quinta-feira, janeiro 23, 2014

"NÃO PODEMOS TER UMA 'PALESTINA' GOVERNADA PELO IRÃO" - AFIRMOU NETANYAHU EM DAVOS

Durante o "Forum Económico Mundial" que reúne em Davos, (Suíça) alguns dos mais destacados líderes mundiais, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, nas suas declarações prestadas hoje, sublinhou o dilema que a sua administração enfrenta quando se trata do conflito palestiniano: o imperativo de evitar um estado "bi-nacional" englobando Israel e os palestinianos, mas também evitar que um futuro "estado palestiniano" se torne num estado-fantoche do Irão. 
"Metade da população palestiniana é dominada pelo fantoche do Irão" - afirmou Netanyahu, referindo-se obviamente ao governo do Hamas na Faixa de Gaza.
Netanyahu afirmou ainda que Israel deseja a paz, mas que "são necessários três para dançar este tango": Israel, um respeitável parceiro palestiniano, e o envolvimento dos EUA como parceiro. 

PROGRAMA NUCLEAR IRANIANO
Durante uma sessão de perguntas e respostas, Netanyahu expressou a sua preocupação com o programa nuclear iraniano, como ameaça não só a Israel como aos países árabes, para além do crescimento dos movimentos islamistas: "Os governos centrais árabes estão preocupados com as armas nucleares iranianas e com a Irmandade Muçulmana" - afirmou Netanyahu, acrescentando: "As nações não vêem Israel como um inimigo mas como um potencial aliado para combater estas ameaças. Elas não ficaram convencidas pelas palavras proferidas anteriormente pelo presidente do Irão. Elas percebem. Todos desejamos que haja uma verdadeira mudança no Irão."

AS MENTIRAS DO PRESIDENTE DO IRÃO
Esta manhã, o presidente do Irão, Hassan Rouhani, também presente em Davos, apelou à melhoria das relações do Irão com o resto do mundo, afirmando no fórum de Davos que o seu país nunca procurou desenvolver uma arma nuclear.
Netanyahu no entanto reagiu dizendo que aquilo que mudou no Irão foram as palavras e não os actos, e que a República Islâmica continua agressiva, continuando a produzir materiais para armas nucleares, apesar do acordo com as potências ocidentais para reduzir a produção nuclear.
Segundo Netanyahu, "o discurso de Rouhani não tem nada a ver com o que acontece no terreno."
E acrescentou ainda que o processo de paz com os palestinianos teria um significativo avanço se o Irão mudasse efectivamente as suas políticas.
O primeiro-ministro acrescentou ainda que a cooperação económica entre Israel e os palestinianos seria um grande incremento para a paz na região, insistindo estar pronto para "uma paz real, genuína e segura."
"Espero que Abbas também esteja pronto" - declarou Netanyahu, referindo-se ao líder palestiniano.
Netanyahu criticou também as recentes posições da Europa em relação às construções de "colonatos" em Israel: "Se a Europa for vista a pressionar Israel, isso só irá endurecer a posição palestiniana."

Shalom, Israel!

quarta-feira, janeiro 22, 2014

ISRAEL LIVRA-SE DOS SEUS INIMIGOS

O dia de hoje foi marcado por duas notáveis vitórias de Israel contra os seus inimigos.
A colaboração entre as Forças de Defesa de Israel e o Shin Bet (serviços secretos israelitas) tem produzido frutos, especialmente com a aniquilação do responsável pelo ataque com rockets contra o sul de Israel.
Ontem à noite a Força Aérea de Israel atacou e liquidou o terrorista de 22 anos responsável por diversos ataques recentes contra o sul de Israel. Tanto o terrorista como o seu companheiro foram liquidados pela aviação israelita quando seguiam de carro perto da localidade de Beit Hanoun.

DETIDOS 3 MEMBROS DA AL-QAEDA
Mas o "grande golpe" deu-se hoje mesmo, com a detenção de 3 membros da al-Qaeda, o grupo terrorista islâmico com células infiltradas por todo o lado.
Segundo a Shin Bet, esta foi a célula da al-Qaeda mais perigosa alguma vez apanhada em Israel.
Estes 3 terroristas planeavam cometer atentados contra a Embaixada dos EUA em Tel Aviv e contra o Centro Internacional de Convenções, em pleno coração da Capital Jerusalém.
O terrorista mais velho é oriundo de Jerusalém oriental e os outros dois da "Margem Ocidental". Segundo as informações hoje prestadas, um dos ataques seria um "atentado suicida" e o outro seria feito através da utilização de um camião carregado de explosivos.
O comando das operações está localizado na Faixa de Gaza, e está directamente ligado à al-Qaeda e ao seu líder Ayman Zawahiri.
Segundo a investigação da Shin Bet, os 3 terroristas foram alistados há 4 meses atrás através do Skype e do Facebook, sem que os três se conhecessem anteriormente. 
Um dos operacionais tencionava sair de Israel, encontrar-se com elementos da al-Qaeda na Síria e depois entrar novamente em Israel com outros 5 operacionais portadores de falsos passaportes russos, para cometer um dos grandes atentados terroristas no Centro Internacional de Convenções de Jerusalém, numa altura em que estivesse repleto de pessoas, como normalmente ali acontece. Depois que 3 operacionais fizessem explodir bombas no meio da multidão, o outro terrorista faria entrar um camião carregado de explosivos para atacar as forças de socorro que entretanto teriam chegado ao local. Seria um verdadeiro massacre.
Entretanto, os outros 2 operacionais carregariam cintos com explosivos que fariam explodir à porta da embaixada norte-americana em Tel Aviv.
Segundo declarações de um alto responsável da Shin Bet: "Estamos a falar de um sério plano que se encontrava agora nas fases iniciais de execução. O modo de operação é semelhante ao das outras células da al-Qaeda pelo mundo fora."
Shalom, Israel!

terça-feira, janeiro 21, 2014

NETANYAHU AVISA O HAMAS: "EM BREVE APRENDERÃO UMA LIÇÃO DE ISRAEL"

