sexta-feira, dezembro 12, 2014

PARLAMENTO PORTUGUÊS VOTA A FAVOR DE UM ESTADO PALESTINIANO

Esta Sexta-Feira o parlamento português aprovou a favor de uma proposta não vinculativa que recomenda ao governo o reconhecimento de um estado chamado "palestina" dentro das fronteiras estabelecidas por Deus para o povo de Israel.
Nada de admirar, neste país e Europa a escorregarem cada vez mais para o abismo espiritual, moral, social e económico. Com tantas preocupações que deveriam receber o cuidado dos parlamentares portugueses, a vaga europeia (Suécia, Espanha, Inglaterra e Irlanda) de anti-semitismo atingiu também este país que, desta forma escolheu pôr-se mais uma vez debaixo do olhar condenatório de Deus. Como português, lamento e repudio a 100% esta atitude ignóbil dos parlamentares que há muito não recebem o meu voto, mas cuja decisão hoje tomada não deixa mesmo assim de me revoltar.
A resolução foi subscrita pelo Partido Socialista (PS), pelo Partido Social Democrata (PSD) e pelo Centro Democrático Social (CDS), recomendando ao governo português o reconhecimento do estado da "palestina", e foi aprovada apenas com 9 votos contra. O parlamento português é constituído por 230 deputados.
Tanto o Partido Comunista Português, como o Bloco de Esquerda e o Partido dos Verdes abstiveram-se num dos pontos do projecto - aquele que referia a coordenação conjunta com a União Europeia.
Dos honrosos 9 votos contra, 5 vieram do PSD (Abreu Amorim, Duarte Pacheco, Carlos Peixoto, Adão e Silva e Jorge Paulo Oliveira), outros 2 vieram do CDS (João Rebelo e Michael Seufert) e ainda mais 2 vieram do PS (João Soares e Rosa Albernaz).
Antes da votação parlamentar, o ministro dos Negócios Estrangeiros português, Rui Machete, congratulou-se com o "consenso alargado" atingido, prometendo depois que "o governo português procurará escolher o momento adequado" para avançar com o reconhecimento do estado da palestina.
Mais do que lamentável, esta ignóbil proposta irá indubitavelmente atrair sobre este pobre país uma desnecessária onda de maldições.
Será que os idiotas no parlamento são tão cegos que não conseguem discernir isso? Será que não entendem que isto não é mais do que pactuar com as acções de um povo que só sonha com a pura e simples aniquilação de um outro povo que vive com toda a legitimidade na Terra dos seus ancestrais?

E mais não digo. Por hoje, já chega de revolta...

Shalom, Israel!


9 comentários:

Anónimo disse...

É amigo, é necessário que isto tudo aconteça, senão as Escrituras não seriam autênticas, mas é!

Enquanto isso, a chacina de cristãos não para no oriente médio, além da esquizofrenia islâmica de aniquilar judeus em sua própria terra.

Entretanto, os governos Europeus não fazem absolutamente nada sobre isso.

Cesar Augusto Cabral Arevalo Iehouah disse...

Além de saber ler profecias há a necessidade de existir em meio a elas. Felizmente os conuns deste Blog tem dado bons exemplos.

Olga disse...

Vamos pensar assim: Tudo bem... A União Européia aprova um Estado Palestino assim como outros países, continentes... Aí eles ajudam o povo palestino! Quando eu falo de ajuda falo de proteção porque o povo palestino precisa acima de tudo de proteção contra o terrorismo, mas a mente deformada de alguns militantes pensa que basta mudar a palavra para mudar o sentido.. Israel é uma nação livre e democrática. Há leis internacionais que tratam com países assim... Já com partidos terroristas as leis são inventadas ou deformadas para atingir um alvo. O alvo é sempre o povo judeu! Há um louvor que eu estava ouvindo estes dias que diz: Por que clamas a mim Moisés? Diga a povo de Israel que marche!
Shalom Israel!
Olga

Anónimo disse...

(...)um povo que só sonha com a pura e simples aniquilação de um outro povo que vive com toda a legitimidade na Terra dos seus ancestrais?

http://expresso.sapo.pt/israel-impoe-controlo-da-natalidade-a-judeus-etiopes=f783115

בושה

Anónimo disse...

Realmente lamentável, e a notícia já está no Jerusalem Post, vale a pena ler as muitas verdades nos comentários do artigo - http://www.jpost.com/Arab-Israeli-Conflict/Portuguese-parliament-passes-motion-in-support-of-Palestine-recognition-384494

Anónimo disse...

Portugal começou a alinhar com o bloco árabe-comunista, que domina a ONU há várias décadas, desde 1975, altura em que votou a favor equiparando sionismo a, imagine-se só, racismo -> http://www.ipri.pt/publicacoes/revista_ri/pdf/MF_RI11.pdf

Anónimo disse...

O parlamento português é conhecido mundialmente pela sua grande sapiência, agora quer reconhecer um estado falhado dirigido por terroristas - http://elderofziyon.blogspot.pt/2014/12/hamas-burns-religious-jew-and-temple-in.html

Anónimo disse...

À margem da religião, deixo uma reflexão que me parece sensata do ateísta Sam Harris, citando o relativismo moral para justificar a sua não-crítica a Israel -> https://www.youtube.com/watch?v=c2HC2rwB2IE

Anónimo disse...

Ainda a propósito do chamado "european bias" acerca de Israel, veja-se esta ensaboadela excelente de Caroline Glick ao embaixador dinamarquês -> http://www.jpost.com/Diplomatic-Conference/Danish-ambassador-JPosts-Caroline-Glick-exchange-verbal-blows-over-EU-attitude-toward-Israel-384438