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sábado, setembro 22, 2012

CRENÇA NA PRÓXIMA VINDA DO MESSIAS ISLÂMICO ACELERA PREPARAÇÃO DO IRÃO PARA A GUERRA



As piores guerras são as que têm uma causa religiosa ou messiânica. O Irão (antiga Pérsia), prepara-se rapidamente para uma guerra contra os "infiéis" - os judeus e os cristãos - motivado pela visão escatológica da vinda do "messias", ou o Mahdi.
VINDA DO MAHDI "MESSIAS" ISLÂMICO
Os líderes religiosos do Irão - os mullahs - acreditam que estamos a viver nos "últimos dias" e que a forma de apressarem a vinda do seu messias islâmico - conhecido como "12º Íman" - será aniquilando a civilização judaico-cristã, tal como a conhecemos.
O que se avizinha é extremamente preocupante e perigoso, uma vez que os líderes actuais do Irão obedecem a uma visão fanática xiita da teologia dos "últimos dias", e que os leva a planearem as maiores loucuras e desafiarem a paz e a estabilidade regional e até mundial.
DECLARAÇÕES PÚBLICAS REVELAM IDEOLOGIA MESSIÂNICA
"Pela primeira vez o representante da mais alta patente militar do Irão relacionou o reaparecimento do último messias islâmico com as preparações que o regime está a fazer para a guerra baseadas numa ideologia," - estas são as declarações agora emitidas por Reza Kahlili, o ex-oficial dos corpos de elite dos Guardas Revolucionários Iranianos, actualmente um espião da CIA.
"Possuindo agora o tesouro da Santa Defesa, Valayat (o guardião do Jurista) e os mártires, estamos preparados para uma grande guerra," - afirmou o Ministro da Defesa Ahmad Vahidi, segundo informações prestadas pela 'Mashregh News', órgão oficial dos Guardas Revolucionários.
"Claro que esta confrontação sempre continuou; contudo, visto estarmos na era da Vinda, esta guerra terá muito significado."
Os xiitas acreditam que nos finais dos tempos ocorrerão grandes guerras, e que o Íman Mahdi, o 12º íman dos xiitas irá reaparecer e matar todos os infiéis, erguendo a bandeira do islão em todos os cantos da terra.
Kahlili é agora cidadão americano, tendo no ano passado publicado no seu blog para o mundo inteiro saber que estava renunciando ao islão e explicando que se tinha tornado num seguidor de Jesus Cristo.
PREPARANDO A VINDA DO "MESSIAS" ISLÂMICO - O MAHDI
Este conceituado ex-muçulmano explica detalhadamente no seu mais recente livro que a visão escatológica dos xiitas indica que eles acreditam que estamos a viver nos "últimos dias" e que o Mahdi - o 12º Íman - está voltando a este mundo a qualquer momento para estabelecer um reino islâmico global, ou "califado", para governar o mundo.
Vahidi tornou-se oficial dos serviços secretos dos Guardas Revolucionários após a revolução islâmica de 1979 no Irão e foi posteriormente promovido a comandante chefe das Forças Quds. Ele está na lista dos "mais procurados" da Interpol por causa do  massacre à bomba contra o centro da comunidade judaica, em Buenos Aires, em 1994, que matou 85 pessoas e feriu centenas.
Vahidi desempenhou também um papel importante no bombardeamento da Torre Khobar, na Arábia Saudita, que matou 19 militares norte-americanos.
