quinta-feira, setembro 08, 2011

TURQUIA CONTINUA A AMEAÇAR ISRAEL

Não satisfeito com as atitudes até agora tomadas contra Israel, o primeiro ministro turco Erdogan aumenta agora o nível das ameaças a Israel - até há bem pouco tempo um amigo e parceiro - afirmando que a Turquia já deu passos para impedir que Israel explore unilateralmente os recursos naturais no Mediterrâneo oriental.
Segundo as suas ameaças, transmitidas hoje num programa de televisão do canal Al Jazeera, barcos de guerra turcos irão escoltar quaisquer navios turcos que levem ajuda humanitária aos palestinianos na Faixa de Gaza.
Os comentários de Erdogan surgem na altura em que a Turquia baixou o nível das relações diplomáticas com Israel e subiu o nível da retórica contra o estado judaico como resultado da publicação das conclusões da Comissão Palmer para a ONU sobre o raid israelita ao barco turco Mavi Marmara e a recusa israelita de pedir desculpa aos turcos pelo incidente.
Quando interrogado na quarta-feira por repórteres acerca do custo económico para a Turquia das sanções que o seu país tomou contra Israel, ele respondeu: "O custo pode ser de 15 ou de 150 milhões de dólares. Nós, como Turquia, não nos incomodamos com isso. Aquilo que para nós é importante é que ninguém pise no nosso orgulho".
O provocador primeiro-ministro turco irá visitar o Cairo, capital do Egipto na próxima semana, afim de "estreitarem relações", e sabe-se já que a Turquia e o Egipto irão realizar manobras navais conjuntas no final deste ano no Mediterrâneo...
Shalom, Israel!

ROBERTO CARLOS EMOCIONA JERUSALÉM

Finalizando o seu tour "espiritual" a Israel, o "rei" da canção popular brasileira, Roberto Carlos, emocionou as 5.500 pessoas ontem à noite presentes em Jerusalém para o seu show, ao cantar em hebraico a famosa "Jerusalém de Ouro".
Fica para a memória...especialmente dos fãs do artista.
Shalom, Israel!

quarta-feira, setembro 07, 2011

ISRAEL DESMANTELA CÉLULAS TERRORISTAS DO HAMAS

As Forças de Defesa de Israel desmantelaram diversas células terroristas na Margem Ocidental e Jerusalém oriental numa altura em que o Hamas tenta reconstruir as suas forças na região. Alguns dos terroristas detidos foram os responsáveis pela explosão no Binyanei Ha'uma e estavam planeando raptos de soldados israelitas.
Neste últimos meses têm sido detidas dezenas de terroristas do Hamas pertencentes a 13 células de terror que operam na Margem Ocidental (Samaria) e Jerusalém.
As células terroristas planeavam alguns atentados, incluindo o rapto de um soldado das Forças de Defesa de Israel e um atentado suicida em Jerusalém há duas semanas atrás, que foi impedido pelo Shin Bet e pela polícia israelita através da detenção do bombista suicida e a apreensão da bomba que ele preparava para ser detonada.
O alvo seria uma base das FDI, um centro comercial ou um autocarro no bairro de Pisgat Ze'ev, a norte de Jerusalém. A célula que planeava o ataque suicida está por detrás da explosão no dia 23 de Março fora da estação central de autocarros de Jerusalém e que causou a morte de uma turista britânica e ferimentos em 47 pessoas.  
A investigação dos serviços secretos de Israel - o Shin Bet - revelou que os centros de comando do Hamas na Síria e na Arábia Saudita estiveram por trás do financiamento para os ataques. Para além disso, terroristas do Hamas cumprindo sentenças em prisões israelitas foram também instrumentais no recrutamento de membros da célula a partir de outros prisioneiros palestinianos pouco antes da libertação dos mesmos, bem como providenciando-lhes treinamento teórico no campo dos explosivos.
O Shin Bet soube também que o Hamas operava na Turquia, onde recrutou operacionais, mas que o ramo do Hamas na Turquia não esteve envolvido em operações com estas células.
Graças a Deus pelo trabalho bem sucedido do Shin Bet. Esperamos que mais e mais bandidos possam ser descobertos e detidos e que as células terroristas em organização consigam ser desmanteladas a tempo.
Shalom, Israel! 

terça-feira, setembro 06, 2011

TURQUIA CORTA TODAS AS RELAÇÕES COMERCIAIS COM ISRAEL E AMEAÇA CHIPRE

Mostrando a sua face de anti-semita e de verdadeiro tirano, o primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan agitou esta manhã ainda mais as já turbulentas águas do Médio Oriente, ao cortar todos os laços comerciais com Israel, chegando ainda ao ponto de ameaçar atacar Chipre se esta nação independente permitir que a empresa petrolífera Nobel ali faça perfurações para pesquisa de gás natural. O empresário israelita Yitzchak Tshuva tem alvará para explorar algum daquele gás.
Ignorando os apelos feitos pelos Estados Unidos para acalmar depois que um relatório das Nações Unidas confirmou que o bloqueio naval israelita à Faixa de Gaza é legal, o tirano turco - que como se sabe anseia pelo domínio de todo o Médio Oriente - avisou que enviará mais navios para patrulharem o Mar Mediterrâneo e que ainda considera uma visita a Gaza.
O turco informou que a Turquia está "suspendendo na totalidade" com Israel todos os laços comerciais e os relacionados à indústria de defesa, dois dias depois de ter baixado ao nível terciário as relações diplomáticas com Israel.
A ameaça de atacar Chipre - conforme informação prestada pela Globes - tem a ver com o "Bloco 12", onde a empresa Nobel Energy, sediada nos EUA, planeia fazer explorações de gás natural. Está localizada a norte do campo israelita de petróleo e de gás "Leviathan", que o Hezbollah reivindica como pertencente ao Líbano.
Ambos os campos de gás são classificados como contendo enormíssimas reservas de gás, tendo o campo israelita "Leviathan" sido já classificado como a maior descoberta de gás natural do mundo nos últimos anos.
Na semana passada, Ag'mn Bag'is, o ministro turco para a União Europeia, informou que a perfuração planeada para se iniciar no dia 1 de Outubro próximo "é precisamente a razão por que os nossos navios de guerra estão na região. É para isso que construímos o nosso exército e treinamos os nossos soldados. É ilegal explorar águas que não lhes pertencem".
A Turquia invadiu Chipre em 1974 e controla mais de um terço da ilha, apesar de a comunidade internacional não lhe reconhecer a soberania.
Em Dezembro passado a Turquia ficou furiosa por causa de um acordo assinado entre Chipre e Israel que estabeleceu fronteiras para zonas exclusivas de comércio.
Será o gás natural e o petróleo que Israel tem descoberto em quantidades fabulosas o "anzol" que irá puxar os inimigos de Israel, conforme lemos em Ezequiel 38, para o ataque contra Israel? Esta ameaça da Turquia - a bíblica Togarma - parece condizer com estas predições assustadoras...
Setembro continua indubitavelmente a aquecer...
Shalom, Israel!



