segunda-feira, janeiro 17, 2011

ÁRABES DE JERUSALÉM PREFEREM FICAR EM ISRAEL


Apenas alguns dias depois de o mundo inteiro ter "explodido de raiva" por causa da demolição de um hotel árabe desocupado e decadente para um projecto de construção visando ajudar o controle da segurança de Israel sobre a totalidade de Jerusalém, uma pluralidade de residentes árabes na Cidade Santa afirmaram desejar permanecer debaixo da soberania israelita.
Uma sondagem realizada pela American Petcher Middle East Polls a pedido do Conselho das Relações Exteriores de Israel revelou que se Jerusalém fosse dividida num acordo final israelo-palestiniano, a maioria dos árabes que vivem no lado palestiniano tentaria passar para o lado israelita.
Uma pluralidade de 40 por cento afirmaram que no caso de o seu bairro em Jerusalém passar a fazer parte de um estado palestiniano, iriam viver para qualquer parte de Israel para manterem a sua cidadania israelita. Uma pluralidade de 35 por cento afirmaram preferir de longe a cidadania israelita à palestiniana. Trinta por cento não quiseram responder ao inquérito, provavelmente por medo de que a escolha pelo lado de Israel os pudesse colocar em perigo.
Os árabes de Jerusalém que afirmaram quererem permanecer israelitas mencionaram uma série de razões, incluindo a superior qualidade de cuidados de saúde e de benefícios sociais, liberdade de movimentos dentro de Israel, e maiores rendimentos e oportunidades de trabalho.
O número de árabes que vivem em Jerusalém oriental e circunvizinhaças e que pedem cidadania israelita tem vindo a aumentar de ano para ano durante esta última década.
Quando Israel reunificou a Cidade em 1967, os árabes que viviam na parte oriental receberam todos estatuto de residência fixa em Israel, sendo-lhes oferecido um upgrade para cidadania plena. Muito poucos optaram então por receber cidadania israelita, na crença de que a Cidade voltaria no futuro a cair nas mãos dos árabes, ou temerosos de que ao se identificarem com Israel as suas vidas e as dos seus familiares seriam colocadas em risco.
Estas são as evidências. Para que não restem dúvidas...
Shalom, Israel!

domingo, janeiro 16, 2011

VÍRUS ISRAELITA ATRASOU PROGRAMA NUCLEAR IRANIANO

Um perito norte-americano afiançou ao diário New York Times que o vírus informático que sabotou as centrifugadoras nucleares iranianas funcionou bem "porque os israelitas testaram-no em centrifugadoras semelhantes no reactor de Dimona."
O jornal americano descreve o "ataque" como um esforço conjunto entre americanos e israelitas para minar as ambições nucleares do Irão. Adianta ainda que os testes do vírus destrutivo Stuxnet ocorreram durante os últimos dois anos no complexo extremamente bem guardado de Dimona, no deserto do Negueve.
Segundo informações confidenciais prestadas por peritos ligados ao complexo de Dimona, Israel terá testado centrifugadoras virtuais semelhantes às iranianas situadas em Natanz, onde os cientistas iranianos estão se esforçando para enriquecer o urânio. Segundo um dos peritos americanos, "para se testar o vírus, tem de se conhecer as máquinas. A razão porque ele funcionou bem é porque os israelitas o testaram primeiro."
O programa nuclear iraniano tem sido atrasado pelo menos até 2015, tendo o próprio ditador presidente iraniano Ahmadenijad admitido em Novembro que o software malicioso tinha criado "problemas" em algumas das centrifugadoras nucleares iranianas, embora se apressasse a afirmar que o problema já tinha sido resolvido.
O jornal Times afirmou que o vírus foi a arma cibernáutica mais sofisticada jamais lançada até hoje, dando a impressão que foi o factor mais provável para o retardamento do programa nuclear iraniano, fazendo com que as centrifugadoras rodassem a uma velocidade louca, fora de controle, tendo provavelmente um quinto delas até rebentado.
A informação adianta ainda que os ataques poderão não ter terminado e que alguns peritos acreditam que o código do Stuxnet contém as sementes para outras versões e outros ataques.
O agora aposentado ex-chefe da Mossad - serviços secretos de Israel - Meir Dagan, disse recentemente que o programa nuclear do Irão tinha sido retardado e que Teerão não seria capaz de construir uma bomba atómica até pelo menos 2015.
E, obviamente, as autoridades norte-americanas e israelitas não se pronunciam acerca do vírus. Outra coisa não seria de esperar.
Já na nossa postagem de 1 de Outubro passado nos tínhamos referido ao "vírus bíblico" com o nome da raínha Ester que teria atacado o sistema nuclear iraniano.
Não nos espanta que tudo isto seja verdade. Israel tem a supremacia na capacidade para desenvolver estas ciências, e, enquanto o mundo nada decide sobre a grave ameaça que o Irão oferece aos seus vizinhos e ao resto do mundo, Israel, o principal visado, usa de toda a sua capacidade para no mínimo adiar o problema. Até que alguém de bom senso se decida...
Shalom, Israel!

sábado, janeiro 15, 2011

ANTI-SEMITISMO NA BÉLGICA FORÇA JUDEUS A RETORNAREM À TERRA DOS SEUS ANTEPASSADOS

Tal como temos vindo a alertar, o crescente e preocupante anti-semitismo na Europa (e não só) tem levado a que muitos judeus sejam forçados a fazer aliyah (retorno à Terra de Israel).
Segundo dados publicados esta semana pela Agência Judaica, durante o ano de 2010 houve um aumento em 63% no número de judeus belgas que fizeram aliyah para Israel. Isso significa que 250 judeus belgas foram para Israel durante o ano transacto, em comparação com 152 no ano de 2009.
Os dados indicam que existe um crescente anti-semitismo e um aumento no número de ataques violentos contra membros da comunidade, especialmente os facilmente identificáveis membros religiosos hareidi.
Actualmente vivem na Bélgica cerca de 40.000 judeus, sendo que metade são membros da comunidade judaica de Antuérpia que se tornou famosa pelo seu contributo em tornar a cidade num centro global do comércio de diamantes, mas que nos últimos anos também tem estado debaixo de ameaças.
O anti-semitismo na Europa está atingindo proporções alarmantes. Há precisamente seis meses atrás o presidente do Congresso Judaico Europeu, Moshe Kantor, afirmou que os judeus na Europa estão na sua pior condição desde o término da 2ª Guerra Mundial.
"Os judeus têm medo de andar nas ruas da Europa com símbolos judaicos" - afirmou Kantor - "As sinagogas, escolas e jardins de infância judaicos precisam de cercas de arame farpado e de seguranças, e homens, mulheres e crianças judeus são espancados em plena luz do dia".
Um alvo que tem sido muito visado nos ataques anti-semitas tem sido a sinagoga na cidade de Malmo, na Suécia. No ano passado foi atacada duas vezes no espaço de 2 semanas através do lançamento de bombas. Felizmente não houve feridos.
Mais informações sobre o anti-semitismo podem ser obtidas e acompanhadas no site FightHatred.com.
Não tenhamos ilusões: à medida que o Islão se vai comodamente instalando na Europa (só na protestante Inglaterra já somam 2,4 milhões!), os seus alvos a abater continuarão a sofrer pressão e perseguição. Falo obviamente dos judeus, em primeiro lugar, e dos verdadeiros cristãos em seguida. Há muitos "ditos" cristãos já comprometidos com o Islão, através de alianças e acordos enganosos, dos quais mais tarde se arrependerão. Mas isso não é de estranhar: a confusão teológica é tão grande, que conheço muitos crentes evangélicos e até pastores que acham que "Alá", o deus muçulmano, é o mesmo "Deus" dos cristãos... Quando a confusão começa por aí, o que poderemos mais esperar?
Ao mesmo tempo, temos sempre enfatizado que este retorno "forçado" dos judeus à Terra é necessário para que se cumpram literalmente as profecias de há 2.500 anos atrás, que mencionam que "nos últimos dias" os judeus seriam trazidos à Terra de Israel. Assim seja, pois quando tal se completar, o Messias virá para reinar sobre o Seu povo!
Shalom, Israel!

sexta-feira, janeiro 14, 2011

RUA JAFFA SEM CARROS - VIVA O METRO!

