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segunda-feira, março 23, 2026

TRUMP ALEGA TER TIDO "CONVERSAS PRODUTIVAS" COM O IRÃO. O IRÃO NEGA...


Desde a manhã de hoje que temos assistido a um constante fluir de notícias e ao desmentido das mesmas. Por um lado, o presidente Trump alega ter tido "conversas produtivas" com o Irão durante este fim de semana, levando a que o ameaçado bombardeamento das instalações eléctricas iranianas a partir desta noite fosse adiado por 5 dias. Segundo ele, está próximo um acordo com o Irão que conduzirá ao fim de todas as hostilidades. Trump está confiante num acordo, e alega que o Irão concorda em não produzir armas nucleares nem enriquecer urânio. 

Por outro lado, os porta-vozes do regime iraniano têm vindo a desmentir estas alegações, afirmando que o presidente norte-americano as fez unicamente para fazer baixar o preço do petróleo, o que de facto tem estado a acontecer...

Segundo o líder do parlamento iraniano, não há quaisquer negociações a decorrer com o governo norte-americano, bem pelo contrário: "O nosso povo exige a completa e humilhante punição dos agressores". O ministério iraniano dos Negócios Estrangeiros veio também negar quaisquer conversações com a administração norte-americana.

Ninguém sabe ao certo onde está a verdade...De um lado temos um Trump imprevisível e conhecido pela instabilidade das suas acções, e do outro, um regime satânico habituado à mentira e à manipulação.

O Paquistão veio entretanto informar que tem estado a servir como mediador principal entre as partes em conflito. Há informações da tentativa de haver um encontro este fim de semana em Islamabad entre altos representantes dos EUA - Jared Kushner, Steve Witkoff, e o próprio vice-presidente JD Vance - e Mohammad Bagher Qalibaf, líder parlamentar do regime iraniano. 

ISRAEL AFIRMA TER DESTRUÍDO OU DANIFICADO CERCA DE 330 DOS 470 LANÇADORES DE MÍSSEIS DO IRÃO

Logo a seguir ao anúncio feito por Trump, a aviação israelita começou uma nova vaga de bombardeamento em Teerão. Informações agora recebidas dizem que a aviação atacou "o principal quartel general de segurança" dos Guardas Revolucionários. As IDF informaram que estas instalações estavam inseridas no meio de "infraestruturas civis", sendo utilizadas pelos Guardas Revolucionários Iranianos para "sincronizar unidades regionais responsáveis por fazer valer as ordens do regime e pela segurança interna."

COMPANHIAS AÉREAS ISRAELITAS LIMITARAM OS VOOS A UM POR CADA HORA

Seguindo as novas directrizes da autoridade para a aviação e aeroportos de Israel, as 2 principais companhias israelitas - a El Al e a Israir - limitaram os voos de e para Israel para um por hora, e apenas para 7 destinos da Europa e dos EUA. 

Shalom, Israel!

quinta-feira, julho 24, 2025

O HAMAS REVELA NÃO QUERER ACORDO DE CESSAR-FOGO...


Após dias e dias passados em Doha na tentativa de fechar um acordo de cessar fogo entre Israel e o Hamas, o enviado especial norte-americano para o Médio Oriente Steve Witkoff deu ordens de regresso a casa aos negociadores dos EUA, sob a alegação de que "o Hamas revela claramente uma falta de vontade para alcançar um cessar-fogo em Gaza."

Segundo ele, serão agora tentadas "opções alternativas."

"Apesar de os mediadores terem feito grandes esforços, o Hamas não parece estar coordenado ou a agir de boa fé" - afirmou Witkoff, acrescentando: "Iremos agora considerar opções alternativas para trazer os reféns de volta a casa e tentar criar um ambiente mais estável para o povo de Gaza."

"É uma vergonha que o Hamas tenha agido desta forma egoísta. Estamos empenhados na busca de um fim para este conflito e numa paz permanente para Gaza."

Witkoff não especificou quais as "opções alternativas" que os EUA considerarão, não se sabendo até se esta declaração não será até uma forma de pressão sobre o Hamas.

