segunda-feira, junho 21, 2021

ISRAEL TESTA COM ÊXITO LASER AEROTRANSPORTADO CAPAZ DE DERRUBAR DRONES INIMIGOS

Em mais um avanço tecnológico-militar, Israel conseguiu testar com êxito um novo sistema de laser de alta potência que, transportado por via aérea, consegue derrubar drones inimigos, numa tecnologia que o país espera pôr em acção nos próximos anos. 

Um protótipo desenvolvido pela empresa "Elbit Systems" foi montado num avião civil, tendo conseguido abater com êxito vários drones num exercício recentemente realizado sobre o Mar Mediterrâneo. Segundo um porta-voz do Ministério da Defesa, vários objectos voadores não tripulados foram "interceptados no ar", num "inovador avanço tecnológico crítico para o desenvolvimento do sistema de laser de alta potência transportado por via aérea."

"A capacidade de interceptar e destruir ameaças a partir do espaço aéreo é inovador. Israel é um dos primeiros países do mundo a usar tais capacidades" - informou o responsável da pesquisa militar de Israel.

No teste há pouco realizado, o sistema conseguiu abater drones a partir de uma distância de 1 quilómetro. Israel espera nos próximos anos conseguir implantar um sistema baseado no terreno com um alcance de 20 quilómetros, e que poderá interceptar rockets, drones e rajadas de morteiro. 

Estes lasers funcionam com energia eléctrica, dessa forma proporcionando uma solução bastante mais económica para complementar as existentes capacidades defensivas de Israel. Actualmente Israel depende quase totalmente do sistema de defesa "Cúpula de Ferro", recentemente usado no recente conflito com o Hamas com uma taxa de sucesso de cerca de 90 por cento, mas extremamente caro. Cada disparo de míssil pelo sistema de defesa custa a Israel dezenas de milhares de dólares. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, junho 18, 2021

PALESTINIANOS REJEITAM OFERTA DE 1,4 MILHÕES DE VACINAS OFERECIDAS POR ISRAEL

Os "coitadinhos" do costume, os viciosos palestinianos de quem o mundo tem tanta pena, acabam de rejeitar uma oferta israelita de 1,4 milhões de doses da vacina Pfizer, que começaram a ser entregues esta tarde à Autoridade Palestiniana. A poucas horas da finalização do acordo Israel estava a transferir 100 mil vacinas para os palestinianos, antecipando assim em vários meses a entrega de 1,4 milhões de doses que deveriam ser entregues aos palestinianos. Esta entrega permitiria aos palestinianos serem vacinados muito tempo antes do tempo previsto. 

As vacinas que Israel estaria entregando eram sobras e tinham um prazo próximo de validade, e talvez por isso o arrogante primeiro-ministro palestiniano, em vez de agradecer este gesto de boa vontade e aproveitar para vacinar a sua população, tratou de rejeitar a oferta, alegando que as vacinas estavam quase no limite do prazo. 

Já ontem a Autoridade Palestiniana tinha embirrado com duas condições impostas por Israel: Não seria mencionado nenhum "estado da Palestina", e as vacinas estariam proibidas de ser transferidas para a Faixa de Gaza. 

Shalom, Israel!

quinta-feira, junho 17, 2021

MAIS DE 80 LÍDERES REPRESENTANDO CENTENAS DE MILHÕES DE EVANGÉLICOS EXPRESSAM APOIO A ISRAEL E ABENÇOAM BENNETT

Mais de 80 líderes enviaram uma carta ao recém eleito primeiro-ministro israelita Naftali Bennett, enviando-lhe os parabéns e expressando gratidão: "Queremos agradecer-lhe antecipadamente por proteger os nossos valores comuns aplicados aos cidadãos israelitas, sejam eles judeus, cristãos, muçulmanos, ou druzos; por resguardar os lugares sagrados e dar as boas vindas aos peregrinos religiosos oriundos de todo o mundo para descobrirem o berço da sua fé; por defender Israel das agressões exteriores; e por continuar a trabalhar pela paz com os vizinhos de Israel. Prometemos em troca aprofundar a nossa amizade com o seu país e seu povo maravilhoso."

