sexta-feira, novembro 03, 2017

"TEMOS ORGULHO NO NOSSO PAPEL PIONEIRO NA CRIAÇÃO DO ESTADO DE ISRAEL" - AFIRMOU A PRIMEIRA-MINISTRA INGLESA THERESA MAY NO SEU DISCURSO COMEMORATIVO DOS 100 ANOS DA "DECLARAÇÃO DE BALFOUR"

A corajosa primeira-ministra britânica Theresa May rejeitou enfaticamente os apelos para um pedido de desculpas pela "Declaração de Balfour", conforme era desejo da escória palestiniana.
Esta grande mulher foi peremptória no seu discurso de ontem. Ela simplesmente afirmou um "absolutamente não" a uma apologia pela "Declaração de Balfour" de 2 de Novembro de 1917, que abriu o caminho para o estabelecimento do "extraordinaríssimo" estado de Israel, notando ainda que a visão inserida no documento para uma coexistência entre judeus e árabes continua sendo um "assunto por resolver."
No seu brilhante discurso, Theresa May elogiou o estado judaico, descrevendo-o como uma "verdadeira nação start-up", e como "um símbolo de abertura, como uma florescente democracia; e um farol para o mundo no suporte dos direitos das mulheres e dos membros da comunidade de gays e lésbicas."
No seu discurso, May atacou ferozmente o movimento de boicote a Israel, ao mesmo tempo que ligou o sentimento anti-Israel a "uma nova e perniciosa forma de anti-semitismo."
Durante o jantar promovido para assinalar os 100 anos da "Declaração de Balfour", a primeira-ministra britânica afirmou que o país estava "orgulhoso pelo seu papel pioneiro na criação do estado de Israel." 
"Quando pessoas sugerem que deveríamos pedir desculpa por esta carta, eu digo: absolutamente não!" - acrescentou Theresa May.
Nestas últimas semanas, os palestinianos têm protestado veementemente a decisão do governo britânico de comemorar orgulhosamente esta data, apelando a Londres para que faça uma apologia pelo documento e reconheça um estado palestiniano.
Escrevendo para o jornal britânico "The Guardian", o chefe palestiniano Mahmoud Abbas alegou que a "Declaração de Balfour" era responsável por um século de trágicos acontecimentos para o povo palestiniano. O líder palestiniano apelou ainda ao governo britânico para que reconheça um estado palestiniano dentro das fronteiras de 1967, com a capital em Jerusalém oriental, acrescentando que tal medida "cumpriria de certa forma os direitos políticos do povo palestiniano."
Alegando que a visão total do documento ainda não está complementada, Theresa May apelou a uma solução dois estados, sublinhando que tanto os palestinianos como os israelitas terão de fazer cedências no que toca respectivamente à incitação à violência e à construção de aldeamentos.
Theresa May acrescentou ainda que "não podem haver desculpas para os boicotes, desinvestimento e sanções. Isso é inaceitável e o nosso governo não terá contemplações para com aqueles que os subscrevem. Tampouco pode haver alguma desculpa para qualquer forma de anti-semitismo...e sim, isso significa reconhecer que existe hoje uma nova e perniciosa forma de anti-semitismo que utiliza o criticismo às acções do governo de Israel como uma deplorável justificação para questionar o direito à existência do estado de Israel."
A primeira-ministra demonstrou ainda um claro apoio à segurança de Israel, assinalando que "é só quando testemunhamos a vulnerabilidade de Israel que se consegue compreender plenamente o perigo que os israelitas enfrentam constantemente - tal como vi na minha visita em 2014, quando foram descobertos os corpos de 3 adolescentes israelitas assassinados. Por isso mesmo, sou clara nesta questão: sempre defenderemos o direito de Israel a se defender."

Shalom, Israel!

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