele de todo coração. Pois o Senhor ama aqueles que creem em sua palavra e Ele que peleja as Batalhas. Está chegando dois profetas enviados do Altíssimo para esse povo escolhido, Deus tem ouvido o seu clamor e não tardará.

Ir. Emerson

marlo disse...

Deus e espirito desta forma podemos dizer que ele e espiritual , Mais também e temático e especifico
Ele faz uma promessa Eterna a Abraão depois faz a mesma promessa a Isaque e a jaco ; então israel e descendente direto da promessa de Deus a abraão e é uma promessa eterna inquebrável e intransferível alquem pode dizer e nos a igreja ,Nos somos um jan buseiro brabo que fomos enxertados na oliveira verdadeira

João Franco disse...

Uma verdadeira tristeza, tanta luta, tantas mortes, tudo por um pedaço de terra. Devemos bendizer Jeruzalém, mas não devemos idolatrala como muitos o fazem. Nada dessa terra irá sobrar, se não as lembranças tristes, as mortes, as perdas e acima de tudo o rancor guardado nestes corações, e como um coração rancoroso poderá habitar na presença de Nosso Senhor. Não nos cabe julgar, apenas observar e apascentar nossas ovelhas. Cuidem dos pequeninos pois deles é o reino dos céus. O tempo está próximo e acreditem, Ele virá e seremos julgados pelos nossos atos. Amigos, amo a todos vocês como se fossem meus entes queridos, sem distinção de credo e cor, vamos pedir a chuva serôdia, para que toda lágrima seja seca, e toda toda dor seja finda. Por amor a todos, peço a Deus que nos dê a sua paz. Shalom.