quinta-feira, fevereiro 22, 2024

RESIDENTES ISRAELITAS PRÓXIMOS DA FRONTEIRA COM GAZA JÁ PODEM REGRESSAR A SUAS CASAS EM SEGURANÇA

Com o avanço da "limpeza" dos batalhões terroristas e a erradicação da ameaça que os mesmos constituem, as IDF informaram hoje que as populações residentes até 4 quilómetros da fronteira com a Faixa de Gaza já podem regressar a suas casas e povoações em segurança. Estes 4 quilómetros constituem uma zona de segurança para os residentes israelitas. Estão incluídas pelo menos 18 comunidades que já podem regressar aos seus locais de residência. 

As IDF informaram no entanto que não há "uma total ausência de risco", lembrando que ainda podem ser disparados alguns rockets para as povoações próximas, ainda que de forma dispersa. 

Alguns residentes de povoações próximas da fronteira já regressaram a suas casas, ao mesmo tempo que muitos outros permanecem ainda em hotéis pagos pelo estado ou em casa de familiares. O estado de Israel garante a estadia em hotéis e alojamentos até ao início de Julho. 

Shalom, Israel!

quarta-feira, fevereiro 21, 2024

NOVA CIMEIRA EM PARIS PARA TENTAR UM ACORDO PARA A LIBERTAÇÃO DOS REFÉNS


Israel prepara-se para uma nova cimeira em Paris na próxima Sexta-Feira visando um acordo visando a libertação dos mais de 100 reféns ainda de posse do Hamas.

Tal como na cimeira anterior realizada no final do passado mês de Janeiro, Israel vai fazer-se representar pelo líder da Mossad, David Barnea, o primeiro-ministro do Qatar Mohammed bin Abdulrahman Al Thani, pelo chefe da inteligência egípcia Abbas Kamel e ainda pelo chefe da CIA, o norte-americano Bill Burns. 

Israel aguarda ainda que haja algum progresso nas conversações a decorrer actualmente no Cairo entre o Egipto e o Hamas para tomar a decisão final de participar nesta nova cimeira. 

Segundo Benny Gantz, o ministro do gabinete de guerra, existem alguns sinais de progresso nas conversações.

MEDICAÇÃO TERÁ CHEGADO AOS REFÉNS

Entretanto, a boa notícia do dia, é que a França confirmou hoje a informação prestada pelo Qatar de que a medicação enviada anteriormente para os reféns já terá sido entregue a 45 deles. Os familiares dos reféns já agradeceram ao presidente francês Emmanuel Macron pela sua "significativa iniciativa e envolvimento em facilitar este processo através do Qatar."

"Acompanhámos ansiosamente este esforço e estamos gratos pela compaixão e humanismo demonstrados neste assunto pelo presidente Macron. A França é uma verdadeira amiga das famílias dos reféns, e não esqueceremos o seu apoio nesta matéria" - afirmaram os representantes dos familiares.

Shalom, Israel!

terça-feira, fevereiro 20, 2024

EUA VETAM RESOLUÇÃO PARA O CESSAR FOGO NO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU

Esta já é a terceira vez que os EUA vetam resoluções do CS da ONU exigindo o cessar fogo em Gaza após o início das hostilidades naquele enclave.


A proposta feita pela Argélia recebeu 13 votos a favor, um voto contra dos EUA e a abstenção do Reino Unido. 

Antes de a votação ter tido lugar, o embaixador da Argélia afirmou que "Um voto a favor desta resolução é apoio ao direito à vida dos palestinianos. Pelo contrário, o voto contra implica o endosso da brutal violência e punição colectiva que lhe é infligida."

A embaixadora dos EUA na ONU, Linda Thomas-Greenfield, indicou já no passado Sábado que os EUA vetariam a resolução tendo em conta as preocupações de que a mesma poderia pôr em causa as conversações a decorrer entre o Egipto, Israel, os EUA e o Qatar que tentam conseguir uma pausa nos combates e a libertação dos reféns na posse do Hamas, na Faixa de Gaza.

"Qualquer acção que este conselho tome agora deveria ajudar e não impedir estas negociações sensíveis a decorrer. E acreditamos que a resolução posta agora sobre a mesa iria de facto impactar negativamente essas negociações."

"Exigir um cessar fogo imediato e incondicional sem um acordo exigindo ao Hamas a libertação dos reféns não irá trazer uma paz duradoira. Pelo contrário, iria até prolongar a luta entre o Hamas e Israel."

