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quarta-feira, março 23, 2016

A EUROPA TEM QUE APRENDER MUITO COM ISRAEL EM QUESTÕES DE SEGURANÇA, E NÃO SÓ...

TERRORISTAS ONTEM, NO AEROPORTO DE BRUXELAS
A CAMINHO DO MASSACRE 
No que concerne a questões de segurança, Israel dá lições a todo o mundo. A necessidade assim obrigou. Habituado a conviver lado a lado com terroristas islâmicos, o sistema de vigilância e segurança israelitas são modelos que muitos países - especialmente agora os europeus - deveriam adoptar para sua própria sobrevivência. Infelizmente, alguns países europeus estão tão cegos pela sua própria arrogância, que preferem boicotar os produtos produzidos em Israel, apoiando os palestinianos, e promovendo dessa forma a "causa palestiniana", a qual se traduz pela pura e simples aniquilação do estado judaico e dos judeus em geral.

AEROPORTO BEN GURION: O MAIS SEGURO DO MUNDO
O aeroporto internacional de Tel Aviv é o claro exemplo de como Israel não brinca em questões de segurança. Habituado como ando a conduzir grupos a Israel, sempre alerto os nossos participantes a serem pacientes quando o controle para o embarque significa uma espera de 3 horas, muitos questionamentos, inspecção de bagagem, etc. Dessa forma até certo ponto penosa, mas compensadora, os passageiros ficam tranquilizados quando embarcam de ou para Israel, especialmente quando se trata de voos em companhias israelitas.
Só para se chegar à entrada de qualquer avião para embarcar num voo com saída de Tel Aviv, a pessoa tem de ultrapassar 11 pontos visíveis de inspecção e segurança, começando por bloqueios móveis no acesso ao aeroporto e terminando à boca do avião.
50 anos de atentados e ameaças terroristas obrigaram Israel a organizar-se desta forma. 
Talvez agora - e deveras tardiamente - a Europa comece a entender que o tempo em que se orgulhava da sua segurança já é passado. Talvez agora a Europa comece a deixar de virar as costas a Israel, condenando até o estado judaico quando este tem de tomar medidas extremas para se defender desse mesmo terrorismo islâmico que agora a Europa experimenta, e vá até pedir ajuda a quem sabe, e a quem tem muito para ensinar ao mundo em questões de segurança e não só...
Desde há várias décadas que os peritos em questões de segurança de muitas companhias aéreas, de forças policiais e de agências de segurança têm vindo a Israel para aprender o seu know-how e as suas políticas de segurança. 
Desgraçadamente, são por vezes "necessárias" grandes tragédias como as de ontem, no coração da Europa - Bruxelas - para que os arrogantes líderes europeus entendam que a vida humana não é menos importante que os direitos humanos. É que o maior direito é o direito à vida, e os factos têm vindo a demonstrar que para permitir tal direito a quem o merece, é necessário que alguns sejam privados dos seus direitos de liberdade, uma vez que não sabem conviver com esses conceitos tão arduamente conquistados pelas nações civilizadas. 
Aquilo que ontem aconteceu em Bruxelas é o resultado de anos consecutivos de políticas de negligência. Há muito que a polícia belga sabia que bairros problemáticos nos subúrbios da capital eram verdadeiros ninhos de radicalismo islâmico e de crescentes tendências anti-ocidentais. Tal era o caso do bairro de Molenbeck, desde há muito conhecido por albergar gangues criminosas, tráfico de armas e de drogas, enfim...verdadeiros redutos para o crime organizado.