"O MARTÍRIO É O CAMINHO PARA DEUS"
OS CHEFES DA GANGUE IRANIANA
Falando numa mesquita em memória dos mártires que morreram ao serviço do Irão, Vahidi afirmou que "a República Islâmica irá criar um novo ambiente no palco mundial, e sem qualquer dúvida a vitória aguarda aqueles que continuam no trilho dos mártires...nós podemos derrotar o inimigo na casa dele e a nossa nação está preparada para a jihad.  O martírio tem-nos ensinado a evitar os caminhos errados e voltar ao trilho certo. O martírio é o caminho certo, é o caminho para Deus."
Vahidi disse que os inimigos do Irão já teriam tido uma acção na Síria nos últimos anos se tivessem capacidade para tal. Segundo ele, o Irão é um poder muito mais formidável do que a Síria, acrescentando que Teerão pode facilmente varrer do mapa o "regime sionista" de Israel.
Enquanto isso, um relatório dos Guardas Revolucionários, citando o chefe das relações públicas dos Guardas - Ramezan Sharif - revelou que o Irão tem activos militares em vários países.
Segundo Sharif, a presença das Forças Quds na Síria e no Líbano, tem o objectivo de apoiar as nações islâmicas e para situações especiais que existem nesses países.  
Sharif disse que a presença iraniana baseia-se nas leis internacionais e que, "os Guardas Revolucionários estão presentemente em 15 países, entre os quais a Síria e o Líbano, sendo que os militares iranianos estão também presentes em alguns outros países." 
Há provas recentes de que activos terroristas do regime iraniano têm sido postos em alerta máximo para ataques a interesses israelitas e norte-americanos. Isso estende-se desde o Médio Oriente à África, América Latina e Estados Unidos.
Comandantes dos Guardas têm afirmado abertamente que têm andado a recrutar activos da América Latina e até de alguns países europeus para evitarem suspeitas das agências de espionagem, e que atacarão a América no caso desta se envolver num ataque militar ao Irão.
"A GUERRA COM ISRAEL IRÁ EVENTUALMENTE ACONTECER"
Segundo afirmações hoje mesmo feitas pelo comamdante geral dos Guardas Revolucionários, Ali Jafari, "uma guerra entre o Irão e Israel irá eventualmente acontecer."
"Israel procura a guerra connosco, mas não é claro quando isso irá acontecer," - disse Jafari, citado pelas agências ISNA e Fars, tendo ainda acrescentado: "Neste momento eles veem a guerra como a única forma de confrontação."
Jafari expressou ainda a confiança de que a República Islâmica "irá destruir o estado judaico... Este tumor canceroso - Israel - tenta lançar uma guerra contra nós, mas nós não sabemos quando isso irá acontecer. Se eles começarem (a agressão), isso levará à sua destruição," - declarou o líder iraniano.
Segundo Jafari, as ameaças de Israel de atacar o Irão "só provam que a sua inimizade contra o islão e a revolução são sérias, e que esta inimizade conduzirá eventualmente ao conflito físico."
"Estamos fazendo todos os esforços para aumentar as nossas capacidades de defesa, para que se houver um ataque... nos possamos defender a nós e a outros países que precisem da nossa ajuda, com altas capacidades defensivas."


