sexta-feira, agosto 11, 2017

ENSINADA A ODIAR OS JUDEUS, A PALESTINIANA SANDRA SOLOMON CONVERTEU-SE AO MESSIAS JESUS E PROMOVE O SIONISMO

Uma mulher palestiniana, sobrinha de um dos fundadores do movimento terrorista palestiniano "Fatah", e convertida ao Cristianismo há 10 anos atrás, tornando-se desde então uma destemida apoiante de Israel, tem condenado os ataques palestinianos recentes contra famílias judaicas, muito especificamente um dos últimos, em que um jovem terrorista palestiniano entrou numa tranquila casa onde judeus celebravam o nascimento de um novo membro da família, e munido de uma faca, assassinou 3 membros da família, deixando ainda outros feridos.
Sandra Solomon, a palestiniana agora sionista cristã, identificou a educação violenta como a causa de raíz do fenómeno persistente da violência contra judeus.
"O terrorista palestiniano que assassinou uma família na sexta-feira à noite em Halamish: onde é que ele foi buscar a ideia para penetrar na casa e matar as pessoas que lá estavam?" - perguntou Sandra, acrescentando: "Os jovens palestinianos que realizam os ataques já estão assassinados de um ponto de vista psicológico através da educação que lhes é dada."
Sandra, de 39 anos, com o nome original de Fida, é a sobrinha do oficial palestiniano Sahar Habash, um confidente próximo de Yasser Arafat. 
"Como criança, fui educada a odiar Israel. A coisa mais importante para nós era a libertação da mesquita al-Aqsa, a libertação de Jerusalém e a destruição do estado de Israel" - afirmou Sandra durante a sua recente visita a Israel. 
"Nós víamos a segunda Intifada pela TV" - recorda ela, mencionando os tempos da sua infância vividos entre a Jordânia e a Arábia Saudita. "Depois de cada grande ataque terrorista - até mesmo quando crianças eram mortas - trocavam-se doces. A educação que me ensinaram é a de que só os palestinianos é que eram as vítimas, que eles é que são os oprimidos neste conflito e que os sionistas são os criminosos ocupantes que nos roubaram a terra."
As mudanças na vida desta palestiniana e a sua decisão de abandonar esta cultura de ódio que lhe tinha sido semeada não se realizaram da noite para o dia. 

CONVERSÃO AO CRISTIANISMO
Sandra Solomon começou por se decidir pelo Cristianismo. Isso deveu-se inicialmente às suas críticas às formas como o Islamismo trata e oprime as mulheres, e à falta de liberdade de expressão.
"Eu não aceitava andar por aí com uma hijab (um véu usado pelas muçulmanas), tal como obrigam as mulheres na Arábia Saudita."
Depois de ter conseguido divorciar-se do marido com quem tinha sido forçada a casar-se depois de terem tido um bébé, ela partiu para o Canadá com o seu filho, onde continuam a viver até hoje.
"Quando expliquei à minha família na Jordânia que me tinha convertido, a minha irmã atirou a mala pela janela e expulsou-me de casa" - contou Sandra.
Até hoje Sandra continua sendo ostracizada pela família. Ela acredita até que se a família na altura percebesse onde ela estaria hoje, tê-la-iam morto com certeza.

"TRANSFORMADA PELO PODER DA VERDADE"
Enquanto no Canadá, Sandra Solomon recebeu informações acerca do povo judeu e da História judaica. "Comecei a ler a Bíblia e percebi que muito tempo antes de Maomé e do Islamismo já os judeus viviam naquela terra. O poder da verdade transformou-me" - adiantou Sandra. Tão faminta ela estava pela verdade, que leu a Bíblia inteira, de Génesis a Apocalipse em apenas 3 semanas!
Após ler a Bíblia, ela encontrou o Messias Jesus. Dobrou os seus joelhos e entregou-se a Ele completamente, agora o seu Salvador e Messias!
E tão inspirada e apaixonada ficou por Israel e pelo seu Messias, que Sandra decidiu gravar duas tatuagens bens visíveis nos braços onde se lê em hebraico : "Jesus é o Messias", no braço direito e "Israel", no antebraço.

EM RAMALA
Neste últimos dias, Sandra tem estado em Ramala, a capital dos territórios administrados pelos palestinianos. Ainda que tenha cutela em exibir as tatuagens em público, Sandra afirma não ter medo de andar nas ruas da cidade. Mesmo assim, tem sido vítima de provocações: "Um jovem palestiniano que viu as minhas tatuagens cuspiu-me, mas não tenho medo" - afirmou, assinalando a hipocrisia dos palestinianos, ao boicotarem os bens israelitas, ao mesmo tempo que fazendo uso dos seus bens essenciais: "Entre os palestinianos, há apelos para que se boicotem os produtos israelitas, mas os telefones e a medicação que eles usam vêm de Israel."

"NÃO ACREDITO NUMA SOLUÇÃO 2 ESTADOS"
Solomon afirma que os palestinianos têm direito a existir como minoria igualitária com direitos garantidos sob a soberania israelita, mas rejeita a ideia dos 2 estados: "Não acredito numa solução 2 estados, porque vejo o que acontece na Margem Ocidental. Vêem-se pela ruas fotos penduradas de terroristas que são considerados heróis. O povo palestiniano não quer paz. Eles glorificam a Intifada" - concluiu a palestiniana convertida ao Messias de Israel.

Shalom, Israel!

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