quarta-feira, fevereiro 19, 2014

ENCONTRO ECUMÉNICO HISTÓRICO ENTRE O PAPA CATÓLICO E O PATRIARCA ORTODOXO EM JERUSALÉM

Jerusalém irá assistir no próximo mês de Maio - 24 a 26 - a um histórico e talvez profético encontro entre os dois mais importantes líderes da Cristandade, o papa da Igreja Católica Romana, Francisco I e o patriarca da Igreja Ortodoxa, Bartolomeu de Constantinopla. 
Esse encontro terá lugar na Igreja do Santo Sepulcro, no coração da Cidade velha e visa "servir de estímulo no caminho da unidade das igrejas." Nas palavras do padre Hugo Santos ao semanário católico "Ecclesia", servirá para "renovar um entusiasmo renovado no caminho da unidade visível das Igrejas e à reflexão do tipo de primado nelas exercido". 

COMUNICADO DO PATRIARCADO ECUMÉNICO DE CONSTANTINOPLA
Hoje mesmo, o patriarcado da Igreja Cristã Ortodoxa em Constantinopla emitiu um comunicado emanado ontem do próprio patriarca - o líder supremo dos ortodoxos orientais - que passamos a transcrever:
"Com expectante alegria e um perpétuo sentido de fraternidade, ansiamos, para mais adiante neste ano, na Cidade Santa de Jerusalém o nosso encontro comemorativo com o nosso amado irmão em Cristo, Sua Santidade o Papa Francisco. Este quinquagésimo aniversário do encontro histórico entre o falecido Papa Paulo VI e o nosso sempre recordado predecessor Patriarca Atenágoras é uma oportunidade excepcional para aprofundar os laços fraternais entre Pedro e André, pois ambas as nossas Sés devem a eles os seus fundamentos. Por esta razão, seguindo nos passos do papa Paulo VI e do Patriarca Atenágoras, expressamos o nosso desejo de aprofundar as relações entre as Igrejas Católica Romana e Ortodoxa. Há dois mil anos atrás foi em Jerusalém que a Luz emanou do túmulo. Possa ser novamente em Jerusalém que a luz da paz, confiança mútua, e amor fraternal brilhe claramente, por amor das nossas duas Igrejas e do mundo inteiro." - 18 de Fevereiro de 2014.
PATRIARCA DE CONSTATINOPLA







                         "PEREGRINAÇÃO DE ORAÇÃO"
Segundo o Vaticano, esta visita de Francisco I será uma "peregrinação de oração", certamente também pela causa do ecumenismo, ou seja: unidade entre as igrejas cristãs. 
Francisco I estará visitando a chamada "Terra Santa", iniciando a sua peregrinação em Amã, na Jordânia, seguindo depois para Belém, em território sob administração da Autoridade Palestiniana, e finalmente visitará Jerusalém, capital de Israel, onde se dará este histórico encontro.

MONTE SIÃO NAS MÃOS DO VATICANO ?
Decorreram entretanto ontem negociações provadas entre representantes do governo israelita e da Santa Sé tendo em vista a entrega da administração do Monte Sião à Igreja Católica Romana, falando-se que tal cedência será feita ao Vaticano logo antes da visita do papa a Jerusalém. 
Esta possível decisão é no entanto contestada pelos judeus que num número cada vez maior visitam o túmulo do reio David, situado na base do edifício onde se encontra também o "cenáculo", que assinala o lugar da Santa Ceia e também da descida do Espírito Santo no dia de Pentecoste.
Ao termos no início deste texto usado a expressão "talvez profético encontro", referimo-nos obviamente ao imparável e crescente caminho na direcção da unidade entre as várias igrejas históricas que constituem a Cristandade e que, no nosso entender, promoverá um grande líder espiritual reconhecido e respeitado por todos, um verdadeiro "super-homem" religioso que encabeçará o mundo na direcção do engano e da submissão ao futuro falso Messias, mais conhecido como Anticristo. 
Esperemos para ver, atentos e espiritualmente preparados...
Shalom, Israel!


terça-feira, fevereiro 18, 2014

DESCOBERTAS PERTO DE JERUSALÉM RUÍNAS DE ALDEIA COM 2.300 ANOS

VISTA AÉREA DAS ESCAVAÇÕES
O Ministério das Relações Exteriores de Israel comunicou hoje aos meios de comunicação social a descoberta de uma aldeia rural habitada por cerca de 200 anos junto à "Burma Road" (descrição abaixo) , e que tem andado a ser escavada pelos arqueólogos entre Agosto de 2013 e Janeiro de 2014. 
A descoberta destas ruínas deu-se "ocasionalmente" pela "Autoridade para as Antiguidades de Israel" durante as obras de escavação para a instalação de uma conduta de gás natural que canalizará o gás até Jerusalém, como parte de um projecto nacional de distribuição de gás natural.
Esta conduta de 35 kms visa canalizar o gás desde a região costeira até à capital do país, Jerusalém.
Com esta descoberta, a entidade arqueológica e a empresa do gás concordaram em desviar o trajecto da conduta de forma a preservar estas importantes ruínas agora escavadas.

PEQUENO ALDEAMENTO RURAL
As escavações cobriram uma área de cerca de 750 metros quadrados e trouxeram á luz um pequeno aldeamento rural com algumas casas de pedra e estreitas vielas entre as mesmas. Cada um dos prédios, que certamente alojaria um núcleo familiar, consistia de várias salas e um átrio aberto. Segunda Irina Zilberbod, directora das escavações, "as salas serviam normalmente como quartos residenciais e salas para armazenamento, sendo as tarefas domésticas realizadas nos átrios abertos."
O local, cujo nome é desconhecido, está situado no topo de uma colina a 280 metros acima do nível das águas do mar, permitindo uma boa visão das imediações. 
À semelhança dos dias actuais, aqueles enormes terrenos eram utilizados para o cultivo de pomares e vinhas, que eram o ganha-pão daqueles povos naquela época.

ORIGEM: PERÍODO HELENÍSTICO
As escavações demonstraram que a povoação atingiu o auge do seu desenvolvimento durante o período helenístico (terceiro século a.C.), quando a Judéia era governada pela monarquia selêucida, logo depois de Alexandre o Grande, tendo sido abandonada no período final da dinastia dos hasmoneus.
Não se sabe por que é que a localidade foi abandonada, pensando-se no entanto que se terá devido a problemas económicos e não a algum incidente violento.
Tal como explicou o Dr. Yuval Baruch, arqueólogo de Jerusalém, "o fenómeno de aldeias e quintas abandonadas no final da dinastia hasmoneana ou durante o início do reinado de Herodes o Grande é-nos familiar em muitos outros locais na Judéia, e poderá estar relacionado com os mega-projectos de construção dirigidos por Herodes, especialmente em Jerusalém, e especificamente no Monte do Templo, causando a migração em massa de aldeões até Jerusalém, para trabalharem nestes enormes projectos."

