segunda-feira, julho 15, 2019

TRUMP EXIGE ÀS "MULHERES CONGRESSISTAS DA ESQUERDA RADICAL" UM PEDIDO DE DESCULPAS A ISRAEL

Já vem de algum tempo o mal estar entre as "progressistas" congressistas norte-americanas e o presidente Donald Trump. Essas esquerdopatas não se cansam de condenar Israel e apoiar os inimigos que anseiam a total aniquilação do estado judaico. 
Algo bem parecido com as idiotices abomináveis proferidas pelas "garnizés" do Bloco de Esquerda, em Portugal...
Donald Trump já demonstrou o seu justificado cansaço com essas apologistas da violência antissemita, denunciando a sua "linguagem louca" e "horríveis e nojentas acções."
E tem mais que razões para isso. Hoje, o presidente voltou a atacá-las: "Quando é que as congressistas da esquerda radical pedem desculpa ao nosso país, ao povo de Israel, e até ao gabinete presidencial, pela linguagem louca que têm vindo a usar e pelas coisas terríveis que têm dito?" - Questionou Donald Trump.
"Há tanta gente irada com elas e com as suas horríveis e nojentas acções" - acrescentou Trump.
Estas acusações parecem ser dirigidas a um grupo de mulheres jovens, não brancas e liberais, e que pela primeira vez têm assento na Câmara dos representantes dos EUA. São elas Alexandria Ocasio-Cortez (conhecida como AOC), de Nova Iorque, Ilhan Omar, do Minesota, Rashida Tlaib, do Michigan, e Ayanna Pressley, de Massachusetts. Trump já se tinha dirigido a elas como "um bando de comunistas, que odeiam Israel e que odeiam o nosso próprio país."
"Elas são antissemitas, elas são anti-América...Elas falam acerca de Israel como se fossem um grupo de bandidas, e não como vítimas de toda a região...as suas políticas irão destruir o nosso país!" - acrescentou Donald Trump, acrescentando: "Preciso de dizer mais?"

INIMIGAS FEROZES DE ISRAEL
Tlaib e Omar são ferozes criticadoras de Israel e tem vociferado o seu apoio ao movimento BDS - Boicote, Desinvestimento e Sanções - anti-Israel. Ocasio-Cortez também tem atacado Israel em diversas ocasiões. Pressley é a única que se opõe ao BDS e que apoia a solução 2 estados.
Num ataque inicial feito ontem, Donald Trump disse que as congressistas - que não nomeou - são oriundas de países pobres, corruptos e mal administrados, para onde elas deveriam voltar. 
Trump acusou as mulheres de "estarem viciosamente a dizer ao povo dos Estados Unidos, a maior e mais forte potência do mundo, como é que o nosso governo deve ser dirigido."
E acrescentou: "Por que é que elas não regressam e ajudam a consertar os lugares de onde elas vêm, e que estão completamente falidos e infestados pelo crime?"
Destas 4 mulheres, apenas uma não nasceu em território norte-americano. Ocasio-Cortez, nasceu em Nova Iorque, é de ascendência porto riquenha. Tlaib, nasceu em Detroit, mas é de família palestiniana, sendo a primeira do género a fazer parte do Congresso. Omar, que fugiu de uma Somália em guerra como criança para os Estados Unidos como refugiada, é a primeira mulher negra muçulmana no Congresso. Pressley, nasceu no Cincinnati, é a primeira afro americana eleita para o Congresso. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, julho 12, 2019

AUMENTA O NÚMERO DE JUDEUS QUE FAZEM RETORNO (ALIYAH) A ISRAEL

O ano de 2018 viu um aumento de 6,6% em comparação ao ano anterior no número de judeus que fazem retorno a Israel.
Segundo dados do "Gabinete Central de Estatísticas", um total de 28.099 judeus emigraram para Israel no ano passado.
Estas estatísticas revelam também o número de emigrantes judeus que retornaram a Sião desde a fundação do estado de Israel em 1948: 3,3 milhões, dos quais 47,3% chegaram depois de 1990.
Mais de dois terços (67,7%) dos novos "olim" - nome dado aos judeus que fazem retorno a Israel - que chegaram em 2018 são provenientes da antiga União Soviética, especialmente da Rússia e da Ucrânia. Outros 9% chegaram dos EUA e 8,7% da França.
O número dos novos emigrantes judeus chegados da Rússia saltou 7.135 registados em 2017 para os 10.460 vindos em 2018. O número dos oriundos da França desceu 23,5% em relação ao ano anterior: apenas 2.415.
Um total de 1.429 "olim" vieram da Ásia, e 365 da África.
A maior parte dos novos imigrantes chegados em 2018 optaram por ficar residindo em cidades com populações superiores a 100 mil habitantes, com 11,1% preferindo Tel Aviv e 8,5% em Jerusalém. 