segunda-feira, setembro 05, 2011

ISRAELITAS DETIDOS NA TURQUIA


Cresce a tensão política entre a Turquia e Israel. Esta manhã dezenas de passageiros israelitas que chegaram a Istambul num voo da companhia turca Turkish Airlines viram os seus passaportes retidos durantes horas e eles próprios impedidos de entrar na até há pouco nação amiga, tendo sido tratados com muita dureza e humilhados pela polícia aeroportuária.
Para as autoridades israelitas, isto não é admiração, seria até de esperar, uma vez que os turcos "querem uma confrontação", mas Israel não está interessado em fazer-lhes a vontade.
Segundo as autoridades israelitas, quem vai sair prejudicada vai ser a Turquia, pois irá perder muitos milhares de turistas israelitas que anualmente ali passavam as suas férias, e negócios que empresários israelitas desenvolviam naquele país.
Toda esta arrogância típica dos turcos tem a ver com o downgrade das relações entre a Turquia e Israel, causado entre outras razões pela intervenção dos comandos israelitas no barco turco Marmara que em Maio de 2010 tentava romper o bloqueio marítimo imposto por Israel à Faixa de Gaza.
Não se sabe que tipo de retaliação poderá ter lugar no aeroporto israelita de Tel Aviv, mas a Turquia deve estar a brincar com a suposta passividade de Israel. A ver vamos...
Shalom, Israel!

domingo, setembro 04, 2011

MAIOR MANIFESTAÇÃO DE RUA NA HISTÓRIA DE ISRAEL



Perto de meio milhão segundo os organizadores. 300 mil, segundo a polícia. Pouco importa quantos. Foram de facto muitos milhares os que ontem à noite se manifestaram nas ruas de Israel, reivindicando custo de vida mais baixo, promovendo um movimento de mudança social e fazendo crescer a pressão sobre o primeiro-ministro para que avance rapidamente com reformas económicas.

Os líderes destes movimentos de protesto chamam-lhe "o momento da verdade", sendo na verdade um movimento de raiz que não tem parado de crescer desde Julho passado, a partir de um punhado de jovens alojados em tendas nas ruas de Tel Aviv a uma mobilização da classe média ao nível de todo o país.
"Toda uma geração quer um futuro" - lia-se num dos cartazes carregados pelos manifestantes que enchiam as ruas de Tel Aviv, Jerusalém e outras cidades em Israel, gritando: "o povo exige justiça social".
Netanyahu já avisou que era impossível satisfazer todas as exigências dos manifestantes, que vão desde cortes nos impostos ao aumento da instrução gratuita e maiores ajudas do governo ao problema da habitação.
Manifestações deste tipo e escala em Israel, com uma população de 7,7 milhões, são habitualmente realizadas à volta de questões como guerra e paz.
"Esta noite é o momento alto de um protesto histórico" - afirmou Amir Rochman, um activista de 30 anos pertencente ao Partido dos Verdes de Israel.
"Israel não será mais o mesmo" - afirmou Itzik Shmuli, dirigente da União Nacional dos Estudantes e um dos líderes dos protestos, adiantando ainda: "O nosso novo Israel exige mudanças reais nas prioridades do seu governo".Apesar de o resultado ser menor do que os ambicionados 1 milhão de participantes que muitos esperavam ver, os comentadores disseram que o movimento tinha deixado a sua marca em Israel ao ter catapultado a economia para uma agenda política há muito dominada por questões de segurança e diplomacia.
A comunicação social também desempenhou um papel importante nos protestos israelitas, parcialmente inspirada pelo impacto das demonstrações da "primavera árabe".
Apesar de Israel gozar de uma baixa taxa de desemprego - 5,5% - e de uma economia em crescimento, os cartéis económicos e disparidades salariais têm impedido muitos de sentir os benefícios. Muitos dos manifestantes vêm da classe média que carrega um alto fardo de impostos e taxas para o aparelho militar.
Netanyahu nomeou um comité para explorar uma série de políticas económicas e reformas na habitação e no mercado de consumo.
Os líderes dos protestos anunciaram que irão pausar durante as próximas semanas, até que se tornem públicas as conclusões do comité nomeado pelo governo.
Ao contrário das manifestações nos países árabes, manchadas pelo sangue e pela violência, as manifestações em Israel foram marcadas pelo respeito e liberdade, não havendo registos de violência de nenhuma das partes - certamente um imenso contraste com as manifestações violentamente reprimidas pelos regimes árabes.
Até aqui se notam as grandes diferenças entre um país verdadeiramente democrático (o único em todo o Médio Oriente) e as nações regidas por árabes e regimes islâmicos...
Shalom, Israel!

sábado, setembro 03, 2011

UNIÃO EUROPEIA DIVIDIDA QUANTO AO APOIO AO "ESTADO PALESTINIANO"



Sem dúvida que a União Europeia (UE) terá um importantíssimo papel a desempenhar nesta questão tão controversa e abismal que é o reconhecimento de um "estado palestiniano". Temos dito e repetido que o mundo não será mais o mesmo depois de Setembro de 2011. Se depois do 9/11 (Setembro de 2001) o mundo realmente mudou (para pior), a decisão a propor e votar na Assembleia Geral da ONU no próximo dia 20 levará o mundo a dividir-se em 2 partes, com efeitos e consequências que arrastarão a humanidade para o início dos "dias da ira do Todo Poderoso". Disso não tenhamos dúvidas. Aliás, para quem leva as profecias bíblicas a sério, isto não será novidade, antes pelo contrário, a clara confirmação daquilo que foi revelado aos profetas de outrora (Daniel, Ezequiel, Zacarias, João, etc.).
Ontem mesmo os líderes europeus reunidos em Sopot, Polónia, tentaram chegar a uma proposta comum relativa à tentativa de se aprovar um "estado palestiniano" na A.G. da ONU, mas as profundas divergências políticas parecem minar todos estes esforços.
O ministro das Relações Exteriores austríaco, Michael Spindelegger, propôs que uma solução seria a UE propor a sua própria resolução à ONU sobre este assunto sensível, porém outros diplomatas afirmaram em privado que várias capitais europeias se opuseram à idéia.
Spindelegger insistiu no entanto que a UE poderia utilizar as suas declarações anteriores sobre o Médio Oriente como base para uma visão comum: "Até agora as posições na UE têm sido muito divergentes. Espero que nós, como Europa, possamos enviar um sinal... e preparar um texto que possa eventualmente ser levado diante da assembleia".
Numa altura em que se encontram "congeladas" as "conversações de paz" entre Israel e os palestinianos, estes têm ameaçado tentar pleno reconhecimento da ONU como estado independente na Faixa de Gaza e na Margem Ocidental (Judéia e Samaria), com Jerusalém oriental como capital. 
Esta tentativa tem no entanto pouca chance de alcançar sucesso devido à oposição dos Estados Unidos que já ameaçaram vetar a proposta no Conselho de Segurança.
Um veto poderá impedir o voto de ser levado à Assembleia Geral, mas os palestinianos podem tentar um aumento do seu estatuto e isso levaria o assunto à discussão no forum internacional.
Ao não conseguir um ponto de vista comum, a UE pode perder posição e prestígio na sua tentativa de se tornar mais infuente nos assuntos internacionais, especialmente no que concerne ao Médio Oriente.
Exemplos destas divergências de opinião são o caso do Luxemburgo, cujo governo acha que a UE deve apoiar os palestinianos e a sua proposta às Nações Unidas.
A Holanda, por outro lado expressou uma opinião contrária, através do seu ministro Uri Rosenthal, uma opinião supostamente idêntica à dos Estados Unidos, Alemanha e Israel, de que os palestinianos devem abster-se de medidas unilateriais e voltar antes às negociações com Israel: "A posição da Holanda é muito clara: somos completamente contrários a quaisquer passos unilaterais, quaisquer que eles sejam, e qualquer passo a dar deverá ser na base de acordos firmados entre as partes interessadas".
Poderá este "vazio" diplomático na Europa ser o "convite" ao surgimento do "grande líder" europeu, capaz de liderar este processo através do logro e da falsa perspectiva de paz? Só Deus sabe, mas tudo poderá desenrolar-se a uma velocidade vertiginosa e surpreendente, impossível de acompanhar a não ser por aqueles que têm entendimento espiritual e que não se deixam surpreender pelas súbitas viragens na História...
Shalom, Israel! 


