quinta-feira, janeiro 25, 2018

MAIORIA DOS JUDEUS E ÁRABES JÁ REJEITA A "SOLUÇÃO 2 ESTADOS"

Os judeus israelitas não acreditam na seriedade dos palestinianos. Os árabes, por seu lado, encontram-se cada vez mais "encurralados", uma vez que os EUA se mostram mais próximos de Israel e a própria Europa à porta da qual o chefe palestiniano Abbas bateu nestes últimos dias em busca de reconhecimento de um estado palestiniano parece não querer avançar para já com qualquer compromisso.
Desiludidos uns e incrédulos outros, a verdade é que um número cada vez maior de árabes e judeus habitantes de Israel rejeita a famosa e controversa "solução 2 estados" proposta nos "Acordos de Oslo."
Uma nova pesquisa realizada pelo "Centro de Pesquisa para a Paz Tami Steinmetz da Universidade de Tel Aviv" e o "Centro Palestiniano para Política e Pesquisa" em Ramalá, revela que o grau de confiança na possibilidade de uma solução - tanto no lado israelita, como no árabe - tem-se deteriorado até ao nível mais baixo.
Como parte da pesquisa, foi perguntada aos entrevistados qual a opinião sobre um plano de paz teórico que seria assinado entre Israel e a Autoridade Palestiniana.
O plano envolveria o estabelecimento de um estado palestiniano desmilitarizado, um retorno de Israel para as linhas fronteiriças de 1967 com troca de terras igual de parte a parte, reunificação familiar em Israel de 100.000 refugiados palestinianos, e Jerusalém Ocidental como capital de Israel e Jerusalém Oriental como capital da "Palestina", com a divisão da Cidade velha entre as duas partes.
Após estudarem o plano, 54 por cento dos israelitas judeus opuseram-se ao mesmo, havendo também 57 por cento dos árabes a fazer o mesmo.

Shalom, Israel!


2 comentários:

Joel Rubens Gonçalves Pinto disse...

O Estado Palestino Nunca Vingará.Já Israel É Um Milagre.Viva Israel,Única Democracia Real do Oriente Médio, E Uma Das Poucas de Toda Ásia

Daniel Liu disse...

Quem acompanha sabe que os Palestinos nunca quiseram a solução de dois Estados, eles sempre mostram que não querem nenhuma Israel. Essa é a diferença.