segunda-feira, maio 25, 2015

"TODA ESTA TERRA É NOSSA" - AFIRMOU A NOVA MINISTRA DAS RELAÇÕES EXTERIORES DE ISRAEL

Deputy FM Tzipi Hotovely

Sem papas na língua, a recém-empossada ministra para as Relações Exteriores de Israel, Tzipi Hotovely, afirmou perante uma delegação de mais de 100 representantes de outros tantos países que a Terra de Israel é, segundo a Torá, uma dádiva de Deus ao povo de Israel:
"É importante dizer que esta Terra é nossa, toda ela é nossa. Não estamos aqui para nos  por isso" - afirmou a nova ministra.
Hotovely é uma forte defensora da tomada de posse de toda a Terra por parte dos judeus, incluindo toda a Judeia e Samaria.
"A comunidade internacional lida com considerações de moral e justiça. Fazendo face a isso, nós  temos de retornar à verdade básica do nosso direito a esta Terra" - prosseguiu a ministra.

RashiTzipi Hotovely fez alusão ao famoso rabino erudito do século 11, Rashi, no seu famoso  sobre o Livro de Génesis.
Numa das peças escritas mais famosas de Rashi, ele explicou que a Bíblia começou com a criação do mundo para que assim, se as nações estrangeiras alguma vez acusassem os judeus de roubarem a Terra de Israel, eles pudessem apresentar a seguinte resposta:
"Visto o mundo inteiro pertencer a Deus, só Ele é que pode escolher a quem dar a Terra de Israel. E Deus escolheu dá-la ao povo de Israel."

Bem fariam todos quantos alegam obedecer à Bíblia dar ouvidos às decisões divinas, sem as contestar, muito menos combater.

Shalom, Israel!

41 comentários:

olga disse...

Penso que a ministra foi muito corajosa, mas isto não quer dizer nada para a maioria das nações, muito pelo contrário só irá aumentar o ódio que têm por Israel. Nem mesmo religiosos estão mais interessados "nestas histórias da bíblia", afinal, quem disse que a bíblia é a palavra de Deus, dirão eles...
Eu gosto da palavra remanescente. Acho esta palavra linda...Ainda há homens e mulheres preciosos na terra. Estes entenderão!
Shalom Israel!
Olga

Anónimo disse...

Vocês também são daqueles literalistas que acreditam que o livro do Génesis representa um relato histórico e científico?

olga disse...

Literaistas?! Sim e Não!Temos fé! Somos cristãos que creem na Palavra de Deus que é viva e eficaz! Não só Genesis! Quer um exemplo? Deus disse a Abraão: Em ti serão benditas todas as famílias da terra(Gn 12:3). Aparentemente não está acontecendo nada, o próprio conceito de família está mudando... Aparentemente... Assim como o inferno fez festa na morte do Senhor Jesus e, depois foi exposto a vergonha, assim será com o que está ocorrendo sobre a terra. E, pela fé somos filhos de Abraão. (Gl 3:6;8).Enfim, cremos na Bíblia de Genesis a Apocalipse. Também literalmente!
Shalom Israel!
Olga

Anónimo disse...

E Deus criou o mundo em seis dias há 6000 anos? É nisso que acredita?

Anónimo disse...

Se você interpreta essas passagens *literalmente*, então tenho muita pena de si visto que o consenso dos historiadores é o de que Abraão não existiu, sendo como tal uma figura alegórica. Nada que os cristãos a sério não entendam e aceitem sem problemas. Já agora, claro, o mesmo se aplica para a maior parte da Bíblia, sendo exemplos disso o mito da Criação do Génesis, o Êxodo (incluindo a própria figura de Moisés) ou o livro do Apocalipse.

Anónimo disse...

O problema desta gente é que é fanática e iletrada, tanto assim que desconhecem por completo as origens daquela que dizem ser a sua fé e insistem em resumir tudo a meia dúzia de slogans.

Só assim se explica como pode existir este movimento dito "cristão" que na realidade não faz outra coisa senão promover o ódio pelos que não pensam da mesma forma. No dia do julgamento vão ter muitas explicações a dar, e algo me diz que ficarão surpreendidos com a quantidade de muçulmanos, católicos e seguidores de outras crenças que irá para o paraíso e também com a quantidade de "cristãos seguidores da Bíblia" que irá para o inferno.

Anónimo disse...


Ora então censuram o que não vos convém debater?

É ou não verdade que foi a Igreja Católica (a Romana e as Ortodoxas, muito antes do Grande Cisma) que escreveu e canonizou os livros do Novo Testamento, que vocês dizem seguir à letra?

E é ou não verdade que a única coisa que vocês fazem é mostrar desprezo por todos os que não pensam da mesma forma? Será essa uma atitude cristã? Foi isso que Cristo ensinou?

Como disse, e repito, terão muito que explicar no dia do juízo, e algo me diz que vão ter uma surpresa com a quantidade de católicos, muçulmanos, judeus e crentes de outras religiões que irão para o céu, e outra surpresa com a quantidade de "cristãos seguidores da Bíblia" e de sionistas que irão para o inferno.

