terça-feira, abril 14, 2026

INICIOU-SE EM WASHINGTON O ENCONTRO HISTÓRICO ENTRE ISRAEL E O LÍBANO


Mediadas por Marco Rubio na Casa Branca, iniciaram-se há pouco as conversações entre representantes de Israel e do Líbano, o primeiro encontro de sempre entre as duas nações ainda inimigas, mas que a guerra no Sul do Líbano "obrigou" a sentarem-se à mesa para negociar um acordo de cessar fogo.

Segundo Marco Rubio, o encontro visa estabelecer a paz entre os dois países: "A esperança é de hoje podermos delinear um quadro sobre o qual se possa desenvolver uma paz permanente duradoira, para que assim o povo de Israel possa viver em paz e o povo do Líbano possa viver, não apenas em paz, mas em prosperidade e em segurança que ele merece" - afirmou Rubio aos repórteres presentes na sala onde se está a realizar o encontro. 

Rubio, entretanto, urgiu a que se contenham as expectativas sobre o que hoje poderá acontecer.

"Este é um processo, não um evento. Isto é mais do que um dia. Isto levará tempo, mas acreditamos ser um esforço que vale a pena, e é um encontro histórico sobre o qual esperamos construir."

"Entendemos estarmos lutando contra décadas de História, e contra as complexidades que nos conduziram a este momento singular."

"Sei que alguns de vós estarão gritando perguntas sobre cessar-fogos. Isto é muito mais do que isso. Isto tem a ver com se conseguir um fim permanente aos 20 ou 30 anos da influência do Hezbollah nesta parte do mundo - não só os estragos causados a Israel, mas os que foram infligidos ao povo libanês."

O presidente do Líbano, Joseph Aoun, expressou entretanto a sua esperança de que o encontro entre Israel e o Líbano em Washington "marque o início do fim do sofrimento do povo libanês em geral e em especial dos residentes no Sul."


A delegação do Líbano será presidida pela embaixadora do país nos EUA, Nada Hamadeh, e a de Israel pelo actual embaixador israelita nos EUA, Yechiel Leiter. 

HEZBOLLAH CONTRA AS CONVERSAÇÕES

O grupo terrorista Hezbollah, responsável pelo estado de ruína a que o Líbano chegou, veio ontem exigir que o Líbano não participasse nas conversações com Israel. É óbvio que estes assassinos não querem nem pensar na possibilidade de terem de se desarmar, uma vez que é essa a razão do encontro em Washington. 

Como forma de "celebrar" o início das conversações, o Hezbollah disparou 30 rockets contra o Norte de Israel...

CONVERSAÇÕES ENTRE IRÃO E EUA PODEM SER RETOMADAS EM BREVE

O presidente Donald Trump afirmou há pouco que as conversações entre o Irão e os EUA poderão ser retomadas dentro dos próximos 2 ou 3 dias no Paquistão.

"Deveis permanecer aí, de facto, porque algo pode vir a acontecer nos próximos dois dias, e estamos mais inclinados a ir lá" - afirmou Trump, acrescentando a sua apreciação pelo "bom trabalho" que o chefe militar do Paquistão tem estado a realizar: "Ele é fantástico, por isso é mais que provável que regressemos lá."

Shalom, Israel!

segunda-feira, abril 13, 2026

FORÇAS ARMADAS DE ISRAEL EM MÁXIMA PRONTIDÃO ANTEVENDO ATAQUES DO IRÃO


Devido ao colapso das conversações realizadas no Sábado em Islamabad entre delegações dos EUA e do Irão, e face ao bloqueio iniciado hoje pelos norte-americanos à navegação iraniana no estreito de Ormuz, Israel prepara-se para ser atacado pelos mísseis iranianos, talvez já a partir desta noite, pelo que as IDF estão neste momento em prontidão máxima para qualquer eventualidade. 

Numa declaração dramática, o presidente Trump escreveu na sua rede social Truth Social que, com "imediata prossecução", a Marinha norte-americana vai "começar o processo de bloquear todo e qualquer navio que tente entrar ou sair do estreito de Ormuz."

