quinta-feira, novembro 29, 2007

BUSH O ÚNICO A LUCRAR... ATÉ VER


Conforme se previa, a conferência para a paz em Annapolis que reuniu mais de 40 países e entidades internacionais acabou em falsas expectativas de paz, sendo o único aparente ganhador George Bush, anfitrião da mesma...
Depois de uma governação desastrosa, o ocupante da Casa Branca quer limpar a sua decadente imagem com uma saída em glória, tentando forçar um estado palestiniano independente até Dezembro de 2008, altura em que desocupará a cadeira. O futuro das conversações passará para a Europa (Paris) que já começa a experimentar as "dores de parto" internas.
Claramente Bush continua a meter-se onde não deve, e pagará um alto preço por tentar ganhar proveitos com uma situação que é inegociável, pois trata-se de dividir a terra de Deus.
Os sinais de violência e de oposição aos planos têm sido intensos de ambas as partes, e é muito provável que em Israel o próprio governo de coligação dirigido por Olmert (que muitos já apelidam de traidor) venha a cair, o que acabará por atrasar todo o calendário proposto por Bush.
Sem dúvida, tempos difíceis para Israel e para o mundo...
Shalom, Israel!

segunda-feira, novembro 26, 2007

OLMERT ENCONTRA-SE COM BUSH


A menos de um dia do início da "conferência para a paz", em Annapolis, EUA, o primeiro ministro israelita Olmert encontrou-se com o presidente norte-americano Bush, acreditando que esta cimeira será diferente das anteriores, graças ao apoio internacional dos árabes. Entretanto, responsáveis das delegações afirmam que as delegações israelita e palestiniana estarão próximas de subscreverem uma declaração conjunta.
Bush acredita que será possível alcançar a "paz". "Estou ansioso por continuar o nosso diálogo sério consigo e com o presidente da Autoridade Palestiniana para vermos se a paz será ou não possível." - afirmou Bush, após encontrar-se com Olmert na "sala oval", antecipando a conferência que se inicia amanhã. No final da tarde de hoje Bush deverá encontrar-se ainda com Abbas, presidente dos palestinianos.
Falando aos repórteres após o encontro, Olmert afirmou que o apoio internacional através da administração Bush e provavelmente das nações árabes que também concordaram em endossar a conferência "é muito importante para nós" e poderá trazer uma mudança.
Esta vai ser a primeira vez em que Israel, um grande número de países árabes e enviados de todas as partes do mundo vão sentar-se juntos para tentarem relançar um processo de paz.
Esta noite será "o arranque", com um jantar oferecido no departamento de estado.
Será esta o início de um processo de paz, ou antes o início de um grande desastre para Israel?
Esperemos para ver os resultados...
Shalom, Israel!

sábado, novembro 24, 2007

APROXIMA-SE UMA SEMANA DE EMOÇÕES...


A administração norte-americana continua empenhada na organização da "conferência para a paz", acreditando que, apesar das muitas dificuldades conseguirá o objectivo sonhado por Bush desde a sua tomada de posse, ou seja: o êxito do estabelecimento de um processo através do qual 2 estados possam viver lado a lado, em paz.
O que é relutante é ver o que se exige a Israel - um preço altíssimo - e o que se pede aos palestinianos: quase nada. É sempre assim quando se trata de Israel...
Agora que o ministro dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita aceitou o convite para participar, só resta a Síria. Só que esta última impõe como condição a discussão da questão dos Montes Golan, e isso Israel não pode nunca ceder, não só pela sua estratégia como pela razão divina: são territórios bíblicos.
Mas a questão principal será obviamente a partilha de Jerusalém. Israel não pode nunca ceder nesta questão, de outra forma será o seu fim.
A próxima semana será fértil em emoções e os olhos do mundo inteiro estarão mais uma vez postos no âmago da questão fulcral da História: a luta entre Isaque e Ismael. Ambos foram abençoados por Deus, mas o problema está em que os filhos de Ismael querem também a bênção de Isaque para eles. E isso simplesmente não pode acontecer.
O futuro próximo não será fácil. Oremos por Israel.
Shalom, Israel!

terça-feira, novembro 20, 2007

A UMA SEMANA DA "CONFERÊNCIA PARA A PAZ""