Têm algum argumento para contrariar o que escrevi e assim podermos ter uma discussão construtiva, ou vão simplesmente ignorar? O que fazia Cristo, mesmo até quando próprios os fariseus e os ainda piores saduceus O interpelavam?

olga disse...

Seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso! Eu tenho algo pra te dizer, anônimo...É preciso ter muita fé no homem para não crer em Deus! E, melhor que crer em Deus é conhece-lo! Muitos "cristãos a sério" já deram suas vidas por testemunhar deste Deus.
Se você olhar e vê saberá que tudo que está escrito na bíblia, foi, é e será! A própria nação de Israel é um exemplo. Outro é o mundo se transformando numa Babilônia, inclusive, igrejas ditas cristãs. Paulo precisou ficar cego para poder ver. Que você também tenha um encontro com o Senhor. Ele é a Luz do mundo! Não precisa ter pena de mim não! Tenha pena dos mortos, principalmente aqueles que pensam viver! Se Genesis é um mito o homem não precisa se preocupar por ter entregado o reino a Satanás, negligenciado sua herança, agora se não for apenas um mito... "A quem muito foi dado muito será cobrado!" Paz!
Shalom Israel!
Olga

Anónimo disse...

Ó D. Olga, concordo que é preciso ter muita fé no homem para não crer em Deus. Não vejo onde possa ter escrito algo que sequer indicie o contrário.

Mas isso não altera o facto de que grande parte da Bíblia é alegórica, facto esse que sempre foi bem conhecido e afirmado pelos cristãos e judeus desde a antiguidade.

Anónimo disse...

Cara Olga,
A senhora diz seguir o que vem escrito na Bíblia, mas eu pergunto: qual delas? É que versões da Bíblia há muitas, e têm diferenças significativas...

olga disse...

Eu gostaria de falar algo para encerrar. Ninguém vai para o céu por ter uma religião! Ninguém! Aliás, não há ser mais religioso que Satanás! Mas, não entendo como pessoas podem falar de paraíso, inferno, Jesus se não creem na bíblia? Não é tudo mito? Eu não creio em Alá, portanto, eu nem o cito. Acho também que ninguém segue a bíblia a letra, de forma fundamentalista. Vivemos da graça, sabemos que somos pecadores e necessitamos da misericórdia de Deus. É Ele que perdoa e salva e, só Ele pode julgar. Portanto, esta coisa de ódio que os cristãos têm me parece uma "forçada" da tua parte. Dá uma boa olhada ao redor do mundo e vê quem está sendo morto, perseguido, decapitado, preso por testemunhar da sua fé! A diferença fundamental entre um verdadeiro muçulmano e um verdadeiro cristão, por exemplo, é que o muçulmano está disposto a matar em nome de Alá e, o cristão em morrer em nome do seu Deus. Eu nunca frequentei uma igreja cristã que pregasse o ódio. O que vocês entendem por ódio é o fato de não nos conformamos com este mundo. Se o sal torna-se insipido pra não presta! A Igreja é o sal da terra! Não a religião!
Shalom Israel!
Olga

Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah יהוה The Liger disse...

"EU NUNCA FREQUENTEI UMA IGREJA CRISTÃ QUE PREGASSE O ÓDIO"
Excelente afirmação e recordação. Qual das Bíblias, "Dona Olga", usa? (Não a conheço)
A única. A única Bíblia Sagrada. Só há uma.
Dói? Arrogância? Somente fato.
Qual dos oponentes de judeus, cristãos ou judeus-cristãos já se deu ao trabalho de saber que a fonte comum destes é o mais antigo e bem preservado documento amplo da raça humana em suas matrizes hebraicas, aramaicas e em outros idiomas vernaculares? Contradições? A vida humana ainda hoje não tem contradições mesmo com imagens e sons gravados? Quer desacreditar de Avraham, Mosheh ou mesmo Yeshu"a? Vai e viva na sua ótica racista, pois há mais evidência e coerência na existência destes do que de muitos outros personagens históricos parcamente documentados. Há políticas de uso da Bíblia conforme necessidades sociais. Os judeus religiosos talmudicos tem uma expectativa messianica específica, cristãos não dependem dessa e judeus cristãos vieram a ter suas definições. Qualquer livro nosso de Genesis no nosso idioma e no ritmo de elucidação do tradutor abre Genesis com "No princípio Deus criou os céus e a terra.". A frase pode variar, mas sempre vem do "Bereshit bara Elohim et hashamaim ve'et ha'arets": NO PRINCÍPIO CREOU DEUS(ES) AOS CÉUS E À TERRA.
Engasgado porque Deus saiu diferente? É acompanhado por verbo singular e como outras expressões bíblicas, anteriores à todas as gramáticas judaicas, alude à multiplicidade de poderes ou simplesmente potências. Chegamos tão antes de tecnologia de arrogância, que "Elohim" é usado para Dagom, o deus dos filisteus e também agrupamentos humanos. No capítulo 2:4, após término da visão deste relato o Elohim dos Hebreus, que já era reconhecido antes deles tem sua identificação no nome Iehouah, o Tetragramaton, fundamental em toda a Bíblia Sagrada JUDAICO CRISTÃ. Isso não requer fé, porém está excelente para os que se primam pela fé. Não venham exibir ares de inteligência científica pra cima de religiosos pró Bíblia sem se deparar publicamente diante de inúmeros observadores com milhões de estudiosos que desmontam seus raciocínios, geralmente sectários ou de polemistas, um a um, dia a pós dia. A propósito o que significa a frase que teaduzi? O que significa seu nome na sua identificação? (Ou é falsa)
Deixe os documentos falarem
Depois nos cabe escolher como ouvir.

