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terça-feira, julho 30, 2024

ISRAEL QUER EXPULSÃO DA TURQUIA DA NATO/OTAN


Segundo um comunicado oficial divulgado ontem à noite, o ministro israelita dos Negócios Estrangeiros Israel Katz deu instruções aos diplomatas do seu ministério para "dialogarem urgentemente com todos os membros da NATO (OTAN), apelando à condenação da Turquia e exigindo a sua expulsão da aliança regional."

Este pedido tem a ver com a provocação feita no Domingo pelo cruel ditador muçulmano Recep Erdogan, presidente da Turquia, incitando à invasão turca de Israel para terminar com o conflito palestiniano, desde que tenha mais armamento ao seu dispor.

"Temos de ser muito fortes, porque assim Israel não conseguirá fazer a confusão que faz na Palestina" - vociferou o tirano aliado do Hamas, acrescentando: "Tal como entramos em Karabakh, tal como entramos na Líbia, faremos o mesmo com eles. Nada há que o impeça. Só temos de ser fortes. Podemos dar depois esses passos? Iremos dá-los" - afirmou o presidente turco. 

Katz argumentou que a Turquia violou os princípios fundamentais da Organização do Tratado Atlântico Norte (NATO), "ao ameaçar invadir um país ocidental democrático sem provocação."

"Erdogan está a seguir os passos de Saddam Hussein (antigo presidente ditador do Iraque), e a ameaçar atacar Israel. Ele devia lembrar-se do que aconteceu lá, e como é que acabou" - recordou o ministro israelita, referindo ainda que a Turquia alberga o quartel-general do grupo terrorista Hamas, que controla a Faixa de Gaza e que massacrou Israel no dia 7 de Outubro passado. 

"A Turquia tornou-se um membro do eixo do mal iraniano, juntamente com o Hamas, o Hezbollah, e os houthis no Iémen" - afirmou Katz. 

A Turquia é país membro da NATO desde 1952, e não considera o Hamas como organização terrorista, tendo durante anos acolhido em exílio alguns dos seus principais líderes. 


UMA SÚBITA E INESPERADA MUDANÇA DE POSIÇÃO

O mais irónico em tudo isto, é que a Turquia era até ao 7 de Outubro um país aliado de Israel, e um dos seus principais parceiros comerciais no Médio Oriente... A Turquia rompeu as relações diplomáticas a partir do início do conflito em Gaza, tendo no passado mês de Abril imposto restrições às suas exportações para Israel. Actualmente, o país vive numa grande crise económica, com uma elevadíssima inflação, altos níveis de desemprego e muita insatisfação por parte do povo. 

E como se não bastasse a delirante provocação do cruel tirano turco, o ministério turco dos Negócios Estrangeiros voltou a comparar Netanyahu com Hitler, acrescentando que terá o mesmo fim do ditador nazi. De facto, as atitudes e ódio antissemita de Erdogan tornam-no num candidato muito mais próximo de Hitler do que Netanyahu...


"ERDOGAN ESTÁ MALUCO"

O líder holandês da direita Geert Wilders afirmou também que a Turquia deveria ser expulsa da NATO por causa da ameaça de invadir Israel feita pelo presidente turco, que ele classificou como "maluco."

"O islamofascista Erdogan ameaça invadir Israel. Este tipo está completamente maluco. A Turquia devia ser expulsa da NATO."

Wilders e o seu partido de direita que conquistaram 23% dos votos nas últimas eleições de Novembro, é um acérrimo defensor de Israel, afirmou há tempo e com razão que a Jordânia é um estado palestiniano, pelo que bastaria mudar o nome, e é um opositor da imigração no seu país, especialmente a islâmica. 