ACHADOS VALIOSOS
As escavações desenterraram numerosos e variados achados de todos os períodos de ocupação, incluindo utensílios de basalto e calcário usados para a moagem e trituração para uso doméstico, vasos e panelas de cozinha, jarras para armazenamento de líquidos (azeite e vinho), lâmpadas de azeite para uso doméstico, e mais de 60 moedas, incluindo algumas do tempo do rei selêucida Antíoco III, e do rei hasmoneu Alexandre Janeu.

A "Burma Road - estrada de Burma" é uma estrada secundária aberta durante a Guerra da Independência de Israel, no ano 1948, como alternativa à estrada nacional que se encontrava debaixo do fogo cerrado das tropas árabes, e foi usada para o transporte de bens para a cidade sitiada de Jerusalém. Actualmente, esta estrada é utilizada para ciclismo e passeios.

Shalom, Israel!

segunda-feira, fevereiro 17, 2014

PORTUGAL VAI CONCEDER NACIONALIDADE AUTOMÁTICA AOS JUDEUS SEFARDITAS DESCENDENTES DOS QUE FORAM EXPULSOS, MORTOS OU FORÇADOS À CONVERSÃO HÁ 500 ANOS ATRÁS

PARLAMENTO PORTUGUÊS
À semelhança da recente decisão tomada pelo parlamento espanhol, o governo português prepara-se também para, ao fim de mais de 500 anos de injustiça, aprovar a cidadania automática a todos os judeus que provem ser descendentes de judeus expulsos, assassinados ou convertidos à força ao catolicismo romano, durante a época da famigerada Inquisição Católica em Portugal (século 16).
Foi o próprio Ministro do Turismo de Portugal, Adolfo Mesquita Nunes, que o afirmou publicamente na semana passada, durante a sua visita à Feira de Turismo em Tel Aviv. Segundo ele, estão a ser ajustadas as últimas alíneas da lei que aprovará a nacionalidade aos descendentes dos judeus portugueses, conhecidos como "sefarditas."
Durante a hedionda Inquisição Católica Romana do século 16, os cerca de 400.000 membros da comunidade judaica que residiam em Portugal, foram expulsos, assassinados, ou forçados à conversão ao catolicismo romano, tornando-se dessa forma involuntária "cristãos-novos." 
DR. JOSÉ RIBEIRO E CASTRO
Quem trouxe esta proposta ao Parlamento português foi o deputado do CDS, Dr. José Ribeiro e Castro, que vê esta medida como uma correcção de um erro histórico, e um acto de justiça. A sua proposta, corroborada por outra do PS, foi unanimemente aprovada pelo Parlamento em 12 de Abril passado (Lei Nº 43/2013).
Em 20 de Janeiro deste ano, Ribeiro e Castro solicitou ao governo português a regulamentação da lei, segundo diploma publicado em Julho passado mas cujo prazo já expirou em Outubro. A solicitação refere que esta é "uma questão da maior relevância."
Este projecto prevê a atribuição da nacionalidade portuguesa por naturalização aos descendentes de judeus sefarditas portugueses que demonstrem "tradição de pertença a uma comunidade sefardita de origem portuguesa, com base em requisitos objectivos comprovados de ligação a Portugal, designadamente apelidos, idioma familiar, descendência directa ou colateral."
Designam-se como "judeus sefarditas" os judeus descendentes das tradicionais comunidades judaicas da Península Ibérica (Sefarad): Portugal e Espanha.

EXPULSOS, ASSASSINADOS OU CONVERTIDOS À FORÇA PELA INQUISIÇÃO CATÓLICA ROMANA
"AUTO DE FÉ", EM LISBOA, PORTUGAL
A Inquisição Católica Portuguesa, estabelecida em 1536, julgou e torturou dezenas de milhar de judeus, executando-os ou desterrando-os para as antigas colónias portuguesas (Cabo Verde, Brasil, etc.) A expulsão em massa dos judeus portugueses deu-se no ano de 1497.
Muitos dos judeus expulsos de Portugal nesse ano eram judeus expulsos da Espanha em 1492 e que haviam encontrado refúgio temporário em Portugal através do asilo concedido pelo rei D. Manuel I.
Os judeus que permaneceram no país foram forçados à conversão ao catolicismo, embora a maioria continuasse secretamente a manter um estilo de vida judaico.

DIÁSPORA JUDAICA DESDE PORTUGAL
Muitos dos judeus conseguiram nessa altura fugir para países como Marrocos, Turquia, Holanda, Inglaterra e Itália, estando alguns deles entre os primeiros colonos europeus a chegar a Nova Iorque.



ESPANHA TOMA A INICIATIVA
Na semana passada o parlamento espanhol aprovou uma lei que em breve permitirá que qualquer judeu que prove ser descendente dos que foram expulsos ou mortos durante a Inquisição Católica possa obter nacionalidade espanhola, podendo dessa forma movimentar-se livremente dentro do espaço comunitário europeu. Esta medida arrojada, permitirá que cerca de metade dos 13 milhões de judeus espalhados pelo mundo possam reivindicar cidadania espanhola...

15 GERAÇÕES DEPOIS...
Desde há vários meses que o governo português tem andado a trabalhar nos procedimentos para a implementação da lei e no estabelecimento de critérios para a aprovação dos pedidos.
Segundo o embaixador português em Israel, Miguel de Almeida e Sousa, ele próprio também judeu, "a lei deve agora ser traduzida em procedimentos claros, de forma a permitir que as pessoas possam entregar os pedidos, os quais serão devidamente examinados caso a caso. Estamos a falar de há 15 gerações atrás."
As autoridades portuguesas têm os registos deixados pela Inquisição Católica com os nomes das famílias judaicas que escaparam ou que foram expulsas. Tal como na Espanha, a lei portuguesa não irá obrigar uma pessoa que queira a nacionalidade portuguesa a ter de viver no país. O requerente terá apenas de comprovar uma ligação a Portugal e não ter antecedentes criminais.
A comunidade judaica de Lisboa também é detentora dos registos desses dias tenebrosos: "Os nossos rabinos sabem melhor quem são os judeus, embora o problema seja determinar se as famílias são originalmente da Espanha ou de Portugal" - afirmou José Carp, presidente da comunidade judaica de Lisboa.
O rabino principal em Lisboa, Eliezer Shai Di Martino, deu as boas vindas à iniciativa e manifestou a sua esperança de que esta medida venha aumentar a reduzida comunidade judaica em Portugal, que não ultrapassa os 1.000 membros.
Finalmente, faz-se alguma justiça. Portugal será abençoado. Génesis 12:3.
Shalom, Israel!

sábado, fevereiro 15, 2014

OS "ANZÓIS" QUE ARRASTARÃO GOGUE A MAGOGUE A "TOMAR O DESPOJO" A ISRAEL

Israel tem-se tornado uma potência económica regional, não apenas devido à sua tecnologia, agricultura, ciência, capacidades militares, etc., mas graças aos recursos de gás natural recentemente descobertos em pleno mar, mais propriamente na zona marítima entre Israel e a ilha de Chipre.
Mas esta súbita riqueza natural que fará com que Israel se torne auto-suficiente em gás natural para os próximos 150 anos provoca sentimentos mistos no estado judaico: por um lado, uma justificada euforia pela riqueza natural desconhecida até há 5 anos atrás e agora uma impressionante fonte de riqueza. Mas por outro lado, uma preocupação relativa às reacções da toda poderosa Rússia, detentora e exportadora de algumas das maiores reservas de gás natural, e que agora olha para esta "competição" israelita com olhos vorazes, quem sabe até desejos de rapina.

