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quarta-feira, julho 29, 2020
sábado, março 25, 2017
MAIS UM ALINHAMENTO PROFÉTICO...OU NÃO ESTIVÉSSEMOS EM 2017...
"Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta" - Apocalipse 17:13
LÍDERES EUROPEUS REUNIRAM-SE ONTEM COM O PAPA FRANCISCO, EM ROMA, ANTES DA CELEBRAÇÃO DOS 60 ANOS DO "TRATADO DE ROMA" QUE DEU ORIGEM À AGORA CHAMADA "UNIÃO EUROPEIA"
Ainda que não estejamos para já a ver o cumprimento integral desta profecia apocalíptica, a realidade vindoura começa a vislumbrar-se através desta postura de submissão dos líderes europeus ao "falso profeta", na cidade de Roma, a "grande Babilónia/prostituta", aquela que se tem alimentado do sangue dos mártires e da mentira, mas cuja destruição está há muito anunciada.Segundo as notícias veiculadas pelos media, "o papa abençoou os líderes que se vão juntar em Roma."
É muito interessante o simbolismo do local deste encontro entre os líderes europeus e o "falso profeta": por detrás dos líderes (na fotografia de grupo), vê-se a grande pintura do "Juízo Final", de Miguel Ângelo, na Capela Sistina, Vaticano, Roma...
Como sou daqueles que acredita que o "Anti-Cristo" surgirá do antigo império romano revivificado - leia-se o profeta Daniel 9:27 - e que o mesmo será assessorado pelo "falso profeta" - também designado como "a segunda besta" - esta cena ontem encenada no Vaticano tem muito que se lhe diga, ó se tem...
Mas 2017 ainda agora começou...
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terça-feira, abril 30, 2013
SHIMON PERES VISITA PAPA FRANCISCO I EM ROMA E CONVIDOU-O A VISITAR JERUSALÉM
Deram-se hoje em Roma acontecimentos que, aos olhos dos mais atentos, poderão representar uma simbologia profética de alcance inimaginável: no mesmo dia, o presidente de Israel, Shimon Peres é o primeiro chefe de um estado a se encontrar com o recém-empossado novo primeiro-ministro romano, Enrico Lette, e no mesmo dia encontrou-se com o novo Chefe da Igreja Católica de Roma, Francisco I, convidando-o já a visitar Jerusalém.
"ESTOU À SUA ESPERA EM JERUSALÉM!"
"Estou à sua espera em Jerusalém," - convidou o presidente israelita na presença dos repórteres - "não apenas eu mas todo o povo de Israel." O encontro dos dois demorou cerca de 30 minutos, no palácio apostólico do Vaticano.
Segundo um porta voz do Vaticano, o papa aceitou o convite com "boa vontade e alegria", não tendo ainda sido marcada a data para a viagem.
Os dois papas anteriores a Francisco I, João Paulo II e Bento XVI, visitaram Israel, em 2000 e 2009, respectivamente.
Peres pediu a Francisco I para "orar por todos nós" e disse ao papa que iria orar por ele durante a visita que ele irá fazer na Quarta-Feira a Assis, onde irá visitar o túmulo de S. Francisco de Assis, cujo nome adoptou para o seu papado.
Antes de partir para Roma, o presidente israelita afirmou que um dos seus propósitos na visita ao papa era de fortalecer as boas relações existentes entre Israel e o Vaticano, as quais, segundo ele, têm um importante papel a desempenhar na estabilidade do Médio Oriente e na direcção dos esforços para a paz.
| PERES OFERECE UMA BÍBLIA AO PAPA... |
O papa revelou também a Peres o seu plano para uma convocação para a paz internacional com líderes espirituais de muitos credos do mundo inteiro, que com uma só voz clara e alta apelem ao fim da violência.
SHIMON PERES OFERECEU UMA BÍBLIA AO PAPA
No final do encontro, Peres presenteou uma Bíblia ao papa Francisco I. Quem dera que o chefe idólatra da religião católica a pudesse ler e obedecer aos mandamentos de Deus nela registados...
Depois do encontro, Peres encontrou-se ainda com o cardeal Tarcisio Bertone, o primeiro-ministro da Santa Sé.