sexta-feira, setembro 02, 2011

TURQUIA EXPULSA EMBAIXADOR DE ISRAEL

As relações entre a Turquia e Israel andam definitivamente azedas. A exigência e ultimado feito por Ancara para que Israel "peça desculpas" pelo incidente com o barco turco Marmara, em Maio do ano passado, e a consequente e óbvia recusa por parte de Israel levaram a que o governo turco expulsasse o embaixador de Israel em Ancara e baixasse o nível das relações comerciais entre a Turquia e Israel. Foram ainda suspensos os acordos comerciais e militares.
As tensões já andavam "quentes", mas a decisão de expulsar o representante de Israel na Turquia é grave, uma vez que a Turquia é um imenso país muçulmano, até certo ponto moderado, e com quem Israel mantinha até há bem pouco tempo excelentes relações comerciais, diplomáticas e até militares.
O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Davutoglu, informou que as relações diplomáticas com Israel seriam reduzidas ao nível secundário. Por isso, todo o pessoal israelita acima desse nível terá de abandonar a Turquia.
Esta decisão turca é fruto da revolta face à divulgação recente do relatório Palmer da ONU sobre o raid israelita ao barco turco, defendendo o direito de Israel a fazer um bloqueio naval a Gaza. Os turcos apelidam-no como "inaceitável", acrescentando que "era tempo de Israel pagar o preço":
"Israel não está acima da lei. O preço mais elevado que poderá pagar é a perda da nossa amizade" - acrescentou o ministro turco.
Logo após o raid marítimo a Turquia tinha retirado o seu embaixador de Israel.
Davutoglu afirmou que Ancara responsabiliza o governo israelita pela situação, e que a Turquia não irá rever a sua posição nesta matéria até que Israel reconsidere a sua responsabilidade no incidente da flotilha. E acrescentou que apesar das conclusões do relatório Palmer, a Turquia não reconhece a legalidade do bloqueio israelita a Gaza.
Israel mantém-se firme na sua decisão de não prestar à Turquia um pedido oficial de desculpas, apesar do ultimato turco. Apesar de Israel estar consciente das implicações da sua decisão de não emitir um pedido de desculpas, continua a afirmar claramente: "não podemos conduzir-nos na base de ultimatos".Uma fonte governamental israelita estima que conquanto o governo turco possa dar passos contra Israel e não devolver o seu embaixador a Jerusalém, Ancara não deverá romper os seus laços com Israel: "O rompimento de laços vai contra os interesses estratégicos da Turquia" - afirma-se numa declaração - "uma vez que eles (os turcos) querem envolver-se numa política de mediação entre todos".
Fontes em Jerusalém confirmam que o relatório da ONU demonstra que as acções de Israel não violaram a lei internacional, acrescentando que Israel espera que a Turquia e Israel possam agora "regressar à cooperação que já foi uma pedra angular da estabilidade regional".
Mas para nós, estudantes das profecias bíblicas, e como já anteriormente expressámos neste blog, este rompimento das relações entre a Turquia e Israel é "necessário" para o enquadramento final das nações que se voltarão militarmente contra Israel, conforme as profecias revelam em Ezequiel 38 e 39.
A Turquia actual é a antiga TOGARMA, mencionada em Ezequiel como um dos povos que invadirá Israel nos "últimos dias". Mas isto será para desgraça da Turquia, que Deus obviamente não deixará de punir, não só pela loucura que dela se apoderará nessa altura, mas também pelos males e terríveis sofrimentos causados à Terra de Israel e aos judeus durante a sua ocupação da Terra Santa durante o império otomano.
Shalom, Israel!































































quarta-feira, agosto 31, 2011

JORDÂNIA TENTA CONVENCER A AUTORIDADE PALESTINIANA A NÃO PROPÔR A "PALESTINA"

A Jordânia prossegue nos seus esforços para convencer a Autoridade Palestiniana a abandonar as suas tentativas de propôr a sua membresia como novo país junto às nações Unidas em Setembro próximo.
Segundo informações prestadas pelo jornal saudita al-Medinah, responsáveis políticos em Aman têm continuamente avisado os seus pares em Ramalá que tal proposta irá falhar.

A Jordânia vê a iniciativa como "perigosa" e "avisou" o líder da AP e da Fatah, Mahmoud Abbas, para abandonar a iniciativa através de canais diplomáticos árabes.
Além disso, lembra a Jordânia, tal iniciativa carrega ainda o risco adicional de arruinar a capacidade da Autoridade Palestiniana de lutar pelo "direito ao retorno".
O "direito ao retorno" é a assim-chamada reivindicação feita por milhões de árabes estrangeiros descendentes daqueles que abandonaram as suas casas na Judéia, Samaria e Jerusalém durante as guerras defensivas de Israel desde 1948.