Anónimo disse...

Disse e sublinho: ódio, intolerância e ignorância. "Não julgueis para não serdes julgados", recorda-se? Pois é apenas isso que faz com os muçulmanos. O facto de dizer o que diz deles revela isso mesmo.

Por favor tente conhecer alguns muçulmanos na região onde vive e depois diga se ainda os acha o demónio em pessoa. Olhe, eu conheço alguns pessoalmente e já viajei pelo mundo e, pela experiência pessoal que possuo, não tenho a mínima hesitação em afirmar que, de um modo geral, se tratam de indivíduos altamente pacíficos, respeitadores e respeitáveis. E o mais notável de tudo isto é que todos aqueles com quem falei sabem perfeitamente que o Islão proíbe veementemente a violência em toda e qualquer circunstância (a não ser em eventual caso de auto-defesa) e sabem inclusive citar as passagens relevantes do Corão para exemplificar isso mesmo; conhecem ainda quais são os versículos que os terroristas costumam usar para justificar os seus actos, e sabem igualmente que esses mesmos versículos são distorcidos e descontextualizados por essa gente para assim legitimarem exactamente o contrário daquilo que as referidas passagens comandam (se reflectir um pouco, há-de reconhecer que sucede exactamente o mesmo com a Bíblia; em especial, os detractores da Bíblia usam esta precisa táctica para a atacar e descredibilizar).

É óbvio que o Islão é responsável pela maior parte do terrorismo religioso da actualidade, mas isto sucede porque os locais onde esse terrorismo predomina (Médio Oriente acima de tudo) estão ainda civilizacionalmente atrasados em relação a outros países; e calha apenas esses países serem também maioritariamente muçulmanos. Mas, se olhar para o sudeste europeu e o sudeste asiático, onde há igualmente maiorias islâmicas, verá que não existe esse tipo de terrorismo. Por outro lado, repare ainda que grande parte da África subsariana é cristã e nem por isso deixa de aí existir a miséria extrema que se conhece. Já para não mencionar, claro, que no passado o Cristianismo foi responsável na Europa pela forte perseguição de crentes de outras religiões, e até de seguidores de denominações cristãs distintas. E ainda, se formos a ver, temos casos bem recentes de terrorismo causado por cristãos (e judeus) em países desenvolvidos.

E a Olga até pode nem saber, mas "Alá" é tão somente a palavra árabe para "Deus" (aquela que os próprios cristãos árabes utilizam para se referir a Deus, assim como por exemplo "God" é a palavra inglesa), além de que os muçulmanos crêem no mesmo Deus que cristãos e judeus (e já agora samaritanos, druzos e bahá'ís; isto para nem partirmos para uma discussão mais filosófica e incluir também as fés monoteístas não abraâmicas, como os zoroastrianos).

Anónimo disse...

O seu literalismo e o seu fundamentalismo estão bem patentes na forma como fala da Bíblia (em termos de moralidade, doutrina, soteriologia e escatologia; aconselho-a a pesquisar acerca das doutrinas católicas e ortodoxas, e da História do Cristianismo e da Bíblia, para perceber qual o problema do seu modo de ver as coisas) e na maneira como encara a questão israelo-palestiniana. É que talvez até nem saiba, mas a maioria dos judeus são ateus (sim, leu bem: são mesmo ateus, incluindo Benjamin Netanyahu, a maioria dos líderes do Likud, praticamente todos os primeiros-ministros e presidentes de Israel e, mais notavelmente, todos os fundadores do movimento sionista sem excepção); usar argumentos bíblicos para justificar a expulsão dos árabes da Palestina e entregar todo o território aos judeus é de uma ignorância ou de uma desonestidade atroz (mais a mais quando, repare bem, o consenso dos académicos e dos teólogos cristãos é o de que figuras e histórias como Adão e Eva, Noé e o Dilúvio, Abraão, Moisés e o Êxodo, ou os reis David e Salomão e o Primeiro Templo, não existiram nem aconteceram realmente mas são sim alegorias que devem ser interpretadas como tal: a exegese literal da Bíblia sempre foi vista como a leitura menos importante das Escrituras, a menos relevante de as analisar; não é uma coisa de agora, os cristãos e judeus da Antiguidade sabiam disto; antes pelo contrário, o fundamentalismo literalista é um movimento relativamente recente, surgido nos Estados Unidos apenas nos últimos dois séculos).