EZEQUIEL 38 EM PROCESSO DE ALINHAMENTO

Para os estudiosos das profecias bíblicas, este súbito alinhamento da Turquia com os inimigos de Israel, especialmente com o Irão e a Rússia, é mais um passo para o alinhamento anunciado dos oito povos que, sob o comando de Gog invadirão Israel nos "últimos dias." Quatro dessas oito nações antigas situam-se actualmente em território turco, pelo que quem estiver mais atento e com a sua Bíblia aberta perceberá que nada disto acontece por acaso... O ditador Erdogan, ou alguém da sua laia é mais uma peça que Deus está colocando no lugar certo para que a Sua Palavra se cumpra neste dias vindouros. 

A guerra provocada pelo 7 de Outubro e até mesmo a invasão russa da Ucrânia mudaram subitamente o mapa profético de toda aquela região, permitindo que todas as peças ocupem as suas respectivas posições para avançarem na direcção da invasão de Israel, estando longe de perceber que Deus ali os espera para acertar as devidas contas com esses cruéis inimigos de Israel e do seu povo. Tudo se encaminha para esse desfecho final daqueles que dividiram a Terra do Senhor e espalharam o Seu povo pelos 4 cantos da terra. É só uma questão de tempo, e está mais próximo do que imaginamos...

Shalom, Israel!

sábado, janeiro 30, 2021

CONSOLIDAÇÃO PROFÉTICA DO EIXO TURQUIA - IRÃO - RÚSSIA

O governo turco tem nestes últimos anos liderado uma aproximação estreita entre a Rússia, o Irão e a Turquia. Em oposição aos planos dos EUA contra o Irão, o governo turco tem vindo a aproveitar-se dessas tensões para trabalhar em proximidade com o Irão contra os interesses norte-americanos no Médio Oriente. O mais recente avanço nessa direcção foi a recepção de ontem do ministro das Relações Exteriores iraniano Javad Zarif na capital turca Ancara. 

Essa reunião demonstrou que o recente avanço turco no Azerbaijão para combater os arménios no Cáucaso dará azo a uma maior cooperação na região entre Ancara, Moscovo e Teerão, aprofundando a sua influência na região, tal como na Síria e na Líbia. De facto, apesar da ilusória "amizade" com a administração Trump, a verdade é que o governo de Erdogan tem revelado estar a libertar-se pouco a pouco da NATO para cair nos braços de Teerão e de Moscovo, num claro sinal de desejo de partilha da região do Médio Oriente, pondo os EUA e a União Europeia cada vez mais do lado de fora.

A Turquia tem usado de duplicidade, por um lado parecendo querer aproximar-se de Israel, mas por outro lado acolhendo e estendendo um tapete vermelho ao Hamas, um dos piores grupos terroristas islâmicos inimigos de Israel. A Turquia torna-se assim, juntamente com o Irão, parceira estratégica do Hamas. Esta visita de ontem do ministro iraniano à Turquia só comprova essa realidade.

Os media turcos e iranianos, ambos controlados e pró-governo têm vindo a aplaudir esta aproximação entre os dois países. Apesar de tentar convencer a administração Trump que era um bastião contra o Irão e a Rússia, a verdade é que a Turquia apoia o programa nuclear iraniano, opondo-se assim às medidas duras estabelecidas pelo ex-presidente norte-americano. 

O ministro iraniano afirmou ontem em Ancara que tanto o Irão como a Turquia têm um aposição comum de que a estabilidade será restabelecida na região unicamente por meio de "sinergias." Segundo a imprensa local, as conversações do ministro iraniano em Ancara foram "frutíferas, construtivas e amistosas."

A Turquia e a Rússia estão também abrindo um centro de coordenação em Karabath, a região arménia que os turcos ajudaram a "libertar" para o Azerbaijão. Isso comprova que os dois países irão trabalhar em proximidade em Idlib, na Síria, na Líbia e no Azerbaijão. A Turquia comprou à Rússia sistemas de defesa anti-aérea S-400 e está-se a aproximar cada vez mais de Moscovo e de Teerão para contratos chave. Os media turcos também aplaudiram a "Rota da Seda de Ferro", uma nova linha férrea até Baku e Rússia, que transportará bens para aqueles países. A Turquia está também exportando bens para a China. Esta é a primeira vez na História que bens turcos são transportados para a Rússia por via férrea. As previsões são que se estabeleçam fortes ligações e alianças entre a Turquia, a Rússia, a China e o Irão. A Turquia e a Rússia têm andado a partilhar a Líbia, a Síria e o Cáucaso. O Irão e a Turquia não se ficarão certamente por aí...

