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terça-feira, abril 25, 2017

TRUMP COMPROMETE-SE EM "CONFRONTAR O ANTI-SEMITISMO"

O presidente norte-americano Donald Trump comemorou o "Dia da Lembrança do Holocausto" com um discurso proferido no Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos. No seu discurso, Trump condenou os que negam o Holocausto e comprometeu-se em confrontar o anti-semitismo.
Esta visita realizada ontem pelo presidente norte-americano fez parte do programa de inauguração de uma nova secção do Museu - um centro de investigação e conservação - que acolherá uma vasta colecção de peças doadas por aqueles que sobreviveram ao massacre dos judeus às mãos de Hitler durante a 2ª Guerra Mundial.
"O Holocausto foi a perseguição sistemática financiada pelo estado e a tentativa de aniquilação dos judeus europeus pelo regime nazi e seus colaboradores. No final da 2ª Guerra Mundial, seis milhões de judeus tinham sido brutalmente assassinados" - afirmou Trump.
"Apoiamos a Diáspora Judaica e o Estado de Israel, cumprindo o nosso dever de recordar as vítimas, honrando a sua memória e as suas vidas, e celebramos a vitória da humanidade contra a tirania e a maldade" - acrescentou o presidente.
"Foi durante esta semana em 1945 que as forças norte-americanas e aliadas libertaram o campo de concentração de Dachau e outros campos de morte nazis, trazendo à luz para todo o mundo o horror inconsciente do Holocausto. Temos de ficar vigilantes contra ideologias de ódio e a indiferença...Cada geração deve aprender e aplicar as lições do Holocausto, para que tais horrores, atrocidades e genocídios nunca voltem a ocorrer" - concluiu Donald Trump.

Assim seja!
Shalom, Israel!

sexta-feira, dezembro 11, 2015

CATÓLICOS NÃO PODEM CONVERTER JUDEUS

O chefe do Vaticano emitiu um decreto inibindo os católicos de converter os judeus à fé em Jesus Cristo.
Para além disso, os católicos romanos são convidados também a combater o anti-semitismo, juntamente com o povo judeu.
Para além da proibição de "evangelizar" os judeus, o chefe católico reafirma o facto de o cristianismo e o judaísmo estarem interligados, enfatizando que Deus nunca anulou a Sua aliança com o povo judeu.
Segundo o documento emitido pela "Comissão para as Relações Religiosas com os Judeus", "A Igreja (católica romana) é portanto obrigada a ver a evangelização dos judeus, que crêem no Deus Único, de forma diferente da dos povos de outras religiões e de diferentes cosmovisões."
O documento refere também que os católicos romanos devem ser particularmente sensíveis ao significado que o Shoah tem para os judeus. Shoah é a palavra hebraica para "Holocausto." O documento enfatiza a obrigação de "fazer-se tudo o que for possível com os nossos amigos judeus para repelir as tendências anti-semitas."
"Um cristão nunca pode ser um anti-semita, especialmente por causa das raízes judaicas do cristianismo" - afirma o documento.
Este documento coincide com o 50º aniversário de uma revolucionária declaração do Vaticano que repudiava o conceito da culpabilidade colectiva do povo judeu por causa da morte de Jesus, tendo na altura lançado um debate teológico que os tradicionalistas rejeitaram.
O documento conclui com esta controversa declaração: "Em termos concretos, isto significa que a Igreja Católica nem dirige nem apoia qualquer missão específica institucional direccionada aos judeus."

"OS JUDEUS NÃO PRECISAM DE CRISTO PARA SEREM SALVOS"
A gravidade desta nova heresia, inspirada por Satanás, alega que "ainda que os judeus não possam acreditar em Jesus Cristo como o Redentor universal, eles têm parte na salvação, pois que os dons e a chamada de Deus são irrevogáveis."

Um perito do Vaticano no diálogo católico-judaico afirmou que esta foi a primeira vez que o repúdio à conversão activa de judeus foi tão claramente afirmado num documento do Vaticano.

ESTA É UMA TRÁGICA FORMA DE ANTI-SEMITISMO
Para além de algumas questões positivas deste documento, especificamente na condenação do anti-semitismo e o respeito pelo Shoah, percebe-se aqui mais um avanço para a plataforma necessária à ascensão do falso profeta, um papel que este actual chefe católico parece cada vez mais pretender assumir.
Ao proibir o anúncio da Pessoa de Jesus, o verdadeiro Messias de Israel, como Salvador do povo judeu, o Vaticano está a provocar um verdadeiro e trágico anti-semitismo, uma vez que a melhor forma de amar o povo judeu é transmitir-lhe o anúncio da Vinda e Obra redentora do seu Messias, o judeu Yeshua, filho de David e descendente da tribo de Judá. 
Negar-lhes este anúncio e a possibilidade de O conhecerem é a pior forma de anti-semitismo que se pode conceber. A Bíblia afirma que Jesus veio "para salvar o Seu povo dos seus pecados."
Foi o próprio Saulo, um fanático judeu convertido a Yeshua, e que se tornou no mais zeloso evangelista entre o seu próprio povo, quem afirmou: "O Evangelho (as Boas Novas da salvação e do perdão de pecados no Messias Jesus)...é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu, e também do gentio." - Romanos 1:16.
E é ele mesmo quem pergunta: "...Como crerão n'Aquele de Quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue (o Evangelho)?" - Romanos 10:14

UM GIGANTESCO PASSO PARA A ASCENSÃO DO ANTICRISTO
Esta negação da necessidade da crença em Jesus para salvação dos judeus é tudo aquilo que os rebeldes filhos de Abraão esperavam. É mais um passo para a rejeição de Jesus como Messias Salvador e uma promoção do esforço anti-missionário realizado pelos judeus ortodoxos em Israel e em outras comunidades judaicas pelo mundo fora.
Esta declaração do Vaticano é também um verdadeiro passo para o ecumenismo, em que as crenças deixam de ter qualquer valor, desde que se promova o diálogo, o "amor" e a compreensão entre os povos. Só que, ao pretender tornar desnecessária a crença em Jesus como único Redentor, está-se a condenar o povo judeu à ignorância da Verdade, à incredulidade, e por fim à morte eterna, a separação de Deus.
É que o facto de ser-se judeu e até praticar todos os ritos e rituais religiosos de nada adianta, a menos que se reconheça Yeshua, Jesus de Nazaré como o verdadeiro Messias Redentor e Salvador, tanto de judeus como de gentios. 
Este foi de facto um grande passo no caminho para a ascensão do Anticristo. Cumprindo exemplarmente o papel de falso profeta, este actual chefe do catolicismo romano acabou de dar o abraço da morte ao povo judeu, um processo irreversível e necessário para a ascensão do falso Messias, o "Anticristo", aquele que será aceite pelo povo hebreu como o verdadeiro.
E este falso profeta acabou de acelerar esse processo. 
Mas, tal como o apóstolo judeu Jacob afirma: "A fonte de água salgada não pode dar água doce." (Tiago 3:12). Neste caso, a fonte é demasiado inquinada para dar alguma espécie de água saudável...

Shalom, Israel!


quarta-feira, fevereiro 25, 2015

POR QUE TANTOS ODEIAM TANTO OS JUDEUS?

