sexta-feira, julho 08, 2011

OS PROVOCADORES COMEÇAM A CHEGAR A BEN GURION

Os primeiros activistas "pró-Palestina" a que prefiro chamar de "provocadores", começaram a aterrar no aeroporto internacional de Ben Gurion, no coração de Israel. No mapa desses "provocadores" o aeroporto deve situar-se na Palestina, tal como nos mapas árabes, só que a realidade é outra: acabaram de chegar a Israel e é diante das autoridades israelitas que têm de mostrar os passaportes e ser acolhidos. 
Pelo menos 60 deles já chegaram em voos da EasyJet e da Alitalia, tendo sido encaminhados para interrogatório policial. 6 activistas de extrema-esquerda foram entretanto detidos depois de causarem distúrbios no aeroporto. A polícia tem colocado agentes disfarçados por todo o aeroporto.
Os voos, um da EasyJet vindo de Genebra e um da Alitalia foram desviados para o Terminal 1, onde a polícia passa "a pente fino" passageiros suspeitos de pertencerem ao movimento que planeia a "invasão aérea" de Israel.   
Depois de a polícia ter terminado a verificação dos voos, os passageiros não relacionados com os grupos de activistas foram transportados para o Terminal 3. Os suspeitos activistas foram conduzidos para uma área separada do aeroporto para interrogatório.
Dos seis que foram detidos, 5 eram homens e uma mulher que continuam a ser investigados.
Os activistas exibiam cartazes dentro do terminal com os dizeres: "Benvindo à Palestina."
Alguns deles foram levados para fora pela polícia, onde foram detidos e insultados por transeuntes.
Vários voos são esperados durante a tarde, sendo todos sujeitos às investigações necessárias. Calcula-se que uns 200 activistas tenham sido impedidos de voar nos vários aeroportos europeus. No aeroporto parisiense de Charles de Gaulle 50 activistas foram impedidos de embarcar num voo da Lufthansa que se dirigia a Tel Aviv.
Segundo a opinião de uma das organizadoras, "o aeroporto de Paris está sob ocupação israelita".
Israel está também determinado a não permitir que sejam realizadas manifestações no seu território, conforme é o plano dos activistas.
Pena que Israel não tivesse pegado nesses "activistas" e descarregá-los na Faixa de Gaza, aos cuidados dos "amigos" do Hamas. Talvez aí aprendessem alguma coisa...
Shalom, Israel!







1 comentário:

Tami Cherub disse...

Eles defendem uma causa sem ter conhecimentos suficientes sobre o que realmente ocorre em Israel: que quem provoca e ataca, mesmo com cessar fogo, é o Hamas! :/