terça-feira, fevereiro 11, 2014

OS PALESTINIANOS TAMBÉM QUEREM O MURO DAS LAMENTAÇÕES...

Nada módicos, os inimigos de Israel! Agora já vêm exigir a totalidade da Cidade velha de Jerusalém!
Um representante da Autoridade Palestiniana confirmou a exigência dos palestinianos em terem todo o território liberado por Israel em 1967, incluindo a totalidade da Cidade velha de Jerusalém e do próprio Kotel, o Muro Ocidental, conhecido como Muro das Lamentações!

Em entrevista ao "Canal 10", Mahmoud al-Habbash, ministro palestiniano para os Lugares Sagrados, afirmou que "não haverá paz até ao fim da ocupação israelita que se iniciou em 1967. Cada porção de terra que Israel conquistou então pertence aos palestinianos. Isso inclui Jerusalém, a mesquita Al-Aqsa e o Muro ocidental."
Questionado sobre o que aconteceria se os judeus quisessem orar junto ao Muro, o ministro palestiniano respondeu: "Serão bem-vindos, não haverá problema. Não haverá limitações à liberdade religiosa. Cerimónias religiosas são uma coisa, políticas, são outra."

A REALIDADE DA "LIBERDADE RELIGIOSA PALESTINIANA"...
Mas a realidade é outra. E essa não engana. Segundo os acordos de Oslo, os israelitas deveriam ter livre acesso a vários locais religiosos judaicos que estão sob administração palestiniana na Judéia e na Samaria. A realidade, contudo, é que os judeus são praticamente impedidos de ter acesso a esses lugares, incluindo o túmulo de José em Siquém e o túmulo de Josué em Kifi Hares. É muito difícil os judeus conseguirem chegar a estes lugares e apenas sob restrições muito apertadas. Vários judeus já foram mortos na região do túmulo de José, incluindo um rabino.

Os inimigos de Israel nunca foram sinceros nas suas afirmações ou promessas. O alvo único deles é a completa expulsão dos judeus de todo o território de Israel e da sua Capital eterna.

Vez após vez temos insistido que o grande conflito iniciar-se-à não por causa do território da Judéia e Samaria, mas por causa da posse de Jerusalém. E sobre isso o profeta Zacarias já se pronunciou há mais de 2.500 anos: ai daqueles que "mexerem" na questão de Jerusalém. Será para eles uma "pedra pesada" e um "cálice de tontear"...
Shalom, Israel!

segunda-feira, fevereiro 10, 2014

JUDEUS FRANCESES EMIGRAM PARA ISRAEL DEVIDO AO CRESCENTE ANTI-SEMITISMO EM FRANÇA

Ninguém tem dúvida de que com o preocupante crescimento dos partidos de direita e extrema direita na Europa, o anti-semitismo acaba por acompanhar esta tendência para crescer. 
Recentemente, em Paris, uma manifestação cujo objectivo era protestar contra as políticas económicas do presidente François Hollande acabou por se tornar numa manifestação anti-semita, com cerca de 17 mil manifestantes gritando: "Judeus: fora da França!"

Não só esse inquietante problema mas também o crescimento do Islão em França tem levado a que muitos judeus comecem a ponderar seriamente abandonarem o país onde viveram durante gerações e onde muitos nasceram, para emigrarem até à Terra que é deles de direito: Israel.
A família Tibi é um exemplo disso: o pai da família, com 44 anos e pai de 5 filhos, dentista de profissão, próspero e vivendo numa região nobre de Paris, o bairro Vincennes, casado com uma médica, sendo ele mesmo um membro destacado da comunidade judaica em Paris, está preparando as malas para partir para Israel no início de Julho próximo.

MILHARES PONDERAM SAIR PARA ISRAEL
E esta família não está só: há milhares de judeus franceses decidindo seguir este exemplo, comprando um bilhete só de ida para Israel. 
"Se os meus filhos quiserem viver a sua plena identidade judaica, o seu futuro está em Israel e não na França" - afirmou Tibi, numa entrevista dada no seu escritório, num prédio rodeado de lojas e restaurante kosher. E acrescentou: "Muitos judeus acham o mesmo. Há um desejo generalizado de partir."
A emigração de judeus para Israel tem estado recentemente a diminuir, chegando até a estagnar. A França é no entanto uma excepção. Só no ano passado, 3.270 judeus abandonaram a França e partiram para refazer as suas vidas em Israel, um aumento de 63% em comparação ao ano anterior.
A Agência Judaica prevê que o número de judeus franceses a emigrarem para Israel possa chegar aos 5 mil só no início deste ano, provocando uma alteração histórica na demografia judaica na Europa, e especialmente em França, onde até agora tem vivido a maior comunidade judaica na Europa.

VÁRIAS RAZÕES
Vários factores têm contribuído para estas saídas de França. Em primeiro lugar, há as questões familiares, uma vez que a maior parte dos judeus franceses são sefarditas e têm familiares já a viver em Israel. Depois, há as razões económicas, uma vez que em França o desemprego não pára de subir, tendo já atingido os 11%, enquanto em Israel se mantém nos 6%.
Mas o factor principal será mesmo o crescente anti-semitismo que cada vez mais se vai sentindo em França. Não só o atentado de 2012 que causou a morte de 2 judeus em Toulouse, mas a imposição de normas de segurança que gera altos níveis de intranquilidade nas crianças judias que frequentam as escolas, tendo de ser minuciosamente revistadas para poderem ter acesso às mesmas. O mesmo acontece a quem frequenta as sinagogas. 
Dieudonne, o controverso artista anti-semita
Aquilo que mais preocupa Tibi é a ausência de resposta por parte dos franceses: "No passado, tínhamos um milhão de franceses nas ruas a clamar contra o anti-semitismo. Agora temos 3 milhões no facebook e no twitter a darem apoio a Dieudonne" - afirmou, referindo-se ao polémico cómico francês que se tem destacado pelo seu discurso anti-semita.
Israel tem-se preparado burocraticamente para receber este novo "aliyah" (retorno) de judeus vindos de França. Isso representa a edição de documentos em francês, e outros detalhes, para facilitar a integração destes filhos de Israel na sociedade do país. 
Segundo os cálculos e previsões, cerca de 30.000 judeus franceses poderão emigrar para Israel só nos próximos dois anos. 
Apesar de nem todos os judeus em França pensarem da mesma forma, e de alguns se queixarem das dificuldades de integração em Israel - como é o caso dos jovens que têm de obrigatoriamente servir o exército israelita - Tibi acredita mesmo assim que cerca de 8 mil judeus franceses poderão anualmente partir para Israel. 
Shalom, Israel!