O primeiro-ministro de Israel lançou um aviso público aos terroristas do Hamas que controlam a Faixa de Gaza de que Israel lhes ensinará em breve uma lição, tendo em vista o aumento do disparo de rockets nestes últimos dias contra o sul de Israel.
Estes foguetes disparados desde Gaza visam atingir as comunidades no sul de Israel. Na semana passada, em pleno funeral de Ariel Sharon, os bandidos não se coibiram de disparar 2 rockets que acabaram por cair bem perto do local do sepultamento do ex-primeiro ministro israelita.
Durante uma conferência conjunta com o primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper, Netanyahu aproveitou a ocasião para "enviar um recado" ao Hamas, afirmando que Israel sempre retaliará contra os ataques sofridos no seu território.
"Nós desmontamos ataques terroristas quando descobrimos que estão em preparação e respondemos contra aqueles que nos atacam" - afirmou Netanyahu.
E acrescentou: "Se o Hamas e as outras organizações terroristas se esqueceram desta lição, irão voltar a aprendê-la de forma dura - e muito em breve."
Nestas últimas semanas têm-se intensificado os disparos de rockets contra o sul de Israel. Ontem mesmo, um deles caiu em terreno aberto no Negueve, e outros dois caíram perto de Eilat.
Temendo uma poderosa resposta de Israel, o Hamas tem dado passos para tentar acalmar a situação, levantando bloqueios nas estradas, de forma a evitar que membros de outros grupos militantes palestinianos - tais como a Jihad Islâmica - lancem foguetes contra Israel.
Shalom, Israel!

segunda-feira, janeiro 20, 2014

ISRAEL RECEBE O "FIEL AMIGO CANADIANO", UM DOS MELHORES AMIGOS DE ISRAEL

O primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper, um incondicional e fiel amigo de Israel, encontra-se de visita à Terra Santa e aos territórios sob administração palestiniana.
Netanyahu assinalou a visita deste alto representante como vindo de um Canadá "não hipócrita".
O primeiro-ministro israelita aproveitou a visita de Stephen Harper para agradecer ao governo de Otawa por não se ter juntado à "hipocrisia de uma grande parte do mundo."
Acompanhado da esposa, Laureen, e de uma substancial delegação de líderes do governo canadiano, incluindo ministros, Harper chegou ontem à noite a Israel para a sua primeira visita oficial desde que tomou posse do governo do Canadá, em 2006.
Netanyahu afirmou ontem perante o seu parceiro canadiano: "O mundo é muitas vezes cínico e hipócrita, e V.Exa. tem demonstrado uma grande liderança moral. 
Quando se trata de lutar contra o terrorismo, sabe que não pode haver conversa de duplo sentido politicamente correcta, mas unicamente condenação inequívoca e acção internacional unida."
Sob a liderança de Harper, o Canadá tem sido um dos países aliados de Israel mais resoluto, apoiando o estado judaico nas Nações Unidas e trabalhando para isolar o Irão.
E Netanyahu não lhe poupou elogios: "Tenho que dizer, Stephen, que você é um grande amigo de Israel e do povo judeu. Não estou apenas a dizer palavras - quero expressá-lo do profundo do meu coração e falar em nome de todo o povo de Israel.
Quando se trata de anti-semitismo, você tem estado plenamente ao lado de Israel e de todo o povo judeu, penso que do lado da decência e justiça para com todos: tanto judeus como não judeus. 
E quando se trata dos repetidos apelos do Irão para a aniquilação de Israel e o seu contínuo desenvolvimento do programa nuclear - tanto você como o Canadá têm permanecido resolutamente do lado certo da História."
Harper deverá estar em Israel durante 4 dias, durante os quais discutirá com Netanyahu e com o presidente Peres as possibilidades de um aumento nas transacções comerciais e o fortalecimento das relações entre os dois países. 
Durante o dia de hoje Harper deverá discursar no parlamento israelita, sendo o primeiro líder canadiano a fazê-lo em toda a História de Israel.
Entretanto, o primeiro-ministro do Canadá, antes de visitar o presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, apelou a que este negociasse com o "estado judaico de Israel", claramente levando os palestinianos a entender que esta é a única via para se conseguir dialogar com algum sentido...
Durante a sua visita à Margem Ocidental (Judeia e Samaria), Harper na companhia de Abbas, recusou-se a tecer comentários sobre as construções israelitas e alegou que não irá criticar Israel.
Harper anunciou entretanto que o Canadá viabilizará 66 milhões de dólares em ajuda económica para os palestinianos, de forma a fomentar a "paz e estabilidade" na região. 
Shalom, Israel, Shalom Canadá!

sábado, janeiro 18, 2014

UNESCO CEDE A PRESSÃO ÁRABE E ADIA INAUGURAÇÃO DE EXPOSIÇÃO SOBRE OS 3.500 ANOS DE LIGAÇÃO DOS JUDEUS À SUA TERRA

A mais que provada anti-semita UNESCO - organização da ONU sediada em Paris e que deveria promover a cultura mundial independentemente de questões políticas - cedeu mais uma vez à chantagem árabe ao adiar uma importante exposição pública denominada "Povo, Livro, Terra: os 3.500 anos de relação entre o povo judeu e a Terra Santa", usando o argumento de que haviam preocupações de que em certos aspectos "poderia ser entendida por estados membros como pondo em risco o processo de paz."
A embaixadora norte-americana nas Nações Unidas, Samantha Power, apelou à UNESCO para que repense a decisão sobre a exposição que a UNESCO estava organizando em cooperação com o Centro Simon Wiesenthal.
"A decisão da UNESCO é errada e deveria ser revertida" - afirma a declaração. "Os Estados Unidos está-se envolvendo a níveis altos apelando à UNESCO para que permita que esta exposição prossiga o mais brevemente possível."
"A UNESCO deveria estar a fomentar o debate e a interacção entre a sociedade civil e os estados membros, e organizações como o Centro Wiesenthal têm o direito de serem escutadas e contribuírem para a missão da UNESCO" - afirmou Power.
A agência informou ter recebido na sua secretaria uma carta assinada por 22 estados - o grupo árabe - expressando a sua preocupação de que "a exposição prevista poderia causar um impacto negativo ao processo de paz e às actuais negociações a decorrer no Médio Oriente."
"Neste contexto, e lamentavelmente, a UNESCO teve de adiar a inauguração da exposição" - conclui o comunicado.
O rabino Marvin Hier, fundador e deão da associação em Los Angeles apelidou a decisão de "revoltante", afirmando: "eles vetaram cada uma das linhas na UNESCO. Eles sabem muito bem que isso não interfere com o processo de paz, nem sequer faz menção dele."
"O último papel que a UNESCO deve desempenhar é o da censura. Como resultado deste adiamento, eles tornaram-se censores em vez de instituição que convida a novas ideias."
Segundo o rabino, a ideia desta exposição foi apresentada há 2 anos atrás quando da elevação do estatuto da "Palestina" nas Nações Unidas. Segundo o rabino, a directora da UNESCO veio a Los Angeles para assinar o acordo sobre a exposição, que seria financiada pelo Centro Wiesenthal. 
A exposição deveria ser inaugurada nesta próxima semana em Paris, na sede da organização, tendo os convites sido já enviados, quando subitamente a organização decidiu unilateralmente anunciar o seu adiamento.
O Centro Wiesenthal anunciou entretanto que irá fazer uma conferência de imprensa em Paris nesta próxima segunda-feira, para "mostrar aos media a exposição que a UNESCO não quis que o mundo visse."

