sábado, julho 05, 2014

TERRORISTAS CONTINUAM A TESTAR A PACIÊNCIA DE ISRAEL. ATÉ QUANDO?

Desrespeitando qualquer ideia de um "cessar-fogo", os terroristas da Faixa de Gaza continuam a disparar rockets contra o sul de Israel. Talvez estejam a puxar o elástico ao máximo para ver se Israel perde a cabeça, atraindo dessa forma a habitual e imbecil condenação internacional. O habitual...
Ainda ontem à noite o canal "Euronews" demonstrou a sua habitual tendência anti-Israel, quando, entre outras coisas, mencionou a morte do jovem palestiniano como "assassinato" pelos radicais judeus, ao passo que quando se referiram ao assassinato dos 3 adolescentes judeus, referiram-se à "morte" de 3 jovens judeus. 
Portanto, para o canal "Euronews", quando Israel mata um palestiniano, é um "assassinato". Quando porém os palestinianos assassinam judeus inocentes, trata-se de "morte". Tão simples como isto. Mas a "Euronews" não está só: há 2 dias, o "Jornal de Notícias" noticiava a situação no sul de Israel, com a seguinte manchete: "Israel bombardeia Gaza." Claro que a intenção é fazer pensar que Israel é sempre o "mau da fita". Só no final da notícia é que é referido o disparo de rockets contra Israel. Mas, obviamente, para a maioria dos leitores - muitos dos quais só lêem os títulos - a ideia que prevalece é a de que Israel é que é o vil criminoso em todo o conflito, e os palestinianos são as "pobres vítimas" indefesas.
Tal informação, além de nojenta é uma adulteração da verdadeira ética jornalística que se deveria esperar dos órgãos de comunicação social. Mas esses, tal como é sobejamente sabido, cumprem um único objectivo: promover a mentira palestiniana e defender os interesses materiais relacionados com o petróleo árabe. Convém não esquecer que há muitos petrodólares investidos nos órgãos de comunicação social pelo mundo fora...

ROCKETS CONTINUAM SENDO DISPARADOS CONTRA O SUL DE ISRAEL
Pela primeira vez neste conflito actual, os terroristas de Gaza apontaram os seus foguetes contra a cidade bíblica de Berseba, tendo no início desta noite disparado 2 rockets contra esta cidade - a maior do sul de Israel, com uma população maioritariamente árabe. Um dos rockets foi interceptado pelo sistema de defesa "Iron Dome."
Já esta manhã rockets foram disparados contra a cidade israelita de Ofakim, tendo um deles sido interceptado pelo "Iron Dome". Os outros caíram em espaços abertos.
No total, só no dia de hoje, foram disparados 14 rockets contra o sul de Israel.
A aviação israelita atacou esta manhã 3 alvos terroristas perto da cidade de Rafah. 

ATÉ QUANDO ISRAEL VAI AGUENTAR?
Apesar da extraordinária política de contenção do governo de Israel, nem todos os ministros estão de acordo. Alguns sugerem uma resposta dura ao Hamas. 
É uma situação muito complexa e nada fácil, tanto mais que um pouco por todo o lado têm havido violentas manifestações de palestinianos relacionadas com a morte de um jovem palestiniano de 16 anos, cujo corpo foi encontrado numa floresta perto de Jerusalém, e que terá alegadamente sido assassinado por extremistas judeus como vingança pelo assassinato dos 3 jovens israelitas. 
Não está ainda provada a autoria deste bárbaro crime contra o palestiniano que, segundo a autópsia, foi queimado ainda vivo pelos seus raptores.
A continuar a chuva de rockets contra o sul de Israel, poderemos ver um dia uma tragédia humana do lado israelita. Deus queira que não. Mas, a acontecer, Israel vai certamente avançar e em força, independentemente das habituais e viciosas condenações internacionais.
Shalom, Israel!

3 comentários:

Olga disse...