Shalom, Israel!

quinta-feira, julho 11, 2019

SITUAÇÃO PREOCUPANTE EM GAZA

O disparo por engano a um militante armado do Hamas que tentava evitar a possibilidade de intrusão em território israelita, causando a sua morte, associado aos inesperados exercícios militares realizados pelo Hamas em Gaza e à descoberta de mais um túnel terrorista podem elevar ao rubro as constantes tensões na região, e provocar uma escalada da violência palestiniana contra Israel.

Israel já comunicou publicamente que a morte do membro do Hamas foi provocada por "uma confusão", em que os militares israelitas confundiram o militante com um terrorista armado, mas o Hamas já prometeu uma retaliação contra Israel. 

Na passada Terça-Feira o braço armado do Hamas, as "Brigadas al-Qassam", juntamente com vários braços armados do movimento terrorista simularam uma invasão terrestre ao território de Gaza por parte de Israel. Várias partes do território ficaram fechados à população para a realização deste exercício que apanhou todos de surpresa. As pescas foram interrompidas, e foi decretado um alto nível de alerta máximo. Foi também imposto o recolher obrigatório em várias ruas. 
Crê-se que este simulacro militar terá a ver com as previsões de um conflito com Israel nos próximos meses.
Um porta voz do Ministério do Interior de Gaza informou que o exercício militar visou avaliar a preparação e resposta imediata das forças de Gaza num caso de emergência.

TÚNEL DESCOBERTO
Entretanto, o túnel descoberto por Israel junto à travessia de Kerem Hashalom é, segundo as autoridades israelitas, um túnel antigo. As Forças de Defesa de Israel tem gasto estes dois últimos dias na exploração da rota do túnel escavado pelos terroristas e que entrava no território de Israel.

Shalom, Israel!

quarta-feira, julho 10, 2019

"OS AVIÕES ISRAELITAS PODEM CHEGAR AO IRÃO" - AMEAÇA NETANYAHU

Numa visita feita ontem à base da Força Aérea de Israel em Nevatim, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu inspeccionou os novos aviões de combate F-35s que Israel adquiriu aos EUA em 2016.
Netanyahu aproveitou a visita para deixar um aviso indirecto ao Irão: "O Irão tem andado recentemente a ameaçar a destruição de Israel. É bom lembrar que estes aviões podem alcançar qualquer lugar do Médio Oriente, incluindo o Irão, e obviamente, a Síria."
Em Maio de 2018, Israel anunciou publicamente ter pela primeira vez incluído os seus F-35s em operações de combate. O "Adir" ("poderoso"), que é o nome dos F-35 em hebraico "estão operacionais e têm participado em missões de combate" - informou o general Amikam Norkin, o comandante da Força Aérea israelita.
Os aviões israelitas têm nestes últimos anos atingido vários alvos dentro da Síria. Muitos desses alvos foram descritos como sendo posições de comboios de armamento destinados ao Hezbollah libanês, para além de posições e equipamento militar do Irão em território sírio.
Sendo um confessado inimigo de Israel, o Irão apoia o movimento xiita do Hezbollah e ainda acções terroristas na Síria. O grupo terrorista palestiniano Hamas que governa o enclave da Faixa de Gaza é também financiado pelo Irão.
Em Junho passado, o primeiro-ministro de Israel avisou aqueles que visam a destruição de Israel que seria melhor "não testarem" o país: "Digo aos nossos inimigos: o exército israelita dispõe de um enorme poder destrutivo. Não nos testem" - alertou Netanyahu.
No passado Domingo, Netanyahu descreveu o anúncio feito pelo Irão de que recomeçaria o programa de enriquecimento do urânio como "muito perigoso", e apelou às principais potências mundiais para que imponham "duras sanções" a Teerão.