A carta foi uma iniciativa do "Philos Project", uma organização norte-americana sem fins lucrativos sediada em Nova Iorque que se esforça por promover interesse cristão pelo Médio Oriente. 

O presidente da organização, Robert Nicholson, afirmou ao jornal "The Jerusalem Post" que "este é um momento histórico em Israel. As coisas estão a mudar politicamente, e achámos que este evento era suficientemente importante para liderar este esforço, e mostrar ao primeiro-ministro, à coligação e ao mundo que não existe apenas uma real amizade cristã para com Israel e o povo judeu, mas um enorme alargado número de cristãos que se preocupam com o país e seu povo."

A carta foi assinada por líderes cristãos de múltiplas denominações, incluindo católicos, protestantes, e ortodoxos de todo o mundo - das Américas do Norte e do Sul, Europa, África e Ásia - representando centenas de milhões de cristãos envolvidos em igrejas e outras organizações cristãs. Os signatários incluem representantes do "American's National Prayer Committee", dos "National Religious Broadcasters", os "Cristãos Unidos por Israel", o "King's College", a "Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém", o "The Congress of Christian Leaders", e outros. 

Os líderes escreveram que aquilo que os une é o "seu amor por - e a forte defesa de - um estado soberano judeu com Jerusalém como sua capital."

Os líderes afirmaram também ao primeiro-ministro que irão orar a Deus para que Ele "lhe garanta sabedoria e força à medida que toma decisões duras que afectarão as vidas de milhões de pessoas, confiando que Ele responderá a essas orações."

Independentemente de quem governa o país, a responsabilidade dos cristãos verdadeiros é de orar e abençoar a nação e o povo de Israel.

Shalom, Israel!

quarta-feira, junho 16, 2021

APOIO DOS JOVENS EVANGÉLICOS NORTE-AMERICANOS A ISRAEL CAI PARA MENOS DE METADE EM APENAS 3 ANOS

Segundo um estudo a apresentar amanhã na universidade de Tel Aviv, o apoio ao estado de Israel por parte dos jovens evangélicos norte-americanos entre os 18 e os 29 anos caiu para mais de metade entre 2018 e 2021, de 69% para 33,6%. 

A pesquisa foi realizada por dois investigadores da universidade da Carolina do Norte, nos EUA, entre 700 evangélicos com idades entre os 18 e os 29 anos. 

Notou-se também um notável apoio a um estado palestiniano, com 44,7% a aprovarem o estabelecimento de um estado palestiniano, contra 35% há apenas 3 anos.

QUAL A RAZÃO DESTA MUDANÇA?

Segundo um dos pesquisadores, a razão para esta queda "está ligada à forma em como os jovens evangélicos percebem o conceito de justiça." O pesquisador acha que os jovens evangélicos pensam que a partir de um ponto de vista de justiça ou de uma visão cristã, eles deveriam demonstrar mais compaixão para com os palestinianos. Segundo o pesquisador, "pode-se encontrar na Bíblia todo o tipo de justificações para todos os tipos de posições."

59% dos jovens evangélicos afirmaram apoiar Israel por serem religiosos. 39% afirmaram frequentar diariamente a igreja, e 18,4% alegaram ler a Bíblia diariamente. Tudo parece fazer crer que a forma em como os jovens interpretam a Bíblia actualmente difere da forma em como os seus pais a liam. 

Outro factor poderá ter a ver com a influência anti-Israel e pró-palestiniana nos campus universitários, cuja exposição poderá estar a afectar o pensamento destes jovens evangélicos mais instruídos do que os seus pais. Quase metade dos apoiantes de um estado palestiniano afirmaram fazê-lo por razões políticas. A maior confluência de opiniões entre os mais jovens e os mais velhos tem a ver com a questão de Jerusalém, com cerca de 72% dos jovens evangélicos a alegarem que em sua opinião Jerusalém deve permanecer como capital indivisível do estado de Israel. 

