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sexta-feira, fevereiro 09, 2018

ERDOGAN (TURQUIA/"TOGARMA") + FRANCISCO I (VATICANO/"GRANDE BABILÓNIA") = UMA ALIANÇA NADA SANTA CONTRA JERUSALÉM...

O encontro realizado na passada Segunda-Feira, 5 de Fevereiro, entre o candidato a califa do mundo islâmico, Recep Tayyip Erdogan, presidente da Turquia (a bíblica Togarma, uma das nações da confederação que atacará Israel nos últimos dias) e o chefe supremo da Igreja Católica Romana, Francisco I, o grande representante da "grande Babilónia", não augura nada de bom para o futuro de Jerusalém, uma vez que ambos os líderes parecem querer reunir uma agenda de oposição ao reconhecimento da Cidade Santa como capital do estado de Israel.

A visita teve lugar no Vaticano e por si só já representou um passo significativo, visto ser a primeira visita de um chefe de estado turco ao Vaticano desde o estabelecimento de relações entre os dois países em 1960.

ESTATUTO DE JERUSALÉM
Uma declaração formal emitida pelo Vaticano informou que ambos os líderes aproveitaram a ocasião para abordarem conjuntamente o estatuto de Jerusalém, "sublinhando a necessidade de se promover a paz e a estabilidade na região (Médio Oriente) através do diálogo e da negociação, com respeito pelos direitos humanos e pela lei internacional."
Ouvir Erdogan falar de "direitos humanos" deve ser algo verdadeiramente recambolesco...

Ambos os líderes - um católico romano e o outro muçulmano - estão contra a decisão do presidente norte-americano Donald Trump de deslocar a embaixada do seu país para a capital Jerusalém, levando até a que Erdogan tenha prontamente convocado uma reunião urgente da OIC - Organização da Cooperação Islâmica - onde foi declarado que "Jerusalém oriental é a capital da Palestina", apelando-se a todos os países para que "reconheçam o estado da Palestina e Jerusalém oriental como sua capital ocupada."
Erdogan não perdeu tempo, apelando ao chefe supremo da Igreja Católica Romana na reunião da passada Segunda-feira para que ajudasse a Turquia e o mundo islâmico a "preservar o estatuto de Jerusalém."

"Precisamos de trabalhar conjuntamente para preservar o estatuto de Jerusalém" - disse Erdogan ao chefe do Vaticano, acrescentando: "As mensagens sobre esta questão que entregar ao mundo católico serão muito importantes."

UMA MACABRA E TEMÍVEL ALIANÇA
A Turquia é actualmente a nação que preside à OIC, uma coligação de 57 países muçulmanos. O islamismo é actualmente a segunda maior religião do mundo, com cerca de 1,6 biliões de seguidores, e uma aliança com o Catolicismo, que representa cerca de 1,2 biliões de seguidores poderá constituir uma força enorme para fazer avançar uma agenda anti-Israel no que concerne a Jerusalém. 
Apesar de o Vaticano não ter exército, há que lembrar o poderio militar da Turquia, o maior de toda a região.

PRENÚNCIO DA VINDA DO MESSIAS?
Segundo alguns rabinos influentes em Israel, esta estranha aliança entre o catolicismo e o islamismo poderá ser um prenúncio da manifestação do Messias. Estas deduções baseiam-se em antigas profecias emitidas por um sábio rabino do século 18, alegando que esta aliança era um passo necessário para o processo do Messias. Apesar de ambos os poderes terem andado séculos em guerra por causa de Jerusalém, a obra do rabino aponta para o tempo actual como sendo "um tempo de redenção", em que Ismael e Esaú (representados pelos seus descendentes) comparecerão juntos às portas de Jerusalém. 

"ANJO DA PAZ"
Profecias aparte, a verdade é que o chefe católico ofereceu ao líder turco muçulmano um medalhão em bronze com a representação do "anjo da paz" abraçando o hemisfério Norte e o Sul, ao mesmo tempo que vencendo um dragão. 
"Este é o anjo da paz que estrangula o demónio da guerra" - afirmou Francisco I a Erdogan quando lhe entregava o presente. "(É) um símbolo de um mundo baseado na paz e na justiça."
Não sei se ao entregar tal "atributo" a um cruel carrasco assassino como é o ditador turco, o chefe católico estaria detentor das suas faculdades mentais...
Já em Maio de 2015 o mesmo líder católico tinha oferecido uma "distinção" idêntica ao criminoso terrorista palestiniano Mahmoud Abbas, alegando nessa altura que o "anjo da paz" estava "destruindo o mau espírito da guerra", elogiando então Abbas como "um anjo da paz."
Termino confessando que nunca pensei ver o mundo tão louco como agora...