segunda-feira, julho 08, 2019

CIDADE BÍBLICA DE ZICLAGUE DESCOBERTA PELOS ARQUEÓLOGOS EM ISRAEL


"Então lhe deu (a David) Aquis naquele dia a cidade de Ziclague. Pelo que Ziclague pertence aos reis de Judá até ao dia de hoje. E todo o tempo que David permaneceu na terra dos filisteus foi um ano e quatro meses" - 1 Livro do profeta Samuel 27:6-7.
A meio das suas dramáticas fugas do ódio e inveja do ainda rei Saul, o futuro grande rei de Israel, David, viu-se obrigado a se refugiar na região dos inimigos de Israel, os filisteus. Tendo achado graça aos olhos do rei filisteu Aquis, o futuro rei pediu-lhe uma cidade de refúgio onde se pudesse proteger das intermináveis perseguições do rei de Israel. Aqui, o rei de Gate, concedeu-lhe então não só abrigo na cidade de Ziclague, como lhe ofereceu a própria cidade em si.


                DESCOBERTA PELOS ARQUEÓLOGOS 
Após décadas de buscas e mais buscas, os arqueólogos conseguiram finalmente encontrar e escavar a cidade bíblica de Ziclague, por diversas vezes mencionada nos textos sagrados do Velho Testamento, prevendo-se que esta incrível descoberta venha inflamar o antigo debate sobre a historicidade do rei David, que alguns incrédulos continuam teimosamente a pôr em causa.
Os arqueólogos e os peritos no local fizeram análises aos artefactos achados no local desde 2015 através do método do carbono 14, tendo hoje anunciado que o sítio arqueológico agora chamado de Khirbet a-Ra'i, nas colinas da Judéia, será de facto a antiga cidade refúgio do rei David, que dali subiria ao trono em Hebron. 
A cidade bíblica de Ziclague situa-se entre Qiryat Gat e Laquis. 
Segundo um comunicado conjunto feito à imprensa pela Universidade Hebraica de Jerusalém e a Autoridade para as Antiguidades de Israel, os arqueólogos descobriram as ruínas de uma povoação filistéia, datando dos séculos 12 - 11 a.C., que se transformou numa povoação rural no século 10 a.C., o que é confirmado pelos relatos bíblicos. O método de datação carbono 14 apoia o período e a identificação sugeridos pelos arqueólogos.

BASE MILITAR DO FUTURO REI DAVID
Segundo o credível relato bíblico, David instalou-se durante 14 meses em Ziclague sob a protecção do rei filisteu Aquis de Gat, com 600 homens e suas famílias, usando a cidade como base para atacar cidades vizinhas. 
A cidade foi mais tarde atacada e incendiada pelos amalequitas, atraindo a ira de David, que os arrasou por completo.
Segundo o comunicado à imprensa, para além da transição cultural entre as construções dos filisteus e o provável acampamento israelita, a povoação da época de David revela os restos de um intenso incêndio que a teria queimado por completo.
O Livro de Neemias menciona mais tarde Ziclague como base para os judeus que retornaram da Babilónia.

UMA PROCURA DE DÉCADAS
Ao longo destas últimas décadas os arqueólogos têm procurados sinais da antiga Ziclague, tendo sido sugeridos vários locais prováveis, sem que no entanto se tenha chegado a um consenso académico. Os outros locais propostos acabaram por ser deixados de lado pelo facto de não existirem ali sinais da transição entre os traços da cultura dos filisteus e da presença de israelitas dos dias de David, ou ainda por falta de evidências das extensas ruínas provocadas pelos amalequitas, tal como a Bíblia relata.
Segundo os arqueólogos responsáveis por esta expedição, o israelita professor Yosef Garfinkel e o australiano Dr. Gil Davis, o sítio agora denominado Khirbet a-Ra'i apresenta todos os requisitos necessários para a sua identificação com Ziclague.
De acordo com o comunicado conjunto hoje editado, após 7 períodos  sazonais no local em que cerca de 1.000 metros quadrados foram escavados, a equipa arqueológica encontrou evidências de uma povoação da época dos filisteus - 12 - 11 séculos antes de Cristo - entre as quais se encontraram enormes estruturas em pedra e artefactos típicos da cultura dos filisteus, incluindo cerâmica estilizada em depósitos por debaixo de pavimentos de edifícios. 
Esses artefactos, para além de ferramentas em pedra e em metal, são semelhantes aos encontrados em outras cidades filistéias, tais como Ashdod, Asquelon, Ecron e Gate.

Os arqueólogos descobriram até agora nas escavações cerca de 100 vasos completos de cerâmica utilizados para entre outras funções armazenar vinho e azeite.
De acordo com o arqueólogo e perito israelita Garfinkel, os vasos e as tigelas decorados com aquele tipo de polimento manual são típicas do período do rei David. 