"NADA RESTARÁ DE ISRAEL"

PARADA MILITAR DO IRÃO

Na semana passada, Jafari avisou que "nada irá restar" de Israel, caso este ataque as instalações nucleares do Irão. Jafari disse que a resposta do Irão a qualquer ataque incluirá todas as fronteiras de Israel, dando assim a entender que Teerão não hesitará em usar os seus fantoches regionais, o Hezbollah e o Hamas. E o líder iraniano avisou ainda que, se atacado, "o Irão não estará mais obrigado a respeitar o Tratado de Não-Proliferação Nuclear."
Hoje também, o brigadeiro general Abdul-Rahim Moussavi, comandante deputado do exército iraniano, avisou os inimigos da República Islâmica da "resposta esmagadora" de Teerão a qualquer ataque no seu solo.
Segundo Moussavi, "no caso de uma agressão, o inimigo enfrentará algo que nunca esperou ver. Afinal de contas, os nossos inimigos também são soldados, e eles sabem que nós não exibimos tudo aquilo de que dispomos." E acrescentou ainda: "Se Israel embarcar numa loucura dessas, isso só irá acelerar a sua aniquilação."
Estes comentários surgem no rasto de uma grande exibição do poder militar iraniano - uma gigantesca parada militar exibindo as suas capacidades terrestres e aéreas realizada ontem em Teerão para comemorar a "semana da defesa sagrada" e o 32º aniversário da guerra com o Iraque. Como parte desse desfile militar, os Guardas Revolucionários exibiram os seus vários mísseis de superfície e terra-ar.
IRÃO EXIBE AS SUAS CAPACIDADES "DEFENSIVAS"
O Irão introduziu oficialmente o seu novo sistema de defesa aérea, "para confrontar a aviação americana no caso de um ataque dos EUA ao país," - relatou a media iraniana.
O sistema foi exibido como parte de uma enorme parada militar realizada em Teerão no dia de ontem. Segundo a media iraniana, os "Raad" ou "Thunder" são baseados nos mísseis russos de longo alcance S-200, mas agora também transportam os mísseis "Taer 2" , produzidos domesticamente pelos Guardas Revolucionários. O sistema é supostamente capaz de interceptar ameaças a uma distância de até 50 kms, com uma capacidade de atingir alvos a 22.000 metros. Segundo oficiais iranianos, este sistema "foi criado para confrontar jactos bombardeiros, mísseis cruzeiros, bomas inteligentes, helicópteros e drones."
UM OUTUBRO "QUENTE"?
Tudo leva a crer que Outubro assistirá a um crescendo da tensão entre as 2 forças rivais, uma vez que cerca de 25 países ocidentais e amigos estarão realizando manobras no Golfo Pérsico e o Irão estará realizando exercícios militares com a Força Aérea. Sendo as eleições norte-americanas em inícios de Novembro e tendo as festas judaicas terminado no início de Outubro, as 3 últimas semanas do mês poderão ser a "janela" propícia para alguma intervenção militar de Israel e/ou dos Estados Unidos.
Seja como for, estes são certamente tempos muito perigosos.
Shalom, Israel!

CRENÇAS MESSIÂNICAS ISLÂMICAS ALIMENTAM AS PREPARAÇÕES PARA A GUERRA ENTRE O IRÃO E ISRAEL (E O OCIDENTE)