sábado, fevereiro 08, 2014

HITLER - O ANTI-CRISTO, O SEU ÓDIO À BÍBLIA E AO JESUS "JUDEU", E O SEU PROJECTO PARA A DESTRUIÇÃO DA IGREJA CRISTÃ





Este video mostra e prova de forma inequívoca como o líder nazi alemão, Adolf Hitler, tentou criar uma nova religião centralizada nele como "deus" e "salvador e senhor", criando a sua própria "bíblia" e hinos, e formando uma nova "igreja", a "Igreja Reich", com os seus próprios mandamentos e orações.
Não só era o plano de Hitler destruir todos os judeus, mas também a destruição do próprio cristianismo, através da criação de um sistema anti-cristão.
Veja o video completo. Você vai ter dificuldade em acreditar que isto tenha realmente acontecido, mas é a pura e comprovada verdade, e o pior é que tudo se repetirá, mas ainda com dimensões maiores!
A revelação do Apocalipse diz que quando o Anticristo vir que não conseguiu destruir Israel, ele então irá voltar-se em fúria para destruir a Igreja - os descendentes da mulher: "E o dragão (Satanás) irou-se contra a mulher (Israel), e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo (a Igreja verdadeira)." - Apocalipse 12:17.
Estejamos alerta e preparados!
Shalom!

sexta-feira, fevereiro 07, 2014

"ALÁ DEU ISRAEL AOS JUDEUS. NÃO EXISTE PALESTINA NO CORÃO"

Alá prometeu Israel aos judeus - assim afirma o sheikh Ahmad Adwan, um professor muçulmano que vive na Jordânia, que declarou recentemente na sua página no facebook que a "Palestina" não existe.
O blogueiro "Elder of Ziyon" traduziu fontes noticiosas árabes que comentaram as afirmações de Adwan no passado Sábado, segundo as quais ele cita o Corão - livro sagrado dos muçulmanos - e onde alegadamente diz que Alá designou Israel aos judeus até ao dia do juízo final (Sura 5, verso 21), e que os judeus são os herdeiros de Israel (Sura 26, verso 59).
"Digo àqueles que distorcem...o Corão; de onde é que vocês foram buscar o nome Palestina, seus mentirosos, seus amaldiçoados, quando Alá já lhe deu o nome de "Terra Santa" e deu-a em testamento aos Filhos de Israel até ao dia do Juízo Final?" - protestou Adwan - "Não existe nada de "Palestina" no Corão."
"A vossa reivindicação da Terra de Israel é uma falsidade e constitui um ataque ao Corão, aos judeus e à sua terra. Por isso não ireis ser bem sucedidos, e Alá não vos irá atender, antes vos humilhará, porque Alá é aquele que os protege" - avisou Adwan.
O sheik teve ainda outras palavras duras contra os "palestinianos", apelidando-os de "assassinos de crianças, idosos e mulheres" ao utilizá-los como escudos humanos de forma a acusar falsamente os judeus de os atacarem. O sheik relatou ter visto a mesma táctica utilizada por "palestinianos" contra o exército jordano nos anos 70.
"Este é o hábito e prática deles, uma crueldade, tendo corações de pedra para com os seus filhos, e mentindo à opinião pública para obter o seu apoio" - declarou Adwan.
Adwan tinha afirmado já anteriormente que o seu apoio ao povo judeu "vem do meu reconhecimento da sua soberania sobre a sua terra e da minha crença no Corão que nos diz e enfatiza em várias partes, como nesta sua (Alá) declaração: "Ó povo (i.e. os filhos de Israel), entrai na Terra Santa que Alá vos tem destinado." (Sura 5, verso 21).
Segundo Adwan, os judeus são um povo pacífico: "Se eles forem atacados, defendem-se, causando o menos possível de estragos aos atacantes. É para eles uma honra Alá tê-los escolhido sobre os mundos - significando sobre os povos e sobre os Jinns (criaturas espirituais) até ao Dia do Julgamento...Quando Alá os escolheu, fê-lo pela sua amabilidade, e não foi injusto para com outros povos; é só que eles (os judeus) mereceram isso."
Shalom, Israel!

quinta-feira, fevereiro 06, 2014

RABINOS AMEAÇAM KERRY COM "IRA DIVINA"

Nada satisfeitos com a "traição americana" tele-comandada por Obama e "empurrada" pelo secretário de estado John Kerry, um grupo de rabinos de Israel denominado "Rabinos do Comité para Salvar a Terra e o Povo de Israel" enviaram uma carta a John Kerry no passado Domingo, avisando-o que pare com o seu "antagonismo" contra Israel.
Os rabinos censuraram asperamente Kerry pelo seu plano de estabelecer uma capital árabe em Jerusalém para a Autoridade Palestiniana e por querer que Israel recue para as fronteiras anteriores a 1949. No passado Sábado, Kerry ameaçou Israel com um boicote internacional no caso de as conversações falharem, além de insinuações ameaçadoras de uma "Terceira Intifada" feitas já anteriormente.
"Os seus incessantes esforços para expropriar partes integrais da nossa Terra Santa para entregá-las à gangue terrorista do Abbas significam uma declaração de guerra contra o Criador e Governador do Universo. Pois Deus designou toda a Terra de Israel aos nossos ancestrais Abraão, Isaque e Jacob, de forma a que a deixassem em legado, como herança eterna aos seus descendentes, o povo judeu, até ao término dos tempos" - assim reza o início da carta escrita pelos rabinos.

ORAÇÕES CONTRA O PROCESSO DE PAZ

Já há uma semana atrás milhares de judeus reuniram-se junto ao Muro para orarem contra o chamado "decreto Kerry."



AMEAÇAS À SEGURANÇA DE ISRAEL
Alertando sobre a iminente ameaça à segurança que os planos de Kerry traria aos israelitas, e mencionando o exemplo de Gaza que se transformou numa autêntica "rampa de lançamento" de rockets, os rabinos criticaram o plano por este representar a "imediata retirada de 20% dos judeus actualmente vivendo produtivamente na Judeia, Samaria e no vale do Jordão."
A carta afirma ainda que o plano de Kerry "forçaria dezenas de milhar de judeus a serem retirados à força de suas casas e bens, arruinando-os financeira, económica e psicologicamente, tal como aconteceu com os que foram expulsos dos prósperos aldeamentos em Gaza, estando ainda a maior parte deles sofrendo desses traumas."