Logo de seguida, o general israelita Eyal Zamir instruiu os militares para se prepararem para um possível renovar da confrontação com o Irão, incluindo cenários nos quais o Irão poderia iniciar o primeiro ataque:

"Estamos preparados para uma retomada dos combates tanto defensivos, como ofensivos. Aguardamos instruções da estrutura política."

Informações prestadas por um alto oficial israelita dão a entender que Israel está interessado em retomar a guerra contra o Irão, aguardando apenas uma decisão por parte de Donald Trump. O presidente não teceu qualquer comentário sobre a potencial retoma da guerra, tendo escrito na Social Truth que "no momento apropriado, estamos totalmente carregados e equipados, e os nossos militares terminarão o pouco que resta do Irão."

Segundo um canal israelita, as IDF reactivaram o mesmo enquadramento que antes da Operação Leão Erguido e Leão Rugindo, levando à prontidão entre todos os ramos das Forças Armadas, encurtando tempos de resposta, e fechando espaços operacionais, assegurando prontidão para acção imediata. Tanto as IDF como o Comando central norte-americano continuam em plena cooperação, ao mesmo tempo que aguardam que qualquer acção militar seja coordenada entre os governos de Jerusalém e de Washington. 

Os militares israelitas expressaram não terem ficado surpreendidos com o fracasso das negociações, tendo ficado até satisfeitos com a posição dos EUA de que é preferível um não acordo a um mau acordo com o regime. Israel foi informado antecipadamente acerca do bloqueio decidido pelo presidente Trump. Como parte do bloqueio, Trump disse ter instruído a Marinha dos EUA para "buscar e interditar qualquer embarcação nas águas internacionais que tenha pago uma taxa de passagem ao Irão. Ninguém que paga uma taxa ilegal terá passagem segura em alto mar."

"Começaremos também a destruir as minas que os iranianos colocaram nos estreitos. Qualquer iraniano que dispare contra nós ou contra navios pacíficos será explodido até ao inferno!"

Trump terminou a sua comunicação enfatizando entretanto que o objectivo mais importante para os EUA continua a ser o fim do programa nuclear iraniano: "Há apenas uma coisa que importa: o Irão estar disposto a desistir das suas ambições nucleares!"

"Nós vamos limpar o estreito" - prometeu Trump, acrescentando: "Eles não vão conseguir usar o estreito por tempo não pouco longo."

Shalom, Israel!

sábado, abril 11, 2026

AS CONVERSAÇÕES ENTRE O IRÃO E OS EUA MEDIADAS PELO PAQUISTÃO DECORREM NO PAQUISTÃO SEM RUMO CERTO


Decorrem na capital paquistanesa Islamabad as conversações entre os EUA e o Irão, mediadas pelo Paquistão, com as delegações sentadas à mesma mesa, o que torna este encontro algo inédito. 


Os norte-americanos estão representados pelo vice-presidente JD Vance e pelos enviados de Trump Steve Witkoff e Jared Kushner, para além do conselheiro de Vance para a segurança nacional Andrew Baker, e o seu conselheiro especial para assuntos asiáticos Michael Vance. Para além destes principais representantes, há um vasto número de peritos em áreas relevantes às conversações. 


A equipa iraniana está sendo presidida pelo líder do parlamento Mohammad Bagher Ghalibaf, juntamente com o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão. 

Não se sabe em que ponto estarão estas conversações. O próprio presidente Donald Trump confessou há pouco "não ter ideia" de como as mesmas decorrem. Trump alegou entretanto que os EUA sabem onde se situam as minas colocadas pelo Irão no estreito de Ormuz e que os militares norte-americanos estariam a transportar equipamentos para as remover. 

Por outro lado, sabe-se que dois navios "destroyers" norte-americanos transitaram pelo estreito de Ormuz, sendo os primeiros vasos de guerra norte-americanos a atravessar o estreito desde o início do conflito em 28 de Fevereiro passado. Segundo um oficial norte-americano, "esta foi uma operação focada na liberdade de navegação através de águas internacionais." A missão destes dois navios foi a de assegurar que o estreito fica completamente liberto de minas previamente colocadas pelos terroristas iranianos. 