O ódio aos judeus é tão antigo quanto a sua própria existência. Mas por quê tanto ódio, em tantos países e em tantas ocasiões da História? 

Entre os anos 250 d.C. e 1948 - um período de 1.700 anos - os judeus experimentaram mais de 80 expulsões de vários países europeus, uma média de uma expulsão a cada 21 anos. 
Os judeus foram neste período expulsos da Inglaterra, França, Áustria, Alemanha, Lituânia, Espanha, Portugal, Boémia, Morávia e outros 71 países.

Os historiadores têm classificado 6 explicações principais para o ódio aos judeus:

1 - ECONÓMICAS - "Odiamos os judeus porque eles possuem demasiado dinheiro e poder."
2 - POVO ELEITO - "Odiamos os judeus porque eles alegam arrogantemente serem o povo eleito."
3 - BODE EXPIATÓRIO - "Os judeus são um grupo conveniente para culpar dos nossos problemas."
4 - DEICIDAS - "Odiamos os judeus porque eles mataram Jesus."
5 - FORASTEIROS - "Odiamos os judeus porque eles são diferentes de nós."
6 - TEORIA RACIAL - "Odiamos os judeus porque eles são uma raça inferior."

Ao examinarmos estas explicações, temos de nos interrogar: são elas as causas do anti-semitismo, ou, pelo contrário, as desculpas para o anti-semitismo? 

A diferença é que se removermos as causas, o anti-semitismo desapareceria. E é exactamente por essa contradição que a verdadeira razão do ódio não tem a ver com as causas, mas sim com as desculpas. Vejamos algumas delas:

1 - ECONÓMICAS - Os judeus da Polónia e da Rússia dos séculos 17 ao 20 eram extremamente pobres, não tinham influência, mas eram mesmo assim pobres. E muitos milhares de judeus expulsos da Espanha e de Portugal só levaram a roupa do corpo.

2 - POVO ELEITO - No final do século 19, os judeus da Alemanha recusaram a ideia de "eleição." Começaram a assimilar-se com o povo. Mesmo assim, foi lá que se iniciou o Holocausto...
Tanto os cristãos como os muçulmanos professam ser o "povo eleito", mas ninguém os persegue por isso.

3 - BODE EXPIATÓRIO - Para se ser um "bode expiatório", é preciso ser-se já odiado. O anti-semitismo faz dos judeus um alvo preferencial e de conveniência. 

4 - DEICIDAS - A Bíblia relata que quem matou Jesus na cruz foram os romanos, ainda que os judeus sejam acusados de cúmplices. É interessante que essa acusação feita aos judeus surgiu séculos depois. Como é que é possível pela lógica perseguirem-se os cúmplices e não os autores materiais do crime? O próprio Messias Jesus pediu ao Pai que perdoasse os Seus carrascos - judeus e romanos. Foi só em 1963, após o Segundo Concílio do Vaticano, que a Igreja Católica Romana decidiu exonerar os judeus desta "culpa."

5 - FORASTEIROS - Com o Iluminismo do final do século 18, muitos judeus tentaram assimilar-se. O anti-semitismo deveria então ter parado por aí. Só que, pelo contrário, com o surgimento dos nazis veio o clamor: "Nós vos odiamos, não por vocês serem diferentes, mas por tentarem ser como nós! Não podemos permitir que vocês infectem a raça ariana com os vossos genes inferiores."

6 - TEORIA RACIAL - O problema contraditório desta teoria é que os judeus não são verdadeiramente uma raça. Qualquer um pode tornar-se judeu. E muitos membros de todas as raças, credo e cor têm-no feito numa ou noutra ocasião. 

Todos os outros grupos que são odiados são-no por uma razão específica. Com os judeus, no entanto, dão-se as maiores contradições: são odiados por serem preguiçosos e raça inferior, mas ao mesmo tempo por dominarem a economia e quererem tomar conta do mundo. São odiados por tentarem manter uma certa separação cultural, familiar e religiosa, mas quando se tentam assimilar, são acusados de constituírem uma ameaça à pureza racial através dos casamentos mistos. Os judeus são simultaneamente vistos como pacíficos e conflituosos. Como capitalistas exploradores e como comunistas revolucionários. Imbuídos de uma mentalidade de "escolhidos", ao mesmo tempo que inferiorizados. 

Uma coisa é certa: não há razões válidas para se odiar os judeus. Talvez seja mais um problema de inveja e mesquinhez...
Um verdadeiro problema de raíz espiritual...

Shalom, Israel!


quinta-feira, junho 13, 2013

O CONDENÁVEL ANTI-SEMITISMO DO "CONCÍLIO MUNDIAL DE IGREJAS"

No mês passado, o "Concílio Mundial de Igrejas", desde há muito marcado pelo seu incorrigível anti-semitismo e ódio a Israel, emitiu a seguinte declaração, na sua reunião realizada no Líbano: 

"A Palestina continua a ser o assunto central na região...A persistência, após sessenta e cinco anos, do contínuo despojamento do povo palestiniano - tanto cristão como muçulmano - da sua terra pela ocupação israelita, a contínua construção na terra dentro das fronteiras de 1967...é central para a turbulência na região...Jerusalém é hoje uma cidade ocupada com um governo que tem adoptado políticas discriminatórias tanto contra cristãos como muçulmanos..."

Mas o "fogo" dos CMI também está apontado aos cristãos que ousam apoiar Israel, os maltratados "cristãos sionistas."

"Cristãos que promovem o 'sionismo cristão' distorcem a interpretação da Palavra de Deus e a ligação histórica dos cristãos-palestinianos e muçulmanos à Terra Santa, permitindo a manipulação da opinião público pelos lobbies sionistas, danificando os inter-relacionamentos cristãos."

O CMI não é uma organização marginal que possa ser negligenciada. Representa cerca de 500 milhões de cristãos em 110 países e territórios em todo o mundo. Inclui anglicanos, baptistas, luteranos, metodistas, presbiterianos, Igrejas reformadas e independentes, tendo todas essas igrejas assinado um documento de cariz político-religioso que contém descaradas mentiras que trazem à mente históricas tendências cristãs anti-judaicas.
O CMI assevera por exemplo que Israel tem andado há 65 a despojar continuamente muçulmanos e cristãos das suas terras. A verdade é que a última vez que os palestinianos atravessaram o rio Jordão para leste não tendo mais voltado foi durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967. Guerras, tal como a que estamos testemunhando actualmente na Síria e em outros lugares, produzem refugiados. A única falha de Israel nesta matéria é ter ganho a guerra. E mesmo durante esse conflito, quando toda a população árabe de Hebron fugiu, foram instigados por Moshe Dayan, Ministro da Defesa de Israel, a voltarem às suas casas.
Contrastando com isso, e devido a condições intoleráveis, há uma emigração em massa de cristãos a partir da cidade de Belém, controlada pelos palestinianos, e também do Líbano. Não é em Israel que os cristãos sofrem discriminação, mas sim na Turquia, Egipto, Síria, e em todos os países muçulmanos.