A MALDIÇÃO CAIRÁ SOBRE OS INIMIGOS DE ISRAEL
Citando a História judaica, a carta declara a Kerry: "Se continuar neste caminho destrutivo, irá assegurar a sua desgraça eterna na História judaica, por ter trazido calamidade sobre o povo judeu - tal como Nabucodonozor e Tito, que destruíram o primeiro e o segundo Grande Templo e toda a Cidade santa de Jerusalém e que, por punição divina, trouxeram desastre sobre eles próprios também."
E a carta ameaça: "Pelo poder da nossa Santa Torá, nós o advertimos a que cesse imediatamente todos os esforços para levar a cabo esses acordos desastrosos - de forma a evitar uma severa punição divina sobre todos os envolvidos."
A carta terminou com uma referência ao próximo feriado judaico da Festa do Purim, em que o Livro de Ester relata os planos genocidas de Hamã contra o povo judeu, mas que se voltaram contra ele, acabando enforcado com a mesma corda que havia preparado para Mardoqueu, o judeu. 

ARROGÂNCIA AMERICANA
O arrogante John Kerry, entretanto, já se pronunciou contra as críticas e ameaças israelitas, afirmando que "não se deixará intimidar" e que "já foi atacado com balas no passado, por isso não será intimidado por palavras."
As "maldições rabínicas" valem o que valem, mas a verdade é que quando o recém falecido ex-primeiro-ministro Ariel Sharon mandou retirar à força os "colonos" judeus da Faixa de Gaza, os rabinos rogaram uma maldição sobre ele, e passado muito pouco tempo Sharon entrou num coma irreversível que durou até à sua morte.
Pessoalmente, não queria estar na pele de John Kerry, muito menos na do Obama...
Shalom, Israel!


terça-feira, fevereiro 04, 2014

ISRAEL CONSEGUIRÁ SOBREVIVER SEM UM ACORDO DE PAZ

Apesar da insistente persuasão ameaçadora de John Kerry - o mandatário norte-americano para o "processo de paz" entre palestinianos e israelitas - Israel conseguirá sobreviver mesmo que tal  acordo não seja assinado.
Essa é pelo menos a opinião de Moshe Ya'alon, o ministro da Defesa de Israel. Segundo as suas declarações divulgadas anteontem, apesar de o governo de Israel desejar que haja um acordo final com os palestinianos, se essa perspectiva se gorar, Israel saberá lidar com a situação.
Estes comentários de Ya'alon foram vistos como uma resposta directa às declarações feitas por John Kerry no passado Sábado, na reunião sobre segurança realizada em Munique. Nessas declarações Kerry disse que Israel estaria em apuros caso as presentes conversações falhassem.
"Este presente status quo, digo-vos com absoluta certeza, a 100%, não pode ser mantido. Não é sustentável. É ilusório. Há uma prosperidade momentânea, há uma paz momentânea" - afirmou Kerry.
Ya'alon desmentiu que o cerne do problema fossem os "colonatos", ou a presença de judeus na Judeia e Samaria: "Os aldeamentos não são o obstáculo para a paz" - afirmou o ministro, continuando: "Eles constituem menos de cinco por cento do território na arena palestiniana."
Ya'alon apontou para a recusa da Autoridade Palestiniana em permitir que os judeus continuem a viver num futuro estado palestiniano como uma evidência das suas reais intenções: "Temos árabes vivendo lado a lado connosco na Galileia, em Jaffa e em Acre - e não lhes negamos esse direito. Por que é que a liderança palestiniana insiste em ter um território sem a presença de judeus?" - questionou Ya'alon.
Quando questionado sobre se o seu governo estava preparado ou não para desenraizar aldeamentos judaicos, Ya'alon disse que não "santifica" nenhum pedaço de terra, mas insistiu que a pergunta mais importante era se a liderança palestiniana iria ou não alguma vez reconhecer "o nosso direito a existir como estado nação do povo judeu, desistir do direito de retorno dos refugiados palestinianos e assumir as nossas necessidades de segurança."
E, conquanto espere que tudo isto dê certo, "Se não, nós sobreviveremos." - afirmou o ministro confiante.
Assim seja, Israel!
Shalom, Israel!

segunda-feira, fevereiro 03, 2014

PALESTINIANOS NÃO RECONHECEM ESTADO JUDAICO

Na sua entrevista concedida ao diário norte-americano The New York Times hoje publicada, o líder palestiniano Mahmoud Abbas afirmou não estar preparado para reconhecer um "estado judaico".
O primeiro-ministro Netanyahu reagiu imediatamente, declarando ser assim impossível haver um acordo nas negociações entre palestinianos e israelitas, uma vez que Abbas sabe muito bem que essa é uma das cláusulas do possível acordo.
Netanyahu fez entretanto um apelo ao mundo inteiro para que pressione Abbas a tomar a histórica decisão de reconhecer Israel como o estado judaico. E com razão. 
"Veremos agora se esses mesmos actores internacionais que até agora só puseram a pressão sobre Israel vão tornar claro à Autoridade Palestiniana o que acontecerá exactamente aos palestinianos se não se chegar a um acordo" - afirmou Netanyahu. 
É óbvio que isto revela a pouca ou nenhuma vontade séria dos palestinianos de chegarem a qualquer tipo de acordo com Israel. É o habitual, a mesma história de sempre. 
O absurdo de tudo isto é que os palestinianos querem que Israel reconheça um estado chamado "Palestina", mas não estão dispostos a reconhecer um estado chamado "Israel" como estado do povo judeu...
Sem mais comentários.
Shalom, Israel!

sexta-feira, janeiro 31, 2014

A CORAGEM DA ACTRIZ SCARLETT JOHANSSON FACE À HIPOCRISIA DA OXFAM

Filha de uma combinação de pai dinamarquês cristão e mãe judia norte-americana, a famosa actriz Scarlett Johansson teve a admirável coragem de combater a política anti-semita da Oxfam, decidindo cancelar o seu papel de "embaixadora mundial" da organização ao fim de oito anos, alegando "diferenças fundamentais de opinião."
E tudo por causa de uma empresa israelita de fabrico e comercialização de refrigerantes SodaStream, que Scarlett vai representar num anúncio durante a grande final desportiva norte-americana "Super Bowl" a realizar no próximo Domingo.
Esta empresa israelita em rápido crescimento tem uma das suas fábricas num aldeamento judaico na chamada "Margem Ocidental", que os palestinianos reclamam como sendo território seu.
A decisão da organização de "solidariedade" Oxfam tem a ver exactamente com isso. Num recente comunicado, esta organização que prima pelo "politicamente correcto" (entenda-se: "palestinamente" correcto...), comunicou o seu desagrado com os seguintes dizeres: "A Oxfam acredita que negócios como os da SodaStream, que funcionam em colonatos, aumentam a pobreza e negam os direitos das comunidades palestinianas para as quais trabalhamos dando o nosso apoio."
Diferente foi a posição da actriz norte-americana, que defendeu a empresa SodaStream como "uma ponte construtiva" entre israelitas e palestinianos, assinalando que a empresa emprega palestinianos, tratando-os com as mesmas regalias que os outros.
As instalações da fábrica da SodaStream em causa estão na povoação árabe de Ma'ale Adumin, com cerca de 40 mil habitantes, sob administração da Autoridade Palestiniana a uns 10 quilómetros de Jerusalém. 
Na zona industrial onde a fábrica de refrigerantes está instalada existem outras 230 instalações industriais e comerciais. 