Shalom! Eu estou muito triste com a morte dos jovens israelenses, mas achei um crime bárbaro também a morte do jovem palestino. Fiquei pensando em Acã e em sua capa. Não sei se vocês me entendem, mas não acho justo que por conta de um ato de um homem toda a nação seja punida, isto é, se foi mesmo um israelense que cometeu este crime contra o jovem palestino, pois pode ser mais um ato terrorista para culpar Israel e tirar o foco do assassinato dos três jovens. Eu admiro a nação de Israel e sua justiça, seu equilíbrio. Embora aja excesso, muitas vezes, de ambos os lados, Israel tem que dá exemplo, não importa o que diga o mundo, Israel é um Estado livre e não um Estado terrorista!
Salmos 124
1 Se não fora o Senhor, que esteve ao nosso lado, ora diga Israel;
2 Se não fora o Senhor, que esteve ao nosso lado, quando os homens se levantaram contra nós,
3 Eles então nos teriam engolido vivos, quando a sua ira se acendeu contra nós.
4 Então as águas teriam transbordado sobre nós, e a corrente teria passado sobre a nossa alma;
5 Então as águas altivas teriam passado sobre a nossa alma;
6 Bendito seja o Senhor, que não nos deu por presa aos seus dentes.
7 A nossa alma escapou, como um pássaro do laço dos passarinheiros; o laço quebrou-se, e nós escapamos.
8 O nosso socorro está no nome do Senhor, que fez o céu e a terra.
Ebenezer! Shalom!
Olga

Soberano Senhor Iehouah Elohim disse...

Shalom/paz. Ótima cobertura do assunto, por sinal imparcial e equilibrada. Me estarrece que brilhantes intelectuais e artistas brasileiros promovam a fobia antiisrael e antijudeu, amiúde com apoio de judeus que tentam se dissociar do sionismo ou do sionismo nacionalista, quando na realidade, em qualquer definiçao um judeu pode ser ateu - é bíblico - mas nunca antiisrael. Seja abençoado seu trabalho e - lógico - assim sou acolhido pela figura do Cristo - jamais Maomé, pois fatos são legados.

Soberano Senhor Iehouah Elohim disse...

Israel, hoje, é oficialmente um estado laico onde predomina o judaísmo. Em fato Israel é uma nação judaica que se propõe a conviver com mais de 60 forças sociais poderosas, entre elas o cristianismo e islamismo. Mas também há a o laicisismo e liberdades pessoais modernissimas. Em nenhuma delas é sustentável a tortura e assassinato de um oponente, quanto mais FORA DE AÇÃO DE ATAQUE OU VIABILIDADE DO MESMO (NOTE-SE QUE CONTRA JUDEUS SÃO ENVIADAS CRIANÇAS E IDOSOS BOMBA - DE FATO - PELO MUNDO INTEIRO.). A tragedia do assassinato de Abu Khdair é passível de punição como crime público e Israel jamais faltou com a sua população árabe israelense - pelo contrário e eles são os primeiros a querer a soberania israelense, fora os antiisrael e ou apoiadores da questão palestina. Não há atrocidades contra palestinos - antes uma imprensa tendenciosa desinformando multidões em favor de inimigos globais do povo judeu territorial, político, tribal e ideológico, quando não também do religioso. Um exame minucioso da história humana, oriental, árabe e judaica mostra que existem árabes em Gaza e Cisjordânia, que se denominam palestinos após uma contra-manobra histórica de destruiçao do judeu no oriente-médio. Choram e gritam com uma face enquanto ameaçam e riem com a outra. Israel está errado em ponderar dois estados ali e também em não controlar de vez Gaza e Cisjordânia com postos militares internos, revista sistemática pró-desarmamento em todas propriedades e penas inflexiveis restrições a toda liderança terrorista ou a favor do terrorismo. Os ditos palestinos devem ser livres para serem cidadãos israelenses ou árabes rejeitados pelas nações que os recrutaram (década de 20 e 30, 1948 e 1967), hospedados sobre Governo Israelense e cooperadores do mesmo. Contra isso, o que toda nação sensata faz com o que quer e tenta destruila? Vasculhemos a história e o que o 'mundialismo' quer que Israel faça NUNCA FOI FEITO E NÃO É FEITO POR NENHUMA NAÇÃO OU POVO VIVOS. Judeu contra Israel dói. Os Tibetanos aceitaram - a contra gosto - o domínio da China pois Dalai Lama os proíbe de matar, mas não perdem identidade e realidade. O palestino que não é diferente do árabe israelense tem que inventar uma identidade e através de um mundo - naturalmente alergico da legitima Torah - forçar Israel e judeus a aceitarem? Agora vendo judeus em tibetanos, estes aceitam morar pelo Planeta Terra pra serem massacrados e perseguidos entre todos os povos e ao fazer a única opção lógica - sua terra, seu Tibet - tem que ser externinados dali ou acoleirados por gigantes árabes e suas consequências, expulsas de seus campos da morte e hipocrisia política e acolhidos em Gaza e Cisjordânia pelos judeus que tentaram vitimar. Que Reino ou Nação cristã já foi tão misericordiosa e justa como o antigo e o novo Israel? E islâmica? Salvo Tibet, Dinamarca, e Aborigenes não se vê exemplos globais.