Shalom, Israel!




sábado, março 25, 2017

MAIS UM ALINHAMENTO PROFÉTICO...OU NÃO ESTIVÉSSEMOS EM 2017...



"Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta" - Apocalipse 17:13



LÍDERES EUROPEUS REUNIRAM-SE ONTEM COM O PAPA FRANCISCO, EM ROMA, ANTES DA CELEBRAÇÃO DOS 60 ANOS DO "TRATADO DE ROMA" QUE DEU ORIGEM À AGORA CHAMADA "UNIÃO EUROPEIA"

Ainda que não estejamos para já a ver o cumprimento integral desta profecia apocalíptica, a realidade vindoura começa a vislumbrar-se através desta postura de submissão dos líderes europeus ao "falso profeta", na cidade de Roma, a "grande Babilónia/prostituta", aquela que se tem alimentado do sangue dos mártires e da mentira, mas cuja destruição está há muito anunciada.Segundo as notícias veiculadas pelos media, "o papa abençoou os líderes que se vão juntar em Roma."

É muito interessante o simbolismo do local deste encontro entre os líderes europeus e o "falso profeta": por detrás dos líderes (na fotografia de grupo), vê-se a grande pintura do "Juízo Final", de Miguel Ângelo, na Capela Sistina, Vaticano, Roma...

Como sou daqueles que acredita que o "Anti-Cristo" surgirá do antigo império romano revivificado - leia-se o profeta Daniel 9:27 - e que o mesmo será assessorado pelo "falso profeta" - também designado como "a segunda besta" - esta cena ontem encenada no Vaticano tem muito que se lhe diga, ó se tem...

Mas 2017 ainda agora começou...

quinta-feira, fevereiro 23, 2017

ESTARÁ O CANDELABRO (MENORÁ) ESCONDIDO NO VATICANO?

Há quem pense que sim. Segundo uma tradição antiga, o antigo candelabro usado no Templo de Jerusalém, destruído no ano 70 d.C. pelos romanos, estará escondido algures nas sombrias e misteriosas catacumbas do Vaticano.
O assunto está novamente na ordem do dia, como consequência da organização para breve de uma exposição conjunta patrocinada pelo assento papal e a antiga comunidade judaica que vive em Roma. Visando promover a visibilidade da crescente relação amigável entre os judeus e o Vaticano, o tema da exposição traz à tona este assunto incómodo, levantando suspeitas que apesar de um longo historial de negações do Vaticano, os rumores terão razão de existir.
Arnold Nesselrath, responsável dos museus do Vaticano, anunciou na passada Segunda-Feira o tema da exposição, assinalando que a ligação entre o Vaticano e o menorá (candelabro) está graficamente ilustrado num fresco pintado na parede do apartamento "Borgia" do Vaticano. O apartamento foi mandado construir pelo papa Alexandre VI, cujo mandato se iniciou em 1492, o mesmo ano em que os judeus espanhóis foram obrigados a escolher entre uma conversão forçada ao catolicismo ou a expulsão do território espanhol.
Os organizadores afirmaram que a exposição "reconta a incrível multi-milenar História sofrida do menorá."

CERTAMENTE FOI PARA ROMA (INICIALMENTE)
A História do sofrimento do menorá começou no ano 70 d.C. com a destruição do Templo. Com uma altura de 1,5 metros e feito de quase 60 quilos de ouro maciço, o menorá foi levado em exílio para Roma pelo imperador Tito.
Esse tenebroso evento está registado até hoje no famoso Arco de Tito, junto ao Coliseu de Roma, num relevo que descreve os soldados romanos carregando o menorá para fora do Templo. Fontes judaicas contêm também muitos relatos de primeira mão descrevendo o menorá como sendo visto em Roma pouco depois da destruição do Templo.
Flávio Josefo, um estudioso e historiador judeu de ascendência sacerdotal que viveu no primeiro século, relatou que os artefactos do Templo foram de facto levados para Roma e colocados dentro do Templo da Paz, construído pelo imperador Vespasiano no ano 75 d.C.
O rasto histórico do menorá parece ter-se perdido durante o 5º século. Há historiadores que conjecturam que o artefacto terá sido saqueado pelos vândalos, quando estes invadiram Roma no ano 455, tendo sido depois derretido, e o ouro dispersado. Mas não há registos históricos da época que comprovem essa possibilidade.
Têm desde então sido relatadas visões não comprovadas do menorá no Vaticano, mas sem qualquer fundamentação válida ou validada. Na segunda metade do século 12, um judeu espanhol conhecido como Benjamin de Tudela fez uma viagem pelo mundo conhecido de então, chegando até à Mesopotâmia. No seu diário, ele relatou que os judeus de Roma sabiam que os vasos do Templo estavam escondidos numa cave do Vaticano.
Esses rumores persistem até aos dias de hoje. Todos os anos o Vaticano recebe centenas de cartas de judeus e de não judeus solicitando que os utensílios do Templo sejam restituídos ao povo judeu.