"Iniciámos hoje o processo do estabelecimento de uma nova passagem e iremos em breve partilhar esta nova passagem segura com a indústria marítima de forma a encorajar o livre fluir do comércio" - informou o chefe da CENTCOM, o almirante Brad Cooper. A CENTCOM informou ainda que durante os próximos dias forças adicionais americanas "incluindo drones submersíveis irão juntar-se ao esforço de desminagem." 

A ver vamos no que tudo isto vai dar...

Shalom, Israel!


sexta-feira, abril 10, 2026

ISRAEL ELIMINOU 1.400 TERRORISTAS DO HEZBOLLAH DESDE O INÍCIO DA GUERRA COM O IRÃO


O acordo de cessar fogo estabelecido pelos Estados unidos durante 2 semanas não incluiu a guerra que Israel tem estado a travar com o Hezbollah, no Líbano. O grupo xiita decidiu entrar na guerra contra Israel após o início das hostilidades no Irão, pelo que Israel tem estado a intervir no Sul do Líbano e em Beirute, com bombardeamentos aéreos e com a intervenção em terra com a entrada de brigadas militares, visando limpar toda e qualquer presença do grupo terrorista a Sul do rio Litani. 

O acordo de cessar fogo estabelecido no ano passado obrigava o Hezbollah a permanecer a Norte do rio Litani, mas em total violação ao acordo, as forças terroristas voltaram a invadir o Sul do Líbano com fortes dispositivos de armamento e deslocação de militantes, com o simples objectivo de disparar rockets e mísseis contra as populações civis do Norte de Israel. 


Israel tem estado a intervir em força, tendo anteontem bombardeado em 10 minutos mais de 100 posições do grupo terrorista, causando mais de 300 mortos, a grande maioria terroristas infiltrados em zonas civis, tal como é a ignóbil prática dos grupos terroristas islâmicos. Os assassinos têm estado a disparar a partir de escolas, têm estado a usar ambulâncias para se deslocarem, e disfarçam-se de jornalistas para tentarem escapar à mira dos soldados israelitas. 

TELEFONEMA TENSO ENTRE TRUMP E NETANYAHU

Soube-se há pouco de um telefone havido hoje entre o presidente norte-americano e o primeiro-ministro israelita, em que Trump ameaçou Netanyahu de que se este não aceitasse um cessar-fogo com o Hezbollah antes das conversações de amanhã, ele próprio (Trump) o faria unilateralmente, deixando Israel a braços com uma situação muito complicada. Este já é o terceiro telefonema entre os dois líderes nesta semana, mas este de hoje parece ter sido o mais tenso de todos. 

Israel tem estado hoje a restringir os seus ataques no Líbano devido à pressão exercida pelo presidente Trump, "incomodado" com o número de baixas causadas pelo últimos ataque israelita no Líbano e que terá alegadamente provocado mais de 300 mortos. 


O Hezbollah tem estado a atacar o Norte de Israel, tendo há pouco disparado um rocket que caiu sobre um recinto desportivo na cidade israelita de Nahariya, provocando danos materiais, mas felizmente sem feridos. Vários rockets foram também disparados pelo grupo terrorista contra o Norte de Israel durante a tarde de hoje, tendo atingido a cidade de Safed, na Alta Galiléia e destruído várias viaturas num parque de estacionamento, felizmente sem danos humanos. 

1400 TERRORISTAS ELIMINADOS POR ISRAEL

As Forças de Defesa de Israel alegam terem já eliminado mais de 1400 operacionais do Hezbollah desde o escalar da guerra com o grupo no dia 2 de Março passado. Este número inclui centenas de membros das forças de elite Radwan. O ministério da saúde do Líbano alega haver 1.800 mortos entre a sua população, misturando civis com membros das milícias armadas. As IDF alegam ainda ter destruído 4.300 "infraestruturas terroristas" do Hezbollah e apanhado mais de 1.000 armas  durante as operações terrestres no Sul do Líbano. 

Israel tem estado hoje a fazer fortes ataques em Nabatieh, e as IDF informaram estar a continuar a sua intervenção militar no Líbano. Uma escola de onde o Hezbollah disparava rockets foi entretanto bombardeada pela aviação israelita. Uma vaga de 5 rockets disparada pelo Hezbollah contra a cidade israelita de Karmiel foi entretanto interceptada pelos sistemas de defesa israelitas, tendo entretanto havido alguns danos materiais provocados pela queda de fragmentos. 