Quem conhece as profecias bíblicas não é apanhado de surpresa com estas notícias. Duas das nações que nos últimos dias farão parte da coligação que invadirá Israel são exactamente a Turquia (Togarma) e o Irão (a antiga Pérsia). Ainda que a Rússia não esteja mencionada nas profecias, a verdade é que o príncipe Gogue que encabeçará esta coligação virá da região de Magogue, a qual, segundo Flávio Josefo, estaria situada a Norte do Mar Negro, abarcando a actual Ucrânia e até mesmo o Sul da Rússia...

Shalom, Israel!

sábado, janeiro 25, 2020

TURQUIA PLANEIA RESTABELECER O CALIFADO ISLÂMICO COM JERUSALÉM COMO CAPITAL

A Turquia é uma das nações actuais que ainda desempenhará um importante papel no desenrolar das profecias bíblicas. Até há bem pouco tempo um país amigo de Israel, recebendo anualmente milhares de turistas judeus nas suas belas praias e resorts, a Turquia do muçulmano Erdogan tem-se tornado cada vez mais uma preocupação para toda a região do Médio Oriente.
Competindo pelo controle territorial com o Irão, a Turquia anseia restabelecer o seu antigo califado islâmico, do qual ainda se orgulha, não olhando a meios para tentar alcançar os seus fins.

CONQUISTA DA LÍBIA
Enquanto o mundo tinha a sua atenção voltada para o recente conflito entre os EUA e o Irão, a Turquia enviava 2.400 soldados para a capital líbia Tripoli, encontrando-se ainda outros 1.700 em fase de treinamento na Turquia. Sabe-se que a Turquia planeia enviar ainda mais 6.000 militares para território líbio.
O regime ditatorial turco apoia a facção líbia "GAN" (Governo de Acordo Nacional) na sua luta contra o "Exército Nacional Líbio", apoiado pela Rússia. O GAN é apoiado pelo Egipto e pela Arábia Saudita. Recebe também apoio aéreo da União dos Emirados Árabes.
A Turquia está a oferecer um salário mensal de 2 mil dólares a cada militar enviado para a Líbia, uma clara evidência do interesse que o actual presidente turco, o cruel ditador Recep Tayyip Erdogan, tem em projectar-se como o novo califa, ou seja, o líder de uma nação islâmica global. O grito de guerra dos soldados turcos enviados para a Líbia é: "Nossas almas ofereceremos ao califado otomano."

CALIFADO OTOMANO
O Califado Otomano, conhecido no Ocidente como Império Turco Otomano, foi fundado no século 13, tendo chegado a controlar durante vários séculos partes da Europa Oriental, Ásia Ocidental e Norte da África. O império otomano caiu depois da 1ª Guerra Mundial, quando foi dividido pelas forças dos Aliados, e o 101º e último califa, o sultão Abdulmecid II foi deposto e expulso.
Após a sua expulsão da Turquia, o califa manteve uma estreita ligação por correspondência com o Mufti de Jerusalém, Haj Amin el-Husseini, fundador do nacionalismo palestiniano, tornando-se mais tarde num amigo íntimo de Adolfo Hitler e um defensor do Holocausto.
O império otomano era um califado sunita que exerceu um poder homogéneo de controle islâmico sobre as populações não muçulmanas, especialmente sobre as de maioria cristã e católica. Os cristãos tinham muitas restrições de culto, e ainda outras de foro social, levando a que muitos judeus e cristãos se "convertessem" ao islamismo, afim de não perderem o seu estatuto social.