FONTE DE EMPREGO PARA PALESTINIANOS
900 PALESTINIANOS TRABALHAM NA SODASTREAM
A hipócrita e condenável atitude da Oxfam não tem certamente em conta os 22% de desempregados palestinianos residentes na chamada "Margem Ocidental" - Judéia e Samaria.
A Oxfam tenta ignorar que a empresa israelita emprega 900 funcionários palestinianos de Jerusalém oriental e da Judeia, fazendo desta indústria israelita uma das maiores empregadoras de palestinianos em todo o Israel. 
Apesar da pressão para fechar a fábrica e construir outra dentro de território israelita, o CEO da empresa "teima" em manter a mesma, alegando que trata os funcionários palestinianos da mesma forma que quaisquer outros e não entendendo como é que o fecho da fábrica iria contribuir positivamente para a causa palestiniana. 
Mas isso a Oxfam não consegue ver. O seu já conhecido anti-semitismo impede-a de perceber que mandar 900 palestinianos - muitos deles chefes de família - para o desemprego é criar mais miséria e acrescentar mais turbulência àquela já demasiado volátil região...

HIPOCRISIA EUROPEIA
Mas a Oxfam não está sozinha. Cresce por toda a Europa o boicote aos produtos israelitas oriundos dos chamados "territórios ocupados". O que é revoltante nesta política hipócrita europeia é que os mesmos que a propagam ficam silenciosos quanto à importação de toneladas e toneladas de produtos fabricados na China, Índia, etc., muitos deles produzidos por crianças e em regiões onde os direitos humanos não são mais que uma miragem. Para isso a Europa fecha os olhos, mas para produtos vindos da Terra de Israel, fruto do labor de palestinianos a quem Israel dá emprego, há uma condenação e políticas de boicote.
Dois pesos e duas medidas, algo condenável pela Lei divina, e que acarretará certamente as suas consequências.
A Oxfam alega que se "opõe a todas as trocas comerciais oriundas dos colonatos israelitas, os quais são ilegais sob a lei internacional." Pergunta-se então: e as trocas comerciais com produtos oriundos de países que desrespeitam os direitos humanos, nomeadamente fazendo uso do trabalho escravo infantil?

SODASTREAM ACABA GANHANDO POPULARIDADE
Quem ficou a ganhar com esta decisão foi a própria empresa SodaStream, que acabou por ganhar a admiração de muitos e a atenção do mundo inteiro, uma vez que uma das mais prestigiadas actrizes de Hollywood é agora a sua "embaixadora."
A empresa fabrica máquinas e sistemas caseiros para a produção e dispensação do refrigerante. Com o anúncio feito com Scarlett Johansson no próximo Domingo durante a final desportiva mais vista pelos americanos, é natural que a empresa consiga uma maior penetração naquele mercado, tal como já tem conseguido em algumas partes do mercado europeu.
O Congresso Mundial Judaico já expressou ontem o seu louvor à actriz americana, pela sua "franca defesa da cooperação económica entre israelitas e palestinianos."
A organização internacional judaica afirmou que a actriz é "um modelo para outros, confrontados pela insidiosa pressão anti-israelita."
Shalom, Israel!


quinta-feira, janeiro 30, 2014

JUDEUS MESSIÂNICOS GANHAM RECONHECIMENTO LEGAL EM ISRAEL

Os judeus messiânicos (Judeus que reconhecem Jesus como Messias) acabam de ganhar mais uma batalha para a conquista do seu reconhecimento legal em Israel.
O Supremo Tribunal de Justiça de Israel acaba de deliberar que uma assembleia messiânica em Jerusalém deve receber a mesma isenção de impostos que uma sinagoga.
A batalha jurídica remonta ao ano 2010, quando alguns membros ultra-ortodoxos do Knesset passaram uma lei isentando as sinagogas de qualquer pagamento de impostos. Alguns juristas do Instituto para a Justiça de Jerusalém (JIJ), fizeram então uma petição ao Tribunal Supremo para que este também isentasse do pagamento de impostos uma congregação messiânica na Cidade de Jerusalém. E ganharam.
Esta decisão é significativa, uma vez que permite isenção de taxas para todo o espaço utilizado pela congregação messiânica, e que inclui o salão para reuniões, um centro para a reabilitação de drogados, salas para actividades infantis e juvenis, gabinetes pastorais, e espaço para distribuição de roupas em segunda mão.
Segundo informações prestadas pelo JIJ, visto que o caso se iniciou em 2010, congregações que agora reivindiquem a isenção, poderão receber as taxas municipais retroactivas pagas nestes 3 últimos anos.
O Instituto para a Justiça de Jerusalém está agora incentivando todas as congregações messiânicas que estejam pagando taxas municipais a pedirem isenção das mesmas junto das respectivas autarquias. Este novo regulamento proporcionará dezenas de milhar de shekels anuais às congregações messiânicas - dinheiro que poderão utilizar para outros objectivos bem mais espirituais.

