quinta-feira, abril 23, 2026

ISRAEL SÓ ESPERA LUZ VERDE DOS EUA PARA VOLTAR À GUERRA CONTRA O IRÃO


Durante uma reunião de avaliação hoje realizada com a direcção militar israelita, o ministro da Defesa, Israel Katz indicou que Israel está pronto para retomar os combates contra o Irão e que apenas espera pela "luz verde dos Estados Unidos" para visar o novo líder supremo do Irão e instalações energéticas do país. 

"Israel está pronto para renovar a guerra contra o Irão. As IDF estão preparadas para defender e atacar, e os alvos já estão assinalados".

Katz afirmou que Israel "aguarda uma luz verde dos Estados Unidos, primeira e primordialmente para completar a eliminação da dinastia Khamenei, o iniciador do plano de extermínio de Israel, e os sucessores dos sucessores da liderança do regime terrorista do Irão, para além de fazer o Irão regressar à idade da pedra e das trevas, bombardeando as instalações centrais eléctricas e energéticas e esmagando a infraestrutura económica nacional."

O ministro acrescentou ainda que "desta vez o ataque será diferente e mortífero, e acrescentará golpes devastadores nos lugares mais dolorosos, em seguimento aos enormes ataques que o regime terrorista iraniano já sofreu até agora, e que fará abalar e colapsar os seus fundamentos."

Shalom, Israel!

quarta-feira, abril 22, 2026

TRUMP ESTENDE O PRAZO DE CESSAR-FOGO COM O IRÃO POR MAIS 3 - 5 DIAS. ENQUANTO ISSO...


Pode até ser coincidência (ou não), mas enquanto o presidente Trump concedeu um novo alargamento do prazo de cessar-fogo com o Irão por mais 3 a 5 dias, o gigantesco porta-aviões USS George H.W.Bush - um navio de guerra movido a energia nuclear carregando 90 aviões de combate e mais de 6.000 militares - aproxima-se da zona do Golfo após uma longa navegação ao redor da África, estando prevista a sua chegada dentro dos próximos dias. 

Poucas horas antes do prazo dado ao Irão para o cessar-fogo, e após uma intensa reunião de horas na Casa Branca, o presidente Trump anunciou uma extensão indefinida do prazo, ao mesmo tempo que o bloqueio norte-americano aos portos continua no estreito de Ormuz "até que se receba uma resposta do Irão. A questão é saber-se por quanto tempo será alargado esse prazo, com informações contraditórias vindas da Casa Branca, embora de fale em 3 a 5 dias, talvez até já para a próxima sexta-feira.

A verdade é que enquanto permanece esta incerteza, os Estados Unidos continuam a reforçar a sua presença militar na região, com um terceiro poderoso porta-aviões prestes a chegar à região. O porta-aviões USS George H.W. Bush teve de contornar o continente africano de forma a evitar ser visado pelos houthis, devendo chegar ao Golfo dentro de 5 dias. A altura da chegada do navio ao Golfo coincide praticamente com os 3 a 5 dias da extensão do cessar-fogo, dando a entender que Washington pode estar a querer "comprar tempo" para posicionar mais forças antes de decidir se retoma os ataques ao Irão ou não. Segundo os analistas, esta medida aumentará a pressão sobre o regime de Teerão, forçando-o a decidir se vai ou não responder às exigências dos norte-americanos de forma a evitar uma escalada imediata. Por outro lado, é uma forma de evitar que Washington arrisque perder pessoal.


O USS George H.W. Bush entrou ao serviço em 2009, e transporta cerca de 6.250 tripulantes, incluindo mais de 3.500 marinheiros e cerca de 2.500 militares da Força Aérea. Este vaso de guerra tem um comprimento de 333 metros, pode carregar cerca de 90 aviões de combate e helicópteros e está equipado com um sistema avançado de defesa anti-míssil, e sistemas electrónicos de guerra. Este poderoso navio é comparado a uma pequena cidade, e inclui diversas instalações a bordo, tais como cozinhas que podem preparar milhares de refeições diárias, áreas de recreação e de desporto. 

O IRÃO CONSERVA MUITO MAIS EQUIPAMENTO MILITAR DO QUE SE PENSAVA

Contrariamente ao que Donald Trump anunciou, o regime iraniano ainda mantém uma considerável força militar, tanto aérea como marítima. Apesar dos imensos danos causados pelos bombardeamentos norte-americanos e israelitas, o Irão ainda disporá de cerca de 60% da sua força marítima, incluindo lanchas rápidas de ataque. Dois terços da Força Aérea estarão também ainda operacionais, e cerca de metade do arsenal de mísseis balísticos e lançadores permanece intacta. 