ERDOGAN: PRETENSÕES A CALIFA
Os receios sobre as pretensões do actual presidente Erdogan e, se tornar o novo califa otomano concretizaram-se logo após a sua eleição, e muito especialmente após a tentativa de golpe de estado em 2016, quando o presidente turco usou os militares contra a população, prendendo centenas de dissidentes.
Mas as aspirações do ditador turco não se ficam pelo seu país: os seus olhos estão postos em Israel, mais especificamente em Jerusalém. Numa cimeira da "Organização da Cooperação Islâmica" realizada no ano passado em Istambul, Erdogan apelou aos 57 países muçulmanos ali representados para que se unissem contra Israel, para vingar a morte de palestinianos mortos durante os conflitos com Gaza.

"BANDEIRA ISLÂMICA SOBRE JERUSALÉM"
Num discurso proferido em 2015 para comemorar os 562 anos da tomada de Constantinopla (Istambul) aos cristãos europeus pelos turcos, Erdogan aproveitou o ensejo par apelar aos muçulmanos para conquistarem Jerusalém:
"A conquista é Meca, a conquista é Saladino, é desfraldar de novo a bandeira islâmica sobre Jerusalém; conquista é a herança de Maomé II, conquista significa forçar a Turquia a ficar outra vez de pé."

"JERUSALÉM SERÁ LIBERTADA"
O apoio de Erdogan aos palestinianos tem surtido o seu efeito prático. Num grande ajuntamento de muçulmanos no Monte do Templo, Jerusalém, há alguns dias atrás, para a comemoração da conquista de Constantinopla, em 1453 d.C., Nidhal "Abu Ibrahim" Siam, um pregador palestiniano, dirigiu-se a uma multidão de 7.000 indivíduos ali presentes, afirmando que em breve estariam a ser cumpridas 3 profecias: seria estabelecido um califado dirigido com justiça, Jerusalém seria libertada e estabelecida como capital do califado, e o islão lançaria ao chão os seus inimigos, conseguindo assim o domínio mundial.   
Este ajuntamento foi organizado por Hizb ut-Tahrir, uma organização internacional pan-islâmica dedicada ao estabelecimento de um califado global. Esta organização perversa foi fundada em 1953, em Jerusalém, mas foi banida em muitos países.

AMIGO DO HAMAS
Sabe-se que Erdogan é amigo e apoiante do Hamas, permitindo que esta organização terrorista funcione a partir de território turco. 

INTERESSE NA LÍBIA
Esta recente incursão turca na Líbia revela uma agenda até agora secreta, tendo a ver com a tentativa de domínio turco sobre a zona marítima do Mediterrâneo Oriental. Para além da situação estratégica desta região, ela também é detentora de gigantescos depósitos de gás natural, colocando a Turquia em rota de colisão com outro novo fornecedor desta preciosa energia: Israel.
Todo este interesse na Líbia tem naturalmente a ver com o gás natural, uma vez que este acordo comercial firmado entre a Turquia e a Líbia passou por cima da Síria, do Líbano, de Israel, e do Egipto. Eles querem fazer crer que todo o gás natural do Mediterrâneo pertence unicamente à Líbia e à Turquia. 

EM ROTA DE COLISÃO COM ISRAEL
Toda esta negociata turca coloca Israel em rota de colisão com a Turquia, uma vez que Israel está a suprir gás natural para a Europa, levando a que a Turquia entre também em conflito com a Europa.
E é óbvio, a forma de manter os interesses comerciais turcos seguros na Líbia é assegurar que a facção dominante naquele país possa manter-se no governo.
São eventualmente interesses comerciais, mas sem ignorar a questão religiosa. Nas palavras do Dr. Mordechai Kedar, professor emérito no Departamento Árabe na Universidade Bar-Illan, em Israel, "O estabelecimento de um califado é certamente uma parte grande da agenda de Erdogan, mas para que tal se concretize, ele precisa de dinheiro e de poder. Apoderar-se do gás do Mediterrâneo é tudo quanto ele precisa."