NEGOCIAÇÕES AMANHÃ EM ISLAMABAD

As duas delegações (norte americana e iraniana) irão amanhã reunir-se na capital paquistanesa, sob mediação do país anfitrião. O objecto é chegar a um acordo permanente para o fim do conflito. É um objectivo praticamente fadado ao fracasso, uma vez que o Irão quer incluir a questão do Hezbollah no acordo, algo que tanto os EUA como Israel rejeitam. Por outro lado, o Irão quer controlar por completo a passagem de navios pelo estreito de Ormuz, deixando passar apenas um máximo de 15 navios por dia, sujeitando-os ainda a pagarem taxas de portagem. É óbvio que os EUA não podem estar de acordo com esta imposição, e certamente perceberão já que a decisão de interromper os ataques foi precipitada, dando ao Irão a possibilidade de se rearmar e bloquear por completo qualquer acordo razoável. 

A "última" exigência do Irão antes do início das conversações previstas para amanhã inclui a efectivação de um cessar-fogo no Líbano e a liberação dos activos iranianos retidos em forma de sanções. Isto só demonstra que o Irão não tem interesse no cessar-fogo, já que impõe condições que a outra parte não vai obviamente querer satisfazer. 

PRIMEIRO ENCONTRO DA HISTÓRIA ENTRE ISRAEL E O LÍBANO EM WASHINGTON

No meio de tantas notícias tristes, há uma que ronda o milagre: pela primeira vez na História, delegações do mais alto nível do Líbano e de Israel irão reunir-se em Washington na próxima Terça-Feira sob mediação dos EUA, tendo como objectivo discutir o desarmamento do Hezbollah pelo exército regular do Líbano e a probabilidade da normalização das relações políticas entre os dois países, até agora inimigos! Este encontro é a resposta a vários pedidos feitos a Israel pelo governo do Libanês, aos quais Netanyahu ontem acedeu, dando ordens para que se avence rapidamente para essas conversações. 

Israel entretanto decidiu excluir a França destas conversações. Segundo um responsável israelita, "a conduta da França neste último ano levou a que Israel olhe para a França como um mediador injusto."

Shalom, Israel!

quarta-feira, abril 08, 2026

A MEIO DO CONTROVERSO CESSAR-FOGO COM O IRÃO, ISRAEL LANÇA O MAIOR ATAQUE DE SEMPRE NO LÍBANO


Em apenas uma hora, a Força Aérea de Israel completou o maior ataque coordenado no Líbano desde o início da operação "Leão que ruge". Foram bombardeados mais de 100 alvos, desde quartéis-generais do Hezbollah a centros militares, e ainda centros de controle e de comando na capital Beirute, no vale de Beqa, e no Sul do Líbano, e que incluíram: centros de comando da Inteligência e quartéis-generais usados para planear ataques contra Israel; infraestruturas de poder de fogo e matrizes navais responsáveis pelo lançamento de mísseis; activos da Força Radwan e da unidade aérea; e unidades de elite do Hezbollah. 

"Este é o maior golpe conjunto que o Hezbollah sofreu desde a 'operação Beeper'" - afirmou o ministro da Defesa de Israel, acrescentando: "Naim Qassem não percebeu aquilo que Nasrrallah entendeu nos últimos momentos da sua vida: que o Israel pós 7 de Outubro não é o mesmo Israel do passado, e que não aceitará qualquer ameaça ou ataque aos seus cidadãos,nem do Irão, nem do Líbano."


Segundo as IDF, a extensa operação foi baseada em informações e planeada ao longo de semanas, sabendo-se que muitos dos alvos estavam inseridos em áreas civis, pelo que foram dados os devidos passos de forma a minimizar danos colaterais em civis. Há também informações de novos ataques recentes na cidade libanesa de Tiro. 

As IDF comunicaram ter interrompido os ataques no Irão, permanecendo no entanto em alerta máximo e preparadas para responder a quaisquer violações, ao mesmo tempo que continuarão "operações de combate e actividade no terreno contra a organização terrorista do Hezbollah."

