Mostrar mensagens com a etiqueta BEIT SHEMESH. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta BEIT SHEMESH. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, março 02, 2026

ISRAEL ELIMINOU KHAMENEI E DEZENAS DE LÍDERES IRANIANOS. HEZBOLLAH ENTROU NA GUERRA


A guerra contra o Irão iniciou-se com o grande ataque da poderosa aviação israelita contra o local onde Khamenei se encontrava reunido com altos dirigentes do regime satânico do Irão. Dezenas de poderosas bombas foram largadas, destruindo por completo o grande edifício e eliminando os diabólicos seres que ali se reuniam. Não escapou ninguém. A própria mulher do carrasco de Teerão acabou por falecer esta manhã. 

Tanto o primeiro-ministro israelita como o presidente norte-americano já avisaram que os ataques vão ser intensificados, tendo Trump afirmado que a "grande onda" ainda está para vir em breve. 

O Irão continua a disparar mísseis e drones contra Israel e outros países do Golfo, causando uma reacção que poderá custar-lhe caro, uma vez que também foi atingida uma refinaria da Arábia Saudita. Várias bases norte-americanas em países do Golfo e uma inglesa foram atacadas com mísseis e drones iranianos. 


Na manhã de ontem um míssil balístico iraniano atingiu uma sinagoga em Beit Shemesh, a uns 10 quilómetros de Jerusalém, tendo provocado 9 vítimas mortais e mais de 20 feridos. 

Cerca de 960 israelitas já foram evacuados para hospitais desde o início da guerra, encontrando-se 150 nos cuidados intensivos. 


A grande parte dos mísseis e drones têm sido interceptados pelos avançados sistemas de defesa israelitas. Calcula-se que o stock actual (antes da guerra) do Irão ronde os 3 mil mísseis balísticos. Há informações de que o rápido fabrico destas armas pelo Irão faria com que em 2027 o regime já dispusesse de 8.000 mísseis destinados a atacar Israel. Um dos principais objectivos de Israel é reduzir ao máximo o stock de mísseis e os seus meios de produção. Até agora a aviação israelita já destruiu algumas centenas e impediu a construção de mais 1.500. Mais de 2.000 bombas já foram entretanto largadas por Israel contra posições iranianas nas primeiras 30 horas deste conflito. 

Cerca de 40 comandantes iranianos foram já abatidos. Sabe-se também que o ex-presidente iraniano Ahmadinejad, considerado o "antissemita Nº 1 do mundo", que durante a sua presidência jurou por diversas vezes a eliminação do estado de Israel foi eliminado nos ataques de Sábado. Este cruel assassino negava a existência do próprio Holocausto...

O estreito de Ormuz já foi entretanto encerrado pelo Irão, levando a que os preços do petróleo começassem a disparar por todo o lado. Os EUA já terão alegadamente afundado dez vasos de guerra iranianos. Um dos planos dos ataques norte-americanos é eliminar por completo a pequena marinha de guerra do Irão, de forma a permitir que os navios possam continuar a navegar pelo estreito por onde escoa cerca de 20% da produção do petróleo. 


HEZBOLLAH ATACA ISRAEL

Rompendo o acordo de cessar-fogo estabelecido há meses, o grupo terrorista Hezbollah decidiu juntar-se à guerra e atacou esta madrugada o Norte de Israel com rockets, felizmente interceptados através do novíssimo sistema de defesa "Laser Beam", agora usado pela primeira vez em situação de guerra, e que provou ser eficaz para este tipo de ataques de curto alcance. 

Em resposta a estes ataques, a aviação israelita lançou fortes bombardeamentos no Sul do Líbano e na capital Beirute, prometendo que os mesmos irão prosseguir nos próximos dias. Israel considera ainda a hipótese de uma intervenção por terra. O chefe da inteligência do Hezbollah é um dos responsáveis do grupo terrorista eliminados esta manhã por Israel. 

Esta nova guerra contra o Irão e o Hezbollah acontece em plena celebração da festa hebraica do Purim, quando há mais de 2.500 anos os judeus derrotaram o complô do antissemita Haman que pretendia a eliminação de todos os judeus que então viviam na Pérsia, actual Irão. Foi graças à intervenção do judeu Mordecai e sua sobrinha Hadassah, entretanto promovida a raínha Ester, que o macabro plano foi desfeito e o inimigo dos judeus enforcado na própria forca que ele havia mandado levantar para Mordecai... Para além deste evento, esta guerra coincide com a grande "lua vermelha" que iluminará os céus esta noite e com o raríssimo alinhamento de 6 planetas...

Tudo sinais a ter em conta. "Os sábios entenderão"...

Shalom, Israel!

sexta-feira, dezembro 20, 2019

ARQUEÓLOGOS AFIRMAM TER ENCONTRADO A PEDRA QUE SERVIU DE BASE PARA A ARCA DA ALIANÇA

Arqueólogos em actividade de escavações nas ruínas da cidade bíblica de Beit Shemesh, a 20 kms a ocidente de Jerusalém, afirmam ter encontrado a pedra que há 3.100 anos serviu de base para arca da aliança.
Tudo leva a crer que este achado ontem anunciado poderá estar ligado à narrativa do Antigo Testamento.