Shalom, Israel!

segunda-feira, fevereiro 19, 2024

PRESIDENTE LULA DA SILVA DECLARADO "PERSONA NON GRATA" POR ISRAEL


Após as gravíssimas e infelizes declarações do socialista Lula da Silva, que comparou a situação em Gaza com o Holocausto, as autoridades israelitas decidiram convocar o embaixador brasileiro Federico Mayer para uma reprimenda ao governo brasileiro, e declarar o presidente Lula da Silva como "persona non grata".


As declarações de Lula da Silva foram prestadas ontem durante uma conferência de imprensa realizada em Adis Adeba, onde o presidente brasileiro participa de uma cimeira africana. 

"O que está acontecendo com o povo palestiniano na Faixa de Gaza não existe em nenhum outro momento histórico" - afirmou Lula, acrescentando: "De facto, existiu quando Hitler decidiu matar os judeus."

O ministro israelita dos Negócios Estrangeiros reagiu de imediato, afirmando que havia "uma linha vermelha", e que Israel "não podia ficar silencioso diante de acusações de sangue." E acrescentou que as declarações eram "vergonhosas e sérias. Ninguém pode retirar a Israel o direito a se defender."

O gabinete do ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel declarou hoje que Lula da Silva não é bem vindo em Israel até que retire os comentários produzidos ontem e que abalaram as relações entre os dois governos. 

"Não esqueceremos, nem perdoaremos. É um sério ataque antissemita. Em meu nome e em nome dos cidadãos de Israel diga ao presidente Lula que é persona non grata em Israel até que retire as declarações" - afirmou o ministro Israel Katz durante uma reunião com o embaixador brasileiro em Tel Aviv. O ministro Israel Katz é ele próprio filho de sobreviventes do Holocausto. 


O ministro israelita levou estrategicamente o embaixador do Brasil a uma visita ao Museu do Holocausto, em Jerusalém, a fim de lhe mostrar a realidade dos factos e dar a reprimenda ao presidente Lula: "Trouxe-o a um lugar que testifica mais do que qualquer outra coisa aquilo que os nazis e Hitler fizeram aos judeus, incluindo a membros da minha família" - comentou Katz, acrescentando: "A comparação entre a justificada guerra de Israel com o Hamas e as atrocidades de Hitler e dos nazis é uma vergonha!"

Algo nada comum para uma reprimenda diplomática, os dois caminharam juntos pelo Museu do Holocausto, tendo Katz mostrado ao embaixador a ficha com os nomes dos seus avós mortos durante o Holocausto.

"Parece que ele terá interiorizado a mensagem" - comentou um representante israelita presente no local. 

Já ontem Katz se tinha pronunciado sobre estas lamentáveis declarações de Lula da Silva, considerando-as "totalmente inaceitáveis."

As declarações de Lula têm entretanto sido condenadas um pouco por todo o Brasil. A CONIB (Confederação Israelita do Brasil) repudiou as declarações de Lula, classificando-as como "distorção perversa da realidade que ofende a memória das vítimas do Holocausto e de seus descendentes."

"Os nazistas exterminaram 6 milhões de judeus indefesos na Europa somente por serem judeus. Já Israel está se defendendo de um grupo terrorista que invadiu o país, matou mais de mil pessoas, promoveu estupros em massa, queimou pessoas vivas e defende em sua carta de fundação a eliminação do estado judeu."

Shalom, Israel!

sábado, fevereiro 17, 2024

SENSACIONAL DESCOBERTA ARQUEOLÓGICA EM MEGIDDO, ISRAEL


Esta é, sem dúvida, a descoberta arqueológica mais sensacional do ano: nada mais, nada menos que as ruínas da base militar da VI legião romana em Tel Megiddo, o lugar da última batalha! 

Durante os trabalhos de escavação para a abertura da "estrada 66" - interessante o simbolismo! - foram encontradas as ruínas das bases arquitectónicas onde estava instalada há 1.800 a "Legio VI Ferrata" - 6ª Legião de Ferro - no sopé da colina de Megiddo, não por acaso o lugar onde se deu a primeira batalha registada na História e, como sabemos, o vale onde se dará a batalha final. Esta 6ª Legião foi recrutada pelo imperador Júlio César, em 52 a.C.


Esta é a única base militar romana destas dimensões até agora localizada e exposta em toda a Terra de Israel. 

Será esta descoberta um sinal de Deus para os tempos que estamos a atravessar? Talvez!