Entretanto, e contrariamente ao que se diz por aí, especialmente no Irão, o presidente Trump já veio esta manhã confirmar que a questão do Líbano e do Hezbollah não estão incluídos no acordo de cessar-fogo. O Irão aproveitou esse argumento da continuação da guerra de Israel no Líbano para interromper a passagem de navios pelo estreito de Ormuz. Desde esta manhã apenas 2 navios passaram pelo estreito, sendo que agora o regime perverso do Irão está a usar o argumento dos ataques israelitas no Líbano para impedir a passagem de mais navios...

RECOMEÇO DAS CONVERSAÇÕES NA SEXTA-FEIRA

Após o anúncio do pretenso e duvidoso cessar-fogo à meia-noite (de Portugal) anunciado pelo presidente Trump, o qual prevê duas semanas ausência de ataques, foi anunciado o início das conversações entre os EUA e o Irão, a ter lugar na capital do Paquistão nesta próxima Sexta-Feira. Em resposta aos ataques de há pouco ao Líbano pelas forças israelitas, o regime iraniano já veio ameaçar Israel com a possibilidade de "operações de dissuasão" contra Israel, sob a alegação de que o estado "sionista" está a violar o cessar-fogo, ainda que se saiba que o acordo não inclui o conflito no Líbano. 

Nos últimos minutos recebeu-se a informação de que os responsáveis iranianos comunicaram aos mediadores que as conversações a realizar na sexta-feira com os EUA estão condicionadas a um cessar-fogo no Líbano. Para além disso, o Irão ameaçou continuar a atacar os países vizinhos, incluindo Israel, revertendo a decisão de reabrir o estreito de Ormuz, caso as IDF continuem a atacar o Hezbollah, no Líbano. 


REUNIÃO DO GABINETE DE SEGURANÇA ISRAELITA

O Gabinete de Segurança de Israel irá reunir-se esta noite para analisar o recente acordo de cessar fogo com o Irão. 


REABERTURA TOTAL DAS OPERAÇÕES NO AEROPORTO DE BEN GURION

A partir da meia-noite espera-se um anúncio oficial de um plano para a reabertura total das operações de voo no aeroporto de Ben Gurion, em Tel Aviv, como resultado do recente acordo de cessar-fogo com o Irão. Será assim comunicada esta noite pelo Ministério dos Transportes a decisão oficial para a retomada total dos voos em Ben Gurion. Com o estalar da guerra com o Irão no passado dia 28 de Fevereiro, o espaço aéreo israelita ficou fechado para a maior parte do tráfego comercial. Durante o passado mês de Março, foi permitida a organização restrita de voos de emergência operada apenas pelas linhas israelitas El Al, Arkia e Israir. 

Shalom, Israel!

terça-feira, abril 07, 2026

ISRAEL LANÇA FORTES ATAQUES A ESTRUTURAS IRANIANAS A POUCAS HORAS DO FIM DO PRAZO ESTABELECIDO POR TRUMP


A poucas horas do fim do prazo dado pelo presidente Trump para que o regime iraniano aceite o plano de cessar-fogo que inclui a abertura do estreito de Ormuz, o Irão decidiu continuar as suas provocações, arriscando-se a partir de agora a sofrer as terríveis consequências previstas nas ameaças de Trump.

ISRAEL ATACA FORTE E FEIO NO IRÃO

Antevendo a possibilidade de uma alteração de planos do imprevisível presidente norte-americano, Israel tem estado no dia de hoje a atacar fortemente várias infraestruturas usadas pelo regime satânico do Irão. As IDF bombardearam 8 pontes ferroviárias e várias secções de estradas "utilizadas pelo regime terrorista para o transporte de de armas e equipamento militar." 

Os ataques foram perpetrados em várias regiões do Irão, incluindo Teerão, Karaj, Tabriz, Kashan e Qom. "As travessias foram atacadas para impedir que as forças do regime as utilizem para transferir equipamento e armas" - informaram as IDF. 

Horas antes dos ataques, os militares alertaram a população iraniana para não fazer uso de transportes rodoviários durante o dia de hoje. 