As escavações destas ruínas de há 3.100 anos iniciaram-se em 2012, e entre os achados está a base daquilo que teria sido um templo onde poderá ter assentado a arca da aliança.
O edifício cujas ruínas estão sendo escavadas dá a entender tratar-se de um templo, tendo em vista que as suas paredes eram grossas, estar afastado das casas da cidade e dispõr de uma plataforma que poderia ter sido utilizada para cerimoniais religiosos.
Dentro da estrutura os pesquisadores deram com ossos de animais, pedaços de cerâmica, taças e pedras lavradas que poderiam ter sido usadas como lagares de azeite ou de vinho, provavelmente para práticas religiosas.

Em meados do 12º século a.C. o edifício foi arrasado e os seus utensílios espalhados. O local foi depois usado para guarda de animais, tendo-se ali acumulado as respectivas fezes, em várias camadas, que os  pesquisadores inicialmente pensarem serem cinzas.
Segundo um dos peritos, a utilização do local para a guarda de animais poderá ter sido propositada, tornando-se numa "abominação intencional" por parte dos filisteus. Beit Shemesh situava-se numa fronteira volátil que separava os filisteus das áreas controladas pelos israelitas.
Beit Shemesh foi abandonada ou destruída, e consequentemente reconstruída, diversas vezes, num espaço de 200 anos.

UMA GRANDE PEDRA BASE
No Verão passado, os arqueólogos deram com uma grande pedra toda lisa na sua face, assentada sobre outras duas pedras mais pequenas, formando uma espécie de mesa. Segundo os arqueólogos, é improvável que a pedra tenha caído ali por acaso.
A disposição das pedras recorda a descrição da pedra sobre a qual a arca da aliança foi colocada, segundo o relato no Primeiro Livro do profeta Samuel, e tem origem na mesma data.
Segundo a narrativa bíblica, a arca foi inicialmente deixada numa comunidade na região de Siló, no Norte de Jerusalém, depois que os israelitas chegaram àquela área.
Os filisteus conseguiram levar com eles a arca após uma grande batalha, mas Deus castigou-os com doenças, levando os filisteus a devolverem a mesma aos israelitas.
Quando os filisteus levaram a arca até Beit Shemesh, segundo o relato bíblico, estava ali "uma grande pedra." Os residentes da cidade "descarregaram a arca da aliança e os objectos de ouro que com ela estavam e colocaram-na sobre uma grande pedra" - relata o texto bíblico.
A arca foi mais tarde transferida para Quiriate-Jearim, e posteriormente para Jerusalém. 

Nada é certo nem garantido quanto à ligação desta pedra com a arca da aliança. Mas a descoberta das ruínas da antiga cidade e de outros artefactos vêm comprovar os vários relatos bíblicos que mencionam a existência desta localidade, incluindo a menção da "grande pedra", sabendo-se que grandes vultos da História antiga de Israel também passaram por esta cidade.

Shalom, Israel!



sexta-feira, outubro 25, 2019

GRANDE ESTRUTURA DE UMA IGREJA BIZANTINA COM 1.500 ANOS ESCAVADA PERTO DE JERUSALÉM

Não se sabe ao certo a quem terá sido dedicada a recém descoberta igreja bizantina, com cerca de 1.500 anos, mas a sua dimensão e condições levam os arqueólogos a crer que se trataria de um lugar popular de romarias até ter sido abandonado por volta do século 9º d.C.
Tudo o que se sabe é que a estrutura foi dedicada a um santo anónimo, pelo menos até agora.
Três anos de escavações trouxeram à luz uma grande estrutura cobrindo cerca de um terço de um are, estando os achados descobertos em exibição no Museu das Terras Bíblicas em Jerusalém.
Uma inscrição encontrada num dos mosaicos diz que o lugar foi construído em honra a "um glorioso mártir", não havendo no entanto referência de que mártir se trata.
Outras inscrições registam a comemoração da expansão do império sob o governo do imperador Justiniano, no 6º século d.C., e um dos seus sucessores, Tibério II Constantino.
Devido à sua dimensão e aparato, os israelitas da "Autoridade para as Antiguidades de Israel" acreditam que se tratava de um sítio de grandes peregrinações até ter sido abandonado durante o califado muçulmano de Abbasid no 9º século d.C.

O elaborado aspecto da igreja, incluindo uma treliça em mármore na capela mor, um baptistério em pedra calcita e um piso em mosaico retratando uma águia, um símbolo do império bizantino, demonstram a importância e assinalável financiamento do espaço.
Para o director das escavações Benjamin Storchan, este achado representa um fenómeno conhecido como "edifício imperial de uma igreja."
Ele afirmou ainda que o império mantinha sítios importantes e apoiava uma indústria turística: "Eles encarregavam-se de assegurar o desenvolvimento dos roteiros de peregrinação."
"A cripta, que é uma das mais bem preservadas até agora, é um espaço subterrâneo onde eram guardados os restos mortais do mártir" - afirmou Storchan, acrescentando: "dois lances de escadas para dentro e para fora possibilitariam as visitas dos peregrinos."
Esta descoberta foi feita durante as escavações de um novo bairro residencial em Beit Shemesh, perto de Jerusalém.

O espaço ocupa cerca de 1.500 metros quadrados, e inclui um grande pátio, um corredor e a igreja em estilo de basílica.
Foram encontrados no local milhares de artefactos, incluindo aquilo que parece ser a mais completa colecção de vitrais e de lanternas alguma vez encontrados numa escavação arqueológica.
A seguir ao colapso do império bizantino, as entradas das igrejas foram fechadas com enormes pedras, as quais os pesquisadores removeram, acabando por encontrar lamparinas em vidro, mosaicos e um pedaço do cofre onde o mártir desconhecido foi sepultado.

Shalom, Israel!