CRISTÃOS CONTRA ISRAEL
O CMI também quer fazer crer que "Jerusalém é hoje uma cidade ocupada". Só não especifica se é Jerusalém ocidental ou oriental, o que significa que para esses cristãos Jerusalém como um todo deveria estar sob o controle de alguém que não Israel, ou, mais precisamente, os judeus. O facto de só "Jerusalém oriental" ser disputada como "território ocupado" é irrelevante para os cristãos "piedosos" que assinaram estes documento.
A posição política anti-Israel do CMI deriva da sua posição teológica que assegura - apenas por táctica, por medo de serem apelidados de anti-semitas - que "o sionismo distorce a interpretação da Palavra de Deus."

SIONISMO MODERNO
THEODOR HERZL, O "PAI" DO SIONISMO
MODERNO
O sionismo é um movimento nacionalista dos finais do século 19, que apela ao retorno dos judeus à sua Terra natal e a retoma da soberania judaica na Terra de Israel. É a própria Bíblia que está repleta de textos alusivos a esta realidade, na altura futura, mas agora bem actual. 
O CMI tem então de asseverar que - tal como os Cruzados no passado - o "povo escolhido de Israel" não são os judeus, mas sim todos os cristãos, sendo essa a razão pela qual Jerusalém não pode estar sob soberania judaica. Sendo assim, para eles, até uma soberania muçulmana sobre a cidade seria melhor...
Qualquer leitor da Bíblia que seja isento de preconceitos e tendências tem um conhecimento completamente diferente da realidade, devendo assim rejeitar esta teologia anti-judaica definida pelo CMI. Qualquer um, incluindo o CMI, que isole Israel como o único vilão que ameaça a paz mundial, que aponte o dedo a Israel, que é o elemento menos perturbador do Médio Oriente, é, por definição, um anti-semita. Mascarar tal sentimento como sendo "amor cristão" só acrescenta insulto à injúria...

Shalom, Israel!

sábado, abril 13, 2013

ANTI-SEMITISMO GLOBAL CRESCEU 30 POR CENTO

Um relatório anual confirma as preocupantes suspeitas de que os incidentes contra judeus têm estado a aumentar no mundo inteiro, com especial incidência na Hungria, onde se verifica uma das piores tendências deste fenómeno.
Segundo o relatório anual do Centro Kantor para o Estudo do Judaísmo Contemporâneo Europeu publicado no passado Domingo, a violência e o vandalismo globais praticados contra judeus aumentaram 30 por cento neste último ano.
Contrastando com um relativo declínio nos números de actos anti-semitas nos 2 anos anteriores, o relatório assinala que "foi observada uma correlação entre o fortalecimento político de partidos de extrema direita e o alto nível de manifestações anti-semitas, incluindo incidentes de violência e vandalismo."
Segundo o Dr. Moshe Kantor, presidente do "Congresso Judaico Europeu", a Hungria foi identificada como a entidade europeia que está experimentando a maior escalada de incidentes anti-semitas.
"Existem sinais extremamente preocupantes emanando neste momento da Hungria em que raramente se passa uma semana sem que haja um ataque sobre as minorias ou comentários ultrajantes da parte de políticos da extrema direita," - informou Kantor.
Kantor também compartilhou preocupações quanto à Grécia e Ucrânia, que experimentaram tendências semelhantes às da Hungria, através do avanço político de partidos neo-nazis e de extrema direita.
A França foi também vista como área de preocupação, com um aumento de 58% de ocorrências anti-semitas posteriores ao ataque a uma escola judaica em Toulouse, no ano passado.
O "Congresso Judaico Europeu" contactou o presidente do Parlamento Europeu, o alemão Martin Schulz, apelando à acção e vigilância do parlamento aos assuntos em causa.
Infelizmente, nada de novo, numa Europa cada vez mais semelhante à dos anos 30, quando o anti-semitismo era continuadamente ignorado e abafado, abrindo espaço ao maior genocídio de um povo...
Shalom, Israel!

sexta-feira, dezembro 21, 2012

EM 2012, A MAIS QUE DESACREDITADA ONU PASSOU 80 POR CENTO DAS SUAS RESOLUÇÕES A CONDENAR ISRAEL E APENAS 4 À SÍRIA, IRÃO, COREIA DO NORTE E BURMA...!


Israel já está habituado a este tratamento: a ONU, tão "zelosa" na salvaguarda dos direitos humanos, usa sempre de 2 pesos e 2 medidas. Quando se trata de Israel, aqui d'el rei, há-que condenar de todas as formas e com toda a força. Mas quando se trata do mundo islâmico, é preciso muito cuidado, pois o monstro pode se incomodar...
Senão, veja-se: Durante este ano de 2012, 22 resoluções da Assembleia Geral das Nações Unidas foram destinadas a condenar Israel. Apenas 4 para o resto do mundo: uma para a Síria, outra para o Irão, outra para a Coréia do Norte e uma para Burma...tudo nações muito respeitadoras dos direitos humanos e extremamente pacifistas (ironia minha)...
É incrível e ao mesmo tempo abominável como a ONU ainda consegue sobreviver à sua própria demagogia e hipocrisia! Realmente, faz-me lembrar uma conversa que tive com uma nova iorquina quando há 5 anos atrás me encontrava na "big apple", e ao perguntar-lhe sobre a ONU, ela disse logo sem hesitação que os nova iorquinos não dão qualquer crédito àquela organização. Eles têm razão. Aquela organização tem mais a ver com a defesa dos interesses dos muçulmanos cada vez mais poderosos do que com a justiça e os direitos fundamentais dos cidadãos do mundo.
É inacreditável pensar que a Síria diariamente assiste a um verdadeiro banho de sangue em que são dizimadas dezenas de civis inocentes, incluindo crianças, que o Irão continua com a sua fábrica de armamento nuclear a produzir uma das maiores ameaças mundiais num tempo muito próximo, que a Coréia do Norte mantém dezenas de milhares de cristãos em campos de trabalho forçado, etc. etc., e as Nações Unidas apenas as condenaram uma única vez neste ano, ao mesmo tempo que Israel é condenado 22 vezes!
Só na terça-feira passada a ONU adoptou 9 resoluções sobre "direitos dos palestinianos e os Golan", criticando asperamente Israel mas não fazendo uma única menção ao massacre de árabes palestinianos no passado Domingo provocado por aviões de guerra sírios que dispararam mísseis contra uma mesquita num campo de refugiados palestinianos perto de Damasco. 
Se fosse Israel a cometer uma atrocidade dessas, caía-lhe o mundo todo em cima, mas como foi a Síria, amiga do Irão, da Rússia e da China, a ONU ficou completamente calada...

E A SÍRIA?
É revoltante pensar que o conflito da Síria já dizimou mais de 40.000 pessoas, já levou a que milhões de sírios se tornassem refugiados vivendo em tendas debaixo de condições climatérica adversas, e a ONU passe 80 por cento das suas resoluções a condenar Israel, e apenas uma a condenar o regime cruel da Síria.
Israel teria todas as condições para ter há muito desaparecido do mapa. Aliás, no próprio dia da declaração da sua independência, em 1948, várias nações árabes se uniram para acabar com o sonho sionista. O problema é que esses palhaços que dirigem os destinos do mundo estão em rota de colisão com o soberano e eterno Deus de Abraão, Isaque e Jacob. É contra Ele que esses instrumentos do demónio estão a lutar. Estão não só perdidos, mas condenados a serem eliminados do mapa, esses sim.