sexta-feira, janeiro 17, 2014

GOVERNO ISRAELITA CONDENA HIPOCRISIA EUROPEIA

Pouco depois de o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ter condenado a "hipocrisia" europeia ao condenar a construção de "colonatos", o ministro das Relações Externas de Israel, Avigdor Liberman convocou esta manhã os embaixadores da Grã-Bretanha, França, Itália e Espanha para lhes manifestar o protesto israelita contra aquilo que ontem mesmo esses países fizeram ao terem chamado os embaixadores israelitas dos seus países para protestarem contra a construção de 1.400 habitações nas zonas periféricas de Jerusalém.
ALDEAMENTO JUDAICO DE OFRA
O ministro israelita convocou esta manhã os representantes destes mesmos 4 países para os repreender severamente pela "posição unilateral que sempre tomam contra Israel e a favor dos palestinianos."
Segundo Liberman, "esta posição é inaceitável e cria um sentimento de que estão apenas à procura de lugar para culpar Israel."
Para além disso, Liberman disse ainda aos embaixadores europeus que as críticas constantes que os representantes israelitas sempre recebem dos europeus podem vir a ter "o efeito contrário."
"Israel está fazendo um grande esforço para permitir que o diálogo com os palestinianos prossiga, e a posição que estes estados estão a tomar, além de ser tendenciosa e desequilibrada, está severamente prejudicando as chances de se chegar a um acordo" - afirmou Liberman.

NETANYAHU CONDENA "HIPOCRISIA EUROPEIA"
Ontem mesmo o primeiro-ministro descarregou a sua condenação à União Europeia, acusando-a de "hipocrisia" ao condenar a construção de colonatos, mas não os palestinianos pela incitação ou propagação do terrorismo.
Referindo-se à alegação europeia de que a construção de colonatos é um obstáculo à paz, Netanyahu, falando ontem durante uma recepção realizada anualmente para os jornalistas estrangeiros, criticou a posição europeia, e perguntou quando é que foi a última vez em que os países europeus convocaram os embaixadores da OLP para "reclamarem contra o incitamento à destruição de Israel", ou para protestarem contra os representantes da Autoridade Palestiniana que têm participado em ataques terroristas contra israelitas inocentes.
"Quando é que a União Europeia convocou os embaixadores palestinianos para reclamar sobre o incitamento que apela à destruição de Israel?" - questionou o ministro israelita.
"Penso que é tempo de pararem com a hipocrisia e injectarem alguma justiça no debate" - afirmou Netanyahu, acrescentando que o desequilíbrio europeu não promove a paz, antes pelo contrário afasta-a cada vez mais longe, uma vez que "diz aos palestinianos que se podem envolver no incitamento e no terrorismo sem que para isso sejam chamados à responsabilidade."

Shalom, Israel!

quinta-feira, janeiro 16, 2014

REUNIÃO SURPRESA ENTRE NETANYAHU E O REI DA JORDÂNIA

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez esta manhã uma visita inesperada a Amman, capital da Jordânia, para se encontrar com o rei Abdullah II, rei da Jordânia.
O assunto da conversa entre os dois líderes foi as conversações de paz entre israelitas e palestinianos.
Na conclusão do encontro, o rei Abdullah urgiu Netanyahu a "agarrar a oportunidade" para conseguir um entendimento duradouro e compreensivo com os palestinianos.
Segundo Abdullah, o objectivo final é o estabelecimento de "um estado palestiniano viável e independente" com Jerusalém oriental como sua capital. O rei jordano salientou ainda que as negociações sobre o estatuto final palestiniano-israelita tocam em "altos interesses jordanos."
"São alta prioridade para nós" - afirmou o rei Abdullah ao primeiro-ministro israelita.
Este encontro entre os líderes da Jordânia e de Israel deu-se uma semana depois do encontro entre o rei e o líder da Autoridade Palestiniana.
A Jordânia mantém relações cordiais com Israel, depois que foi assinado um tratado de paz em 1994 entre as duas nações, sendo este o segundo acordo assinado com um país árabe. O outro foi feito com o Egipto, em 1979.
A Jordânia tem todo o interesse em acompanhar estas conversações, uma vez que faz fronteira com um possível estado palestiniano e tem no seu território o maior número de refugiados palestinianos fora do território de Israel. 
Shalom, Israel!


quarta-feira, janeiro 15, 2014

2013 FOI UM ANO RECORDE PARA O TURISMO EM ISRAEL!

EXCURSÃO "VIAGENS SHALOM" AGOSTO 2013
Mais de 3,5 milhões de turistas visitaram Israel em 2013, constituindo assim um número recorde para o turismo da Terra Santa!
Este número significa um aumento de 0,5% em relação a 2012, também um ano bom para o turismo israelita.
Excluindo a entrada de turistas apenas por um dia (como é o caso do cruzeiros que entram e saem de Israel no mesmo dia), o número de entradas em território israelita ultrapassou os 2,9 milhões (35 mais do que em 2012), significando um aumento gradual de 2,5% por ano desde 2008.
73% dos turistas (2,6 milhões) entraram pelos aeroportos israelitas, 381 mil entraram por vias terrestres. 578.000 entradas foram para apenas um dia de visita, sendo 257 mil turistas que vieram em cruzeiros marítimos.


DE ONDE SÃO OS TURISTAS?
Com é tradição, a maioria dos turistas ainda vêm dos Estados Unidos - 623.000 - constituindo 18% do total de entradas de turistas em Israel. A Rússia vem em segundo lugar, com 603.000 turistas, a França surge em terceiro lugar com 315 mil entradas, a Alemanha em quarto, com 257 mil, o Reino Unido, com 217 mil, a Itália com 173 mil, a Ucrânia com 134 mil, a Polónia com 89 mil, 71 mil vieram desde o Canadá, 57 mil da Holanda e 53 mil da Espanha.