Israel também mandou regressar a sua equipa de negociadores. 

Mais do mesmo impasse. Enquanto os líderes do Hamas se banqueteiam nos bons hotéis do Qatar e enchem as panças dentro dos túneis de Gaza, a população sofre única e exclusivamente por culpa desses bandidos...

Shalom, Israel!

quarta-feira, julho 09, 2025

HÁ BOAS CHANCES DE UM ACORDO DE CESSAR-FOGO PARA BREVE


Continuam as intensas movimentações visando alcançar um acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas. Benjamin Netanyahu tem tido encontros com vários membros da administração norte-americana, incluindo um segundo encontro com o presidente Trump no final da tarde de ontem. Hoje mesmo teve um encontro com o secretário da Defesa, Pete Hegseth. 

Por seu lado, em Doha, prosseguem as intensas negociações indirectas com a intermediação do Qatar, do Egipto e dos EUA. Os militares israelitas têm-se pronunciado nestes últimos dias e horas a favor de um acordo, uma vez que a grande ofensiva militar contra o Hamas tem debilitado bastante o grupo terrorista, colocando-o numa posição de fragilidade, tanto mais que Israel já domina cerca de dois terços do enclave de Gaza.

ACORDOS DE ABRAÃO

O assunto da extensão dos Acordos de Abraão a outras nações árabes continua a ser abordado pelo presidente Trump e pelas autoridades israelitas, falando-se cada vez mais da possibilidade de se estabelecerem relações políticas com a Arábia Saudita e a Síria. O Líbano também está na "lista de espera", e, segundo declarações do presidente de Israel hoje proferidas, seria "um sério erro estratégico" Israel não aproveitar esta oportunidade. 

Shalom, Israel!

terça-feira, julho 08, 2025

ACORDO DE CESSAR FOGO COM 80-90% DAS QUESTÕES JÁ RESOLVIDAS


Segundo fontes oficiais israelitas entre 80 a 90% das questões pendentes no acordo de cessar fogo entre Israel e o Hamas já estarão resolvidas. O problema centraliza-se agora na exigência feita pelo Hamas para que as forças de Israel retirem totalmente de Gaza, algo que Israel obviamente não está disposto a fazer. A questão dos reféns parece estar resolvida, mas há ainda vários pontos em discussão. Esta manhã realizou-se a terceira ronda de conversações indirectas entre Israel e o Hamas em Doha, capital do Qatar. 

Por outro lado, os mediadores do Qatar alegam que ainda "é necessário mais tempo."

O presidente Donald Trump está a pressionar ambas as partes para que se possa anunciar o acordo já neste fim de semana. E nada melhor do que aproveitar a actual visita de Netanyahu à Casa Branca para o fazer. Fala-se já que esta tarde poderá haver um novo encontro - entretanto já confirmado para as 16H30 locais - entre os dois líderes que ontem à noite jantaram juntos em companhia das respectivas comitivas e representantes. Logo a seguir ao jantar de ontem, foi afirmada "plena confiança e coordenação...total coordenação" entre os EUA e Israel. O encontro desta tarde não estava programado, mas denota urgência na questão da resolução de um acordo para o cessar fogo e libertação dos reféns. Será esse o tema em discussão nesse encontro extraordinário entre os dois líderes. 


O presidente Trump confirmou há pouco o teor dessa reunião: "Estaremos a falar sobre...quase exclusivamente sobre Gaza." E acrescentou: "Temos de ver isso resolvido. Gaza é uma tragédia. E Netanyahu quer ver isso resolvido, por isso vou resolvê-lo, e acho que o outro lado também o quer." Pouco depois, o enviado para o Médio Oriente acrescentou que três ou quatro dos assuntos pendentes já foram resolvidos desde que as conversações foram reiniciadas em Doha no passado Domingo. 

"Esperamos que neste final de semana venhamos a ter um acordo que nos leve a um cessar-fogo de 60 dias" - afirmou Witkoff. Com este acordo a vigorar, serão libertos 10 reféns vivos e entregues os corpos de 9 reféns mortos. Inicialmente estava prevista a entrega dos corpos de 18 reféns...