Para além destas conclusões políticas, há que ter em conta que tanto a Turquia (Togarma) como a Líbia (Pute) fazem parte do conjunto de nações que serão atraídas à conquista de Israel, e que ali mesmo serão destruídas pelo Deus Todo Poderoso - Ezequiel 38 e 39. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, julho 05, 2019

IRÃO AMEAÇA DESTRUIR ISRAEL EM 30 MINUTOS

Num considerável alinhamento profético (Ezequiel 38 e 39), os líderes da Pérsia (actual Irão) nutrem um cada vez maior ódio comum em relação ao estado judaico, que consideram ser um "tumor maligno" a extirpar do Médio Oriente, aproximando-se sem se aperceberem disso da realidade revelada pelos profetas bíblicos.
As actuais tensões entre os Estados Unidos e o Irão, com as contínuas ameaças de parte a parte, o ultrapassar do limite do enriquecimento do urânio do Irão, possibilitando o fabrico de armas nucleares, os sistemáticos ataques da aviação israelita a posições militares iranianas na vizinha Síria, têm levado o Irão a procurar cada vez mais apoio na Rússia (Magogue ?) e na vizinha Turquia (Togarma bíblica), num preocupante mas anunciado alinhamento com as profecias reveladas por Ezequiel há mais de 2.500 anos, mas mais próximas do que nunca da realidade. 


A própria Turquia, revelando inegáveis pretensões ao domínio político naquela região conturbada do Médio Oriente, está prestes a receber dos russos um moderníssimo sistema de defesa anti-aéreo S-400, anunciando ainda para Agosto uma cimeira trilateral entre a Rússia, o Irão e a Turquia.

DESTRUIÇÃO TOTAL DE ISRAEL EM 30 MINUTOS
Nestes últimos dias, um destacado líder iraniano voltou a ameaçar Israel, tendo no entanto "actualizado" a duração de tal pretensão, dos anteriores 7 minutos, para 30 minutos, o suficiente - no entender dele - para a aniquilação total de Israel.

MOJTABA ZOLNOUR
O responsável iraniano pela Segurança Nacional do parlamento do Irão e Comissário para as Relações Exteriores, Mojtaba Zolnour, prometeu na passada Segunda-Feira arrasar Israel caso os Estados Unidos atacassem o seu país: "Se os EUA nos atacarem, Israel terá apenas meia hora de duração."
Já em 2017 este lunático havia ameaçado os EUA, mas desta vez passou a incluir Israel, aumentando no entanto o tempo de destruição total, dos 7 para os 30 minutos...
Segundo ele, a quinta frota dos EUA "está toda dentro do alcance dos sistemas de mísseis iranianos, e será toda arrasada por completo caso o inimigo cometa algum erro" - ameaçou Zolnour, acrescentando: "E bastam 7 minutos para o míssil iraniano atingir Tel Aviv."
O Irão está a mais de 1.500 quilómetros de Israel. Os mísseis balísticos intercontinentais voam a uma velocidade de cerca de 5 quilómetros por segundo. Baseados nesses cálculos, um ICBM (míssil) equipado com uma ogiva nuclear disparado do Irão chegaria a Israel entre 5 a 7 minutos após ser disparado. Assim sendo, a ameaça do líder iraniano torna-se tecnicamente viável e realista. Claro que tal só aconteceria se Israel não fizesse uso das suas formidáveis capacidades de defesa anti-míssil.