Com Putin como presidente, a Rússia tem conhecido um crescimento económico ímpar, devido em parte à exportação do "seu" gás natural para os países do Médio Oriente e Europa. Obviamente que a Rússia não vai aceitar que agora apareça um competidor, ainda por cima alguém chamado Israel, a interferir no seu filão de gás natural, ao exportar para países vizinhos com os quais assinou acordos de paz - Egipto e Jordânia - e provavelmente até à própria Europa. Sob o título "A fortuna de Israel é o terror de Putin", o jornalista  Arthur Herman escreveu recentemente no "The New York Times": "esses campos de gás natural e de petróleo, denominados de Tamar e Leviathan, prometem a Israel um imprecedente grau de independência energética e um lucrativo mercado exportador para os seus vizinhos árabes, incluindo o Egipto e a Jordânia. E eles ameaçam desafiar o domínio do gigante energético russo Gazprom no mercado do gás natural europeu.
A empresa russa Gazprom forneceu em 2013 cerca de um quarto de todo o gás natural para a Europa, e a tendência é para um aumento da procura. No entanto, os europeus sabem que pagam demasiado caro à empresa russa - cerca de duas vezes e meia mais do que os americanos pagam pelo seu gás natural - apesar de a Gazprom produzir com custos económicos.
Eles (os europeus) também sabem que os russos não terão medo de usar as suas exportações de gás natural como forma de chantagem, tal como fizeram com a vizinha Ucrânia em 2009."

ISRAEL EXPORTADOR DE GÁS NATURAL?
As exportações do gás natural de Israel poderão logicamente ser feitas na forma de gás natural liquefeito - LNG - que será mais seguro do que utilizar condutas que os terroristas poderão atacar. Isso seriam boas notícias para os países da União Europeia, que os levariam a tornarem-se melhores parceiros económicos e políticos com Israel, e isso à custa da Rússia...
Ninguém duvida que essas são as intenções de Israel. Mas também as inquietações da Rússia...

A AMBIÇÃO RUSSA
Logo que Israel começou a explorar o seu gás natural, a empresa russa Gazprom correu imediatamente para fazer uma parceria com os israelitas, oferecendo-se para liquefazer algum do gás proveniente do campo de Tamar. Mas muitas pessoas duvidam das reais intenções da Rússia ao "ajudar" Israel a tornar-se um futuro competidor.
A verdade é que o filão de gás natural de Israel está a provocar a avidez de algumas potências. Recentemente, uma empresa australiana comprou 25% da exploração do campo Leviathan. Mas neste momento ainda não se sabe quanto do gás natural é que o governo israelita vai decidir usar para exportação, e quanto irá reservar para consumo interno.
As previsíveis exportações israelitas para os seus vizinhos árabes e até para a Autoridade Palestiniana - a empresa norte-americana "Noble", parceira de Israel na exploração do gás natural já assinou um contrato com a empresa energética palestiniana, a começar em 2017 - poderá suavizar as tensões entre Israel e os seus vizinhos árabes e palestinianos, e isto em nada agradará a uma Rússia que se habituou a lucrar com a instabilidade da região, podendo até levar a uma perda do seu domínio e influência política e económica no Médio Oriente. 
Ora, é aqui que se levanta a grande questão: como irá a toda-poderosa Rússia dirigida por um ambicioso Putin reagir face a esta ameaça económica israelita? 

NOVO FOCO DE TENSÃO INTERNACIONAL?
Já há quem se interrogue se os campos de exploração petrolífera de Israel não se tornarão num novo campo de guerra, uma vez que provocarão uma insaciável avidez aos poderes estabelecidos na região, como é o caso da Rússia...
Será coincidência a crescente concentração de forças navais naquela região do Mediterrâneo Oriental? Tanto Israel, como a Turquia, a Rússia e até o Hezbollah (pária do Irão) concentram ali a sua presença, sabendo-se que só a Turquia vai investir 1 bilião de dólares para a compra de barcos de assalto rápido. 
O conflito já é latente entre Israel e o Líbano - oficialmente em estado de guerra - provocado pela divisão de águas, uma vez que um dos campos energéticos de Israel - a base Levant - se encontra na fronteira marítima entre os 2 países.

UMA RIQUEZA FENOMENAL...
Segundo o diário "The Daily Beast", aquela área do Mediterrâneo deverá conter cerca de 122 triliões de pés cúbicos de gás natural e 1,6 biliões de barris de petróleo - provavelmente até o dobro disso. Esta base de recursos naturais nas profundezas marítimas inicia-se junto ao porto sírio de Tartus (que é onde os russos estabeleceram a sua base naval...), percorrendo toda a costa do Líbano, Israel e Gaza e chegando até à costa cipriota. 
A exploração do gás natural nestes gigantescos campos energéticos tem sido feita com parcerias entre empresas israelitas e as americanas "Noble Energy" e o "Delek Group", levando a impressionantes descobertas nos anos 2009 e 2010. Isso inclui o gigantesco campo Tamar, cuja exploração se iniciou em 2013 e o campo Leviathan onde se estima existirem 18 triliões de pés cúbicos de gás. As projecções apontam para uma auto-suficiência israelita para os próximos 150 anos!