O desafio é grande. O tempo urge. O Irão já revelou não participar nas conversações previstas para sexta-feira, mantendo-se intransigente nas suas posições...

Shalom, Israel!

terça-feira, abril 21, 2026

ISRAEL CELEBRA 78 ANOS A MEIO DE GRANDE INSTABILIDADE


Israel celebra o seu 78º aniversário, segundo o calendário judaico de 360 dias. As cerimónias iniciaram-se ontem à noite com as honras militares prestadas aos muitos militares caídos em combate pela sobrevivência do estado judaico, tendo presidente Herzog afirmado no seu discurso que todo o país está por trás dos heróis caídos. 

Enquanto o povo israelita celebra este dia da sua independência, continua o impasse na capital paquistanesa. Esperava-se para hoje o início da segunda ronda de negociações entre os EUA e o Irão, mas nada está confirmado, uma vez que a delegação iraniana ainda não apareceu em Islamabad, nem se sabe se o vai fazer. A delegação norte-americana já se encontra presente, com excepção de JD Vance, que ainda se encontra em Washington. O presidente Donald Trump já informou que não vai prolongar o prazo do cessar-fogo, e que, caso o Irão não aceite o acordo, "as bombas começarão a cair". Israel tem muitas dúvidas sobre o sucesso destas conversações. Porta-vozes das autoridades acreditam que o Irão está apenas a ganhar tempo e a falar através de várias vozes. Segundo essas opiniões, tanto os Estados Unidos como Israel estão prontos para voltar imediatamente aos combates. 

HEZBOLLAH VIOLA O ACORDO DE CESSAR FOGO

As IDF reportaram que o Hezbollah rompeu o acordo de cessar fogo ao ter disparado vários rockets contra tropas israelitas estacionadas no sul do Líbano e um drone contra Israel. Poucos minutos depois Israel atacou o lançador de onde foram disparados os rockets. Segundo as IDF, estes ataques "são claras violações ao acordo de cessar fogo."

As próximas horas serão de facto determinantes.

Shalom, Israel!

sábado, abril 18, 2026

ANTES DO FRÁGIL ACORDO DE CESSAR-FOGO, AS IDF ASSEGURARAM POSIÇÕES ESTRATÉGICAS NO SUL DO LÍBANO


As populações do Norte de Israel sentiram-se mais uma vez traídas com o recente acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah conseguido pelo presidente Donald Trump na passada Quinta-Feira, temendo que esta será mais uma oportunidade perdida para arrasar de vez com a ameaça do Hezbollah, deixando assim a situação demasiado periclitante para Israel. Sabe-se que o acordo pode no entanto ser rompido a qualquer momento, uma vez que os terroristas continuam as suas habituais provocações e ataques. Não se sabe também, por outro lado, como vai acabar a situação com o Irão, já que a tão badalada abertura do estreito de Ormuz por parte do Irão acabou por não dar em nada. O regime diabólico dos Guardas Revolucionários que agora lidera o país decidiu encerrar novamente o estreito, em confrontação clara com os Estados Unidos. Neste momento não se sabe também se a anunciada reunião entre representantes dos EUA e do Irão para a próxima segunda-feira irá mesmo ter lugar, já que o Irão não está disposto a entregar os 430 quilos do urânio enriquecido que o presidente Trump havia alegado seriam entregues pelo Irão aos EUA...

A situação está mais confusa e incerta do que nunca, e qualquer coisa pode acontecer a qualquer momento, mesmo até o retomar do conflito armado. 

Entretanto, logo antes do início do cessar-fogo com o Hezbollah, as IDF tomaram posse da estratégica cordilheira Christofani, no Sul do Líbano, um ponto de importante estratégia militar de onde se pode observar a autoestrada entre Beirute e Damasco e partes do vale de Beca, locais de grande importância para o Hezbollah poder traficar armamento através da fronteira sírio-libanesa. As IDF estão em prontidão, preparadas para responder a qualquer provocação, mantendo-se nas suas posições ocupadas no Sul do Líbano e removendo toda e qualquer ameaça presente no território entre a fronteira e a linha vermelha estabelecida por Israel. 