"CRISTÃOS" ANTI-SEMITAS
Pior ainda do que isso é ver alguns ditos "cristãos" a lerem uma "bíblia" completamente diferente daquela que Deus revelou aos Seus profetas. A agenda desses "cristãos" segue mais a cartilha esquerdista e politicamente correcta do que a revelação clara e inequívoca contida nas Sagradas Escrituras. Por vontade deles, Israel também já não existiria. Quando se referem a Israel, chamam-lhe "palestina". A idiotice e ódio anti-semita cega-os de tal maneira que já incluem esse nome "palestina" nos comentários, mapas e até (imagine-se!) no próprio texto bíblico! Como se alguma vez a "palestina" existisse nos dias de Jesus! 
Eles simplesmente não entendem os desígnios de Deus. Estão cegos no seu entendimento, chegando ao ponto de substituir Israel pela Igreja! Quem dera fossem ao menos coerentes: já que aplicam à Igreja as promessas específicas dadas por Deus a Israel no Velho Testamento, apliquem da mesma forma à Igreja as maldições também prometidas por um Deus zeloso ao Seu povo eleito...! Isso eles não fazem, pois poria obviamente em causa a sua própria "certeza" de serem povo de Deus...
A seu tempo, o Deus de Israel - e só Ele - separará as ovelhas dos bodes...
Shalom, Israel!


segunda-feira, novembro 12, 2012

ANTI-SEMITISMO PROTESTANTE


Alguns líderes evangélicos "pintaram" um quadro bastante pessimista das relações entre a Igreja e Israel e a comunidade judaica, durante uma visita recente a Israel, alegando que o anti-semitismo é um problema muito enraizado baseado na teologia cristã que será muito difícil de desenraizar.
As relações entre protestantes e judeus nos EUA estão a atravessar uma crise severa depois que alguns importantes líderes das principais denominações protestantes dos EUA terem acusado Israel de "violações globais" dos direitos humanos e urgido o Congresso americano a reconsiderar a ajuda militar a Israel.
CONSELHO MUNDIAL DAS IGREJAS: INIMIGA DE ISRAEL
"Estou completamente pessimista quando vejo que eu, nós, vamos conseguir mudar 2.000 de teologia errada que se tem manifestado em toda a espécie de diatribes e facções anti-semíticas," - manifestou o Paul Wilkinson, pastor associado da Hazel Grove Full Gospel Church, uma pequena congregação pró-Israel localizada em Stockport, Inglaterra. E continuou: "Acredito que nos estaríamos a enganar a nós mesmos se acreditarmos que poderíamos mudar aquilo que eu entendo ser um Golias da teologia na Igreja. O Golias que hoje enfrentamos é o Golias da teologia da substituição, o Golias do palestinianismo cristão que zomba de Israel, que espicaça Israel, que acusa Israel, que condena Israel e os cristãos que apoiam Israel."
A "teologia da substituição", também apelidada de "supercessionismo", é a crença de que a cristandade tomou o lugar do povo judeu como recipiente das promessas que Deus fez no Velho Testamento.
"Esse Golias não pode ser derrubado com uma pedra e uma fisga como nos dias do rei David, porque o problema não é político, o problema não é sociológico, o problema não tem a ver com a falta de cultura ou de diálogo," - afirmou Wilkinson, acrescentando: "O problema é espiritual, o problema é que há um adversário de Deus, de Israel e dos cristãos."
CADA VEZ MAIS FREQUENTE NA EUROPA...
Wilkinson expressava estas opiniões na passada segunda-feira, durante a sessão de abertura de uma consulta organizada pelo B'nai B'rith World Center, em Jerusalém, e pelo Ecumenical Theological Research Fraternity in Israel (ETRFI). Fundada em 1966, por clérigos e teólogos em Jerusalém, a ETRFI visa promover as relações entre judeus e cristãos.
Cerca de 20 pastores, leigos e e activistas pró-Israel vindos de todo o mundo reuniram-se num hotel fora de Jerusalém para abordarem as atitudes anti-Israel que têm tipificado as principais igrejas protestantes nestas últimas décadas. Segundo o Centro Mundial B'nai B'rith, a consulta de três dias visou construir pontes entre Israel e as denominações protestantes e "ajudar a mudar as posições tendenciosas que têm adoptado em relação ao conflito israelo-palestiniano."
Alguns participantes contudo pintaram um quadro muito negro das relações entre as igrejas protestantes e Israel, afirmando que a Igreja se colocou esmagadoramente ao lado dos palestinianos.
"As preocupações humanitárias são o véu que cobre, ou são a racionalização para aquilo que em última análise acredito são as idéias anti-semitas e políticas anti-semíticas," - afirmou Andrew Love, pastor na Igreja Unida do Canadá, a maior denominação protestante no Canadá.
Em 2003, a Igreja que ele representa tentou reavaliar de forma crítica o seu relacionamento com a comunidade judaica, e deu "um significativo passo em frente," - recorda o pastor.
MARTINHO LUTERO TAMBÉM CAIU NA RATOEIRA DO ANTI-SEMITISMO
Contudo, segundo ele, esse espírito positivo foi desde então rompido. No início deste ano, a Igreja decidiu "de forma contundente" sancionar produtos oriundos dos aldeamentos judaicos na Judeia. "Mas aquilo que emergiu desta história é o quão enraizado está esse ódio." - afirmou Love, acrescentando: "é muito mais subtil agora. Mas o cancer não está menos enraizado."
O pastor Love culpa-se a si mesmo e a outros amigos de Israel por falharem ao não falar: "Aqueles de nós que têm preocupação simplesmente não temos reagido ao crescente activismo que se desenvolve dentro nas igrejas locais," - afirmou o pastor, acrescentando acreditar que ainda existe esperança: "Há um grande abismo entre os pontos de vista da liderança sénior e de alguns activistas e a vasta maioria das pessoas que se sentam nos bancos das igrejas ao domingo de manhã. Temos de equipar essas pessoas sentadas nos bancos com outra narrativa sobre toda esta questão, não essa narrativa que eles estão recebendo agora e que é desequilibrada e tendenciosa."
UMA DAS ORGANIZAÇÕES "CRISTÃS" ANTI-SEMITAS 
O pastor britânico Wilkinson, por outro lado, foi bastante convincente na sua opinião de que as igrejas tradicionais protestantes são "um caso perdido" quando se trata dos seus pontos de vista acerca dos judeus.
E mencionou o sentimento que experimentou durante uma conferência internacional realizada há pouco tempo atrás em que percebeu o quão interiorizados estão os sentimentos anti-semitas em algumas grandes denominações cristãs: "Aquela conferência foi a minha primeira exposição ao absoluto ódio contra Israel que existe no coração - no coração - da Igreja protestante."
Durante a conferência, Wilkinson testemunhou como como os organizadores e os participantes denunciavam Israel com um estado racista culpado da limpeza étnica do povo palestiniano, chegando-se ao ponto de se dizer que nunca houve um Templo judeu em Jerusalém!
Um dos oradores apelidou o Deus dos cristãos sionistas de "o grande genocida" e descreveu o Josué da Bíblia como "o santo patrono da limpeza étnica". Segundo Wilkinson, nenhum dos pastores protestantes ali presentes levantou qualquer protesto...
Em 2010 - prosseguiu Wilkinson - um pastor escocês apresentou uma mensagem devocional a membros do parlamento escocês: "Ele falou acerca da esperança do Natal ser encontrada no nascimento de mais uma criança palestiniana, nascida refugiada, e vivendo sob ocupação militar," - recordou Wilkinson.
E acrescentou: "Não reconheço Jesus na Igreja protestante actual. O que encontramos agora é uma campanha de propaganda patrocinada pela Autoridade Palestiniana, o mundo islâmico e a Igreja protestante, incluindo a Igreja evangélica."
Referindo-se ao islão, Wilkinson acentuou uma nota bem negativa: "Entendo o desejo de se desenvolver um diálogo inter-religioso com a comunidade islâmica. Claro que haverá muçulmanos que são amigos de Israel, amigos do povo judeu. Mas um leopardo não pode mudar as suas marcas. O mundo tem medo de falar e denunciar aquilo que é tão claro e óbvio  - que isto é uma religião de ódio, uma religião de morte, uma religião de sujeição e opressão. E não há esperança para essa religião, embora haja esperança para muitos muçulmanos."
As relações entre judeus e protestantes têm andado turbulentas nestes últimos anos, mas a crise piorou drasticamente no mês passado depois que líderes das principais denominações protestantes da América terem enviado uma carta conjunta ao Congresso dos EUA apelando aos políticos americanos para que reconsiderassem o seu apoio militar a Israel.
A carta refere-se a "amplas violações dos direitos humanos cometidos pelos israelitas contra palestinianos, incluindo a morte de civis, a demolição de habitações e deslocalização forçada e restrições às movimentações de palestinianos, entre outras."
Os 15 signatários declararam ainda ver "um perturbador e consistente padrão de desprezo das autoridades israelitas pelas políticas norte-americanas que apoiam uma paz justa e duradoira."
Logo a seguir à publicação da carta, 7 importantes organizações judaicas retiraram a sua participação em um encontro inter-confessional a realizar no final desse mês.
Apesar de tudo isto, a organização norte-americana "Christians United for Israel" (Cristão Unidos por Israel), que se considera "um dos mais importantes movimentos cristãos base no mundo", declarou que a carta não representa a maioria dos cristãos, pelo menos nos EUA.
"A grande maioria dos cristãos americanos reconhecem que quando Israel enfrenta o Hezbollah, o Hamas e a Jihad islâmica, está confrontando inimigos que nós partilhamos em nosso lugar," - afirmou David Brog, o director do grupo, acrescentando: "E a grande maioria dos cristãos americanos sabem que conquanto Israel não seja perfeito - tal como os EUA - ambas as nossas nações estão comprometidas na luta contra o terrorismo, ao mesmo tempo que aderindo aos mais elevados padrões morais."
É interessante e ao mesmo tempo trágico reconhecer a tendência anti-semita destas igrejas protestantes históricas, ao mesmo tempo que se acentua o seu declínio. Parece que quanto mais anti-semita uma igreja se vai tornando, mais declínio espiritual ela vai experimentando, deixando a autoridade e interpretação literal da Palavra de Deus, para se dedicar às causas sociais, ao ecumenismo e às ondas humanistas que tanto têm danificado a verdadeira fé cristã.
Cremos com toda a convicção que todo o verdadeiro cristão nascido de novo torna-se cada vez mais um amigo de Israel, como povo e nação, ao reconhecer as suas raízes e que toda a sua vida e existência tem a ver com a aliança que o Eterno Deus fez com um povo - o povo de Israel. Uma leitura aprofundada de Romanos 9, 10 e 11 será o suficiente para elucidar qualquer um que tenha a humildade suficiente para reconhecer o maravilhoso plano de Deus para o Seu povo!
Shalom, Israel!