A famosa Jaffa Road, uma das principais artérias de Jerusalém, vai dizer adeus aos carros para receber apenas pessoas e o transporte por metro de superfície.
Esta é uma revolução na famosa rua construída há 150 anos durante o império turco otomano, e que liga a cidade velha à parte moderna, até à estação rodoviária. É também uma rua muito comercial, por onde passam anualmente milhões de turistas, cruzando com a famosa rua Ben Yehuda.
Até Abril próximo, haverá um autocarro, a "linha 11", que irá circular ainda pela rua Jaffa. Depois dessa altura, entrará em funcionamento o metro de superfície, que circulará desde Pisgat Ze'ev até ao Monte Herzl, atravessando toda a rua Jaffa.
Os residentes locais terão viagens gratuitas no metro até Agosto, de forma a atenuar algum furor causado pela proibição dos carros naquela rua.
Há alguma confusão e contestação à medida, uma vez que a rua Agrippas (paralela à Jaffa) terá de aguentar com todo o tráfego de autocarros, não tendo a rua condições próprias para tal. Mas, como acontece com tudo em Israel, começa-se sempre com muito barulho e confusão, mas acaba sempre bem...
Shalom, Israel!

quinta-feira, janeiro 13, 2011

AFINAL A ÁGUIA ISRAELITA NÃO ERA UM ESPIÃO...

Acabou o sofrimento dos sauditas: afinal o abutre capturado na semana passada recebeu "ordem de libertação", descobrindo-se que afinal não era nenhum espião "aéreo" enviados pelos inimigos sionistas...
Quando o desgraçado do pássaro caiu nas malhas dos inteligentes árabes sauditas, logo se pensou que era um moderno espião da Mossad israelita, desta vez vindo do ar. E os sinais lá estavam: a ave transportava um GPS e uma bracelete onde estavam gravadas as palavras: "Universidade de Tel Aviv". Logo se pensou tratar-se de uma operação de espionagem internacional.
Mas eis que o princípe saudita Bandar, um "perito na matéria de aves", clarificou o assunto, chegando inclusivé a acusar a imprensa saudita de "reportagens irresponsáveis". O princípe mandou então que se soltasse a ave, que ele identificou como uma águia careca, explicando que a ave não tinha nada de suspeito. Só que em Israel não há conhecimento de águias carecas...
Vá lá...já vi guerras começarem por menos... livrou-se a águia de umas boas chicotadas à islão, ou então a uma boa entrada na cozinha saudita...
Shalom, Israel!

quarta-feira, janeiro 12, 2011

2 EXCURSÕES A NÃO PERDER EM 2011...


Não perca estas 2 fabulosas excursões às Terras da Bíblia (Egipto, Israel e Jordânia), acompanhadas por nós.
Contacte-nos para obter mais informações e o programa completo:
Shalom!

terça-feira, janeiro 11, 2011

LOCAL DO BAPTISMO DE JESUS REABERTO APÓS 42 ANOS

Após 42 anos como zona restrita militar, o sítio onde João Baptista baptizou Jesus nas margens do rio Jordão vai abrir permanentemente ao público com uma cerimónia especial no próximo dia 18 de Janeiro.
Até agora todos quantos desejassem ser baptizados nas mesmas águas onde Jesus foi baptizado tinham de coordenar as suas visitas junto da Administração Civil israelita para a Judéia e Samaria.
O local chama-se Kasr al-Yehud, e tem estado protegido por uma sebe de arame farpado e a sua entrada fechada por um portão controlado pelas Forças Armadas de Israel.
Visando transformar o local numa grande atracção turística mundial, um verdadeiro oásis de cooperação regional, Israel tem investido milhões de shekels na melhoria do local, localizado acima da "linha verde", no Vale do Jordão. Depois do dia 18 o local estará acessível a qualquer turista sob os auspícios da Autoridade para os Parques e Natureza de Israel.
A abertura coincide com a altura em que os cristãos ortodoxos gregos e russos fazem uma peregrinação anual ao local para celebrarem a Festa da Epifânia, que assinala o baptismo de Jesus.
O Ministro para o Desenvolvimento Regional, Silvan Shalom, visitou o local há uma semana e afirmou aos jornalistas que este era um local que ele há muito via como sendo parte de uma rota espiritual que incluía outros sítios arqueológicos na Jordânia e nos territórios palestinianos.
Segundo o ministro, há um grande potencial para crescimento, especialmente entre os cristãos russos e dos países do leste europeu, maioritariamente cristãos ortodoxos.
Shalom adiantou ainda que a Jordânia tem sabido "vender" o seu lado do rio Jordão, onde muitos cristãos têm feito a sua visita regular. Cerca de 800.000 peregrinos visitam anualmente o lado da Jordânia, enquanto que no lado israelita apenas umas 65.000 pessoas o têm feito. Não é possível juntar gente de um lado e outro, uma vez que o rio é a divisa entre Israel e a Jordânia naquele ponto.
Shalom espera que 20 mil cristãos religiosos estejam presentes na abertura oficial do espaço a 18 deste mês. O próprio presidente russo estaria presente não fosse a greve do Ministério das Relações Exteriores russo.
O ministro israelita lembrou ainda os jornalistas de que o sítio é de grande importância histórica no Judaísmo, uma vez que foi também ali que os judeus atravessaram o rio a seco após 40 anos de travessia do deserto.
Para os cristãos o baptismo é uma ordenança essencial ao compromisso da fé, pelo que todos os anos muitos milhares procuram ser baptizados nas águas do rio onde o próprio Jesus foi baptizado, num acto pleno de emoção e simbolismo. Nós mesmo temos tido essa maravilhosa experiência de baptizar irmãos e irmãs na fé na águas do rio Jordão, esperando poder fazê-lo também neste novo sítio agora disponível a todos os visitantes.
Shalom, Israel!

domingo, janeiro 09, 2011

ÁGUAS DO LAGO DA GALILÉIA TÊM PEQUENA SUBIDA

Graças às chuvadas deste fim de semana, as águas do Lago Kinneret, o bem conhecido Mar da Galiléia (foto acima), subiram 2,5 cms., uma bênção, se considerarmos o ano quente e seco que Israel viveu em 2010.
Esse pequeno aumento significa que o Mar está agora a 213,98 mts. abaixo do nível das águas do mar, mesmo assim 5 metros abaixo do seu nível pleno.
Este nível ultrapassa apenas um "tímido" centímetro acima do "risco vermelho", o nível que indica que o lago se aproxima de uma situação em que se torna extremamente perigoso extrair água.
Esta manhã tem estado a chover em Jerusalém e nas regiões do Norte, prevendo-se que as chuvas continuem pelo dia de amanhã.
Em Novembro passado os rabinos convocaram o povo para orações especiais a favor de chuvas, tendo inclusivé feito orações a bordo de um barco no lago da Galiléia. Jejuns foram também celebrados para que Deus abrisse as janelas dos céus e despejasse a tão necessária chuva.
Deus respondeu e têm havido dias de intensa chuva na Terra de Israel.
Shalom, Israel!

sexta-feira, janeiro 07, 2011

2017 - A VINDA DO REINO?