AS PROFECIAS DE EZEQUIEL SOBRE OS "ANZÓIS" 
Há mais de 2.500 anos o profeta Ezequiel "viu" uma situação futura, enquadrada no período dos "últimos dias" e que poderá ter algo a ver com toda esta questão da riqueza energética israelita.
Eis o que ele escreveu: "Assim diz o Senhor Deus: Eis que Eu sou contra ti, ó Gogue (muitos estudiosos acreditam tratar-se da Rússia), príncipe e chefe de Meseque e de Tubal. E te farei voltar, e porei anzóis nos teus queixos, e te levarei a ti, com todo o teu exército..." (Ezequiel 38:3, 4).
"E acontecerá naquele dia que subirão palavras no teu coração, e maquinarás um mau desígnio, e dirás: Subirei contra a terra das aldeias não muradas, virei contra os que estão em repouso, que habitam seguros (Israel); todos eles habitam sem muro, e não têm ferrolhos nem portas; a fim de tomar o despojo, e para arrebatar a presa, e tornar a tua mão contra as terras desertas que agora se acham habitadas, e contra o povo que se congregou dentre as nações, o qual adquiriu gado e bens, e habita no meio da terra." (Ezequiel 38:10-12).
A Bíblia profetiza então que um dia, Deus porá "anzóis" nos queixos de Magogue, para trazê-lo até Israel, onde planeará "tomar o despojo e arrebatar a presa" a um "povo insuspeito".
Serão os campos de gás natural recentemente descobertos em Israel e futuras descobertas de petróleo "o anzol" que trará esta força invasora até Israel?
Vários cenários se tornam então possíveis:
Será que um ataque preventivo de Israel às instalações nucleares do Irão provocará uma pronta intervenção da Rússia, inequívoca aliada do Irão? O Irão - antiga Pérsia - é citado como uma das nações que fará parte dos invasores. Numa situação dessas, seria a Rússia levada a tomar conta dos campos energéticos de Israel, sendo assim "puxada pelo anzol", numa acção que parece não ter alternativa?
Será a Rússia "tentada" a invadir Israel para possuir os seus vastos recursos naturais, de forma a dessa forma controlar totalmente toda a produção e fornecimento de gás natural e até petróleo?

DEUS PROTEGERÁ ISRAEL
Não sabemos. Uma coisa porém é certa: Deus, o Protector de Israel, não ficará indiferente. Ele promete uma terrível vingança contra Gogue e seu séquito invasor: "Sucederá, porém, naquele dia, no dia em que vier Gogue contra a terra de Israel, diz o Senhor Deus, que a Minha indignação subirá à Minha face...certamente naquele dia haverá grande tremor sobre a terra de Israel, de tal modo que tremerão diante da Minha face os peixes do mar, e as aves do céu, e os animais do campo, e todos os répteis que se arrastam sobre a terra, e todos os homens que estão sobre a face da terra; e os montes serão deitados abaixo, e os precipícios se desfarão, e todos os muros desabarão por terra.
Porque chamarei contra ele a espada sobre todos os Meus montes, diz o Senhor Deus; a espada de cada um se voltará contra seu irmão. E contenderei com ele (Gogue = Rússia?) por meio da peste e do sangue; e uma chuva inundante, e grandes pedras de saraiva, fogo, e enxofre farei chover sobre ele, e sobre as suas tropas, e sobre os muitos povos que estiverem com ele.
Assim Eu Me engrandecerei e me santificarei, e Me darei a conhecer aos olhos de muitas nações; e saberão que Eu sou o Senhor." (Ezequiel 38:18-23).

Shalom, Israel!



sexta-feira, fevereiro 14, 2014

ISRAEL MAIS PRÓXIMO DA DEFESA POR RAIOS "LASER", TAL COMO NA "GUERRA DAS ESTRELAS"

Sempre na linha da frente nos avanços tecnológicos - hoje mesmo a grande empresa israelita de aplicações para telemóveis "Viber" foi comprada pelo gigante japonês "Rakuten" por 900 milhões de dólares - e pela sua necessidade de estar sempre "um passo à frente" na defesa contra os seus muitos inimigos, Israel está prestes a entrar numa nova era da tecnologia militar, através do uso de raios laser como defesa contra os rockets disparados pelos terroristas. 
Israel vai ser assim o primeiro país a entrar numa nova geração ao estilo "Guerra das Estrelas".
A indústria de armamento israelita está a exibir esta nova tecnologia capaz de destruir os rockets inimigos em pleno ar, antes ainda de o sistema "Iron Dome" os conseguir detectar. Este novo programa de defesa foi já denominado de "Iron Beam" (raio de aço), e está sendo desenvolvido pela "Rafael Advanced Defense Systems", estando agora a ser exibido e publicitado na Feira Aérea de Singapura, a maior exposição de material aeroespacial de toda a Ásia.
A tecnologia a laser por detrás do escudo de defesa não está muito longe da ficção: "É exactamente como se vê na Guerra das Estrelas" - afirmou Amit Zimmer, porta-voz da empresa israelita, acrescentando: "Vêem-se os lasers a subir tão velozmente como um flash, e o alvo a ser imediatamente destruído."
O objectivo do "Iron Beam" é de interceptar aviões drones de curto alcance, e rockets e morteiros que possam não estar no ar o tempo suficiente para que o sistema de defesa de Israel "Iron Dome" os consiga interceptar.
As baterias de defesa "Iron Dome" têm derrubado centenas de rockets disparados contra cidades israelitas por militantes do Hamas na Faixa de Gaza. Sem nenhum acordo de paz à vista e com as ameaças do Hezbollah a partir do vizinho Líbano, Israel quer agora aplicar o novo sistema de forma a melhorar ainda mais a sua protecção.
Segundo os testes já realizados, o novo sistema de defesa com raios laser alcançou os seus objectivos em mais de 90% dos casos. Podem ainda ser feitas adaptações, de forma a que o sistema possa disparar vários raios laser simultâneamente para o mesmo alvo. 

DESTRUIÇÃO IMEDIATA DOS ALVOS INIMIGOS
Um grupo de 15 engenheiros tem andado a desenvolver este avançado sistema de defesa nestes últimos 5 anos. A técnica consiste no disparo de raios laser para um alvo que atinge rapidamente temperaturas tão elevadas que acaba por se desintegrar num instante.
Segundo os responsáveis pelo projecto, ele é "extremamente eficiente e evita danos colaterais."
Mas Israel não se fica por aqui: já está no processo de desenvolvimento da tecnologia do sistema Arrow, que pode interceptar mísseis em pleno espaço aéreo, e uma nova tecnologia denominada de "Funda de David", que conseguirá derrubar mísseis balísticos de curto e médio alcance.
Esta supremacia israelita na área militar - entre muitas outras - tem tornado Israel um dos maiores exportadores mundiais de armamento. O desenvolvimento militar israelita tem sido fruto de anos e anos de conflitos com os palestinianos na Faixa de Gaza e com os terroristas do Hezbollah e outros. 
Shalom, Israel!


quinta-feira, fevereiro 13, 2014

COMO PUDERAM SER BAPTIZADAS 3000 PESSOAS EM JERUSALÉM NUM SÓ DIA, SEM NENHUM RIO POR PERTO?