quinta-feira, junho 09, 2011

PRIMEIRA CARTA CONTRA OS JUDEUS ESCRITA POR HITLER EXPOSTA AO PÚBLICO

Está agora patente ao público uma carta escrita por Adolf Hitler em 1919 delineando a sua "solução" para a questão judaica: pogroms e a "irrevogável remoção" dos judeus.
A carta foi encontrada por um soldado americano no final da 2ª Guerra Mundial, que a vendeu posteriormente a um coleccionador privado.
O Centro Documental de Simon Wiesenthal pensou em comprá-la em 1988, mas teve dúvidas sobre a sua autenticidade. Nessa altura em que a assinatura de Hitler foi verificada e confirmado que ele a tinha escrito numa máquina de escrever do exército - um luxo na época - a carta foi vendida a um outro comprador. Finalmente, e no início deste ano, o Centro teve uma segunda chance, e ofereceu 150.000 dólares para comprar a carta.

O rabi Marvin Hier, director do Centro Wiesenthal, informou que o dinheiro veio de doações privadas e não do orçamento do Centro.
O documento é conhecido como "carta Gemlich", por ter sido escrito em resposta a um soldado alemão chamado Adolph Gemlich que levantou o assunto da "questão judaica" na nova e recém-derrotada república alemã. O próprio Hitler tinha terminado recentemente um curso promovido pelo exército alemão sobre educação política para veteranos, enfatizando o nacionalismo alemão, o anti-semitismo e o anti-socialismo - e foi escolhido para responder a Gemlich, naquilo que se tornaria a "carta de Hitler a Gemlich".
Eis transcrições da carta (segundo a tradução do site da Biblioteca Virtual Judaica):
"O perigo agora colocado pelos judeus ao nosso povo encontra expressão na inegável aversão de largas secções do nosso povo... Tudo que o homem tente alcançar como alvo supremo, seja a religião, socialismo, democracia, é para o judeu apenas um meio para alcançar um fim, a forma de satisfazer a sua cobiça pelo ouro e pelo domínio. Nos seus efeitos e consequências ele é como uma tuberculose racial das nações.
A dedução de tudo isto é a seguinte: um anti-semitismo que assenta em bases puramente emocionais encontrará a sua expressão máxima na forma dos pogroms. Um anti-semitismo baseado na razão, deve contudo conduzir ao sistemático combate e eliminação legal dos privilégios dos judeus, naquilo que distingue os judeus dos outros estrangeiros que vivem entre nós (uma Lei do Estrangeiro). O objectivo final (de tal legislação) deve, contudo ser a remoção irrevogável do judeus (ênfase nosso) em geral.
Para ambos os fins é necessário um governo de força nacional e não de fraqueza nacional...

Assim, uma grande porção do nosso povo reconhece que uma diferente forma de estado não pode por si mesma alterar a nossa situação. Será necessário para isso um renascimento dos poderes morais e espirituais da nação. E este renascimento não pode ser iniciado por uma liderança de estado de maiorias irresponsáveis, influenciadas por certos dogmas partidários, uma imprensa irresponsável, ou frases e slogans internacionalistas. Requer pelo contrário a instalação desapiedada de personalidades com liderança de mente nacionalistíca com um sentido íntimo de responsabilidade..."