As piores guerras são as que têm uma causa religiosa ou messiânica. O Irão (antiga Pérsia), prepara-se rapidamente para uma guerra contra os "infiéis" - os judeus e os cristãos - motivado pela visão escatológica da vinda do "messias", ou o Mahdi.
VINDA DO MAHDI "MESSIAS" ISLÂMICO
Os líderes religiosos do Irão - os mullahs - acreditam que estamos a viver nos "últimos dias" e que a forma de apressarem a vinda do seu messias islâmico - conhecido como "12º Íman" - será aniquilando a civilização judaico-cristã, tal como a conhecemos.
O que se avizinha é extremamente preocupante e perigoso, uma vez que os líderes actuais do Irão obedecem a uma visão fanática xiita da teologia dos "últimos dias", e que os leva a planearem as maiores loucuras e desafiarem a paz e a estabilidade regional e até mundial.
DECLARAÇÕES PÚBLICAS REVELAM IDEOLOGIA MESSIÂNICA
"Pela primeira vez o representante da mais alta patente militar do Irão relacionou o reaparecimento do último messias islâmico com as preparações que o regime está a fazer para a guerra baseadas numa ideologia," - estas são as declarações agora emitidas por Reza Kahlili, o ex-oficial dos corpos de elite dos Guardas Revolucionários Iranianos, actualmente um espião da CIA.
"Possuindo agora o tesouro da Santa Defesa, Valayat (o guardião do Jurista) e os mártires, estamos preparados para uma grande guerra," - afirmou o Ministro da Defesa Ahmad Vahidi, segundo informações prestadas pela 'Mashregh News', órgão oficial dos Guardas Revolucionários.
"Claro que esta confrontação sempre continuou; contudo, visto estarmos na era da Vinda, esta guerra terá muito significado."
Os xiitas acreditam que nos finais dos tempos ocorrerão grandes guerras, e que o Íman Mahdi, o 12º íman dos xiitas irá reaparecer e matar todos os infiéis, erguendo a bandeira do islão em todos os cantos da terra.
Kahlili é agora cidadão americano, tendo no ano passado publicado no seu blog para o mundo inteiro saber que estava renunciando ao islão e explicando que se tinha tornado num seguidor de Jesus Cristo.
PREPARANDO A VINDA DO "MESSIAS" ISLÂMICO - O MAHDI
Este conceituado ex-muçulmano explica detalhadamente no seu mais recente livro que a visão escatológica dos xiitas indica que eles acreditam que estamos a viver nos "últimos dias" e que o Mahdi - o 12º Íman - está voltando a este mundo a qualquer momento para estabelecer um reino islâmico global, ou "califado", para governar o mundo.
Vahidi tornou-se oficial dos serviços secretos dos Guardas Revolucionários após a revolução islâmica de 1979 no Irão e foi posteriormente promovido a comandante chefe das Forças Quds. Ele está na lista dos "mais procurados" da Interpol por causa do  massacre à bomba contra o centro da comunidade judaica, em Buenos Aires, em 1994, que matou 85 pessoas e feriu centenas.
Vahidi desempenhou também um papel importante no bombardeamento da Torre Khobar, na Arábia Saudita, que matou 19 militares norte-americanos.
"O MARTÍRIO É O CAMINHO PARA DEUS"
OS CHEFES DA GANGUE IRANIANA
Falando numa mesquita em memória dos mártires que morreram ao serviço do Irão, Vahidi afirmou que "a República Islâmica irá criar um novo ambiente no palco mundial, e sem qualquer dúvida a vitória aguarda aqueles que continuam no trilho dos mártires...nós podemos derrotar o inimigo na casa dele e a nossa nação está preparada para a jihad.  O martírio tem-nos ensinado a evitar os caminhos errados e voltar ao trilho certo. O martírio é o caminho certo, é o caminho para Deus."
Vahidi disse que os inimigos do Irão já teriam tido uma acção na Síria nos últimos anos se tivessem capacidade para tal. Segundo ele, o Irão é um poder muito mais formidável do que a Síria, acrescentando que Teerão pode facilmente varrer do mapa o "regime sionista" de Israel.
Enquanto isso, um relatório dos Guardas Revolucionários, citando o chefe das relações públicas dos Guardas - Ramezan Sharif - revelou que o Irão tem activos militares em vários países.
Segundo Sharif, a presença das Forças Quds na Síria e no Líbano, tem o objectivo de apoiar as nações islâmicas e para situações especiais que existem nesses países.  
Sharif disse que a presença iraniana baseia-se nas leis internacionais e que, "os Guardas Revolucionários estão presentemente em 15 países, entre os quais a Síria e o Líbano, sendo que os militares iranianos estão também presentes em alguns outros países." 
Há provas recentes de que activos terroristas do regime iraniano têm sido postos em alerta máximo para ataques a interesses israelitas e norte-americanos. Isso estende-se desde o Médio Oriente à África, América Latina e Estados Unidos.
Comandantes dos Guardas têm afirmado abertamente que têm andado a recrutar activos da América Latina e até de alguns países europeus para evitarem suspeitas das agências de espionagem, e que atacarão a América no caso desta se envolver num ataque militar ao Irão.
"A GUERRA COM ISRAEL IRÁ EVENTUALMENTE ACONTECER"
Segundo afirmações hoje mesmo feitas pelo comamdante geral dos Guardas Revolucionários, Ali Jafari, "uma guerra entre o Irão e Israel irá eventualmente acontecer."
"Israel procura a guerra connosco, mas não é claro quando isso irá acontecer," - disse Jafari, citado pelas agências ISNA e Fars, tendo ainda acrescentado: "Neste momento eles veem a guerra como a única forma de confrontação."
Jafari expressou ainda a confiança de que a República Islâmica "irá destruir o estado judaico... Este tumor canceroso - Israel - tenta lançar uma guerra contra nós, mas nós não sabemos quando isso irá acontecer. Se eles começarem (a agressão), isso levará à sua destruição," - declarou o líder iraniano.
Segundo Jafari, as ameaças de Israel de atacar o Irão "só provam que a sua inimizade contra o islão e a revolução são sérias, e que esta inimizade conduzirá eventualmente ao conflito físico."
"Estamos fazendo todos os esforços para aumentar as nossas capacidades de defesa, para que se houver um ataque... nos possamos defender a nós e a outros países que precisem da nossa ajuda, com altas capacidades defensivas."