ENCONTRO COM O NOVO PRIMEIRO-MINISTRO DE ROMA
Peres reuniu-se também hoje com o recém empossado novo primeiro-ministro italiano, Enrico Lette, tendo já sido confirmada para a segunda parte deste ano uma cimeira bilateral entre Israel e a Itália.
No encontro dos dois líderes foi também focado o processo de paz para o Médio Oriente.
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| SHIMON PERES E ENRICO LETTE |
O primeiro-ministro romano, membro de um dos mais secretos e poderosos clubes do mundo, declarou que se sentia "feliz e honrado" pelo facto de a primeira recepção feita a um chefe de estado durante o seu mandato ter sido ao presidente de Israel...
Creio ser demasiado evidente o caminho para o Anticristo. O dia de hoje tem sido sintomático do trajecto que estes líderes - sabendo-o ou não - estão a desbravar para o assinar do "grande acordo" assinado entre o Anticristo, o falso profeta e Israel, nos "últimos dias." Leia-se a profecia reveladora do profeta Daniel 9:27...
Sendo estes ou não as personagens, a verdade é que prefiguram claramente aquilo que irá em breve acontecer a este mundo...
Shalom, Israel!
quarta-feira, março 27, 2013
JÁ HÁ MUÇULMANOS QUE ACEITAM A IDÉIA DE UM TERCEIRO TEMPLO EM JERUSALÉM...
Alguns amigos que me conhecem e todos quantos me têm acompanhado a Jerusalém sabem que sempre acreditei e tenho partilhado a idéia de que, contrariamente ao que muitos pensam, não faz qualquer sentido destruir o Domo da Rocha no Monte do Templo, em Jerusalém, por três razões muito claras:
1ª - segundo a interpretação bíblica, o próximo templo a ser reedificado poderá ser erguido pelo próprio Anticristo, fazendo isso parte do "pacote" de paz com que ele irá engodar e mais tarde enganar o povo judeu. As profecias bíblicas indicam que esse "filho da perdição" irá assentar-se no templo, querendo fazer passar-se por deus e exigindo a adoração mundial. Confira na sua Bíblia em em Daniel 9:27; Mateus 24:15-16; 2 Tessalonicenses 2:3-4; Apocalipse 11:1-2.
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| DOMO DA ROCHA |
2ª - nesta lógica anterior, não faria qualquer sentido essa personagem que inicialmente tentará fazer-se passar por "homem de paz" tentar derrubar o actual Domo da Rocha para construir ali um templo, uma vez que isso originaria imediatamente uma terceira guerra mundial;
3ª - mesmo ao lado dessa mesquita, no sentido norte, há um enorme espaço, mais do que suficiente para a edificação de um templo, dessa forma "agradando a gregos e a troianos", neste caso judeus e muçulmanos...
Mas o que eu pessoalmente não contava ver tão cedo era alguém muçulmano aceitar essa mesma idéia! Mas, nesta vertiginosa velocidade para o cumprimento das profecias nestes "últimos dias", o que é que mais nos pode admirar?
OPINIÃO DE ALGUNS MUÇULMANOS
Segundo a edição do "The Jewish Press" do passado dia 14, Sinem Tezyapar, uma muçulmana e produtora de TV turca, apelou à reconstrução do Templo do "Profeta Salomão."
E ela assegura aos seus amigos muçulmanos que não precisam de ficar nervosos, porque:
"Existe uma enorme extensão de terra à volta da mesquita de Al-Aqsa e do Domo da Rocha. A terra ali é bastante conveniente para esse efeito, e o Templo pode ser colocado a pequena distância da Qubbat As-Sakhrah e um pouco acima da Masjid el-Aqsa."
O artigo desta produtora da TV turca também revela um desejo de estabelecer a paz e unidade com o povo judeu.
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| ENORME ESPAÇO A NORTE DO DOMO DA ROCHA |
Este é sem dúvida um desenvolvimento muito interessante e seria muito fácil classificá-lo como mais uma idéia simplista. E o facto de ser uma mulher a produzir esta idéia no mundo muçulmano gera muito mais dificuldade. Mas esta não é a primeira vez que a idéia surge de mentes islâmicas: segundo um artigo publicado no "Word Net Daily", um influente líder muçulmano turco chamado Adnan Oktar é descrito como tendo feito a mesma proposta de reconstruir o templo judaico, chamando-lhe de "palácio de Salomão."