Explicando a decisão do Centro para a compra do documento, Hier afirmou que "ele não pertence a mãos privadas. Ele tem muito a contar à História. Pertence a mãos públicas, e encontrou o seu poiso no Museu da Tolerância, onde estará em permanente exposição.""Este é o primeiro documento do género que trata exclusivamente dos judeus e que postula a solução." - afirmou Hier, continuando: "Temos 50.000 arquivos, e este é o mais importante arquivo que vi até hoje."
A carta foi escrita por Hitler em 1919. Vinte e dois anos depois, com Hitler já como chanceler do Terceiro Reich, estas suas intenções acabariam por ser concretizadas...
Hitler acreditava que a remoção dos judeus, como "raça", seria para o bem da nação. Isso está bem documentado, e esta carta é o primeiro documento a comprová-lo.
Tragicamente, esse mesmo "espírito perverso" paira de novo sobre a Europa e não só, para não falar das intenções do Irão, Síria e muitos outros párias que visam a "solução final". A questão é demasiado séria para que não estejamos atentos a todas as formas de anti-semitismo que despontam à nossa volta. Não fiquemos indiferentes! Façamos a nossa parte para combater esse terrível vírus. Foi pela indiferença de muitos que 6 milhões, ou seja, dois terços de todos os judeus da Europa foram dizimados...Não permitamos que tal volte a acontecer!
Shalom, Israel!














sábado, abril 09, 2011

JUDEUS VÃO CRIAR A SUA PRÓPRIA "AL-JAZEERA"

O bilionário judeu Dr. Alexander Mashkevich, presidente da associação "United Israel Appeal" (Apelo ao Israel Unido), que anualmente reúne líderes judeus em Washington, EUA, anunciou o seu plano de formar uma cadeia de televisão internacional para apresentar notícias pró-Israel, algo semelhante à Al-Jazeera ou à BBC.
A conferência deste ano centralizou-se nas tentativas de lidar com a campanha de delegitimizar Israel, tendo sido participada por 200 líderes e filantropos judeus.
O anúncio para a formação desta cadeia de TV foi feito no final da conferência, com o objectivo de tratar com as difamações anti-Israel constantemente apresentados pelos media e que obviamente influenciam a opinião pública mundial.
O recente mais exemplo é ler-se os jornais de hoje: fala-se obviamente dos terroristas que Israel matou no seu ataque a Gaza, mas nada se fala de Daniel, o rapaz de 16 anos que luta pela sobrevivência após um ataque de morteiro contra um autocarro escolar identificado pela cor amarela, cheio de crianças, e que só por um milagre não causou uma verdadeira tragédia. Os media pouco atenção dão a isso. Contudo, se fosse um ataque israelita a um autocarro escolar palestiniano, seria o fim do mundo. Ainda que não propositado, como foi o ataque dos terroristas de Gaza...
Mashkevich, que é também o presidente do Congresso Judaico Euro-Asiático, informou que a cadeia televisiva irá apresentar programas em inglês, francês, árabe e espanhol, focalizando-se exclusivamente em notícias.
"A minha intenção não é criar um canal de propaganda, mas simplesmente um canal que apresente a verdade." - informou o promotor do projecto.
E adiantou: "Infelizmente, na situação actual a maior parte dos canais não contam simplesmente a verdade acerca de Israel. Em cada dia que passa nós perdemos a batalha para defender a imagem de Israel."
Mashkevich, cuja fortuna está avaliada em cerca de 3,7 biliões de dólares, planeia recrutar outros filantropos e empresários séniores para esta missão: "A delegitimização internacional tem-se tornado num grave risco para Israel".
"É impensável que Israel não tenha uma cadeia de TV como os canais operados por países como os EUA, a França, a Inglaterra e a Rússia. É necessária a criação de um canal assim, e isso não exige a criação de algo a partir do nada, visto haverem já modelos que podemos seguir." - afirmou Mashkevich.
A canal está ainda na fase embrionária, sem uma data alvo para o seu lançamento ou até a revelação dos nomes que estão por trás do projecto. Tudo o que o bilionário revelou é que será um canal privado e independente.
"Estamos preparando um programa de trabalho, e daqui a 3 ou 4 meses iremos fazer uma apresentação em Israel. Vamos comprar talentos de todos os outros canais" - prometeu - "da BBC, da CNN, de todos".
E as opiniões a favor desta idéia são muito positivas, tendo em vista a actual situação polítca e a onda crescente de anti-semitismo nas universidades europeias e na população em geral, em grande parte devido à influência corrosiva anti-Israel provocada pela comunicação social.
Para os líderes judeus ali reunidos, a situação actual é semelhante à de 1947: "Não se trata de uma situação semelhante à de 1967, mas à de 1947 - trata-se do direito à existência do estado de Israel".
E adiantaram: "Se nos unirmos, outros se juntarão a nós. Por isso temos de lançar uma campanha bem organizada. É impensável que, segundo pesquisas feitas, os governos europeus estejam mais ao lado de Israel do que a opinião pública desses países. Estes são os inimigos que se levantam para nos destruir - eles vêm de dentro e de fora".
"Setenta por cento daquilo que os media internacionais apresentam acerca do conflito israelo-palestiniano é de natureza anti-Israel. Confirmámos o "índice anti-semitismo" em 27 países, e existe definitivamente um aumento do anti-semitismo, que acredito ser um resultado directo daquilo que os media apresentam." - afirmou Mashkevich.
Shalom, Israel! 

terça-feira, março 01, 2011

"A CULPA É DE ISRAEL!"

Já era tempo de culpar Israel por toda a instabilidade nos países árabes. Era de  preocupar esta falha e esquecimento do inimigos de Sião...
Ao longo da História humana, os Judeus e agora Israel são sempre os "culpados" de todos os males que caiem sobre a Humanidade: seja a peste negra, seja a pobreza, seja a exploração capitalista, enfim...quando não se assumem responsabilidades pessoais ou colectivas, e quando toda a argumentação se esvazia da razão, há sempre uma última e a mais fácil opção: culpar os Judeus!
E pronto, aí estão eles a tirar os esqueletos dos armários: agora é o presidente do Yemen, a braços com manifestações da população contra a sua pessoa e o seu regime que escolhe a via mais fácil de transferir a culpa para o habitual bode expiatório: Israel.
Nas suas palavras desta manhã, o ainda presidente Ali Abdullah Saleh acusou Israel e o Estados Unidos de fomentarem revoltas anti-regime através de todo o mundo árabe e de estarem a tentar desestabilizar o seu país, o Yemen.
Nas suas palavras: "Existem salas de operação em Tel Aviv com o alvo de desestabilizar o mundo árabe" - proferiu Saleh esta manhã num discurso na universidade de Sanaa, capital do país. E explicou que a "sala de operações" é "dirigida pela Casa Branca".
O presidente está sendo hoje mesmo confrontado por dezenas de milhares de protestantes reunidos na universidade, e que foram pela primeira vez apoiados por grupos da oposição.
A oposição ao regime do Yemen rejeitou anda ontem uma proposta para um governo de unidade nacional, alegando que prefere ficar ao lado das dezenas de milhares de opositores que exigem o fim do regime de Saleh, em vigor no país há 32 anos.
Por todo o país os apoiantes dos xiitas e os separatistas têm-se manifestado aos milhares, entoando slogans: "Nenhum diálogo, nenhum diálogo. A única opção é saíres do governo."
Nestas últimas 2 semanas foram mortas pelo menos 24 pessoas.
Toda a revolta e insurreições destas últimas semanas no mundo árabe tem obviamente a ver com a corrupção, injustiças e tiranias dos governos presentes há décadas, gerando uma onda de revolta e cansaço pelo estado das coisas e uma ânsia por liberdade, justiça, democracia e desenvolvimento sustentado. É de todo o interesse de Israel que esses países sejam governados por democracias que permitam o desenvolvimento dos seus povos, diluindo talvez dessa forma o ódio e a inveja que nutrem em relação a Israel, considerado um autêntico oásis no meio daquele deserto.
Shalom, Israel!

