segunda-feira, junho 21, 2021

ISRAEL TESTA COM ÊXITO LASER AEROTRANSPORTADO CAPAZ DE DERRUBAR DRONES INIMIGOS

Em mais um avanço tecnológico-militar, Israel conseguiu testar com êxito um novo sistema de laser de alta potência que, transportado por via aérea, consegue derrubar drones inimigos, numa tecnologia que o país espera pôr em acção nos próximos anos. 

Um protótipo desenvolvido pela empresa "Elbit Systems" foi montado num avião civil, tendo conseguido abater com êxito vários drones num exercício recentemente realizado sobre o Mar Mediterrâneo. Segundo um porta-voz do Ministério da Defesa, vários objectos voadores não tripulados foram "interceptados no ar", num "inovador avanço tecnológico crítico para o desenvolvimento do sistema de laser de alta potência transportado por via aérea."

"A capacidade de interceptar e destruir ameaças a partir do espaço aéreo é inovador. Israel é um dos primeiros países do mundo a usar tais capacidades" - informou o responsável da pesquisa militar de Israel.

No teste há pouco realizado, o sistema conseguiu abater drones a partir de uma distância de 1 quilómetro. Israel espera nos próximos anos conseguir implantar um sistema baseado no terreno com um alcance de 20 quilómetros, e que poderá interceptar rockets, drones e rajadas de morteiro. 

Estes lasers funcionam com energia eléctrica, dessa forma proporcionando uma solução bastante mais económica para complementar as existentes capacidades defensivas de Israel. Actualmente Israel depende quase totalmente do sistema de defesa "Cúpula de Ferro", recentemente usado no recente conflito com o Hamas com uma taxa de sucesso de cerca de 90 por cento, mas extremamente caro. Cada disparo de míssil pelo sistema de defesa custa a Israel dezenas de milhares de dólares. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, junho 18, 2021

PALESTINIANOS REJEITAM OFERTA DE 1,4 MILHÕES DE VACINAS OFERECIDAS POR ISRAEL

Os "coitadinhos" do costume, os viciosos palestinianos de quem o mundo tem tanta pena, acabam de rejeitar uma oferta israelita de 1,4 milhões de doses da vacina Pfizer, que começaram a ser entregues esta tarde à Autoridade Palestiniana. A poucas horas da finalização do acordo Israel estava a transferir 100 mil vacinas para os palestinianos, antecipando assim em vários meses a entrega de 1,4 milhões de doses que deveriam ser entregues aos palestinianos. Esta entrega permitiria aos palestinianos serem vacinados muito tempo antes do tempo previsto. 

As vacinas que Israel estaria entregando eram sobras e tinham um prazo próximo de validade, e talvez por isso o arrogante primeiro-ministro palestiniano, em vez de agradecer este gesto de boa vontade e aproveitar para vacinar a sua população, tratou de rejeitar a oferta, alegando que as vacinas estavam quase no limite do prazo. 

Já ontem a Autoridade Palestiniana tinha embirrado com duas condições impostas por Israel: Não seria mencionado nenhum "estado da Palestina", e as vacinas estariam proibidas de ser transferidas para a Faixa de Gaza. 

Shalom, Israel!

quinta-feira, junho 17, 2021

MAIS DE 80 LÍDERES REPRESENTANDO CENTENAS DE MILHÕES DE EVANGÉLICOS EXPRESSAM APOIO A ISRAEL E ABENÇOAM BENNETT

Mais de 80 líderes enviaram uma carta ao recém eleito primeiro-ministro israelita Naftali Bennett, enviando-lhe os parabéns e expressando gratidão: "Queremos agradecer-lhe antecipadamente por proteger os nossos valores comuns aplicados aos cidadãos israelitas, sejam eles judeus, cristãos, muçulmanos, ou druzos; por resguardar os lugares sagrados e dar as boas vindas aos peregrinos religiosos oriundos de todo o mundo para descobrirem o berço da sua fé; por defender Israel das agressões exteriores; e por continuar a trabalhar pela paz com os vizinhos de Israel. Prometemos em troca aprofundar a nossa amizade com o seu país e seu povo maravilhoso."

A carta foi uma iniciativa do "Philos Project", uma organização norte-americana sem fins lucrativos sediada em Nova Iorque que se esforça por promover interesse cristão pelo Médio Oriente. 

O presidente da organização, Robert Nicholson, afirmou ao jornal "The Jerusalem Post" que "este é um momento histórico em Israel. As coisas estão a mudar politicamente, e achámos que este evento era suficientemente importante para liderar este esforço, e mostrar ao primeiro-ministro, à coligação e ao mundo que não existe apenas uma real amizade cristã para com Israel e o povo judeu, mas um enorme alargado número de cristãos que se preocupam com o país e seu povo."