A uma semana do início da conferência para a paz, a realizar na cidade de Annapolis, nos EUA, há mais dúvidas do que certezas, mais campos divididos do que acordos, mais ameaças do que esperanças.
Para além das 2 partes interessadas no processo, os EUA convidaram ainda outros 40 países para a conferência, entre os quais estão a Síria e a Arábia Saudita. Estarão ainda presentes a Liga Árabe, a maioria dos países árabes, membros do "quarteto para a paz", incluido a Rússia, a ONU, a União Europeia, e o enviado para o Médio Oriente Tony Blair. Há ainda outros países que poderão estar presentes, tais como: a Alemanha, a França, a Inglaterra, o Canadá, o Japão, a Itália, a China, a Noruega, a Turquia, o Vaticano, o Brasil e a Austrália.
Hoje mesmo foram entregues convites a Israel e à Autoridade Palestiniana, que já confirmaram a sua participação, apesar da preocupação mútua com o crescente fosso entre as posições das duas partes e a falta de clareza sobre como a conferência sanará o conflito.
A "paródia" começará com um jantar de gala na noite de 26, a que se seguirão rondas de conversações e negociações. O próprio presidente Bush estará presente num encontro tri-lateral entre os EUA, Israel e os palestinianos.
Os palestinianos partem com bastante cepticismo, convencidos entretanto de que farão valer as suas exigências. No seu encontro de ontem com Olmert, o palestiniano Abbas revelou terem havidos muitas dificuldades, mas mesmo assim espera que ambas as partes possam estreitar o seu entendimento.
Ao acusarem Israel de que não querer voltar às fronteiras de 1967, os palestinianos continuam a acusar Israel de ser o culpado pelo fracasso nas negociações.
Mais uma vez Israel pressionado pelos inimigos (será que Israel tem amigos?) a ceder, ceder, ceder... Até quando? Até quanto? E a que preço?
As nossas orações estão com Israel nesta hora decisiva da sua História.
Shalom, Israel!

sábado, novembro 17, 2007

JUDEUS MESSIÂNICOS ACTIVOS EM SDEROT


Um grupo anti-missionário israelita reclamou nesta semana passada que as congregações judaico-messiânicas estão a tornar-se publicamente mais activas na cidade sul de Sderot, num esforço para trazer conforto através de Yeshua (Jesus) a uma comunidade que está a viver debaixo de crescentes e difíceis ameaças físicas.
Tanto a cidade de Sderot como as comunidades vizinhas continuam a sofrer ataques quase diários de foguetes e morteiros da vizinha Gaza, controlada pelo Hamas. O grupo anti-missionário Yad L'Achim insiste que os crentes locais em Yeshua estão-se a aproveitar da situação ao convidarem vizinhos para os cultos de adoração, oferecendo-lhes cópias do Novo Testamento.
Representantes da Yad L'Achim relataram à agência noticiosa israelita
Israel National News que estão a aumentar os esforços em Sderot para contraporem aquilo que eles vêem como a ameaça prejudicial que é a fé crescente em Yeshua como o prometido Messias judeu.
Estas notícias devem encorajar-nos pelo facto de vermos que Deus está não só renovando a Terra de Israel mas também o povo que vive na terra.
Shalom, Israel!

quarta-feira, novembro 14, 2007

CIMEIRA ALTERNATIVA


Na mesma altura em que o governo do primeiro ministro de Israel Ehud Olmert se for encontrar no final deste mês em Annapolis, EUA, com a liderança da Autoridade Palestiniana sobre a entrega de mais terra aos palestinianos, organizações e movimentos da direita israelita irão promover uma cimeira alternativa em Jerusalém onde declararão a completa soberania dos judeus sobre toda a terra de Israel.
Susie Dym, porta-voz da iniciativa, declarou à comunicação social que esse passo vai ser dado porque "a nossa liderança política abandonou o objectivo de aumentar a presença do povo judeu no estado de Israel, e tem avançado no objectivo de construir um estado palestiniano e promover os interesses dos palestinianos."
A cimeira está programada para 27 de Novembro, o dia em que se espera que Washington abra a última ronda de negociações entre Israel e a Autoridade Palestiniana. Será usada para lançar a o "Novo Congresso Judaico", que os organizadores esperam venha a tornar-se num ponto central de encontro para a maior parte de israelitas que não desistiram do seu sonho sionista.
"A nossa porta está aberta para todos que quiserem avançar os interesses do povo judeu" - proferiu Dym.
Espero que venham a ter mais sucesso do que os promotores da cimeira de Annapolis.
Shalom, Israel!