sábado, janeiro 15, 2011

ANTI-SEMITISMO NA BÉLGICA FORÇA JUDEUS A RETORNAREM À TERRA DOS SEUS ANTEPASSADOS

Tal como temos vindo a alertar, o crescente e preocupante anti-semitismo na Europa (e não só) tem levado a que muitos judeus sejam forçados a fazer aliyah (retorno à Terra de Israel).
Segundo dados publicados esta semana pela Agência Judaica, durante o ano de 2010 houve um aumento em 63% no número de judeus belgas que fizeram aliyah para Israel. Isso significa que 250 judeus belgas foram para Israel durante o ano transacto, em comparação com 152 no ano de 2009.
Os dados indicam que existe um crescente anti-semitismo e um aumento no número de ataques violentos contra membros da comunidade, especialmente os facilmente identificáveis membros religiosos hareidi.
Actualmente vivem na Bélgica cerca de 40.000 judeus, sendo que metade são membros da comunidade judaica de Antuérpia que se tornou famosa pelo seu contributo em tornar a cidade num centro global do comércio de diamantes, mas que nos últimos anos também tem estado debaixo de ameaças.
O anti-semitismo na Europa está atingindo proporções alarmantes. Há precisamente seis meses atrás o presidente do Congresso Judaico Europeu, Moshe Kantor, afirmou que os judeus na Europa estão na sua pior condição desde o término da 2ª Guerra Mundial.
"Os judeus têm medo de andar nas ruas da Europa com símbolos judaicos" - afirmou Kantor - "As sinagogas, escolas e jardins de infância judaicos precisam de cercas de arame farpado e de seguranças, e homens, mulheres e crianças judeus são espancados em plena luz do dia".
Um alvo que tem sido muito visado nos ataques anti-semitas tem sido a sinagoga na cidade de Malmo, na Suécia. No ano passado foi atacada duas vezes no espaço de 2 semanas através do lançamento de bombas. Felizmente não houve feridos.
Mais informações sobre o anti-semitismo podem ser obtidas e acompanhadas no site FightHatred.com.
Não tenhamos ilusões: à medida que o Islão se vai comodamente instalando na Europa (só na protestante Inglaterra já somam 2,4 milhões!), os seus alvos a abater continuarão a sofrer pressão e perseguição. Falo obviamente dos judeus, em primeiro lugar, e dos verdadeiros cristãos em seguida. Há muitos "ditos" cristãos já comprometidos com o Islão, através de alianças e acordos enganosos, dos quais mais tarde se arrependerão. Mas isso não é de estranhar: a confusão teológica é tão grande, que conheço muitos crentes evangélicos e até pastores que acham que "Alá", o deus muçulmano, é o mesmo "Deus" dos cristãos... Quando a confusão começa por aí, o que poderemos mais esperar?
Ao mesmo tempo, temos sempre enfatizado que este retorno "forçado" dos judeus à Terra é necessário para que se cumpram literalmente as profecias de há 2.500 anos atrás, que mencionam que "nos últimos dias" os judeus seriam trazidos à Terra de Israel. Assim seja, pois quando tal se completar, o Messias virá para reinar sobre o Seu povo!
Shalom, Israel!

segunda-feira, dezembro 20, 2010

ANTI-SEMITISMO EM AMESTERDÃO "EMPURRA" JUDEUS PARA ISRAEL

Sempre defendemos que serão as circunstâncias adversas que "empurrarão" os judeus a fazerem "aliyah", ou seja, o retorno à Terra Prometida. Quando há poucos anos atrás a Argentina passou por uma dolorosa crise financeira, muitos judeus argentinos viram-se forçados a emigrar para Israel, estabelecendo-se e sendo bem sucedidos na Terra da Promessa.
E assim creio que irá acontecer com muitos dos judeus espalhados pelo mundo fora. Especialmente da Europa, que está assistindo a uma preocupante vaga de anti-semitismo, só comparável à que experimentou nos anos antecedentes à 2ª Guerra Mundial. A presença de milhões de muçulmanos na Europa está provocando uma influência perversa anti-sionista na população, para além do vertiginoso crescimento dos partidos de extrema-direita que começam a marcar terreno nas governações europeias.
O caso mais recente é o do filho de um conhecido rabi em Amesterdão que anunciou os seus planos de partir para Israel por causa do anti-semitismo. Benzion Evers, filho do conhecidíssimo rabi Raphael Evers, disse ao jornal De Telegraaf que se sente "sufocado e enjaulado" no seu país natal devido aos sentimentos anti-semitas.
"Estou farto dos abusos verbais e das lutas de rua" - confessou ao Het Parool, outro jornal holandês.
"Não é que não se possa sair de casa, mas temos que andar sempre a esconder-nos e a andar com muito cuidado" - explicou. E relatou as suas próprias medidas de precaução, que incluem evitar certas vizinhanças, e esconder o seu kippah (solidéu) quando anda em áreas com um elevado número de imigrantes muçulmanos.
Embora o anti-semitismo não seja incomum entre os imigrantes muçulmanos, especialmente os de Marrocos e da Turquia, há também um outro tipo de anti-semitismo comum na Holanda, afirmou Evers, um anti-semitismo "educado" disfarçado como anti-sionimo.
Cinco dos filhos da família Evers já deixaram a Holanda - acrescentou ele - e o seu próprio pai também planeia sair logo após a aposentadoria. Segundo Evers, mais de metade dos judeus ortodoxos acabam por sair do país.
Precisamente há uns dias atrás, o político holandês Frits Bolkestein afirmou que os judeus religiosos não têm futuro na Holanda devido ao anti-semitismo. Segundo Frits, "eles deveriam emigrar para os EUA ou Israel". Os seus comentários foram publicados no livro: "A Decadência: Judeus numa Holanda sem leme", por Manfred Gerstenfeld.
A principal causa da crescente hostilidade contra os Judeus é o "anti-semitismo entre holandeses de origem marroquina, cujos números continuam a crescer" - afirmou Bolkestein. Ele expressou dúvidas de que o governo seja capaz de combater o anti-semitismo e proteger os seus cidadãos judeus.
Os seus comentários controversos levantaram ondas de choque, levando o parlamento holandês a reunir-se para discutir o assunto.
No início deste ano o rabi-mor da Holanda, Benjamin Jacobs compartilhou com um jornal israelita a sua preocupação acerca do anti-semitismo holandês que segundo ele está-se tornando dominante. Disse que muitos cidadãos holandeses estão aborrecidos com o anti-semitismo, mas concluiu: "Tal como a situação se encontra hoje, o futuro dos judeus holandeses é partirem para Israel".
É assim que as profecias bíblicas nos informam sobre os acontecimentos destes últimos dias. Os judeus terão de uma forma ou outra voltar à sua Terra, para que tudo se possa cumprir segundo Deus nos anunciou. E já não falta muito...
Shalom, Israel!