Steve Witkoff, o enviado de Trump para o Médio Oriente já informou de que viajará para Doha neste próximo fim de semana com o objectivo de participar directamente nas conversações.


Netanyahu declarou hoje no Capitol Hill que nunca houve uma coordenação, cooperação e confiança entre Israel e os EUA como actualmente, aproveitando para dar o crédito ao presidente Trump, segundo ele muito apreciado em Israel. E acrescentou que o Hamas tem de desaparecer, como parte dos objectivos estabelecidos para Gaza, para além da libertação de todos os reféns e do completo desarmamento do grupo terrorista, permitindo que Gaza não seja mais uma ameaça para Israel. 

Netanyahu alegou estar preparado para terminar a guerra, na condição de que o Hamas não possa mais agir nem ter qualquer tipo de governação política ou militar em Gaza. 

TRUMP A PRÉMIO NOBEL DA PAZ?

Ontem à noite, durante o jantar entre o presidente Trump e o primeiro-ministro israelita Netahyahu, este entregou ao presidente um cópia da carta enviada visando a candidatura proposta por Israel à atribuição do prémio Nobel para a Paz ao presidente Donald Trump.

Shalom, Israel!

sexta-feira, janeiro 17, 2025

PRIMEIRAS 3 REFÉNS SERÃO LIBERTADAS NO PRÓXIMO DOMINGO


Apesar dos empecilhos e contratempos das últimas horas, o conselho de segurança israelita aprovou finalmente o acordo para o cessar-fogo e libertação de 33 reféns do Hamas. Esta tarde, pelas 15H30 locais, a totalidade do governo vai votar o acordo, sabendo-se que apesar das ameaças da desintegração da coligação, Netanyahu conseguirá o número suficiente de votos para apoiar a aprovação final do acordo.

No próximo Domingo haverá a libertação das primeiras 3 reféns, estando já os serviços médicos e hospitalares israelitas preparados para as receber. Não se sabe em que estado se encontrarão. 

O processo oficial do acordo estabelecido entre Israel e o Hamas começará a ter efeito a partir das 12H15 do próximo Domingo (hora local). 

As prisões israelitas onde se encontram os 1.700 criminosos palestinianos a serem libertos já estão a preparar as condições para a saída desses bandidos, num doloroso acordo de troca de 33 civis israelitas vítimas da barbárie palestiniana por 1.700 criminosos, sendo 700 deles terroristas, com 250-300 com prisão perpétua, e ainda 1.000 residentes de Gaza que foram capturados desde as operações militares em 8 de Outubro de 2023.

Todo este processo é muito delicado, e todos torcem para que dê tudo certo, a fim de que termine toda a violência e muitas vidas sejam poupadas.

Shalom, Israel!

quarta-feira, janeiro 15, 2025

ACORDO DE CESSAR-FOGO E LIBERTAÇÃO DE REFÉNS CONSEGUIDO NO QATAR


Daqui a pouco está prevista uma declaração conjunta dos mediadores norte-americanos, egípcios e cataris para anunciar o acordo conseguido ao fim de dias a fio de negociações intensas em Doha, capital do Qatar. Pouco depois, o primeiro-ministro do Qatar dará uma conferência de imprensa revelando os detalhes do acordo conseguido. 

"TEMOS UM ACORDO!"

O presidente Donald Trump fez questão de ser o primeiro líder mundial a anunciar o acordo, ultrapassando Biden, até agora silencioso. 

"Temos um acordo para os reféns no Médio Oriente. Eles serão libertados em breve. Obrigado" - escreveu Trump na rede social "Truth Social".

Nas últimas horas antes do acordo, o Hamas tinha criado mais um embaraço - tal como fez ao longo de meses - ao exigir que as forças de Israel saíssem por completo do corredor Philadelphi, mas graças à insistência de Netanyahu tiveram de literalmente "se vergar" às exigências de Israel. 