ALTOS ÍNDICES DE SATISFAÇÃO
Segundo dados do Ministério do Turismo, o índice de satisfação dos turistas foi alto, ficando em 4,3 pontos numa escala de 0 a 5. 
TEL AVIV VISTA DESDE JAFO
Em relação a 2012, foi registada uma maior satisfação em relação à atitude dos residentes relativa aos turistas, à vida e recreação nocturna e nas facilidades de alojamento.
Foi no entanto dada uma menor classificação aos táxis, à acessibilidade para cadeiras de rodas em locais turísticos e às lojas tax free.
As receitas turísticas representaram cerca de 11,5 biliões de dólares, uma queda de 8% face ao ano anterior, sendo que os turistas trouxeram para o país cerca de 5 biliões de dólares.

FONTE DE EMPREGO
Cerca de 100.000 pessoas estavam empregadas na indústria do Turismo em Israel no ano passado, sendo dois terços em hotéis. O turismo gera cerca de 195 mil empregos em todo o Israel, cerca de 6% do total dos trabalhadores em todo o país.

LOCAIS MAIS VISITADOS PELOS TURISTAS
CONTEMPLANDO JERUSALÉM
A cidade mais visitada foi a Capital do país, Jerusalém, onde cerca de 75% dos turistas estiveram pelo menos um dia. Tel Aviv veio em segundo lugar, com 64% dos turistas, seguida pela região do Mar Morto (51%), Tiberíades e o Mar da Galiléia (44%) e a cidade de Nazaré, com 35%.
Os sítios mais visitados foram o Muro das Lamentações (68%), seguido do Bairro Judeu (64%), a Igreja do Santo Sepulcro (57%), a Via Dolorosa (55%) e o Monte das Oliveiras (53%).

TIPO DE TURISTAS QUE VISITAM ISRAEL
Cinquenta e três por cento dos turistas eram cristãos, sendo que cerca de metade eram católicos. 28% eram judeus, sendo o resto pessoas de outras religiões ou sem religião. 
VIAGENS SHALOM - AGOSTO DE 2013
Cinquenta e quatro por cento dos turistas visitaram Israel pela primeira vez em 2013. 46% já tinham estado anteriormente.
Vinte e dois por cento declararam terem vindo como peregrinos, 27% vieram como turistas para visitar a terra e ver as suas paisagens e 9% vieram para férias. 

SATISFAÇÃO INTERNA
O ministro do Turismo de Israel, Dr. Uzi Landau, não escondeu o seu contentamento ao afirmar: "2013 é um ano recorde para o turismo e sentimo-nos orgulhosos por isso. Apesar da "Operação Pilar de Defesa" e da situação de segurança na região, os turistas votaram, pondo cá os seus pés."
"O Ministério do Turismo continuará a investir para a manutenção do número de turistas que entram em Israel, abrindo novos mercados e promovendo o marketing activo do produto turístico pelo mundo fora. Desejo a todos os turistas um feliz 2014!"

Para consultar os nossos programas para Israel, visite o nosso site:
www.viagens-shalom.com

Shalom, Israel!

terça-feira, janeiro 14, 2014

"DÊEM-NOS JERUSALÉM, OU NÃO HAVERÁ PAZ!" - AMEAÇAM OS PALESTINIANOS

Sempre temos afirmado que a grande e insolúvel questão no assim chamado "processo de paz" entre israelitas e palestinianos não será uma mera troca de terras, mas a "pedra pesada" chamada Jerusalém.
É que Jerusalém não é uma cidade qualquer. Foi a única cidade onde o próprio Deus Pai habitou através do Seu Shekinah, e a única cidade do mundo que viu consequentemente a maior batalha e o maior triunfo de toda a História: a morte e ressurreição do Messias Jesus.
Também foi a capital de uma única nação: Israel. O direito aos judeus a possuírem a sua Terra é por isso inquestionável, muito mais ainda de se estabelecerem onde bem entenderem dentro das suas fronteiras e designarem mais uma vez Jerusalém como sua capital una, indivisível e eterna.

ÓDIO PALESTINIANO
Mas a liderança palestiniana tem uma posição completamente antagónica aos planos de Deus. Tenta roubar Jerusalém aos judeus, querendo impor a Israel a divisão da Cidade santa, para aí instalarem o seu ódio e aquartelarem o seu material de guerra, com um único objectivo: acabarem de vez com a presença judaica em Jerusalém. 
Neste passado fim de semana, a liderança da Autoridade Palestiniana mostrou clara e objectivamente que não está para meias palavras: através do seu líder, Mahmoud Abbas, tornou público que não assinará qualquer tratado de paz com Israel que não inclua explicitamente a soberania palestiniana sobre Jerusalém oriental. 
E o recado foi imediatamente transmitido ao fantoche do governo de Hussein Obama, o secretário de estado John Kerry, que outra coisa não tem feito que não tentar alcançar o pódio da inutilidade e prepotência. Afirmou Abbas: "Quando Kerry voltar à região no Domingo, ser-lhe-à dito que a Jerusalém oriental sob ocupação é a capital do estado da Palestina, e sem isto não haverá paz entre nós e Israel."
E o líder palestiniano esforçou-se para tornar bem claras as suas pretensões: "A menos que seja claramente mencionado e escrito em letras grandes que ela (Jerusalém oriental) é a capital do estado da Palestina, não haverá paz com Israel e eu quero que eles ouçam isto."
Por outras palavras: Abbas sabe muito bem que estas inúteis conversações "forçadas" pela administração Obama não vão levar a lado nenhum, pois os inimigos de Israel jamais aceitarão um estado judaico na região e tudo farão para extinguir a presença dos hebreus da sua terra. 

ISRAELITAS NÃO QUEREM DIVIDIR JERUSALÉM
Todas as sondagens feitas ao povo de Israel nas últimas décadas comprovam que a esmagadora maioria não quer a divisão ou a partilha da Cidade com os palestinianos. 
Várias tentativas feitas até por líderes políticos israelitas e que admitiam tal hipótese acabaram por ser rejeitadas no seu todo pelos palestinianos. 
Em outras situações, vislumbrou-se claramente a mão de Deus impedindo os homens de prosseguirem em tão ignóbil e trágica decisão. 

Preparemo-nos para dias difíceis. Os palestinianos já ameaçaram que após terminar o prazo para as conversações, farão o que bem entenderem...