Além disto, a ideia que transmite é a de que se sente moralmente obrigada a defender (aquilo que julga ser) o Judaísmo por achar que este é uma religião muito semelhante Cristianismo e que é o antecessor deste, quando a verdade é são religiões muitíssimo diferentes uma da outra e apenas dois caminhos separados que saíram da religião do Segundo Templo (não pense mesmo que são essencialmente a mesma religião diferindo apenas na aceitação de Cristo como o Messias – são efectivamente totalmente diferentes em tudo, e de formas que nem imagina), ao ponto de até o próprio Islão ser mais parecido com o Cristianismo (apesar de Judaísmo e Islão serem os mais próximos entre si). Um conselho adicional que lhe posso dar é pesquisar um pouco sobre o Zoroastrianismo (vai achar surpreendente como uma religião que nem sequer é abraâmica pode ser tão parecida com o Cristianismo).

E é melhor nem entrarmos pelas diversas correntes internas dentro de cada uma destas religiões (por exemplo, o protestantismo evangélico, neopentecostal, carismático, entre outros, é uma perversão radical de tudo aquilo que o Cristianismo sempre representou ao longo da sua existência, como poderá constatar mais uma vez se estudar a História do mesmo e atentar na evolução do pensamento e doutrinas dos católicos romanos e ortodoxos, ou até dos protestantes mais "tradicionais" como os luteranos, os anglicanos ou os metodistas).

Ora, e tudo isto para dizer o quê afinal? Simplesmente para parar de julgar e atacar os muçulmanos apenas pelo facto de seguirem a religião que seguem; para parar de julgar e atacar os árabes apenas pelo facto de pertencerem à etnia a que pertencem; para parar de julgar e atacar os palestinianos apenas pelo facto de viverem no sítio onde vivem (sabe que também há cristãos na região da Palestina, não sabe?). Estas são formas de discriminação, intolerância e ódio que Cristo nunca permitiria.

Anónimo disse...

Senhor, Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah יהוה The Liger, são pessoas como você que dão mau nome aos crentes.


Não, Bíblia não há só uma. Há várias versões, que diferem, e muito, entre si em certas passagens chave. Vá estudar um pouco sobre o assunto e informe-se acerca do que são, entre variadíssimos outros conceitos, a Septuaginta, o Texto Masorético, os Manuscritos do Mar Morto ou a Torá Samaritana; ademais, tenha especial atenção às diferenças entre as diversas cópias existentes de cada versão. Depois leia um bocadinho acerca das inúmeras dificuldades em traduzir esses textos para as línguas modernas (por que será que esta é sempre uma tarefa para grupos numerosos de académicos altamente conhecedores e, mesmo assim, de entre as infindáveis traduções completadas até aos dias de hoje não existe nenhuma que seja unanimemente aceite como a melhor em todos os possíveis aspectos?).

Não, a Bíblia não é um documento (são vários), nem é a(s) peça(s) de literatura mais antiga(s) que existe(m). Já quanto a ser o(s) mais bem preservado(s), nem sequer dá para perceber o que quer isso dizer (há tantos detalhes que teriam de ser precisados antes de irmos mais longe que a sua afirmação não possui qualquer sentido, e muito menos validade).

Não, não há nenhuma evidência da existência de Abraão e Moisés (daqui a nada vai-me dizer que também acha que Adão e Eva existiram e que o mundo foi criado em seis dias). De novo, vá estudar um pouco sobre o assunto e informe-se.

Sim, Jesus existiu, e este facto está bem atestado, para lá de qualquer dúvida razoável. Importa-se de me apontar onde é que eu referi o contrário?

Quanto ao resto, não se percebe nada do ponto aonde pretende chegar (provavelmente nem você sabe qual é). A única coisa que se tira daqui é que você não tem a mínima ideia daquilo que está envolvido nas origens da Bíblia, do Judaísmo e do Cristianismo, por isso interpreta as Escrituras literalmente (mas só para o que lhe convém). Pois eu não levo a Bíblia à letra, levo-a a sério.

olga disse...

Quem está julgando quem meus caros anonimos?
Você ou vocês estão dando muita importancia àquilo que acredito. Lembre-se: Não sou Deus, nem sou perfeita! Mas, há muita religião nestes argumentos sobre racismo, ódio, intolerância, etc., etc. Até o nome de Deus de certa maneira não me interessa! oEu creio no Deus que se revelou a Móises: EU SOU O QUE SOU! Não pense que este é Alá que não é, assim como não é Buda. Se os judeus são ateus, inclusive o primeiro ministro de Israel devemos orar para que Deus tenha misericórdia deles, assim como de mim!
Eu não sou sábia, nem viajada, mas creio que a letra mata e o Espírito vivifica! Não sou tão racional assim. Tenho fé! Não creio nem em religiosos, nem em religião! Se isto é arrogância! Amém!
Adeus!
Paz!
Shalom Israel!
Olga

Anónimo disse...

Bem, senhora Olga, já estamos a fazer progressos.

Porém, o facto de continuar a insistir que não crê no mesmo Deus que os muçulmanos é um problema. É que até poderá discordar da interpretação que eles fazem de Deus, tal como eles discordam da sua, e tal como os judeus também discordam de si, mas o que é facto é que se trata do mesmo Deus (já agora, tenha em atenção que os muçulmanos também acreditam na revelação a Moisés). (Deixemos também Buda fora disto.)

De resto, o seu desprezo pelos muçulmanos em geral e pelos palestinianos em particular é que é o maior de todos os problemas. Eles também são pessoas, sabe? Pessoas como a Olga. Com família, amigos, empregos, contas para pagar, as preocupações normais do dia-a-dia, alegrias, tristezas, todo o tipo de emoções.