O gabinete de segurança de Israel irá reunir-se amanhã pelas 11H00 para votar a aprovação do acordo. Segundo se sabe, serão inicialmente libertadas 33 pessoas, incluindo mulheres civis, depois mulheres militares, depois homens com mais de 50 anos e homens com enfermidades. Em troca desses 33 reféns Israel irá libertar das suas prisões mais de 1.000 prisioneiros palestinianos, dos quais 250 têm "sangue nas mãos."

Milhares de habitantes de Gaza já saíram entretanto para as ruas para festejar as notícias. 


O presidente israelita encontra-se entretanto reunido com a presidente da Cruz Vermelha Internacional para acertar os preparativos para a libertação dos reféns de Gaza. 

Shalom, Israel!


segunda-feira, janeiro 13, 2025

ACORDO PODE ESTAR POR HORAS


Nestas alturas que antecedem a aceitação de um acordo não faltam as informações e as contra-informações, as alegações e os desmentidos. As últimas horas dão contudo a entender que deverá estar muito próximo um entendimento entre a delegação israelita e os responsáveis do Hamas presentes desde há dias em Doha, capital do Qatar para tentarem chegar a uma solução que leve à libertação do reféns há mais de um ano sequestrados pelo Hamas em Gaza.

Nem todos em Israel aprovam este acordo, uma vez que levará à libertação de centenas de criminosos palestinianos das prisões israelitas e à possibilidade de o grupo terrorista do Hamas ainda poder se reorganizar, apesar de bastante debilitado. Um dos mais proeminentes rabis de Israel já veio afirmar que "não haverá paz", apelando a que haja uma mobilização contra o acordo. Outro há que colocam a integridade da nação à frente da vida dos reféns. Mas o consenso geral é a favor da assinatura do acordo que permita de uma vez por todas a libertação dos reféns e o fim da guerra com o Hamas.

O Directório do Gabinete Ministerial para os Reféns já informou estar preparado para a chegada dos reféns e respectivos procedimentos.

Soube-se há pouco através de um canal israelita que Israel enviou ao Hamas uma lista com os nomes de centenas de prisioneiros a libertar no acordo em discussão. Alguns deles estão com penas de prisão perpétua, sabendo-se no entanto que Marwam Barghouti, o líder da Intifada preso em Israel, não faz parte dessa lista. 

ACORDO À VISTA

Esta manhã o presidente Biden, num telefonema com o emir do Qatar, confirmou que o acordo está à beira de ser firmado entre as duas partes em conflito. O conselheiro para a segurança nacional dos EUA, Jack Sullivan, declarou há pouco que "há uma possibilidade distinta" de o acordo ser firmado ainda esta semana. 

Entretanto, um canal israelita afirmou estar tarde que o Hamas tinha confirmado a aceitação do acordo, no entanto tal afirmação foi pouco depois desmentida por Israel. O que se sabe é que foi dado ao Hamas o prazo da meia-noite de hoje para dar a resposta final à proposta. 


A ameaça do presidente Trump de "criar um inferno" em Gaza se o Hamas não libertar os reféns até à sua tomada de posse parece estar a acelerar o processo. 

O Hamas parece ter entretanto entregue aos mediadores uma lista com os nomes dos reféns a libertar,. conforme exigência de Israel, tendo essa lista sido já vista pela delegação israelita. Segundo consta, a lista contém os nomes de 34 reféns vivos, incluindo mulheres, crianças, idosos e homens doentes a serem libertos durante o primeiro dos 42 dias da primeira fase do acordo. A libertação iniciar-se-ia uma semana após a assinatura do acordo. A segunda fase do acordo começaria a ser discutida 16 dias após o início do cessar-fogo, com a libertação dos homens abaixo dos 50 anos. Segundo parece, a terminologia até agora exigida pelo Hamas "fim da guerra" foi substituída pela de "um cessar-fogo permanente."

Um comunicado há pouco divulgado indica que a liderança do Hamas irá reunir-se esta noite para discutir o acordo, adiantando que a resposta será "positiva" desde que não haja comprometimento naquilo que o grupo denomina como "pontos fundamentais."


Deus queira que se chegue a um rápido acordo, permitindo a libertação de todos os reféns e o fim das hostilidades que só trazem desgraça e sofrimento a ambas as partes em conflito.

