sexta-feira, maio 16, 2008

CANAL LIGARÁ O MAR MORTO AO MAR VERMELHO


Num novo e inesperado progresso do projecto da construção de um canal que ligará o Mar Vermelho ao Mar Morto, chega a notícia de que um grupo de empresários israelitas e estrangeiros e banqueiros estão finalmente preparados para investir 3 biliões de dólares na construção do canal, purificação da água, produção de energia hidro-eléctrica, produzindo lucros , água pura, empregos e uma nunca vista cooperação regional.
O projecto pode criar postos de trabalho para 1 milhão de israelitas, palestinianos e jordanos, atrair anualmente 8 milhões de turistas a Israel, e produzir um bilião de metros cúbicos de água potável (à qual é retirada o sal).
Segundo os promotores, o rei Abdullah da Jordânia e o príncipe saudita Walid bin-Talal já deram o seu entusiástico apoio ao projecto.
A "dramática" iniciativa do "Vale da Paz" no deserto de Arava foi revelada ontem - quando se comemorou o 60º aniversário da independência de Israel segundo o calendário gregoriano, pelo bilionário israelita de 57 anos de idade, Ytzhak Tshuva, dono do grupo El-Ad, que inclui o Hotel Plaza em Manhattan e a Delek, a segunda maior companhia israelita de gás e petróleo.
Com a inspiração e o envolvimento do presidente Shimon Peres, o projecto só precisa agora da aprovação do governo, já que Tshuva garante que empresários de sucesso como Shari Arison, Nohi Dankner e Stef Wertheimer comprometeram-se a investir dinheiro no projecto.
Num discurso emocional durante o almoço realizado ontem na "Conferência Presidencial 2008" no centro de convenções de Jerusalém, Tshuva adiantou que não serão necessários fundos estatais para o projecto.
Sentado junto com Peres e outras individualidades do mundo dos negócios, Tshuva afirmou que o canal com 166 kms de extensão entre Israel e a Jordânia poderá ser apenas o início. O projectado "Vale da Paz" no deserto do Arava seria desenvolvido de forma a incluir dezenas de biliões de dólares de investimento em hotéis (com 200.000 camas) e outras atracções turísticas, indústrias não poluentes e os maiores jardins botânicos do mundo, providenciando 1 milhão de empregos.
O projecto iria quadruplicar o turismo em Israel dos seus actuais 2 milhões de visitantes anuais. Segundo o empresário visionário, os biliões de metros cúbicos de água potável tornariam o Arava verde em ambos os lados da fronteira. As estufas produziriam frutos e vegetais de Inverno para vender em toda a região.
Segundo esta "espantosa visão" a região tornar-se-ia uma zona de livre comércio, atraindo investimentos do mundo inteiro. Uma linha de comboios de alta velocidade e uma auto-estrada ao longo do canal transportando pessoas e bens entre o Mar Vermelho e o Mar Morto no espaço de uma hora seriam outras características do projecto.
"Esta é a única forma de sairmos deste ciclo de violência e desânimo nesta região" - anunciou Tshuva - "Empregos e prosperidade iriam moderar os árabes da região, dando-lhes uma alternativa ao terrorismo e violência. A paz não será conseguida com acordos de paz mas pela realização de acordos de cooperação e de boa vontade entre os povos da região. O Vale da Paz providenciará uma solução para as gerações vindouras."
Não só o rei da Jordânia disse a Tshuva querer ser um "parceiro activo" no projecto e desejar que ele "comece imediatamente" como o príncipe saudita que o visitou num hotel de Nova Iorque disse estar disposto a investir no projecto através da Jordânia. Tshuva espera que outros investidores vindos da China, Estados Unidos, Japão, e Rússia venham também a apoiar o projecto.
Segundo o visionário empresário, o canal pode ser construído "2 anos após as terraplanadoras chegarem ao terreno."
A verdade é que tanto o empresário como o presidente Peres receberam da parte das centenas de individualidades presentes uma prolongada ovação...
Não sei se o empresário tem consciência de que, na possibilidade deste projecto se concretizar, estará cumprindo uma antiga profecia bíblica prometida para "os últimos dias" (Ezequiel 47). Talvez ele desconheça isso, mas para nós é mais um sinal de que estamos a viver momentos impressionantes na História humana - talvez os dias que antecedem a breve vinda literal do Reino de Deus sobre toda a terra. Que assim seja!
Shalom, Israel!

1 comentário:

MARIO ALBERTO BENEDETTO LYNCH disse...

concordo em conectar o mar morto ao mar
vermelho por canal