Apesar destes "conselhos amigos", o chefe da AP, Mahmoud Abbas, ainda não expressou qualquer vontade de reconsiderar o assunto.
A Jordânia é no entanto a principal interessada no assunto: a monarquia do reino hashemita baseia-se numa tribo beduína. Cerca de 80 por cento da população da Jordânia é no entanto composta de árabes palestinianos.
Setembro traz muitas expectativas. Os acontecimentos poderão correr a uma velocidade estonteante, desgraçadamente conduzindo o mundo à escolha entre obedecer aos propósitos de Deus ou rejeitá-los, atraindo a desgraça e a inescapável ira do Todo-Poderoso.
"Conforme forem as obras deles, assim será a sua retribuição; furor, aos seus adversários, e recompensa, aos seus inimigos" (Isaías 59:18).
Sobre Jerusalém, Deus tem palavras duras para as nações que não a abençoarem: "Porque a nação e o reino que te não servirem perecerão; sim, essas nações de todo serão assoladas" (Isaías 60:12).
Shalom, Israel!

terça-feira, agosto 30, 2011

ISRAEL EM PREVENÇÃO NA FRONTEIRA SUL

Há sinais claros da tentativa de entrada em Israel pela fronteira sul com o Egipto de uma célula com mais de 10 terroristas que visam atentados em Israel, pelo que o governo de Jerusalém já está a tomar as devidas precauções.
Segundo o ministro para a Defesa Interior, "A segurança está em alerta visando uma tentativa terrorista a partir do Sinai com mais de 10 membros. A nossa segurança está a trabalhar para impedir o ataque terrorista".
Numerosas forças de segurança têm-se colocado ao longo da fronteira de Israel com o Egipto, e as auto-estradas 10 e a 12 foram fechadas ao trânsito de civis.
No lado egípcio há também uma deslocação de 1.500 soldados preparados para combater os operativos da Jihad no Sinai. Esta operação realizada no final do Ramadão inclui também tanques e veículos armados.
Têm havido recentemente acordos entre as autoridades israelitas e as egípcias, tendo em vista uma cooperação inter-fronteiras, de forma a evitar a entrada de terroristas no espaço de Israel.
Shalom, Israel!







segunda-feira, agosto 29, 2011

JERUSALÉM VERSUS ROMA...

Tendo o privilégio de no espaço de uma semana visitar JERUSALÉM e ROMA, não consigo parar de reflectir sobre a analogia e as diferenças entre a Cidade de Deus e a cidade dos homens.
A Cidade de Deus, Jerusalém, é permanentemente assediada pelos inimigos que a querem para si. Tendo sido a única cidade que Deus elegeu como capital do Reino de Israel e habitação Sua, as forças do mal tentam a todo o custo tirar os Judeus da sua própria cidade, pressionando o mundo a aceitar e reconhecer um estado palestiniano com Jerusalém como sua capital. 20 de Setembro será o dia em que essa resolução será levada à assembléia geral da ONU. Esse será o dia em que o mundo se dividirá em duas partes: os que não aceitarão tal proposta, "forçada", em total desrespeito aos acordos de paz feitos com Israel em Oslo, e os que apoiarão a "Palestina", como um estado dentro de outro estado, permitindo que Jerusalém volte a ser dividida, tornando-se assim numa forte base para a militância islâmica ansiosa por aniquilar Israel.
E essa Cidade - Santa para Deus - está profanada pelos homens. Não apenas pela presença das mesquitas no espaço designado e outrora ocupado pelo Templo, mas também pelas inúmeras igrejas ditas cristãs que impregnam a cidade de idolatria, velas e incensos...
Contudo, e independentemente da vontade dos homens, Deus voltará a reinar sobre a Sua Santa Cidade, visitando-a, limpando-a e derramando sobre os seus habitantes o Seu Espírito de Graça e misericórdia (Livro do profeta Zacarias, cap. 14).
Roma, por seu lado, a Cidade que planeou e organizou a destruição de Jerusalém, será também visitada por Deus, não para redenção e salvação, mas para terrível punição dos hediondos crimes cometidos contra os Judeus no ano 70 d.C., humilhando-os, ao ponto de trazer muitos como escravos para Roma (incluindo o roubo do próprio candelabro do Templo, cuja imagem se encontra gravada em pedra no Arco de Tito, junto ao Coliseu), mas também pelos milhares de cristãos que ali derramaram sangue inocente às mãos dos sanguinários imperadores romanos no Circus Massimo e outros locais. Mas a maldição da cidade continuou por muitos séculos, ao se ter centralizado na cidade a organização mais sinistra e criminosa jamais inventada pelo homem, responsável pelo assassinato de muitos milhares de judeus, muçulmanos, huguenotes, protestantes, cátaros, albigenses, indígenas, etc. etc., às mãos da famigerada Inquisição e outras organizações macabras lideradas pelo Vaticano e pelo poder papal.

Toda essa ostentação agora visível nos corredores do Vaticano, toda a "glória" da sua basílica construída com a desgraça de milhões de seres humanos, tudo isso que a História não consegue apagar receberá o devido Juízo divino, sendo que nada lhe irá sobrar de tanta opulência e domínio, pois segundo as palavras do profeta João em Apocalipse "numa hora será assolada" e "num dia virão as suas pragas, a morte, e o pranto, e a fome; e será queimada no fogo, porque é forte o Senhor Deus, que a julga".
Roma não é pois a "Cidade Eterna". Os homens quiseram vê-la assim, quiseram que ela fosse assim, mas Deus é Soberano Juiz, e vingará o sangue dos "santos apóstolos e profetas, porque já Deus julgou a vossa causa quanto a ela".
Deus não escolheu Roma para ali constituir o Seu Reino. Os homens é que construíram o seu reino em Roma, assente num fundamento humano que não perdurará.
Deus escolheu Jerusalém, e é para lá que Ele voltará em breve, não mais para ser humilhado e rejeitado, mas para estabelecer ali para sempre o Seu Reino de Justiça, Paz e Prosperidade para todos.
Que Ele venha em breve reinar. Para sempre!
Shalom, Jerusalém!

sexta-feira, agosto 26, 2011

DE JERUSALÉM PARA ROMA

Estamos neste momento em Roma, Itália, no centro da civilização que conquistou Jerusalém, tendo causado a destruição do Templo de Herodes e a dispersão dos Judeus pelos cantos da terra.
Esta tarde, contemplando o Arco de Tito, onde um dos relevos apresenta a tomada em cativeiro de judeus para Roma, incluindo o próprio candelabro do Templo - onde estará ele? - questionei-me se não será daqui que surgirá o falso Messias, o Anticristo que enganará os judeus, talvez num futuro mais próximo do que imaginamos.
Ao reflectir sobre a destruição causada ao povo e sonho judeu pelo império romano, no ano 70 d.C., questiono-me também se Deus não irá vingar e julgar esta cidade de Roma, chamada pelos homens de "Cidade eterna", mas muito provavelmente condenada à terrível destruição mencionada e prevista no Livro de Apocalipse...
Ao presenciar os milhões de turistas oriundos do mundo inteiro que por aqui circulam e que admiram as riquezas  do Vaticano - realmente impressionantes - questiono-me também se em breve não assistirão à destruição desta "glória humana", construída e manchada com o sangue de milhões de mártires...
Estou certo que sim. É que os homens quiseram mudar a glória de Jerusalém para Roma, mas embora ambas estejam construídas sobre 7 colinas, a verdade é que é a escolha de Deus que conta, e Ele escolheu Jerusalém para Sua habitação.
Jerusalém é, ao contrário de Roma, a verdadeira "cidade eterna", escolhida por Deus.
É no entanto impressionante poder no espaço de 1 semana visitar as 2 cidades que mais marcaram o mundo ao longo dos últimos 3 milénios e  pensar que em breve as mesmas 2 cidades poderão determinar o futuro da humanidade...
Shalom!

domingo, agosto 21, 2011

NOVA INCURSÃO ISRAELITA EM GAZA?



