quarta-feira, fevereiro 11, 2026

NETANYAHU REÚNE-SE COM DONALD TRUMP NA CASA BRANCA - UM ENCONTRO IMPREVISTO


Na hora em que escrevo este blogue o primeiro-ministro de Israel está reunido na Casa Branca com o presidente norte-americano Donald Trump. Junto com Trump estão o secretário de estado Marco Rubio, o secretário da Defesa Steve Hegseth, e o conselheiro sénior do presidente, Jared Kushner. Para além destas altas individualidades, está também presente o enviado especial para o Médio Oriente, Steve Witkoff. 

Este encontro inesperado tem como agenda principal a questão do Irão e de Gaza. Israel está preocupado com as conversações há dias encetadas entre os EUA e o Irão, em Oman, uma vez que incluem apenas a questão do programa nuclear, mas não abordam a questão premente dos mísseis balísticos, os quais constituem a mais grave e imediata ameaça a Israel. Para além disso, não está também incluída a obrigatoriedade de o Irão não patrocinar mais os seus grupos proxies, como o Hezbollah, a Jihad Islâmica, o Hamas e os houthis, no Iémen. O governo de Israel sente - e com toda a razão - que Trump poderá estar a ser engodado pelos hábeis negociadores iranianos, que vão aproveitando para arrastar os pés nas negociações, até que a paciência de Donald se esgote, ou que, pelo contrário, ele se contente com pouco e deixe Israel a lidar sozinho com a ameaça iraniana. 

Donald Trump afirmou ontem que o Irão "está desesperado por fazer um acordo", mas que, se não o fizer, "teremos de fazer algo muito duro."

Netanyahu apresentará assim à liderança de Washington as condições necessárias para um acordo satisfatório, tanto mais que Israel dispõe de informações extraídas de satélites e dos seus próprios serviços de inteligência acerca do desenvolvimento do programa nuclear e do fabrico contínuo de mais mísseis balísticos, extremamente perigosos para Israel. É de todo o interesse de Israel que Trump avance com um ataque decisivo ao programa nuclear iraniano e às suas instalações de fabrico de mísseis, tanto mais que os EUA têm concentrado naquela região do globo um formidável dispositivo militar nunca anteriormente visto.

Netanyahu chegou ontem à noite a Washington, reuniu-se esta manhã com Marco Rubio, tendo na ocasião assinado a participação de Israel no "Conselho da Paz" promovido por Donald Trump para o futuro da Faixa de Gaza e de toda a região do Médio Oriente. O primeiro-ministro regressa amanhã mesmo a Israel, um sinal de que algo urgente poderá estar a ser preparado. 

Netanyahu informará também Donald Trump da recusa do grupo terrorista Hamas em se desarmar, desrespeitando dessa forma o acordado para esta 2ª fase do acordo. Israel está preparado para agir com toda a força contra o Hamas para obrigar o grupo a entregar as armas. Não vai ser fácil, mas é necessário que Trump se aperceba do problema e da necessidade de apoiar o estado judaico na sua intervenção militar. 

A reunião é praticamente secreta, sem a presença de repórteres, nem previsão de qualquer conferência de imprensa no final do encontro, revelando a grande importância, urgência e sensibilidade dos assuntos tratados.

Shalom, Israel!

terça-feira, fevereiro 10, 2026

ISRAEL SOMA E SEGUE NOS GRANDES NEGÓCIOS


Os Acordos de Abraão iniciados pelo presidente Donald Trump durante o seu primeiro mandato continuam a produzir frutos económicos. Tanto Israel, como os países cujas relações com o estado judaico foram normalizadas têm estado a beneficiar economicamente com a assinatura de grandes acordos comerciais.

O Cazaquistão é um dos países que recentemente aderiu a estes acordos e já está a beneficiar dos mesmos. A empresa de águas "Mekorot" pertença do estado de Israel irá lançar pela primeira vez as suas operações nesta nação de maioria muçulmana. O acordo já foi assinado entre os dois estados, e o projecto, no valor de algumas dezenas de milhões de dólares, já está a avançar no terreno. 