quinta-feira, outubro 14, 2010

O DESPERTAR DAS BESTAS

PRIMEIRA: A BESTA ACTIVA QUE SE JULGA AMEAÇADORA

Num dia em que a Besta de nome Ahamadinejad é homenageada no Líbano, chegando a receber o "doutoramento" da Universidade do Líbano (seria em "direitos humanos"...?), ei-lo que chega triunfalmente à aldeia de Bint Jbeil, no sul do Líbano, onde uma multidão o aguardava para honrar a sua visita. E então o ditador vocifera à mole humana: "A resistência libanesa é um exemplo para todas as nações da região." E o ditador continuou na sua conhecida verbarreia: "o senhor abençoa o povo do Líbano, os seus jovens dedicados à Jihad e todos vós - que buscais a justiça e a verdade. Vocês ficaram na linha da frente da batalha contra os agressores e ocupantes, e defendestes a segurança do Líbano".
Obviamente que ele se referiu ao "senhor" que ele serve, ou seja, o próprio diabo!
E continuou a disparatar: "Agradeço-vos pela vossa coragem e por enfrentardes espadas e tanques com a vossa determinação e força de vontade. Vocês tendes provado que a nação libanesa e a sua resistência são mais poderosos do que as espadas dos sionistas" .
E falando directamente sobre Israel, o tirano vociferou: "o mundo deveria saber que os sionistas terão de eventualmente ser forçados a partir, e isso não vai demorar muito. Eles são inimigos da humanidade e não terão outra escolha que não a rendição. A Palestina será libertada pela força da fé."
Os apoiantes do Hezbollah passaram a manhã a convocar as massas através dos altifalantes das mesquitas para se juntarem no sul do Líbano para a visita do presidente do Irão, naquilo que tanto os EUA como Israel consideram ser uma "provocação intencional".
Sabe-se perfeitamente que os milhões que o tirano do Irão tem alegadamente investido na "educação e bem estar dos habitantes do sul do Líbano", têm sido investidos no armamento do Hezbollah e na promoção e manutenção no poder do regime do fantoche Nasrallah.
Muitos dos cristãos e sunitas libaneses temem que o Irão e o Hezbollah estejam tentando impôr a sua vontade sobre o país e empurrar assim o Líbano para uma guerra contra Israel. Muitos dizem que esta visita de Ahmadinejad poderá agravar as tensões num país com uma longa história de lutas sectárias.
Não há dúvida que as intenções do presidente do Irão são a reprodução clara daquelas que outras bestas do passado têm alimentado e quase conseguido. Mas não menos preocupante é o despertar da segunda besta...

SEGUNDA: A BESTA QUE SE JULGAVA ADORMECIDA

A terrível "besta" alemã que muitos julgavam adormecida volta a dar sinais de querer acordar: uma sondagem acabada de ser publicada indica que um em cada dez alemães desejam "um novo Fuehrer que lidere o país com mão de ferro". Um entre cada três alemães quer que os imigrantes sejam expulsos do país no caso de o desemprego se tornar num problema. E como os judeus não podiam escapar a este despertar da besta, a sondagem revela ainda que 17% dos alemães acreditam que "os judeus têm demasiada influência".
A verdade é que apesar de terem passado 65 anos depois da 2ª Guerra Mundial, parece que muitos alemães ainda se agarram ao preconceito e ao racismo com os quais o partido nazi se identificava.
Esta pesquisa foi realizada por um organismo cuja seriedade é reconhecida, a Fundação Ebert para a Educação Política, uma fundação com ligações próximas ao partido social democrata alemão.
Neste inquérito, 25% das pessoas expressaram opiniões racistas, tendo 15,9% dito que de certa forma entendiam porque é que deveria ser indicado um Fuehrer. 58% afirmaram que a Alemanha precisava de refrear o tradicional estilo de vida muçulmano. E 17,2% apoiaram a afirmação de que "os judeus têm demasiada influência no mundo de hoje".
A fundação alertou que havia um crescimento nas opiniões anti-democráticas e racistas na Alemanha, muito provavelmente influenciadas pela recente crise económica global. Mais ainda: os pesquisadores descobriram que os pontos de vista racistas existem não só nas franjas da sociedade, ou seja, na extrema-direita, mas em todos os grupos etários e classes sociais, independentemente de sexo ou religião.
Sem dúvida, estamos vivendo tempos muito perigosos. Aproximam-se pesadas nuvens no horizonte, mas muitos continuam ainda "dançando ao som da orquestra do Titanic"...
Preparemo-nos para o que aí vem...
Shalom!



segunda-feira, dezembro 21, 2009

ENCONTRADA A PLACA COM O LETREIRO "ARBEIT MACHT FREI"

A placa simbólica da ironia nazi nos campos de concentração roubada na semana passada foi hoje encontrada na posse de 5 ladrões, já presos, provando-se que se tratou apenas de um roubo e não de um acto ligado a neo-nazis. Os ladrões confessaram ter actuado apenas por interesses monetários.
O letreiro tinha sido roubado na passada sexta-feira e tinha agitado a sensibilidade de milhões de pessoas pelo mundo fora, especialmente a dos judeus.
A polícia polaca ainda não sabe ao certo quais as verdadeiras razões por detrás do roubo, prevendo-se que fossem unicamente financeiras.
A placa foi encontrada a algumas centenas de quilómetros de Auschwitz, cortada em 3 partes, e nas palavras do presidente do município local, "Apesar da temperatura ser agora tão gelada - 14º abaixo de zero - as notícias da descoberta do roubo aquecem os nossos corações. Todos nós aqui temos uma forte ligação ao povo de Israel".
Shalom, Israel!

quarta-feira, dezembro 16, 2009

ANTI-SEMITISMO VISA NEGAR A EXISTÊNCIA DE ISRAEL

Falando em Jerusalém no Forum Global para o Combate ao Anti-Semitismo, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel Avigdor Lieberman afirmou hoje que o fenómeno do anti-semitismo é apoiado por fundos do Irão e elementos radicais islâmicos de forma a inflamar o ódio contra os judeus e deslegitimar o estado de Israel. O relatório Goldstone encorajou ainda mais esta situação.
Segundo o ministro, este ataque tem chamado a atenção dos grupos anti-semitas pelo mundo fora.
"Quem está por detrás disto ultrapassou a linha. Estão tentando destruir o estado judaico peça por peça. Negam o direito de definição ao povo judeu, apelam a boicotes académicos e sanções económicas e estão ganhando apoio entre elementos políticos pelo mundo fora" - acrescentou.
Referindo-se ao Irão, adiantou: "É assustador que algumas décadas apenas depois do Holocausto vejamos um incidente no qual um país apoia o anti-semitismo. O Irão nega o Holocausto, apela à destruição de Israel e tenta conseguir uma arma nuclear. Tudo isto nos faz lembrar o que se passou há 70 anos atrás."
Dia após dia os actos de vandalismo de cemitérios judaicos, destruição de candelabros, boicotes a produtos de Israel e outros afins vão-se avolumando, muitas vezes com o silêncio comprometedor das autoridades dos respectivos países. São cenas que fazem lembrar outras ainda bem vivas nas nossas mentes...
Shalom, Israel!