A recente escalada da violência do Hamas contra Israel poderá levar o governo de Jerusalém a uma incursão por terra na Faixa de Gaza, opção essa possível e não rejeitada pelo governo de Israel.
O vice-primeiro-ministro Silvan Shalom visitou o sul esta manhã, tendo confirmado a contínua agressão vinda da Faixa de Gaza através dos rockets que não páram de ser disparados pelo Hamas contra zonas populacionais do sul de Israel.  

Depois dos ataques de quinta-feira passada no sul de Israel, obra da autoria de terroristas oriundos da Faixa de Gaza e que entraram no Egipto pela fronteira agora aberta, percebe-se qual a intenção do Hamas e outros párias, especialmente quando se aproxima a votação na ONU para o reconhecimento de um estado palestiniano. Nada nem nunca interessado na paz, o Hamas quer provocar uma situação que leve Israel a intervir militarmente em Gaza, para mais uma vez fazer o "papel de vítima" e colocar Israel no banco dos réus. Talvez desta vez porém Israel acabe por dar uma séria lição ao Hamas, e perder o receio de "melindrar" as opiniões dos "democratas de ocasião", sempre ansiosos por encontrar uma oportunidade para condenar Israel, mas sempre silenciosos quando se trata de sérias violações dos direitos humanos nos países árabes, como se vê presentemente na Síria e na Líbia...
Durante a sua visita aos feridos pelos ataques de ontem, o vice-primeiro-ministro Shalom pronunciou-se esta manhã sobre a escalada da violência provocada pelo Hamas no sul de Israel: "Chegou-se à exaustão no que concerne à imobilidade. Precisamos de responder, e não excluímos a possibilidade de uma operação por terra" - afirmou o ministro.
"Não podemos permanecer nesta situação, em que um milhão de israelitas estão constantemente debaixo da ameaça do fogo dos rockets" - adiantou.
Membros do Comité do Knesset para a Defesa e Assuntos Externos visitaram também a região esta manhã. O presidente do comité e ex-chefe das Forças de Defesa de Israel, Shaul Mofaz afirmou o seguinte: "Israel tem de decidir - continuaremos com esta intolerável realidade de uma guerra de atrito, ou vamos lutar por uma inequívoca decisão no que concerne ao Hamas, incluindo atingir os seus líderes e infraestrutura, tendo em vista o derrube do seu reinado em Gaza?" E continuou: "Qualquer decisão tomada pelo governo com o objectivo de reabilitar o poder de detenção de Israel face ao Hamas, o qual se tem diluído neste últimos anos, será aprovada pelo Knesset".
"Não é justo que mais de um milhão de cidadãos não possam ter vidas normais. Temos de mudar esta equação, onde o Hamas é que dita o que temos de fazer, pois estes ataques terroristas destes últimos dias são dos piores que o Estado de Israel jamais conheceu".Foi então pedido ao ministro que instale na região baterias anti-míssil, de forma a proteger as escolas e fábricas da região, até agora protegidas dos disparos dos mísseis unicamente pela mão de Deus.
Desde há meses que vimos escrevendo sobre este próximo Setembro, e das inquietações que essa época nos trazem. Desgraçadamente, parece que as nossas previsões se confirmam. A região poderá estar à beira de uma guerra em que Israel terá de afirmar o seu direito à paz e à tranquilidade, ainda que não seja esse o desejo da população israelita, a braços com problemas com os elevados custos de vida e outros não menos importantes. Fala-se até numa possibilidade de Israel entrar pelo Sinai dentro, uma vez que o Egipto parece querer voltar atrás no processo de paz lavrado com Israel, permitindo a entrada e movimentação dos terroristas do Hamas em território egípcio.
Só Deus pode impedir uma guerra num futuro demasiado próximo, mas, na eventualidade de a mesma acontecer, espera-se ao menos que Israel acabe de vez com as provocações daqueles que nada mais querem que não a destruição pura e simples da nação judaica.
Shalom, Israel!







































































sábado, agosto 20, 2011

METRO DE SUPERFÍCIE JÁ ANDA EM JERUSALÉM

Tal como tínhamos já observado na quinta-feira passada, o metro de superfície finalizou todos os testes e começou ontem mesmo a rolar pelas ruas de Jerusalém!
Foram 10 anos de espera, 1,4 biliões de dólares investidos e muita polémica - ou não se tratasse de Jerusalém...
Além destas situações, surgiram ainda durante as obras de escavação alguns achados arqueológicos que obviamente obstaram ao progresso rápido da obra.
Ontem pela manhã cedo o primeiro passageiro entrou oficialmente na carruagem do metro, tornando-o oficialmente inaugurado para plena utilização.
Numa cidade repleta de complexidades de toda a ordem como é Jerusalém, um projecto destes estava à partida condenado ao fracasso, mas a persistência e ansiedade de resolver os graves problemas de trânsito na Cidade Santa incentivaram o término do mesmo.
A descoberta de sepulturas atraíu a pressão dos judeus ultra-ortodoxos, forçando a ajustamento na rota do metro. Os arqueólogos também encontraram no subsolo escavado antigas casas de banho e um mosteiro do 6º século.
E como não podia deixar de ser, os palestinianos rejeitaram a ideia do comboio ligar bairros de Jerusalém ocidental com os da Jerusalém oriental, por não reconhecerem a soberania israelita sobre essa parte da cidade. Os palestinianos reivindicam Jerusalém oriental como sua capital.
A realidade é que o metro já funciona, esperando-se que contribua para a melhoria do caos no trânsito na capital eterna de Israel.
Shalom, Israel!






















sexta-feira, agosto 19, 2011

ATÉ AO ANO, EM JERUSALÉM!