OPOSIÇÃO
Mas como toda a nova lei que é aprovada, vem agora a sua aplicação "no terreno", e obviamente já surgiu oposição.
Os israelitas seculares, cansados das corrupções e escândalos envolvendo rabinos e organizações religiosas nestes últimos anos não estão nada satisfeitos que as sinagogas não tenham de participar também nos gastos municipais, através do pagamento de taxas. Muitos acham até que os judeus religiosos são um fardo desnecessário para o atribulado sistema social israelita.
Existem por isso propostas em cima da mesa para a anulação pura e simples dessa isenção de taxas permitida às sinagogas. E ela tem já a aprovação do actual Ministro das Finanças, Yair Lapid, que teve um forte apoio dos judeus messiânicos jovens quando da sua eleição para o governo. Neste momento porém, e pela primeira vez na História, os messiânicos colocam-se do mesmo lado dos ortodoxos, uma vez que ambos os grupos querem a isenção de taxas para os seus lugares de culto. 
Na sua decisão de conceder aos messiânicos total isenção de taxas municipais, a Comissão de Apelação do Tribunal Supremo referiu-se a esta congregação de Jerusalém especificamente como "uma organização judaico-messiânica sem fins lucrativos que providencia um santuário de oração para todos os seus membros." A congregação messiânica não foi classificada como Igreja pelo tribunal, muito menos como sinagoga.
Shalom, Israel!

quarta-feira, janeiro 29, 2014

PLANO AMERICANO "FORÇA" DIVISÃO DE JERUSALÉM

Caindo cada vez mais em desgraça e em descrédito, a administração de Barack Hussein Obama está a cavar a sua própria sepultura, agora que foi desvendado o plano norte-americano para a paz no Médio Oriente. 
O secretário de estado norte-americano John Kerry, que desde há seis meses tem andado num constante rodopio entre Washington e Jerusalém, está prestes a revelar o plano americano para o processo de paz entre israelitas e palestinianos. 
O CUMPRIMENTO DO TRAIDOR AMERICANO
O plano acaba de ser revelado pelo colunista do New York Times Thomas Friedman, um jornalista próximo à administração norte-americana. 
"Depois de deixar que as duas partes andassem às turras durante seis meses sem proveito algum, Kerry está agora planeando apresentar uma estrutura americana que estabelecerá aquilo que Washington considera ser o âmago das concessões que israelitas e palestinianos terão de fazer para um acordo justo e duradoiro" - escreveu Friedman na edição de ontem.
Tal como o colunista explica, o plano dos EUA contempla Israel a retirar-se da Judéia e da Samaria em fases, mas não de 100% do território. Grandes aldeamentos judaicos seriam deixados intactos e debaixo da soberania israelita, e Israel compensá-los-ia entregando partes do seu território à Autoridade Palestiniana.
Jerusalém seria dividida, e a parte oriental da cidade reconhecida como capital da "Palestina."
Em relação ao reconhecimento, Israel seria explicitamente reconhecido como o estado nacional para o povo judeu.
A proposta não abrange a entrada em massa em Israel dos assim-chamados "refugiados palestinianos."

PROPOSTA IMPOSSÍVEL
Para quem está familiarizado com o conflito, como Friedman pretende ser, tanto a proposta como o apoio à mesma são frustrantes.
Pergunta-se: quantas vezes é que o líder palestiniano Mahmoud Abbas terá de rejeitar as noções do reconhecimento de um estado judeu ou de abandonar o "direito de retorno" palestiniano para que a América finalmente o leve a sério?
Abbas tem firmado o seu legado político sobre a promessa de um "direito ao retorno" para os palestinianos, e tem sido tão inflexível em nunca chamar Israel de "estado judaico", que é de certa forma insensato alguém esperar que ele agora vá mudar a sua mente quanto a este assunto. 
E esses não são os únicos obstáculos insuperáveis. 

HAMAS À ESPREITA
Kerry e Friedman parecem estar a esquecer o Hamas, que ontem mesmo fez uma declaração pública em que nunca aceitaria uma "solução dois estados" nem entregaria "um só centímetro da terra da Palestina" que o grupo considera incluir a totalidade da Terra de Israel.
Estas posições extremistas do Hamas não podem ser ignoradas, uma vez que o grupo já demonstrou a sua capacidade de ganhar as eleições palestinianas e ascender às mais elevadas posições do poder, seja através de processos democráticos ou pela força das armas.

ÁRABES ISRAELITAS NÃO QUEREM SER PALESTINIANOS
Há ainda a questão dos árabes israelitas que se tornariam cidadãos palestinianos como parte da planeada troca de terras. Quase de forma unânime, tanto os árabes israelitas como os seus representantes no parlamento israelita têm vindo a rejeitar tal conclusão.
E finalmente, mas não menos importante, os judeus israelitas têm tornado bem claro nas pesquisas realizadas nestas duas últimas décadas que não aceitarão a re-divisão da sua antiga e sagrada capital. Qualquer primeiro-ministro que concorde com tal concessão será com toda a certeza posto fora do poder antes que consiga implementar o acordo.

Shalom, Israel!


terça-feira, janeiro 28, 2014

"NEM TODAS AS VÍTIMAS ERAM JUDEUS, MAS TODOS OS JUDEUS FORAM VÍTIMAS" - ELIE WIESEL

Elie Wiesel, laureado com o prémio Nobel para a Paz em 1986 e um dos mais famosos sobreviventes do Holocausto, afirmou ontem durante a comemoração do "Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto" que "os anti-semitas já não têm vergonha de o ser."
Wiesel deveria ser o primeiro a falar ontem em Auschwitz durante as cerimónias ali realizadas, mas razões pessoais impediram-no de ir. Foi ali que como criança ele viu todos os seus familiares perderem a vida, sendo o único a conseguir sobreviver ao terror nazi.
Abordando a questão do crescente anti-semitismo actual, Elie Wiesel afirmou: "O Holocausto é um acontecimento único, mas tem um significado universal que deve ser incessantemente memorizado." 
Elie Wiesel tem partilhado o seu espanto pelo silêncio à volta da guerra civil na Síria que já provocou cerca de 150.000 mortos, muitos deles crianças e velhos.
"Infelizmente, o anti-semitismo ainda existe. Tem estado vivo ao longo de 2 mil anos e parece que continuará a viver. Eu pensava que a memória do Holocausto envergonharia aqueles que se arrogam de opiniões anti-semitas. Estava errado. Ele ainda existe em variados países e parece que as pessoas já não têm qualquer pudor em serem anti-semitas" - acrescentou Wiesel.
Wiesel afirmou ainda que a memória do Holocausto é a única forma de salvar o mundo de um outro desastre: "Existem anti-semitas que são só anti-Israel. Cheguei a pensar que o anti-semitismo tinha acabado. Hoje é claro que ele nunca vai acabar. Pode por vezes enfraquecer, mas continuará existindo, porque em vários países já não é vergonha ser-se anti-semita. Devemos lembrar-nos que o anti-semitismo conduziu a Auschwitz. Sem anti-semitismo não teria havido Auschwitz."
"Para mim é bem claro que não se pode ser judeu sem Israel" - continuou Wiesel - "Religioso ou não, sionista ou não, askenazi ou sefardita - todos estes não existirão sem Israel. A existência do estado é o oxigénio da imagem e das ideias do novo anti-semitismo."
Que nunca mais se repita!
Shalom, Israel!