"NADA RESTARÁ DE ISRAEL"
PARADA MILITAR DO IRÃO
Na semana passada, Jafari avisou que "nada irá restar" de Israel, caso este ataque as instalações nucleares do Irão. Jafari disse que a resposta do Irão a qualquer ataque incluirá todas as fronteiras de Israel, dando assim a entender que Teerão não hesitará em usar os seus fantoches regionais, o Hezbollah e o Hamas. E o líder iraniano avisou ainda que, se atacado, "o Irão não estará mais obrigado a respeitar o Tratado de Não-Proliferação Nuclear."
Hoje também, o brigadeiro general Abdul-Rahim Moussavi, comandante deputado do exército iraniano, avisou os inimigos da República Islâmica da "resposta esmagadora" de Teerão a qualquer ataque no seu solo.
Segundo Moussavi, "no caso de uma agressão, o inimigo enfrentará algo que nunca esperou ver. Afinal de contas, os nossos inimigos também são soldados, e eles sabem que nós não exibimos tudo aquilo de que dispomos." E acrescentou ainda: "Se Israel embarcar numa loucura dessas, isso só irá acelerar a sua aniquilação."
Estes comentários surgem no rasto de uma grande exibição do poder militar iraniano - uma gigantesca parada militar exibindo as suas capacidades terrestres e aéreas realizada ontem em Teerão para comemorar a "semana da defesa sagrada" e o 32º aniversário da guerra com o Iraque. Como parte desse desfile militar, os Guardas Revolucionários exibiram os seus vários mísseis de superfície e terra-ar.
IRÃO EXIBE AS SUAS CAPACIDADES "DEFENSIVAS"
O Irão introduziu oficialmente o seu novo sistema de defesa aérea, "para confrontar a aviação americana no caso de um ataque dos EUA ao país," - relatou a media iraniana.
O sistema foi exibido como parte de uma enorme parada militar realizada em Teerão no dia de ontem. Segundo a media iraniana, os "Raad" ou "Thunder" são baseados nos mísseis russos de longo alcance S-200, mas agora também transportam os mísseis "Taer 2" , produzidos domesticamente pelos Guardas Revolucionários. O sistema é supostamente capaz de interceptar ameaças a uma distância de até 50 kms, com uma capacidade de atingir alvos a 22.000 metros. Segundo oficiais iranianos, este sistema "foi criado para confrontar jactos bombardeiros, mísseis cruzeiros, bomas inteligentes, helicópteros e drones."
UM OUTUBRO "QUENTE"?
Tudo leva a crer que Outubro assistirá a um crescendo da tensão entre as 2 forças rivais, uma vez que cerca de 25 países ocidentais e amigos estarão realizando manobras no Golfo Pérsico e o Irão estará realizando exercícios militares com a Força Aérea. Sendo as eleições norte-americanas em inícios de Novembro e tendo as festas judaicas terminado no início de Outubro, as 3 últimas semanas do mês poderão ser a "janela" propícia para alguma intervenção militar de Israel e/ou dos Estados Unidos.
Seja como for, estes são certamente tempos muito perigosos.
Shalom, Israel!