PEDIDO PELOS ISRAELITAS
Apesar de o Vaticano sempre negar haverem provas de que os utensílios estejam na sua posse, os pedidos continuam. Num encontro havido em 1996 com o papa João Paulo II, o então ministro israelita para os Assuntos Religiosos Shimon Shitrit, solicitou a ajuda do Vaticano na busca dos utensílios do Templo como um "gesto de boa vontade." Segundo relatou na altura o diário israelita "Haaretz", "um tenso silêncio pairou sobre a sala após o pedido de Shitrit."
FRANCISCO I JUNTO AO MURO, JERUSALÉM,
NA SUA PRIMEIRA VISITA OFICIAL EM 2014
Depois deste "ousado" pedido de Shitrit, os rabinos-mor de Israel Yona Metzger e Shlomo Amar, fizeram uma solicitação semelhante durante a sua primeira visita ao Vaticano. E o mesmo voltou a acontecer durante a visita do então presidente israelita Moshe Katsav ao Vaticano. Em 2004, a "Autoridade para as Antiguidades de Israel" enviou uma equipa a Roma para pesquisar nos armazéns do Vaticano algum sinal dos artefactos do Templo. Segundo eles relataram, nada de inesperado foi encontrado...

OS RUMORES PERSISTEM...
Mesmo assim, os rumores não deixam de existir. Em 2013, pouco antes da primeira visita oficial do recém eleito papa Francisco I a Israel, o rabi Yonatan Shtencel, residente em Jerusalém, causou sensação nos media, ao escrever uma carta ao Vaticano solicitando que o papa aproveitasse a oportunidade para devolver o menorá de ouro roubado ao Templo. O rabi dirigiu-se ao novo papa como "um líder com disponibilidade para escutar outras nações."
"É altura desses vasos sagrados, roubados na época desses difíceis eventos históricos e levados para Roma como despojos de guerra e até aos dias de hoje nas mãos das autoridades do Vaticano, e sob o seu controle, mudarem de estatuto" - escreveu na altura o rabi. E acrescentou que ao fazê-lo, os muitos anos em que o Vaticano tomou posse dos utensílios passariam da condição de "roubados", para a de "confiados" ao povo judeu.
CANDELABRO BANHADO A OURO
PRÓXIMO AO MURO, E PREPARADO
PARA O NOVO TEMPLO
O arcebispo Guiseppe Lazzaratto respondeu, afirmando que o Vaticano tinha dedicado "séria atenção" ao assunto. Ainda que não tivesse admitido que os utensílios do Templo estivessem no Vaticano, a verdade é que também não o negou. Simplesmente limitou-se a reafirmar a crescente afinidade entre a Igreja católica e os judeus, assinalando que a retenção dos utensílios iria contra essa tendência.
"Se me conseguirem fornecer qualquer evidência de que os vasos sagrados estão realmente guardados nos arquivos, ou algures no Vaticano, terei todo o gosto em encaminhar o vosso pedido para o prefeito dos mesmos arquivos, e ao próprio papa Francisco" - respondeu o prelado.

ESPECULANDO UM POUCO...
Permita-me agora o leitor um pouco de especulação da minha parte...
Acreditando como eu acredito que o "papa" é o verdadeiro "falso profeta" anunciado pelas Escrituras como o "braço direito" do Anti-Cristo, e sabendo que este último enganará os judeus e grande parte do mundo ao fazer um falso acordo de paz entre judeus e árabes (Daniel 9:27), algo de valioso terá de ser oferecido como "moeda de troca" para convencer os judeus a aceitarem tal "plano de paz." Ora, para além da possível oferta da construção de um Templo para que os judeus possam retomar os desejados sacrifícios diários no Monte Moriá, a devolução do menorá pelo "falso profeta" - entenda-se: papa - seria certamente a melhor "prenda" que os judeus poderiam receber das mãos do chefe do Vaticano...
Quando me refiro ao "papa" como o "falso profeta", não quero dizer que tenha de ser este actual chefe do Vaticano, mas qualquer um que vier preencherá certa e cabalmente esta posição diabólica...

Claro que estou a especular...mas que é uma possibilidade, ninguém o pode negar...

Shalom, Israel!