segunda-feira, janeiro 27, 2014

"O ESTADO DE ISRAEL É A ÚNICA GARANTIA PARA ASSEGURAR O FUTURO DO POVO JUDEU"

Num discurso evocativo do "Dia Internacional em memória das Vítimas do Holocausto" proferido esta manhã nas Nações Unidas, Nova Iorque, o embaixador de Israel para a ONU, Ron Prosor afirmou que "o estado de Israel é a única garantia para assegurar o futuro do povo judeu."
Prosor lamentou ainda que "quase 70 anos depois do Holocausto, o mundo continua com a praga do anti-semitismo. Há homens e mulheres sendo perseguidos por causa da sua aparência, por aquilo que adoram e por causa de quem gostam."
E citou ainda as famosas palavras de Elie Wiesel, o laureado prémio nobel, também ele sobrevivente do Holocausto: "O maior de todos os pecados é permanecer silencioso e indiferente."

SPIELBERG DISCURSA NAS NAÇÕES UNIDAS
O discurso de abertura da cerimónia foi pronunciado por Steven Spielberg, o mundialmente conhecido e galardoado cineasta, conhecido pelo laureado filme "A Lista de Schindler", que se referiu também ao evento do Holocausto com estas palavras: "As sepulturas em massa não precisam de ser abertas para termos de agir."
E continuou: "É uma grande conquista das nossas espécies os testemunhos dos sobreviventes poderem ser ouvidos nas altas câmaras da sociedade."
Spielberg disse ainda que a memória do Holocausto permanece hoje connosco e as vítimas do genocídio passado tornaram-se agora "professoras das vítimas dos genocídios recentes."

54 DEPUTADOS ISRAELITAS COMEMORARAM EM AUSCHWITZ, POLÓNIA, "DIA INTERNACIONAL EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DO HOLOCAUSTO"
Uma delegação de 54 deputados de Israel deslocaram-se esta manhã ao campo de concentração de Auschwitz-Birkenau para comemorarem os 69 anos da libertação deste campo de morte pelas tropas russas. A delegação incluiu também dezenas de sobreviventes do Holocausto bem como altas individualidades israelitas.

Os membros da comitiva visitaram as barracas dos prisioneiros e o museu do campo no bloco 27, tendo depois desfilado até Birkenau, a uns 3 quilómetros, para a realização de uma cerimónia especial.
Shalom, Israel!

sábado, janeiro 25, 2014

ENORME IGREJA DO SEXTO SÉCULO DESCOBERTA EM ISRAEL



Arqueólogos israelitas escavaram as ruínas de uma igreja cristã da época bizantina. há cerca de 1.500 anos atrás.
A equipa da "Autoridade para as Antiguidades de Israel" descobriu a igreja durante os trabalhos de escavações para a construção de casas - conforme uma lei que Israel impõe sempre que se fazem novas construções.
Os arqueólogos descobriram as ruínas do que pensam ser uma grande basílica do século sexto, com um comprimento de cerca de 22 metros e uma largura de 12 e que serviria como centro regional para o culto cristão. 

"Já escavámos diversos sítios bizantinos na região e em nenhum tínhamos encontrado uma igreja" - afirmou a arqueóloga Davia Dagan à CBN News. "E aqui parece termos descoberto a primeira igreja que pode ter sido uma igreja regional para onde as pessoas das aldeias próximas vinham para orar."
O edifício agora encontrado consiste de um salão central  com dois corredores laterais divididos por pilares em mármore.
Esta igreja do sexto século está situada entre a cidade costeira de Ashkelon e a capital Jerusalém, e fazia parte de uma importante comunidade existente em toda aquela região.
Os arqueólogos afirmam que os artefactos encontrados no local mostram que a área tinha uma cultura florescente e uma comunidade dinâmica.
Desenvolvia-se ali uma florescente produção e comercialização de vinho e de vasos de cerâmica. O vinho era dali exportado por mar para toda a região do Mediterrâneo.
Segundo eles, o mosaico encontrado no pavimento é magnífico, uma vez que inclui videiras formando medalhões ao centro, com imagens de animais (zebra, leopardo, tartaruga, javali, aves), inscrições, e símbolos cristãos.
"Temos aqui um histograma que parece uma monografia do nome de Jesus, o que é pouco habitual" 
- prosseguiu Dagan - "É muito grande, e temos ali pássaros segurando-o com uma grinalda de flores."
Os corredores têm também mosaicos coloridos exibindo temas botânicos e geométricos e também símbolos cristãos. 
O mosaico principal será meticulosamente preservado, removido do local e depois exposto ao público num museu da região. O resto do sítio será coberto, uma prática habitual dos arqueólogos para preservação dos achados para gerações futuras. 
Interessante notar nestas imagens de simbologia cristã a ausência de qualquer figura humana, mas a abundância de imagens de animais e de plantas e flores, uma clara demonstração do respeito que os primeiros cristãos tinham pela Palavra de Deus e seus mandamentos.
Shalom, Israel!

sexta-feira, janeiro 24, 2014

ISRAEL NÃO PLANEIA DESMANTELAR QUAISQUER ALDEAMENTOS NO VALE DO JORDÃO

No seu encontro de hoje com o secretário de estado norte-americano John Kerry no "Fórum Económico Mundial" a decorrer em Davos, Suíça, o primeiro-ministro de Israel Netanyahu afirmou que não tem qualquer intenção de evacuar quaisquer assentamentos israelitas no Vale do Jordão ou de retirar qualquer israelita que ali viva: "Já o disse no passado, e repito hoje: não tenciono evacuar qualquer assentamento, não tenciono retirar nenhum israelita."
A insistência israelita em manter uma presença de segurança no Vale do Jordão, a região da Margem Ocidental fronteiriça ao Reino Hashemita da Jordânia tem sido um ponto de discussão entre ambas as partes desde há seis meses, quando as conversações foram iniciadas.
Shalom, Israel!

quinta-feira, janeiro 23, 2014

"NÃO PODEMOS TER UMA 'PALESTINA' GOVERNADA PELO IRÃO" - AFIRMOU NETANYAHU EM DAVOS

Durante o "Forum Económico Mundial" que reúne em Davos, (Suíça) alguns dos mais destacados líderes mundiais, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, nas suas declarações prestadas hoje, sublinhou o dilema que a sua administração enfrenta quando se trata do conflito palestiniano: o imperativo de evitar um estado "bi-nacional" englobando Israel e os palestinianos, mas também evitar que um futuro "estado palestiniano" se torne num estado-fantoche do Irão. 
"Metade da população palestiniana é dominada pelo fantoche do Irão" - afirmou Netanyahu, referindo-se obviamente ao governo do Hamas na Faixa de Gaza.
Netanyahu afirmou ainda que Israel deseja a paz, mas que "são necessários três para dançar este tango": Israel, um respeitável parceiro palestiniano, e o envolvimento dos EUA como parceiro. 