Muitos estudiosos da Bíblia questionam-se como seria possível num só dia baptizar 3 mil pessoas em Jerusalém, sem que ali passasse nenhum rio, nem existisse nenhum lago ou mar nas imediações. 
Cinquenta dias depois da Páscoa judaica que o Messias Jesus celebrou com os Seus discípulos, a Sua promessa de enviar o Espírito Santo para baptizar os Seus seguidores (discípulos) cumpriu-se exactamente durante a Festa das Semanas - Shavuot - conhecida como "Pentecoste". 
Conforme o relato bíblico de Lucas, naquela manhã, o Evangelho foi proclamado pelo apóstolo Pedro e pelos 120 judeus reunidos naquele Cenáculo, em muitas línguas, tendo todos os milhares de ouvintes escutado e entendido as maravilhas de Deus.
Como resultado da conversão de 3000 pessoas, e seguindo o mandamento dado pelo Messias, todas aquelas pessoas foram baptizadas naquele mesmo dia, obviamente na Cidade santa de Jerusalém.
A pergunta então é: visto que o rio mais próximo é o Jordão, próximo de Jericó, e não havendo meios de transporte capazes, como seria possível baptizar todas aquelas pessoas num curto espaço de tempo?
A resposta é simples e objectiva, mas é obviamente necessário conhecerem-se as condições presentes na época que possibilitariam essa mega-sessão de baptismos.

FORMA DE BAPTISMO
Em primeiro lugar, há que entender como as pessoas eram baptizadas - na língua hebraica: imersas - na água. A visão moderna cristã de uma pessoa candidata ao baptismo a descer às águas do rio com um pastor ou baptizador (às vezes até 2) a mergulhar horizontalmente a pessoa na água não corresponde à forma da imersão da época de Jesus. 

ORIGEM DO RITUAL DA IMERSÃO

O baptismo - imersão - não é contudo uma iniciativa cristã, mas antes uma prática judaica seguida ao longo de gerações, muito antes da vinda de Jesus à terra. De facto, os próprios sacerdotes tinham de ser mergulhados - baptizados - em água, como parte da sua consagração ao serviço divino - Êxodo 29:4. 
O baptismo cristão seguiu inicialmente o rito judaico do ritual da purificação - em que a pessoa descia sozinha os degraus de um tanque - mikveh - com águas recolhidas das chuvas ou águas correntes, e mergulhava sozinho 3 vezes seguidas, no sentido vertical, como forma cerimonial e simbólica de purificação, ficando assim "puro" para oferecer a sua oferta sacrificial no Templo de Jerusalém. Nenhum homem podia subir ao Templo de Jerusalém para oferecer um sacrifício ou ministrar ao Senhor sem antes passar pelo mikveh, simbolizando dessa forma a sua purificação pessoal.

Estas imersões - baptismos - de purificação também eram feitas quando alguém se convertia ao judaísmo, e pelas mulheres logo após o período menstrual e antes do casamento.
Outros judeus, vivendo mais próximos de rios, faziam esse ritual de purificação mergulhando totalmente nas águas do rio, sempre na presença de alguma testemunha, chamado de baptizador.
Veja-se por exemplo o caso do sírio Naamã, que mergulhou 7 vezes no rio Jordão, tendo ficado limpo da sua lepra, e do convite ao baptismo feito por João Baptista e que levou milhares a descerem às águas do rio Jordão para serem imersos como demonstração de arrependimento dos seus pecados e preparação individual para a entrada no Reino de Deus. 
A imersão era total, segundo o mandamento bíblico "toda a sua carne banhará com água" (Levítico 15:16).
O próprio Messias Jesus cumpriu este ritual, mergulhando inteiramente na água "...sendo Jesus baptizado, saiu logo da água..." (Mateus 3.16), não para purificação de pecados mas para "cumprir toda a justiça".

DEZENAS DE MIKVEHS ENCONTRADOS EM JERUSALÉM À VOLTA DO TEMPLO
Como então foram baptizadas 3 mil pessoas num só dia em Jerusalém?
Os  arqueólogos têm recentemente realizado muitas escavações à volta do lugar do antigo Templo de Jerusalém e têm trazido à luz cerca de 50 tanques de imersão - mikvehs - que eram utilizados pelos judeus na época do Segundo Templo, portanto na época do Messias Jesus. 
O respeitado historiador Flávio Josefo descreveu que mesmo durante o período das guerras com os judeus - 66 - 73 d.C. - as leis dos rituais de purificação continuaram a ser escrupulosamente seguidas pelos judeus, obviamente nestes mikvehs agora descobertos.
MIKVEH JUNTO AO TEMPLO DE JERUSALÉM
Desta forma, distribuindo aquelas 3 mil pessoas pelos vários tanques de imersão, o baptismo das mesmas seria uma questão de poucas horas - talvez durante as primeiras horas da tarde. 
Esta questão perturbou os estudiosos da Bíblia durante séculos, levando alguns até a defender o baptismo por "aspersão", uma vez que não conseguiam explicar o baptismo de tantas pessoas num só dia. Obviamente que o único baptismo praticado na época era o da imersão total do corpo, e o mistério fica agora resolvido com a impressionante descoberta destas 50 mikvehs à volta das ruínas do Templo. 
Muitas mais poderão ainda ainda surgir, à medida que a arqueologia for escavando mais espaços, mas estas cerca de 50 mikvehs já bastariam para que 3.000 novos discípulos de Yeshua cumprissem o Seu mandamento de "crer e ser baptizado."
Shalom, Israel!

quarta-feira, fevereiro 12, 2014

"A UNIÃO EUROPEIA ESTARÁ SEMPRE AO LADO DE ISRAEL" - PROMETEU O PRESIDENTE DO PARLAMENTO EUROPEU NO SEU DISCURSO DESTA MANHÃ AO PARLAMENTO DE ISRAEL

Até quanto valem as promessas? Quando feitas por políticos, normalmente geram imensa desconfiança, quando não até descrédito.
De visita oficial a Israel, o alemão Martin Schulz, actual presidente do Parlamento da União Europeia, afirmou esta manhã na sua intervenção no Knesset - parlamento israelita - que a União Europeia estará sempre "ao lado de Israel". Esta afirmação foi feita a meio de um discurso no qual este líder alemão salientou a necessidade de se recordar o Holocausto, revelando ainda a sua perspectiva pessoal sobre os crimes cometidos na sua terra natal durante a 2ª Guerra Mundial.