Shalom, Israel!

segunda-feira, novembro 25, 2024

ACORDO DE CESSAR-FOGO PODERÁ SER APROVADO AMANHÃ PELO GABINETE DE SEGURANÇA DE ISRAEL


Tudo leva a crer que será finalmente assinado um acordo de cessar-fogo entre Israel e o Líbano. A proposta feita pelos EUA foi já aceite pelo Líbano (e pelo representante do Hezbollah no governo libanês), e também por Netanyahu. Amanhã à tarde o gabinete de segurança de Israel irá reunir para abordar a proposta e votar a mesma, acreditando-se que será aprovada. Na proposta, haverá um cessar-fogo com duração de 60 dias, findos os quais, se nada acontecer que leve a que Israel tenha de intervir, haverá então uma resolução final e duradoira. A reunião será pelas 17H30 no gabinete de guerra em Tel Aviv. Devido à importância desta decisão, a reunião deverá prolongar-se pelo menos até às 21H00. 

Entretanto, e como é "clássico" nas guerras, sempre que se aproxima um cessar-fogo, há uma intensificação nos combates, pois as partes em conflito querem demonstrar ao seu povo que são vitoriosos e que "estão por cima"...

Após a aprovação pelo gabinete, espera-se que o presidente Macron e o presidente Biden façam um anúncio oficial do acordo. Tanto um como outro precisam de se promover e, no caso de Biden, sair da presidência com algum "trunfo" na mão...

Quem não está contente com este acordo são os presidentes dos municípios das cidades fronteiriças do Norte de Israel, que classificam este acordo como um "acordo de rendição." Estas comunidades temem que, não havendo uma destruição completa do Hezbollah, muito em breve se voltem a repetir os ataques contra Israel, uma vez que certamente o Irão irá continuar a fornecer armas ao grupo terrorista. 

O acordo permitirá às IDF atacarem no Líbano caso o Hezbollah viole as regras do cessar-fogo, e isso inclui qualquer tentativa para se rearmar. O cessar-fogo não significa contudo o fim da guerra, mas um primeiro passo nesse sentido. Durante os 60 dias iniciais o exército do Líbano ocupará toda a zona do Sul do país anteriormente ocupada pelo Hezbollah. As forças do IDF retirar-se-ão entretanto para o Norte de Israel. A coordenação deste processo será feito entre as IDF, o comando central das forças norte-americanas, e a França, para além do governo oficial do Líbano. 

Segundo as IDF, desde o início da guerra contra o Hezbollah, cerca de 280 alvos do grupo terrorista foram atingidos pela força aérea israelita nos subúrbios de Beirute, cerca do dobro dos que foram atacados na guerra de 2006. Ontem mesmo foram atingidos 20 posições em Dahiyeh. Até agora, o Hezbollah lançou desde o início do dia 40 rockets contra Israel, com metade sendo interceptados, um número muito inferior ao de ontem, em que o Norte de Israel foi atacado com mais de 250 rockets. 

Shalom, Israel!


segunda-feira, agosto 19, 2024

ISRAEL ACEITA PROPOSTA NORTE-AMERICANA PARA A LIBERTAÇÃO DE REFÉNS. O HAMAS REJEITA...


Após 3 horas seguidas de reunião entre o secretário de estado norte-americano Anthony Blinken e o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu na capital de Israel, este último publicou uma declaração pública na qual apoia a mais recente proposta abrangente feita pelos EUA e apresentada a Israel e enviada ao Hamas após o final da ronda de conversações em Doha na passada semana.

"O primeiro-ministro reiterou o compromisso de Israel para com a actual proposta americana para a libertação de reféns, a qual leva em conta as necessidades de segurança de Israel nas quais ele insistiu fortemente" - informou o gabinete do primeiro-ministro. 

Ontem à noite o Hamas rejeitou esta nova proposta norte-americana, provando que o grupo terrorista não quer a paz, desprezando assim a derradeira oportunidade para poupar a vida a dezenas ou centenas de palestinianos civis em Gaza. Este movimento tem desde sempre provado um total desprezo pela condição do povo que alega defender...