sexta-feira, novembro 09, 2007

PALESTINIANOS PREFEREM CIDADANIA ISRAELITA


Residentes árabes da metade oriental de Jerusalém insistem em ser "palestinianos" mas estão a aparecer em números crescentes para pedirem cidadania israelita com medo de que como resultado da próxima "cimeira de paz" eles passem a viver debaixo da soberania da Autoridade Palestiniana.
Dos cerca de 250.000 árabes que vivem na parte oriental de Jerusalém só 12.ooo pediram a cidadania israelita desde que a cidade foi reunida sob a liderança israelita em 1967.
Um "palestiniano" tornar-se voluntariamente num israelita significa um acto de traição dentro daquela comunidade. Mas representantes do Ministério do Interior disseram a um órgão de comunicação israelita que muitos estão agora a mudar essa tendência, com pelo menos 3.000 pedindo cidadania israelita apenas nestes últimos quatro meses.
O rastilho para esta mudança de atitude tem sido as conversas que se ouvem de que Israel está a preparar-se para entregar os subúrbios de Jerusalém dominados pelos árabes à Autoridade Palestiniana dentro do quadro de um acordo final de paz que a administração Bush pretende supervisionar em Annapolis, no final deste mês.
Árabes que vivem em Jerusalém oriental revelaram que, deixando os nacionalismos de lado, estão completamente certos de que os seus futuros serão muito mais risonhos debaixo do governo israelita.
Essa revelação não apenas representou uma autêntica bofetada à viabilidade de um estado árabe palestiniano soberano mas também às queixas constantes de legisladores árabes israelitas de que a sua comunidade sofre descriminação e tratamento de segunda classe como cidadãos do estado judaico.
Apesar de tudo... até os palestinianos lúcidos preferem a soberania de Israel...!
Shalom, Israel!

terça-feira, novembro 06, 2007

RABIS AVISAM BUSH



"Annapolis trará destruição aos EUA" - ameaça um grupo de rabis da direita israelita numa carta aberta ao presidente dos EUA, exigindo que ele cancele a cimeira de Annapolis ou "arrisca-se a provocar a ira do Todo Poderoso". Os rabis asseguram que o desastre do furacão Katrina foi o resultado do apoio americano à política do abandono dos aldeamentos e que os recentes incêndios da Califórnia foram "um aviso".
Um grupo de franja constituído por proeminentes rabis ultra-nacionalistas escreveram no início desta semana uma carta áspera ao presidente dos EUA, George Bush, avisando-o de que a próxima "conferência de paz de Annapolis" irá trazer destruição à América.
Os rabis evocam a sua prévia admoestação feita em 2005, quando publicaram uma carta aberta ao presidente Bush no jornal New York Times, exigindo que o presidente rescindisse o seu apoio ao plano de desmantelamento.
"Escrevemos ao presidente Bush, um homem que acredita na Bíblia, avisando-o do terrível perigo ao qual estará expondo o seu país ao dar guarida a tal conferência." - disse o rabi Meir Druckman, um dos signatários da carta.
"A terra de Israel pertence ao povo de Israel. Deus castiga qualquer um que faça coacção sobre Israel para entregar a sua terra" - afirmou.
"Não há dúvida de que as enchentes de Nova Orleães provocadas pelo furacão Katrina foram o castigo de Deus pela expulsão dos aldeamentos" - disse Druckman - "com centenas de milhar de pessoas desalojadas pelo furacão, centenas de mortos ou feridos, e biliões de dólares derramados pelo esgoto, será que podemos realmente ignorar a mão de Deus , pagando olho por olho?"
O desmantelamento da Faixa de Gaza e da "margem ocidental" a norte completou-se em 23 de Agosto de 2005 - que é precisamente o dia em que o furacão Katrina se formou sobre as Baamas.
"Apesar destas consequências, cá estamos outra vez enfrentando uma iniciativa para expulsar judeus da Judéia e Samaria e a cederem as suas cidades às organizações terroristas. E mais uma vez os patronos do evento são o presidente Bush e a secretária de estado Condoleezza Rice."
"Desta vez o Todo Poderoso está avisando os EUA antecipadamente: se a praga de água não foi suficiente, Ele agora irá enviar chamas de fogo. Enquanto centenas de milhar de famílias já tiveram de fugir dos terríveis incêndios da Califórnia, nós perguntamo-vos: ireis mesmo alimentar este malévolo plano?" - acrescentou o rabi.
Os rabis urgiram a administração Bush para que desistisse da actual direcção do "processo de paz", afirmando que nem um palmo da terra de Israel deverá ser cedido. "Sede misericordiosos para convosco próprios e para com a amada América e seus cidadãos. Baixai a mão que tendes levantado em guerra contra o Criador. Ajudai o povo de Israel a lutar sem compromisso contra os terroristas que se erguem contra a nação e depois, com um coração puro, podereis realmente orar: Deus abençoe a América" -disseram os rabis.
E nós acrescentamos: Deus abençoe Israel!
Shalom, Israel!



