sábado, outubro 18, 2014

PALESTINIANOS PRESSIONAM A ONU CONTRA ISRAEL

O representante palestiniano na ONU afirmou ontem que o seu grupo político quer que o Conselho de Segurança da ONU vote uma resolução até ao final do ano exigindo que Israel se retire dos territórios "ocupados" depois da Guerra dos Seis Dias, em Junho de 1967.
Novembro de 2016 é o prazo limite que os palestinianos querem impôr para que as tropas israelitas saiam dessas zonas que fazem parte do Israel bíblico oferecido por Deus ao povo judeu.
O embaixador palestiniano Riyad Mansour adiantou ainda que se a resolução for derrotada - o que é mais do que provável devido à oposição dos Estados Unidos e de outros países - os palestinianos "terão outras opções."
Representantes palestinianos alegam ter já o "sim" de 7 países para a votação dentre os 15 membros do Conselho de Segurança, e que estão procurando mais apoios.
São necessários nove votos no mínimo para a aprovação, mas a proposta pode mesmo assim ser vetada por um dos 5 membros permanentes, dos quais os EUA fazem parte.
A frustração palestiniana com o impasse nas conversações para a paz é muito grande, mas toda a responsabilidade pertence a eles, uma vez que, violando todos os acordos anteriormente feitos com Israel, decidiram fazer uma aliança com o grupo terrorista Hamas, que por sua vez decidiu atacar Israel com centenas de mísseis lançados contra as suas populações civis.
A embaixadora norte-americana na ONU afirmou que os Estados Unidos preferem ver o restabelecimento das conversações entre ambas as partes, julgando ser essa a única forma de se resolver este conflito.
Segundo o embaixador israelita, esta é mais uma vez a prática palestiniana de contornar a responsabilidade de estar à mesa das negociações, preferindo antes tomar acções unilaterais, que Israel obviamente não pode aceitar.

Shalom, Israel!

2 comentários:

Olga disse...

Tudo bem Israel devolver os territórios, mas aí as nações terão que redefinir também os seus! Mal estão conseguindo administrar o conflito da Ucrânia...
Como foi mesmo que se iniciou esta Guerra dos Seis Dias? Seria até uma traição aos heróis de Israel atender tal pedido... Se esta sociedade atual não tem memória Israel pode relembrá-la! A Palestina já teve uma pequena amostra recentemente. Talvez, muitos pensem que seja algo agressivo tal posicionamento... Mas, de boas intenções e, "palavras mansas" o inferno está cheio! É preciso manter-se no caminho, sem desviar-se nem para a direita, nem para a esquerda!
Shalom, Israel!
Olga

Cesar Augusto Cabral Arevalo Iehouah disse...

Israel não tem como ser negociado. Quando os árabes de Gaza, Cisjordânia e outros que se tornem aceitáveis quiserem e merecerem devem solicitar cidadania israelense. Todo resto é perda de tempo e manipulação política religiosa inútil.