PROGRAMA NUCLEAR IRANIANO
Durante uma sessão de perguntas e respostas, Netanyahu expressou a sua preocupação com o programa nuclear iraniano, como ameaça não só a Israel como aos países árabes, para além do crescimento dos movimentos islamistas: "Os governos centrais árabes estão preocupados com as armas nucleares iranianas e com a Irmandade Muçulmana" - afirmou Netanyahu, acrescentando: "As nações não vêem Israel como um inimigo mas como um potencial aliado para combater estas ameaças. Elas não ficaram convencidas pelas palavras proferidas anteriormente pelo presidente do Irão. Elas percebem. Todos desejamos que haja uma verdadeira mudança no Irão."

AS MENTIRAS DO PRESIDENTE DO IRÃO
Esta manhã, o presidente do Irão, Hassan Rouhani, também presente em Davos, apelou à melhoria das relações do Irão com o resto do mundo, afirmando no fórum de Davos que o seu país nunca procurou desenvolver uma arma nuclear.
Netanyahu no entanto reagiu dizendo que aquilo que mudou no Irão foram as palavras e não os actos, e que a República Islâmica continua agressiva, continuando a produzir materiais para armas nucleares, apesar do acordo com as potências ocidentais para reduzir a produção nuclear.
Segundo Netanyahu, "o discurso de Rouhani não tem nada a ver com o que acontece no terreno."
E acrescentou ainda que o processo de paz com os palestinianos teria um significativo avanço se o Irão mudasse efectivamente as suas políticas.
O primeiro-ministro acrescentou ainda que a cooperação económica entre Israel e os palestinianos seria um grande incremento para a paz na região, insistindo estar pronto para "uma paz real, genuína e segura."
"Espero que Abbas também esteja pronto" - declarou Netanyahu, referindo-se ao líder palestiniano.
Netanyahu criticou também as recentes posições da Europa em relação às construções de "colonatos" em Israel: "Se a Europa for vista a pressionar Israel, isso só irá endurecer a posição palestiniana."

Shalom, Israel!

quarta-feira, janeiro 22, 2014

ISRAEL LIVRA-SE DOS SEUS INIMIGOS

O dia de hoje foi marcado por duas notáveis vitórias de Israel contra os seus inimigos.
A colaboração entre as Forças de Defesa de Israel e o Shin Bet (serviços secretos israelitas) tem produzido frutos, especialmente com a aniquilação do responsável pelo ataque com rockets contra o sul de Israel.
Ontem à noite a Força Aérea de Israel atacou e liquidou o terrorista de 22 anos responsável por diversos ataques recentes contra o sul de Israel. Tanto o terrorista como o seu companheiro foram liquidados pela aviação israelita quando seguiam de carro perto da localidade de Beit Hanoun.

DETIDOS 3 MEMBROS DA AL-QAEDA
Mas o "grande golpe" deu-se hoje mesmo, com a detenção de 3 membros da al-Qaeda, o grupo terrorista islâmico com células infiltradas por todo o lado.
Segundo a Shin Bet, esta foi a célula da al-Qaeda mais perigosa alguma vez apanhada em Israel.
Estes 3 terroristas planeavam cometer atentados contra a Embaixada dos EUA em Tel Aviv e contra o Centro Internacional de Convenções, em pleno coração da Capital Jerusalém.
O terrorista mais velho é oriundo de Jerusalém oriental e os outros dois da "Margem Ocidental". Segundo as informações hoje prestadas, um dos ataques seria um "atentado suicida" e o outro seria feito através da utilização de um camião carregado de explosivos.
O comando das operações está localizado na Faixa de Gaza, e está directamente ligado à al-Qaeda e ao seu líder Ayman Zawahiri.
Segundo a investigação da Shin Bet, os 3 terroristas foram alistados há 4 meses atrás através do Skype e do Facebook, sem que os três se conhecessem anteriormente. 
Um dos operacionais tencionava sair de Israel, encontrar-se com elementos da al-Qaeda na Síria e depois entrar novamente em Israel com outros 5 operacionais portadores de falsos passaportes russos, para cometer um dos grandes atentados terroristas no Centro Internacional de Convenções de Jerusalém, numa altura em que estivesse repleto de pessoas, como normalmente ali acontece. Depois que 3 operacionais fizessem explodir bombas no meio da multidão, o outro terrorista faria entrar um camião carregado de explosivos para atacar as forças de socorro que entretanto teriam chegado ao local. Seria um verdadeiro massacre.
Entretanto, os outros 2 operacionais carregariam cintos com explosivos que fariam explodir à porta da embaixada norte-americana em Tel Aviv.
Segundo declarações de um alto responsável da Shin Bet: "Estamos a falar de um sério plano que se encontrava agora nas fases iniciais de execução. O modo de operação é semelhante ao das outras células da al-Qaeda pelo mundo fora."
Shalom, Israel!

terça-feira, janeiro 21, 2014

NETANYAHU AVISA O HAMAS: "EM BREVE APRENDERÃO UMA LIÇÃO DE ISRAEL"

O primeiro-ministro de Israel lançou um aviso público aos terroristas do Hamas que controlam a Faixa de Gaza de que Israel lhes ensinará em breve uma lição, tendo em vista o aumento do disparo de rockets nestes últimos dias contra o sul de Israel.
Estes foguetes disparados desde Gaza visam atingir as comunidades no sul de Israel. Na semana passada, em pleno funeral de Ariel Sharon, os bandidos não se coibiram de disparar 2 rockets que acabaram por cair bem perto do local do sepultamento do ex-primeiro ministro israelita.
Durante uma conferência conjunta com o primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper, Netanyahu aproveitou a ocasião para "enviar um recado" ao Hamas, afirmando que Israel sempre retaliará contra os ataques sofridos no seu território.
"Nós desmontamos ataques terroristas quando descobrimos que estão em preparação e respondemos contra aqueles que nos atacam" - afirmou Netanyahu.
E acrescentou: "Se o Hamas e as outras organizações terroristas se esqueceram desta lição, irão voltar a aprendê-la de forma dura - e muito em breve."
Nestas últimas semanas têm-se intensificado os disparos de rockets contra o sul de Israel. Ontem mesmo, um deles caiu em terreno aberto no Negueve, e outros dois caíram perto de Eilat.
Temendo uma poderosa resposta de Israel, o Hamas tem dado passos para tentar acalmar a situação, levantando bloqueios nas estradas, de forma a evitar que membros de outros grupos militantes palestinianos - tais como a Jihad Islâmica - lancem foguetes contra Israel.
Shalom, Israel!