VELHO ANSEIO JUDEU
Como se sabe, a reconstrução do Templo é um velho anseio do povo judeu. Num artigo sobre a reconstrução do Templo, o escritor e editor hassídico Mordechai Housman descreve o primeiro e principal obstáculo como sendo político, e em segundo lugar uma questão de segurança por causa dos muçulmanos. Se um respeitado líder muçulmano declarar que o Templo de Salomão deve ser reconstruído, caso a comunidade muçulmana aceite, é mais que provável que a comunidade judaica corresse para agarrar a oportunidade, sendo então capaz de ultrapassar quaisquer obstáculos cerimoniais que se interpusessem pelo caminho.
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| LOCAL DO FUTURO TEMPLO? POR QUE NÃO? |
ESTARÁ PRÓXIMO?
Não há qualquer garantia de que isto possa acontecer em breve. Mas um dia irá certamente acontecer, pois é Deus Quem o revelou. Olhando para o quadro profético actual, tudo leva a crer que não faltará muito tempo para este grande evento, uma vez que o "espírito enganador" do Anticristo e do seu assessor, o "falso profeta" já paira por aí...
Shalom, Israel!
quinta-feira, março 14, 2013
PRESIDENTE DE ISRAEL CONVIDA O NOVO PAPA JESUÍTA A VISITAR ISRAEL
O presidente de Israel, Shimon Peres, que ainda anteontem discursou no Parlamento Europeu apelando ao apoio europeu para o processo de paz no Médio Oriente, não perdeu tempo, e esta manhã mesmo convidou o novo eleito da Igreja Católica Romana a visitar Israel.
O convite feito ao primeiro jesuíta eleito ao trono de Roma é para que ele venha a contribuir para a paz como líder espiritual e não como líder religioso.
"Ele será um convidado bem vindo na Terra Santa, como um homem de inspiração que pode acrescentar aos esforços para trazer paz a uma região atribulada," - afirmou Peres esta manhã a um grupo de líderes católicos durante a sua visita actual à Polónia.
E acrescentou: "Toda a gente aqui (em Israel), sem excepção, sem diferença de religião ou nacionalidade, darão as boas vindas ao novo papa eleito."
UM "AMIGO DOS JUDEUS"
Na opinião dos líderes judeus, Francisco I tem boas relações com a comunidade judaica em Buenos Aires, tendo sido a primeira figura pública a assinar uma petição apelando à justiça relacionada com o ataque terrorista à sede da AMIA (Associação Mutualista Israelita Argentina) em Buenos Aires, no ano de 1994 e que causou a morte a 85 pessoas e ferimentos em centenas. Mais tarde, em 2010, visitou o novo edifício reconstruído para conversar com os líderes judeus.
A Argentina alberga uma das maiores comunidades judaicas de toda a América Latina - cerca de 200.000 pessoas.
Como arcebispo de Buenos Aires, o cardeal Bergoglio agora eleito como Francisco I assistiu às cerimónias judaicas do Rosh Hashanah (novo ano judaico) na sinagoga Benei Tikva Slijot, em Setembro de 2007.
Bergoglio participou também em outras celebrações judaicas em Buenos, sendo muito estimado pelos líderes da comunidade, como "amigo dos judeus."
UM CAMINHO INESCAPÁVEL PARA A ASCENSÃO DO ANTICRISTO
E, promovendo o caminho da besta, o presidente israelita continuou: "O novo papa eleito representa a devoção, o amor de Deus, o amor pela paz, uma modéstia santa e um novo continente que está agora despertando. Mais do que nunca, precisamos de uma liderança espiritual, e não apenas política. Onde os líderes políticos podem dividir, os líderes espirituais podem unir. Unir à volta de uma visão, valores, unir à volta de uma fé em que podemos fazer do mundo um lugar melhor para viver. Que o Senhor abençoe o novo papa."
E concluiu: "As relações entre o Vaticano e o povo judeu estão no seu melhor ponto dos últimos 2000 anos e eu espero que venham a crescer em conteúdo e profundidade."
Profeticamente, cremos que o chefe da Igreja Católica Romana, venerado por milhões de seguidores e respeitado e admirado por muitos não católicos, assumirá um importantíssimo papel de "falso profeta", promovendo a paz e a amizade entre todas as religiões, uma parceria e trampolim necessário para a acção diabólica do Anticristo, cujo primeiro acto será exactamente ludibriar os judeus com uma falso acordo de paz.