terça-feira, agosto 07, 2012

IRÃO PREPARA-SE PARA A GUERRA SOB INSPIRAÇÃO MESSIÂNICA

As "Forças Quds", uma unidade especial iraniana composta de milhares de operacionais encarregados de exportarem a revolução islâmica do Irão, está recebendo instruções para fomentar o terrorismo, preparando a vinda do último messias islâmico e a destruição do Ocidente.
12º ÍMAN IRÁ CHEGAR EM BREVE...
Ali Saeedi, o representante dos líderes supremos iranianos diante dos Guardas Revolucionários, enfatizou durante um sermão de sexta-feira em Teerão que a República Islâmica tem de confrontar a América de forma directa, para que o ambiente necessário seja criado para a reaparição de Mahdi, o 12º íman dos xiitas, o qual matará todos os infiéis e erguerá a bandeira do Islão em todos os cantos do mundo.
"Em três pontos da História, Alá confronta directamente a vontade dos seres humanos rebeldes, em que, obviamente, o Verdadeiro vencerá o Falso," - anunciou Saeedi, segundo noticiou a "Sepah News", a publicação oficial dos Guardas. E continuou: "O primeiro ponto na História foi durante a era do faraó, a segunda era foi com Bani Abbas, e a terceira é a nossa era actual que transparece a vontade de Alá para que iluminemos o mundo com a vinda do Iman Mahdi." Segundo Saeedi: "Muitos dos sinais necessários para a vinda tiveram lugar nos últimos anos; contudo, o principal sinal terá lugar exactamente antes da vinda."
No pensamento e no discurso de Saeedi, existem cinco níveis de preparação que têm de estar prontos para a vinda: "Preparação individual, disponibilidade para criar o ambiente, preparação sistemática, a preparação da região e a prontidão internacional."
Esta é a primeira vez que um alto oficial iraniano afirma publicamente que as "Forças Quds" estão não apenas envolvidas na região, mas também internacionalmente, para uma confrontação final com o Ocidente.
"Os Guardas Revolucionários são um veículo para a preparação para a vinda, e o presente avivamento islâmico (a Primavera Árabe) na região e na arena internacional; as Forças Quds desempenham um papel fundamental na preparação da disponibilidade da força humana necessária para tal evento," - disse Saeedi, continuando: "O comandante supremo dos Guardas e o representante do líder supremo estão encarregados de preparar a prontidão individual, regional e até internacional para a vinda."
Numa outra publicação semanal dos "Guardas", Sobhe Sadegh, uma análise de capa explica que a abertura das goepolíticas iranianas e o fortalecimento do seu poder islâmico são uma realidade na qual a influência islâmica tem-se expandido, não apenas na região, mas também em África, América Latina, Ásia oriental e até na Europa e América.
E a análise "profetiza" que tal como foi a queda do socialismo e do bloco de leste, assim será também a queda do capitalismo e da democracia liberal.
A análise refere-se às afirmações do fundador da revolução islâmica, o ayatollah Ruhollah Khomeini:
"Afirmo com toda a certeza que o século 21 será o século do islão."
"Afirmo com toda a certeza que o islão irá conquistar todos os entrincheiramentos do mundo."
"Afirmo com toda a certeza que o islão irá derrotar todos os poderes mundiais."
"Afirmo com toda a certeza que o século 21 é o século em que os oprimidos serão vitoriosos sobre os opressores."

Ao mesmo tempo que as "Forças Quds" têm recentemente expandido as suas operações no envio de carregamentos de explosivos para a América Latina, África e outras partes do mundo, ao mesmo tempo pondo células terroristas em alerta máximo para acções terroristas, o regime islâmico no Irão tem expandido o seu programa nuclear, no qual mais de 11.000 centrifugadoras estão agora funcionando em duas instalações, aumentando o seu stock de urânio enriquecido.
Segundo o último relatório fornecido em Maio pasado pelo IAEA, o Irão dispunha na altura de urânio enriquecido suficiente para seis bombas nucleares, e apesar de todas as negociações e recentes sanções, o líder supremo do Irão, o ayatolah Ali Khamenei, anunciou há dias atrás que não haverá recuo no trilho nuclear.
Estaremos próximos de Ezequiel 38 e 39?
Só Deus sabe. Estejamos atentos e preparados para o pior.
Shalom!