A menos que haja um ensino claro a partir dos púlpitos sobre o dever dos cristãos apoiarem Israel e o estado judaico, poderemos ver uma crescente falta de apoio e solidariedade a Israel nas próximas gerações de norte-americanos evangélicos. 

Shalom, Israel!


terça-feira, junho 15, 2021

"JERUSALÉM É NOSSA!" - MILHARES DE JUDEUS NACIONALISTAS DESFILAM NA CAPITAL DE ISRAEL

Sob intensas medidas de segurança - 2 mil polícias destacados - milhares de judeus desfilaram esta tarde por algumas ruas de Jerusalém, exibindo bandeiras de Israel e proclamando palavras de ordem como "Jerusalém é nossa!" O local mais tenso foi defronte do Portão de Damasco, que dá entrada ao bairro muçulmano da Cidade velha e por onde os participantes pretendiam entrar na data original, na primeira data do desfile que tinha entretanto sido adiado por motivos de segurança. Esta nova manifestação foi permitida pelas autoridades com algumas alterações no itinerário original, de forma a evitar confrontos com os muçulmanos. Mesmo assim, os militantes terroristas de Gaza atiraram vários balões incendiários para o lado israelita, tendo havido algumas refregas fronteiriças, mas os temores havidos de um recomeço das hostilidades parecem ter sido dissipados. Contam-se em pelo menos 20 os balões incendiários disparados ao longo do dia pelos militantes de Gaza. Vários pequenos incêndios tiveram origem nestes balões. 

Segundo a polícia, terão sido 5 mil os participantes deste desfile denominado "Marcha das Bandeiras." 

Deram-se vários confrontos entre palestinianos e a polícia israelita, provocando 27 feridos entre os provocadores palestinianos. Vídeos revelam palestinianos atirando pedras contra a polícia montada, levando a que um polícia tenha sido derrubado do seu cavalo. 

O desfile iniciou-se junto ao Portão de Jaffa, deslocando-se depois até ao Muro Ocidental. Muitas palavras de ordem foram recitadas, não só de teor nacionalista, mas também de provocação aos árabes. Cartazes exibiam a fotografia do novo primeiro-ministro Bennett, com o comentário: "Mentiroso."

Vários deputados da extrema direita e contrários ao novo governo foram também vistos na marcha, bem como alguns líderes de partidos religiosos de direita. 

REACÇÃO ÁRABE

Vários deputados do partido árabe no parlamento posicionaram-se do lado exterior das muralhas da Cidade, denunciando o desfile, com o mais destacado líder da aliança árabe Ayman Odeh a afirmar que a capital de Israel há de ser um dia a capital de um estado árabe: "A bandeira da Palestina será içada nestas muralhas e Jerusalém será a capital da Palestina recapturada" - afirmou o árabe, acrescentando: "O nosso povo fará com que eles tenham vergonha e se retirem desses lugares" - disse, em referência aos manifestantes judeus. 

O ministro árabe Mansour Abbas, agora membro do governo de coligação, também se pronunciou, alegando que a marcha era uma "provocação desenfreada", acrescentando que deveria ser cancelada.

Shalom, Israel!

segunda-feira, junho 14, 2021

NOVO GOVERNO DE ISRAEL ELEITO COM VANTAGEM DE 1 VOTO NUMA SESSÃO ALTAMENTE CONTURBADA...

Numa sessão extremamente conturbada no Knesset, em que o discurso do novo primeiro-ministro Naftali Bennett foi constantemente interrompido pelos berros de não poucos deputados, levando à expulsão de alguns deles, o novo governo de coligação conseguiu passar na votação do parlamento, com apenas um voto a mais do que a oposição.

A última intervenção de Benjamin Netanyahu foi bastante dura e crítica, prometendo tudo fazer para derrubar este novo governo.

Este é o 36º governo oficial do estado de Israel desde a sua fundação em 1948. 