Shalom, Israel!

segunda-feira, janeiro 13, 2014

ARIEL SHARON SEPULTADO COM HONRAS MILITARES

Foi hoje a sepultar na sua quinta privada, no deserto do Negueve, a sul de Israel, o incontestável líder judeu, Ariel Sharon, cuja última frase ouvida ainda antes de ter entrado em estado de coma foi: "Sou um judeu".
Várias cerimónias fúnebres foram realizadas esta manhã na Capital eterna, Jerusalém, seguindo-se uma paragem simbólica em Latrum.
A manhã começou com a primeira cerimónia no parlamento de Israel, o Knesset, com a presença de todo o governo e parlamento de Israel e altos representantes de vários países amigos de Israel, incluindo o vice-presidente dos EUA, Joe Biden e o primeiro-ministro da República Checa. 
TONY BLAIR, SARA E BENJAMIN NETANYAHU E JOE BIDEN
Um grande cortejo seguiu depois até Latrum, local onde o ainda jovem Ariel Sharon - com 20 anos de idade - ficou gravemente ferido durante uma sangrenta batalha contra os árabes durante a Guerra da Independência.
Quando descia à cova, na sua propriedade privada "Sycamore Ranch", para ser sepultado ao lado da sua esposa, o general Benny Gantz, comandante supremo das Forças de Defesa de Israel proferiu as seguintes palavras: "O exército de Israel continuará a marchar ao som dos teus passos."

"A ESPERADA SAUDAÇÃO PALESTINIANA"
E, tal como se previa, os terroristas saudaram a morte do seu inimigo disparando vários rockets desde Gaza com direcção ao local onde se realizou o sepultamento de Sharon. Israel já retaliu. 

CITAÇÕES DAS HOMENAGENS DESTA MANHÃ
No seu discurso no funeral, Joe Biden referiu-se a Sharon como tendo "um inquebrável compromisso com a segurança e o futuro do seu povo, seja agora ou daqui a 300 anos." E acrescentou:
"Tal como todos os líderes históricos, ele tinha uma estrela polar que o orientava. Uma estrela polar da qual - na minha opinião - ele nunca se desviou. A sua estrela polar era a sobrevivência do estado de Israel e do povo judeu."
No seu tributo a Sharon, o ex-primeiro ministro britânico Tony Blair elogiou a paixão do herói pelo bem estar de Israel: "A mesma determinação de ferro que ele levava ao campo de batalha, ele levava à câmara da diplomacia. Quando isso significava lutar, ele lutava; quando isso significava fazer a paz, ele procurava a paz."
Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, elogiou Sharon como sendo "um dos maiores generais que o povo judeu e as Forças de Defesa de Israel jamais tiveram. A independência de Israel dependeu de uma geração de lutadores judeus que renovaram a nossa herança de heroísmo judeu na Terra de Israel, e Sharon teve um papel primordial na construção desta herança."

A TERRA TREMEU...
Por incrível coincidência, registou-se um sismo de intensidade 3,5 na escala de Richter no Norte da Galiléia, praticamente à mesma hora do sepultamento de Ariel Sharon. O tremor foi sentido pelos residentes à volta do Mar da Galiléia. Seria uma homenagem da Natureza à força deste grande homem?

REPRESENTAÇÕES INTERNACIONAIS
Vários líderes internacionais fizeram-se representar nas cerimónias fúnebres de Ariel Sharon. Como se comprova pelas presenças, foram os países mais amigos de Israel que se fizeram representar, homenageando dessa forma um incontestável líder que lutou para salvar o seu povo e a sua nação.
De todos, quero destacar a presença do primeiro-ministro da República Checa, país que não pára de me surpreender e causar admiração pela sua postura correcta em relação a Israel, tendo sido o único país da União Europeia que votou contra a elevação do estatuto dos palestinianos quando da votação realizada nas Nações Unidas.
Estiveram então presentes o vice-presidente dos E.U.A., Joe Biden, Tony Blair, ex-primeiro ministro do Reino Unido e actual delegado europeu para o Médio Oriente, Hugh Robertson, ministro de estado do Reino Unido, Jiri Rusnok, primeiro-ministro da República Checa, Julie Bishop, ministra dos Negócios Estrangeiros da Austrália, Frank Walter Steinmeier, ministro federal dos Negócios Estrangeiros da Alemanha, Sergey Narishkin, chairman da Duma, Rússia, Liviu Dragnea, vice-primeiro ministro da Roménia, Gerald Klug, ministro da defesa Nacional e do Desporto da Áustria, Fotis Fotiou, ministro da Defesa de Chipre, Dimitris Avrampolous, ministro da Defesa da Grécia, Tomasz Siemoniak, ministro da Defesa Nacional da Polónia, Chris Alexander, ministro da Imigração e Cidadania do Canadá, Wim Kok, ex-primeiro ministro da Holanda e representando o Grã-Ducado do Luxemburgo, Armand De Decker, segundo vice-presidente do senado da Bélgica, Masagos Zulkifli, vice-ministro dos Negócios Estrangeiros de Singapura, Angel Velitchkov, deputado ministro dos Negócios Estrangeiros da Bulgária, Hélène Conway-Mouret, ministra delegada para os franceses no estrangeiro do ministério dos Negócios Estrangeiros da França, Marta Dassu, deputada ministra dos Negócios Estrangeiros da Itália, Janos Fonagy, secretário de estado parlamentar para o Desenvolvimento Nacional da Hungria, Samuel Schmid, ex-presidente da Suíça, Wang Changyi, ex-embaixador da República Popular da China em Israel, Wegger Strommen, director político do ministério dos Negócios Estrangeiros da Noruega e Jorge Fernandez Diaz, ministro do Interior de Espanha. 
Um diplomata do Egipto esteve também presente, ainda que de forma discreta, nas cerimónias fúnebres. 
Nenhum representante do mundo árabe, da África e da América Latina esteve presente nas cerimónias. De Portugal, nem palavra...