segunda-feira, janeiro 20, 2014

ISRAEL RECEBE O "FIEL AMIGO CANADIANO", UM DOS MELHORES AMIGOS DE ISRAEL

O primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper, um incondicional e fiel amigo de Israel, encontra-se de visita à Terra Santa e aos territórios sob administração palestiniana.
Netanyahu assinalou a visita deste alto representante como vindo de um Canadá "não hipócrita".
O primeiro-ministro israelita aproveitou a visita de Stephen Harper para agradecer ao governo de Otawa por não se ter juntado à "hipocrisia de uma grande parte do mundo."
Acompanhado da esposa, Laureen, e de uma substancial delegação de líderes do governo canadiano, incluindo ministros, Harper chegou ontem à noite a Israel para a sua primeira visita oficial desde que tomou posse do governo do Canadá, em 2006.
Netanyahu afirmou ontem perante o seu parceiro canadiano: "O mundo é muitas vezes cínico e hipócrita, e V.Exa. tem demonstrado uma grande liderança moral. 
Quando se trata de lutar contra o terrorismo, sabe que não pode haver conversa de duplo sentido politicamente correcta, mas unicamente condenação inequívoca e acção internacional unida."
Sob a liderança de Harper, o Canadá tem sido um dos países aliados de Israel mais resoluto, apoiando o estado judaico nas Nações Unidas e trabalhando para isolar o Irão.
E Netanyahu não lhe poupou elogios: "Tenho que dizer, Stephen, que você é um grande amigo de Israel e do povo judeu. Não estou apenas a dizer palavras - quero expressá-lo do profundo do meu coração e falar em nome de todo o povo de Israel.
Quando se trata de anti-semitismo, você tem estado plenamente ao lado de Israel e de todo o povo judeu, penso que do lado da decência e justiça para com todos: tanto judeus como não judeus. 
E quando se trata dos repetidos apelos do Irão para a aniquilação de Israel e o seu contínuo desenvolvimento do programa nuclear - tanto você como o Canadá têm permanecido resolutamente do lado certo da História."
Harper deverá estar em Israel durante 4 dias, durante os quais discutirá com Netanyahu e com o presidente Peres as possibilidades de um aumento nas transacções comerciais e o fortalecimento das relações entre os dois países. 
Durante o dia de hoje Harper deverá discursar no parlamento israelita, sendo o primeiro líder canadiano a fazê-lo em toda a História de Israel.
Entretanto, o primeiro-ministro do Canadá, antes de visitar o presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, apelou a que este negociasse com o "estado judaico de Israel", claramente levando os palestinianos a entender que esta é a única via para se conseguir dialogar com algum sentido...
Durante a sua visita à Margem Ocidental (Judeia e Samaria), Harper na companhia de Abbas, recusou-se a tecer comentários sobre as construções israelitas e alegou que não irá criticar Israel.
Harper anunciou entretanto que o Canadá viabilizará 66 milhões de dólares em ajuda económica para os palestinianos, de forma a fomentar a "paz e estabilidade" na região. 
Shalom, Israel, Shalom Canadá!

sábado, janeiro 18, 2014

UNESCO CEDE A PRESSÃO ÁRABE E ADIA INAUGURAÇÃO DE EXPOSIÇÃO SOBRE OS 3.500 ANOS DE LIGAÇÃO DOS JUDEUS À SUA TERRA

A mais que provada anti-semita UNESCO - organização da ONU sediada em Paris e que deveria promover a cultura mundial independentemente de questões políticas - cedeu mais uma vez à chantagem árabe ao adiar uma importante exposição pública denominada "Povo, Livro, Terra: os 3.500 anos de relação entre o povo judeu e a Terra Santa", usando o argumento de que haviam preocupações de que em certos aspectos "poderia ser entendida por estados membros como pondo em risco o processo de paz."
A embaixadora norte-americana nas Nações Unidas, Samantha Power, apelou à UNESCO para que repense a decisão sobre a exposição que a UNESCO estava organizando em cooperação com o Centro Simon Wiesenthal.
"A decisão da UNESCO é errada e deveria ser revertida" - afirma a declaração. "Os Estados Unidos está-se envolvendo a níveis altos apelando à UNESCO para que permita que esta exposição prossiga o mais brevemente possível."
"A UNESCO deveria estar a fomentar o debate e a interacção entre a sociedade civil e os estados membros, e organizações como o Centro Wiesenthal têm o direito de serem escutadas e contribuírem para a missão da UNESCO" - afirmou Power.
A agência informou ter recebido na sua secretaria uma carta assinada por 22 estados - o grupo árabe - expressando a sua preocupação de que "a exposição prevista poderia causar um impacto negativo ao processo de paz e às actuais negociações a decorrer no Médio Oriente."
"Neste contexto, e lamentavelmente, a UNESCO teve de adiar a inauguração da exposição" - conclui o comunicado.
O rabino Marvin Hier, fundador e deão da associação em Los Angeles apelidou a decisão de "revoltante", afirmando: "eles vetaram cada uma das linhas na UNESCO. Eles sabem muito bem que isso não interfere com o processo de paz, nem sequer faz menção dele."
"O último papel que a UNESCO deve desempenhar é o da censura. Como resultado deste adiamento, eles tornaram-se censores em vez de instituição que convida a novas ideias."
Segundo o rabino, a ideia desta exposição foi apresentada há 2 anos atrás quando da elevação do estatuto da "Palestina" nas Nações Unidas. Segundo o rabino, a directora da UNESCO veio a Los Angeles para assinar o acordo sobre a exposição, que seria financiada pelo Centro Wiesenthal. 
A exposição deveria ser inaugurada nesta próxima semana em Paris, na sede da organização, tendo os convites sido já enviados, quando subitamente a organização decidiu unilateralmente anunciar o seu adiamento.
O Centro Wiesenthal anunciou entretanto que irá fazer uma conferência de imprensa em Paris nesta próxima segunda-feira, para "mostrar aos media a exposição que a UNESCO não quis que o mundo visse."