É exactamente nesses campos férteis que o jihadismo se move para conquistar mentes débeis e vulneráveis, oferecendo-lhes um programa aparentemente vantajoso, sob a capa da recompensa no paraíso islâmico. O Daesh tem conseguido recrutar bastantes jovens insatisfeitos e revoltados nos subúrbios das grandes cidades europeias, levando-os depois para os campos de treino e terrenos de combate na Síria e no Iraque. O pior é que alguns desses terroristas estão regressando à terra natal da Europa, e, sendo cidadãos europeus, o controle torna-se bastante complicado e quase impossível.
Esses indivíduos brutalizados com o fermento do radicalismo islâmico, tornam-se endurecidos e obcecados com o ódio anti-ocidental e anti-cristão, e, fortemente treinados, são capazes de cometer os actos mais bárbaros e cruéis que se possa imaginar. Tudo em nome do Islão, quando levado a sério.
É aqui que falharam os serviços secretos belgas. Deveriam preocupar-se, prever as ameaças, penetrar nas redes terroristas, interceptar comunicações e recolher todas as informações possíveis em conjunção com outros serviços secretos internacionais. 
Tudo isto Israel tem feito ao longo de décadas. Talvez agora a arrogância dê lugar ao reconhecimento da capacidade e experiência que Israel pode oferecer nesta e noutras áreas. Talvez agora a Europa reconheça em Israel o seu melhor e mais fiel aliado. 
Talvez agora a Europa reconheça que precisa de Israel para a sua própria sobrevivência...

Shalom, Israel!

quarta-feira, novembro 25, 2015

SERVIÇOS SECRETOS ISRAELITAS SALVARAM A ALEMANHA DE UM MEGA ATAQUE TERRORISTA

Os serviços secretos israelitas forneceram à polícia alemã informações específicas sobre uma iminente ameaça de explosões terroristas durante o jogo amigável entre a Alemanha e a Holanda na cidade alemã de Hânover, poucos dias depois dos atentados islâmicos em Paris.
Segundo a revista alemã "Stern", fontes governamentais alemãs informaram que Israel tinha fornecido "informações cruciais" acerca de um ataque com bombas no estádio onde se iria desenrolar jogo de futebol amigável entre as selecções nacionais alemã e holandesa. Essa informações levaram ao cancelamento do jogo e à evacuação do estádio 90 minutos antes do início da partida.
Segundo as fontes alemãs, a informação fornecida por Israel foi recebida na Segunda-Feira dia 16, sendo que no dia seguinte foi providenciada mais detalhada informação sobre os ataques em si, apontando para uma ameaça imediata.

O ataque seguiria o modelo do ataque islâmico realizado durante o jogo amigável entre a França e a Alemanha na fatídica noite de 13 de Novembro, em Paris, quando 3 terroristas suicidas tentaram sem sucesso entrar no estádio carregados de bombas, fazendo-se explodir às portas do estádio, causando a morte a um motorista português que se encontrava no local.
Segundo as informações prestadas pela polícia de Hânover, foi encontrado também junto ao estádio um carro bomba disfarçado de ambulância e um indivíduo suspeito conhecido pela polícia alemã acabou por ser detido na zona.
Após a evacuação ordeira do estádio, foi emitido um sinal de alerta para toda a cidade e os habitantes aconselhados a ficarem nas suas casas. Pouco tempo depois foi encontrada uma bomba numa mala suspeita dentro da estação de comboios de Hânover, que acabou também por ser evacuada.

Shalom, Israel!

sexta-feira, setembro 26, 2014

MENINA ADOLESCENTE QUE ESCAPOU DO ISIS TESTEMUNHA DE VIOLAÇÕES E CONVERSÕES FORÇADAS AO ISLAMISMO PELOS MILITANTES ISLÂMICOS