terça-feira, novembro 15, 2011

VISÃO APOCALÍPTICA DOS LÍDERES DO IRÃO NA ORIGEM DO ÓDIO A ISRAEL E EUA



Quando se mistura o radicalismo religioso com o poder político, o resultado é sempre trágico. A situação actual do Irão, com uma liderança fundamentalista islâmica nas mãos dos ayatollahs, e o poder político nas mãos de loucos - como é o caso do presidente Ahmadinejad - é fermentada não só pelo zelo religioso, mas mais ainda pela crenças escatológicas islâmicas, que indicam que estamos nos "últimos dias". 
De um excelente artigo de Joel Rosenberg, passo a transcrever o seguinte, acreditando que está é uma questão demasiado séria para se ignorar: 
Aquilo em que esses líderes crêm é que a forma para apressarem a vinda do 12º Íman é aniquilar Israel (que apelidam de "Pequeno Satanás") e os Estados Unidos (que apelidam de "Grande Satanás"). Não é portanto de admirar que o Irão esteja a "testar" as brechas no sistema de informações e segurança dos Estados Unidos. A prova disso foi o falhado atentado recente nos EUA e que tem a clara autoria do Irão.
Khamenei afirmou aos iranianos em Julho de 2010 que se encontrou pessoalmente com o 12º Íman. Também reivindicou ser o representante pessoal do Mahdi na terra, dizendo ainda que todos os muçulmanos têm de "lhe obedecer".
Ao mesmo tempo, fontes dos serviços secretos ocidentais indicam que ele continua a trabalhar com Ahmadinejad e com os militares iranianos para o desenvolvimento de ogivas nucleares e mísseis balísticos para as transportarem.
A comunicação social tem focalizado a sua atenção nas ameaças do Irão para "varrer Israel do mapa". Mas ignora-se muitas vezes o facto de que o regime iraniano está igualmente determinado em destruir os Estados Unidos da América.
O ayatolah iraniano Ali Khamenei e o presidente Mahmoud Ahmadinejad estão convencidos que chegámos aos "Últimos Dias". Eles acreditam que o messias xiita conhecido como "12º Íman" ou o "Mahdi" virá aparecer em breve para estabelecer um reino islâmico global conhecido como "califado".
Por que é que o Irão iria autorizar uma grande operação terrorista em solo americano? A única explicação provável tem a ver com esta visão escatológica dos "últimos dias".
Em Outubro de 2005, por exemplo, Ahmadinejad afirmou: "Querendo Alá, com a força de Alá por trás, iremos em breve experimentar um mundo sem os Estados Unidos e o Sionismo".
Em 2 de Junho de 2008, Ahmadinejad afirmou: "Hoje, chegou a altura para a queda do poder satânico dos Estados Unidos, e começou a contagem regressiva para a aniquilação do imperador do poder e da riqueza". Os líderes iranianos acreditam realmente que a destruição dos EUA está predeteminada, tal como a implosão da antiga União Soviética o foi. Eles acham que a fraqueza económica dos EUA é um sinal de que o fim da América está próximo.
Outros sinais incluem a debilidade do presidente Obama nas sondagens e a sua indisponibilidade para usar da força contra o Irão, mesmo apesar da morte de americanos por parte de iranianos no Iraque, Afeganistão, Arábia Saudita e no Líbano ao longo dos anos.
O primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, vê a gravidade da situação: "A presidência de Obama tem duas grandes missões: resolver a questão da economia e impedir o Irão de conseguir armas nucleares" - disse à revista The Atlantic em Março de 2009 - acrescentando: "Não vamos querer uma seita apocalíptica messiânica a controlar bombas atómicas" - disse, referindo-se à liderança iraniana.
"Quando o crente fanático agarra as rédeas do poder e as armas de destruição massiça o mundo inteiro deve começar a preocupar-se, e é isso que está acontecendo no Irão" - afirmou Netanyahu.  
Só que Netanyahu não tem infelizmente visto a administração de Obama a fortalecer a economia norte-americana nem a tomar medidas decisivas para parar o Irão na sua ânsia de ter a bomba, e isso está a deixá-lo nervoso.
"A comunidade internacional tem de parar o Irão antes que seja tarde" - avisou Netanyahu no seu discurso nas Nações Unidas em Setembro passado. E acrescentou: "Se o Irão não for detido, iremos enfrentar o espectro do terrorismo nuclear, e a "Primavera Árabe" poderá tornar-se em breve num Inverno iraniano... o mundo à volta de Israel está definitivamente a tornar-se mais perigoso".  Se quiserem verdadeiramente entender o quão perigoso o regime iraniano realmente é, os líderes americanos têm de compreender melhor a escatologia xiita.