O ano 2017 tem há algum tempo despertado a minha atenção e curiosidade. Sendo eu um curioso investigador das profecias bíblicas relacionadas com o fim dos tempos, qualquer matéria é prontamente analisada e considerada, quando o caso é para isso. Na minha apresentação "Israel - o relógio profético de Deus" postada no blog em 1 de Novembro de 2010, levanto a certa altura a questão: "o que nos trará 2017?"
A questão tem a ver com datas, previsões e cumprimentos. Sei que há quem ache que datas e números não têm qualquer relevância bíblica, mas o estudo aprofundado das Sagradas Escrituras conduzirá facilmente a uma opinião diferente.
Por exemplo, em 1897 Theodore Herzl durante o 1º congresso sionista "sonhou" com um estado moderno judaico na Terra de Israel para daí a 50 anos. E 50 anos depois - o tempo de um Jubileu bíblico - em 1947, as Nações Unidas declaram a divisão da "Palestina" em 2 estados, um judeu e um árabe, dando portanto origem à moderna "existência" de Israel.
E 70 anos depois - o tempo de uma geração bíblica - em 1967, Jerusalém volta às mãos dos judeus, após quase 2 mil anos de dispersão, tornando-se na sua capital eterna e indivisível.
Por quê 2017 agora? Porque de 1947 (início da existência do Israel moderno) até 2017, irão decorrer exactamente 70 anos, ou seja, o tempo de uma geração bíblica. Muitos intérpretes da Bíblia acham que quando Jesus, o Messias, referiu no Seu sermão profético "Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça" (Mateus 24:34), Se estava a referir à geração que veria todos os sinais acontecerem, especialmente os que concernem a Israel, o que significaria que essa geração teria de ver a vinda do Messias até 2017. Na minha humilde opinião, faz sentido.
Mas a minha atenção tem sido recentemente despertada pela controvérsia acerca das "profecias" da minha amiga Neuza Itioka, mencionando o ano de 2017 como "o ano da vinda do reino", e usando como base as profecias do conhecido rabino Judá Ben Samuel.
Confesso que sempre me tenho sentido perturbado e até indignado com tanta "profetada" que ouço por aí, pelo que na maior parte dos casos tendo a não dar ouvidos àqueles que tentam e alegam falar "em nome de Deus." Digo "tentam", porque a Deus certamente eles não conhecem.
Mas a "mensagem" da Neuza à Igreja poderá ter algum valor, uma vez que, excluindo a questão das datas e dos "iluminati", é uma visão da realidade e do caminho que infelizmente os cristãos de hoje estão trilhando, ignorando muitas vezes as sérias advertências dos profetas de Deus. Assim era e assim continuará a ser, para desgraça nossa.
Mas as "profecias" de Itioka em que o Reino Milenar do Messias se iniciaria em 2017, não são invenção dela: têm na sua origem as famosas "profecias dos jubileus" preditas pelo rabino Judá Ben Samuel.
Quem é este rabino?
Judá Ben Samuel foi um piedoso judeu alemão, que viveu entre 1140 e 1217, e que antes da sua morte (em 1217) profetizou acerca da nação de Israel.
E as suas profecias, a que eu prefiro chamar "visões", têm a ver com períodos de tempo relacionados com os jubileus bíblicos, portanto períodos de 50 anos cada - Levítico 25:8-13. Segundo ele, o Império Otomano turco reinaria sobre a Cidade santa de Jerusalém por 8 Jubileus, portanto 8 x 50 = 400 anos. E assim aconteceu: 300 anos depois da "visão" de Ben Samuel, em 1517, or turcos do Império otomano tomaram o controle de Jerusalém, dominando a cidade nos 400 anos seguintes.
E foi exactamente 400 anos depois, portanto 8 jubileus depois, que os turcos foram expulsos da Terra Santa pelas forças do general inglês George Allenby, um devoto cristão, tendo Jerusalém sido capturada e libertada pelos britânicos em 9 de Dezembro de 1917, durante a Festa do Hanukah, sem que um só tiro tivesse sido disparado! A primeira parte da "visão" do rabino concretizou-se com exactidão!
Mas o rabino tinha também profetizado que durante o 9º ano Jubileu - portanto 450 anos a contar da invasão turca de 1517 - Jerusalém se tornaria numa "terra de ninguém". E isso aconteceu exactamente: entre 1917 e 1967 Jerusalém foi colocada sob a alçada britânica a mando da Liga das Nações, não pertencendo literalmente a nenhuma nação. Até mesmo depois da Guerra da Independência de Israel (1948 - 1949) Jerusalém estava dividida, com judeus dominando de um lado e os jordanos do outro, havendo uma faixa de terra a meio que ninguém podia atravessar. Só em 1967 (portanto 450 anos depois, ou 9 jubileus depois) é que Jerusalém deixou de ser "terra de ninguém" para voltar à soberania de Israel. A segunda parte da "visão" do rabino concretizou-se com exactidão!
Mas a terceira parte da visão é ainda mais empolgante: o rabino Samuel profetizou que no décimo Jubileu, portanto 10 x 50 anos = 500 anos desde a conquista dos turcos (1517), ou seja, em 2017, Jerusalém estaria sob o domínio dos Judeus depois de mais de 2 mil anos de diáspora judaica, e o Reinado Messiânico se iniciaria no final deste período. O décimo Jubileu iniciou-se em 1967 e vai terminar em 2017.
Acredito que estamos a caminho dos momentos finais da História humana - pelo menos desta presente dispensação, ou época. Especular sobre datas é sempre perigoso e pode até tornar-se uma obsessão. Não vamos por aí.
Contudo isso não nos impede de estarmos atentos aos sinais, e não descartarmos estas "evidências" histórias e, por que não, até proféticas, desde que elas não ponham em causa a revelação divina. E esse não é o caso.
A Bíblia afirma claramente que o Reino está para vir. Será em 2017? Poderá ser antes? Poderá ser depois? Não sabemos. Mas disto estou certo: quando Jesus nos ensinou a orar: "Venha o Teu Reino" é porque ele virá, e tudo indica que estamos próximos desse Grande Dia! Maranatha!
Estejamos nós prontos...
Shalom, Israel!

quinta-feira, janeiro 06, 2011

3 EM CADA 4 CIDADÃOS ISRAELITAS SÃO JUDEUS

No final de 2010 o número de cidadãos israelitas atingiu os 7.695.000 habitantes - informação prestada pelo Gabinete Central de Estatísticas.
De acordo com os últimos dados, 5.802.000 (75,4 %) de todos os israelitas são judeus, 1.573.000 (20,4%) são árabes, e 320.000 são definidos como "outros", ou seja: cristãos não-árabes e pessoas sem religião específica.
A população aumentou em 1,9% - + 143.000 pessoas - no ano passado, consistente com o crescimento que tem ocorrido na última década. Nasceram cerca de 165.000 bébés, e morreram umas 40 mil pessoas durante o ano.
"E Eu mesmo recolherei o restante das Minhas ovelhas, de todas as terras para onde as tiver afugentado, as farei voltar aos seus apriscos; e frutificarão, e se multiplicarão." - profeta Jeremias 23:3.


Shalom, Israel!


terça-feira, janeiro 04, 2011

FEMINISMO EM GAZA: TREINAR MULHERES TERRORISTAS...

Desta vez é a própria CNN a transmitir as informações. E a CNN não é necessariamente muito simpática para com Israel...
São as "Feministas Terroristas", as mulheres treinadas em Gaza para matar israelitas. Tão simples como isso! A equipa da CNN conseguiu "penetrar" neste ninho de cobras, de olhos vendados, nesta localidade secreta, para filmar as mulheres.
E a entrevista feita pela CNN decorreu debaixo das aclamações "Allahu Akbar" (Alá é grande) como pano de fundo, pela jornalista Paula Hancocks, no quintal de um local desconhecido. "Todas elas são das Brigadas Salah ad-Bin", um dos vários grupos militantes em Gaza. Todas estavam cobertas com véus e armadas. Só os olhos estavam descobertos." - informou a repórter.
As mulheres disseram que não veem nada de estranho em combaterem ao lado dos homens, uma vez que o "exército sionista" também é servido por mulheres. Uma das mulheres ostentava anéis de ouro numa das mãos, enquanto que na outra carregava uma granada de mão.
As terroristas foram entrevistadas quando se encontravam sentadas a uma mesa atulhada de espingardas, granadas e explosivos. Hancocks disse que a cena foi "cuidadosamente coreografada para a nossa câmera, e a mensagem era clara".
"Estou sendo treinada e preparada para ser uma suicida-bombista contra soldados israelitas" - afirmou uma potencial "mártir". E expressando a filosofia fundamentalista da jihad islâmica que alimenta o Hamas, ela acrescentou: "Nos passos do profeta que eles costumavam combater, por isso não há problemas. Eles costumavam transportar os feridos, mas agora temos ambulâncias para isso".
Apesar de Hancocks dizer que as mulheres - e os seus pares masculinos - são "ultrajados como terroristas" por muitos comunicadores dos mídia ocidentais, tanto a CNN como a maioria dos mídia, bem como o jornal e website israelita Ha'artez referem-se a eles como "militantes" quando se referem a ataques ou quando operações de contraterrorismo por parte de Israel são realizadas contra eles.
As idades das mulheres variam dos 20 aos 50. "Há quatro anos atrás, uma avó de 64 anos fez-se explodir perto de soldados israelitas em Gaza, acabando por ferir dois deles" - disse Hancock aos ouvintes. Ela foi até agora a mulher suicida mais velha.
"E pelo menos uma destas mulheres num quintal de Gaza quer seguir nas suas mortíferas pisadas."
Que Deus proteja Israel destas cobras venenosas!
Shalom, Israel!

segunda-feira, janeiro 03, 2011

CARMELO COMEÇA A FLORESCER


Passaram 30 dias desde o início do terrível desastre nos montes Carmelo, o terrível incêndio que ceifou a vida a 44 pessoas, e cujas famílias só agora começam a digerir o que realmente lhes sobreveio. As vítimas sobreviventes, os queimados e os feridos estão agora no início de um longo e doloroso processo de reabilitação.
Na tradição judaica, o período de luto de 7 dias ("shiva") é seguido pelo "shloshim", que termina quando se completam 30 dias desde a morte da pessoa.
Agora que passaram 30 dias desde que milhões de árvores "morreram", há no entanto sinais de vida, começando a notar-se o surgimento da cor verde no meio do cinzento e negro da tragédia. E aqui estão alguns dos primeiros sinais fotografados por um anónimo, mostrando que ainda há vida depois da morte...
Shalom, Israel!

sábado, janeiro 01, 2011

sexta-feira, dezembro 31, 2010

ISRAEL: A MELHOR ECONOMIA DO OCIDENTE!