Este acordo visa aumentar o acesso às fontes de água no Cazaquistão, um país com dificuldades em conseguir levar a água até aos consumidores devido a condicionamentos geográficos. A "Mekorot" é uma das principais empresas ligadas à dessalinização, à gestão de recursos de água, processamento de águas residuais e cooperação internacional, e está actualmente envolvida em projectos no Azerbaijão, Jordânia, Barain, Marrocos e Iraque. 

VENEZUELA VAI EXPORTAR PETRÓLEO PARA ISRAEL

Graças à prisão do ditador Maduro, a Venezuela deverá em breve retomar a exportação de petróleo para Israel, com a primeira entrega já a caminho.

Shalom, Israel!


segunda-feira, fevereiro 09, 2026

EUROPA CONDENA (MAIS UMA VEZ) ISRAEL POR ADMINISTRAR O SEU PRÓPRIO TERRITÓRIO


A decadente Europa juntou-se mais uma vez ao coro dos antissemitas muçulmanos para condenar Israel pelas medidas tomadas pelo governo de Jerusalém para apertar o controlo nos territórios bíblicos judaicos da Judeia e Samaria, dessa forma abrindo o caminho para novas construções naqueles territórios. A nova lei agora aprovada permitirá que judeus possam comprar terras naqueles territórios. O governo permitirá também a partir de agora a expansão da supervisão de Israel sobre as áreas A e B da Judeia e Samaria, as divisões acordadas nos acordos de Oslo. 

Segundo o porta-voz europeu, estas medidas "são mais um outro passo na direcção errada."

NETANYAHU EM VISITA RÁPIDA À CASA BRANCA

O primeiro-ministro de Israel parte amanhã para Washington para se encontrar na Quarta-Feira com o presidente Donald Trump. Ao contrário de visitas anteriores, Netanyahu levará repórteres no seu avião presidencial. O primeiro-ministro regressará já a Israel nesta Sexta-Feira de manhã.

Esta visita inesperada leva a acreditar que serão acordadas medidas e formas para um ataque conjunto ou isolado ao regime iraniano Não se consegue antever outro motivo para tão apressada visita a Washington.

Shalom, Israel!


quinta-feira, fevereiro 05, 2026

REPRESENTANTES DOS EUA E DO IRÃO REUNEM-SE AMANHÃ EM OMAN


Previamente marcada para a Turquia, e depois cancelada, a esperada reunião ente as delegações norte-americanas e iranianas vai finalmente decorrer, mas em Oman, amanhã, pela 10 da manhã. Os EUA estão intransigentes quanto à inclusão nas discussões da questão dos mísseis e do tratamento à população iraniana, e não só a questão do programa nuclear. O Irão insistiu em só querer discutir o programa nuclear, pelo que se julgava que já haveria lugar para a reunião. No entanto, nas últimas horas, têm havido algumas cedências, permitindo que se avance com o encontro. 

Os EUA far-se-ão representar pelos enviados Steve Wikkoff e Jared Kushner, enquanto o Irão será representado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros Abbas Araghchi.

Certamente que a presença da formidável frota naval e aérea norte-americana na região é intimadora, e apesar da basófia dos líderes do regime satânico iraniano, eles sabem que um ataque em força por parte dos EUA e de Israel poderá acabar por levar ao derrube daquele cruel regime.


No pequeno-almoço presidencial de oração realizado anualmente em Washington, o presidente Donald Trump afirmou que o Irão vai de facto negociar com os EUA porque "não querem que os ataquemos."

"Temos uma enorme flotilha a caminho do Irão" - afirmou Trump, acrescentando ter conseguido acabar com a guerra em Gaza, "salvando centenas de milhares de vidas."


REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA EM JERUSALÉM

O gabinete de segurança do governo israelita está entretanto reunido desde há horas em Jerusalém, numa reunião antecipada, certamente para debater o encontro de amanhã e decidir quais as acções que Israel irá tomar. O governo de Israel tem pressionado os EUA a atacarem o Irão, nesta janela de oportunidade única, agora que os EUA concentraram uma força militar na região nunca vista, nem mesmo quando da Guerra do Golfo. Sabe-se que a administração Trump deu luz verde a Israel para atacar as instalações do programa nuclear iraniano, mesmo sem a ajuda dos EUA.

Israel já revelou ter pouca fé nas conversações. Crê-se que o Irão, astuto como é, quer apenas ganhar tempo para desenvolver o seu programa nuclear, agora que tem a ajuda da Rússia e da própria China. 