Segundo um analista militar, o posicionamento das forças israelitas neste ponto estratégico criará mais dificuldades ao Hezbollah para poder lançar rockets e drones contra as comunidades do Norte de Israel, para além de dificultar as movimentações do grupo terrorista perto da fronteira com Israel. O vale de Beca, localizado na parte sudeste do Líbano, junto à fronteira com a Síria, tem desde há muito servido como forte reduto do Hezbollah.

Os próximos dias serão determinantes para o fim do conflito, ou para a sua continuidade...

Shalom, Israel!

quinta-feira, abril 16, 2026

PRESIDENTE TRUMP ANUNCIOU CESSAR FOGO DE 10 DIAS ENTRE ISRAEL E O HEZBOLLAH


Após ter conversado com o presidente do Líbano Joseph Anoun, o presidente Donald Trump comunicou ao primeiro-ministro de Israel um acordo de cessar-fogo com o Hezbollah com a duração de 10 dias, a iniciar à meia noite de Israel e Líbano.

Apesar da contestação entre os ministros do governo israelita, alegando não terem sido avisados previamente, muito menos poderem tido a oportunidade de votar, Netanyahu decidiu aceitar o acordo, informando os ministros numa reunião de emergência realizada pelo telefone que a sua decisão tinha sido feita com base no pedido feito pelo presidente Trump.

"Quando o presidente Trump, o maior amigo de Israel, age ao nosso lado em coordenação conjunta, Israel coopera com ele" - afirmou Netanyahu. 

O primeiro-ministro terá ainda informado os seus ministros de que as IDF permanecerão estacionadas "em pontos estratégicos" que ocupam actualmente durante os 10 dias do cessar-fogo. 

O Hezbollah já respondeu ao acordo, alegando corresponder "cautelosamente" ao mesmo, desde que Israel não "se aproveite do mesmo para lançar quaisquer assassinatos". 

O primeiro-ministro do Líbano recebeu de bom grado as notícias do acordo de cessar-fogo. 

Pouco depois do anúncio, o presidente Trump acrescentou ter convidado o presidente do Líbano, Joseph Aoun, e o primeiro-ministro de Israel, Netanyahu, para um encontro na Casa Branca, em Washington, "para as primeiras significativas entre Israel e o Líbano desde 1983."

Os líderes da oposição israelita já condenaram entretanto o acordo, alegando que "há um padrão emergente, em que os cessar-fogos são-nos impostos."

Esperemos para ver se este acordo tem pernas para andar...Tomara que sim!

Shalom, Israel!

terça-feira, abril 14, 2026

INICIOU-SE EM WASHINGTON O ENCONTRO HISTÓRICO ENTRE ISRAEL E O LÍBANO


Mediadas por Marco Rubio na Casa Branca, iniciaram-se há pouco as conversações entre representantes de Israel e do Líbano, o primeiro encontro de sempre entre as duas nações ainda inimigas, mas que a guerra no Sul do Líbano "obrigou" a sentarem-se à mesa para negociar um acordo de cessar fogo.

Segundo Marco Rubio, o encontro visa estabelecer a paz entre os dois países: "A esperança é de hoje podermos delinear um quadro sobre o qual se possa desenvolver uma paz permanente duradoira, para que assim o povo de Israel possa viver em paz e o povo do Líbano possa viver, não apenas em paz, mas em prosperidade e em segurança que ele merece" - afirmou Rubio aos repórteres presentes na sala onde se está a realizar o encontro. 

Rubio, entretanto, urgiu a que se contenham as expectativas sobre o que hoje poderá acontecer.

"Este é um processo, não um evento. Isto é mais do que um dia. Isto levará tempo, mas acreditamos ser um esforço que vale a pena, e é um encontro histórico sobre o qual esperamos construir."

"Entendemos estarmos lutando contra décadas de História, e contra as complexidades que nos conduziram a este momento singular."

"Sei que alguns de vós estarão gritando perguntas sobre cessar-fogos. Isto é muito mais do que isso. Isto tem a ver com se conseguir um fim permanente aos 20 ou 30 anos da influência do Hezbollah nesta parte do mundo - não só os estragos causados a Israel, mas os que foram infligidos ao povo libanês."

O presidente do Líbano, Joseph Aoun, expressou entretanto a sua esperança de que o encontro entre Israel e o Líbano em Washington "marque o início do fim do sofrimento do povo libanês em geral e em especial dos residentes no Sul."


A delegação do Líbano será presidida pela embaixadora do país nos EUA, Nada Hamadeh, e a de Israel pelo actual embaixador israelita nos EUA, Yechiel Leiter. 