domingo, novembro 04, 2007

A SINISTRA PROXIMIDADE ENTRE O IRÃO E MAGOGUE


Em recentes afirmações públicas, o candidato a primeiro-ministro de Israel, Netanyahu, afirmou que o Irão torna Magogue uma realidade actual. Segundo ele, o estado de Israel constitui a linha da frente do ocidente cristão. Logo que o Islão consiga romper a linha da frente no Médio Oriente - Israel - irá conquistar o Ocidente. Israel é assim a muralha de protecção do mundo cristão ocidental.
O recente aviso do presidente norte-americano George Bush sobre uma possível terceira guerra mundial relacionada com o programa atómico do Irão causou uma forte turbulência internacional. Apenas alguns meses antes o ex-chefe da Mossad israelita, Ephraim HaLevy, tinha já avisado do possível eclodir de uma terceira guerra mundial.
Os políticos da Europa dão pouco crédito e atenção à ameaça de uma III Guerra Mundial e em vez disso dizem que "retórica" do género da de HaLevy coloca em perigo um processo de paz.
Ao mesmo tempo, o presidente do Irão,, Mahmoud Ahmadinejad apelida de inúteis as sanções da ONU contra o seu país.
"A resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas não vale o papel em que foi escrita." - gritou Ahmadinejad na TV iraniana, ao mesmo tempo que publicitava que o seu país é capaz de disparar 11 mil foguetes morteiros por minuto contra Israel.
Políticos e cientistas israelitas têm avisado que uma guerra mundial nesta era atómica pronunciaria o fim da humanidade. Aviões de combate israelitas bombardearam um reactor atómico sírio cuja construção se iniciou há três anos atrás com a ajuda da Coréia do Norte e que estava mantida num absoluto segredo, segundo relatos da imprensa mundial. Seis semanas depois, o exército israelita apelou ao povo de Israel para preparar quartos de segurança e bunkers tal como na primeira guerra do golfo, em 1990. Apesar do exército insistir constantemente não haver um perigo de guerra iminente, parece ser necessário um estado permanente de vigilância.
O físico israelita e antigo general Yitzhak Ben Israel acredita que as primeiras bombas atómicas iranianas estarão prontas a ser usadas num espaço de 3 a 5 anos - três anos antes do previsto.
É interessante que as três grandes religiões - Judaísmo, Cristianismo e Islão - mencionam uma grande guerra de nações sob os nomes de Gog e Magogue.
Essa guerra está mencionada na Bíblia nos seguintes textos: Ezequiel 38 e 39; Zacarias 12 e 14; Jeremias 30; Daniel 11 e 12; Joel 2; Obadias 1; Apocalipse de João.
No Corão, está mencionada nas suras 18:97 e 21:96.
Definitivamente falta pouco tempo. O fim está próximo. Estaremos preparados?
Shalom, Israel!

quinta-feira, novembro 01, 2007

A TERRÍVEL MIOPIA DO ARCEBISPO DE CANTUÁRIA


É sobejamente conhecido o incondicional apoio da Igreja Anglicana à causa palestiniana. A própria Igreja Metodista e Presbiteriana portuguesas, filiadas ao Conselho Mundial das Igrejas - conhecido pelo seu anti-semitismo - têm manifestado a sua solidariedade para com o "povo mártir da Palestina".
Agora é o chefe supremo da Igreja Anglicana, o arcebispo de Cantuária, Dr. Rowan Williams, que durante a sua actual visita a Israel transmite a sua visão claramente distorcida da situação e da origem do problema israelo-palestiniano. Apesar dos óculos que lhe corrigem a vista, não há remédio que lhe consiga corrigir a visão irreal, não verdadeira e injusta da realidade. Nem o facto de estar em Israel o leva a entender a questão.
Mas afinal, o que se esperaria do chefe de uma Igreja que sempre se colocou contra Israel e que defende que a Igreja substituiu Israel?
A convite do Chefe dos Rabis de Israel, o líder anglicano afirmou que a vedação construída por Israel (que em certas partes é um muro) é uma das principais causas do êxodo maciço dos cristãos da Terra Santa: "Encontrei-me recentemente com cristãos em Belém... eles falaram-me das dificuldades diárias causadas pelo muro para entrarem e saírem da cidade" - disse Williams.
O que este senhor não conseguiu ver foram outros factores significativos, tais como: a crescente violência dos muçulmanos contra os cristãos, as dificuldades económicas causadas pela recusa do Hamas em aceitar o estado de Israel e o crescente poder do Hamas na Autoridade Palestiniana.
No mês passado um líder cristão foi assassinado em Gaza, um dos numerosos incidentes violentos dos muçulmanos contra os cristãos. Hoje mesmo recebemos a notícia de que um pastor evangélico palestino-americano teve de fugir da "capital" palestiniana de Ramallah para se abrigar na capital de Israel, Jerusalém, afim de se proteger das crescentes ameaças por parte de representantes do governo palestiniano de Mahmoud Abbas.
Nascido nos EUA, Isa Bajalia regressou à cidade natal dos seus pais, Ramallah, há mais de 16 aos atrás para trazer ajuda humanitária e conforto aos árabes palestinianos, e para partilhar o Evangelho.
Mas a sua crescente e ousada actividade missionária aliada à sua recusa de permitir que elementos muçulmanos invadam a sua propriedade familiar - um abuso sofrido regularmente pelos cristãos palestinianos - levou a que um representante do município de Ramallah, e membro do braço terrorista do movimento Fatah ameaçasse aleijar e assassinar Bajalia.
O pastor Bajalia relatou a um órgão da comunicação social que após o brutal assassinato de um irmão em Outubro passado em Gaza pelo crime de partilhar o Evangelho, ele agora está levando as ameaças muito a sério.
Preocupado, o pastor buscou primeiramente ajuda e protecção da parte da Autoridade Palestiniana, mas foi-lhe dito pelas autoridades palestinianas que só o ajudariam se ele pagasse inicialmente 30 mil dólares.
Bajalia deslocou-se então para Jerusalém, onde apresentou queixa ao Consulado Americano, num esforço para colocar pressão na Autoridade Palestiniana para cumprirem o seu dever de protegerem todos os seus cidadãos. Após uma semana de espera, Bajalia ainda não tinha recebido resposta do Consulado Americano...