Shalom, Israel!

sábado, janeiro 11, 2014

ARIEL SHARON - CAIU O "LEÃO" DE ISRAEL. "LUTOU ATÉ AO FIM"

Já não restava humanamente qualquer esperança para o grande lutador. Nas palavras da sua enfermeira, "Ele foi um herói. Lutou como um leão até ao fim".
O corpo de Ariel Sharon ficará amanhã exposto no parlamento israelita, na capital Jerusalém, para visita e homenagens públicas, e o funeral terá lugar na Segunda-Feira à tarde, na sua propriedade agrícola do deserto do Negueve, onde ficará sepultado junto da sua esposa Lily. 
Logo que o ex-primeiro ministro de Israel fechou os olhos durante a tarde de hoje, neste sábado dia de descanso judaico, o filho afirmou: "Está feito. Já se foi. Foi quando decidiu ir."
Terminou o sofrimento de 7 anos deste grande herói mítico de Israel. 
Sharon será sempre recordado pela sua bravura e insubmissão às ordens dos superiores durante as guerras de 48, 67 e 73. Como general, comandou as operações no Líbano e dirigiu a retirada dos judeus da Faixa de Gaza em 2005, poucos meses antes do AVc que o deixou em estado de coma vegetativo durante os últimos 7 anos.
No ano de 200 Ariel Sharon, como primeiro-ministro, subiu e percorreu o Monte do Templo, para grande desagrado dos palestinianos que se aproveitaram dessa situação perfeitamente legítima para dar início à segunda intifada.
Para os palestinianos, é um dia de alegria, pela "morte do tirano." 
Vários líderes mundiais já expressaram as suas condolências pela morte de Sharon, elogiando também o seu corajoso contributo para o processo de paz.
Entre eles destacam-se Barack e Michelle Obama, John Kerry, o secretário-geral da ONU Ban Ki-Moon, o primeiro-ministro inglês David Cameron, o presidente francês Francois Hollande, o primeiro-ministro do Canadá Stephen Harper, o presidente russo Vladimir Putin, e a chanceler alemã Angela Merkel.
Shalom, Israel!

sexta-feira, janeiro 10, 2014

LOCALIZAÇÃO SECRETA DO "CASTELO DO REI DAVID" VAI SER REVELADA NA PRÓXIMA SEXTA-FEIRA

Até agora tinha sido mantida em segredo a localização daquilo que se supõe ter sido o "castelo do rei David". A razão deste secretismo tem a ver apenas com questões políticas, uma vez que o mesmo se encontra em "território palestiniano", e Israel não queria a todo o custo abrir mais uma frente de polémica, como sempre acontece com os palestinianos, completamente alheios e desinteressados de tudo quanto tenha a ver com cultura e história de Israel. Aliás, para os palestinianos todos os achados e revelações de sítios arqueológicos que provem a ligação dos judeus à Terra de Israel são mais um problema que eles querem combater e apagar a todo o custo.
A pedra lavrada e decorada que foi encontrada relacionada com este palácio que se supõe ter pertencido ao grande rei de Israel é chamada de "capitel proto-eólica" e estava ligada a uma coluna. Até agora só foram encontrados uns 30 desses capitéis, e apenas cinco em áreas onde o rei David viveu.
Tendo sido encontrado numa gruta a sul de Israel, este capitel revela a forte possibilidade de ali se encontrar soterrado um templo ou um grande castelo dos dias do rei David. 
Na próxima sexta-feira, dia 17, o segredo do local será revelado, podendo causar ondas de choque com consequências imprevisíveis, especialmente por se encontrar numa região controlada pela Autoridade Palestiniana.
Segundo os investigadores, este achado pode ser algo de notável, uma vez que poderão ser escavados e descobertos os restos de um grande castelo ou palácio que prova a presença dos reis da Judéia naquela região. Quando esta descoberta foi feita pela primeira vez há quase 2 anos, as ordens foram para "tapar o buraco e esquecer o assunto", obviamente por questões de sensibilidade política.
Shalom, Israel!

quinta-feira, janeiro 09, 2014

JERUSALÉM: A PRÓXIMA PEDRA DE TROPEÇO NAS CONVERSAÇÕES ENTRE ISRAELITAS E PALESTINIANOS

Não se sabe até que ponto estas actuais conversações de paz entre israelitas e palestinianos "forçadas" pela administração norte-americana, na pessoa de John Kerry, têm alcançado algum sucesso. O representante de Obama tem andado num verdadeiro rodopio entre Israel e os EUA desde há seis meses, mas agora enfrenta uma barreira muito mais pesada e quiçá intransponível: Jerusalém.
Representantes israelitas que se encontraram com Kerry durante a sua última visita a Israel afirmaram que há um consenso entre a população israelita para que se alcance um estatuto final num acordo de paz que leve à criação de um estado palestiniano. Essa é a verdade actual, por muito que nos custe aceitar.
Mas por outro lado é também verdade que a grande maioria dos israelitas têm afirmado consistentemente que não estão dispostos a voltar a dividir Jerusalém e ceder a parte oriental da Cidade afim de se tornar a capital de um estado palestiniano.
Alguns membros do governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu temem que ele esteja pronto a ceder sob a pressão dos americanos e por isso estão preparando legislação a apresentar na próxima semana que permita ao Knesset (parlamento) interditar negociações sobre o futuro estatuto de Jerusalém.
Por outro lado, os líderes palestinianos têm-se comprometido entre eles a não assinarem qualquer acordo que não inclua o controle palestiniano sobre Jerusalém oriental, incluindo a Cidade velha e o Monte do Templo.
Já há muito tempo que Washington tem vindo a reconhecer o obstáculo impossível que Jerusalém representa. É por essa razão que a questão de Jerusalém tem sempre sido posta de lado e classificada como um tópico para o "estatuto final" a ser debatido numa data posterior.
Essa data está no entanto a aproximar-se rapidamente, e o governo de Jerusalém vai simplesmente provar mais uma vez que um processo de paz "fabricado" por homens sob as circunstância actuais não é simplesmente alcançável.
Para quem conhece as Escrituras proféticas, isto não é nenhum surpresa. O profeta Zacarias previu que nos últimos dias Jerusalém seria uma "pedra pesada" e um "cálice de tontear":
"E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que carregarem com ela certamente serão despedaçados, e ajuntar-se-ão contra ela todas as nações da terra." - Zacarias 12:3

Shalom, Israel!


quarta-feira, janeiro 08, 2014

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terça-feira, janeiro 07, 2014

ÁRABES ISRAELITAS NÃO QUEREM FAZER PARTE DE UM "ESTADO PALESTINIANO"