Segundo dados do Gabinete Central de Estatísticas (CBS), a economia de Israel é a que cresce mais rapidamente em todo o Ocidente.
O produto interno bruto (PNB) cresceu 4,5% em 2010, mais 0,5% do que era esperado. Em comparação, os outros 33 países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) cresceram apenas 2,7%. Recordamos que Israel tornou-se membro da OCDE apenas em Setembro passado.
Israel está também melhor do que todos os outros países da OCDE no que toca ao desemprego, com uma taxa de 6,7%, em comparação com os 8,3%, média dos outros países.
O Gabinete assinala três assinaláveis progressos na economia israelita em 2010: as exportações baixaram no 3º trimestre, depois do inusitado crescimento na segunda metade de 2009; o rápido crescimento do consumo privado começou a desacelerar; e os investimentos em edifícios residenciais continuou a crescer.
Com a confirmação da existência de uma quantidade fabulosa de gás natural (nossa postagem de ontem), com um tamanho 6,5 vezes superior ao da cidade de Tel Aviv, Israel poderá ter uma receita de 227 mil milhões de euros, o equivalente a 1,5 vezes o produto interno bruto do país!
Shalom, Israel! Que o Ano de 2011 traga ainda mais crescimento!

quinta-feira, dezembro 30, 2010

ISRAEL FAZ NOVA E ENORME DESCOBERTA DE GÁS NATURAL

Mais de 16 triliões de pés cúbicos de gás natural acabam de ser descobertos ao largo de Israel, na costa de Haifa, numa operação de perfuração conjunta entre Israel e os EUA. O valor é calculado em 95 biliões de dólares. Nas palavras da agência de informação France Presse: "ISRAEL TEM GÁS SUFICIENTE PARA SE TORNAR NUM EXPORTADOR".
Segundo a companhia exploradora petrolífera Noble, "esta descoberta de gás natural nas profundidades marinhas é a maior de toda a década a nível mundial, com reservas de gás natural suficientes para suprir as necessidades de Israel por 100 anos."
Impressionante, sem dúvida! Mas nada de espantar para os estudiosos das profecias bíblicas (incluo-me singelamente nesse número), pois acreditamos que nos "últimos dias" Israel tornar-se-á numa nação muito rica em petróleo, causando a inveja dos vizinhos estados árabes e provocando a invasão num futuro próximo a partir do Norte, ou seja, a Rússia e seus aliados. E não estamos a especular! Existem evidências bíblicas para estas suposições:
"Depois chamou Jacó a seus filhos, e disse: Ajuntai-vos, e anunciar-vos-ei o que vos há de acontecer nos dias vindouros." - Génesis 49:1
"Pelo Deus de teu pai, o Qual te ajudará, e pelo Todo-Poderoso, o Qual te abençoará com bênçãos dos altos céus, com bênçãos do abismo que está embaixo..." (petróleo?) - Génesis 49:25. Nota: não serão as "bênçãos do abismo que está embaixo" uma clara referência à extracção do petróleo das profundezas da terra e do mar?
"E de José disse: Bendita do Senhor seja a sua terra, com o mais excelente dos céus, com o orvalho e com o abismo que jaz abaixo. (não serão as riquezas petrolíferas?)" - Deuteronómio 33:13
"Eles chamarão os povos ao monte; ali apresentarão ofertas de justiça, porque chuparão a abundância dos mares e os tesouros escondidos da areia" - (não será uma referência às reservas petrolíferas?) Deuteronómio 33:19.
"Dar-te-ei os tesouros escondidos, e as riquezas encobertas, (não será uma alusão ao petróleo escondido debaixo da terra e do mar?) para que saibas que Eu sou o Senhor, o Deus de Israel, que te chama pelo teu nome." - Isaías 45:3
"Depois de muitos dias serás visitado (Gog). No fim dos anos virás à terra que se recuperou da espada, e que foi congregada dentre muitos povos (Israel), junto aos montes de Israel, que sempre se faziam desertos; mas aquela terra foi tirada dentre as nações, e todas elas habitarão seguramente. Então subirás, virás como uma tempestade, far-te-ás como uma nuvem para cobrir a terra, tu e todas as tuas tropas, e muitos povos contigo (coligação Rússia-Irão e outros párias). Assim diz o Senhor Deus: E acontecerá naquele dia que subirão palavras no teu coração, e maquinarás um mau desígnio, e dirás: subirei contra a terra das aldeias não muradas; virei contra os que estão em repouso, que habitam seguros; todos eles habitam sem muro, e não têm ferrolhos nem portas; a fim de tomar o despojo, e para arrebatar a presa (despojo e presa = riquezas físicas), e tornar a tua mão contra as terras desertas que agora se acham habitadas, e contra o povo que se congregou dentre as nações, o qual adquiriu gado e bens, e habita no meio da terra. Sebá (os actuais Yemen e Etiópia) e Dedã (provavelmente a norte da Arábia Saudita), e os mercadores de Társis (provavelmente sul de Espanha?), e todos os seus leõezinhos te dirão: Vens tu para tomar o despojo? Ajuntaste a tua multidão para arrebatar a tua presa? Para levar a prata e o ouro, para tomar o gado e os bens, para saquear o grande despojo?" (não será este "grande despojo" a riqueza petrolífera de Israel?)- Ezequiel 38:8-13.
Sem dúvida que estamos vivendo dias de grande excitação profética. Israel já voltou à sua terra, após 2 mil anos de dispersão. Israel já é uma potência económica, e isto em apenas 62 anos! Deus prometeu abençoar aquela nação com riquezas materiais, e aí estão as confirmações. Ezequiel adianta que será "a riqueza, os tesouros" económicos que Israel possui que irão despertar a cobiça dos inimigos do Norte, provavelmente da Rússia, fazendo-os querer "saquear o grande despojo"...
Quem tiver olhos para ver, veja, e prepare o seu coração para os próximos e fascinantes eventos!
Shalm, Israel!

quarta-feira, dezembro 29, 2010

BRASIL TERÁ PRIMEIRA EMBAIXADA DA "PALESTINA"

Num acto verdadeiramente ignóbil, num mundo mais parecido com o virtual do que com a realidade, o Brasil prepara-se para participar num dos mais polémicos momentos da sua história recente, ao cometer um verdadeiro acto de ilegitimidade, não só no reconhecimento de um inexistente "estado palestiniano", mas no lançamento da primeira pedra de uma futura embaixada da "Palestina", esta sexta-feira, pelas mãos do próprio presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas. Esta inexplicável medida prossecutória de uma tendência cada vez mais acentuada dos governos do PT (Lula + Dilma) de apoiarem cada vez mais os palestinianos, não tendo em conta os acordos e muito menos as regras internacionais, põe certamente em causa a credibilidade do governo brasileiro em questões internacionais, o que sinceramente muito deploramos...
Na foto acima pode ve-se o "entendimento" que Abbas tem da "Palestina": nada mais nada menos que toda a Terra de Israel. Ele não deixa por menos...
Na sexta-feira o presidente da AP lançará então a primeira pedra da futura embaixada em Brasília, e no sábado este "digníssimo chefe de terroristas" participará na tomada de posse da nova presidente do Brasil Dilma Rousseff. Tudo bons amigos...
Israel já fez saber ao Brasil que o reconhecimento de um estado palestiniano é uma clara violação do Acordo Interino assinado entre Israel e a Autoridade Palestiniana em 1995, numa referência aos Acordos de Oslo feitos entre as duas partes.
Claramente o Brasil quer tornar-se numa voz ouvida e respeitada no mundo, só que está tomando posições erradas, violando os princípios de ética nas relações internacionais. Com governos assim, é caso para perguntar: para onde vai o Brasil?
Mas o Brasil não está só nesta amálgama de disparates: logo a Argentina, o Uruguai e a Bolívia se apressaram a repetir a façanha: reconhecer um estado pirata dentro de um outro estado reconhecido pelas Nações Unidas...! E como isto já "virou moda" na América Latina, eis que o Paraguai se apressa também a reconhecer unilateralmente a "Palestina"...
Lamentamos o futuro destes países, pois os seus líderes estão provocando a ira de Deus, lembrando-nos as palavras do salmista: "Por que se amotinam os gentios, e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam e os governos consultam juntamente contra o Senhor...Aquele que habita nos céus se rirá; o Senhor zombará deles. Então lhes falará na Sua ira, e no Seu furor os turbará." - Salmos 2:1-5.
"Congregarei todas as nações, e as farei descer ao vale de Jeosafá; e ali com elas entrarei em juízo, por causa do Meu povo, e da Minha herança, Israel, a quem elas espalharam entre as nações e repartiram a Minha Terra." - Joel 3:2.
Shalom, Israel!