É essa realidade que o sr. arcebispo quer ignorar. Ele só vê o que lhe interessa. Mas a realidade é outra. A ironia é que quanto mais a Igreja Anglicana se afasta de Israel, mais ela se afunda no ecumenismo e na tolerância ao pecado. Cada dia que passa, mais membros se afastam dessa Igreja que defende a lamentável teologia da substituição, que promove a Igreja como o novo Israel de Deus.
Mas não estão sós nesse caminho... também os temos por cá...
Tal miopia só a misericórdia de Deus pode curar.
Shalom, Israel!

terça-feira, outubro 30, 2007

CHINA APROVA ISRAEL COMO NOVO DESTINO TURÍSTICO


Durante a sua visita actual à China, a ministra dos Negócios Estrangeiros israelita Tzipi Livni assinou um acordo através do qual os seus anfitriões chineses garantiram a Israel o estatuto de "destino aprovado".
A designação torna legal para os agentes operadores turísticos chineses poderem vender pacotes turísticos para turistas chineses irem a Israel.
Há anos que Israel tem estado a tentar conseguir das autoridades chinesas o estatuto de "destino aprovado". Um comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros diz que a possibilidade actual de grandes grupos organizados da China poderem visitar Israel irá fortalecer os laços entre os dois países.
Durante a sua estadia na China, Livni recebeu também um certificado de apreciação da parte do Centro do Ministério dos Negócios Estrangeiros para a Cooperação Internacional - MASHAV - que tem cooperado de perto com a Associação Chinesa para o Intercâmbio Internacional de Pessoal (CAIEP) nos últimos 15 anos.
O programa de intercâmbio de pessoal já enviou mais de 20 peritos à China para ajudarem nas áreas da agricultura, tecnologia e medicina. Nesse mesmo período, mais de 600 chineses já vieram a Israel para receberem treinamento avançado.
Israel está vocacionada para abençoar o mundo. Assim muitos o entendam...
Shalom, Israel!

sábado, outubro 27, 2007

REACTOR NUCLEAR SÍRIO JÁ EXISTIA HÁ MUITO...


O reactor: antes e depois

Peritos que examinaram novas imagens de satélite recolhidas em 2003 calculam que a construção do complexo sírio bombardeado por Israel começou há 6 anos atrás.
O jornal americano New York Times noticiou na edição de hoje que analistas independentes chegaram à conclusão de que a construção do suposto reactor nuclear na Síria que foi bombardeado por Israel no passado mês de Setembro pode ter começado a ser construído já em 2001.
Como evidência, os analistas referiram-se a imagens de satélite tiradas ao complexo em 2003 por uma empresa privada.
As novas imagens apresentam trabalhos de construção de grande escala no local em causa. A Síria acusou Israel de ter efectuado um raide aéreo ao seu território no início de Setembro mas negaram que o alvo fosse um reactor nuclear. Analistas americanos que estudaram as novas imagens agora difundidas asseguraram que o complexo oferecia uma credível ameaça nuclear.
A conclusão dos peritos de que a construção no local começou já em 2001 pode sustentar a idéia de que a Coréia terá começado a ajudar a Síria em finais dos anos 90.
No início desta semana novas filmagens da região mostraram que a estrutura tinha sido completamente arrasada depois do raide israelita, numa aparente tentativa por parte dos sírios para esconderem qualquer evidência comprometedora.
Será que alguém pode duvidar das intenções dos vizinhos de Israel?
Shalom, Israel!


quarta-feira, outubro 24, 2007

NETANYAHU: NÃO À PARTILHA DE JERUSALÉM!