Estas escavações estão a ser dirigidas pelos Dr. Yotam Tepper e Barak Tzin, e são parte de um enorme projecto de infraestrutura para alargar e expandir a "Estrada 66" desde o cruzamento de Megiddo, ao de Hatishbi, em Yokneam. No decurso das escavações, que em Israel sempre têm de ser acompanhadas por arqueólogos, foram descobertos extensos e impressionantes restos arquitectónicos da "Via Pretoria" - a principal estrada do acampamento, bem como um pódio semi-circular e áreas pavimentadas em pedra que fariam parte de um enorme edifício público.


"O acampamento da Legião Romana era a base militar permanente para mais de 5.000 soldados romanos por mais de 180 anos, desde 117-120 a.C. até cerca de 300 d.C."
- afirmou Tepper, acrescentando: "Duas estradas principais cruzavam-se a meio desse acampamento com 550 metros de comprimento e 350 de largura, com o quartel general aqui erigido. Era a partir deste ponto base que todas as distâncias ao longo das estradas imperiais romanas para as principais cidades no Norte do país eram medidas e assinaladas com marcos. As ruínas do antigo edifício não foram preservadas na sua altura, uma vez que a maior parte das pedras de construção foram sendo removidas ao longo dos anos para reutilização em projectos de construção realizados durante a época bizantina a islâmica primitiva."

"No decurso das escavações, a parte superior do pátio do comandante - a "principia" - foi exposta junto à parte Sul da estrada 66."

Nestas escavações já foram encontradas moedas, cacos de cerâmica e fragmentos de vidro, mas os achados mais predominantes foram as telhas encontradas em vastas quantidades: "As telhas, algumas das quais tinham gravados os selos da VI Legião, eram usadas para diversos propósitos, para o telhado de edifícios, pavimentos e até mesmo para paredes. A tecnologia e o know-how, as técnicas de construção, e as armas que a Legião carregou com ela desde o país de origem, são singulares no exército romano, reflectindo marcas específicas militares da Roma Imperial."

"Embora sejam conhecidos em Israel acampamentos militares romanos, eles são acampamentos temporários para cercos, ou pequenos acampamentos pertencentes a divisões auxiliares" - informou o dr. Tepper, acrescentando: "Nada se compara ao complexo inteiro da base legionária, tal como foi descoberta nas escavações arqueológicas em Legio, perto do cruzamento de Megiddo."

UM CRUZAMENTO DE IMPORTANTES ESTRADAS

O projecto para esta estrada de 15 quilómetros visa a redução do congestionamento do trânsito e a melhoria das condições de segurança para motoristas e passageiros. Este projecto incorpora a construção do cruzamento rodoviário das estradas 65 e 66. Cerca de 500 milhões de dólares estão sendo investidos no projecto. 

Estas escavações vêm sendo realizadas desde há cerca de 10 anos, e já foram até agora descobertos um pequeno anfiteatro que servia para combates e treinamento militar.

Duas coisas chamaram a minha atenção nesta recente descoberta:

1 º - O timing da descoberta de um acampamento militar romano em Megiddo - Armagedon - a meio de uma guerra em que Israel luta pela sua sobrevivência...

2º - O facto de estar a ser construída uma nova estrada na região para "redução do congestionamento"... Será esta uma preparação para a grande invasão dos exércitos invasores inimigos de Israel com os quais Deus ajustará contas no vale de Jezreel (Armagedon)? 

Só Deus sabe. Só que não acredito em coincidências...

Shalom, Israel!




sexta-feira, fevereiro 16, 2024

TERRORISTAS CÚMPLICES DO 7 DE OUTUBRO APANHADOS PELAS IDF NO HOSPITAL NASSER


As IDF têm estado a fazer raids nos hospitais de Gaza, sabendo-se que os terroristas do Hamas se escondem nos mesmos, temendo-se até que se possam encontrar reféns já mortos no interior dos mesmos, ou nos túneis que foram construídos pelos terroristas por baixo dos hospitais.

O hospital principal em Khan Younis, o hospital Nasser, tem sido alvo de várias incursões das forças israelitas, tendo até agora sido encontrados no seu interior mais de 20 terroristas participantes dos massacres do 7 de Outubro. Os terroristas estão detidos à guarda das IDF.

Para além destes bandidos, as IDF encontraram também dentro do hospital vário armamento, tal como morteiros, granadas e outros pertencentes ao Hamas. 