terça-feira, dezembro 28, 2010

RETORNO A ISRAEL AUMENTA 16% EM 2010

Cumprindo um mandamento bíblico - e uma profecia para os últimos dias - há um número cada vez maior de judeus fazendo aliyah, ou seja, o retorno à Terra dos seus ancestrais, a Terra de Israel.
No final deste ano o aumento destes "retornados" será de cerca de 16% em relação ao ano anterior, fazendo deste o segundo melhor ano das recentes estatísticas do número dos que fazem aliyah.
Este número é no entanto em grande parte devido aos 1.650 judeus vindos da Etiópia, um elevado número se tivermos em conta que durante 2009 apenas 140 o fizeram. O governo de Israel resolveu recentemente ajudar os últimos etíopes "Falashmura" a retornarem a Israel nos próximos quatro anos.
Houve também um significativo crescimento dos "olim" - novos imigrantes judeus - oriundos da América do Sul. A maior parte ainda continuam a ser os oriundos das ex-repúblicas soviéticas. Nos EUA houve um aumento de 6% face ao ano anterior.
A Agência Judaica está investindo muito na possibilidade de judeus americanos fazerem aliyah, fazendo-o através da educação e do fortalecimento da identidade judaica, bem como no aprofundamento da ligação a Israel, na esperança de que muitos judeus americanos "voltem para casa".
O número total de judeus retornando à Terra durante 2010 deverá ser de 19.130, sendo 3.980 dos EUA, 760 da Grã-Bretanha, alguns milhares da Rússia, e algumas centenas de países europeus, Austrália e Índia. Há um aumento muito grande da Venezuela, onde o regime se aproxima cada vez mais do Irão, fazendo com que 150 tenham decidido retornar a Israel, um fenomenal aumento, tendo em conta os 38 que o fizeram em 2009. Há também grandes aumentos do México, Peru e Argentina.
Jerusalém continua a ser a cidade mais procurada pelos novos olim, e isto apesar dos elevados custos de vida da cidade.
Sem dúvida que este processo se enquadra no ideal sionista moderno, mas muito mais ainda nas profecias que mencionam o regresso dos judeus "das extremidades da terra" nos últimos dias para a Terra da Promessa, Eretz Israel.
E como o nosso coração e os nossos olhos se alegram vendo Deus a cumprir integralmente aquilo que prometeu!
Shalom, Israel!

domingo, dezembro 26, 2010

"NÃO ACEITAREI AS MENTIRAS DA TURQUIA!"




Avigdor Lieberman, ministro das Relações Exteriores de Israel, afirmou que a contínua reivindicação turca de um pedido de desculpas por parte de Israel "ultrapassa o bom senso". Segundo ele, deveria ser o governo turco a pedir desculpas por apoiar o terrorismo, mandando um recado ao seu congénere turco que Israel enviou ajuda humanitária à Turquia em 2007.
Estas airmações claras de Lieberman tiveram lugar apenas algumas horas depois de o polémico barco "Marmara", o cabecilha da flotilha que tentou violar as águas de Israel em Maio passado, chegar a Istanbul, onde foi aplaudido por milhares de apoiantes dos palestinianos, que gritavam: "Morte a Israel".
Numa conferência com embaixadores, o ministro foi bem claro: "Não aceitarei as mentiras que estamos sempre ouvindo". Esta foi uma "resposta" às afirmações do seu congénere turco, Ahmet Davutogiu, que terá no passado sábado afirmado que o seu país está disponível para restabelecer relações com Israel, mas que as lutas internas presentes na coligação governamental impediam que tal acontecesse.
"Ouvi as mentiras e as falsas promessas feitas pelo ministro das Relações Exteriores, que disse: 'Olhem, nós estamos dispostos para cooperar com Israel, vejam como nós viemos ajudar Israel no incêndio do monte Carmelo. Se isso acontecesse connosco, eles não o fariam'... Pois eu quero lembrá-lo do terramoto de 2007, quando lhes enviámos delegações que ficaram lá durante semanas. Nós trabalhámos, e não ouvimos uma única palavra" - adiantou Lieberman.
Em relação ao pedido de desculpas exigido por Ancara, Lieberman retorquiu: "Se alguém tem de pedir desculpas é o governo de Ancara por apoiar o terrorismo, o IHH, o Hamas e o Hezbollah. Não haverá pedido nosso de desculpas, antes pelo contrário, aguardamos um da parte de Ancara."
Em relação ao "processo de paz" com os palestinianos, Lieberman afirmou aos diplomatas presentes no encontro que rejeita essa noção de paz proposta pelos palestinianos: "Mesmo que oferecessemos Tel Aviv para ser a capital de um estado palestiniano e regressássemos às fronteiras de 1948, eles encontrariam mesmo assim alguma forma de não assinarem um acordo."
Assim é. Não temos dúvida que para os palestinianos, um acordo com Israel só será válido quando o último judeu tiver sido atirado ao mar. Essa é a noção que essa gente tem acerca de um acordo de paz. Eles simplesmente querem é tudo, a terra inteira, e os judeus para fora, e para longe...
A certeza que tenho contudo, baseada e fundamentada nas promessas de Deus é que tal nunca acontecerá. Antes pelo contrário, Israel crescerá ainda mais e tornar-se-á o centro do mundo, independentemente da vontade dos homens.
Shalom, Israel!

sexta-feira, dezembro 24, 2010

quinta-feira, dezembro 23, 2010

UNIÃO EUROPEIA "DESPEJA" DINHEIRO PARA OS PALESTINIANOS

A braços com uma crise económica sem precedentes, a União Européia não vê problemas em financiar os "amigos" da Autoridade Palestiniana, chegando ao ponto de nos acordos e contratos tratar a AP como "Palestina"... Parece que a doença começada por Lula da Silva se pegou também à Europa dos 27...!
O anúncio da primeira entrega de uma tranche para 2011 no valor de 100 milhões de euros foi feito hoje pela responsável das Relações Exteriores da UE, Catherine Ashton, sob o pretexto de "ajuda". Desse "bolo" sessenta milhões serão para pagar salários e pensões para trabalhadores e funcionários ditos "essenciais", em especia pessoal médico e professores. O restante será canalizado através dos programas de ajuda das Nações Unidas.
E a sra. Ashton foi bem clara: "Esta decisão é um sinal do forte compromisso político e financeiro da União Europeia com a Autoridade Palestiniana e com a liderança do Primeiro Ministro Salam Fayyad, na construção de um estado palestiniano viável e democrático" - afirmou a ministra, mostrando claramente de que lado está no incessante debate sobre se a existência de um estado palestiniano é desejável para uma estabilidade do Médio Oriente. Segundo ela, "um estado palestiniano é crítico para qualquer solução duradoira, pacífica e viável do conflito."
Esta "ajuda" será adicionada aos 696 milhões de euros já oferecidos pela UE à AP, bem como a outros 265 milhões doados individualmente por países da União Européia.
Entretanto, a prometida ajuda de Obama a Israel para o sistema de defesa anti-míssil está só nos papéis, não se sabendo quando e se será realmente concedida. O primeiro ministro israelita já anunciou que fará tudo para ir baixando a dependência israelita da ajuda norte-americana. É que com Obama à frente, tudo pode acontecer...
No caso da União Européia, não é para admirar. A política da UE estará cada vez mais sintonizada com a agenda do emergente Anticristo - certamente um europeu - pelo que essa ajuda é de facto "entre amigos" que perderam completamente o sentido da moral e da justiça. É esta Europa que boicota produtos de Israel, que agora esbanja o tão necessário dinheiro com um grupo de indivíduos que nunca sairão do seu vício da subsídio-dependência e que visam, acima de qualquer outra coisa, a aniquilação de um estado legítimo, trabalhador e produtivo: Israel. Só não produz terroristas...
A Europa está condenada. Tem ao longo deste ano tido sérios avisos do desagrado de Deus quanto às suas posturas anti-israelitas. Mas não aprende...
Shalom, Israel!