O gabinete ministerial acrescentou ainda que o encontro desta manhã entre Blinken e Netanyahu decorreu de forma "positiva" e foi realizado num clima de uma "boa atmosfera."

Já no passado Sábado Israel havia demonstrado a sua aceitação "cautelosa" desta "proposta abrangente", cujo objectivo é "facilitar e acelerar" um acordo de cessar fogo e libertação de reféns em troca de prisioneiros que foi entregue a Israel e ao Hamas na noite de Sexta-Feira passada após dois dias de conversações em Doha. A reacção israelita a esta proposta foi a de que ela "continha componentes aceites por Israel."

Netanyahu tem vindo a exigir que qualquer acordo terá de garantir uma contínua presença das IDF ao longo da fronteira entre o Egipto e Gaza, e a inclusão de um mecanismo que evite o retorno de homens armados do Hamas ao Norte de Gaza. O primeiro-ministro também insistiu que Israel mantenha o direito a cumprir todos os objectivos estipulados nesta guerra: a libertação de todos os reféns, a destruição do Hamas, e prevenir que Gaza não venha a constituir um futuro perigo de terrorismo para Israel.

Está previsto um encontro entre Blinken e o ministro da Defesa de Israel para esta tarde.

Mais uma vez a bola está do lado do Hamas, que por princípio rejeita todas as propostas norte-americanas, alegando que elas só favorecem o "amigo Israel"...

Shalom, Israel!

quinta-feira, julho 11, 2024

MAIS UM PASSO PARA SE ALCANÇAR UM ACORDO DE CESSAR-FOGO ENTRE ISRAEL E O HAMAS


Segundo informações publicadas pelo "The Washington Post", Israel e o Hamas terão concordado num "quadro de acordo" para a libertação de reféns e um cessar-fogo, estando agora a negociar a respectiva implementação. Um passo decisivo terá sido o acordo entre ambas as partes para o estabelecimento de "um governo interino" em Gaza liderado por uma força apoiada pela Autoridade Palestiniana na segunda fase do acordo. Alguns dos envolvidos nas negociações acautelaram ainda alguma euforia, alegando que apesar de o "quadro de acordo" ter sido montado, um acordo final ainda não estará provavelmente eminente, e ainda levará algum tempo para que se consigam "martelar" todos os detalhes.

"A pedra de tropeço tem sido a transição para a Fase 2, na qual o Hamas libertaria os homens soldados ainda cativos nessa fase, com ambas as partes concordando com "um fim permanente das hostilidades" , com "uma retirada total das forças israelitas de Gaza."

Um passo positivo foi a aceitação por parte de Israel e do Hamas que nenhuma dessas partes governaria Gaza desde o início da Fase 2, havendo sim um governo interino apoiado pela Autoridade Palestiniana. A segurança seria assegurada por forças treinadas pelos EUA apoiadas por estados árabes moderados. Estas forças seriam constituídas por 2.500 elementos ligados à Autoridade Palestiniana e já escrutinados por Israel. 

O Hamas terá dito aos mediadores "estar preparado para ceder a autoridade à governação interina."

Segundo a notícia do jornal norte-americano, ambas as partes envolvidas estão motivadas em terminar com os combates, com Israel a querer preparar as suas forças para uma possível confrontação com o Irão e seus proxies. Um general norte-americano também informou que o Hamas está numa "má condição" nos seus covis subterrâneos e com falta de munições e suprimentos. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, julho 05, 2024

ESTAREMOS PRÓXIMOS DE UM ACORDO DE CESSAR FOGO?

Nestas últimas horas têm surgido esperanças de que se possa finalmente chegar a um acordo de cessar fogo entre Israel e o Hamas. Há poucos minutos regressou a Israel o chefe da Mossad, David Barnea, vindo de Doha, onde esteve reunido com os mediadores do Qatar para discutir a última proposta feita pelo Hamas.