Com os seus pés firmados na Torre de David, que guarda a Porta de Jaffa na Cidade velha de Jerusalém, o líder da oposição israelita Benjamin Netanyahu afirmou ontem que Israel deve manter o controle de toda a cidade de Jerusalém. Mais abaixo, na antiga cidadela que testemunhou algumas das mais duras batalhas da História de Jerusalém, Netanyahu prometeu à delegação do Likud que visitava a Cidade velha que iria lutar contra quaisquer tentativas de oferecer terra, tanto dentro como fora de Jerusalém.
"Jerusalém tem sido o pulsar do coração do povo judeu. Agora aparecem aqueles que aparecem e dizem: dividamos este coração. O primeiro ministro quer vir e dividir esta cidade. Se deixarmos alguma das partes de Jerusalém, o islão militante irá logo entrar. Essa é a realidade do Médio Oriente." - disse Netanyahu.
"Temos visto o que acontece quando abandonamos e criamos um vácuo: grupos extremistas islâmicos vêm e controlam" - afirmou Netanyahu, referindo-se à retirada israelita de Gaza e do sul do Líbano. "O Hamas, a Jihad islâmica, a Al Qaeda, todos eles fantoches do Irão, virão e entrarão."
No final da sua visita, Netanyahu percorreu os olhos pela Cidade velha a partir do Monte das Oliveiras e disse que era "o quilómetro quadrado mais explosivo em toda a História humana. Esta área tem estado calma e segura sob a presença israelita. Se alguma destas partes fosse entregue, criaria pesadelos que nem podemos imaginar".
Já é tempo de Olmert abandonar o seu cargo, antes que seja tarde de mais (pelo menos para ele). Que se levante alguém que, como Netanyahu, se oponha a qualquer compromisso com os inimigos de Israel.
Shalom, Israel!

terça-feira, outubro 23, 2007

QUASE DOIS MIL ANOS DEPOIS: RABIS RECITAM A BÊNÇÃO SACERDOTAL NO CIMO DO MONTE DO TEMPLO!


Um grupo de rabis israelitas visitando o monte do Templo em Jerusalém na semana passada recitaram publicamente a oração da Bênção Sacerdotal (ou Aarónica) contida na Bíblia - Números 6:24-26 - uma acção que em circunstâncias normais resultaria em detenção por parte da polícia.
O grupo, organizado pelo "Temple Institute" (Instituto do Templo), estava visitando o monte do Templo para comemorar a visita realizada ao mais sagrado local dos judeus em 1165, por Maimonides, também conhecido por Rambam, um dos maiores filósofos judeus de toda a História.
Durante a visita, um dos rabis começou espontâneamente a recitar a bênção bíblica, atraindo os esperados gritos de revolta por parte dos muçulmanos ali próximos que verificaram que os judeus se atreviam a orar no local que os muçulmanos consideram como o seu terceiro local mais sagrado.
Para surpresa dos rabis, a polícia israelita destacada para o local pôs-se ao lado deles e ordenou aos muçulmanos que parassem de os incomodar.
Até há pouco tempo atrás, qualquer cristão ou judeu que fosse suspeito de estar simplesmente a orar silenciosamente era removido à força para fora do monte do Templo e detido para interrogatório. A política oficial de Israel tem sido a de se submeter à insistência dos muçulmanos de que ninguém que não seja seguidor de Alá pode orar no topo do monte do Templo.
O director do Instituto do Templo, rabbi Haim Richman, disse à Israel National News que a visita da semana passada assinalou provavelmente a primeira vez desde a destruição do segundo templo pelos romanos em que descendentes da casta sacerdotal de Israel recitaram a oração da bênção sacerdotal no monte santo.
As profecias vão se cumprindo! Preparemo-nos para o que há-de vir!
Shalom, Israel!