segunda-feira, dezembro 20, 2010

ANTI-SEMITISMO EM AMESTERDÃO "EMPURRA" JUDEUS PARA ISRAEL

Sempre defendemos que serão as circunstâncias adversas que "empurrarão" os judeus a fazerem "aliyah", ou seja, o retorno à Terra Prometida. Quando há poucos anos atrás a Argentina passou por uma dolorosa crise financeira, muitos judeus argentinos viram-se forçados a emigrar para Israel, estabelecendo-se e sendo bem sucedidos na Terra da Promessa.
E assim creio que irá acontecer com muitos dos judeus espalhados pelo mundo fora. Especialmente da Europa, que está assistindo a uma preocupante vaga de anti-semitismo, só comparável à que experimentou nos anos antecedentes à 2ª Guerra Mundial. A presença de milhões de muçulmanos na Europa está provocando uma influência perversa anti-sionista na população, para além do vertiginoso crescimento dos partidos de extrema-direita que começam a marcar terreno nas governações europeias.
O caso mais recente é o do filho de um conhecido rabi em Amesterdão que anunciou os seus planos de partir para Israel por causa do anti-semitismo. Benzion Evers, filho do conhecidíssimo rabi Raphael Evers, disse ao jornal De Telegraaf que se sente "sufocado e enjaulado" no seu país natal devido aos sentimentos anti-semitas.
"Estou farto dos abusos verbais e das lutas de rua" - confessou ao Het Parool, outro jornal holandês.
"Não é que não se possa sair de casa, mas temos que andar sempre a esconder-nos e a andar com muito cuidado" - explicou. E relatou as suas próprias medidas de precaução, que incluem evitar certas vizinhanças, e esconder o seu kippah (solidéu) quando anda em áreas com um elevado número de imigrantes muçulmanos.
Embora o anti-semitismo não seja incomum entre os imigrantes muçulmanos, especialmente os de Marrocos e da Turquia, há também um outro tipo de anti-semitismo comum na Holanda, afirmou Evers, um anti-semitismo "educado" disfarçado como anti-sionimo.
Cinco dos filhos da família Evers já deixaram a Holanda - acrescentou ele - e o seu próprio pai também planeia sair logo após a aposentadoria. Segundo Evers, mais de metade dos judeus ortodoxos acabam por sair do país.
Precisamente há uns dias atrás, o político holandês Frits Bolkestein afirmou que os judeus religiosos não têm futuro na Holanda devido ao anti-semitismo. Segundo Frits, "eles deveriam emigrar para os EUA ou Israel". Os seus comentários foram publicados no livro: "A Decadência: Judeus numa Holanda sem leme", por Manfred Gerstenfeld.
A principal causa da crescente hostilidade contra os Judeus é o "anti-semitismo entre holandeses de origem marroquina, cujos números continuam a crescer" - afirmou Bolkestein. Ele expressou dúvidas de que o governo seja capaz de combater o anti-semitismo e proteger os seus cidadãos judeus.
Os seus comentários controversos levantaram ondas de choque, levando o parlamento holandês a reunir-se para discutir o assunto.
No início deste ano o rabi-mor da Holanda, Benjamin Jacobs compartilhou com um jornal israelita a sua preocupação acerca do anti-semitismo holandês que segundo ele está-se tornando dominante. Disse que muitos cidadãos holandeses estão aborrecidos com o anti-semitismo, mas concluiu: "Tal como a situação se encontra hoje, o futuro dos judeus holandeses é partirem para Israel".
É assim que as profecias bíblicas nos informam sobre os acontecimentos destes últimos dias. Os judeus terão de uma forma ou outra voltar à sua Terra, para que tudo se possa cumprir segundo Deus nos anunciou. E já não falta muito...
Shalom, Israel!

sábado, dezembro 18, 2010

UM BELO EXEMPLO A SEGUIR: ANABAPTISTAS PEDEM PERDÃO AOS JUDEUS




Um grupo de anabaptistas (menonitas e membros do grupo amish) visitou recentemente Israel, numa emotiva demonstração de amor para com o Senhor e o povo de Israel. Tornou-se praticamente numa mudança histórica das relações e entendimento destes cristãos evangélicos para com a nação de Israel.

A declaração oficial feita pelo grupo demonstra o sentimento prevalecente nos seus corações, tornando-se num modelo para muitos "ditos evangélicos" que mantêm uma atitude de arrogância e ignorância para com Israel e para com os propósitos finais de Deus em abençoar o Seu "povo eleito"...

Eis a declaração dos irmãos amish e anabaptistas:

"À Nação e ao Povo de Israel:

Neste dia, nós, representando o povo anabaptista, humilhamo-nos e buscamos o vosso perdão pelo nosso pecado colectivo de orgulho e egoísmo ao termos ignorado o clamor do povo Judeu e da nação de Israel. Uma tragédia, que incluiu a aniquilação de 6 milhões de Judeus pelos nazis. Até mesmo nesta hora Israel encontra-se rodeado por todos os lados de países vizinhos comprometidos com a sua destruição.

Deus, na Sua soberania, abriu os nossos olhos para a promessa de Génesis 12:3 onde Ele afirma: 'Abençoarei aqueles que te abençoarem e amaldiçoarei aqueles que te amaldiçoarem'. Ao ter graciosamente aberto os nossos olhos para a gravidade desta promessa, temos ficado como corpo profundamente convencidos da realidade que a nossa ignorância colectiva do sofrimento judeu é de facto nada menos que uma rejeição histórica dos Judeus, tal como uma maldição. Para nossa vergonha não vos temos levado em consideração.
Por isto, pedimos o vosso perdão.

Além disto, publica e abertamente vos abençoamos a vós e ao povo de Israel. Nós vos abençoamos como descendentes de Abraão, segundo Génesis 12:1-3. Esta promessa dada a Abraão é sobre vós, seus descendentes, para toda as gerações futuras. Nós vos abençoamos por terdes mantido viva a fé no único Deus verdadeiro. Escolhemos honrar-vos como nossos pais na fé, e iremos encorajar outros e as gerações futuras a assim procederem.

No âmago dos nossos corações está um desejo apaixonado de ver o cumprimento de Amós 9:11-12: 'Naquele dia tornarei a levantar o tabernáculo caído de David, e repararei as suas brechas, e tornarei a levantar as suas ruínas, e o edificarei como nos dias da antiguidade. Para que possuam o restante de Edom, e todos os gentios que são chamados pelo Meu Nome, diz o Senhor, que faz essas coisas.'

Nós abençoamos as vossas fronteiras prometidas por Deus tanto a Norte, Sul, Este e Oeste, para que possais prosperar e cumprir a vossa chamada para as nações.

Oramos pela paz em Jerusalém, segundo o mandamento bíblico no Salmo 122.6.

No nosso quebrantamento e contrição, não descansaremos nem de dia nem de noite, até que Ele estabeleça Jerusalém e faça dela um louvor para toda a terra. Isaías 62:6-7.
Com incessante amor a Sião,
A Nação Anabaptista, vossos irmãos e irmãs Amish e Menonitas"
Que belo exemplo para todos nós! Certamente Deus irá mover muitos mais corações a terem essa mesma atitude de contrição, respeito e de bênção para com o povo que Ele na Sua soberania escolheu para ser uma luz para as nações.
Shalom, Israel!