Na primeira reunião do novo governo logo após a votação no Knesset, Bennett afirmou que a primeira tarefa do governo é curar as divisões na sociedade israelita. 

"As dificuldades na formação de um governo de unidade já passaram, agora os cidadãos de Israel têm os olhos postos em nós" - afirmou o novo primeiro-ministro, acrescentando: "Temos agora de provar o que somos e trabalhar juntos em unidade e em cooperação, consertando as divisões públicas e fazendo o estado retornar a uma governação apropriada após debilitantes conflitos internos."

A reunião oficial de "passagem das pastas" entre Netanyahu e Bennett não durou mais do que 25 minutos...

O novo governo de Israel já recebeu entretanto as saudações de vários países, incluindo o Reino Unido, a Alemanha, os EUA e outros.

Shalom, Israel!

sábado, junho 12, 2021

POUCOS ISRAELITAS ACREDITAM QUE ESTE NOVO GOVERNO (GERINGONÇA) VÁ AGUENTAR MUITO TEMPO...

Ainda não foi votado nem empossado, e já este novo governo formado por uma coligação de 8 partidos, desde a esquerda à direita, passando pelos árabes muçulmanos, tem os dias contados. Pelo menos é isso que pensa a maioria dos israelitas.

Segundo uma sondagem realizada pelo canal de TV israelita "Canal 12", 43% dos inquiridos disseram que o "governo de mudança" irá durar pouco tempo apenas antes de se dissolver. 30% acreditam que irá conseguir aguentar. 11% acreditam que o governo conseguirá chegar ao fim dos seus 4 anos de mandato. 

61% dos israelitas inquiridos acham que o futuro primeiro-ministro Naftali Bennett concorreu ao cargo "por ambição pessoal." Um quinto das pessoas que responderam acham que foi por "razões ideológicas."

Shalom, Israel!

sexta-feira, junho 11, 2021

COLIGAÇÃO GOVERNAMENTAL JÁ COMPLETA SERÁ VOTADA NO PRÓXIMO DOMINGO

Após dois anos e meio de impasses políticos e vários actos eleitorais, será finalmente votado no parlamento de Israel o novo governo dirigido por Naftali Bennett e que é composto por uma coligação de 8 partidos.

"A assinatura destes acordos encerra um período de dois anos e meio de crises políticas. O governo irá trabalhar para todo o público de Israel: religioso, secular, ultra-ortodoxo, árabe - sem excepção, como um. Iremos trabalhar juntos, em parceria e com responsabilidade nacional, e acredito que vamos ter sucesso" - afirmou o provável novo primeiro-ministro Bennett, que porá fim a 12 anos de governação contínua de Benjamin Netanyahu. Embora tenha matematicamente ganho as eleições, Netanyahu não conseguiu mesmo assim reunir uma coligação que obtivesse os necessários 61 votos mínimos para a sua aprovação no parlamento, pelo que o presidente israelita entregou ao seu principal rival Lapid a composição de um governo.

Bennet afirmou ainda o seguinte: "O público israelita merece um governo funcional e responsável que ponha o bem do país no topo da sua agenda. É para isso que este governo de unidade foi formado. Todos os parceiros deste governo estão comprometidos acima de tudo e todos com o povo de Israel."

Esta coligação vai trabalhar na realização de vários projectos anunciados: 2 novos hospitais, um no Negueve e outro na Galiléia, um novo aeroporto, uma universidade na Galiléia, ajuda à indústria turística afectada pela covid-19, construção de 300.000 novos apartamentos de baixo custo por todo o país, e um esforço para aumentar para 15% a percentagem da população activa nas indústrias de alta tecnologia. 

Este será também o primeiro governo israelita das últimas décadas a fazer um acordo com o partido árabe Ra'Am (Lista Árabe Unida). O partido árabe terá um ministro no governo, o qual lidará com as questões da população árabe. O novo governo irá investir nos próximos anos 2,5 biliões de shekels no combate ao crime nos sectores árabes, e 20 biliões para a melhoria das infraestruturas de transportes na população árabe até 2030. Para além disso, mais 100 milhões serão também aplicados nos próximos 5 anos para projectos de infraestruturas em comunidades árabes. Três povoações beduínas ainda não legalizadas passarão a ser reconhecidas e desenvolvidas. 