segunda-feira, outubro 22, 2007

EVANGÉLICOS TRAZEM JUDEUS IRANIANOS PARA ISRAEL


Evangélicos dos EUA estão a convencer dezenas de judeus do Irão para se mudarem para Israel, oferecendo incentivos financeiros de 10.000 dólares e alertando para os perigos que corre a pequenina comunidade judaica no Irão.
A associação International Fellowship of Christians and Jews (Comunhão Internacional de Cristãos e Judeus), uma associação filantrópica que canaliza anualmente milhões de dólares de doações de evangélicos para Israel, está a prometer 10 mil dólares a cada judeu iraniano que queira vir para Israel, segundo informações do director da associação, o rabi Yechiel Eckstein.
O projecto é um outro exemplo da aliança entre o estado judaico e cristãos evangélicos americanos, muitos dos quais vêem a existência de Israel e o regresso dos judeus à Terra Santa como um cumprimento das profecias bíblicas que culminarão com a segunda vinda de Cristo.
Mas um responsável iraniano diz que dinheiro não será o suficiente para atrair os judeus iranianos, que geralmente não se percebem estar em grande perigo na república islâmica.
Há cerca de 25.000 judeus ainda no Irão - uma nação maioritariamente muçulmana com 65 milhões de habitantes - que são o remanescente de uma comunidade que data dos tempos bíblicos. A maioria dos judeus iranianos emigrou para Israel ou para os EUA nos últimos 50 anos.
Apesar de alguma protecção legal que os judeus têm no Irão, Eckstein questiona: "
Não é isto em todo semelhante à situação na Alemanha nazi no final dos anos 30, onde eles (os Judeus) também achavam que podiam controlar a tempestade? Em vez disso, 6 milhões foram mortos no Holocausto, que Ahmadinejad classificou de "um mito".
O rabi informa que o seu grupo já ajudou a trazer 82 judeus do Irão para Israel desde que o projecto se iniciou neste ano, e espera poder trazer mais 60 até ao final do ano.
Que se cumpram as profecias bíblicas!
Shalom, Israel

domingo, outubro 21, 2007

KNESSET CONTRA PARTILHA DE JERUSALÉM


Mais de metade do Knesset - parlamento de Israel - assinou uma petição exigindo que o primeiro-ministro Ehud Olmert não proponha renunciar ao controle de quaisquer partes de Jerusalém durante a próxima cimeira com os palestinianos organizada e promovida pelos EUA.
Dentre aqueles que juntaram as suas assinaturas à petição estão 30 membros da própria coligação liderada por Olmert, sendo 13 do seu próprio partido, o Kadima. Quatro dos apoiantes são ministros do governo.
Olmert tem estado debaixo de forte criticismo por causa de afirmações que ele e o vice primeiro-ministro Haim Ramon fizeram sugerindo que concordam em entregar os subúrbios árabes de Jerusalém oriental, incluindo a Cidade velha aos palestinianos, quando as duas partes se encontrarem no mês que vem em Annapolis, no estado de Maryland, na cimeira para a paz promovida pelo governo de Bush.
No mês passado Olmert insistiu que não precisa da aprovação do Knesset para qualquer acordo que faça com o líder palestiniano Mahmoud Abbas, apesar do facto de a lei básica de Israel requerer uma maioria do Knesset para alterar o estatuto de Jerusalém como "capital indivisível e eterna de Israel".
Outros partidos já ameaçaram demitir-se da coligação se Olmert simplesmente referir a questão da partilha de Jerusalém na cimeira de Annapolis, colocando logo em perigo o futuro político não só da coligação como do próprio Olmert.
Mais uma vez um louco a dirigir o leme da nação. Esperemos que os planos saiam frustrados e que Jerusalém mantenha o seu estatuto, o único que lhe é atribuído por Deus.
Shalom, Israel!

UMA BÍBLIA OU UMA BOMBA


A obra evangelística da missionária americana Karen Dunham continua a produzir frutos maravilhosos numa terra tão desesperada de paz e reconciliação.
O próprio exército de Israel (IDF) está tão impressionado, que fornece ajuda a esta missionária cristã.
A cidade árabe de Jericó pode até parecer uma cidade pedregosa e árida. Só que após cinco anos de trabalho na obscuridade, a missionária Karen tem visto a cidade tornar-se num oásis de esperança e salvação nos territórios palestinianos.
"Jericó está agora nas mãos do Senhor" - expressou Karen, repleta de confiança - "não há nenhum lugar onde não se possa falar de Jesus".
Enquanto a maior parte das cidades palestinianas e israelitas estão fechados para o evangelismo, Jericó tem as portas abertas para o ministério de Karen. Ela viveu com o seu filho adolescente num acampamento de refugiados, distribuindo ajuda humanitária, matando escorpiões e sofrendo cortes de água e outros problemas junto com o povo, enquanto alguns muçulmanos tentavam expulsá-la da cidade.
Actualmente , ela dirige uma igreja frequentada por cerca de 300 palestinianos. Ninguém sai de mãos vazias - mas também ninguém leva ajuda humanitária sem levar um folheto e uma Bíblia.
Este é um belo exemplo daquilo que poderia acontecer em todo o Israel. Só o amor de Jesus conseguirá reconciliar aqueles povos. E isso já está acontecendo.
Shalom, Israel!



quinta-feira, outubro 18, 2007

SINAIS CONTRADITÓRIOS E PERIGOSOS...