GUERRA DE GOGUE E MAGOGUE?
Não podemos correr para especulações ou deduções fáceis, mas a verdade é que "onde há fumo há fogo", e as profecias bíblicas de há mais de 2.500 anos mencionadas em Ezequiel 37 e 38 nunca tiveram uma proximidade tão grande e clara com a realidade como nestes últimos anos. Há 40 anos, pouco antes da revolução iraniana que levou à deposição do xá da Pérsia e ao surgimento da revolução islâmica dos ayatollahs, ninguém conceberia um quadro destes, uma vez que a Pérsia era então um país muito próximo do Ocidente e nada interessado em ameaçar Israel. 40 anos na profecia bíblica é um momento, e daqui em diante as últimas peças vão ocupando os seus lugares estratégicos em preparação à grande invasão de Israel.
Sabemos pelas profecias que os inimigos serão dizimados completamente no vale de Jezreel, sendo a sua destruição extremamente rápida, dando a perceber a possível utilização de armas nucleares. 
"Rugirão as nações, como rugem as muitas águas, mas Deus as repreenderá, e fugirão para longe; serão afugentadas como a palha dos montes diante do vento, e como pó levado pelo tufão. Ao anoitecer eis que há pavor, e antes que amanheça o dia, já não existem. Este é o quinhão daqueles que nos despojam, e a sorte daqueles que nos saqueiam" - Livro do profeta Isaías 17:13 e 14.
O Livro do profeta Zacarias (14:12) apresenta uma perspectiva sobre essas grandes batalhas finais contra Israel que aludem às possibilidades de uma guerra nuclear:
"Esta será a praga com que o Senhor ferirá a todos os povos que guerrearem contra Jerusalém: a sua carne se apodrecerá estando eles de pé, apodrecer-lhes-ao os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na boca."

"UM TERÇO MORRERÁ"
Uma tradição de Vilna Gaon (uma proeminente autoridade na Torá do século 18) ensina que a guerra de Gogue e Magogue terá uma duração de 12 minutos. Segundo uma interpretação do século 20, "morrerá um terço da humanidade, um terço sofrerá pragas, e um terço sobreviverá."
Esta profecia de uma guerra de 12 minutos é impressionante, uma vez que foi escrita séculos antes da invenção das armas nucleares. Naquela altura era totalmente inconcebível uma guerra tão rápida e fulminante, pois os conflitos convencionais arrastavam-se por meses ou até anos. 
Na opinião do rabi Pinchas Winston, "o tipo de guerra que estamos abordando é um conflito multinacional de proporções extremas, no Médio Oriente, com o foco em Israel. Isto preenche claramente os requisitos de Gog e Magog, significando que poderá ser essa a guerra que precede a chegada do Messias. Porém, reconhecê-la-emos como a guerra de Gog e Magog pelos seus aspectos sem precedentes e inesperados. Tal como é, tudo se move muito mais rapidamente agora. Uma guerra de grande escala será desumanamente rápida."

ISRAEL PREPARA-SE
Face às crescentes ameaças do Irão, Israel não tem outra alternativa senão preparar-se militarmente para um eventual confronto.
Num fórum internacional sobre segurança recentemente realizado, o ministro israelita Yisrael Katz afirmou: "Deve ser levado em conta que cálculos errados por parte do regime iraniano...poderão ser responsáveis por uma mudança da 'zona cinzenta' para a 'zona vermelha' - ou seja: uma confrontação militar."
"Temos de estar preparados para tal, e assim, o estado de Israel continua a dedicar-se a fortalecer o seu poderio militar para a eventualidade de ter de responder a cenários de escalar da situação."

Shalom, Israel!


sábado, julho 16, 2016

GOLPE MILITAR FALHADO NA TURQUIA REFORÇA PODER ISLÂMICO NO PAÍS

Era tudo o que ele queria. Segundo as suas próprias palavras, o presidente ditador turco Erdogan, a tentativa de golpe de estado "foi uma bênção de Alá, porque vai permitir fazer uma purga entre os militares."
Sabe-se que o presidente muçulmano tem andado a expurgar dos comandos militares e políticos todos aqueles que tentam conduzir a Turquia de volta à laicidade republicana, segundo os princípios estabelecidos pelo herói Atakurk.
Com sede de mais poder e comandando o enorme estado turco com mão autoritária, esta tentativa de golpe de estado era tudo o que Erdogan precisava para agir com mais dureza, impondo as leis islâmicas num país que se queria como membro das nações ocidentais da Europa dos 27. Há até quem defenda que este golpe terá sido orquestrado pelo próprio presidente.
O golpe militar que deixou a noite passada o mundo literalmente parado, não conseguiu resistir mais do que 6 horas, deixando mesmo assim um rasto de 161 mortos, 1.440 feridos e 2.893 militares detidos, a quem Erdogan promete que irão pagar "um preço elevado."
Fazendo uso das redes sociais que ele próprio tem andado a bloquear, o presidente turco convocou a população para vir para as ruas e fazer oposição à insurreição, contrariando as ordens dos militares golpistas para que a população não saísse de casa. 