A carta foi assinada por líderes cristãos de múltiplas denominações, incluindo católicos, protestantes, e ortodoxos de todo o mundo - das Américas do Norte e do Sul, Europa, África e Ásia - representando centenas de milhões de cristãos envolvidos em igrejas e outras organizações cristãs. Os signatários incluem representantes do "American's National Prayer Committee", dos "National Religious Broadcasters", os "Cristãos Unidos por Israel", o "King's College", a "Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém", o "The Congress of Christian Leaders", e outros. 

Os líderes escreveram que aquilo que os une é o "seu amor por - e a forte defesa de - um estado soberano judeu com Jerusalém como sua capital."

Os líderes afirmaram também ao primeiro-ministro que irão orar a Deus para que Ele "lhe garanta sabedoria e força à medida que toma decisões duras que afectarão as vidas de milhões de pessoas, confiando que Ele responderá a essas orações."

Independentemente de quem governa o país, a responsabilidade dos cristãos verdadeiros é de orar e abençoar a nação e o povo de Israel.

Shalom, Israel!

quarta-feira, junho 16, 2021

APOIO DOS JOVENS EVANGÉLICOS NORTE-AMERICANOS A ISRAEL CAI PARA MENOS DE METADE EM APENAS 3 ANOS

Segundo um estudo a apresentar amanhã na universidade de Tel Aviv, o apoio ao estado de Israel por parte dos jovens evangélicos norte-americanos entre os 18 e os 29 anos caiu para mais de metade entre 2018 e 2021, de 69% para 33,6%. 

A pesquisa foi realizada por dois investigadores da universidade da Carolina do Norte, nos EUA, entre 700 evangélicos com idades entre os 18 e os 29 anos. 

Notou-se também um notável apoio a um estado palestiniano, com 44,7% a aprovarem o estabelecimento de um estado palestiniano, contra 35% há apenas 3 anos.

QUAL A RAZÃO DESTA MUDANÇA?

Segundo um dos pesquisadores, a razão para esta queda "está ligada à forma em como os jovens evangélicos percebem o conceito de justiça." O pesquisador acha que os jovens evangélicos pensam que a partir de um ponto de vista de justiça ou de uma visão cristã, eles deveriam demonstrar mais compaixão para com os palestinianos. Segundo o pesquisador, "pode-se encontrar na Bíblia todo o tipo de justificações para todos os tipos de posições."

59% dos jovens evangélicos afirmaram apoiar Israel por serem religiosos. 39% afirmaram frequentar diariamente a igreja, e 18,4% alegaram ler a Bíblia diariamente. Tudo parece fazer crer que a forma em como os jovens interpretam a Bíblia actualmente difere da forma em como os seus pais a liam. 

Outro factor poderá ter a ver com a influência anti-Israel e pró-palestiniana nos campus universitários, cuja exposição poderá estar a afectar o pensamento destes jovens evangélicos mais instruídos do que os seus pais. Quase metade dos apoiantes de um estado palestiniano afirmaram fazê-lo por razões políticas. A maior confluência de opiniões entre os mais jovens e os mais velhos tem a ver com a questão de Jerusalém, com cerca de 72% dos jovens evangélicos a alegarem que em sua opinião Jerusalém deve permanecer como capital indivisível do estado de Israel. 

A menos que haja um ensino claro a partir dos púlpitos sobre o dever dos cristãos apoiarem Israel e o estado judaico, poderemos ver uma crescente falta de apoio e solidariedade a Israel nas próximas gerações de norte-americanos evangélicos. 

Shalom, Israel!


terça-feira, junho 15, 2021

"JERUSALÉM É NOSSA!" - MILHARES DE JUDEUS NACIONALISTAS DESFILAM NA CAPITAL DE ISRAEL

Sob intensas medidas de segurança - 2 mil polícias destacados - milhares de judeus desfilaram esta tarde por algumas ruas de Jerusalém, exibindo bandeiras de Israel e proclamando palavras de ordem como "Jerusalém é nossa!" O local mais tenso foi defronte do Portão de Damasco, que dá entrada ao bairro muçulmano da Cidade velha e por onde os participantes pretendiam entrar na data original, na primeira data do desfile que tinha entretanto sido adiado por motivos de segurança. Esta nova manifestação foi permitida pelas autoridades com algumas alterações no itinerário original, de forma a evitar confrontos com os muçulmanos. Mesmo assim, os militantes terroristas de Gaza atiraram vários balões incendiários para o lado israelita, tendo havido algumas refregas fronteiriças, mas os temores havidos de um recomeço das hostilidades parecem ter sido dissipados. Contam-se em pelo menos 20 os balões incendiários disparados ao longo do dia pelos militantes de Gaza. Vários pequenos incêndios tiveram origem nestes balões. 

