A Marinha israelita informou ter terminado um exercício militar de grande escala esta semana que incluiu a sua flotilha de vasos de guerra, submarinos, forças especiais e segurança fronteiriça.
Os exercícios navais, com a duração de vários dias, visaram aumentar a prontidão da Marinha de Israel na defesa das águas territoriais do país e dos "interesses estratégicos" no mar. Com isso certamente estão a ser referidos os campos de exploração de gás e de petróleo.
Participaram nos exercícios centenas de marinheiros, incluindo os fuzileiros navais Shayetet 13, fazendo uso de corvetas, barcos com mísseis, submarinos e navios de patrulha. Estiveram também envolvidos nos exercícios a Força Aérea, o Centro de Defesa Cibernética, e outros ramos das IDF.
Segundo as IDF informaram, as tropas enfrentaram vários cenários, tais como infiltrações inimigas por via marítima, confrontos com forças inimigas, ameaças aéreas, combates simultâneos em várias frentes, combates em alto mar e junto à costa, e a defesa de interesses estratégicos, como plataformas de gás, portos e outras infraestruturas.
NETANYAHU REGRESSOU DOS EUA
Antes de entrar no avião de regresso a Israel esta manhã após o encontro de ontem com o presidente Trump, Netanyahu disse aos repórteres que o Irão poderá ser forçado a aceitar "um bom acordo."
"Terminei agora uma curta mas importante visita a Washington, durante a qual conversei com o nosso grande amigo, o presidente Trump. Nós temos uma relação muito próxima, genuína e aberta."
Netanyahu comunicou que as conversações focalizaram-se principalmente no Irão, mas também foram debatidas outras questões.
"O presidente acredita que os iranianos já se aperceberam com quem estão a lidar. Penso que as condições que ele está a estabelecer, juntamente com o entendimento deles de que cometeram um erro da última vez, ao não terem chegado a um acordo, poderá conduzi-los a aceitarem termos que podem tornar possível alcançar um bom acordo."
Por outro lado, o primeiro-ministro disse "não esconder o seu cepticismo sobre a possibilidade de se conseguir qualquer acordo com o Irão."
Netanyahu afirmou ter tornado claro à Casa Branca que qualquer acordo "terá de incluir os elementos que são importantes para nós, para Israel, e no ponto de vista para toda a comunidade internacional - não apenas a questão nuclear, mas também os mísseis balísticos e os proxies regionais do Irão."
Segundo Netanyahu, a "excelente conversa" de ontem também incluiu a questão de Gaza.
E, em forma de conclusão, Netanyahu afirmou: "Esta foi mais uma outra conversa com um grande amigo de Israel - um presidente como nenhum outro."
Shalom, Israel!


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