As IDF entraram ontem neste hospital, tendo sido informadas de que tinham lá estado reféns israelitas e talvez alguns dos corpos de reféns fossem ali encontrados. Os militares israelitas informaram que "continuarão a operar contra o grupo terrorista do Hamas segundo as leis internacionais, sabendo-se que o grupo tem sistematicamente operado a partir do interior de hospitais e de outras infraestruturas civis." Provas extraídas de um radar comprovam que há cerca de um mês os terroristas dispararam morteiros a partir deste hospital. 

O porta-voz do exército israelita, Daniel Hagari, disse que as forças israelitas se encontram a realizar uma operação "precisa e limitada" naquele hospital, não havendo necessidade de se evacuar o pessoal médico nem os pacientes. 

Nestas últimas horas as IDF têm intensificado os combates em Gaza, liquidando numerosos terroristas e neutralizando explosivos encontrados.

Entretanto, mais um militar israelita foi abatido nos combates, elevando o número de soldados israelitas mortos em Gaza para 234.

Shalom, Israel!

quinta-feira, fevereiro 15, 2024

ISRAEL REJEITA MACABRO "PLANO DE PAZ" DE BIDEN E ÁRABES RECONHECENDO UM ESTADO PALESTINIANO


O presidente norte-americano Joe Biden provou mais uma vez que não é verdadeiramente amigo de Israel. Soube-se hoje que a sua administração e vários parceiros árabes estarão preparando um plano detalhado para uma "paz compreensiva" entre Israel e os palestinianos que inclui uma "firme data limite" para um estado palestiniano. Esta traição de Biden provocou reacções e denúncias imediatas por parte de membros do governo de Jerusalém. 

Segundo uma notícia do jornal "The Washington Post", citando autoridades norte-americanas e árabes, um anúncio do esboço poderá surgir dentro das próximas semanas, embora a altura depende grandemente de Israel e o Hamas conseguirem concluir um acordo para uma pausa nos combates em Gaza. 

O plano proposto inclui etapas que Israel já previamente recusou, incluindo a evacuação de muitos residentes de assentamentos na Margem Ocidental - Judeia e Samaria, - uma capital em Jerusalém oriental e um aparato combinado de segurança e de governo para a Margem Ocidental e Gaza.

O governo norte-americano e os seus amigos árabes esperam que as garantias de segurança e a normalização com estado árabes como a Arábia Saudita possam persuadir Israel a aceitar o plano. A haver um acordo de cessar fogo em Gaza, seriam dados passos para a concretização desse plano, incluindo a formação de um governo interino palestiniano que poderia também administrar Gaza.


Na semana passada a Arábia Saudita foi a anfitriã de um encontro regional com a presença de seis importantes ministros árabes, e cujo objectivo foi o de avançarem com uma visão política conjunta para a reabilitação da Faixa de Gaza e o estabelecimento de um estado palestiniano após o final do conflito. Os participantes da conferência concordaram em avançar com a proposta e vários esboços do planos já começaram a circular entre os vários países, embora não se conheça quase nada do seu conteúdo. 

OPOSIÇÃO ISRAELITA

Estas notícias foram recebidas com veemente oposição pelas autoridades de Jerusalém, especialmente pelos ministros do actual governo contrários à constituição de um estado palestiniano. 

"Jamais concordaremos em quaisquer circunstâncias com este plano que basicamente diz que os palestinianos merecem um prémio pelo terrível massacre que perpetraram contra nós: um estado palestiniano com capital em Jerusalém."

Outros ministros israelitas já propuseram anular os "Acordos de Oslo" apadrinhados pelos norte-americanos em 1990 entre Israel e a Autoridade Palestiniana. O próprio primeiro-ministro Netanyahu tem muitas vezes manifestado a sua oposição a uma solução 2 estados. 

"Enquanto estivermos neste governo, não será formado nenhum estado palestiniano" - afirmou o ministro de linha dura Ben Gvir, fazendo eco da opinião de outros ministros que acusaram Washington de estar a tentar "estabelecer um estado terrorista lado a lado com o estado de Israel."

"Aqui em Israel, ainda estamos no rescaldo do massacre do 7 de Outubro" - afirmou o porta-voz do primeiro-ministro, acrescentando: "Esta não é a altura para falarmos sobre prendas para o povo palestiniano, ainda mais quando a Autoridade Palestiniana nem sequer condenou o massacre do 7 de Outubro."

"Agora é tempo de vitória, vitória total sobre o Hamas. Todas as conversas sobre o dia após o Hamas terão lugar no dia depois do Hamas."

Segundo o "The Washington Post", os mentores deste plano são o Egipto, Jordânia, Qatar, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e representantes palestinianos, para além dos Estados Unidos. 

Shalom, Israel!