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Quanto mais se aproxima a "cimeira da paz" em Annapolis, EUA, mais rapidamente se avolumam as ameaças, os medos, e a correria louca para se tomarem posições aqui e acolá...
Estamos a viver dias intensos e o destino do Médio Oriente está a ser jogado a cada hora que passa. O que preocupa é que o mesmo parece estar cada vez mais nas mãos de homens loucos. Esta tem sido uma "semana louca":

TERÇA-FEIRA, 16 DE OUTUBRO
AHMADINEJAD & PUTIN - Na sua visita ao Irão (a primeira desde há décadas por parte de um governante russo. A última foi a de Estaline, em 1943...), o aliado Putin é "tranquilizado" pelo líder do Irão, e acaba proferindo palavras "tranquilizadoras" para o mundo, ao afirmar que o desenvolvimento nuclear do Irão tem a ver com fins energéticos - apenas - por isso avalizando o direito dos persas à corrida nuclear...Além disso, Putin avisa Washington de que não toleraria uma acção militar contra o Irão...

QUARTA-FEIRA, 17 DE OUTUBRO
BUSH - nas suas declarações à imprensa na Quarta de manhã na Casa Branca, o presidente americano afirmou que devido às ameaças do presidente iraniano que quer aniquilar Israel, o mundo pode aproximar-se da Terceira Guerra Mundial.
Nos telejornais de 2 das 3 maiores cadeias de TV israelitas o tema foi seriamente abordado, incluindo a projecção de mapas mostrando o alinhamento das nações para a possível invasão de Gog e Magogue...

QUINTA-FEIRA, 18 DE OUTUBRO
PUTIN & OLMERT - Numa inesperada e rápida visita à Rússia, o primeiro ministro de Israel é "tranquilizado" por Putin sobre as intenções do Irão. Diz "compreender" as preocupações de Israel...
Ao mesmo tempo que este circo se desenrola, a americana Condoleezza Rice visita Israel durante 4 dias para pressionar o estado soberano judeu a repartir Jerusalém (e não só) com os seus inimigos. Ainda que regresse ao seu país dizendo aos judeus que "entende a preocupação deles..."
Estamos a assistir ao cumprimento das profecias relacionadas com os "últimos dias". Israel no centro das atenções. Jerusalém como a "pedra pesada". As nações do Norte a alinharem-se contra Israel. A Europa a tomar a dianteira nas negociações. A América lentamente abandonando Israel... Preparemo-nos. A corrida para o fim não vai parar. De que lado estamos? Espero que do lado certo.
Deus já escolheu quem vai apoiar. E você?
Shalom, Israel!

terça-feira, outubro 16, 2007

UMA VIAGEM A NÃO PERDER...























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segunda-feira, outubro 15, 2007

CONDOLEEZA RICE QUER QUE ISRAEL REPARTA JERUSALEM


Segundo declarações de autoridades palestinianas que se encontraram ontem com Condoleezza Rice, a secretária de estado norte-americano, a administração Bush fará toda a sua pressão sobre Israel para que Jerusalém seja dividida como parte de um acordo final de paz entre israelitas e palestinianos.
Um negociador palestiniano que participou na reunião com Rice afirma que ela prometeu pressionar Israel para parar toda a construção judaica na parte oriental de Jerusalém e publicamente acusar Israel pela falta de paz na região no caso de a próxima cimeira de paz fracassar como resultado da não entrega israelita da Cidade santa.
Além de citar que esta conferência está no topo dos interesses da administração Bush, Condoleezza Rice acrescentou ainda: "francamente, é tempo para o estabelecimento de um estado palestiniano."
É lamentável esta posição dos EUA, o velho aliado de Israel. Optando pelo "politicamente correcto", talvez para tentar salvar o que resta da sua decadente imagem, Bush está a meter-se numa situação "divinamente incorrecta" e pagará um alto preço por isso. Talvez também a própria América...
Profeticamente, Israel terá de ficar cada vez mais só. Mas o maior Amigo de Israel nunca deixará de proteger o Seu povo eleito - ou Ele não seria Deus.
Shalom, Israel!