Do lado do Hamas, um dos seus principais líderes, Osama Hamdan, afirmou hoje que o grupo que ele representa espera da parte de Israel uma rápida resposta "ainda hoje ou amanhã de manhã" às suas "novas ideias". Por outro lado, e numa tentativa de não dar parte de fraco, este líder terrorista alegou que o braço militar do grupo terrorista se mantém "em boas condições que lhe permitem continuar a combater as forças israelitas"...

HEZBOLLAH PRONTO A PARAR OS ATAQUES

Um alto representante do grupo terrorista Hezbollah veio entretanto alegar que o seu grupo terminará os seus ataques a Israel no momento em que um acordo de cessar fogo entre em vigor em Gaza. Esta é de facto a promessa que o grupo tem vindo a fazer desde que iniciou os ataques a Israel. 

"Se houver um acordo em Gaza, haverá na mesma hora um cessar fogo no Líbano" - afirmou o responsável do Hezbollah. 

Esta manhã o líder do Hezbollah Hassan Nasrallah recebeu Khalil Al-Hayya, um alto responsável do Hamas, em que foram revistos "os últimos desenvolvimentos políticos e as questões de segurança" na Faixa de Gaza.

O líder do partido da Unidade Nacional, Benny Gantz, na oposição, após ter estado ao telefone com Benjamin Netanyahu, afirmou que "apoiará plenamente qualquer acordo responsável que conduza ao retorno dos reféns."

A "bola" está agora do lado do governo de Israel. Creio ser este um momento único e uma oportunidade a não perder, uma vez que o mais importante neste momento é a vida dos mais de 100 reféns ainda cativos do Hamas.

Shalom, Israel!

terça-feira, abril 09, 2024

"A BOLA ESTÁ DO LADO DO HAMAS" - AFIRMOU ANTONY BLINKEN, REFERINDO AO ACORDO DE CESSAR FOGO


É mais que sabido que o entrave ao acordo que permita a libertação dos reféns e o cessar fogo temporário é da inteira responsabilidade do Hamas. Pare esse grupo terrorista, é conveniente que morram mais civis palestinianos para que o mundo se volte cada vez mais contra Israel, tal como tem acontecido. Pare esses monstros as vidas humanas não têm valor, mesmo tratando-se do seu próprio povo. De facto para eles os fins justificam os meios. Sempre que Israel vai cedendo mais um pouco nestas tentativas de acordos, o Hamas sempre bloqueia, e estas presentes conversações, apesar de alguns pequenos sinais de esperança, não deverão mais uma vez conseguir algum sucesso. 

Para além de Israel, os EUA também encaram com muita seriedade esta questão, e alguns dos seus representantes têm-se esforçado para que se consiga um acordo, andando de um lado para o outro, como tem sido o caso particular do secretário de estado norte-americano Antony Blinken.

Blinken afirmou agora que foi (mais uma vez) apresentada ao Hamas "uma oferta muito séria" de tréguas e de libertação de reféns que "deveria ser aceite."

"O Hamas poderia acabar com tudo isto imediatamente e obter um cessar fogo que beneficiaria o povo de Gaza e levaria os reféns para casa. O facto de continuar a não dizer 'sim' é um reflexo daquilo que realmente pensa sobre o povo de Gaza, que de facto não é muito" - declarou Blinken numa conferência de imprensa em Washington ao lado do ministro inglês David Cameron. 

"O Hamas tem agora uma oportunidade para concordar com uma proposta de cessar fogo e libertação de reféns. A bola está no campo do Hamas. O mundo está a observar para ver o que eles irão fazer" - acrescentou Blinkem.

"Tanta da revolta e da ira estão direccionados para Israel por causa do sofrimento da população civil de Gaza, mas alguma dessa revolta e ira também precisa de ser dirigida ao Hamas. É para mim espantoso ver o mundo com um silêncio ensurdecedor quando se trata do Hamas."

"Não estaríamos onde estamos hoje se o Hamas não decidisse envolver-se num dos mais horrorosos actos de terrorismo em 7 de Outubro e tendo-o feito, recusarem-se durante meses a deixarem de se esconder atrás de civis, baixar as suas armas. libertar os reféns e renderem-se. Onde é que está a revolta por isso?"

Shalom, Israel!