A Olga devia tentar conhecer essas pessoas antes de falar mal delas. Como disse, eu conheço algumas. E mais lhe digo: já viajei pelo mundo e estive inclusive em vários desses países árabes; e, para lhe ser muito sincero, senti-me bastante mais seguro ao visitar a Cisjordânia do que no Brasil; parece inacreditável, não é? Mas é a mais pura das verdades. Também lhe posso afirmar que sempre os árabes muito mais acolhedores e simpáticos do que os israelitas (destes posso mesmo dizer que os achei rudes e brutos, e eles próprios reconhecem que o são).

E provavelmente a Olga acharia o mesmo. Por isso não os odeie. Não os odeie apenas pelo que lê em blogues de propaganda sionista como este (e há bem piores...).

olga disse...

Eu até não ia mais prosseguir neste debate, mas não acho justo que digam que odeio arabes e palestinos EU NÃO ODEIO NINGUÉM!Não seja tendencioso... Defender Israel e a Palavra de Deus é diferente de odiar. É ter fundamento sem ser fundamentalista. Outra coisa...Eu também não me sinto segura no Brasil, "mas se o Senhor não guardar em vão vigia o sentinela". O Senhor nos guarda! Quanto aos judeus serem rudes, talvez, seja pelo histórico de perseguição... Eu os respeito, assim como todos os povos. E se isto se não for espiritual pode ser cultural mesmo. Tá no DNA do brasileiro!
Paz!
Shalom Israel!
Olga

Anónimo disse...

Senhora Olga, agora já posso reconheçer que não é uma fanática como certos outros apoiantes cegos da causa israelita.

No entanto, e se assim é de facto, tem de se lembrar de que os palestinianos (que ali vivem desde que nasceram) não podem ter menos direitos do que os israelitas (grande parte dos quais nasceu noutro local), apenas por pertencerem a uma etnia diferente, que é a situação que ali se verifica desde há várias décadas.

"Defender Israel" não pode significar apoiar os sucessivos governos israelitas e criticar violentamente tudo o que saia da boca de um árabe. Pelo contrário, deve sim ser a busca de uma paz estável na região, de maneira a que todos os habitantes sejam iguais perante a lei, sem olhar a religiões, etnias ou outros agrupamentos sociais, e sejam livres de fazer as suas próprias escolhas políticas (quer daí resultem dois estados independentes um do outro e não dois estados onde um é soberano e outro lhe é subordinado, ou então apenas um único estado sem quaisquer vestígios de apartheid).

Isso é que será defender Israel, pois de outro modo este país estará condenado a desaparecer (como aliás é possível antecipar ao se constatar o progressivo isolamento internacional e a deterioração das relações diplomáticas e económicas com todos os os outros países do mundo por parte de Israel); claro que isto não implica tolerar o terrorismo islâmico, mas é necessário que todas as partes envolvidas admitam a sua quota parte de responsabilidade no conflito e que cedam em algumas das suas exigências, algo que só se conseguirá com um diálogo sério e honesto. Infelizmente, desde que Netanyahu ganhou relevância na cena política israelita (há umas duas décadas), tem sido bem patente que a Autoridade Palestiniana (não confundir com Hamas - são coisas radicalmente distintas e fortemente antagónicas) é quem tem revelado uma muito maior abertura e vontade de continuar as negociações com vista a atingir um acordo final, ao passo que (principalmente) o Likud e seus aliados da extrema direita nacionalista tudo parecem ter feito para o sabotar e manter o status quo, sendo que os progressos que têm existido desde essa altura têm sido relativamente poucos (nenhum dos quais obtido por Netanyahu), além de que as coisas até têm vindo a piorar de forma notória nos últimos anos.

Sabe, senhora Olga, eu até estou à vontade para dizer tudo isto, uma vez que no passado eu também de certo modo apoiava Israel. Acreditava na propaganda sionista, pois esta me parecia bastante credível quando denunciava a ameaça islâmica permanente que usava como justificação para as suas acções, já para não dizer que a comunicação social também não ajudava neste aspecto como sempre, e ainda pelo facto de as acusações de violações dos direitos humanos (e de crimes de guerra e contra a humanidade) por parte do exército israelita partirem quase sempre da extrema esquerda (o que subconscientemente leva logo uma pessoa a ignorar a questão e a identificá-la apenas como mais uma forma de propaganda). Assim, a realidade é que nunca perdi muito tempo a pensar sobre este assunto; tratava-se somente de mais um daqueles conflitos eternos que já são "normais" nas regiões com enorme pobreza, achava eu; tinha um pensamento do género "a guerra é sempre uma coisa má, mas na prática há situações em que ela é necessária e inevitável; os israelitas não devem ser nenhuns santos, mas certamente os inimigos vizinhos hão-de ser piores". Era assim que eu pensava. Até que comecei a pesquisar. Comecei a ler (sites e livros imparciais), a ver vídeos, a falar com pessoas e, finalmente, visitei a terra: então aí vi, com os meus próprios olhos, coisas que me dissiparam toda e qualquer dúvida acerca da credibilidade e imparcialidade daquilo que lera; afinal, a verdade é mesmo que "embora os árabes não estão isentos de culpas, os israelitas são muitíssimo piores".