sexta-feira, dezembro 17, 2010

HOJE É UM DIA DE LAMENTO EM ISRAEL

Hoje, sexta-feira, é o 10º dia do mês hebraico de Tevet, um dia de jejum em que os judeus recordam o cerco a Jerusalém que precedeu a destruição do Primeiro Templo e o exílio babilónico. O cerco está descrito na Bíblia no Livro dos Reis.
O dia é também a altura em que são feitas orações de lamentações pelas vítimas do Holocausto cuja data da morte é desconhecida. Muitos judeus religiosos lamentam pelo Holocausto neste dia (1oº de Tevet) em vez da data escolhida pelo governo israelita no mês hebraico de Nissan.
O dia 10 de Tevet é observado como dia de jejum desde a manhã até ao pôr do sol. É o único dia inteiro de jejum que pode ser numa sexta-feira.
Um outro evento que é lamentado no dia 10 do mês de Tevet é o dia em que o rei Ptolomeu do Egipto forçou os sábios judeus a traduzirem a Bíblia Hebraica para o grego. Essa tradução foi usada por aqueles que tentaram assimilar os judeus na cultura grega, formando mais tarde a base da Bíblia Cristã, que segundo os judeus foi por muitos anos utilizada para promover a perseguição aos judeus.
Um outro evento que é lamentado neste dia é a morte de Esdras, o escriba, que conduziu os judeus do exílio na Babilónia para Jerusalém e dirigiu a construção do Segundo Templo.
Apesar do lamento dos judeus pela tradução da Bíblia Hebraica para a língua grega, a chamada Septuaginta, a verdade é que isso foi uma grande bênção para o mundo, uma vez que possibilitou o acesso do mundo não-judaico à revelação de Deus nas Santas Escrituras! A acusação de que isso serviu para perseguir os judeus não é justa, uma vez que quem perseguiu os filhos de Israel não foram os verdadeiros conhecedores e seguidores da Bíblia, mas sim aqueles que ou a desconhecem ou a distorcem a seu bel prazer. Esta é a realidade. Ainda nos dias de hoje...
Shalom, Israel!

quinta-feira, dezembro 16, 2010

ANTIGA ESTÁTUA ROMANA "DEVOLVIDA" PELO MAR EM ASHKELON

O mar tem destas coisas: fica bravo e assusta toda a gente. Mas desta vez a tempestade marítima trouxe às praias de Ashkelon uma maravilha: nada mais nada menos que uma belíssima estátua romana em mármore branco com uns 1.800 a 2.000 anos, representando uma mulher vestida de toga e calçando sandálias. Jornalistas e fotógrafos foram convidados anteontem a virem presenciar e documentar esta verdadeira obra prima da arte romana.
A estátua tem uma altura de 1,2 metros, e apareceu quando uma ribanceira despencou no mar após a tempestade que ali se abateu na semana passada. Quando a agitação marítima cessou e as ondas voltaram ao seu normal, a estátua surgiu no lugar daquilo que já foi um antigo porto.
A imagem pesa uns 200 kgs e é indubitavelmete do período da ocupação romana da Judéia.
O mar traz destas surpresas...
Shalom, Israel!

quarta-feira, dezembro 15, 2010

À PROCURA DE SODOMA...

A Rússia assinou um acordo com a Jordânia para pesquisa do fundo do Mar Morto, na busca das ruínas das antigas cidades bíblicas de Sodoma e Gomorra. Segundo notícias transmitidas pela imprensa árabe, uma empresa russa acordou em conduzir a pesquisa em cooperação com as autoridades da Jordânia, suportando todos os custos - em troca de direitos exclusivos para filmar um documentário da busca. A notícia citou um dos responsáveis jordanianos pelo projecto, Zia Madani, como tendo afirmado que a pesquisa se vai iniciar no final de Dezembro.
A empresa russa escolhida para parceira da busca dispõe de equipamento especial para pesquisa submarina que pode suportar a extrema salinidade das águas do Mar Morto.
Os arqueólogos bíblicos têm várias teorias acerca do local onde estarão situadas Sodoma e as cidades circunvizinhas. Segundo a Bíblia, Deus destruiu Sodoma, Gomorra e 3 outras cidades por causa da sua decadência, pecado e iniquidade, transformando aquilo que era um vale fértil num árido deserto. Abraão, que orou pelas cidades, foi incapaz de impedir a destruição ordenada por Deus.
Arqueólogos e geólogos têm vindo a sugerir que um grande terramoto ou chuva de meteoros possa ter causado a destruição. As pesquisas têm estado centralizadas na área à volta do Mar Morto, e a moderna cidade de Sodoma e o sobranceiro monte Sodoma, feito praticamente de sal petrificado têm sido considerados como os lugares das antigas cidades.
No entanto, alguma evidência arqueológica tem surgido indicando que o lugar poderia ser na margem oriental do Mar Morto, com 2 localidades na actual Jordânia - Bab edh-Dhra e Numeira - consideradas como fortes candidatas. A pesquisa russo-jordaniana vai centralizar-se em Bab edh-Dhra, onde se situam alguns monumentos cristãos.
Segundo Madani, mais evidências de que as ruínas das cidades estarão localizadas na margem jordaniana do Mar Morto surgiram depois que recentes fotografias tiradas ao local pela NASA indicaram que o fundo do mar está repleto de restos e objectos não encontrados em outras partes do Mar. Segundo os jordanianos, Israel enviou recentemente um submarino para pesquisar o fundo do Mar Morto, mas descobriu que os objectos vistos nas fotos da NASA estavam no lado da Jordânia. A Jordânia não permitiu que Israel ali chegasse, sendo que é agora a Jordânia que tenta encontrar aquilo que acredita serem as ruínas das antigas cidades.
Esperamos ansiosos para ver os resultados...

Shalom, Israel!

segunda-feira, dezembro 13, 2010

SÍRIA INFORMOU O IRÃO DE QUE ERA "DEMASIADO FRACA PARA ATACAR ISRAEL"

O Wikileaks continua a fazer das suas, ao revelar informações que embaraçam os arrogantes e presunçosos deste mundo. Especialmente os políticos e os banqueiros...
Agora coube a vez à Síria, na pessoa do seu presidente, ao ser publicamente desmascarado e humilhado!
Segundo informações da Wikileaks, Teerão terá há cerca de um ano pedido à Síria para se juntar ao Irão e à sua milícia, o movimento terrorista Hezbollah, no caso de haver uma guerra com Israel, mas a Síria terá recusado. Esta notícia "escapou" da informação conseguida e publicada pela Wikileaks, a partir de um telegrama enviado da embaixada norte-americana na Síria e datado de 22 de Dezembro de 2009, sendo um dos documentos publicados pelo Wikileaks nestas últimas semanas. O telegrama referia-se à visita feita à Síria por oficiais de alta patente iranianos e à assinatura de um memorando de defesa e entendimento entre os dois países.
"A Síria resistiu alegadamente aos esforços iranianos para se comprometer com o Irão numa situação em que houvesse uma guerra entre o Irão e Israel ou entre o Hezbollah e Israel" - mencionava o telegrama, assinado por Chuck Hunter, o encarregado de negócios da embaixada dos EUA na Síria.
O telegrama mencionava uma fonte que foi propositadamente obliterada:
"xxxxxxxxxxx disse que oficiais iranianos estiveram na Síria para "fazer aliados", antecipando um ataque militar israelita. "Ele (um ataque israelita ao Irão) não é uma questão de "se", mas de "quando" - afirmou xxxxxxxxxxxxxxxx, informando o que os oficiais sírios tinham ouvido da parte dos seus parceiros iranianos. A resposta síria foi de dizer aos iranianos para não olharem para a Síria, Hezbollah ou o Hamas para 'combaterem esta batalha'."Dissemos-lhes que o Irão é suficientemente forte para desenvolver um programa nuclear e combater Israel"- disse a fonte, acrescentando: "Nós somos muito fracos".
Os iranianos sabem que a Síria tem condenado as ameaças israelitas e que denunciariam as operações militares israelitas contra o Irão. "Mas ficaram desagradados com a resposta de Assad (o presidente da Síria). Eles precisavam de ouvir a verdade" - disse xxxxxxxxxxx.
Aí está comprovada a debilidade dos inimigos de Israel! Todos ameaçam, mas ninguém quer confrontar "o inimigo comum"...
Shalom, Israel!

sábado, dezembro 11, 2010

"A RETIRADA DE GAZA FOI UM ERRO"