O cenário está montado, e este jesuíta "amigo dos judeus" é mais uma peça jogada na hora certa...
Shalom, Israel!
quinta-feira, março 03, 2011
BENTO XVI EXONERA CULPA DOS JUDEUS NA MORTE DE JESUS
Bento XVI, chefe da Igreja Católica Romana, acaba de dar uma volta de 180% na centenária perversa teologia agostiniana católica-romana, que acusava os Judeus pela morte de Jesus, tentando agora "limpar" o terreno para a aproximação com os Judeus. Só que desta forma os milhares de hediondos crimes cometidos durante séculos "à sombra" desta pérfida acusação acrescentam ainda um maior peso de culpa à Igreja Católica Romana. Por outro lado, pôe em causa a infabilidade do Papa e do Colégio Papal, confirmando não só a perversidade destas criaturas como ainda a responsabilização por alguns dos genocídios mais horrendos que a humanidade já conheceu.
No seu novo livro agora lançado a público, "Jesus de Nazaré - parte II", o teólogo-mor da IC e seu actual chefe máximo vem agora explicar bíblica e teologicamente porque é que nas Escrituras não existem bases para o argumento de que o povo Judeu como um todo foi o responsável pela morte de Jesus.
Embora nestes últimos 50 anos a IC tenha vindo a ensinar que os Judeus não são colectivamente responsáveis pela morte de Jesus, os teólogos judeus afirmaram ontem que o argumento do pontífice alemão divulgado ontem terá sido um marco assinalável colocado por um papa e que poderá ajudar a combater o anti-semitismo actual.
"Os sobreviventes do Holocausto sabem demasiado bem como a acusação feita ao longo de séculos aos Judeus de "assassinos de Cristo" criou um venenoso clima de ódio que se tornou na base das perseguições anti-semitas, cuja expressão máxima se concretizou no Holocausto" - afirmou Elan Steinberg, da associação "Associação Americana dos Sobreviventes do Holocausto e seus Descendentes".
Segundo Elan, o livro do papa não só confirma o ensino da IC que refuta o deicídio, como também "se torna uma marca para uma nova geração de católicos".
Segundo o livro de Bento XVI, "só alguns líderes do Templo e um pequeno grupo de apoiantes é que foram os responsáveis primários pela crucificação de Cristo".
E o papa vai mais longe, fazendo a seguinte pergunta: "Como é que todo o povo poderia estar presente neste momento a clamar pela morte de Jesus?"
E passa depois a desconstruir um relato bíblico em particular em que a multidão clama "O Seu sangue caia sobre nós e nossos filhos" - uma frase frequentemente citada como evidência da culpa colectiva dos Judeus e da maldição que eles carregam como consequência. Bento XVI afirma então que a morte de Jesus não teve a ver com punição, mas com salvação. Segundo ele, "o sangue de Jesus não clama por vingança e punição: Ele traz reconciliação. Ele não é derramado contra alguém. É derramado por muitos, para todos".
Apesar de quando criança Bento XVI ter sido forçado a juntar-se à "Juventude Hitleriana", ele tem feito da aproximação aos Judeus uma prioridade do seu pontificado. Já visitou o campo de morte de Auschwitz na Polónia e o Museu do Holocausto em Jerusalém.
Esta nova posição da hierarquia da IC peca por tardia, muito tardia na realidade. Milhões de vidas inocentes foram ceifadas "à custa" de uma teologia diabólica, anti-bíblica, que atira todas as culpas da morte de Jesus sobre os Judeus, esquecendo que toda a humanidade é responsável pelo sacrifício voluntário do "Cordeiro de Deus"para purificar e perdoar os homens pecadores.
E no Dia do Juízo Final essa sinistra organização centralizada em Roma não ficará impune à destruição divina, pois aquele que levantar a mão contra um desses "pequeninos" que Jesus menciona nos Evangelhos não ficará sem catigo.
A IC sempre agiu e agirá segundo o "politicamente correcto", e esta aproximação aos Judeus é obviamente uma plataforma para que o "falso profeta" mencionado no Livro do Apocalipse tenha a sua aceitação plena na comunidade judaica, nessa altura a braços com a maior perseguição da sua História, e que ainda está para vir, mas não muito longe decerto...
Shalom, Israel!
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