Residentes do chamado "triângulo árabe" - cuja população é predominantemente árabe - olham para o possível acordo entre o governo de Israel e os palestinianos e que inclui a troca de terras como algo de irrealístico. A maioria prefere continuar em Israel e não perder a cidadania israelita.
Apesar de o próprio ministro das Relações Externas de Israel, Avigdor Lieberman se mostrar inclinado a concordar com a troca de terras com os palestinianos, a realidade é que as populações árabes que segundo este acordo poderão ficar debaixo da administração palestiniana não o desejam...
O ministro tinha afirmado que apoiava a opção de uma troca de terra e de população com os palestinianos, clarificando no entanto que aquilo que ele visionava era a transferência das comunidades árabes que vivem no chamado "triângulo árabe" e Wadi Ara, uma artéria principal entre o centro e o norte de Israel e que acompanha a fronteira com a "Margem Ocidental", em troca de aldeamentos judaicos nessa região (Margem Ocidental).
"Se eles se definem como palestinianos" - questionou o ministro - "por que é que não haverão de se juntar aos seus irmãos palestinianos?"
Só que os habitantes árabes desta região têm uma opinião diferente...
Revia Mahajna, advogado residente na aldeia de Musmus, na região de Wadi Ara, diz não haver problema em se denominar de palestiniano e mesmo assim permanecer no estado de Israel:
"Numa perspectiva histórica, vivo em terra palestiniana que passou de pais para filhos muito antes do estado de Israel ter sido formado, e por outro lado tenho um cartão de identificação israelita" - afirmou o advogado palestiniano, acrescentando - "Sou um palestiniano vivendo no estado de Israel tal como há palestinianos que vivem no Canadá ou na Alemanha."
O agente de seguros Adal Mahajna, também de Musmus, afirmou que mesmo que os árabes israelitas se chamem de palestinianos, a maioria prefere ficar em Israel:
"A nossa vida é em Israel, e uma transferência destas irá cortar-nos dos nossos familiares e amigos, árabes e judeus."
A opinião geral é que a maioria dos palestinianos que vivem naquela região não está disposta nem interessada a abandonar a sua cidadania israelita. 
Obviamente que essa população sabe distinguir entre viver em democracia e liberdade sob o estado de Israel e debaixo da opressão e atraso civilizacional dos governos palestinianos e dos terroristas do Hamas...
Shalom, Israel!

segunda-feira, janeiro 06, 2014

ISRAEL VENDE GÁS NATURAL AOS PALESTINIANOS

O primeiro contrato assinado por Israel para a concessão de gás natural extraído das gigantescas reservas offshore do "campo Leviathan" no Mar Mediterrâneo foi feito com a companhia palestiniana "Palestine Power Generating Company".
Este acordo assinado entre Israel e os palestinianos permitirá aos palestinianos o fornecimento de 1,2 biliões de dólares de gás natural para gerar electricidade de uma central a ser instalada perto de Jenin, nos território sob administração palestiniana.
O gigantesco reservatório de gás natural na costa israelita ao largo da cidade de Haifa, detido parcialmente pelas companhias israelitas "Delek Drilling", "Avner Oil" e "Gas and Ratio Oil Exploration", será explorado pela empresa americana "Noble Energy" e contém cerca de 550 biliões de metros cúbicos de gás natural. 
Ao longo dos próximos anos, e de acordo com o contrato agora assinado, serão vendidos à companhia palestiniana 4,75 biliões de metros cúbicos de gás natural.
Segundo os porta vozes israelitas que firmaram este acordo, estes acordos comerciais entre ambas as partes ajudarão à obtenção de um acordo de paz.
Segundo informações transmitidas ontem pelo canal de TV israelita "TV 2", o ministro da Energia de Israel teria viajado até à Jordânia para assinar um acordo de venda de gás natural ao reino hashemita, havendo também planos para exportar parte do gás natural para a Europa, através de condutas que passarão pela Jordânia, Turquia e Egipto, bem como pelos territórios sob administração palestiniana.
Shalom, Israel!

sábado, janeiro 04, 2014

ENCONTRADO EM ISRAEL PANO COM A VERDADEIRA CÔR PÚRPURA DOS DIAS DE JESUS

Foi descoberto em Israel um tecido com 2 mil anos tingido com a enigmática tintura azulada "púrpura" descrita na Bíblia. 
Desde os dias de Jesus que tinha sido encontrada apenas 1 amostra desta "cor sagrada" descrita no Antigo Testamento com o nome hebraico "tekhelet", cujo significado é: turquesa, ou azul.
A primeira foi encontrada em Massada, mas o azul dessa amostra de pano era mais escuro. Este actual achado é muito mais próximo da cor original, daí a importância do mesmo.
Esta cor azulada era usada na vestimenta do sumo sacerdote de Israel, só que foi-se perdendo ao longo do tempo, permanecendo sempre um enigma ao longo de muitas gerações.
Durante séculos se discutiu qual seria a verdadeira tonalidade deste "azul púrpura" que, no entender de muitos, simboliza a cor dos céus.
O tecido encontrado e em que foi tingida esta cor poderá ter pertencido a refugiados judeus do tempo da revolução de Bar-Kokhba dos anos 132 - 135 d.C.
O pano agora achado contém alguns dos únicos resquícios jamais encontrados desta antiga coloração, cujo tingimento era feito através de um caramujo (caracol do mar) chamado Murex trunculus.
CARACOL "MUREX TRUNCULUS
A glândula deste caramujo libera um fluído amarelo que, quando exposto à luz solar, torna-se azul-púrpura e pode ser utilizada para tingir tecidos.
Esta recente descoberta foi feita por Naama Sukenik, da Autoridade para as Antiguidades de Israel, e deu-se após a investigação de um pequeno têxtil de lã encontrado nos anos 50.
COR PÚRPURA EXTRAÍDA DO CARACOL DO MAR
Pesquisadores e rabinos têm tentado desde há muito encontrar esta cor enigmática que a Bíblia ordenava que os judeus usassem na orla das suas vestes.
"Fala aos filhos de Israel e dize-lhes que, nas bordas dos seus vestidos, façam franjas, pelas suas gerações; e, nas franjas das bordas, porão um cordão de azul." (Números 15:38)
O Livro das Crónicas revela-nos por exemplo que o véu do Templo de Salomão era tingido de azul-púrpura. 
Já no tabernáculo construído por Moisés o véu tinha também de ser tingido de "azul púrpura" - Êxodo 26:31.
O sacerdote tinha também que usar paramentos em azul púrpura, como o "manto de éfod" e as mantas do mesmo (Êxodo 28:31, 33). 
Essa coloração tinha no entanto sido perdida ao longo do tempo.
Milhares de fragmentos de panos datando da época romana têm sido já encontrados no deserto da Judeia, mas até ao momento apenas dois deles foram descobertos com tintura extraída do caramujo.
Além do pano azul descoberto, Sukenik encontrou ainda dois outros tecidos com a cor púrpura que poderão ter sido usados no tempo dos romanos.
Esta descoberta foi feita nas grutas de Wadi Murabba, localizadas a sul de Qumran, e envolveu a análise de colorações feitas em 180 tecidos. 
De todas as cores utilizadas para tingir tecidos na época helenística e romana e nos dias de Jesus, a púrpura era considerada a de maior prestígio. Houve até ocasiões em que o povo era proibido de usar roupas tingidas de cor púrpura, uma vez que era permitida apenas ao imperador e seus familiares.
Estas medidas serviram para aumentar o prestígio da cor púrpura, cujo preço atingiu os níveis do próprio ouro.
Sendo um prestigiado rabino, certamente que o Messias Jesus também usou esta coloração de púrpura na "orla do Seu manto". Alguns textos do Novo Testamento descrevem o desejo de muitos enfermos e necessitados de tocar na orla do vestido de Jesus: "...trouxeram-Lhe todos os que estavam enfermos. E rogavam-Lhe que, ao menos, eles pudessem tocar a orla do Seu manto; e todos os que a tocavam, ficavam sãos." (Mateus 14:35, 36. Confira também 9:20 - 22). 

