As recentes mudanças políticas na Colômbia, em que o novo presidente recém eleito é um fervoroso defensor de Israel, tendo até já prometido deslocar a embaixada do seu país para Jerusalém, e na Venezuela, após a retirada do presidente antissemita Nicolas Maduro e com uma gestão governamental menos radical, que inclusivamente aceitou a ajuda israelita de uma equipa de salvamento após o terrível terramoto que assolou o país, levam a crer que a América Latina começa a entender que Israel quer e pode ser um grande aliado e uma bênção para essas nações até agora castigadas pelo comunismo.
A Argentina tem um presidente amigo de Israel, tal como o El Salvador, e espera-se que mais o venham a fazer.
A Venezuela decidiu reatar as suas relações políticas com o estado de Israel, ao mesmo tempo que a Colômbia se tornou o segundo país a reconhecer a soberania israelita sobre os Montes Golan, acompanhando dessa forma a decisão do governo de Donald Trump durante o seu primeiro mandato.
É tempo de a América Latina acordar para uma nova realidade democrática, escolhendo para parceiros e amigos aqueles com quem realmente podem contar na hora da necessidade. Logo que se deu o recente terramoto na Colômbia, Israel prontificou-se de imediato a enviar uma equipa de socorristas.
Shalom, Israel!