O discurso de Schulz foi aplaudido por uma casa completamente cheia, após ter sido introduzido pelo líder da assembleia do Knesset, o deputado Yuli Edelstein, que comentou positivamente a importância dos laços políticos, científicos e culturais entre a Europa e Israel.
"A Primavera Árabe levou a crises na região que colocam novos desafios tanto a Israel como à União Europeia" - afirmou Schulz, acrescentando no entanto que Israel e a União Europeia juntos podem lidar com as mudanças.
Houve no entanto algum mal estar na sala do parlamento devido ao facto de o líder europeu ter falado em alemão, provocando reacções negativas a elementos de partidos da direita: "Não vejo qualquer interesse em ouvir no parlamento do estado judaico um discurso numa língua usada para forçar os nossos pais a entrar nos comboios e nas fornalhas" - afirmou um dos deputados na sua página do facebook.
No seu discurso de abertura, Edelstein aludiu às preocupações de Israel com o aumento do anti-semitismo na Europa, citando os casos da Hungria e da Grécia, que assistem a um forte crescimento da extrema-direita. "Contudo," - afirmou Edelstein - "eles não estão sozinhos nem estão na marginalidade."
O presidente da Parlamento Europeu por seu lado mencionou no seu discurso as conversações  para o processo de paz a decorrer entre israelitas e palestinianos sob o auspício do secretário dc estado norte-americano John Kerry:
"A Europa apoiará este longo caminho para a paz que necessita de duras concessões de ambas as partes" - afirmou Schulz, citando ainda as duas iniciativas europeias anteriores, nomeadamente a Conferência de Madrid de 1991 e os Acordos de Oslo de 1993, as quais ele denominou como "esperanças não cumpridas."
Referindo-se ao Holocausto nazi, Schulz afirmou também o seu dever de como alemão honrar o juramento "nunca mais."
Aludindo a questão do anti-semitismo, o líder europeu afirmou que a Europa está a trabalhar para combater o anti-semitismo e o ultra-nacionalismo: "Criámos um sistema imunitário contra o ódio e as guerras. Defendemos o direito à existência de Israel e do povo judeu poder viver em paz e segurança."
E acrescentou: "Israel é a esperança de um povo poder viver em liberdade na sua terra. É uma esperança tornada realidade, um sonho da humanidade."

"A EUROPA NÃO BOICOTARÁ ISRAEL"
Ontem mesmo, no início da sua visita a Jerusalém, o presidente do PE afirmou que a Europa não tinha nem iria boicotar Israel: "Não há nenhum boicote. No Parlamento Europeu não existe com certeza uma maioria que apoie um potencial boicote."
Schulz informou ainda o líder da oposição que os boicotes europeus a Israel não são políticos, acrescentando que "os boicotes europeus a Israel não eram políticos, mas ligados ao sector comercial", insistindo ainda que "não haverá nenhuma decisão na Europa para boicotar Israel."
A ver vamos...
Shalom, Israel!

terça-feira, fevereiro 11, 2014

OS PALESTINIANOS TAMBÉM QUEREM O MURO DAS LAMENTAÇÕES...

Nada módicos, os inimigos de Israel! Agora já vêm exigir a totalidade da Cidade velha de Jerusalém!
Um representante da Autoridade Palestiniana confirmou a exigência dos palestinianos em terem todo o território liberado por Israel em 1967, incluindo a totalidade da Cidade velha de Jerusalém e do próprio Kotel, o Muro Ocidental, conhecido como Muro das Lamentações!

Em entrevista ao "Canal 10", Mahmoud al-Habbash, ministro palestiniano para os Lugares Sagrados, afirmou que "não haverá paz até ao fim da ocupação israelita que se iniciou em 1967. Cada porção de terra que Israel conquistou então pertence aos palestinianos. Isso inclui Jerusalém, a mesquita Al-Aqsa e o Muro ocidental."
Questionado sobre o que aconteceria se os judeus quisessem orar junto ao Muro, o ministro palestiniano respondeu: "Serão bem-vindos, não haverá problema. Não haverá limitações à liberdade religiosa. Cerimónias religiosas são uma coisa, políticas, são outra."

A REALIDADE DA "LIBERDADE RELIGIOSA PALESTINIANA"...
Mas a realidade é outra. E essa não engana. Segundo os acordos de Oslo, os israelitas deveriam ter livre acesso a vários locais religiosos judaicos que estão sob administração palestiniana na Judéia e na Samaria. A realidade, contudo, é que os judeus são praticamente impedidos de ter acesso a esses lugares, incluindo o túmulo de José em Siquém e o túmulo de Josué em Kifi Hares. É muito difícil os judeus conseguirem chegar a estes lugares e apenas sob restrições muito apertadas. Vários judeus já foram mortos na região do túmulo de José, incluindo um rabino.

Os inimigos de Israel nunca foram sinceros nas suas afirmações ou promessas. O alvo único deles é a completa expulsão dos judeus de todo o território de Israel e da sua Capital eterna.

Vez após vez temos insistido que o grande conflito iniciar-se-à não por causa do território da Judéia e Samaria, mas por causa da posse de Jerusalém. E sobre isso o profeta Zacarias já se pronunciou há mais de 2.500 anos: ai daqueles que "mexerem" na questão de Jerusalém. Será para eles uma "pedra pesada" e um "cálice de tontear"...
Shalom, Israel!

segunda-feira, fevereiro 10, 2014

JUDEUS FRANCESES EMIGRAM PARA ISRAEL DEVIDO AO CRESCENTE ANTI-SEMITISMO EM FRANÇA

Ninguém tem dúvida de que com o preocupante crescimento dos partidos de direita e extrema direita na Europa, o anti-semitismo acaba por acompanhar esta tendência para crescer. 
Recentemente, em Paris, uma manifestação cujo objectivo era protestar contra as políticas económicas do presidente François Hollande acabou por se tornar numa manifestação anti-semita, com cerca de 17 mil manifestantes gritando: "Judeus: fora da França!"

Não só esse inquietante problema mas também o crescimento do Islão em França tem levado a que muitos judeus comecem a ponderar seriamente abandonarem o país onde viveram durante gerações e onde muitos nasceram, para emigrarem até à Terra que é deles de direito: Israel.
A família Tibi é um exemplo disso: o pai da família, com 44 anos e pai de 5 filhos, dentista de profissão, próspero e vivendo numa região nobre de Paris, o bairro Vincennes, casado com uma médica, sendo ele mesmo um membro destacado da comunidade judaica em Paris, está preparando as malas para partir para Israel no início de Julho próximo.

MILHARES PONDERAM SAIR PARA ISRAEL
E esta família não está só: há milhares de judeus franceses decidindo seguir este exemplo, comprando um bilhete só de ida para Israel. 
"Se os meus filhos quiserem viver a sua plena identidade judaica, o seu futuro está em Israel e não na França" - afirmou Tibi, numa entrevista dada no seu escritório, num prédio rodeado de lojas e restaurante kosher. E acrescentou: "Muitos judeus acham o mesmo. Há um desejo generalizado de partir."
A emigração de judeus para Israel tem estado recentemente a diminuir, chegando até a estagnar. A França é no entanto uma excepção. Só no ano passado, 3.270 judeus abandonaram a França e partiram para refazer as suas vidas em Israel, um aumento de 63% em comparação ao ano anterior.
A Agência Judaica prevê que o número de judeus franceses a emigrarem para Israel possa chegar aos 5 mil só no início deste ano, provocando uma alteração histórica na demografia judaica na Europa, e especialmente em França, onde até agora tem vivido a maior comunidade judaica na Europa.