ISRAEL "RESPEITA O PROCESSO DEMOCRÁTICO EM CURSO NA TURQUIA"
Cauteloso como tantos outros países durante as 6 horas de suspense que a insurreição durou, Israel, através do seu ministério dos Negócios Estrangeiros, declarou "respeitar o processo democrático em curso" na Turquia.
O comunicado acrescentou ainda o desejo de que o recente processo de reconciliação entre os dois países possa prosseguir com toda a normalidade. 

Shalom, Israel!

terça-feira, setembro 06, 2011

TURQUIA CORTA TODAS AS RELAÇÕES COMERCIAIS COM ISRAEL E AMEAÇA CHIPRE

Mostrando a sua face de anti-semita e de verdadeiro tirano, o primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan agitou esta manhã ainda mais as já turbulentas águas do Médio Oriente, ao cortar todos os laços comerciais com Israel, chegando ainda ao ponto de ameaçar atacar Chipre se esta nação independente permitir que a empresa petrolífera Nobel ali faça perfurações para pesquisa de gás natural. O empresário israelita Yitzchak Tshuva tem alvará para explorar algum daquele gás.
Ignorando os apelos feitos pelos Estados Unidos para acalmar depois que um relatório das Nações Unidas confirmou que o bloqueio naval israelita à Faixa de Gaza é legal, o tirano turco - que como se sabe anseia pelo domínio de todo o Médio Oriente - avisou que enviará mais navios para patrulharem o Mar Mediterrâneo e que ainda considera uma visita a Gaza.
O turco informou que a Turquia está "suspendendo na totalidade" com Israel todos os laços comerciais e os relacionados à indústria de defesa, dois dias depois de ter baixado ao nível terciário as relações diplomáticas com Israel.
A ameaça de atacar Chipre - conforme informação prestada pela Globes - tem a ver com o "Bloco 12", onde a empresa Nobel Energy, sediada nos EUA, planeia fazer explorações de gás natural. Está localizada a norte do campo israelita de petróleo e de gás "Leviathan", que o Hezbollah reivindica como pertencente ao Líbano.
Ambos os campos de gás são classificados como contendo enormíssimas reservas de gás, tendo o campo israelita "Leviathan" sido já classificado como a maior descoberta de gás natural do mundo nos últimos anos.
Na semana passada, Ag'mn Bag'is, o ministro turco para a União Europeia, informou que a perfuração planeada para se iniciar no dia 1 de Outubro próximo "é precisamente a razão por que os nossos navios de guerra estão na região. É para isso que construímos o nosso exército e treinamos os nossos soldados. É ilegal explorar águas que não lhes pertencem".
A Turquia invadiu Chipre em 1974 e controla mais de um terço da ilha, apesar de a comunidade internacional não lhe reconhecer a soberania.
Em Dezembro passado a Turquia ficou furiosa por causa de um acordo assinado entre Chipre e Israel que estabeleceu fronteiras para zonas exclusivas de comércio.
Será o gás natural e o petróleo que Israel tem descoberto em quantidades fabulosas o "anzol" que irá puxar os inimigos de Israel, conforme lemos em Ezequiel 38, para o ataque contra Israel? Esta ameaça da Turquia - a bíblica Togarma - parece condizer com estas predições assustadoras...
Setembro continua indubitavelmente a aquecer...
Shalom, Israel!