Foram também assinados hoje vários acordos, como a limitação do mandato do primeiro-ministro para 2 mandatos de 4 anos cada, e outros, relacionados com o transporte público aos sábados, o acesso ao Muro Ocidental, a igualdade de género, a descriminalização do uso da canábis, a prevenção de construções palestinianas na chamada "área C" na Judeia e Samaria controlada por Israel, e o desenvolvimento dos Montes Golan. Foram também aprovadas propostas relacionadas com o recrutamento para as forças armadas de estudantes das escolas religiosas, e a vinda de mais judeus da Etiópia para Israel. 

Shalom, Israel!

quinta-feira, junho 10, 2021

ISRAEL VAI COMEÇAR A RECEBER TURISTAS INDIVIDUAIS VACINADOS A PARTIR DE 1 DE JULHO

A ministra israelita do Turismo Orit Farkash-Hacohen anunciou hoje que a partir do próximo dia 1 de Julho Israel começará a permitir a entrada de turistas individuais devidamente vacinados no seu território. 

"Estou contente que o trabalho duro do pessoal do Ministério do Turismo a par do Ministério da Saúde, Negócios Estrangeiros e dos Assuntos Internos, levou a que o ministro do Interior declarasse que os requisitos para a entrada de turistas serão aliviados e que haverá uma extensão da entrada para turistas individuais a partir do dia 1 de Julho" - escreveu a ministra numa mensagem de tweet, acrescentando: "Chegou a altura de Israel abrir-se ao turismo e aproveitar o seu status de país vacinado para benefício da sua economia."

Segundo um porta-voz do ministério não haverá limite no número de entradas. Os viajantes terão de exibir o seu certificado de vacinação antes de embarcarem, bem como os resultados de um teste negativo PCR. A questão sobre a exigência de efectuar um teste sorológico à entrada em Israel para comprovar a existência de anticorpos no sangue de forma a evitar a quarentena - medida actual para quem chega a Israel - está ainda a ser discutida. 

Israel teve as suas fronteiras fechadas a estrangeiros por mais de um ano. A partir do passado dia 23 de Maio começou a receber grupos seleccionados. O primeiro grupo a chegar foi de uma igreja evangélica dos EUA, o qual, devido ao conflito com o Hamas, só entrou no dia 27. 

Shalom, Israel!

quarta-feira, junho 09, 2021

ISRAEL É O PRIMEIRO PAÍS DO MUNDO A BANIR A VENDA DE PELES DE ANIMAIS PARA A INDÚSTRIA DA MODA

A partir de hoje está proibida em Israel a venda de peles de animais para a indústria da moda, como é o caso dos casacos de peles, e outro vestuário.

"A indústria das peles provoca a morte de centenas de milhões de animais em todo o mundo e inflige indescritível crueldade e sofrimento" - afirmou Gila Gamliel, ministra para a Protecção Ambiental.


"Utilizar as peles da vida selvagem para a indústria da moda é imoral e certamente desnecessário. Os casacos de peles não podem cobrir a brutal indústria de morte que os fazem. A assinatura desta regulações tornará o mercado da moda israelita mais amiga do ambiente e muito mais gentil com os animais."

Segundo informações da ONG "Animais Já", 86% do público israelita apoia a idéia. 

Apesar de o estado da Califórnia ter também proibido a venda de peles de animais para a indústria da moda já em 2019, Israel é o primeiro país a fazê-lo a nível mundial. 

