Mais uma flotilha interceptada por Israel. Cerca de 175 "activistas" - entenda-se: parasitas antissemitas de esquerda - foram já libertado na ilha grega de Creta, após acordo com as autoridades gregas. Após desembarque na ilha grega, os provocadores foram levados em 4 autocarros para uma cidade não revelada da ilha. Os arruaceiros foram tirados de cerca de 20 embarcações, sem quaisquer incidentes de violência.
Dois dos activistas foram entretanto levados para Israel para serem sujeitos a interrogatórios, uma vez que têm comprovadas ligações a grupos terroristas. Os dois meliantes são o brasileiro Thiago Ávila, e Saif Abu Keshek, ambos suspeitos de actividades ilegais e ligações a grupos terroristas.
Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel, esta foi uma "flotilha liderada pelo Hamas", e "uma outra provocação visando desviar a atenção da recusa do Hamas em se desarmar, servindo os interesses de provocadores profissionais."
Os organizadores da "flotilha-pirata" estão agora a apelar para que seja feita pressão sobre Israel visando a libertação dos 2 detidos. Entre os "activistas" estão 3 portugueses. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, já informou estar a avançar com os procedimentos normais de protecção a estes cidadãos, tendo sido convocado o embaixador de Israel para dar explicações. Com este tipo de atitude, o governo português demonstra a sua cumplicidade com estes arruaceiros que, como se sabe, foram provocar Israel por sua conta e risco, pelo que deveriam simplesmente ser deixados à sua sorte...
Shalom, Israel!

