quinta-feira, outubro 02, 2014

CONSTRUÇÃO DE NOVAS CASAS EM JERUSALÉM GERA "GUERRA DE PALAVRAS" ENTRE OS EUA E ISRAEL

Israel é o único país do mundo que quando decide construir uma casa para a sua população judaica tem logo quase todo o mundo contra si. Todos se acham no direito de decidir o que o estado soberano de Israel pode ou não fazer no seu território...
Ridículo demais para merecer a atenção dos governantes israelitas, excepto quando a condenação vem da parte do "fiel amigo", os Estados Unidos da América...
E foi isso exactamente o que mais uma vez aconteceu: logo após o governo de Jerusalém ter decidido avançar com a construção de mais 2.600 habitações na parte sul de Jerusalém, a Casa Branca correu logo a condenar Israel. A administração de Hussein Obama repreendeu ontem Israel pela decisão, avisando que tais planos para construir habitações próximas da aldeia palestiniana de Beit Safafa iriam distanciar Israel "até dos aliados mais próximos" e levantar questões sobre o seu compromisso de procurar a paz com os palestinianos.

NETANYAHU RESPONDE A OBAMA
Mas o primeiro-ministro israelita não perdeu tempo na sua resposta ao "amigo" americano, alegando que antes de condenar a construção das habitações, a administração de Obama deveria em primeiro lugar conhecer os factos no terreno.
"Penso que eles (a administração Obama) deveriam em primeiro lugar conhecer a situação de perto. Em primeiro lugar, não se trata de aldeamentos. São bairros vizinhos de Jerusalém. Temos bairros árabes e temos bairros judaicos" - afirmou Netanyahu à TV NBC News, referindo o facto de que ainda que as construções sejam feitas além da "linha verde", não são em Jerusalém oriental.
Ao que parece, estas críticas da administração Obama já haviam sido feitas horas antes, durante o encontro privado entre os dois líderes na Casa Branca, tendo as mesmas extravasado para a comunicação social norte-americana.
A razão desta "ira" dos americanos tem a ver com o facto de esta nova área de construções ir acabar por fechar a cintura da presença judaica à volta de Jerusalém, isolando assim a Cidade capital da palestiniana Belém. Sempre que Jerusalém constrói, os americanos aparecem com a mesma ridícula retórica de que os israelitas estão prejudicando o processo de paz com os palestinianos.

PRESIDENTE DA CÂMARA DE JERUSALÉM DEFENDE AS CONSTRUÇÕES
"Não temos que desculpar-nos" - assim respondeu o corajoso presidente do município de Jerusalém, Nir Barkat, acrescentando que "as construções em Jerusalém não são perigosas ou prejudiciais, pelo contrário, são até necessárias e importantes, e prosseguirão em plena força."
E Nir Barkat não se ficou por meias palavras, considerando as críticas próximas do racismo: "Não irei cooperar com um congelamento a construções contra o povo judeu, na sua capital Jerusalém. Descriminação baseada em religião, sexo ou raça é ilegal - não é permitida nos EUA ou em qualquer outro país civilizado."
"Os apartamentos que autorizámos já há quase dois anos atrás permitirão que mais jovens possam vir viver em Jerusalém e planeiem ali o seu futuro, factor essencial para o rejuvenescimento da cidade. E não nos desculparemos por isso."

Shalom, Israel!


2 comentários:

Cesar Augusto Cabral Arevalo Iehouah disse...

יהוה Iehouah יהוה Elohim além de existir como Creador Absoluto sempre foi desde sua decisão e será יהוה Iehouah Tseva'ot, יהוה Iehouah Dos Exércitos universal em sua infinitude, e também específico quanto a Israel, israelitas, israelenses e judeus, portanto a raça humana só pode conhecer equilíbrio ou harmonia com o Estado Judeu De Israel devidamente respeitado em toda sua proporção incluindo Gaza, Cisjordânia e todo ponto territorial do Grande Israel, sem isso ou contra isso apenas ruínas e demagogia.

Anónimo disse...

Muita bem merecida a resposta do Ministro Israelense.

Fabiana