Shalom, Israel!

terça-feira, junho 08, 2021

ENORME CRATERA ABRE-SE EM JERUSALÉM, ENGOLINDO VÁRIOS CARROS JUNTO A UM HOSPITAL


Durante a tarde de ontem, uma enorme cratera abriu-se subitamente num parque de estacionamento adjunto ao hospital Shaarei Tzedek (Portões da Misericórdia), engolindo vários carros e gerando o pânico. Graças a Deus os carros estavam vazios, não havendo portanto vítimas humanas.
Segundo relatórios dos serviços de segurança, o colapso deveu-se a uma construção em curso nas imediações e que incluem um túnel próximo ao local do incidente. 

O que é curioso é que o incidente ocorreu na semana em que o texto ligado à rebelião de Coré está sendo lido pelos judeus religiosos em todo o mundo. Coré rebelou-se contra a autoridade de Moisés, e como castigo divino, a terra abriu-se para o engolir: "E a terra abriu a sua boca, e os tragou com as suas casas, como também a todos os homens que pertenciam a Coré, e a todos os seus bens." (Livro de Números 16.32). 
Não demoraram as ligações feitas por alguns rabis entre este incidente e a tragédia bíblica. Para alguns destes, o acontecimento de ontem é um aviso divino sobre o desagrado de Deus em relação ao novo governo de coligação com a esquerda e com os muçulmanos que provavelmente irá governar Israel nos próximos 4 anos. 
Pessoalmente, e é uma opinião meramente pessoal, vejo mais ligação espiritual com o desfile de gays e lésbicas na passada em semana, com 7 mil manifestantes conspurcando as ruas da Cidade santa de Jerusalém. Certamente que o Senhor Deus Se desagradou bastante com isso. Se este incidente com a cratera tem a ver com isso ou não, só Ele sabe, mas de uma coisa estou certo: Deus não fica indiferente às manifestações abomináveis realizadas na Sua Cidade e condescendidas por aqueles que O deveriam respeitar e honrar...

Shalom, Israel!

segunda-feira, junho 07, 2021

FAZ HOJE 54 ANOS QUE JERUSALÉM VOLTAVA ÀS MÃOS DOS JUDEUS APÓS 2 MIL ANOS DE DISPERSÃO

A História mudou radicalmente no ano de 1967. Uma das profecias mais conhecidas relacionadas com a Cidade santa de Jerusalém cumprir-se-ia no dia 7 de Junho desse ano, quando os heróicos paraquedistas das Forças de Defesa de Israel libertaram a Cidade velha das mãos dos invasores jordanos, após 19 anos de ocupação da parte oriental da Cidade, da Judeia e Samaria (politicamente denominadas "Margem Ocidental").


A emoção sentida por aqueles jovens militares foi indescritível. Conseguir chegar junto ao Muro, cujo acesso lhes era interdito há 2 mil anos, subir ao Monte do Templo, ver de perto os locais mais sagrados ao judaísmo e que os seus avós tanto sonharam ver, ultrapassa tudo o que se pode expressar por palavras. 



E não é para admirar: a profecia do Messias Jesus relatada em Lucas 21.24 estava-se cumprindo naquele mesma dia: "...Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem."  Isso quer dizer que depois da expulsão dos judeus da Cidade no ano 70 d.C., os judeus seriam dispersos pelo mundo fora, mas voltariam um dia, e reconquistariam a sua Cidade, passando a dominá-la e a fazer dela o centro das suas atenções e do seu governo nacional. 

Ao chegarem junto do Muro e tocarem nas suas pedras milenares, os soldados israelitas recitaram a bênção: "Bendito és Tu, Senhor Deus, Rei do Universo, que nos tens sustentado e guardado e nos trouxeste a este dia." Junto deles, encontrava-se o famoso rabi Shlomo Goren, que pronunciou a bênção: "Bendito és Tu, que confortas a Sião e edificas Jerusalém." Os soldados cantaram então o "Hatikva" junto ao Muro. Após uma oração pelos soldados caídos naquela guerra, e com os presentes a chorar pelos seus camaradas, o rabi Goren fez soar o shofar, afirmando de seguida: "Este ano numa Jerusalém reconstruída! Na antiga Jerusalém!"

