domingo, maio 25, 2014

UMA VISITA POUCO "RELIGIOSA"

Tal como já se previa, a afirmação do chefe do Vaticano de que a sua visita à Terra Santa seria "puramente religiosa" não passou de mais uma ardilosa mentira. Habilmente misturando religião com política - à boa maneira romanesca - Francisco I decidiu assumir a sua clara posição política ao lado dos palestinianos, ao ir rezar junto ao "muro" de vedação entre Belém e a região de Jerusalém. 

Ao ter ultrapassado o protocolo previamente estabelecido e aproximar-se junto a este muro que tem impedido os terroristas palestinianos de cometerem os seus habituais atentados em Israel, e muito em especial na sua Capital Jerusalém, o chefe católico identificou-se com o alegado "sofrimento palestiniano", certamente rezando para que aquele muro fosse derrubado.
MENINO JESUS EMBRULHADO NUM "KAFYAH" PALESTINIANO
Ao dar esse passo, Francisco I revelou a sua verdadeira face: um falso amigo de Israel, pois não quer entender o quanto os israelitas sofreram com as ameaças diárias e tantas vezes bem sucedidas de atentados bárbaros cometidos por palestinianos suicidas contra pessoas (mulheres, idosos, crianças) completamente inocentes, nos autocarros de Jerusalém e Tel Aviv, nos restaurantes e esplanadas, nas discotecas, enfim, em todo o lugar onde encontrassem uma oportunidade para fazer explodir o seu incurável ódio contra o povo judeu.
Ao rezar junto a esse muro tão necessário e vital para a segurança de Israel, o "papa" colocou-se ao lado dos terroristas, dos assassinos e dos que incitam ao ódio contra Israel. 
Como alguém que visita Israel há mais de 23 anos consecutivamente, sei fazer a comparação entre o que é viver em Jerusalém e região antes da vedação e depois da mesma ter sido construída. O número de atentados dos terroristas palestinianos diminuiu simplesmente quase 100%. Ninguém de facto gosta do muro, mas se o mesmo não existisse, certamente que o chefe do Vaticano não se poderia mover com a mesma facilidade com que tem feito durante esta visita, e mais importante ainda: o número de vítimas inocentes do lado israelita seria consideravelmente indescritivelmente muito maior. 
Durante vários minutos o chefe católico rezou com a sua mão direita pousada sobre o muro no qual dezenas de graffitis apelam à violência contra Israel: "Belém parece o gueto de Varsóvia", "Libertem a Palestina agora".
Ao receber o "papa" com um cordial abraço, o líder palestiniano - verdadeiro mestre na arte da mentira - afirmou ao chefe católico que são as práticas israelitas que "levaram a que muitos cristãos e palestinianos tivessem que emigrar." O que o chefe palestiniano não revelou, é que a razão da fuga de tantos cristãos palestinianos de Belém não tem a ver com as "práticas israelitas", mas com a práticas dos palestinianos muçulmanos, que querem impôr a sua religião e ética em toda a população palestiniana e árabe. Essa é que é a verdade. 
E, tão bem acompanhado com estava, o chefe da Igreja Católica também não fugiu ao engano e à falsidade, chamando Abbas de "homem de paz e fazedor de paz."
Não contente com isso, Francisco I referiu-se ainda aos territórios palestinianos como "Palestina" e às boas relações existentes entre o Vaticano e o "estado da Palestina". Pergunta-se: que estado da Palestina? Existe algum estado da Palestina? Já foi por acaso reconhecido pelas Nações Unidas? É esta realmente uma visita "puramente religiosa" ou uma postura claramente política ao lado da mentira e da verdadeira tendência que o Vaticano sempre demonstrou ter?

ORAÇÃO CONJUNTA NO VATICANO
Talvez uma das maiores surpresas desta visita tenha sido o convite formulado hoje por Francisco I durante a missa celebrada em Belém para que o presidente palestiniano Mahmoud Abbas e o presidente do estado de Israel Shimon Peres venham ao Vaticano orar pela paz, na própria residência oficial do papa: 
"Neste lugar do nascimento do Príncipe da Paz, quero convidá-lo, presidente Mahmoud Abbas, juntamente com o presidente Shimon Peres, a juntarem-se a mim numa fervorosa oração a Deus pelo dom da paz."
Tanto Abbas como Peres já confirmaram a ida a Roma...
O chefe católico demonstrou mais uma vez falta de conhecimento bíblico, uma vez que considerou que o "deus" de Abbas (Alá) é o mesmo Deus que ele (o papa) pretende conhecer e representar. Triste ignorância, reveladora da cegueira espiritual que se apossou da Igreja Católica Romana desde há séculos, e agora ainda mais promovida pelo seu próprio chefe...
Mas isto não nos pode surpreender, uma vez que as Escrituras proféticas nos revelam que nos "últimos dias" o engano e a mentira teriam de se instalar nas mentes humanas esvaziadas do verdadeiro conhecimento bíblico. 
E, tal como temo tantas vezes dito, Roma está cada vez mais aumentando o seu protagonismo em relação ao conflito do Médio Oriente. Um claro sinal revelador dos tempos que estamos a viver...

Shalom, Israel!

3 comentários:

olga disse...

Roma é o que sempre foi: a grande babilônia. ecumenismo e engano é sua prática. Como o papa é o sacerdote deste mundo e o mundo jaz no maligno, tá tudo explicado!

Anónimo disse...

Me irrita a mentira contumaz sobre o muro construído por Israel.Os ato-denominados "palestinos" e toda sorte de terroristas gostariam mesmo que Israel nunca o tivesse construído, assim poderia continuar a matar um grande número de pessoas.

Fabiana

I. B. disse...

Depois o Papa se declarado dhimmi supremo (infiel, inferior) na frente de um arraial de grafitti anti-semitas, os muçulmanos retribuiram com desprezo e desrespeito - mostrando-lhe o verdadeiro sentido do diálogo inter-religioso e da tolerância.

http://amigodeisrael.blogspot.pt/2014/05/muculmanos-insultam-o-papa-e-crstaos.html