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sexta-feira, março 22, 2019

EUROPA JUNTA-SE AOS DITADORES DA RÚSSIA, TURQUIA, IRÃO E SÍRIA CONTRA ISRAEL

A hipocrisia europeia não conhece limites. Une-se para condenar Israel nos alegados "crimes" contra os palestinianos de Gaza, passando completamente ao lado dos constantes ataques perpetrados pelos lacaios do movimento terrorista islâmico Hamas, e agora coloca-se ao lado de ditadores para, ao contrário do seu melhor aliado - os EUA - declarar não reconhecer a soberania do estado de Israel sobre os Montes Golan, conquistados à Síria em 1967, e por direito próprio e histórico, propriedade indiscutível do estado de Israel.
Maya Kosyanchich, porta voz da chefe da política externa europeia Federica Mogherini, afirmou hoje que "A União Europeia, em conformidade com a lei internacional, não reconhece a soberania de Israel sobre os territórios ocupados desde Julho de 1967, incluindo os Montes Golan, e não os considera como parte do território israelita."
Estes lamentáveis comentários acompanharam as duras condenações feitas pela Rússia, Irão, Síria e Turquia ao anúncio ontem feito pelo presidente norte-americano de que era hora de os EUA reconhecerem a soberania de Israel sobre os Montes Golan. 
A Síria, uma das maiores violadoras dos direitos humanos, veio condenar a decisão como "irresponsável", alegando ser uma violação das resoluções das Nações Unidas e afirmando ainda que "o povo sírio continuará comprometido em libertar os Montes Golan através de todos os meios possíveis."
O que é irónico no meio de tudo isto, é que são os maiores violadores das resoluções da ONU a vir agora condenar esta decisão dos EUA, como se Israel não tivesse no seu direito de, ao ter sido atacado pela Síria em 1967, conquistar território que tem provado ser indispensável para a defesa e segurança de Israel.

MANIFESTAÇÕES PALESTINIANAS "PACÍFICAS" NA
FRONTEIRA DE GAZA...
CONSELHO DOS DIREITOS HUMANOS DA ONU CONDENA ISRAEL POR "CRIMES DE GUERRA" EM GAZA 
Com 23 votos a favor e 9 contra, os fantoches representados no ridículo "Conselho dos Direitos Humanos da ONU" decidiram hoje na sua 40ª reunião em Genebra, Suíça, aprovar um relatório que culpa Israel de "crimes contra a humanidade", pela forma como lida com os violentos protestos na fronteira com a Faixa de Gaza.
Israel já reagiu, afirmando que "não irá cooperar com esta palhaçada", afirmando ainda que a "maioria moral" dos países não votaram a favor desta medida.
Vinte e três países votaram a favor desta medida, e nove votaram contra. Entre os que votaram contra, quero fazer uma menção honrosa ao Brasil que, pela primeira vez desde há muitos anos se colocou contra a imoralidade e a hipocrisia desta decisão. Para além do Brasil, votaram também contra a Austrália, a Áustria, a Bulgária, a República Checa, as ilhas Fiji, a Hungria, o Togo e a Ucrânia. 
Catorze países abstiveram-se na votação: Argentina, Baamas, Croácia, Congo, Dinamarca, Islândia, Índia, Itália, Japão, Nepal, Ruanda, Eslováquia, Reino Unido e Uruguai. 
O único país europeu representado na Comissão é a Espanha, que votou a favor.
Segundo o porta-voz do ministério israelita para as Relações Exteriores, "as ditaduras e os hipócritas votaram a favor deste absurdo relatório pró grupo terrorista do Hamas."
E acrescentou: "Não cooperaremos com esta palhaçada e continuaremos a proteger Israel e seus habitantes."

"NASCIDO EM PECADO"
Aviva Raz Schecter, a embaixadora de Israel para as instituições da ONU em Genebra, afirmou já antes da votação que o relatório tinha "nascido em pecado", acusando o mesmo de ignorar o papel do Hamas nas confrontações. Como organização terrorista islâmica, o Hamas procura destruir Israel.
"O relatório da Comissão servirá apenas para encorajar o uso feito pelo Hamas da população civil como escudos e como ferramenta nas suas tentativas para atacar Israel, e aumentar os perigos para os civis em ambos os lados" - afirmou ainda a representante israelita.

Shalom, Israel!


quarta-feira, março 01, 2017

ESTADOS UNIDOS DEFENDEM ISRAEL NO CONSELHO DOS DIREITOS HUMANOS DA ONU





Num discurso feito esta manhã em Genebra, na sede do Conselho da ONU para os Direitos Humanos, a enviada dos EUA Erin Barclay apelou para que aquele Conselho parasse com a sua "obsessão com Israel." Esta declaração surge a meio de rumores de que os EUA consideram abandonar aquela organização.
Falando sobre o seu país, a enviada norte-americana afirmou que os EUA estão "mais do que nunca comprometidos com os direitos humanos."
"Infelizmente" - prosseguiu ela, numa dura crítica a este órgão da ONU - "muitas das acções deste conselho não apoiam estes princípios universais. Na verdade, até os contradizem."
E Barclay passou de seguida a mencionar os constantes abusos na Síria e na Coréia do Norte, assinalando particularmente "o foco consistente, injusto e desequilibrado" daquele importante órgão
da ONU contra Israel, o que - segundo ela - "incomoda profundamente Washington."
"Nenhuma outra nação é o foco de toda uma agenda...a obsessão com Israel... é a maior ameaça à credibilidade deste organismo" - afirmou esta diplomata de carreira, acrescentando que "isso limita o que de bom se poderia produzir", quando este Conselho se torna até ridículo. "Os Estados Unidos opôr-se-ão a qualquer esforço para deslegitimar ou isolar Israel."

Shalom, Israel!