Jerusalém estava libertada ao fim de 2 mil anos! Voltava às mãos do povo judeu! Foi um momento de festa para os judeus de todo o mundo. Para muitos, tratava-se de um presente de Deus. 

E o Monte do Templo voltaria também às mãos dos judeus: "O Monte do Templo está nas nossas mãos! Repito: o Monte do Templo está nas nossas mãos!" - ouviu-se. Mais tarde, o general Moshe Dayan, num gesto ainda hoje contestado, decidiu entregar a administração do Monte aos jordanos muçulmanos, de forma a não iniciar um alegado conflito mundial...

Passaram-se 54 anos. Jerusalém é hoje uma cidade muito diferente, pujante, alegre e unificada. Sabe-se que o epicentro do conflito final terá novamente o seu foco na Cidade, e as últimas semanas são a prova de que os tempos finais se aproximam. Mas, quando num futuro próximo Jerusalém for cercada pelos exércitos, e estiver quase perdida, será o próprio Messias a intervir, vindo com os Seus exércitos desde os Céus para derrotar os inimigos, libertar a Cidade e salvar o Seu povo!



Shalom, Israel!

sexta-feira, junho 04, 2021

NOVO GOVERNO DE ISRAEL DIVIDE EVANGÉLICOS

Após 12 anos de governo, Netanyahu está sendo "empurrado" para fora por uma coligação confusa, que inclui um provável primeiro-ministro religioso, mas também representantes da esquerda e até de árabes muçulmanos. 

Vários líderes da comunidade evangélica em Israel estão no entanto contra um possível governo de coligação liderado por Naftali Bennett. Um dos principais proponentes desta "aversão" a Bennett é Mike Evans, fundador do Museu dos Amigos de Sião e da Equipa de Oração por Jerusalém, e que atacou Bennett por não ter sido fiel a Netanyahu, ajudando-a a formar um governo de coligação. Esta acusação foi revelada numa carta que foi enviada aos dois prováveis líderes da coligação, Bennett e Lapid, e desde aí tem estado amplamente a circular nos meios de comunicação social e sites de apoio a Israel. 

"Nunca se denomine como defensor de Sião, porque não é" - escreveu Evans, dirigindo-se a Bennett, e acrescentando: "Você traiu exactamente os princípios pelos quais uma geração deu o seu sangue e pelos quais morreu. Você quer deitar-se na cama com a Irmandade Muçulmana e com os esquerdistas. Deus tenha misericórdia da sua alma. Você é um amargurado homenzinho patético tão obcecado em assassinar Netanyahu que está até disposto a estragar o estado de Israel por conta da sua causa inútil."

Mike Evans acrescentou ainda que irá "combater Bennett passo a passo." "Você perdeu 100% do apoio dos evangélicos...Nós demos-lhes 4 anos de milagres sob Donald Trump e esta é a forma em como você mostra a sua apreciação, cagando na nossa face. Como se atreve!"

Evans está planeando para a próxima Terça-Feira um evento no Knesset para abordar "as acções requeridas para o desenvolvimento e a preservação da importante aliança entre o estado de Israel e os evangélicos." O evento está sendo promovido pelo Dror Balikud, um grupo de leigos ligados ao partido Likud e que se descreve como "leal ao povo e à terra de Israel."

"Estou numa missão para trazer Bibi de volta e acredito que vou ter sucesso" - afirmou Evans.

Mas vários influentes líderes evangélicos dos EUA não alinham com a visão de Mike Evans, alegando que ele não é assim tão importante nos EUA e que nem sequer os representa. A maior parte dos quase 100 milhões de evangélicos dos EUA não se posicionaram ainda em relação ao possível novo governo de coligação, aguardando a tomada de posse para possíveis comentários e posicionamentos. Alguns líderes já disseram que a sua ligação com Israel mantém-se inalterada, independentemente de quem esteja no governo. Apesar da forte ligação e amizade entre muitos líderes evangélicos norte-americanos e Netanyahu, aquilo que neste momento transparece é que a amizade com Israel vai muito além de Netanyahu. Alguns têm dito que os evangélicos não se deveriam até imiscuir nos assuntos da política interna de Israel, sendo o mais importante manter fortes os laços de amizade com o estado judaico, independentemente de quem esteja a governar a nação. 