É natural que este achado venha a acrescentar algo de muito desejado e importante pelos judeus que estão recriando todas as peças, utensílios e ornamentações para o Terceiro templo de Jerusalém. 
Mais um sinal dos tempos? Certamente!
Shalom, Israel!




sexta-feira, janeiro 03, 2014

ISRAEL VAI ANEXAR O VALE DO JORDÃO

Terá Israel o direito de anexar o Vale do Jordão como território seu?
Na semana passada os ministros do governo de Israel aprovaram a anexação do Vale do Jordão. Entretanto, o assunto tem merecido da comunicação social israelita um aceso debate sobre a legalidade da anexação unilateral desta região.
O único precedente de uma situação destas foi a anexação dos Montes Golan, que Israel nunca definiu tecnicamente como "anexação", e, embora a comunidade internacional sempre tenha rejeitado essa posição israelita, a verdade é que se tornou uma situação factual, ou seja: os Montes Golan fazem parte do território de Israel.
O Vale do Jordão apresenta obviamente um problema diferente. Depois do fim da Primeira Guerra Mundial o território do Vale do Jordão nunca foi reconhecido como pertencendo a qualquer entidade nacional. Tecnicamente, Israel limitou-se a controlar um território que não pertencia a ninguém, pelo menos a nível nacional.
Para além disso, Israel apoderou-se da região numa acção militar defensiva que no passado era reconhecida internacionalmente como uma forma aceitável de conquistar território. E, mais importante ainda, o Vale do Jordão era parte do território originalmente assinalado em 1920 pela comunidade internacional para um futuro estado judaico. As potências mundiais da época indicaram inicialmente aquele território como parte do futuro estado de Israel.
E é claro, para os crentes na Bíblia, há um aspecto mais profundo para o argumento da pertença daquele território a Israel: o Vale do Jordão é indubitavelmente parte da terra prometida aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacob como possessão eterna. Apesar disso, os líderes israelitas insistem no direito de também reivindicarem aquele território dentro do ponto de vista legal e histórico.
Shalom, Israel!

quinta-feira, janeiro 02, 2014

ESTADO DE SAÚDE DE ARIEL SHARON DETERIORA-SE


O grande líder e mítico herói hebreu Ariel Sharon parece não ter hipóteses de sobreviver, uma vez que os seus órgãos essenciais começam a falhar. Segundo a opinião dos médicos transmitida ontem e esta manhã ao mundo, a falha do funcionamento dos rins poderá alastrar-se a outros órgãos vitais e provocar a morte.
Ariel Sharon, com 85 anos, antigo primeiro-ministro de Israel, encontra-se em estado de coma desde 2006.
Nestes dois últimos meses o estado de saúde de Sharon tem andado aos "altos e baixos", mas com a falência actual dos órgãos vitais a situação complicou-se bastante.
ARIEL SHARON EM ESTADO DE COMA
A família de Sharon encontra-se neste momento reunida junto ao seu "patriarca", julgando-se - segundo a opinião dos médicos - que o seu fim será uma questão de horas ou de dias.

UMA DAS FIGURAS MAIS EMBLEMÁTICAS DE ISRAEL
Ariel Sharon é uma das personagens políticas mais famosas e controversas em Israel. Foi um dos generais mais destemidos que o país conheceu até hoje. Fazia uso de estratégias ousadas, chegando ao ponto de desobedecer às ordens superiores para concretizar as suas operações. 
Sharon exerceu um papel decisivo nas grandes vitórias israelitas no Sinai, tanto na Guerra dos Seis Dias em 1967, como na Guerra de Yom Kippur, em 1973. A sua forte postura de militar vestido com o uniforme das Forças de Defesa de Israel associada à faixa de pano branco enrolada à volta da sua testa ferida em guerra deu-lhe o título nacional de "Arik, Rei de Israel." 
Sharon foi também ministro da Defesa em 1982, tendo comandado as operações da invasão do Líbano nesse mesmo ano, tendo sido depois obrigado a demitir-se do cargo após um inquérito ter alegadamente provado que Sharon falhou ao não ter evitado o massacre de refugiados palestinianos pelos cristãos falangistas nos campos de refugiados de Sabra e Shatilla. 
Ariel Sharon foi eleito primeiro-ministro no ano de 2001, tendo em meados de 2005 ordenado a retirada das tropas israelitas e dos colonos da Faixa de Gaza após 38 anos de controle militar do território, uma virada de 180º em relação à política de construção de aldeamentos que ele sempre defendera até então.
Em Janeiro de 2006 Ariel Sharon sofreu um enfarte que o deixou em estado de coma vegetativo até agora. Há quem atribua esta situação a "um castigo divino" pela decisão que ele tomou em relação a Gaza.

ANÚNCIO DA VINDA DO MESSIAS?
Como já expusemos anteriormente neste blog, as famosas profecias do mítico rabino Yitzhak Kaduri, que faleceu aos 108 anos, incluíam a predição de que a vinda do Messias teria lugar pouco tempo depois da morte de Ariel Sharon. 
Lembremo-nos de que foi este rabino que gerou uma imensa onda de choque na comunidade religiosa judaica ao revelar a identidade do Messias como sendo Yehoshua (Jesus). Há quem defenda até que ele se encontrou pessoalmente em sonhos ou visões com o próprio Jesus. A verdade é que o rabino alegava ter-se encontrado com o Messias e ter por isso conhecido a Sua identidade...
Estejamos atentos... e preparados para a Sua vinda!
Shalom, Israel!