ORIGEM FILISTÉIA
O nome Ziclague é de origem filistéia e não tem raízes nas línguas semíticas. Um estudo recente comprova a origem europeia dos filisteus, que terão emigrado para as costas ocidentais de Israel em tempo de crise e de guerras locais.

Mais uma vez...a Bíblia confirmada pela ciência.

Shalom, Israel!


sábado, julho 06, 2019

41 POR CENTO DOS JOVENS JUDEUS EUROPEUS JÁ CONSIDERARAM EMIGRAR

Segundo uma pesquisa publicada na passada Quinta-Feira, 41% dos jovens judeus que vivem na Europa já consideraram a possibilidade de emigrar por questões de segurança.
Cerca de 2.700 inquiridos, com idades entre os 16 e os 34 anos, confessaram no inquérito querer emigrar da Europa por não se sentirem seguros como judeus. Este inquérito refere-se a dados obtidos no ano passado, 2018.
Para além desta situação, cerca de 45% afirmaram não querer vestir, portar ou exibir itens distintivamente judaicos em público, devido a preocupações com a sua segurança.
A pesquisa foi feita entre jovens judeus vivendo na Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Alemanha, Hungria, Itália, Holanda, Polónia, Espanha, Reino Unido e Suécia. 
Na generalidade, cerca de 44 por cento dos jovens que responderam terem já experimentado assédio antissemita, 12% mais do que os de maior idade também inquiridos, num total de 16.000 pessoas. O inquérito também revelou que oitenta por cento dos jovens assediados não comunicaram o acontecimento à polícia. 
Mais de 80 por cento dos jovens judeus europeus afirmaram que a sua identidade judaica está em alta.
Cerca de dois terços, ou 62% dos jovens inquiridos afirmaram ter uma forte ligação a Israel, uma proporção praticamente semelhante à da ligação aos países onde vivem.
Os jovens judeus europeus estão mesmo assim muito agarrados à sua identidade judaica, ainda que por razões de segurança evitem na sua maior parte ostentar sinais exteriores do seu judaísmo.

Shalom, Israel!

sexta-feira, julho 05, 2019

IRÃO AMEAÇA DESTRUIR ISRAEL EM 30 MINUTOS

Num considerável alinhamento profético (Ezequiel 38 e 39), os líderes da Pérsia (actual Irão) nutrem um cada vez maior ódio comum em relação ao estado judaico, que consideram ser um "tumor maligno" a extirpar do Médio Oriente, aproximando-se sem se aperceberem disso da realidade revelada pelos profetas bíblicos.
As actuais tensões entre os Estados Unidos e o Irão, com as contínuas ameaças de parte a parte, o ultrapassar do limite do enriquecimento do urânio do Irão, possibilitando o fabrico de armas nucleares, os sistemáticos ataques da aviação israelita a posições militares iranianas na vizinha Síria, têm levado o Irão a procurar cada vez mais apoio na Rússia (Magogue ?) e na vizinha Turquia (Togarma bíblica), num preocupante mas anunciado alinhamento com as profecias reveladas por Ezequiel há mais de 2.500 anos, mas mais próximas do que nunca da realidade. 


A própria Turquia, revelando inegáveis pretensões ao domínio político naquela região conturbada do Médio Oriente, está prestes a receber dos russos um moderníssimo sistema de defesa anti-aéreo S-400, anunciando ainda para Agosto uma cimeira trilateral entre a Rússia, o Irão e a Turquia.

DESTRUIÇÃO TOTAL DE ISRAEL EM 30 MINUTOS
Nestes últimos dias, um destacado líder iraniano voltou a ameaçar Israel, tendo no entanto "actualizado" a duração de tal pretensão, dos anteriores 7 minutos, para 30 minutos, o suficiente - no entender dele - para a aniquilação total de Israel.