Segundo a polícia, terão sido 5 mil os participantes deste desfile denominado "Marcha das Bandeiras." 

Deram-se vários confrontos entre palestinianos e a polícia israelita, provocando 27 feridos entre os provocadores palestinianos. Vídeos revelam palestinianos atirando pedras contra a polícia montada, levando a que um polícia tenha sido derrubado do seu cavalo. 

O desfile iniciou-se junto ao Portão de Jaffa, deslocando-se depois até ao Muro Ocidental. Muitas palavras de ordem foram recitadas, não só de teor nacionalista, mas também de provocação aos árabes. Cartazes exibiam a fotografia do novo primeiro-ministro Bennett, com o comentário: "Mentiroso."

Vários deputados da extrema direita e contrários ao novo governo foram também vistos na marcha, bem como alguns líderes de partidos religiosos de direita. 

REACÇÃO ÁRABE

Vários deputados do partido árabe no parlamento posicionaram-se do lado exterior das muralhas da Cidade, denunciando o desfile, com o mais destacado líder da aliança árabe Ayman Odeh a afirmar que a capital de Israel há de ser um dia a capital de um estado árabe: "A bandeira da Palestina será içada nestas muralhas e Jerusalém será a capital da Palestina recapturada" - afirmou o árabe, acrescentando: "O nosso povo fará com que eles tenham vergonha e se retirem desses lugares" - disse, em referência aos manifestantes judeus. 

O ministro árabe Mansour Abbas, agora membro do governo de coligação, também se pronunciou, alegando que a marcha era uma "provocação desenfreada", acrescentando que deveria ser cancelada.

Shalom, Israel!

segunda-feira, junho 14, 2021

NOVO GOVERNO DE ISRAEL ELEITO COM VANTAGEM DE 1 VOTO NUMA SESSÃO ALTAMENTE CONTURBADA...

Numa sessão extremamente conturbada no Knesset, em que o discurso do novo primeiro-ministro Naftali Bennett foi constantemente interrompido pelos berros de não poucos deputados, levando à expulsão de alguns deles, o novo governo de coligação conseguiu passar na votação do parlamento, com apenas um voto a mais do que a oposição.

A última intervenção de Benjamin Netanyahu foi bastante dura e crítica, prometendo tudo fazer para derrubar este novo governo.

Este é o 36º governo oficial do estado de Israel desde a sua fundação em 1948. 

Na primeira reunião do novo governo logo após a votação no Knesset, Bennett afirmou que a primeira tarefa do governo é curar as divisões na sociedade israelita. 

"As dificuldades na formação de um governo de unidade já passaram, agora os cidadãos de Israel têm os olhos postos em nós" - afirmou o novo primeiro-ministro, acrescentando: "Temos agora de provar o que somos e trabalhar juntos em unidade e em cooperação, consertando as divisões públicas e fazendo o estado retornar a uma governação apropriada após debilitantes conflitos internos."

A reunião oficial de "passagem das pastas" entre Netanyahu e Bennett não durou mais do que 25 minutos...

O novo governo de Israel já recebeu entretanto as saudações de vários países, incluindo o Reino Unido, a Alemanha, os EUA e outros.

Shalom, Israel!

sábado, junho 12, 2021

POUCOS ISRAELITAS ACREDITAM QUE ESTE NOVO GOVERNO (GERINGONÇA) VÁ AGUENTAR MUITO TEMPO...

Ainda não foi votado nem empossado, e já este novo governo formado por uma coligação de 8 partidos, desde a esquerda à direita, passando pelos árabes muçulmanos, tem os dias contados. Pelo menos é isso que pensa a maioria dos israelitas.

Segundo uma sondagem realizada pelo canal de TV israelita "Canal 12", 43% dos inquiridos disseram que o "governo de mudança" irá durar pouco tempo apenas antes de se dissolver. 30% acreditam que irá conseguir aguentar. 11% acreditam que o governo conseguirá chegar ao fim dos seus 4 anos de mandato. 

61% dos israelitas inquiridos acham que o futuro primeiro-ministro Naftali Bennett concorreu ao cargo "por ambição pessoal." Um quinto das pessoas que responderam acham que foi por "razões ideológicas."

Shalom, Israel!