A despedida de Jerusalém é sempre dolorosa e difícil. Ainda mais quando se sabe que é uma cidade disputada por tudo e por todos, repleta de tensões e desafios, emoções e expectativas.
Mas, como diz o ditado: "há ir e voltar". Por isso mesmo este grupo de 33 participantes da "caminhada espiritual" por Terras Bíblicas de Israel e Jordânia despediram-se ontem da Cidade Santa, nunca dizendo adeus, mas antes: "até ao ano que vem em Jerusalém!"
Este convite é também para si...
"Orai pela paz de Jerusalém! Prosperarão aqueles que te amam" - Salmo 122:6.
Shalom, Jerusalém!

quarta-feira, agosto 17, 2011

JERUSALÉM, 17 DE AGOSTO DE 2011


Subir à Esplanada do Templo é sempre uma experiência singular, especialmente quando se pensa na história que ele carrega desde há milhares de anos - Templo de Salomão e de Herodes, pedra do sacrifício de Isaque, conquista de Jerusalém pelo rei David, etc. - mas particularmente quando lembramos aquilo que as Escrituras nos informam que ali irá acontecer.
A atmosfera esta manhã estava tranquila, grupos de muçulmanos aqui e acolá lendo e comentando à volta de um livro religioso que todos tinham aberto, alguns judeus caminhando pelo enorme espaço, talvez sonhando com o dia em que aquele espaço lhes voltará às mãos, grupos de cristãos que como nós ali passeavam e ouviam dos eventos que em breve ali poderão ter lugar, quiçá despoletando o maior e o último conflito que o mundo irá conhecer. Só Deus sabe, mas aquele lugar impõe reflexão e não são poucos os que ali sentem uma estranha sensação de temor.
Ali estivemos esta manhã. O grupo dos 33 participantes viveu e acompanhou as nossas explicações que amanhã se completarão no Monte das Oliveiras, olhando para o Portão Dourado através do qual todas as 3 grandes religiões acreditam que o Messias entrará. 
A diferença é que nós, os cristãos, já O descobrimos, Ele tem Nome, já andou entre nós, por isso ansiamos o Seu retorno. Assim seja!
Shalom, Israel!

sábado, agosto 13, 2011

BAPTISMOS NO RIO JORDÃO


Milhares de pessoas escolhem anualmente o Rio Jordão para realizarem a sua festa de baptismo. Cristãos nascidos de novo que afirmam publicamente a sua fé ao desceram às águas do baptismo.
E quando esta forma de obediência e identificação com Cristo são realizados na Terra de Israel, em pleno Rio Jordão, parece que a emoção é ainda maior...
Assim aconteceu com as duas irmãs da nossa excursão que ontem mesmo desceram às águas do baptismo, uma delas portuguesa e outra brasileira. Que alegria vermos uma irmã já com 81 anos de idade realizar finalmente o seu sonho que tantas vezes adiou, para poder finalmente realizá-lo em Israel!
Glória a Deus!
Shalom, Israel!

sexta-feira, agosto 12, 2011

GALILÉIA, 11 DE AGOSTO...

Este é o grupo maravilhoso que nos acompanha a Israel! 33 participantes entusiasmados e abençoados pela experiência de estarmos na Terra Santa!
Apesar de realizarmos estas viagens há precisamente 20 anos, mesmo assim o fascínio e a emoção tomam conta de nós constantemente.
Atravessar este Lago da Galiléia onde tantos milagres e manifestações do carinho de Jesus tiveram lugar é sempre uma viva lembrança daquilo que Deus ainda hoje pode fazer nas nossas vidas!
O grupo está hoje na Jordânia, e depois de uma completíssima visita à fabulosa Jerash, preparamo-nos amanhã para a visita a uma das 7 maravilhas do mundo actual: Petra.
Fique atento e que a bênção do Eterno esteja sobre a sua vida!
Shalom, Israel!

domingo, agosto 07, 2011

ISRAEL AGITA-SE EM TODO O SENTIDO: POLÍTICO, ECONÓMICO E ATÉ GEOLÓGICO...

 


                         


1 - GOVERNO DE ISRAEL AVANÇA COM "SOLUÇÕES REAIS"
Habituado a lidar com o stress - ou não fosse Israel - o governo de Jerusalém decidiu esta manhã avançar rapidamente com a formação de uma equipa composta de 15 ministros, observadores e peritos em economia para encabeçarem as negociações com os dirigentes que lideram as mega manifestações nacionais que reivindicam "justiça social". 
Esta decisão seguiu-se a uma das maiores demonstrações na história de Israel, em que cerca de 300.000 pessoas saíram às ruas para protestarem contra o aumento brutal do custo de vida em Israel.
"Temos de providenciar uma solução para o desânimo" - afirmou o primeiro-ministro Netanyahu durante a reunião desta manhã no gabinete ministerial na qual anunciou que metade dos ministros do seu governo iriam fazer parte da equipa que irá negociar com os manifestantes. E adiantou: "Não podemos ignorar as vozes que se levantam na população. Daremos soluções reais e não tratamentos cosméticos".
Segundo Netanyahu a equipa terá de "oferecer muitas ideias num curto espaço de tempo". E adiantou: "Não há muito tempo e há muito trabalho a fazer".Entre os assuntos a tratar estão, nas palavras do primeiro-ministro "propostas para uma mudança nas prioridades, de forma a aliviar o peso económico, uma mudança na taxação de impostos, um aumento da acessibilidade a serviços sociais, aumento da competividade e medidas para a implementação de planos para a habitação que já foram lançados".
Netanyahu acrescentou ainda o seguinte: "Há um grande potencial de mudança para melhor na sociedade israelita. Claro que isto depende da nossa capacidade de traduzir os sussurros dos protestos em linguagem activa. Não vai ser fácil, e não sei se existe algum precedente, mas nós temos de descobrir ou provavelmente inventar uma pedra de Rosetta que nos ajude nesta tarefa". 

2 - BOLSA DE TEL AVIV AFUNDA
Mas este não tem sido um dia fácil. Como consequência da baixa de rating dado à América, as bolsas irão obviamente afundar-se pelo mundo fora. Sendo Israel o primeiro mercado a abrir na semana - uma vez que Domingo é um dia normal de trabalho em Israel - a bolsa de Tel Aviv deu hoje sinais daquilo que irá certamente amanhã acontecer pelo mundo fora: afundou mais de 6% nesta manhã, chegando a sessão a estar parada durante algumas horas. Nas palavras de um comentador económico: "Wall Street teve uma constipação, Tel Aviv apanhou uma pneumonia".