Vamos esperar para ver. As esperanças são muito reduzidas...

Shalom, Israel!


segunda-feira, fevereiro 02, 2026

NETANYAHU PROMETE "CONSEQUÊNCIAS INSUPORTÁVEIS" A QUEM QUER QUE ATAQUE ISRAEL


Numa altura em que as tensões estão ao rubro entre os EUA e o Irão, Israel sabe que será o alvo principal de um contra-ataque do regime iraniano, caso o mesmo venha a ser atacado pelas forças norte-americanas.

Todas as forças militares israelitas estão em prevenção máxima, em estreita colaboração com as norte-americanas, e, nas palavras do primeiro-ministro Netanyahu, qualquer que atacar Israel sofrerá "consequências insuportáveis."

Os norte-americanos concentraram na região do Golfo uma formidável força naval e aérea, superando a que foi usada durante a Guerra do Golfo. 

CONVERSAÇÕES COM O IRÃO

Há entretanto notícias, ainda que contraditórias, de um diálogo entre os EUA e o Irão através de terceiros mediadores a ter lugar na capital turca, visando em especial a questão do programa nuclear do Irão. O enviado norte-americano para o Médio Oriente Steve Witkoff chegará entretanto amanhã a Israel para se encontrar com Netanyahu e com o chefe das forças armadas israelitas. 

A cada dia que passa a tensão vai-se acumulando, e, ainda que o presidente Donald Trump prefira a via do diálogo para conter a violência dos assassinos iranianos e impedir o avanço do programa nuclear, ele prometeu mesmo assim um ataque vigoroso aos interesses militares iranianos caso não se consiga chegar a um acordo. 

Shalom, Israel!

segunda-feira, janeiro 26, 2026

CORPO DO ÚLTIMO REFÉM ISRAELITA RESGATADO DE GAZA


O corpo do sargento-major Ran Gvili foi finalmente recuperado de Gaza, onde se encontrava enterrado num cemitério do enclave. A detenção de um elemento do grupo terrorista Jihad Islâmica Palestiniana permitiu que este ajudasse na localização do corpo do refém. Segundo parece, pensava-se que o corpo dele seria de um palestiniano. Foi necessário analisar 250 corpos enterrados no local para se conseguir identificar o do refém israelita. 


Gvili foi assassinado no massacre do 7 de Outubro e o seu corpo levado pelos terroristas para Gaza. 

Este é o último refém resgatado de Gaza, ficando assim completo este compromisso assumido pelo primeiro-ministro Netanyahu. 


Após cerimónias militares já realizadas esta tarde, o corpo será entregue à respectiva família. 

Bem hajam as forças de Israel!

quinta-feira, janeiro 22, 2026

LÍDERES MUNDIAIS ASSINAM "CONSELHO DE PAZ" EM DAVOS


O presidente Donald Trump deu esta manhã início à cerimónia de assinaturas do "Conselho de Paz", que será subscrito por dezenas de líderes e diplomatas mundiais, entre os quais vários países muçulmanos. O "Conselho de Paz" passará agora a ser oficialmente uma organização internacional, que alguns dizem pretender substituir ou esvaziar a moribunda ONU.


No seu discurso inaugural, Trump afirmou que "temos paz no Médio Oriente." Segundo ele, a guerra em Gaza "está a chegar ao fim", apesar de ainda existirem "pequenos fogos" que importa apagar. Trump referiu-se ao Hamas, afirmando que o grupo terá de entregar as suas armas, caso contrário, "será o seu fim."

O secretário de estado norte-americano Marco Rubio disse esta manhã na conferência que o foco deste novo conselho é "primeiro e acima de tudo" assegurar que "este acordo de paz em Gaza se torne duradoiro." Rubio afirmou ainda que este conselho é "um conselho de acção. O novo conselho servirá como um exemplo do que será possível em outras partes do mundo sem perder o foco naquilo que agora está diante de nós."


Os 2 primeiros países a assinar entretanto a sua adesão a este "Conselho de Paz" foram precisamente o ministro representante do Barein, Sheikh Isa Al Khalifa, e o ministro dos Negócios Estrangeiros de Marrocos, Nasser Bourita. Ambos os países aderiram aos "Acordos de Abraão" ainda durante o primeiro mandato de Trump. 

Shalom, Israel!