Anónimo disse...

*reconhecer

Perdão pelo lapso.

Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah יהוה The Liger disse...

Prezada Olga:
Essa colocação é pra sua pessoa e à de milhões de cristãos neste assunto:
Vocês que oram, interceder e são por Israel denotam um cristianismo digno de sua inspiração. Observadores externos acompanham isso com desconfiança, desprezo e tentativas de manipulação. Sempre foi assim e sempre será. Se o Vaticano matou e alguns lideres protestantes o fizeram, ninguém jamais poderá apoiar isso no Cristo ou nos Apóstolos, enquanto que forças externas têm o cinismo de ter a matança autorizada pra posterior maquiagem. Se falarem do "Antigo Testamento", este não dá a nenhuma igreja iu cristão uma pregação de ódio. Quanto ao suposto perfil de conquista militar da Torah, este jamais autorizou Israel ou judeus a irem além de seus módicos limites estabelecidos. Judeus exceto excessoes não usam o Novo Testamento. Mas o Antigo Testamento é o mesmo e faz um sentido maravilhoso. Conheço pastores que não ensinam "Trindade" e explicam o Jesus por Vir deles bem parecido de como muitos Judeus explicam seu Messias por Vir. Nos parecemos muito mais do que muitos imaginam. As crenças alheias dos povos podem ser ou não similares, mas jamais tem a mesma natureza de auto-identificação. Faço questão de lembrar esses detalhes pra citar o mais importante: o peso positivo de cristãos que amam Israel e o povo do Eterno é um dos testemunhos mais poderosos.e desafiadores da humanidade. O Cristo que inspira isso é 100 por cento de Torah em ação.

Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah יהוה The Liger disse...

Bem. Esse é geral. Conheço de sobra Zoroastrismo e outras situações assim. Isso não modifica a realidade que a única distinção prática de bons judeus e cristãos é a expectativa messiânica de cada um. Por aplaudir o mundo judeu cristão não desprezamos ninguém. Sabe-se ler?
Diferentes opiniões de igrejas, sinagogas, cristãos ou judeus não representam todos do seu próprio grupo ou segmento, portanto ninguém perca tempo pra nos escaldar.
Sabemos que tem muita gente religiosa ou não religiosa, inclusive muçulmanos de excelente perfil humano e A POSIÇÃO MINHA OU DE QUEM QUER QUE SEJA CONTRA A TENDÊNCIA FUNDAMENTALISTA DO ISLÃ NÃO EXCLUI ISSO. Aliás, colocar fundamentalistas islâmicos mortíferos no mesmo peso de radicais religiosos que não matam sequer uma mosca é algo bem estranho.
O Coran pode ser contextualizado pelo leitor (ou alguém acha que não estuda-se Corao no Ocidente? Aqui não é Gaza ou ruazinha do Hezzbolah não...), porém não em si. Já a Torah não ordena a conquista de todo plan, sequer do Oriente Médio, os profetas clamam arrependimento pra povos vizinhos e se for pra o Novo Testamento, tanto Jesus como Paulo proibem a matança até dos inimigos. Erros de grafia não requerem perdão, mas atentado contra o conteúdo prático da Bíblia sim. Como na questão palestina, pois são humanos preciosos como todos, ISSO NÃO JUSTIFICA QUE LUTEM PRA SER NAÇÃO ÀS CUSTAS DE JUDEUS, ÁRABES E OUTROS ISRAELENSES, QUANDO O QUE PREVALECE NOS MESMOS É A DELIBERAÇÃO DE DESTRUIÇÃO DO ESTADO DE ISRAEL E EXPULSÃO DOA JUDEUS DO ORIENTE MÉDIO, APOIADOS POR CRAPULAS FUNDAMENTALISTAS E ISLAMITAS.
Israel é um lugar maravilhoso para todos, mas precisa limitar com toda força aqueles que estão dispostos a torná-lo de novo em um circo de horrores.
Bíblia é documento sim também.
Agora é claro; negar é a alma do negócio. Só que os leitores deste Blog não estão na fila de otários, tapados, surdos, mudos e ignorantes manipuláveis e desesperados. Mas, diferente de mim, sempre vão pegar leve e ser amorosos. Iehouah os abençoe nisso também.

Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah יהוה The Liger disse...

Sim Hotovely: toda esta terra é nossa. (E mais um pouco sinda, se doa quem doer)

Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah יהוה The Liger disse...

Por favor!: me ofenda on-line ou pessoalmente, mas essas pessoas? " blogues de propaganda sionista como este (e há bem piores...)." - Diferente de mim, estes são seguidores da causa cristã dentro do melhor que é oferecido a todas as pessoas. Eles oram por paz, se preocupam com palestinos, muçulmanos, bons ou menos bons e todo pessoa que seja. Busque pessoas como eu pra ofender e esculhambar, fazer show e colocar palavras aqui e ali, mas tente respeitar seu co-cidadão. Infelizmente sua campanha de odio é visível, e previsível, pois é o único que está fissurado em inventar cenários e arrotar razões.

Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah יהוה The Liger disse...