VÁRIAS RAZÕES
Vários factores têm contribuído para estas saídas de França. Em primeiro lugar, há as questões familiares, uma vez que a maior parte dos judeus franceses são sefarditas e têm familiares já a viver em Israel. Depois, há as razões económicas, uma vez que em França o desemprego não pára de subir, tendo já atingido os 11%, enquanto em Israel se mantém nos 6%.
Mas o factor principal será mesmo o crescente anti-semitismo que cada vez mais se vai sentindo em França. Não só o atentado de 2012 que causou a morte de 2 judeus em Toulouse, mas a imposição de normas de segurança que gera altos níveis de intranquilidade nas crianças judias que frequentam as escolas, tendo de ser minuciosamente revistadas para poderem ter acesso às mesmas. O mesmo acontece a quem frequenta as sinagogas. 
Dieudonne, o controverso artista anti-semita
Aquilo que mais preocupa Tibi é a ausência de resposta por parte dos franceses: "No passado, tínhamos um milhão de franceses nas ruas a clamar contra o anti-semitismo. Agora temos 3 milhões no facebook e no twitter a darem apoio a Dieudonne" - afirmou, referindo-se ao polémico cómico francês que se tem destacado pelo seu discurso anti-semita.
Israel tem-se preparado burocraticamente para receber este novo "aliyah" (retorno) de judeus vindos de França. Isso representa a edição de documentos em francês, e outros detalhes, para facilitar a integração destes filhos de Israel na sociedade do país. 
Segundo os cálculos e previsões, cerca de 30.000 judeus franceses poderão emigrar para Israel só nos próximos dois anos. 
Apesar de nem todos os judeus em França pensarem da mesma forma, e de alguns se queixarem das dificuldades de integração em Israel - como é o caso dos jovens que têm de obrigatoriamente servir o exército israelita - Tibi acredita mesmo assim que cerca de 8 mil judeus franceses poderão anualmente partir para Israel. 
Shalom, Israel!

sábado, fevereiro 08, 2014

HITLER - O ANTI-CRISTO, O SEU ÓDIO À BÍBLIA E AO JESUS "JUDEU", E O SEU PROJECTO PARA A DESTRUIÇÃO DA IGREJA CRISTÃ





Este video mostra e prova de forma inequívoca como o líder nazi alemão, Adolf Hitler, tentou criar uma nova religião centralizada nele como "deus" e "salvador e senhor", criando a sua própria "bíblia" e hinos, e formando uma nova "igreja", a "Igreja Reich", com os seus próprios mandamentos e orações.
Não só era o plano de Hitler destruir todos os judeus, mas também a destruição do próprio cristianismo, através da criação de um sistema anti-cristão.
Veja o video completo. Você vai ter dificuldade em acreditar que isto tenha realmente acontecido, mas é a pura e comprovada verdade, e o pior é que tudo se repetirá, mas ainda com dimensões maiores!
A revelação do Apocalipse diz que quando o Anticristo vir que não conseguiu destruir Israel, ele então irá voltar-se em fúria para destruir a Igreja - os descendentes da mulher: "E o dragão (Satanás) irou-se contra a mulher (Israel), e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo (a Igreja verdadeira)." - Apocalipse 12:17.
Estejamos alerta e preparados!
Shalom!

sexta-feira, fevereiro 07, 2014

"ALÁ DEU ISRAEL AOS JUDEUS. NÃO EXISTE PALESTINA NO CORÃO"

Alá prometeu Israel aos judeus - assim afirma o sheikh Ahmad Adwan, um professor muçulmano que vive na Jordânia, que declarou recentemente na sua página no facebook que a "Palestina" não existe.
O blogueiro "Elder of Ziyon" traduziu fontes noticiosas árabes que comentaram as afirmações de Adwan no passado Sábado, segundo as quais ele cita o Corão - livro sagrado dos muçulmanos - e onde alegadamente diz que Alá designou Israel aos judeus até ao dia do juízo final (Sura 5, verso 21), e que os judeus são os herdeiros de Israel (Sura 26, verso 59).
"Digo àqueles que distorcem...o Corão; de onde é que vocês foram buscar o nome Palestina, seus mentirosos, seus amaldiçoados, quando Alá já lhe deu o nome de "Terra Santa" e deu-a em testamento aos Filhos de Israel até ao dia do Juízo Final?" - protestou Adwan - "Não existe nada de "Palestina" no Corão."
"A vossa reivindicação da Terra de Israel é uma falsidade e constitui um ataque ao Corão, aos judeus e à sua terra. Por isso não ireis ser bem sucedidos, e Alá não vos irá atender, antes vos humilhará, porque Alá é aquele que os protege" - avisou Adwan.
O sheik teve ainda outras palavras duras contra os "palestinianos", apelidando-os de "assassinos de crianças, idosos e mulheres" ao utilizá-los como escudos humanos de forma a acusar falsamente os judeus de os atacarem. O sheik relatou ter visto a mesma táctica utilizada por "palestinianos" contra o exército jordano nos anos 70.
"Este é o hábito e prática deles, uma crueldade, tendo corações de pedra para com os seus filhos, e mentindo à opinião pública para obter o seu apoio" - declarou Adwan.
Adwan tinha afirmado já anteriormente que o seu apoio ao povo judeu "vem do meu reconhecimento da sua soberania sobre a sua terra e da minha crença no Corão que nos diz e enfatiza em várias partes, como nesta sua (Alá) declaração: "Ó povo (i.e. os filhos de Israel), entrai na Terra Santa que Alá vos tem destinado." (Sura 5, verso 21).
Segundo Adwan, os judeus são um povo pacífico: "Se eles forem atacados, defendem-se, causando o menos possível de estragos aos atacantes. É para eles uma honra Alá tê-los escolhido sobre os mundos - significando sobre os povos e sobre os Jinns (criaturas espirituais) até ao Dia do Julgamento...Quando Alá os escolheu, fê-lo pela sua amabilidade, e não foi injusto para com outros povos; é só que eles (os judeus) mereceram isso."
Shalom, Israel!

quinta-feira, fevereiro 06, 2014

RABINOS AMEAÇAM KERRY COM "IRA DIVINA"

Nada satisfeitos com a "traição americana" tele-comandada por Obama e "empurrada" pelo secretário de estado John Kerry, um grupo de rabinos de Israel denominado "Rabinos do Comité para Salvar a Terra e o Povo de Israel" enviaram uma carta a John Kerry no passado Domingo, avisando-o que pare com o seu "antagonismo" contra Israel.
Os rabinos censuraram asperamente Kerry pelo seu plano de estabelecer uma capital árabe em Jerusalém para a Autoridade Palestiniana e por querer que Israel recue para as fronteiras anteriores a 1949. No passado Sábado, Kerry ameaçou Israel com um boicote internacional no caso de as conversações falharem, além de insinuações ameaçadoras de uma "Terceira Intifada" feitas já anteriormente.
"Os seus incessantes esforços para expropriar partes integrais da nossa Terra Santa para entregá-las à gangue terrorista do Abbas significam uma declaração de guerra contra o Criador e Governador do Universo. Pois Deus designou toda a Terra de Israel aos nossos ancestrais Abraão, Isaque e Jacob, de forma a que a deixassem em legado, como herança eterna aos seus descendentes, o povo judeu, até ao término dos tempos" - assim reza o início da carta escrita pelos rabinos.