MOJTABA ZOLNOUR
O responsável iraniano pela Segurança Nacional do parlamento do Irão e Comissário para as Relações Exteriores, Mojtaba Zolnour, prometeu na passada Segunda-Feira arrasar Israel caso os Estados Unidos atacassem o seu país: "Se os EUA nos atacarem, Israel terá apenas meia hora de duração."
Já em 2017 este lunático havia ameaçado os EUA, mas desta vez passou a incluir Israel, aumentando no entanto o tempo de destruição total, dos 7 para os 30 minutos...
Segundo ele, a quinta frota dos EUA "está toda dentro do alcance dos sistemas de mísseis iranianos, e será toda arrasada por completo caso o inimigo cometa algum erro" - ameaçou Zolnour, acrescentando: "E bastam 7 minutos para o míssil iraniano atingir Tel Aviv."
O Irão está a mais de 1.500 quilómetros de Israel. Os mísseis balísticos intercontinentais voam a uma velocidade de cerca de 5 quilómetros por segundo. Baseados nesses cálculos, um ICBM (míssil) equipado com uma ogiva nuclear disparado do Irão chegaria a Israel entre 5 a 7 minutos após ser disparado. Assim sendo, a ameaça do líder iraniano torna-se tecnicamente viável e realista. Claro que tal só aconteceria se Israel não fizesse uso das suas formidáveis capacidades de defesa anti-míssil.

GUERRA DE GOGUE E MAGOGUE?
Não podemos correr para especulações ou deduções fáceis, mas a verdade é que "onde há fumo há fogo", e as profecias bíblicas de há mais de 2.500 anos mencionadas em Ezequiel 37 e 38 nunca tiveram uma proximidade tão grande e clara com a realidade como nestes últimos anos. Há 40 anos, pouco antes da revolução iraniana que levou à deposição do xá da Pérsia e ao surgimento da revolução islâmica dos ayatollahs, ninguém conceberia um quadro destes, uma vez que a Pérsia era então um país muito próximo do Ocidente e nada interessado em ameaçar Israel. 40 anos na profecia bíblica é um momento, e daqui em diante as últimas peças vão ocupando os seus lugares estratégicos em preparação à grande invasão de Israel.
Sabemos pelas profecias que os inimigos serão dizimados completamente no vale de Jezreel, sendo a sua destruição extremamente rápida, dando a perceber a possível utilização de armas nucleares. 
"Rugirão as nações, como rugem as muitas águas, mas Deus as repreenderá, e fugirão para longe; serão afugentadas como a palha dos montes diante do vento, e como pó levado pelo tufão. Ao anoitecer eis que há pavor, e antes que amanheça o dia, já não existem. Este é o quinhão daqueles que nos despojam, e a sorte daqueles que nos saqueiam" - Livro do profeta Isaías 17:13 e 14.
O Livro do profeta Zacarias (14:12) apresenta uma perspectiva sobre essas grandes batalhas finais contra Israel que aludem às possibilidades de uma guerra nuclear:
"Esta será a praga com que o Senhor ferirá a todos os povos que guerrearem contra Jerusalém: a sua carne se apodrecerá estando eles de pé, apodrecer-lhes-ao os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na boca."

"UM TERÇO MORRERÁ"
Uma tradição de Vilna Gaon (uma proeminente autoridade na Torá do século 18) ensina que a guerra de Gogue e Magogue terá uma duração de 12 minutos. Segundo uma interpretação do século 20, "morrerá um terço da humanidade, um terço sofrerá pragas, e um terço sobreviverá."
Esta profecia de uma guerra de 12 minutos é impressionante, uma vez que foi escrita séculos antes da invenção das armas nucleares. Naquela altura era totalmente inconcebível uma guerra tão rápida e fulminante, pois os conflitos convencionais arrastavam-se por meses ou até anos. 
Na opinião do rabi Pinchas Winston, "o tipo de guerra que estamos abordando é um conflito multinacional de proporções extremas, no Médio Oriente, com o foco em Israel. Isto preenche claramente os requisitos de Gog e Magog, significando que poderá ser essa a guerra que precede a chegada do Messias. Porém, reconhecê-la-emos como a guerra de Gog e Magog pelos seus aspectos sem precedentes e inesperados. Tal como é, tudo se move muito mais rapidamente agora. Uma guerra de grande escala será desumanamente rápida."

ISRAEL PREPARA-SE
Face às crescentes ameaças do Irão, Israel não tem outra alternativa senão preparar-se militarmente para um eventual confronto.
Num fórum internacional sobre segurança recentemente realizado, o ministro israelita Yisrael Katz afirmou: "Deve ser levado em conta que cálculos errados por parte do regime iraniano...poderão ser responsáveis por uma mudança da 'zona cinzenta' para a 'zona vermelha' - ou seja: uma confrontação militar."
"Temos de estar preparados para tal, e assim, o estado de Israel continua a dedicar-se a fortalecer o seu poderio militar para a eventualidade de ter de responder a cenários de escalar da situação."

Shalom, Israel!