Problema seu que não leve a Bíblia a sério. Não tenho nenhum interesse de mudar seu pensamento. Vivs à vontade com ele. Minha lição de casa tenho feito e continuarei a fazer, porém é certo que a Bíblia que toca a cada interessado é a mesma. Genesis 1:1 é a base inicial e suficiente, pois todo avanço ainda é escolha. A Net está cheia de análises boas e favoráveis, não há necessidade de subir pelas paredes. Não me defendo de suas colocações pois elas denunciam sua postura e cabe a quem me conhece pessoal e civilizadamente, me alisar e eu aproveitar as análises que chegam. Não comprometo cristãos ou judeus, mas isso também não lhe seja explicado. Quanto ao que sei ou deixo de saber, sua pessoa não vai ter chance nesta de vida de ser informado, por ninguém que me conheça e muito menos por mim. Sejam bons seus dias.

Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah יהוה The Liger disse...

e, mesmo assim, de entre as infindáveis traduções completadas até aos dias de hoje não existe nenhuma que seja unanimemente aceite como a melhor em todos os possíveis aspectos?)."
Qualquer estudo de literatura ou sinancol quanto à idiomas, responde isso. Vá estudar abençoado.

Anónimo disse...

Essa sua primeira frase revela tudo sobre as suas capacidades de compreensão daquilo que lê.

E o seu problema é mesmo esse: qualquer lixo que encontre pela Internet, desde que vá ao encontro das suas ideias pré-concebidas, você aceita sem pensar duas vezes, ao invés de ir procurar as análises de académicos reconhecidos.

Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah יהוה The Liger disse...

Blá e blá! "Vocês" . Aqui é um Blog com acessos internacionais e os cristãos tem diferentes endereços, bem como oposições grupais e individuais. Dentro de uma sinagoga e uma igreja, amiúde, também há variação de posições. Quem generaliza o quê? Aí está o ódio em quem tenta imputa-lo aos outros, diferente de...

Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah יהוה The Liger disse...

E é ou não verdade que a única coisa que vocês fazem é mostrar desprezo por todos os que não pensam da mesma forma? Será essa uma atitude cristã? Foi isso que Cristo ensinou?" - Que desprezo? Isso tudo é esforço pra defender um mórbido orgulho anti-bíblia? Ela tanto é vários documentos como um documento pois para o devido observador os vários estão relacionados entre si.

Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah יהוה The Liger disse...

Faça Genesis 1:1 ser diferente no que está escrito ao invés de enfileirar fatos alheios que, embora muitos de nós conheçamos, não faz mais do que ser um aplicativo de argumentação evasiva neste momento. Ainda assim, seja sempre bem vindo aos meios informativos livres de antissemitismo, antijudaismo e anti-sionismo.

Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah יהוה The Liger disse...

'É que talvez até nem saiba, mas a maioria dos judeus são ateus (sim, leu bem: são mesmo ateus, incluindo Benjamin Netanyahu, a maioria dos líderes do Likud, praticamente todos os primeiros-ministros e presidentes de Israel e, mais notavelmente, todos os fundadores do movimento sionista sem excepção)" : E Daí?
Judeus ateus não são robôs, sequer do ateísmo. E se eu for um ateu que acredita na veracidade bíblica? (E se não for?). Quem dorme e acordo comigo ou com outra pessoa para garantir suas crenças e conhecimentos? A natureza deste blog me dá o prazer de ser mais moderado do que o normal nas palavras. Vinde antissemitas. Há águas abundantes pra vocês também na Bíblia Sagrada judaico cristã?

Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah יהוה The Liger disse...

Para quem curte profecias, pelo que acompanho, parece que pessoas corajosas como elas tem um significado bem aguardado.

Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah יהוה The Liger disse...

, finalmente, visitei a terra: então aí vi, com os meus próprios olhos, coisas que me dissiparam toda e qualquer dúvida acerca da credibilidade e imparcialidade daquilo que lera;"
Que pena! Leu equivocado e enxergou mais equivocado ainda, pois milhares de visitantes, moradores, árabes e muçulmanos enxergam o contrário. Hilário!

Anónimo disse...

Acredita que Adão e Eva existiram mesmo e que o mundo foi criado há apenas 6000 anos?
Isso é ser um literalista, e é precisamente este tipo de interpretação da Bíblia que costuma estar associado ao fanatismo (e ao "sionismo cristão", principalmente nos meios protestantes evangélicos).
Nas igrejas "a sério" só os muito ignorantes podem crer no criacionismo, e mesmo esses não são fundamentalistas, têm apenas poucos estudos e não se metem nesse tipo de discussões.

Anónimo disse...

Olhe, se você não despreza os muçulmanos e os católicos então disfarça muito bem (ou exprime-se muito mal).

Sabe, é que os "cristãos a sério" (como os católicos, os ortodoxos ou até os protestantes mais tradicionais) não ignoram propositadamente aquilo que dizem os académicos altamente sapientes em assuntos bíblicos. Isso não é ser anti-bíblico, é ser sério e consciente.

Anónimo disse...

"No princípio, Deus criou os Céus e a Terra." Uma das possíveis traduções e interpretações de Génesis 1:1. Não vejo nada de mal, realmente; significa tão somente que Deus criou o universo. E onde é que eu disse o contrário?