3 - TREMOR DE TERRA ANORMAL EM ISRAEL
Um estranho e raro tremor de terra com 4,3 graus da escala de Richter atingiu esta manhã, perto do meio-dia, a costa central de Israel, tendo-se seguido outros pequenos até ao sul, incluindo Gaza. Ninguém ficou ferido.
Nas palavras dos geólogos peritos em Israel: "Não temos registo de quaisquer sismos importantes no passado".O sismo deu-se a 15 kms de profundidade e foi localizado a cerca de 60 kms a noroeste de Tel Aviv.
Será este um sinal profético? Não podemos especular. Mas que é um dia para relembrar, será concerteza...
Shalom, Israel!





sábado, agosto 06, 2011

A CAMINHO DA TERRA ESCOLHIDA POR DEUS

É já nesta segunda-feira que estarei acompanhando um grupo de 33 pessoas para mais uma maravilhosa excursão a Israel e Jordânia!
Para a maior parte dos participantes, esta é a primeira vez que verão "ao vivo e a cores" a realidade das promessas de Deus para estes "últimos dias" em forma de Terra, Nação e Povo!
Não só veremos demonstrações indubitáveis do passado glorioso e trágico daquela terra, como o presente nos despertará a atenção para o cumprimento das promessas do Eterno Deus. Humanamente falando, seria impossível o povo judeu resistir por muitos dias naquela terra, uma vez que está literalmente rodeado de inimigos por todos os lados. Menos por cima, e é esse o Maior apoio, e quem sabe, talvez o único com que Israel pode realmente contar - aquele que vem de Cima, do Poderoso e Eterno Deus!
Iremos também reflectir sobre as profecias que revelam o que muito em breve - assim cremos - irá acontecer naquela Terra.
Ontem mesmo chegou de Israel um grupo de 34 participantes da Igreja Reviver, perto de Lisboa, uma excursão também organizada por nós, e vieram completamente maravilhados por aquilo que viram e experimentaram e já com desejo de voltar! Isso aliás é comum à maioria dos que visitam Israel pela primeira vez: um desejo intenso de voltar. Aquela Terra é única, tem a mão de Deus, daí a atracção de todo o crente em ali voltar.
Esperamos para 2012 realizar pelo menos uma ou mais excursões a Israel, mais ou menos para a mesma época, pelo que pode já começar a programar a sua vida para nos acompanhar nesse evento que poderá mudar a sua vida!
Por coincidência, estaremos viajando num dia de grande tristeza para o povo judeu, o nono dia do mês de Av, o Tshá b'Av - Dia da Queda do Templo - que lembra o dia em que os 2 Templos foram destruídos. É um dia marcado por tragédias no povo judeu, pelo menos 5 calamidades, que levam os judeus do mundo inteiro a jejuarem nesse dia: o relato negativo dos espias que vieram da Terra Prometida e que encheram o povo de tristeza e choro; o dia em que os babilónios arrasaram o Templo de Salomão; o dia em que o segundo Templo foi também destruído, no ano 70 d.C. Segundo o Talmude, as chamas irromperam no Templo no dia 9 de Av e destruiram tudo até ao dia 10 de Av. Nesse mesmo dia, poucos anos depois, deu-se a matança dos milhares de seguidores de Bar Khoba e do rabi Akiva que se tinham revoltado contra os romanos.
Mas outros acontecimentos trágicos tiveram lugar neste dia, como o decreto que deu início às Cruzadas, em 1095, o édito do rei Eduardo I da Inglaterra para a expulsão de todos os judeus, em 1290, o Decreto de Alhambra, em Espanha, em 1492, para a expulsão de todos os judeus; o início da 1ª Guerra Mundial, em 1914, e foi também neste dia trágico que em 1942 tiveram início no campo de extermínio de Treblinka as primeiras mortes de judeus, debaixo das ordens de Hitler.
Mas nós não nos prendemos a efemérides tristes, pelo que vamos em fé e confiança visitar o maior milagre de Deus na História recente. E Deus certamente nos abençoará.
Pois ir e abençoar Israel não é uma opção: é um dever de todo o verdadeiro crente que tem entendimento espiritual, e que por isso se declara ligado à oliveira genuína, que é Israel!
Shalom, Israel!



quinta-feira, agosto 04, 2011

ISRAEL LIBERTA 770 PRESOS PALESTINIANOS, INCLUINDO O EX-LÍDER ESPIRITUAL DO HAMAS

O antigo líder espiritual do Hamas na Margem Ocidental foi hoje liberto da sua prisão israelita, juntamente com outros 770 presos palestinianos. O líder do Hamas promete agora promover a unidade palestiniana e continuar a "luta contra a ocupação".
Após seis anos numa prisão israelita, Hassan Yousef - um dos principais líderes espirituais do Hamas na Margem Ocidental - foi hoje liberto pelas autoridades de Israel.
Yousef foi liberto juntamente com outros 200 presos palestinianos que cumpriram a totalidade da pena. Outros 570 presos por crimes não ligados ao terrorismo foram também libertos.
A libertação de Yousef deveria ter sido concretizada há seis semanas atrás, mas a estrutura da defesa israelita decidiu mantê-lo sob detenção administrativa. Assim que saiu da prisão de Ofer, Yousef apelou a todas as facções israelitas para que se unissem contra Israel.
Yousef afirmou ser sua intenção juntar-se aos esforços de reconciliação entre a Fatah e o Hamas e vincou que Israel declarou guerra não só contra os líderes do Hamas, membros do parlamento e operacionais no terreno, mas contra toda a nação palestiniana. Segundo Yousef, o Hamas irá continuar a sua luta até que a nação palestiniana seja "liberta da ocupação israelita".
Yousef é considerado como um dos fundadores do Hamas e durante a Intifada Al-Aqsa serviu como um dos líderes da organização terrorista na Margem Ocidental. Yousef é famoso em Israel por causa do seu filho Mosab Hassan Yousef, considerado o mais importante informador do Hamas para Israel durante a segunda intifada. Mosab Yousef é o autor do livro "Filho do Hamas", disponível em português.
A Autoridade Palestiniana não ficou impressionada com a libertação de Yousef. Uma fonte senior palestiana contou a um órgão de comunicação israelita que a libertação terá pouco efeito na já debilitada estrutura do Hamas na Margem ocidental.
"Já passou muito tempo desde que Yousef tinha alguma espécie de influência no povo, e não só ele. Toda a liderança do Hamas na Margem ocidental tem pouca influência no terreno".
Esperamos que esse terrorista tenha aprendido a lição durante o seu "estágio" na prisão israelita, que certamente não será nenhum hotel de 5 estrelas. É que se não a tiver aprendido, ainda está a tempo de voltar "à escola"...
Será este gesto de boa vontade por parte de Israel a "moeda de troca" para a tão esperada e desejada libertação do soldado Gilad Schalit?
Shalom, Israel!