Uma menina denominada "Aria" (nome fictício) num campo de refugiados no Iraque e que conseguiu escapar dos militantes do ISIS descreveu algumas das atrocidades que estão sendo cometidas pelo grupo terrorista, incluindo a conversão forçada ao islamismo e a violação de jovens mulheres pelos líderes do ISIS.
"Em Mosul, eles tentaram forçar-nos a mudar de fé e de religião" - revelou a menina de 15 anos a quem foi dado o nome fictício de "Aria" à repórter da CNN no campo de refugiados Khanke no noroeste do Iraque. "Eles disseram-nos: 'Leiam o nosso Corão.' Algumas das moças contestaram: 'Nós nunca fomos à escola - não sabemos ler.' Eu não poderia compreender o Corão."
Aria foi raptada há mais de seis semanas atrás quando a sua família estava tentando fugir de carro da sua casa em Sinjar, sabendo que os militantes do ISIS se estavam aproximando. Daí a pouco, foram cercados por um comboio de veículos carregando as bandeiras negras do grupo terrorista, e a adolescente foi levada cativa.
"Eles obrigaram-nos a sair do carro" - testemunhou Aria, continuando: "As meninas e as mulheres foram separadas dos homens, incluindo o meu irmão de 19 anos. Mas eles só levaram as meninas, obrigando-nos a entrar numa mini-van."
As mulheres foram então levadas para Mosul, onde o ISIS tem criado uma forte presença, e levadas para uma casa onde ficaram fechadas com outras adolescentes que também tinham sido raptadas.
Aria testemunhou que as moças ficaram ali durante mais de 3 semanas, sob condições horríveis, e que um sheik veio ali buscar 20 meninas, incluindo a sua cunhada com 14 anos.
"Ele forçou-a. Fiquei muito assustada. Muitas das minhas amigas foram violadas. É duro falar acerca disso" - confessou a menina.
"A toda a hora estou vendo as caras deles" - prosseguiu Aria - "Tenho pesadelos. Não posso deixar de pensar em como é que eles forçaram aquelas meninas. Vi e passei por muito."

DECAPITAÇÕES DE CRIANÇAS
O grupo ISIS, que tem estado activo no Iraque e na Síria, tem sido acusado de decapitar crianças e de levar a cabo violações em massa na região.
"Eles estão sistematicamente a decapitar crianças, mães e pais. O mundo nunca viu um mal como este nesta geração. Há até um parque em Mosul onde eles têm decapitado crianças e enfiado as suas cabeças em paus" - afirmou numa entrevista anterior Mark Arabo, porta-voz nacional para os cristãos iraquianos.
E acrescentou: "Eles guardam-nas no parque. Isto são crimes contra a humanidade. O mundo inteiro deveria juntar-se. Isto é muito mais amplo do que uma comunidade ou um credo. Estes são crimes contra a humanidade e eles estão a fazer as coisas mais horrendas e mais chocantes que se possa imaginar" - explicou. 
Outras vítimas que têm conseguido escapar ao grupo terrorista, incluindo um rapaz de 13 anos identificado como Mohammed, têm também confirmado que o ISIS está a doutrinar os rapazes com a sua ideologia em acampamentos infantis, onde os militantes levam a cabo decapitações, apedrejamentos e crucificações. 

FUGA
Aria e uma amiga conseguiram fugir após terem telefonado a um tio dela que conhecia pessoas dispostas a ajudar. As meninas cobriram a cabeça com os véus e correram pela porta da casa onde estavam sendo sequestradas, e os amigos do tio da amiga de Aria conseguiram levá-la em segurança para uma casa em Fallujah.
Quando se juntou à família, Aria ficou a saber que o seu irmão tinha sido assassinado.
"Isso entristeceu-me muito. Eu só tinha aquele irmão. Ele só tinha casado há seis meses. Fiquei tão triste com a notícia. Eles mataram-no e a outros homens quando me sequestraram. Eles mataram-no com um tiro na cabeça. A minha mãe dormiu toda a noite ao lado do corpo do filho."
Aria confessou ainda ser perseguida pela culpa ao saber que os membros do ISIS haviam violado as outras meninas na casa quando souberam que Aria e a amiga tinham escapado. 
"Eles violaram-nas por nós termos escapado. Foi esse o castigo. Eles aumentaram a segurança para mais ninguém conseguir fugir. Tenho de viver com isso" - lamentou Aria.

É este o terrorismo islâmico que os EUA, a França e uma coligação internacional (incluindo países árabes) estão a tentar combater.
É esse mesmo tipo de terrorismo que Israel tem vindo a combater, quando tenta defender as suas populações civis dos ataques terroristas do Hamas, da Jihad Islâmica e seus pares.
Mas isso o mundo não quer entender...

Shalom, Israel!