O 12º Íman era uma pessoa real de carne e osso que, à semelhança dos outros onze líderes xiitas que o antecederam era um indivíduo árabe, um descendente directo do fundador do Islão, e de quem se pensava ser divinamente escolhido para ser o guia espiritual e a derradeira autoridade humana sobre o povo muçulmano. O seu nome real era Muhammad Ibn Hasan Ibn Ali, e é crença generalizada dos xiitas que ele nasceu em Samarra, no Iraque, em 868 d.C.
Em tenra idade, porém, Ali desapareceu da sociedade. Alguns dizem que ele teria 4 anos de idade, outros falam em 5, outros em 6. Alguns acreditam que ele teria caído num poço em Samarra, mas o seu corpo nunca foi encontrado. Outros acreditam que a mãe de Mahdi o colocou num poço para o proteger dos maus governadores que o poderiam capturar e matar, e por isso o pequeno Ali se terá tornado sobrenaturalmente invisível. É daí que deriva o termo "Íman Oculto", por os xiitas acreditarem que Ali não está morto mas simplesmente oculto dos olhares da humanidade. Os xiitas referem-se a isto como "ocultação", até ao "fim dos dias", quando Alá o voltar a revelar.
Os xiitas acreditam que o Mahdi retornará nos últimos dias para estebelecer a justiça e a paz. Dizem eles que quando ele vier, o Mahdi trará Jesus com ele. Jesus será um muçulmano e servi-lo-á como seu agente, e não como Rei dos reis e Senhor dos senhores, como a Bíblia ensina, e irá forçar os não muçulmanos a escolherem entre seguir a Mahdi ou a morte.  
Segundo a maior parte dos relatos, os estudiosos xiitas acreditam que o Mahdi irá primeiramente aparecer em Meca e conquistar o Médio Oriente, estabelecendo então o  quartel-general do seu governo islâmico global - ou califado - no Iraque (antiga Babilónia). Mas não há unanimidade universal sobre esta idéia. Alguns acreditam que ele irá emergir do poço na mesquita Jamkaran no Irão, viajando depois para Meca e Iraque. Alguns dizem que ele irá conquistar Jerusalém antes de estabelecer o seu califado no Iraque. Outros acreditam ainda que Jerusalém terá de ser conquistada como pré-requisito para o seu retorno.
Nada disto está realmente escrito no Corão, e os sunitas rejeitam esta escatologia.
Mas uma coisa sobre a qual há um acordo entre os devotos do "Décimo segundo" é que o Mahdi irá terminar com a apostasia e purificar a corrupção dentro do Islão. Espera-se que ele conquiste a península arábica,a Jordânia, a Síria, a "Palestina", o Egipto e o Norte da África, e eventualmente o mundo inteiro. Nessa altura, ele e Jesus irão matar entre 60 a 80% da população mundial, especialmente aqueles que se recusarem a converter-se ao Islão.   
O ayatolá Ibrahim Amini, professor no Centro de Aprendizagem Religiosa em Qom, escreveu um livro notável entitulado "Al-Iman al-Mahdi, o Justo Líder da Humanidade", em que descreve a conexão entre a escatologia xiita e a política externa do Irão: "Os que persistirem na sua descrença e maldade serão mortos pelos soldados do Mahdi" - escreveu Amini. E acrescenta: "O único governo vitorioso no mundo inteiro será o do Islão, e as pessoas irão tentar devotadamente protegê-lo. O Islão será a religião de todos, e entrará em todas as nações do mundo... O Mahdi oferecerá a religião do Islão aos Judeus e aos Cristãos; se a aceitarem serão poupados, de outra forma serão mortos...Parece improvável que tal  catástrofe possa ser evitada... guerra e o derramamento de sangue são inevitáveis... O Íman dos Dias e seus apoiantes vencerão as forças da descrença e do materialismo ímpio através da jihad". Infelizmente, e apesar destes avisos a levar a sério, os governantes mundiais continuam adormecidos e incrédulos, embriagados com a sede de poder e temendo ofender os seus amigos árabes, os grandes fornecedores do petróleo e...do terrorismo islâmico, continuando a assobiar para o lado, como se nada se passasse....
Como sempre Israel está na linha da frente na luta anti-terrorista, e mais tarde ou mais cedo terá de resolver a questão da ameaça iraniana, não vá o "12º íman" aparecer mesmo e então aí as coisas tornam-se mais complicadas...
Shalom, Israel!