sexta-feira, novembro 20, 2020

163 NAÇÕES CONTRA ISRAEL NA ONU. APENAS 5 A FAVOR

 

A nação de Israel é a balança nas mãos de Deus através da qual Ele irá julgar ou abençoar as nações do mundo. Isso é bem claro em muitas profecias do Antigo Testamento, reiteradas em alguns escritos do Novo Testamento. Quanto mais se aproxima o Retorno do Messias Jesus a Jerusalém, mais ódio e oposição o inimigo vai implantando na mente dos líderes mundiais contra os propósitos de Deus relacionados com Israel.

Ainda que desacreditado, o órgão que representa todas as nações do mundo - a ONU - é cada vez mais um palco antissemita e anti-sionista. Isso é revelado pelo número de condenações de que Israel tem sido alvo naquele fórum mundial, sendo de longe o país que mais resoluções condenatórias tem sofrido.

A proposta de resolução ontem apresentada ao Terceiro Comité da Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque, propunha "o direito do povo palestiniano à auto-determinação, incluindo o direito à sua independência, como Estado independente da Palestina, sublinhando a urgência de se conseguir sem demora um fim à ocupação israelita que se iniciou em 1967, e um acordo de paz justo, duradoiro e compreensivo entre os lados palestinianos e israelitas" baseados numa solução de 2 estados. 

Esta proposta faz parte de um pacote "venenoso" de 20 resoluções pró-palestinianas passadas anualmente pela Assembleia Geral, e que a missão israelita na ONU tem desde há muito criticado, provando serem tendenciosas por parte deste fórum internacional. 

APROVADA POR 163, REPROVADA APENAS POR 5, COM 10 ABSTENÇÕES

A resolução foi aprovada por uma esmagadora maioria de 163 nações a favor dos palestinianos e da divisão da Terra de Israel, com 5 nações a votarem contra, e 10 a se absterem. A grande surpresa (ou não) veio do Canadá que, sendo um tradicional apoiante de Israel, votou pela maioria, comprovando a tendência antissemitia do actual governo canadiano. 

Votaram contra a resolução, para além de Israel, os Estados Unidos, as ilhas Marshall, a Micronésia e Nauru. Abstiveram-se a Austrália, os Camarões, a Guatemala, as Honduras, Kiribati, Palau, Papua Nova Guiné, o Ruanda, o Togo e Tonga.

CONTENTAMENTO PALESTINIANO

O ministro palestiniano para as Relações Exteriores elogiou o voto, apelidando-o de "uma resposta natural da comunidade internacional às violações da ocupação de Israel, bem como uma resposta à visita do secretário de estado norte-americano Mike Pompeo aos assentamentos coloniais israelitas."

Shalom, Israel!

1 comentário:

Paulo Helmich disse...

Estarrecido, vejo meu Brasil nel mezzo de tantos inimigos de Israel, cerrando fileiras com o engano! Lamentável!!!