terça-feira, agosto 02, 2011

OS AVISOS DE DEUS À AMÉRICA



Apesar de ter conseguido passar o projecto para aumentar o tecto da colossal dívida pública norte-americana, o governo de Hussein Obama não pode lançar foguetes ao ar, uma vez que o endividamento da nação mais poderosa do mundo é praticamente incurável, e a economia norte-americana caminha por caminhos bastante sinuosos e arriscados.
Não nos compete julgar, pois vivemos num país já considerado "lixo" pelas famigeradas agências americanas de rating. Estamos contudo certos que as posições de falsa amizade de Obama e Hillary Clinton em relação a Israel, querendo "forçar" Israel a dividir a Terra com os palestinianos, num pretenso "acordo de paz" pagam-se caras, e, como sempre aconteceu na História, é o povo quem mais sofre e paga pelas decisões erradas dos seus governantes.
O governo americano tem andado a provocar Deus, e isso paga-se caro.
Mas o pior poderá estar para vir, não só para a América mas para uma boa parte do mundo, especialmente a Europa. Quando em Setembro próximo a proposta for votada na ONU a favor ou não do reconhecimento de um estado palestiniano, o mundo irá dividir-se em 2 partes. Acreditamos que depois de Setembro deste ano de 2011 o mundo não será mais o mesmo. Por coincidência, exactamente 10 anos depois do massacre do "11 de Setembro" perpretado pelos radicais islâmicos, o mundo prepara-se para ceder aos grupos terroristas que ambicionam acabar com Israel e com o povo judeu.
Mas parece que poucos estão atentos, e menos ainda os que dão atenção a estes sinais claros de que o fim está próximo.
A maior potência do mundo e tradicionalmente a mais favorável a Israel está prestes a ter de tomar a decisão que poderá afundar ainda mais a nação, levando-a ao abismo, ou então escolher pela justiça e verdade, e proteger a nação que Deus estabeleceu para Sua glória e como sinal da veracidade e fidelidade das Suas promessas.
As nuvens que se aproximam em Setembro são bastante escuras e preocupantes. Logo uma semana após a assembleia geral da ONU, realizar-se-á a diabólica conferência "Durban III", cujo objectivo é acusar os sionistas de serem racistas.
A primeira conferência de Durban teve lugar em 2001. É importante não esquecermos que durante a conferência os palestinianos andaram a distribuir exemplares do livro diabólico e anti-semita "Os Protocolos dos Sábios de Sião" a todos os delegados da conferência. Essa foi a conferência patrocinada pela ONU mais anti-semita alguma vez realizada contra Israel.
E...veja-se: a conferência terminou exactamente no dia 8 de Setembro de 2001...e 3 dias depois o coração da América era atacado pelo Islamismo radical! Coincidência? Claro que não! Para quem entende de questões espirituais, e entende que se trata de uma terrível guerra espiritual, isto tem a ver com o preço a pagar pelas más decisões feitas pelos governantes. Quase sempre contra Israel...
A Palavra de Deus é bem clara: Deus promete amaldiçoar a nação que se volte contra Israel. Já no passado o presidente Bill Clinton caiu em desgraça pessoal logo que tentou obrigar os israelitas a dividir a Terra e entregar o Monte do Templo à soberania islâmica radical. Hussein Obama tenta agora retomar o filme, e isto se teimar em reconhecer formalmente um estado palestiniano na ONU, em Setembro próximo, a poucos dias do 10º aniversário da tragédia do "11 de Setembro". Será que ele não aprendeu nada com a História?
E é porque amamos a América e o seu povo que devemos orar para que a tragédia não caia sobre aquela nação a quem a Europa tanto deve. Oremos para que Obama tenha bom senso e o temor de Deus para não permitir que o seu país aprove a idéia de um estado palestiniano.
Esta agonia económica que a América tem estado a atravessar não é mera coincidência. Por isso mesmo, esta grande nação necessita urgentemente da intervenção divina, e isso certamente em resposta ao seu posicionamento favorável em relação a Israel e ao povo judeu. Génesis 12:3. 
Shalom, América! Shalom, Israel!

segunda-feira, agosto 01, 2011

NEM TUDO É FÁCIL EM ISRAEL...



A subida do custo de vida em Israel está a fazer com que o povo se manifeste nas ruas, tendo cerca de 150.000 israelitas enchido várias ruas e praças do país no passado Sábado.
A maior demonstração teve lugar em Tel Aviv, onde 60 mil pessoas ocuparam as ruas exigindo que o governo faça algo sobre o disparo nos preços das habitações, os preços do gás que se encontram fora de controle e os altíssimos custos com a educação.

Manifestações em que participaram milhares também tiveram lugar em Jerusalém, Haifa, Kiryat Shmona, Bersheva, Ashkelon, Ashdod, Modiin e Nazaré.
Embora o custo geral de vida em Israel esteja semelhante ao da América e Europa, os israelitas ganham em média cerca de metade daquilo que os americanos e a maioria dos europeus ganham, e às vezes muito menos. Claro que Portugal não entra nesta comparação, pois os salários em Portugal são ainda mais baixos que em Israel...
Os manifestantes estão exigindo aquilo que eles denominam como "justiça social". Entre as exigências estão estas:
1 - que algo seja feito para baixar os astronómicos preços das habitações (no centro de Israel os aumentos são desde há vários anos de cerca de 20% ao ano!)
2 - que a educação pública seja gratuita logo a partir do primeiro ano (a maior parte das mães israelitas são forçadas a trabalhar, mas têm de gastar a maior parte do salário nos cuidados diários, nada baratos).
3 - que os preços dos alimentos básicos sejam mantidos sob controle, tal como os preços dos combustíveis.
4 - que os trabalhadores nas áreas sociais, os polícias, bombeiros, médicos, enfermeiros e outros servidores públicos recebam melhores salários (muitos recebem actualmente um pouco mais que o salário mínimo).
O primeiro-ministro já admitiu que há uma crise com o custo de vida em Israel e por isso já pôs em acção reformas relacionadas com as terras que podem fazer baixar os preços das habitações.
No próprio Sábado das manifestações o gabinete de Netanyahu informou que está a trabalhar fora de horas, de forma a criar iniciativas que possam fazer baixar as taxas e cortar os custos com a gasolina e energia.
Mas o movimento pela "justiça social" está altamente politizado, e os seus líderes insistem que não descansarão enquanto o governo de Netanyahu não cair...
Os comentadores têm notado que os líderes dos protestos parecem esquecer que os governos de esquerda que precederam o de Netanyahu fizeram ainda menos para resolver estes problemas...
Com a esquerda é sempre assim. Muita falha de memória...
Netanyahu tem um verão "muito quente" à sua frente: como se já não bastassem os problemas a Norte, com a instabilidade na Síria, a presença ameaçadora do Hezbollah no Líbano, a crescente ameaça nuclear do Irão a leste, a contínua e perigosa instabilidade a sul com o crescimento do islamismo radical no Egipto, a proposta de legalização de um estado palestiniano em Setembro, enfim, agora vêm os problemas internos, talvez tanto ou mais complicados de resolver como os outros. 
Só Deus sabe como vai acabar este verão, mas que não vai ser fácil, certamente não será. Netanyahu e Israel precisam das nossas orações.
Shalom, Israel!