Dezenas de parlamentares seniores de toda a Europa comunitária visitaram o Museu Gush Katif em Jerusalém durante uma visita a Israel. O ministro do Likud Ayoub Kara juntou-se a eles, e todos conjuntamente acenderam as velas do Chanukah, num gesto de solidariedade com o povo judeu.
À medida que iam visitando o museu, os parlamentares iam comentando que a retirada unilateral feita por Israel da Faixa de Gaza em 2005, denominada "Desprendimento", foi um erro.
Segundo eles, a medida unilateral, resultado de anos de ataques terroristas foi vista pelos radicais islâmicos como uma vitória para a sua ideologia.
Segundo Rene Stadtewitz, chairman do partido alemão "Partido da Liberdade" os judeus israelitas deveriam construir em todo o território de Israel, particularmente na Judéia e Samaria. Na sua opinião, entregar terras não traz a paz, mas, pelo contrário, fortalece os terroristas.
Os parlamentarists visitaram a Judéia e a Samaria e notaram que muito do território de Israel pode ser visto a partir dos montes da Judéia e da Samaria, tornando uma retirada da região algo extremamente perigoso.
Kara apelou a que Israel construa relações fortes e próximas com os parlamentaristas, membros do partido europeu "Nova Direita", que apoia Israel e se preocupa com o extremismo islâmico. Segundo Kara, o partido "Nova Direita" tem interesses partilhados com o povo e o estado de Israel.
Israel retirou-se de Gaza e removeu à força milhares de judeus das suas casas na região, apesar de nada terem recebido em contrapartida da Autoridade Palestiniana. Após a retirada de Gaza, os terroristas aumentaram os seus ataques com morteiros e foguetes no sul de Israel, numa escalada de violência até à "Operação Chumbo Pesado" no início de 2009, que reduziu drasticamente o número de ataques palestinianos.
As velas que os parlamentaristas acenderam estavam colocadas num candelabro especial construído com invólucros de morteiros disparados pelos terroristas a partir de Gaza contra os cidadãos israelitas de Gush Katif. O candelabro (menorah) foi criado por Gideon Rivlin, um residente de Gush Katif e pai de cinco filhos, e que mais tarde foi assassinado num ataque terrorista.
Shalom, Israel!

terça-feira, dezembro 07, 2010

GOVERNO BRASILEIRO DE LULA RECONHECE "ESTADO PALESTINIANO"

Na sexta-feira passada, o presidente brasileiro Lula da Silva cometeu uma atrocidade para o seu próprio país ao reconhecer formalmente a Autoridade Palestiniana como "Palestina, um novo país árabe independente, dentro das fronteiras anteriores a 1967".
Lula da Silva reconheceu a "Palestina" numa carta enviada no dia 1 de dezembro ao presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, na qual "reconhece a Palestina, desejando que este reconhecimento ajude à existência de 2 estados, Israel e Palestina, que coexistam pacificamente e em segurança." Segundo Lula, esse reconhecimento "é o melhor caminho para a paz no Médio Oriente, objectivo que interessa a toda a humanidade".
A um mês da sua saída da presidência do Brasil, que se esperava em glória após 8 anos de sucessos, Lula da Silva acabou de escrever uma página negra na história do Brasil, atraindo dessa forma a ira e o desagrado de Deus.
O governo israelita criticou a medida, expressando a "sua tristeza e desapontamento", afirmando ainda que "o reconhecimento de um estado palestiniano é uma clara violação do acordo interino assinado entre Israel e a AP em 1995", uma referência aos chamados "acordos de Oslo".
Os EUA também condenaram a decisão do governo brasileiro, achando-a "severamente desorientada", acrescentando que a mesma é "um último fôlego de uma política externa conduzida por Lula e que estava substancialmente fora dos carris".
A política internacional de Lula tem optado por fazer alianças com parceiros muito duvidosos, como é o caso do presidente iraniano Ahmadenijad. Ao proclamar a independência de um estado palestiniano, certamente com o aval da futura presidente Dilma Roussef, o próximo governo brasileiro está enviando uma mensagem aos palestinianos de que não precisam de fazer a paz com Israel para serem reconhecidos como estado independente, o que é no mínimo muito grave e perigoso.
Mas a iniciativa de Lula não foi a única. Ontem mesmo a Argentina seguiu na mesma decisão, reconhecendo a "Palestina, um estado livre e independente dentro das fronteiras de 1967". A decisão foi ontem comunicada ao presidente da AP pela própria presidente argentina Cristina Kirchner.
Mais países da América Latina estão em linha para tomar as mesmas iniciativas, como é o caso do Uruguai, Bolívia e Equador.
Estas decisões não só violam as regras internacionais, como dão crédito a uma reivindicação ilegal aos olhos da lógica - criar um estado dentro de um outro estado - mas muito pior ainda aos olhos de um Deus que não deixará que desta atitude de provocação aos Seus planos não advenham consequências funestas para essas nações.
Que Deus tenha misericórdia!
Shalom, Israel!

segunda-feira, dezembro 06, 2010

AS MARCAS DO MAIOR INCÊNDIO QUE ISRAEL JÁ SOFREU

O cálculo feito pelo gabinete do primeiro-ministro aponta para 150 milhões de shekels de prejuízos causados pelo maior incêndio na história do moderno estado de Israel, para além de uma quantidade idêntica para a reflorestação e pavimentação das estradas destruídas.
250 casas foram também atingidas e necessitam de reparações.
A área ardida nos Montes Carmelo, até aqui considerada como a "pequena Suíça", devido às suas paradisíacas paisagens e pastos verdejantes espalhados no meio de idílicas aldeias e vilas tornou-se agora negra, causando não so um prejuízo paisagistíco como um perigo ecológico, uma vez que as florestas também produzem oxigénio.

O terrível fogo só foi extinto após 82 horas de intensos esforços em que milhares de bombeiros e militares se envolveram, com a ajuda de pessoal e aviões extintores vindos da Turquia, Rússia, Bulgária, Grécia, outros países europeus, e ainda dos EUA, com a cedência do maior avião tanque do mundo, o "Supertanker".

Cerca de 5 milhões de árvores foram destruídas, 74 estruturas completamente desfeitas no kibbutz Beit Oren, Ein Hod e Yemin Orde. Cerca de 17.000 pessoas foram evacuadas das suas habitações, hospitais, prisões e outras instituições.
Os pilotos dos aviões estrangeiros que vieram socorrer Israel receberam medalhas de honra da parte da Força Aérea de Israel. As palavras do comandante coronel Ronen Simhi, da base aérea de Ramat David dirigidas aos 192 membros das organizações estrangeiras que vieram ajudar Israel foram bem significativas: "Houve uma excelente cooperação. Uma parceria que ultrapassou fronteiras, línguas e culturas. Todos estavam focalizados numa só tarefa: salvar vidas e a paisagem do Carmelo. Na Força Aérea costumamos dizer que os amigos medem-se nos tempo de dificuldade. O estado de Israel achou-se em necessidade, no meio de um desastre. Vocês estiveram cá e provaram ser verdadeiros amigos."
A maior tragédia contudo foi a humana, tendo o fogo devorado a vida a 41 pessoas, a maior parte guardas prisionais que seguiam num autocarro num processo de transferência de prisioneiros. Foi hoje ainda confirmada a morte da chefe dos bombeiros da cidade de Haifa, a cidade mais próxima da zona do incêndio.
O rabino Ovadia Yosef, líder espiritual do Sha's, já veio dizer publicamente que o incêndio é um castigo de Deus pelas ofensas religiosas causadas pelos residentes na região, alegando que segundo o Talmud Babilónico, "o fogo só existe num lugar onde o Sábado seja profanado".
Outros líderes religiosos apelam a que o povo "sonde o coração" para ver qual será a causa que provocou este sério aviso de Deus.
Seja qual for a "mensagem", a tragédia é demasiado grande para se estar agora com especulações e conclusões tiradas ao virar da esquina. Só Deus conhece todas as razões, mas as lições a extraír deste "inferno" poderão ser muitas e esperamos que Israel as aprenda.
Shalom, Israel!

quinta-feira, dezembro 02, 2010

ACENDEM-SE OS CANDELABROS PARA A FESTA DO CHANUKAH

O primeiro candelabro anunciando o início das celebrações da Festa do Chanukah foi acendido ontem junto ao MURO OCIDENTAL (muro das Lamentações) pelo principal rabi dos sefarditas, Shlomo Amar, pelo Ministro da Educação Gideon Saar e pelo rabi responsável pelo Muro, o rabi Shmuel Rabinovich.
Quem não está nada contente com a aparição dos candelabros chanukah (9 braços) por todo o Israel são os palestinianos, que teimam em tentar negar a ligação judaica ao Muro e à própria Terra de Israel. Segundo os muçulmanos, Maomé amarrou o seu burro junto ao muro antes de ascender aos céus. Imaginação não lhes falta...
O Muro é uma das únicas ruínas que restam da destruição do Templo no ano 70 d.C., tendo sido escavado e mantido no seu estado original. O muro era parte do suporte para toda a estrutura onde estava sustentado o Templo e a esplanada do mesmo. A parte conhecida e "visível" é aquela tornada pública, mas há uma parte incomparavelmente maior e que é visitada por alguns grupos e cuja visita causa a maior admiração aos que por ali passam.
Nas nossas excursões - como será a de Agosto de 2011 - sempre incluímos esta parte importante nas nossas visitas na Cidade de Jerusalém.
Shalom, Israel!