Por outro lado, alguns evangélicos mais "fundamentalistas" alegam que este novo governo de coligação com representantes árabes muçulmanos será uma porta aberta para a vinda do Anticristo, uma vez que ele fará uma aliança "com muitos."

Shalom, Israel!

quinta-feira, junho 03, 2021

INCERTEZAS SOBRE O SUCESSO DE UM GOVERNO DE COLIGAÇÃO

Só daqui a 12 dias é que se saberá se esta proposta de coligação liderada por Bennett e Lapid passará na votação do parlamento para que possa assumir funções de governação. A anunciada vitória desta coligação ainda é prematura. Pela primeira vez na História de Israel um possível governo fez um acordo com árabes muçulmanos do partido Ra'am, propondo-lhes ajudas no valor de dezenas de biliões de shekels, o reconhecimento de 3 cidades árabes e a não demolição de estruturas beduínas clandestinas no deserto do Negueve.

Muitos comentários referem-se a esta coligação como sendo mais "anti-Netanyahu" do que qualquer outra coisa, duvidando-se que, caso seja realmente votada pelo parlamento, venha a durar muito tempo. 

A ser votado este novo governo rotativo, será a primeira vez em Israel que um primeiro-ministro religioso assumirá o poder. Naftali Bennett será também o primeiro líder governamental a liderar um pequeno partido, uma vez que o partido Yamina tem apenas 7 representantes no parlamento. O número de mulheres a ocupar pastas ministeriais será também recorde, com 8 a assumir pastas como transportes, assuntos internos, educação, economia, cultura, igualdade social, absorção de emigrantes e protecção ambiental. A coligação contará ainda com 8 representantes árabes.

Netanyahu não se tem cansado de criticar este possível governo que porá fim aos seus 12 anos de governação, acusando de ser "um governo de esquerda", "um perigo para a segurança de Israel e para o futuro do estado." Mesmo assim, a maioria de direita no governo terá sempre vantagem sobre os representantes da esquerda. 

Tudo permanece confuso, e só daqui a doze dias a situação ficará finalmente decidida.

Shalom, Israel!

quarta-feira, junho 02, 2021

ISAAC HERZOG ELEITO 11º PRESIDENTE DE ISRAEL

Com 87 dos 120 votos do parlamento - knesset - a seu favor, o antigo chefe do partido Trabalhista, presidente da Agência Judaica e filho do antigo 6º presidente de Israel Chaim Herzog, ISAAC HERZOG foi esta manhã eleito o novo presidente de Israel. A sua concorrente Miriam Peretz recebeu apenas 26 votos. Isaac Herzog, que é também neto do primeiro rabino mor de Israel, sucederá a Reuven Rivlin, que deixará o seu cargo no próximo dia 9 de Julho. 

No seu primeiro discurso após ter sido eleito, Herzog disse tencionar "construir pontes" dentro da sociedade israelita e com a diáspora judaica, encorajar o empreendorismo, "combater o antissemitismo e o ódio a Israel" e "salvaguardar os fundamentos da nossa democracia."

"Aceito a pesada responsabilidade que tendes posto sobre mim. Aceito o privilégio de servir todo o público de Israel."

Congratulado pelo actual primeiro-ministro Netanyahu, Herzog disse-lhe: "Espero poder trabalhar com todo o governo e com todo o primeiro-ministro."

Numa mensagem de congratulações a Herzog, o ainda presidente Rivlin afirmou: "O título de 'primeiro cidadão' e a tarefa de guardar o carácter do estado de Israel, nesta altura em particular, são grande responsabilidades. Não tenho dúvida de que você as desempenhará soberbamente. Sinto-me orgulhoso em lhe passar o bastão daqui a um mês. Viva o estado de Israel! Viva o presidente do estado de Israel!"

Shalom, Israel!