ORAÇÕES CONTRA O PROCESSO DE PAZ

Já há uma semana atrás milhares de judeus reuniram-se junto ao Muro para orarem contra o chamado "decreto Kerry."



AMEAÇAS À SEGURANÇA DE ISRAEL
Alertando sobre a iminente ameaça à segurança que os planos de Kerry traria aos israelitas, e mencionando o exemplo de Gaza que se transformou numa autêntica "rampa de lançamento" de rockets, os rabinos criticaram o plano por este representar a "imediata retirada de 20% dos judeus actualmente vivendo produtivamente na Judeia, Samaria e no vale do Jordão."
A carta afirma ainda que o plano de Kerry "forçaria dezenas de milhar de judeus a serem retirados à força de suas casas e bens, arruinando-os financeira, económica e psicologicamente, tal como aconteceu com os que foram expulsos dos prósperos aldeamentos em Gaza, estando ainda a maior parte deles sofrendo desses traumas."

A MALDIÇÃO CAIRÁ SOBRE OS INIMIGOS DE ISRAEL
Citando a História judaica, a carta declara a Kerry: "Se continuar neste caminho destrutivo, irá assegurar a sua desgraça eterna na História judaica, por ter trazido calamidade sobre o povo judeu - tal como Nabucodonozor e Tito, que destruíram o primeiro e o segundo Grande Templo e toda a Cidade santa de Jerusalém e que, por punição divina, trouxeram desastre sobre eles próprios também."
E a carta ameaça: "Pelo poder da nossa Santa Torá, nós o advertimos a que cesse imediatamente todos os esforços para levar a cabo esses acordos desastrosos - de forma a evitar uma severa punição divina sobre todos os envolvidos."
A carta terminou com uma referência ao próximo feriado judaico da Festa do Purim, em que o Livro de Ester relata os planos genocidas de Hamã contra o povo judeu, mas que se voltaram contra ele, acabando enforcado com a mesma corda que havia preparado para Mardoqueu, o judeu. 

ARROGÂNCIA AMERICANA
O arrogante John Kerry, entretanto, já se pronunciou contra as críticas e ameaças israelitas, afirmando que "não se deixará intimidar" e que "já foi atacado com balas no passado, por isso não será intimidado por palavras."
As "maldições rabínicas" valem o que valem, mas a verdade é que quando o recém falecido ex-primeiro-ministro Ariel Sharon mandou retirar à força os "colonos" judeus da Faixa de Gaza, os rabinos rogaram uma maldição sobre ele, e passado muito pouco tempo Sharon entrou num coma irreversível que durou até à sua morte.
Pessoalmente, não queria estar na pele de John Kerry, muito menos na do Obama...
Shalom, Israel!


terça-feira, fevereiro 04, 2014

ISRAEL CONSEGUIRÁ SOBREVIVER SEM UM ACORDO DE PAZ

Apesar da insistente persuasão ameaçadora de John Kerry - o mandatário norte-americano para o "processo de paz" entre palestinianos e israelitas - Israel conseguirá sobreviver mesmo que tal  acordo não seja assinado.
Essa é pelo menos a opinião de Moshe Ya'alon, o ministro da Defesa de Israel. Segundo as suas declarações divulgadas anteontem, apesar de o governo de Israel desejar que haja um acordo final com os palestinianos, se essa perspectiva se gorar, Israel saberá lidar com a situação.
Estes comentários de Ya'alon foram vistos como uma resposta directa às declarações feitas por John Kerry no passado Sábado, na reunião sobre segurança realizada em Munique. Nessas declarações Kerry disse que Israel estaria em apuros caso as presentes conversações falhassem.
"Este presente status quo, digo-vos com absoluta certeza, a 100%, não pode ser mantido. Não é sustentável. É ilusório. Há uma prosperidade momentânea, há uma paz momentânea" - afirmou Kerry.
Ya'alon desmentiu que o cerne do problema fossem os "colonatos", ou a presença de judeus na Judeia e Samaria: "Os aldeamentos não são o obstáculo para a paz" - afirmou o ministro, continuando: "Eles constituem menos de cinco por cento do território na arena palestiniana."
Ya'alon apontou para a recusa da Autoridade Palestiniana em permitir que os judeus continuem a viver num futuro estado palestiniano como uma evidência das suas reais intenções: "Temos árabes vivendo lado a lado connosco na Galileia, em Jaffa e em Acre - e não lhes negamos esse direito. Por que é que a liderança palestiniana insiste em ter um território sem a presença de judeus?" - questionou Ya'alon.
Quando questionado sobre se o seu governo estava preparado ou não para desenraizar aldeamentos judaicos, Ya'alon disse que não "santifica" nenhum pedaço de terra, mas insistiu que a pergunta mais importante era se a liderança palestiniana iria ou não alguma vez reconhecer "o nosso direito a existir como estado nação do povo judeu, desistir do direito de retorno dos refugiados palestinianos e assumir as nossas necessidades de segurança."
E, conquanto espere que tudo isto dê certo, "Se não, nós sobreviveremos." - afirmou o ministro confiante.
Assim seja, Israel!
Shalom, Israel!

segunda-feira, fevereiro 03, 2014

PALESTINIANOS NÃO RECONHECEM ESTADO JUDAICO

Na sua entrevista concedida ao diário norte-americano The New York Times hoje publicada, o líder palestiniano Mahmoud Abbas afirmou não estar preparado para reconhecer um "estado judaico".
O primeiro-ministro Netanyahu reagiu imediatamente, declarando ser assim impossível haver um acordo nas negociações entre palestinianos e israelitas, uma vez que Abbas sabe muito bem que essa é uma das cláusulas do possível acordo.
Netanyahu fez entretanto um apelo ao mundo inteiro para que pressione Abbas a tomar a histórica decisão de reconhecer Israel como o estado judaico. E com razão. 
"Veremos agora se esses mesmos actores internacionais que até agora só puseram a pressão sobre Israel vão tornar claro à Autoridade Palestiniana o que acontecerá exactamente aos palestinianos se não se chegar a um acordo" - afirmou Netanyahu. 
É óbvio que isto revela a pouca ou nenhuma vontade séria dos palestinianos de chegarem a qualquer tipo de acordo com Israel. É o habitual, a mesma história de sempre. 
O absurdo de tudo isto é que os palestinianos querem que Israel reconheça um estado chamado "Palestina", mas não estão dispostos a reconhecer um estado chamado "Israel" como estado do povo judeu...
Sem mais comentários.
Shalom, Israel!