O primeiro-ministro israelita alegou entretanto que Israel "está esmagando" o regime do Irão com força crescente, pouco depois de o presidente Donald Trump ter ameaçado que "uma civilização inteira pode morrer esta noite."

O prazo final dado por Trump para que o Irão reabra o estreito de Ormuz é às 20H00 horas (horário da costa leste norte-americana), 01H00 da manhã de 8 de Abril em Portugal. 


Netanyahu afirmou que Israel está a esmagar o regime terrorista do Irão com uma crescente intensidade: "Destruímos ontem aviões de transporte e dezenas de helicópteros, e hoje atacámos as ferrovias e pontes utilizadas pelos Guardas Revolucionários."

Segundo Netanyahu, as ferrovias e pontes eram utilizadas "para transportar matérias primas para fabricar armas, armamento, e operacionais que nos atacam a nós, os Estados Unidos e países na região -esses mesmos operacionais que também oprimem o povo iraniano."

Netanyahu sublinhou que Israel não está a atacar o povo iraniano, mas que visa "enfraquecer e esmagar o regime de terror que os tem oprimido por 47 anos."


IRÃO CONTINUA A ATACAR ISRAEL

Há poucos minutos soaram mais uma vez os alarmes no centro de Israel e em Jerusalém alertando para a vinda de mais uma vaga de mísseis balísticos disparados pelo Irão, entretanto interceptados ou despenhados em descampados. 

A poucas horas do fim do prazo dado ao Irão pelo presidente Trump, Israel espera uma nova vaga de ataques do Irão e do Hezbollah, no Líbano. 

RÚSSIA COLABORA COM O IRÃO

Os serviços de informação da Ucrânia vieram entretanto informar que satélites russos têm andado a fazer dezenas de pesquisas detalhadas de imagens de instalações militares e sítios críticos no Médio Oriente visando ajudar o Irão a atacar forças dos EUA e outros alvos. A Rússia está realmente fornecendo apoio secreto ao Irão desde o início da guerra em 28 de Fevereiro. Tem havido uma intensa actividade de satélites russos sobre o Médio Oriente, com as informações recolhidas partilhadas com o Irão. 

As próximas horas serão decisivas. Tudo pode mudar de um momento para o outro...

Shalom, Israel!

segunda-feira, abril 06, 2026

ISRAEL ATACOU O MAIOR COMPLEXO PETROQUÍMICO IRANIANO


Israel lançou hoje um novo ataque ao complexo petroquímico iraniano de South Pars, depois de um primeiro ataque em Março ter desencadeado uma retaliação contra infraestruturas de petróleo e gás no Golfo Pérsico.

"Israel acabou de realizar um poderoso ataque contra as maiores instalações petroquímicas do Irão, localizadas em Asaluyeh, responsável por cerca de 50% da produção petroquímica do país" - informou esta manhã o ministro da Defesa israelita, Israel Katz. Segundo o ministro, a operações deixou inoperacionais "instalações chave do sector energético" do Irão. 

Segundo o ministro, cerca de 85% das exportações petroquímicas iranianas "foram desactivadas", acrescentando que "isto representa um duro golpe económico para o regime iraniano, com perdas na ordem de dezenas de milhares de milhões de dólares."

Segundo Israel, esta infraestrutura era utilizada para a produção de materiais para os mísseis.

IRÃO REJEITA ACORDO DE CESSAR-FOGO

Circulou esta manhã uma proposta de Islamabad para um acordo de cessar fogo de 45 dias, seguido de um acordo de paz entre o Irão e os EUA. O Irão já comunicou entretanto a sua rejeição deste plano, não querendo abrir mão do controle do estreito de Ormuz, e declarando o plano como "ilógico e inaceitável", avisando ainda que vai continuar a lutar contra os seus inimigos. 

PRAZO TERMINA AMANHÃ

Em um novo adiamento do prazo concedido pelo presidente Trump, o Irão terá até às 20 horas (hora local norte-americana) para abrir o estreito de Ormuz, caso contrário o presidente promete abrir as portas do inferno sobre o Irão. 

Trump informou entretanto ter recebido uma contra-proposta do Irão, que classificou de "significativa", mas insuficiente. 

Shalom, Israel!