HEZBOLLAH CONTRA AS CONVERSAÇÕES

O grupo terrorista Hezbollah, responsável pelo estado de ruína a que o Líbano chegou, veio ontem exigir que o Líbano não participasse nas conversações com Israel. É óbvio que estes assassinos não querem nem pensar na possibilidade de terem de se desarmar, uma vez que é essa a razão do encontro em Washington. 

Como forma de "celebrar" o início das conversações, o Hezbollah disparou 30 rockets contra o Norte de Israel...

CONVERSAÇÕES ENTRE IRÃO E EUA PODEM SER RETOMADAS EM BREVE

O presidente Donald Trump afirmou há pouco que as conversações entre o Irão e os EUA poderão ser retomadas dentro dos próximos 2 ou 3 dias no Paquistão.

"Deveis permanecer aí, de facto, porque algo pode vir a acontecer nos próximos dois dias, e estamos mais inclinados a ir lá" - afirmou Trump, acrescentando a sua apreciação pelo "bom trabalho" que o chefe militar do Paquistão tem estado a realizar: "Ele é fantástico, por isso é mais que provável que regressemos lá."

Shalom, Israel!

segunda-feira, abril 13, 2026

FORÇAS ARMADAS DE ISRAEL EM MÁXIMA PRONTIDÃO ANTEVENDO ATAQUES DO IRÃO


Devido ao colapso das conversações realizadas no Sábado em Islamabad entre delegações dos EUA e do Irão, e face ao bloqueio iniciado hoje pelos norte-americanos à navegação iraniana no estreito de Ormuz, Israel prepara-se para ser atacado pelos mísseis iranianos, talvez já a partir desta noite, pelo que as IDF estão neste momento em prontidão máxima para qualquer eventualidade. 

Numa declaração dramática, o presidente Trump escreveu na sua rede social Truth Social que, com "imediata prossecução", a Marinha norte-americana vai "começar o processo de bloquear todo e qualquer navio que tente entrar ou sair do estreito de Ormuz."

Logo de seguida, o general israelita Eyal Zamir instruiu os militares para se prepararem para um possível renovar da confrontação com o Irão, incluindo cenários nos quais o Irão poderia iniciar o primeiro ataque:

"Estamos preparados para uma retomada dos combates tanto defensivos, como ofensivos. Aguardamos instruções da estrutura política."

Informações prestadas por um alto oficial israelita dão a entender que Israel está interessado em retomar a guerra contra o Irão, aguardando apenas uma decisão por parte de Donald Trump. O presidente não teceu qualquer comentário sobre a potencial retoma da guerra, tendo escrito na Social Truth que "no momento apropriado, estamos totalmente carregados e equipados, e os nossos militares terminarão o pouco que resta do Irão."

Segundo um canal israelita, as IDF reactivaram o mesmo enquadramento que antes da Operação Leão Erguido e Leão Rugindo, levando à prontidão entre todos os ramos das Forças Armadas, encurtando tempos de resposta, e fechando espaços operacionais, assegurando prontidão para acção imediata. Tanto as IDF como o Comando central norte-americano continuam em plena cooperação, ao mesmo tempo que aguardam que qualquer acção militar seja coordenada entre os governos de Jerusalém e de Washington. 

Os militares israelitas expressaram não terem ficado surpreendidos com o fracasso das negociações, tendo ficado até satisfeitos com a posição dos EUA de que é preferível um não acordo a um mau acordo com o regime. Israel foi informado antecipadamente acerca do bloqueio decidido pelo presidente Trump. Como parte do bloqueio, Trump disse ter instruído a Marinha dos EUA para "buscar e interditar qualquer embarcação nas águas internacionais que tenha pago uma taxa de passagem ao Irão. Ninguém que paga uma taxa ilegal terá passagem segura em alto mar."

"Começaremos também a destruir as minas que os iranianos colocaram nos estreitos. Qualquer iraniano que dispare contra nós ou contra navios pacíficos será explodido até ao inferno!"

Trump terminou a sua comunicação enfatizando entretanto que o objectivo mais importante para os EUA continua a ser o fim do programa nuclear iraniano: "Há apenas uma coisa que importa: o Irão estar disposto a desistir das suas ambições nucleares!"

"Nós vamos limpar o estreito" - prometeu Trump, acrescentando: "Eles não vão conseguir usar o estreito por tempo não pouco longo."

Shalom, Israel!