Anónimo disse...

Um ateu que acredita na verdade bíblica? Essa é nova...

Não percebi se estava a tentar mostrar ironia, mas espero bem que sim. Se não estava, revela o grande problema de fanatismo envolvido no conflito israelo-árabe. Quem é ateu (logo, como é evidente, e até mesmo tautológico, nem sequer há-de acreditar na Bíblia) como pode justificar a ocupação de territórios com base na mesma Bíblia cuja inspiração divina rejeita?

Anónimo disse...

Duvido muito de que conheça alguma coisa do Zoroastrianismo, já que nem o próprio Judaísmo e o próprio Cristianismo mostra conhecer (já agora, vá perguntar a um judeu se ele acha que Judaísmo e Cristianismo são idênticos e veja bem a resposta que ele lhe dá). Como gosta de recomendar, olhe, vá ler um bocadinho (mas lá está, leia material de qualidade, escrito por autores de mérito reconhecido).

Assim de passagem, apenas lhe vou dizer que o Zoroastrianismo influenciou fortemente a religião israelita da altura do Segundo Templo; esta era na verdade constituída por vários movimentos que possuíam diferentes doutrinas, e uns foram mais influenciados do que outros; por exemplo, os saduceus rejeitaram todos os sincretismos mas os fariseus absorveram muitos elementos (estes fariseus foram os precursores do actual Judaísmo Rabínico e do Cristianismo, mas este último incorporou ainda mais elementos persas e gregos do que o primeiro, daí o Zoroastrianismo ser mais próximo do Cristianismo do que o próprio Judaísmo).

De resto, a verdade é que tudo aquilo que imputa ao Corão terá de imputar ao Antigo Testamento, portanto de tudo aquilo de que acusa os muçulmanos terá de acusar igualmente os judeus. É que eu já li ambos e posso afirmar com convicção que o Corão é muito menos violento (embora o Novo Testamento tenha sem dúvidas a melhor mensagem). O que é consistente com os factos históricos, pois é bem sabido que os judeus nunca foram um povo pacífico (muito longe disso; olhe, aliás, se reparar bem, os cristãos também nunca o foram, e ainda hoje continuam a não o ser!) e, se passam relativamente despercebidos neste aspecto, é porque quase sempre estiveram em clara minoria; isto não impede, claro está, que os muçulmanos moderados se demarquem dos fundamentalistas, assim como os judeus e cristãos moderados se demarcam também dos extremistas. Isto tudo para dizer que não só não pode julgar os muçulmanos como um todo somente olhando para os actos de uma minoria ínfima, como não pode também julgar a própria fé pela mesma medida; se o fizer terá de fazer o mesmo com o Judaísmo e o Cristianismo, pelas mesmas razões.

Quanto à luta dos palestinianos pela sua pátria, a questão é muito simples: eles estavam ali (este é um dado objectivo) e têm direito a continuar a estar (e os israelitas não têm o direito de o negar, pois a vastíssima maioria delas chegou ali depois); portanto são necessárias negociações para se chegar a uma paz estável. Ora, sucede que não podia ser mais evidente que os palestinianos têm demonstrado muito mais abertura do que os israelitas nesta matéria, pelo que os argumentos ad terrorem que apresenta e que ouve dos sionazis são inteiramente inválidos (e não chame o Hamas nem o Hezbollah para a conversa, que esses são grupos terroristas e inimigos da Autoridade Palestiniana).

P.S.: talvez gostasse de saber também, mas de acordo com os académicos a hipótese mais provável para o verdadeiro nome de Deus é Yahweh (ou, se preferir a versão aportuguesada, Javé).

Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah יהוה The Liger disse...

Deixe a Torah te falar que tu vai gostar

Anónimo disse...

O Pentateuco (prefiro chamar-lhe assim) não me fala porque eu não o sei ler. Por isso, deixo aqueles que o sabem fazerem-no por mim.
E esse é, na realidade, precisamente o seu problema: você não percebe rigorosamente nada daquilo que lá está escrito e como tal, como não poderia deixar de ser, sai sempre daí asneira da grossa.

Benaiah Cabral Ben Avraham Leiehouah יהוה The Liger disse...

Iehouah te abençoe, "irmão" de página. Não é correto responder suas afirmações nesta ou outra postagem porque por enquanto sua preferência é repetir declarações ao contrário ou imputar a qualquer um que lhe seja discordante sentido que a pessoa não declarou nas palavras dela. Além disso,
ênfase de suposta autoridade hegemonica em um planeta imaginário, bem como ridicularizaçao progressiva da opinião alheia. Não sou apenas eu que percebo essa sua postura, mas os predominantes aqui, tem por meta espiritual social a não retaliação e ausência de debates do estilo "vamos ver quem ganha". Vou evitar te envolver, para que os interessados tenham oportunidade de ser os colaboradores de Cristo em favor da sua salvação. Se nos conhecermos pessoalmente e você demonstrar educação, civilidade e boa vontade, podemos trocar ideias positivas sobre assuntos nos quais discordamos e aí é claro, cada com suas conclusões. Um abraço e boas leituras.